Livros na Net através do "Europeana"
15:27 @ 05/04/2007
O protótipo, disponível hoje na Internet (http://www.europeana.eu/ ), permitirá a consulta de cerca de sete mil obras francesas, além de obras portuguesas e húngaras.
::: bLOG do Projeto Pesquisa Mundi ::: Objetiva contribuir para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica, científica, tecnológica, social e econômica. Difundindo e facilitanto o acesso a bases de dados, bibliotecas digitais, bibliotecas virtuais e obras de referência ::: www.pesquisamundi.tk info@pesquisamundi.tk
O protótipo, disponível hoje na Internet (http://www.europeana.eu/ ), permitirá a consulta de cerca de sete mil obras francesas, além de obras portuguesas e húngaras.

O Panorama dos Recursos Hídricos de Santa Catarina, elaborado sob a coordenação e supervisão técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (SDS), com recursos do Banco Mundial, está disponível na biblioteca virtual do site www.aguas.sc.gov.br
| Quando o responsável pelo departamento de digitalização de livros do Google, Marco Marinucci, passou por aqui em fevereiro de 2006, só duas editoras toparam que seus acervos fossem digitalizados. Desde então, a |
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(Tainã Bispo)
Fonte: Valor Econômico - 02/04/2007 |
Uma preocupação constante entre os educadores e pais antenados de hoje é o estímulo ao uso honesto, responsável e cidadão da tecnologia. Como a internet oferece de tudo, inclusive a possibilidade do anonimato e possível impunidade, existe a tentação de se aproveitar desse "manto de invisibilidade" e fazer coisas que não são exatamente honestas ou legalmente aceitáveis.
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Blogs são páginas dinâmicas, capazes de realizar com velocidade a divulgação de novidades introduzidas por um administrador ou por visitantes.
Com o aumento da visitação aos blogs, diversos sites criaram espelhos parciais de seu conteúdo em páginas-blogs, facilitando o acesso a públicos específicos. Nesta direção, o site Direito do Estado criou alguns blogs para visitantes especiais, que desejam apenas acesso a notícias ou a artigos doutrinários. Para esse público foram criados os seguintes blogs:
http://doutrinajuridica.blogspot.com
http://depoimentosmagistrais.blogspot.com
http://eventosjuridicos.blogspot.com
DireitodoEstado.com.br é o site oficial do Instituto Brasileiro de Direito Público - IBDP, entidade civil brasileira sem fins lucrativos.
É um site multimídia, gratuito e aberto a todos, com amplos recursos em vídeo, áudio e texto na área de direito público, além de recursos interativos, que estimulam a colaboração dos visitantes da página.
O conteúdo do site foi crescendo fortemente ao longo do tempo. Atualmente, são disponibilizados os seguintes conteúdos gratuitos:
• Recursos em Vídeo
→ Projeto Depoimentos Magistrais (http://www.direitodoestado.com.br/depoimentosmagistrais.asp): depoimentos de alguns dos principais juristas brasileiros e estrangeiros de direito público em gravações com 1 hora de duração. Projeto de memória jurídica, inédito no país, que utiliza os recursos da Internet para divulgar um pouco da história pessoal, da formação intelectual, das linhas de pesquisa e da visão de futuro de personalidades paradigmáticas do direito público brasileiro e estrangeiro. Estão publicados os depoimentos em vídeo de Adilson Abreu Dallari, Almiro do Couto e Silva, Celso Antônio Bandeira de Mello, Edvaldo Brito, Gaspar Ariño Ortiz, J. J. Calmon de Passos, Maria Sylvia Zanella di Pietro e Ricardo Lobo Torres. Novos vídeos serão incluídos todos os meses.
→ TV Direito ( http://www.direitodoestado.com.br/tvdireito.asp): conjunto integrado de recursos de vídeo, com mais de duas centenas de clipes de vídeo de palestras e conferências de renomados professores, além do acesso on-line, pela Internet, ao sinal da TV Justiça, TV Senado, TV Câmara e TV Universitária, com conteúdos fornecidos pelos melhores canais jurídicos do país 24 horas por dia. Serviço mantido em parceria com a Lato Sensu Eventos.
• Recursos em Áudio
→ Podcast Jurídico ( http://www.direitodoestado.com.br/podcast.asp): programa de jornalismo cultural na Internet que debate temas da atualidade, em linguagem informal, através de entrevistas e depoimentos colhidos diretamente em áudio digital, tendo o seu conteúdo disponibilizado para download em formato MP3 e recursos de assinatura gratuitos, que permitem ouvir as entrevistas em agregadores de Podcast (a exemplo do iTunes), desde que incluído no agregador o link http://www.direitodoestado.com.br/rss/podcast.xml . Serviço em estágio experimental.
→ Rádio Direito (em breve)
• Recursos em Texto
→ Revistas Jurídicas ( http://www.direitodoestado.com.br/revistas.asp): o site Direito do Estado disponibiliza três revistas acadêmicas gratuitas. Todas as revistas possuem periodicidade trimestral, registro de Número Normalizado de Publicações Seriadas (International Standard Serial Number - ISSN) e publicam exclusivamente trabalhos de professores universitários. Os artigos são divulgados em formato PDF, podem ser acessados pela edição, pelo nome do autor ou por assunto. As revistas são as seguintes:
(1) Revista Eletrônica de Direito do Estado - REDE - http://www.direitodoestado.com.br/rede.asp (ISSN 1981-187X );
(2) Revista Eletrônica da Reforma do Estado - RERE - http://www.direitodoestado.com.br/rere.asp (ISSN 1981-1888);
(3) Revista Eletrônica de Direito Administrativo Econômico - REDAE - http://www.direitodoestado.com.br/redae.asp (ISSN 1981-1861).
Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos criaram o protótipo de um sistema de extração e recuperação de imagens de exames médicos por computador. O equipamento permite que os médicos pesquisem imagens com características similares, obtendo elementos para apoiar o diagnóstico de doenças por meio de registros de casos anteriores.
"No padrão atual, as imagens dos exames são apenas distribuídas para os médicos pelo computador", aponta o professor do ICMC, Caetano Traina Junior, coordenador da pesquisa. "O novo sistema identifica características físicas das imagens, extraindo parâmetros que possam ser usados na comparação com outros exames".
Depois do processamento inicial, as imagens são introduzidas em um banco de dados, como casos já diagnosticados, para serem pesquisadas por similaridade quando novos casos aparecerem. "Antes de chegar aos médicos, cada imagem obtida em um novo diagnóstico leva de três a cinco minutos para ser processada, tempo muito inferior ao do próprio exame", conta o professor.
"No consultório, o médico pode obter imagens similares em alguns segundos, a partir de coleções com 80 a 100 mil imagens". Caetano ressalta que o sistema é uma ferramenta de Diagnóstico Auxiliado por Computador (Computer Aided Dyagnostics) e auxilia a atuação do médico, podendo atuar como uma "segunda opinião".
Protótipos
O protótipo do sistema,desenvolvido pela doutoranda Natalia Abdala Rosa sob a orientação do professor Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, já é utilizado no setor de Radiologia do Hospital das Clínicas da FMRP. "Nesse sistema estão sendo analisadas imagens de mamografia obtidas por raio-X", relata o pesquisador.
"Em outro sistema, desenvolvido sob a orientação da professora Agma Juci Machado Traina, do ICMC, são analisadas também imagens de tomografia do cérebro e de raio-X e tomografia dos pulmões".
A partir do banco de dados, o sistema pode também fornecer informações que auxiliam a produção de laudos médicos. "Existem termos que são padronizados para a classificação de doenças", diz o professor. "Uma pesquisa nos laudos associados às imagens fornece as frases mais freqüentes usadas em diagnósticos similares, que podem ser reaproveitadas pelo médico laudador".
Caetano observa que o uso de bancos de dados digitais é cada vez mais comum em hospitais. "A técnica de extração de imagens não exige grande aumento da capacidade dos computadores, adaptando-se aos sistemas já existentes", destaca. "Na área de ensino de radiologia, os alunos podem entender os processos de análise utilizados pelos médicos para a produção de diagnósticos".
A pesquisa envolve 40 pessoas, entre pesquisadores e alunos de graduação, mestrado e doutorado, e tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Fonte: USP
O Ministério do Meio Ambiente lançou na semana passada (4 de abril) o novo portal eletrônico do Sistema Brasileiro de Informações sobre Educação Ambiental (Sibea). O portal tem um banco de dados com 200 mil informações sobre educação ambiental.

Sistema de dados Gu ge incluía vocabulário mandarim que só o portal chinês tem
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Empresa quer agregar dados e aperfeiçoar buscas na internet brasileira
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Brasília - Interessados em acompanhar as ações referentes ao combate às fraudes, extorsão, abuso de poder, contrabando, entre outros assuntos, no Brasil e em outros países, já podem consultar a Biblioteca Virtual contra Corrupção (BVC).
A Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), lançou no início do mês o banco de dados virtual com o objetivo de divulgar pesquisas e informações sobre o assunto, bem como disponibilizar dados sobre auditoria, fiscalização e ouvidoria. “Até hoje nós não tínhamos no Brasil um banco de dados que concentrasse essa quantidade de informações sobre estudos desenvolvidos em nosso país sobre corrupção e assuntos ligados a corrupção”, afirma a secretária de Prevenção de Corrupção e Informações Estratégicas da CGU, Virgínia Cestari.
Segundo ela, a biblioteca foi lançada com um acervo de cerca de 500 documentos entre artigos, teses e estudos científicos relacionados à corrupção, incluindo textos de organismos internacionais. Esse acervo deverá ser atualizado diariamente. Todo o conteúdo é de domínio público ou obteve prévia autorização dos proprietários dos direitos autorais.
O uso das informações da Biblioteca Virtual contra a Corrupção é livre, mas não é permitido, em nenhuma hipótese, o uso das publicações para fins comerciais, direta ou indiretamente, ou que violem os direitos autorais.
Pesquisadores ou interessados no assunto podem colaborar com o acervo da biblioteca. Para submeter à análise do conselho editorial da biblioteca artigos, pesquisas, relatórios, monografias, dissertações, teses ou outros materiais, é necessário encaminhar o documento para o endereço eletrônico bvc@cgu.gov.br.
Caso o documento não seja de domínio público, deve ser enviado o Termo de Autorização (preenchido e assinado). O material será analisado e passará por critérios que permitam dar ao usuário a confiabilidade do conteúdo publicado na biblioteca. Para acessar o banco de dados, basta entrar no endereço eletrônico www.cgu.gov.br.
Fonte: Agência Brasil |
O Brasil tem boa colocação no ranking das universidades que sabem divulgar sua produção na web
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O sistema de busca AchaNoticias (www.achanoticias.com.br) é aberto, gratuito, fácil de usar e não exige qualquer cadastro do usuário. Possibilita achar, em um só lugar, notícias dos principais jornais, sites, agências e revistas de todos os estados brasileiros, disponíveis na internet.
O Google lançou uma nova ferramenta, que permite ao usuário procurar e rastrear o histórico das suas pesquisas e acessar páginas que visitou.
A ferramenta ( no endereço www.google.com/history ) permite saber que páginas foram visitadas mais freqüentemente e quais foram os seus principais termos de busca, além de rastrear os textos, fotos e vídeos da web que foram vistos anteriormente.

A Biblioteca da Universidade de Vermont (EUA) lançou semana passada o Centro para Iniciativas Digitais (Center for Digital Initiatives (CDI)).
O CDI é um recurso informacional que permite ao usuário ter acesso aos originais das coleções especiais da Universidade.
http://cdi.uvm.edu
A ferramenta de busca Google tornou-se em março, pela primeira vez, a página da Internet mais visitada do mundo, superando os sites da Microsoft, basicamente graças à compra do YouTube, de acordo com os últimos números da empresa de medição de audiência Comscore, divulgados nesta quarta-feira.
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Desenvolvido em parceria com a Google, o buscador prioriza os resultados em português. Traz, na mesma página, links sobre o assunto pesquisado nos canais do iG, sugestão de buscas relacionadas em outros canais do portal, resultados na web e links patrocinados.
A Internet é um instrumento de pesquisa fantástico! Seus dados são atualizados com um dinamismo sem precedentes dispon ibilizando publicações, imagens, opiniões e notícias de inúmeras fontes e vertentes. Uma verdadeira revolução! Mas parece que alguns estudantes ainda estão tendo dificuldades para utilizá-la ou não entenderam seu potencial.
Numa publicidade exibida até recentemente na televisão um aluno interrompe, meio sem jeito, a leitura de um trabalho na classe com a desculpa de que era o que ele havia conseguido baixar antes da conexão cair. Na cena final, ele apresenta, orgulhoso, um calhamaço com dados obtidos via banda larga, como sendo um exemplo de boa pesquisa. Ressalvados os aspectos de marketing - com o quase irresistível apelo tecnológico - o comercial é emblemático de um uso inadequado e inócuo, do ponto de vista didático-pedagógico, da Rede Mundial.
Pesquisa sem síntese e conclusão é perda de tempo, papel, tinta de impressora (bastante cara, por sinal). Faz lembrar o advento das cópias “xérox”, nos anos de 1970, que geravam trabalhos escolares ótimos para exercitar a massa muscular dos braços, mas sem nenhum proveito para outra massa: a cinzenta. Mas uma nova modalidade de pesquisa escolar via Internet vem se destacando negativamente: estudantes acessam fóruns de debate leigos (jornais etc.) e salas de bate-papo virtuais para pedir informações sobre seus trabalhos acadêmicos aos participantes.
Estão confundindo pesquisa na Internet com pedido de auxílio digital ou cola virtual. É uma estratégia de alto risco!
Usar a Internet para pedir informações contando com a boa vontade dos outros é um recurso que pode até surtir efeito, por pura sorte, mas não ajuda em nada no processo de aquisição de autonomia intelectual nem na qualidade do produto. No mais, muitas opiniões obtidas dessa forma poderão representar interpretações facciosas, pretensiosas ou leigas sobre o tema, dadas com a convicção da estupidez presunçosa e, não raramente, patológica. Isso pode ser muito bom para aquecer debates, mas quase nunca útil para trabalhos científicos sérios.
A busca de informações “on line” pode ser muito mais específica e produtiva se forem utilizadas adequadamente as ferramentas de busca disponíveis em sites de universidades ou comerciais, tais como: Google, Yahoo, AltaVista, etc; e todas operam a partir de palavras ou frases-chave sobre o assunto. A pesquisa evolui pelo cruzamento de informações, o que dá um pouco de trabalho, mas excelentes resultados.
Então, porque esses alunos não utilizam adequadamente esses recursos?
Talvez porque ainda existam educadores que têm aversão ou sentem-se incomodados com a Informática e a Internet. Ignoram que estes indispensáveis recursos reverterão, seguramente, em benefício próprio, pessoal e profissional, além de permitirem orientar os alunos de maneira a tirarem o máximo proveito da Rede Mundial, conjugada com os meios convencionais de pesquisa.
Como diz outra propaganda: está na hora de mudarem seus conceitos - tanto alunos quanto professores - e se adaptarem ao novo, que já nem é tão novo assim.
Se o incômodo é inevitável, relaxem e divirtam-se!
Adilson Luiz Gonçalves
Escritor, Engenheiro e Professor Universitário (UNISANTOS e UNISANTA)
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A partir do canal Yahoo! Music, os utilizadores têm agora acesso gratuito à letra de milhares de canções, naquele que é o maior catálogo de letras da Internet. | |
| Em parceria com a empresa Gracenote, o Yahoo! disponibiliza assim as letras das canções licenciadas pelas cinco maiores editoras discográficas mundiais, incluindo BMG, Sony, EMI, Un iversal Music e Warner/Chappell.
Para efectuar a busca, os utilizadores apenas têm que introduzir um verso na opção de pesquisa do Yahoo!Music.
Recorde-se que as letras de canções estão no “top 10” das pesquisas efectuadas em motores de busca. | |
Stevens Rehen Em artigo para o G1, Stevens Rehen vê mudanças na difusão da ciência.
Além de publicação eletrônica aberta, impacto social também deverá ser valorizado.
Dois milhões e quinhentos mil artigos científicos são publicados anualmente em 34 mil revistas científicas internacionais. Esse número, apesar de expressivo, não representa nem a metade do conhecimento científico gerado nas universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo. Partindo-se do pressuposto que a rápida divulgação da informação é crucial para o avanço do conhecimento, é um contra-senso, num mundo com tantas possibilidades criadas pela internet, qualquer limitação ao acesso e discussão pública da ciência.
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