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Pesquisa Mundi

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Projeto da UnB permitirá conhecer detalhes das principais igrejas de Ouro Preto

19:26 @ 04/03/2009

Turistas virtuais poderão navegar pelo interior das três principais igrejas de Ouro Preto (MG). A idéia é possibilitar uma exposição permanente na internet do acervo turístico e cultural da cidade, além de disponibilizá-la nos terminais multimídias que serão instalados nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora de Pilar.


 
O projeto é resultado de uma associação entre o Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília (CMD) e o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto, com apoio da Comissão Ano Cultural 2009, do Senado Federal. Imagens e informações sobre a riqueza artística, histórica e cultural da cidade poderão ser acessadas por tours virtuais. O lançamento oficial do Museu Virtual de Ouro Preto será realizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar a partir das 20h.

 

O professor da Faculdade de Comunicação da UnB Marcelo Feijó, responsável pela documentação fotográfica do projeto, explica a finalidade do museu. “Ele representa uma oportunidade de apresentar o patrimônio histórico com a utilização de tecnologias digitais. Esse é o grande propósito do Centro de Memória Digital, produzir conteúdos da história do Brasil com suporte tecnológico.”

 

HISTÓRIA FIEL 

 

O projeto é resultado de um trabalho de mais de dez anos de pesquisa nos arquivos paroquiais de Ouro Preto feito pelo professor do Departamento de História da UnB Marcos Magalhães. Feijó destaca o ineditismo da proposta. “Eu arrisco dizer que não tem nada similar no Brasil. Todas as informações foram recolhidas diretamente nas fontes. A preocupação com a correção dos dados históricos é o nosso primeiro e maior compromisso”, conta.

 

O professor do curso de Engenharia de Redes da UnB Rafael Timóteo explica como o museu foi elaborado. “As fotografias foram tiradas de forma detalhada e processadas digitalmente. Depois, um software foi produzido para a pessoa ter a ilusão de que está dentro das igrejas”, diz.

 

De acordo com Feijó, a ferramenta é resultado de esforços de professores e alunos de diferentes áreas. "Esse é um trabalho coletivo de áreas como engenharia, história, comunicação, arquivologia e design gráfico, que só seria possível dentro de uma universidade”, afirma.

O Museu Virtual estará disponível também em DVD

s, que serão comercializados pelo Museu de Arte Sacra de Ouro Preto. Recursos de navegação em 360°, imagens em 3D, animações digitais e registros fotográficos de alta definição integram a publicação eletrônica, disponível na internet pelo site www.museuvirtualdeouropreto.com.br 

 

 

Fonte: clicabrasilia

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Museus britânicos se unem para formar ambiente online

19:27 @ 04/03/2009

Rede social reunirá amantes da arte em um site que reúne um acervo virtual gigantesco

 

Por Stella Dauer

 

Na era em que tudo está migrando para a internet, alguns museus britânicos resolveram levar seu acervo para o mundo virtual. Para isso, criaram uma rede social para amantes da arte. A notícia é do site da BBC.

 

Para trazer mais informação para o visitante, o site reunirá obras do Victoria and Albert Museum, National Portrait Gallery, Natural History Gallery, Tate, Wallace Collection, Royal Armories, Sir John Soane’s Museum e o Imperial War Museum em um só lugar, em uma rede social que abrigará amantes da arte em torno de assuntos e perfis, noticiou o site Digital Trends.

 

O projeto, chamado National Museums Online Learning Project, custou mais de 5 milhões de reais, e entrará no ar ainda esta semana. Qualquer busca realizada no site procurará a informação da base de dados de todas as instituições participantes, e as buscas poderão ser publicadas e compartilhadas com outros participantes. Outras informações, como programação de exposições e eventos também estarão disponíveis no site.

 

“O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que conversem umas com as outras. Eles poderão criar comunidades de interesses sobre coleções de obras”, afirmou Carolyn Royston, do Victoria and Albert Museum.

 

 

Fonte: Geek

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Católica monta museu virtual da biodiversidade do Cerrado

19:28 @ 04/03/2009

A Universidade Católica de Goiás está montando, para colocar no ar ainda neste ano, o Museu da Biodiversidade do Cerrado José Hidasi, virtual, que deve reunir grande parte do material colecionado, nos últimos anos, pelo professor e pesquisador José Hidasi.

O anúncio foi feito ao reitor Wolmir Amado pelo pesquisador Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do Instituto do Trópico Subúmido da Católica (ITS-UCG), que teve seu projeto recentemente aprovado, dentro do Edital de Turismo, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeg), no valor de 25 mil reais, já tendo liberado parte desses recursos para o início dos trabalhos.

A equipe, que terá a participação da museóloga Rosângela Barbosa Silva, diretora do Centro Cultural Jesco Puttkamer, da UCG, e de técnicos do Centro de Processamento de Dados (CPD), também da Católica, deve se reunir nos próximos dias para uma visita à residência do professor José Hidasi, no bairro de Campinas, para conhecer o material disponível e definir as diversas etapas do trabalho. Ao mesmo tempo, serão adquiridos equipamentos e programas de computação específicos para selecionar, editar e abrigar o material, como fotos e vídeos.

Mestre em Gestão do Patrimônio Cultural pela Universidade Católica de Goiás, título que conquistou em 2008, e na UCG desde 2001, o pesquisador e musicista Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do ITS-UCG, é atualmente o coordenador do Conselho Editorial daquele Instituto, responsável pelas publicações do ITS.

 

Fonte: Flash UCG

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MIB - Música instrumental brasileira

19:58 @ 09/03/2009

Site reúne cerca de 700 verbetes sobre instrumentistas do país, como Garoto e Pixinguinha, além de dezenas de ensaios e teses universitárias sobre o assunto



CARLOS CALADO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Mesmo sendo considerada uma das mais criativas e diversificadas do mundo, comparável apenas à música cubana ou ao jazz norte-americano, a música instrumental brasileira não é incentivada como merece pela indústria do disco, que nas últimas décadas optou por investir apenas em vertentes de consumo fácil.


"Ainda temos de aguentar, de vez em quando, um desses chefões de gravadora dizer que a culpa é da falta de criatividade dos músicos", rebate a pesquisadora Maria Luiza Kfouri, 55, que desenvolveu com Fernando Ximenes o site Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia Instrumental (http://www.musicosdobrasil.com.br/), na rede desde fevereiro.


O perfil enciclopédico não impediu que o projeto, patrocinado pela Petrobras, fosse desde o início pensado para a internet. "Sabíamos que um projeto desta magnitude não estaria "pronto" nunca e, por isso, a internet seria seu meio ideal, para que possamos acrescentar aquilo que vai, sempre, estar faltando", diz a pesquisadora.


O site já reúne cerca de 700 verbetes com muitos dos principais instrumentistas do país, que traçaram nos palcos e estúdios de gravação a história desta corrente musical: do flautista Pixinguinha (1897-1973) ou do violonista Garoto (1915-1955), chegando a talentos da cena atual, como o bandolinista Hamilton de Holanda e o pianista André Mehmari.


Para iniciar a pesquisa, em meados de 2006, Kfouri e Ximenes criaram uma espécie de recenseamento, um minucioso questionário, enviado por e-mail a centenas de instrumentistas. A pesquisa também colheu dados sobre a formação e o "pensamento" desses músicos, mapeando assim seus mestres, influências e parceiros.


Os critérios para definir quais músicos devem estar representados nos verbetes do site resumem-se a apenas um: só entram os que gravaram ou participaram de gravações de pelo menos um disco exclusivamente instrumental.
"Não há outro critério, nem de estilo, nem de gênero", explica Kfouri. "Tivemos de criar essa regra, um tanto draconiana, pois se não teríamos de ter outras vidas para poder cobrir todos os instrumentistas brasileiros. São milhares aqueles que acompanham cantores e que nunca participaram de uma gravação instrumental."


As respostas vieram em grande volume, mas músicos pouco afeitos ao e-mail, como o flautista Altamiro Carrilho ou o pianista Amilton Godoy, pediram para gravar seus depoimentos. Já o pianista Francis Hime, curiosamente, preferiu responder o questionário à mão. "Ainda não conseguimos chegar a alguns músicos, como João Donato, Paulinho da Viola e Edu Lobo, mas estamos insistindo", conta Kfouri.


Dificuldades não faltam num projeto tão abrangente. No caso de instrumentistas já mortos, por exemplo, a pesquisa fica mais restrita a consultas a familiares, a poucas obras de referência ou a sites que nem sempre trazem dados corretos.
Mesmo assim, Kfouri observa que a situação na área da pesquisa cultural, no Brasil, tem melhorado. "A biblioteca musical cresceu consideravelmente e a internet tem sido uma ferramenta e tanto, embora muitas vezes ainda se tenha de tomar muito cuidado com as informações que se encontram em determinados sites."


O site oferece também dissertações universitárias e ensaios sobre instrumentos, estilos, grupos musicais ou discos mais significativos, escritos por especialistas. Entre os músicos que assinam ensaios, estão Henrique Cazes ("O Cavaquinho") e Maurício Carrilho ("O Violão de Sete Cordas").

 

Fonte: Folha de S. Paulo

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UEM inaugura laboratório de pesquisa e biblioteca digital

20:01 @ 09/03/2009

Foi inaugurado na última segunda-feira, 2 de março, na Biblioteca Central da UEM (Universidade Estadual de Maringá), o novo laboratório de informática para pesquisa. O evento também marcou o lançamento da Biblioteca Digital, no site da universidade.

 

O laboratório possibilitará consulta ao acervo da biblioteca da UEM, através de 42 novos computadores, adquiridos em um convênio com o ensino a distância e o Ministério da Educação. Agora o usuário da biblioteca terá mais máquinas para pesquisar as produções bibliográficas e seus códigos de referência, facilitando a procura.

 

Outra novidade é a Biblioteca Digital. Ela reúne uma base de dados com dissertações e teses dos cursos da UEM e foi desenvolvida em uma parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O novo sistema já disponibilizou até agora 348 documentos. Com o tempo, novos trabalhos serão publicados e o número crescerá ainda mais.

 

O endereço para a Biblioteca Digital é http://nou-rau.uem.br/nou-rau/.

 

 

Fonte: Universia/UEM

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Dos mil cabeceras de periódicos accesibles a través de un clic

20:03 @ 09/03/2009

Dos mil cabeceras de periódicos editados en todo el Estado Español desde 1777 hasta el año 2005, y que suponen cuatro millones trescientas mil páginas, se encuentran accesibles a todos los ciudadanos a través de un clic en la Biblioteca Virtual de Prensa Histórica.

 

A través de la página http://prensahistorica.mcu.es , el Ministerio de Cultura ha puesto al servicio de todos los fondos que se conservan en las Bibliotecas Públicas del Estado así como en otras entidades con las que se han firmado acuerdos, como el Ateneo de Barcelona, de Madrid, la Fundación de Investigadores Marxistas, ayuntamientos y universidades y con periódicos con los que se ha convenido poner en línea la serie histórica de su publicación.

 

La Biblioteca Virtual de Prensa Histórica es resultado de un proceso de digitalización cooperativa del Ministerio, las Comunidades Autónomas y otras instituciones de la memoria, con el que se pretende, simultáneamente, preservar y hacer accesibles unos materiales bibliográficos que se caracterizan por ser ejemplares únicos y, por lo tanto, de difícil acceso.

 

La Biblioteca ha sido presentada por el ministro de Cultura, César Antonio Molina, en la sede de la Asociación de la Prensa de Madrid, en un acto en el que también participaron el presidente de esta asociación, Fernando González Urbaneja, y de la Asociación de la Prensa de A Coruña, Manuel González Menéndez, que ha aportado importantes cabeceras de prensa gallegas como el Orzán, El Noroeste, La Coruña moderna o La Hoja del Lunes de La Coruña.

 

Este es uno de los principales proyectos de digitalización que se han realizado en España y tiene a nivel internacional un peso considerable, tanto por su volumen- al que en Europa solo se acerca Austria con casi tres millones de páginas- como por sus funcionalidades.

 

En esta base de datos se encuentran representadas quince Comunidades Autónomas (Andalucía, Aragón, Asturias, Canarias, Castilla-La Mancha, Castilla-León, Cataluña, Comunidad Valenciana, Extremadura, Galicia, Islas Baleares, La Rioja, Madrid, País Vasco y Región de Murcia), 45 provincias y 140 localidades, y el ministerio tiene previsto ir incluyendo progresivamente colecciones de las Comunidades Autónomas y provincias que aún no están representadas en la base de datos.

 

El objetivo del proyecto es, por una parte, preservar unos materiales bibliográficos que, por la propia naturaleza del soporte y por su utilización por parte de investigadores y público, se encuentran y se encontrarán en grave peligro de desaparición y, por otra, difundir de la manera más amplia posible unos recursos informativos muy solicitados.

 

Las colecciones y los ejemplares de las publicaciones periódicas alcanzan en muchas ocasiones varias decenas de años, manteniéndose líneas de publicación que superan el medio siglo continuado.

 

Se ha llevado a cabo una catalogación exhaustiva, hoja por hoja, de periódicos que se han mantenido en circulación durante 20, 30 o 40 años seguidos indicando todas las incidencias que se han podido producir y que el proceso de digitalización refleja.

 

César Antonio Molina recordó que la publicación más antigua de las digitalizadas es "La Pensatriz salmantina", de 1777, una de las dos únicas publicaciones periódicas aparecidas en el siglo XVIII destinadas a las mujeres, y afirmó que entre las colecciones destaca la de la prensa clandestina con casi 90.000 páginas del archivo hemerográfico del Partido Comunista de España.

 

La Biblioteca Virtual constituye una importante aportación española al proyecto Europeana, la biblioteca digital europea, y su consulta se puede realizar en cualquiera de las lenguas del Estado así como en inglés.

 

Este modo de rescatar y difundir nuestro patrimonio cultural, en este caso periodístico, "es un modo de democratizar estos saberes, de difícil acceso; de ponerlos al servicio del ciudadano rescatando la historia más próxima, la más epidérmica, la que todos los días cuentan ustedes, los periodistas, en una palabra el alma de la historia, como decía Miguel de Unamuno, la intrahistoria", señaló el ministro, para quien, sin embargo, "no hay nada como tocar los periódicos".

 

Fonte: ADN

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Espanha digitaliza mais de 200 anos de primeiras páginas de jornais do País

20:11 @ 09/03/2009

Complementando a mensagem anterior...

 

Redação Portal IMPRENSA

 

Duas mil primeiras-páginas de jornais publicados na Espanha desde 1777 até 2005, que somam mais de 4 milhões de páginas, estarão disponíveis no site da Biblioteca Virtual de Imprensa Histórica. A iniciativa do Ministério da Cultura publicará na Web todo o acervo de jornais das Bibliotecas Públicas, além do arquivo de outras entidades, como o Ateneo de Barcelona, de Madrid, a Fundação de Investigadores Marxistas e universidades de todo o País.

 

A Biblioteca Virtual é resultado de um processo de digitalização cooperativa do Ministério da Cultura, empresas privadas e instituições que cuidam da memória da imprensa na Espanha.

 

De acordo com informações do diário espanhol EL Pais, o projeto é um dois principais de digitalização que se realização na Espanha e tem peso conssiderável na comunidade internacional, tanto por seu volume, como por sua funcionalidade.

 

 

Fonte: Portal Imprensa

 

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Enciclopédias: Knol versus wikipedia

20:16 @ 09/03/2009

Uma Wikipedia do Google, com moderação e possibilidade de retorno financeiro para quem se dispuser a compartilhar seus conhecimentos. Essa é a ideia do Knol, serviço ainda em versão beta lançado pelo Google em 2008. Logo de cara, nota-se que ele ainda tem muito chão pela frente se quiser vir a competir com a Wikipedia, uma senhora enciclopédia que é um dos 20 sites mais consultados no mundo e conta com mais de 2,7 milhões de artigos em inglês e 456 mil em português.

 

A Wikipedia foi a responsável pela disseminação da filosofia Wiki, que tem no seu cerne a colaboração virtual. Já o Google criou os Knols, unidades de conhecimento compartilhadas entre os internautas.

 

 

As pretensões do Knol são ambiciosas e a moderação é a primeira de muitas diferenças entre as duas enciclopédias. Lembrando que uma das críticas feitas à Wikipedia é justamente a presença de muitos textos sem edição, que podem induzir a erros. Recentemente, o serviço criado por Jimmy Wales anunciou um controle mais rígido sobre o que é publicado por lá, tentando evitar a presença de conteúdo indiscriminado. Pois o Google já incluiu essa filosofia no berço do Knol.

 

Logo de cara, a Google convidou especialistas em alguns assuntos para escrever artigos, dando o pontapé inicial no serviço. Depois, quando o Knol foi ao ar em versão beta, abriu-se o espaço para quem quisesse compartilhar seus conhecimentos sobre assuntos específicos.

 

Além da edição, a proposta do Knol é remunerar os autores de alguma forma. A saída é o uso de links patrocinados (os famosos Ads, explorados pela ferramenta AdSense, já usada por muitos blogs, inclusive no Brasil), marca registrada da empresa criadora do buscador mais usado no planeta. O Google estabeleceu formas de divisão de receitas com os autores de forma que cada um pode levar o seu quinhão, incluindo aqui a própria empresa que hospeda e mantém o serviço.

 

Além disso, no Knol os autores dos artigos recebem os devidos créditos. Na Wikipedia, só é possível saber quem escreveu ou modificou determinado texto visitando a função "História". Lá, aparece o histórico com as revisões feitas desde a criação do artigo. A ideia do Google é usar o crédito dos textos para estimular o interesse dos internautas pela criação de artigos que serão publicados na enciclopédia virtual e, assim, expostos ao mundo.

 

Outra diferença entre Wikipedia e Knol é que nesta os visitantes não estão autorizados a modificar os textos alheios. A intenção, aqui, é evitar os problemas que a Wikipedia já enfrenta, por conta de edições malfeitas ou com interesses obscuros. Na Knol, o dono até pode vir a permitir a edição por outrem, desde que mediante sua expressa autorização.

 

A quarta diferença é de foco. Enquanto a Wikipedia leva adiante o conceito da colaboração, ou seja, os internautas trabalham para que determinado assunto fique o melhor explicado possível, o Knol incentiva a competição, já que autores diferentes podem escrever sobre o mesmo assunto e competir pela melhor definição dos termos.

 

O Knol funciona como um grande blog, inclusive com o uso de caixas de comentários. Para começar a escrever um artigo, basta ter uma conta Google. Uma vez logado, o usuário é encaminhado à tela de edição de textos, onde define o nível de compartilhamento do artigo, escolhe co-autores e permite edição e revisão. Ou não. O Google incluiu ainda uma ferramenta que permite importação de textos feitos em Word, PDF e Notepad com conversão direta para Knols.

 

Por último, no Knol os autores têm seus nomes expostos na página principal do site knol.google.com/k , uma vez que os artigos publicados recentemente ganham destaque por lá. A ferramenta ainda mostra os tópicos mais populares.

 

Fonte: O Globo

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La digitalización de las bibliotecas, metamorfosis obligada

15:01 @ 11/03/2009

Los acervos universitarios se han trasladado a internet para estar al día

Desde hace algunos años los acervos han incorporado a sus páginas web la consulta de sus contenidos. Foto: Especial
 

Monterrey, NL.- En la era del mp3 y de los reproductores digitales, el libro ha encontrado un sendero por el cual internarse en los medios electrónicos del siglo XXI. Además del formato digital de lectura, el audiolibro también ha ganado adeptos, por lo que las bibliotecas no pueden mantenerse al margen de este camino.

 

Aunado a este nuevo sistema de lectura, la digitalización de todo tipo de textos y publicaciones han ofrecido la posibilidad a las bibliotecas de proteger los documentos más valiosos y antiguos a la exposición así como de difundir su información por todo el mundo.

 

Las bibliotecas del Tecnológico de Monterrey, de la Universidad de Monterrey así como la Capilla Alfonsina Universitaria se abren paso al mundo digital, ofreciendo un sinnúmero de servicios en su página de internet o digitalizando su más importante acervo.

 

“Vamos a lo digital, cada dos años hacemos una revisión con los profesores de lo que tenemos inscritos en las bases de datos, qué tenemos, qué hay en el mercado, qué podemos intercambiar, o cómo podemos ampliar sin tener que quitar algunas de las revistas”, reflexionó Teresa Solís Adame, titular de la sección de Calidad y Mejora Continua de la Biblioteca del Tecnológico de Monterrey.

 

La aseveración es cierta. En la página biblioteca.mty.itesm.mx es posible buscar en el catálogo alguna publicación de interés, indagar entre los 281 mil volúmenes de su biblioteca digital, consultar catálogos en acervos extranjeros y hasta conocer la historia de la biblioteca. En la misma página, es posible encontrar el acervo digital que ofrece el Tecnológico para su consulta, aunque ésta es limitada sólo a los estudiantes de esta universidad.

 

En el mismo sentido gira la Capilla Alfonsina de la UANL, que aunque se mantiene afecta a la veracidad y al amor del libro físico, desde algunos años ha incluido parte de su acervo y su catálogo al mundo del internet. Junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, el acervo digital que ofrece la Máxima Casa de Estudios asciende a ocho mil 677 títulos con más de 10 mil volúmenes. Los acervos que ofrece la Capilla Alfonsina en formato digital son: Fondo Alfonso Reyes, el Fondo Fernando Díaz Ramírez, el de Historia, el de Nuevo León, el Pérez Maldonado, así como el fondo de tesis de maestría y doctorado. Estos acervos pueden ser consultados por quien así lo desee, pues sólo se tiene que realizar un registro en la Capilla Alfonsina para poder acceder a este material en la página www.uanl.mx/bibliotecas.

 

“La digitalización la hemos estado haciendo en la mayoría del acervo, especialmente en el de Alfonso Reyes. Esto lo estamos haciendo acá en la universidad porque llevarlo a otra parte puede resultar más costoso, además aquí procuramos guardar el mayor cuidado y respeto al libro”, expresó Minerva Margarita Villarreal, directora de la Capilla Alfonsina.

 

En la Universidad de Monterrey, la mayoría de los servicios que ofrece su biblioteca ya se pueden realizar en la página electrónica www.udem.edu.mx/biblioteca.

 

Como explica Saúl Souto Fuentes, director del acervo udemita, los procesos de consulta y difusión de la información apuntan hacia el internet, una plataforma que ofrece posibilidades infinitas.

 

“Internet es el canal por donde se está comunicando la literatura científica de mejor nivel en todo el mundo. Internet no es bueno ni malo sino que es una simple guía rapidísima para conseguir información”, expresó.

 

Las comodidades que ofrece la página electrónica de la biblioteca de la UDEM ha registrado un promedio de 400 mil visitas anuales. Además de la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros, también se ofrece servicio personalizado de ayuda mediante un chat, así como la posibilidad de consultar bases de datos de redes como Británica, E-Libro, Océano, entre otras.

 

De esta forma, la digitalización de las bibliotecas no sólo consiste en escanear sus documentos más importantes y subirlos a internet, sino que abarca una serie de servicios y comodidades que acerquen a los jóvenes.

 

No se quedan atrás
La Capilla Alfonsina, junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, ofrecen un acervo digital de ocho mil 677 títulos. Están disponibles el Fondo Alfonso Reyes y el Fondo Fernando Díaz Ramírez, entre otros.

 

En el sitio biblioteca.mty.itesm.mx es posible indagar entre los 281 mil volúmenes que ofrece el Tecnológico de Monterrey, así como consultar catálogos en acervos extranjeros.

 

La UDEM ofrece la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros mediante un chat, así como la posibilidad de consultas bases de datos de redes como Británica, E-Libro y Océano.

 

Fonte: Milenio.com

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Nova ferramenta promete desbancar Google

15:02 @ 11/03/2009

Já ouviu falar de Stephen Wolfram, físico e matemático inglês criador do software Mathematica e autor do livro "A New Kind of Science"?

 

 

Pois este sujeito brilhante, juntamente com um time de ‘gênios’ da Wolfram Research (empresa criada por Stephen), está para lançar uma ferramenta na Web que vai abalar os pilares da busca pelo conhecimento, podendo ser mais importante do que o Google é hoje.
 
 

Conforme anunciado em seu blog, Stephen Wolfram está trabalhando no que ele chama de "computational knowledge engine", ou seja, "máquina de conhecimento computacional", capaz de computar respostas a perguntas reais.

 

A ferramenta, chamada Wolfram Alpha, não irá simplesmente retornar documentos que contêm os termos pesquisados, como o Google faz; também não se trata de um grande banco de dados de conhecimento, como a Wikipedia; também não vai analisar a pergunta em linguagem natural, dividi-la em partes entendíveis e utilizar o resultado para recuperar documentos, como faz o Powerset; por fim, não é baseada na Web Semântica, nem se utiliza de nenhuma de suas linguagens.

 

Segundo Stephen, a Wolfram Alpha irá computar as respostas para um grande conjunto de perguntas, "entendendo" a pergunta para então formular as respostas. Para isso, a ferramenta irá utilizar modelos pré-concebidos de campos do conhecimento, além de dados e algoritmos, a fim de representar o conhecimento do mundo real.

 

 

s

Entendendo a Wolfram Alpha

 

O Google Discovery deu um exemplo prático para se compreender melhor o funcionamento da Wolfram Alpha. Considere a tarefa de multiplicar números: a existência de uma tabela de multiplicação, contendo certa quantidade de possibilidades, torna uma operação instantânea, mas é impraticável que exista uma tabela com todas as possibilidades possíveis de multiplicação.

 

É aí que entra o Wolfram Alpha, que, segundo seu criador, pode ser considerado uma calculadora muito poderosa, que conhece não só problemas matemáticos, como muitos outros tipos de questões que possuem respostas não ambíguas e computáveis.

 

A previsão é que o Wolfram Alpha seja mostrado em maio de 2009, tendo tudo para revolucionar a forma como uma máquina responde a questões do mundo real.

 

 

Fonte: Olhar Digital

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The Guardian abre todo contéudo online a usuários

13:39 @ 12/03/2009

 
Em um movimento sem precedentes, o jornal britânico The Guardian anunciou um conjunto de serviços que praticamente abre aos internautas todo seu conteúdo impresso e online a partir de 1999.
 
O objetivo do jornal, ao tornar disponível sua API (Application Programming Interface), é a proliferação de seu conteúdo pela internet para que, de acordo com o site, "todos possam se beneficiar do nosso jornalismo, a nossa marca, e as tecnologias que movem o http://www.guardian.co.uk/ .
 
O jornal Guardian se propôs a oferecer dois produtos distintos: o primeiro é o acesso ao seu conteúdo API, onde os usuários podem pesquisar no vasto arquivo de conteúdo do site.
 
O segundo é um armazenamento de dados. Esta é "uma coleção importante e de alta qualidade de dados produzida pelos jornalistas do Guardian. Você pode encontrar informações úteis aqui, fazer o download, e integrá-las com outras aplicações da Internet."
Segundo Emily Bell, diretora de conteúdo digital do Guardian News & Media, a plataforma aberta foi um "novo capítulo em nossa história e um novo alicerce para o futuro do nosso jornalismo."
 
 
Fonte: Olhar Digital

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Twitter: site vai explorar buscas, diz cofundador

13:40 @ 12/03/2009

O microblog Twitter vai se transformar também em um buscador que mostra os temas emergentes, na rede, em tempo real.
 
Além disso, será usado como serviço de perguntas e respostas, aos moldes do Yahoo! Answers -a audiência desse tipo de site cresceu 108% em 2008, segundo o Hitwise.
Os planos foram contados por Biz Stone, cofundador do site, ao Advertising Age. O site sobre publicidade avalia que, para obter sucesso, o Twitter terá que ser adotado por uma audiência maior do que a atual, composta principalmente por "jornalistas e especialistas em mídia social".
 
Fonte: Folha Informática

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Catálogo de Manuscritos Medievais Digitalizados

13:41 @ 12/03/2009

UCLA Center for Medieval and Renaissance Studies - Medieval manuscripts
 
 
Pesquisadores da Universidade de Califórnia anunciaram recentemente a criação do Catálogo de Manuscritos Medievais Digitalizados (Catalogue of Digitized Medieval Manuscripts).
 
 
"Quando você pesquisa por manuscritos medievais na internet o resultado é de milhões de documentos, dos quais apresentam apenas imagens de uma única página, em vez de todo o livro" disse o Professor Assistente Matthew Fisher.
 
 
Os pesquisadores inauguraram oficialmente o catálogo em Dezembro de 2008, com aproximadamente 1.000 manuscritos em 20 línguas com informações de 59 bibliotecas de todo o mundo
 
 
Durante as três primeiras semanas de funcionamento, Fisher disse que o site teve cerca de 5.000 visitantes provenientes da Austrália, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Suíça, Áustria, Canadá e Estados Unidos.
 

"Nunca vamos substituir o prazer de sentar-se diante de um livro com mais de 800 anos", disse Fisher, "mas vamos trazer muitos manuscritos maravilhosos para pessoas que talvez nunca teriam tal experiência na vida."

 

 O catálogo eletrônico está disponível no endereço

 

http://manuscripts.cmrs.ucla.edu  

 

 com informações da United Press.

 

 

  Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

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Ferramenta vai além da busca e pode ser rival para Google

13:25 @ 18/03/2009

 
A Kosmix, uma nova e bem financiada empresa do Vale do Silício, é muitas vezes descrita em blogs e sites de notícia como uma ferramenta de busca que um dia pode rivalizar com o Google.


Por mais lisonjeira que essa noção possa parecer, ela irrita Venky Harinarayan e Anand Rajaraman, os fundadores da Kosmix. E não é porque outras novas empresas com assertivas similares ficaram irrisoriamente aquém das expectativas. É porque a Kosmix está tentando fazer algo bem diferente da tradicional busca na web.


"A busca faz o que faz muito bem", disse Harinarayan. "Não acho que possamos um dia competir com isso". A Kosmix, continuou, não trata de encontrar o melhor conjunto de documentos para uma específica palavra-chave ou frase. Em vez disso, seu objetivo é "dizer mais sobre alguma coisa", afirmou.

Após o internauta inserir uma palavra-chave ou tópico, a ferramenta da Kosmix reúne conteúdo de toda web para construir um tipo de enciclopédia multimídia na hora. Para muitas pesquisas, os resultados são bem satisfatórios e parecem que foram compilados por um editor humano, não um computador.

Se a Kosmix conseguir atrair um grande número de seguidores, a ferramenta pode ser o mais recente desafio, não para o Google, mas para uma longa lista de novas e antigas companhias de mídia lutando para manter suas audiências e ganhar a vida na internet.


A página inicial da Kosmix oferece uma mistura de notícia, entretenimento e outros conteúdos da web. Mas é na busca que a Kosmix se torna realmente interessante.

Digite "Kauai", por exemplo, e a Kosmix retornará uma página rica que inclui uma entrada do WikiTravel, um site de viagens comunitário; recomendações de restaurante do New York Times; fotografias e vídeos de serviços como Flickr e YouTube; clipes de áudio com músicas locais; resenhas de guias de viagem, serviços de hospedagem, entre outros; posts de blogs e mais. Ela também traz os principais resultados do Google e sugere uma lista de tópicos relacionados.


A quantidade de informação certamente pode ser avassaladora - uma página média pode ter 15 fontes de informação, cada uma com múltiplos itens. Mas se você está planejando uma viagem, pode ser um ótimo lugar para começar.
 
Uma busca por "dor nas costas" ou "Canon PowerShot" cria páginas semelhantemente detalhadas, mas o conteúdo é selecionado de um conjunto de fontes apropriadas a respeito dos tópicos. Como muitas outras companhias midiáticas online, a Kosmix lucra por meio da propaganda.


Vários outros serviços usam editores ou máquinas, ou uma combinação dos dois, para agregar o conteúdo de fontes múltiplas, incluindo, é claro, as ferramentas de busca tradicionais. Mas a força da Kosmix está na tecnologia especializada que dá suporte a seu serviço.


Ao vasculhar a internet, a companhia construiu uma enorme taxonomia, um conjunto de quase 5 milhões de categorias sobre tópicos cobrindo pessoas, locais, modelos automotivos, grupos musicais e tipos de queijo, entre outros.


A taxonomia inclui milhões de conexões mapeando a relação entre essas categorias. Isso permite à Kosmix reconhecer que Kauai não é apenas um lugar, mas também um popular destino de viagens, uma ilha tropical e um resort praiano. Com base nessas e em outras categorias, a ferramenta escolhe os tipos de fontes de conteúdo mais relevantes para uma pesquisa sobre Kauai e as organiza usando um algoritmo proprietário. Ela coleta esse conteúdo não apenas de websites, mas também de mais de mil serviços online especializados, sites de busca focados em um único assunto e bancos de dados conectados à internet.


A Kosmix avança bastante na resposta ao desafio proposto pela proliferação do conteúdo online - um desafio que muitas companhias de mídia enfrentam, sem sucesso, colocando links de outros sites junto a seu próprio conteúdo.


"Com a explosão da informação na web, é muito difícil ter uma função editorial apenas com humanos", disse Harinarayan. "Oferecemos um editor automatizado para qualquer tópico."


É nesse aspecto que a Kosmix pode se tornar uma dor de cabeça para as companhias midiáticas. A Kosmix oferece páginas muitas vezes tão detalhadas e relevantes quanto as que as companhias gastam fortunas para criar - especialmente aquelas em categorias populares e lucrativas como viagem, esporte, saúde e eletrônicos. É claro que, como um agregador que não cria conteúdo, a Kosmix encaminha usuários para outros sites de mídia. Mas se ela se estabelecer como um grande destino online, também vai competir com eles.

No final de 2007, um ano antes de oferecer o serviço Kosmix ao público, a companhia testou a mesma tecnologia em um serviço mais específico chamado RightHealth, focado em informação sobre saúde. Um ano mais tarde, o RightHealth se tornaria o segundo site de saúde mais visitado, atrás do WebMD, segundo a Hitwise, uma companhia de acompanhamento de audiência.

Alguns analistas ficaram impressionados, mas alertaram que pode ser mais difícil para a Kosmix se estabelecer como competidora de poderosos produtores de conteúdo em múltiplas categorias.


"Agora, eles lidam com uma série de sites diferentes", disse Charlene Li, fundadora da Altimeter Group, consultoria de estratégia digital. "As pessoas vão gostar disso, mas vão precisar lembrar de voltar para lá para todos os tipos de pesquisa."


Semana passada, a Kosmix lançou outro serviço, o MeeHive, que aplica a mesma tecnologia para criar um site de notícias. Ele permite adaptar o serviço ao interesse das pessoas em níveis mais avançados do que agregadores de notícia tradicionais como Google News e MyYahoo.
 
 
Miguel Helft - The New York Times / Adnews

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Eventos da Biblioteca Central-Unifesp

19:47 @ 24/03/2009

Com o intuito de dar prosseguimento às atividades anuais, o Departamento de Eventos da Biblioteca Central da Unifesp tem a satisfação de informar a programação dos eventos que serão realizados nos meses de abril e maio de 2009.

 

 

Abril

- Apresentação dos principais recursos do Portal de Periódicos da Capes: uma atualização

    Dia 02 de abril de 2009 (quinta-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Lemos Torres

 

- Sites de Qualidade em saúde e Conceituação e usos dos descritores em ciências da saúde (DeCS)

    Dia 27 de abril de 2009 (segunda-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Lemos Torres

Maio

- Como elaborar estratégias de busca para a revisão sistemática da Cochrane

   Dia 07 de maio de 2009 (quinta-feira)

   Horário das 9 às 12h

   Local: Anfiteatro Jandira Masur

- Acesso a informação na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS

    Dia 13 de maio de 2009 (quarta-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Clóvis Salgado

Inscrições gratuitas.

Informações detalhadas serão enviadas por e-mail e as inscrições abrirão uns dias antes de cada do evento.

Participem!

Divulgação: 

 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coodenadora dos Eventos
rosely.bc@epm.br
UNIFESP / EPM - Biblioteca Central
http://www.biblioteca.unifesp.br
Tel: (0xx11) 5539-6312 / 5576-4562

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Tecnologia semântica em buscas do Google

20:42 @ 27/03/2009

  



 
O Google anunciou que integrou ao seu sistema de busca uma tecnologia de semântica, o que permitirá ao site associar as palavras buscadas a outras de significado parecido, para melhorar a procura feita pelos usuários.
 
"Haverá mais perguntas, mais linguagens, e fazemos nossas sugestões do que é mais relevante para a necessidade do internauta atualmente", escreveram os engenheiros no blog oficial do Google.
 
Segundo a empresa, chamada "busca semântica" será habilitada em 37 idiomas.
 
Web 3.0
O interesse pelas "buscas semânticas" tem crescido para criar sistemas mais inteligentes que procuram interpretar e compreender o significado de sentenças ou combinações de palavras.
 
Em janeiro, durante uma conferência financeira, o CEO do Google, Eric Schmidt, já havia dado indícios da novidade, alegando que a companhia teria uma postura mais séria a respeito da busca semântica. "Não seria legal se o Google entendesse o sentido da sua frase, invés de apenas palavras que compõem a frase? Fizemos muitas descobertas nessa área que deveremos lançar logo", disse ele na ocasião.
 
E não é só o Google que vem trabalhando nisso. A principal rival do Google em um suposto mercado semântico de busca, a PowerSet, foi adquirida pela Microsoft em julho por 100 milhões de dólares para melhorar os conceitos semânticos por trás do Windows Live Search.
 
Recentemente a gigante dos softwares confirmou que está testando o seu sistema de buscas Kumo.com.
 
Fonte: Olhar Digital / France Press

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Apresentação dos principais recursos do Portal de Periódicos da Capes: uma atualização

20:51 @ 27/03/2009

com a palestrante Andreia Feitosa do Carmo da Biblioteca Central da Unifesp.

 
  • Data do evento: dia 02 de abril (quinta-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 27/03 a 31/03/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Lemos Torres - atrás do Banco do Brasil
  • Rua Botucatu, 740

 
Inscrição gratuita.


 

Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_capes/index.htm

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pesquisamundi@grupos.com.br