Grupos

O protótipo, disponível hoje na Internet (http://www.europeana.eu/ ), permitirá a consulta de cerca de sete mil obras francesas, além de obras portuguesas e húngaras.

A Fundação Biblioteca Nacional inaugura esta semana um novo formato para o site da Rede da Memória Virtual Brasileira. Com design diferenciado e maior conteúdo, disponibiliza o acervo de oito instituições culturais, além da própria FBN. Para acessar basta ir ao portal www.bn.br e clicar no link Acervo Digital.

Estão reunidos cerca de 2.950 documentos do Arquivo Geral da Cidade, Museu Histórico Nacional, Fundação Casa de Rui Barbosa, Museu Villa-Lobos, Museu do Índio, Fundação Oscar Niemeyer, Fundação Cultural de Curitiba e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a co-organizadora do site.

Dentre as preciosidades, destacam-se imagens da Guerra do Paraguai, croquis do Niemeyer, 850 partituras, 200 arquivos sonoros da BN e cerca de 180 textos de historiadores com links para as biografias dos citados. O projeto, iniciado em 2005, foi bancado, no valor de R$ 100 mil, pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Desde janeiro, a Rede de Memória foi acessada por 10.500 usuários.
 
Fonte: Notícias do Minc - 28.03.2007

O Panorama dos Recursos Hídricos de Santa Catarina, elaborado sob a coordenação e supervisão técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (SDS), com recursos do Banco Mundial, está disponível na biblioteca virtual do site www.aguas.sc.gov.br

A BIREME/OPAS/OMS estará operando, a partir de abril de 2007, o novo Portal Cochrane na Biblioteca Virtual em Saúde – no endereço http://cochrane.bvsalud.org/, que oferece aos profissionais de saúde de todos os países da América Latina e do Caribe o acesso à uma coleção ampliada de fontes de informação produzida pela Colaboração Cochrane, seus Grupos Colaboradores de Revisão e Centros de Colaboração. Esta coleção de fontes de informação de qualidade e independente, facilita e promove os processos de decisão em saúde baseados em evidências da pesquisa científica.
 
A coleção do novo Portal Cochrane BVS, além das bases de dados originais da Biblioteca Cochrane, produzida pela Colaboração Cochrane, inclui outras seis fontes de informação no idioma espanhol que conformam a Biblioteca Cochrane Plus, produzida pelo Centro Cochrane Ibero-Americano e pela Rede Cochrane Ibero-Americana, assim como um conjunto de resumos de revisões sistemáticas da Cochrane no idioma português, produzido pelo Centro Cochrane do Brasil.
 
Fonte: Newsletter BVS

Capítulos on-line

15:31 @ 05/04/2007

Quando o responsável pelo departamento de digitalização de livros do Google, Marco Marinucci, passou por aqui em fevereiro de 2006, só duas editoras toparam que seus acervos fossem digitalizados. Desde então, a Senac e a Callis parecem ter impulsionado outros selos a tomarem a mesma decisão. A Google informa que já são 21 as parceiras brasileiras no projeto. Mas não foram todos que gostaram da aproximação. Na mesma viagem, o Google sondou também a Biblioteca Nacional. E, segundo eles, a "Biblioteca Nacional deixou o projeto na espera devido a aspectos políticos". Por enquanto, a companhia trabalha a todo vapor com livros de 14 bibliotecas no mundo, como Harvard e Stanford University.


(Tainã Bispo)
 
Fonte: Valor Econômico - 02/04/2007

Uma preocupação constante entre os educadores e pais antenados de hoje é o estímulo ao uso honesto, responsável e cidadão da tecnologia. Como a internet oferece de tudo, inclusive a possibilidade do anonimato e possível impunidade, existe a tentação de se aproveitar desse "manto de invisibilidade" e fazer coisas que não são exatamente honestas ou legalmente aceitáveis.

 

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Blogs são páginas dinâmicas, capazes de realizar com velocidade a divulgação de novidades introduzidas por um administrador ou por visitantes.

Com o aumento da visitação aos blogs, diversos sites  criaram espelhos parciais de seu conteúdo em páginas-blogs, facilitando o acesso a públicos específicos. Nesta direção, o site Direito do Estado criou alguns blogs para visitantes especiais, que desejam apenas acesso a notícias ou a artigos doutrinários. Para esse público foram criados os seguintes blogs:

http://doutrinajuridica.blogspot.com

http://depoimentosmagistrais.blogspot.com

http://eventosjuridicos.blogspot.com

DireitodoEstado.com.br é o site oficial do Instituto  Brasileiro de Direito Público  -  IBDP, entidade civil brasileira sem fins lucrativos. 

É um site multimídia, gratuito e aberto a todos, com amplos recursos em vídeo, áudio e texto na área de direito público, além de recursos interativos, que estimulam a colaboração dos visitantes da página.

O conteúdo do site foi crescendo fortemente ao longo do tempo. Atualmente, são disponibilizados os seguintes conteúdos gratuitos:

•    Recursos em Vídeo

→   Projeto Depoimentos Magistrais (http://www.direitodoestado.com.br/depoimentosmagistrais.asp): depoimentos de alguns dos principais juristas brasileiros e estrangeiros de direito público em gravações com 1 hora de duração. Projeto de memória jurídica, inédito no país, que utiliza os recursos da Internet para divulgar um pouco da história pessoal, da formação intelectual, das linhas de pesquisa e da visão de futuro de personalidades paradigmáticas do direito público brasileiro e estrangeiro. Estão publicados os depoimentos em vídeo de Adilson Abreu Dallari, Almiro do Couto e Silva, Celso Antônio Bandeira de Mello, Edvaldo Brito, Gaspar Ariño Ortiz, J. J. Calmon de Passos, Maria Sylvia Zanella di Pietro e Ricardo Lobo Torres. Novos vídeos serão incluídos todos os meses.  

→  TV Direito ( http://www.direitodoestado.com.br/tvdireito.asp): conjunto integrado de recursos de vídeo, com mais de duas centenas de clipes de vídeo de palestras e conferências de renomados professores, além do acesso on-line, pela Internet,  ao  sinal da TV Justiça, TV Senado, TV Câmara e TV Universitária, com conteúdos fornecidos pelos melhores canais jurídicos do país 24 horas por dia.  Serviço mantido em parceria com a Lato Sensu Eventos.   

•   Recursos em Áudio

→  Podcast Jurídico ( http://www.direitodoestado.com.br/podcast.asp): programa de jornalismo cultural na Internet que debate temas da atualidade, em linguagem informal, através de entrevistas e depoimentos colhidos diretamente em áudio digital, tendo o seu conteúdo disponibilizado para download em formato MP3 e recursos de assinatura gratuitos, que permitem ouvir as entrevistas em agregadores de Podcast (a exemplo do iTunes), desde que incluído no agregador o link http://www.direitodoestado.com.br/rss/podcast.xml . Serviço em estágio experimental.

→  Rádio Direito (em breve)

•   Recursos em Texto

→  Revistas Jurídicas ( http://www.direitodoestado.com.br/revistas.asp): o site Direito do Estado disponibiliza três revistas acadêmicas gratuitas. Todas as revistas possuem periodicidade trimestral, registro de Número Normalizado de Publicações Seriadas (International Standard Serial Number - ISSN) e publicam exclusivamente trabalhos de professores universitários. Os artigos são divulgados em formato PDF, podem ser acessados pela edição, pelo nome do autor ou por assunto. As revistas são as seguintes: 

(1) Revista Eletrônica de Direito do Estado - REDE - http://www.direitodoestado.com.br/rede.asp (ISSN 1981-187X ); 

(2) Revista Eletrônica da Reforma do Estado - RERE  - http://www.direitodoestado.com.br/rere.asp (ISSN 1981-1888); 

(3) Revista Eletrônica de Direito Administrativo Econômico - REDAE  - http://www.direitodoestado.com.br/redae.asp  (ISSN 1981-1861).

→  Biblioteca Virtual (http://www.direitodoestado.com.br/bibliotecavirtual.asp): seleção de links diretos para livros completos, ensaios e artigos, nacionais e internacionais, nas áreas de filosofia, ciência política e direito, com ênfase em direito público geral, direito administrativo, direito constitucional e direito tributário. Divulga mais de 400 trabalhos em texto integral, em diversas línguas, facilitando a pesquisa jurídica. Serviço mantido em parceria com o Centro de Cultura Jurídica da Bahia - CCJB.

Notícias Jurídicas (http://www.direitodoestado.com.br/noticias.asp): o site divulga notícias jurídicas e políticas atualizadas diariamente, de segunda a sexta-feira. Mantém arquivo de notícias, com milhares de registros e oferece busca de notícias por palavra ou assunto. Serviço mantido em parceria com o Centro de Cultura Jurídica da Bahia - CCJB.

Eventos Jurídicos (http://www.direitodoestado.com.br/eventos.asp): divulga a agenda de alguns dos principais eventos jurídicos do país, além de sediar páginas especiais para cada evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Direito Público. Serviço mantido em parceria com a Lato Sensu Eventos.   

Cursos Jurídicos (http://www.direitodoestado.com.br/cursos.asp): divulga a agenda de cursos de especialização mantidos pelo Centro de Cultura Jurídica da Bahia - CCJB, entidade sem fins lucrativos, parceira do site Direito do Estado.

Links Jurídicos (http://www.direitodoestado.com.br/links.asp): divulga uma seleção de links jurídicos, nacionais e internacionais, facilitando a pesquisa de diversos temas relacionados a temática do site. 

•   Recursos Interativos

Mural Jurídico (http://www.direitodoestado.com.br/mural.asp): blog em formato de mural jurídico, livre, aberto, disponível para os cadastrados gratuitamente no site, que podem postar mensagens, dúvidas, perguntas, assim como responder ou interagir com mensagens colocadas por outros visitantes do site. O Mural Jurídico não é um serviço de consultoria: o site não responde a dúvidas jurídicas; elas são respondidas pelos próprios visitantes do site, em interação, que assim formam espontaneamente comunidades informais de auxílio mútuo.  

Guia de Profissionais (http://www.direitodoestado.com.br/guia.asp): banco de dados de profissionais da área jurídica, organizados por Estados da Federação e por área de especialização, cujos dados são cadastrados pelos próprios interessados e ficam disponíveis no site para consulta de todos, como guia de localização de profissionais especializados por todo o Brasil. Serviço com mapa de localização e classificação das categorias profissionais. 

RSS (http://www.direitodoestado.com.br/guia.asp): tecnologia que agrupa, organiza e distribui o conteúdo mais atualizado do site, através de feeds (“fontes”), escolhidas livremente por cada visitante do site e que podem ser registradas em qualquer agregador de conteúdo. É um serviço que permite personalizar a experiência de navegação e ao mesmo tempo garantir a atualização, em tempo real, dos itens de interesse no site. Mediante esse recurso e cadastrando os endereços das “fontes” (feeds) em programas agregadores, ou sites que compreendem “feeds” (como o http://www.google.com.br/ig ou http://www.netvibes.com), o usuário do site pode saber imediatamente quando alguma novidade foi introduzida no site Direito do Estado.

 → Postagem Interativa (diversas páginas): a partir de 2007, os visitantes do site podem enviar diretamente para amigos e colegas links diretos dos artigos publicados no site, notícias, depoimentos magistrais, livros e textos da biblioteca virtual, informes de eventos e clipes da TV Direito, além de indicar o site para conhecidos.  

O site  Direito do Estado  não tem fins lucrativos, voltando-se à  difusão do direito público no Brasil,  mediante a preservação da história e da colaboração científica de professores eminentes do direito brasileiro e estrangeiro, da memória de eventos jurídicos de destaque e da atualização dos profissionais da área jurídica.  Não adota uma orientação política ou partidária, sendo pluralista e recolhendo contribuições de diferentes linhas teóricas, sem oferecer destaque especial a qualquer orientação acadêmica particular. 

Colabore divulgando o site em sua faculdade, entidade ou órgão, bem como solicitando um link para o site Direito do Estado no site de sua entidade. Somente aumentando a visitação do site Direito do Estado continuaremos a viabilizar esse projeto cultural.

Editor Direito do Estado
 

 

Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP de São Carlos criaram o protótipo de um sistema de extração e recuperação de imagens de exames médicos por computador. O equipamento permite que os médicos pesquisem imagens com características similares, obtendo elementos para apoiar o diagnóstico de doenças por meio de registros de casos anteriores.

"No padrão atual, as imagens dos exames são apenas distribuídas para os médicos pelo computador", aponta o professor do ICMC, Caetano Traina Junior, coordenador da pesquisa. "O novo sistema identifica características físicas das imagens, extraindo parâmetros que possam ser usados na comparação com outros exames".

Depois do processamento inicial, as imagens são introduzidas em um banco de dados, como casos já diagnosticados, para serem pesquisadas por similaridade quando novos casos aparecerem. "Antes de chegar aos médicos, cada imagem obtida em um novo diagnóstico leva de três a cinco minutos para ser processada, tempo muito inferior ao do próprio exame", conta o professor.

"No consultório, o médico pode obter imagens similares em alguns segundos, a partir de coleções com 80 a 100 mil imagens". Caetano ressalta que o sistema é uma ferramenta de Diagnóstico Auxiliado por Computador (Computer Aided Dyagnostics) e auxilia a atuação do médico, podendo atuar como uma "segunda opinião".

Protótipos

O protótipo do sistema,desenvolvido pela doutoranda Natalia Abdala Rosa sob a orientação do professor Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, já é utilizado no setor de Radiologia do Hospital das Clínicas da FMRP. "Nesse sistema estão sendo analisadas imagens de mamografia obtidas por raio-X", relata o pesquisador.

"Em outro sistema, desenvolvido sob a orientação da professora Agma Juci Machado Traina, do ICMC, são analisadas também imagens de tomografia do cérebro e de raio-X e tomografia dos pulmões".

A partir do banco de dados, o sistema pode também fornecer informações que auxiliam a produção de laudos médicos. "Existem termos que são padronizados para a classificação de doenças", diz o professor. "Uma pesquisa nos laudos associados às imagens fornece as frases mais freqüentes usadas em diagnósticos similares, que podem ser reaproveitadas pelo médico laudador".

Caetano observa que o uso de bancos de dados digitais é cada vez mais comum em hospitais. "A técnica de extração de imagens não exige grande aumento da capacidade dos computadores, adaptando-se aos sistemas já existentes", destaca. "Na área de ensino de radiologia, os alunos podem entender os processos de análise utilizados pelos médicos para a produção de diagnósticos".

A pesquisa envolve 40 pessoas, entre pesquisadores e alunos de graduação, mestrado e doutorado, e tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Fonte: USP

O Ministério do Meio Ambiente lançou na semana passada (4 de abril) o novo portal eletrônico do Sistema Brasileiro de Informações sobre Educação Ambiental (Sibea). O portal tem um banco de dados com 200 mil informações sobre educação ambiental.

 

http://sibea.mma.gov.br/dcsibea

 

Sistema de dados Gu ge incluía vocabulário mandarim que só o portal chinês tem

 

 

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Nova York, 11 abr (RV) - A onipresença de Deus não podia ficar fora do ciberespaço: imitando o sucesso do YouTube, o site cristão GodTube - http://www.godtube.com/ pretende levar a Palavra de Deus através de vídeos online.

Em meio à revolução provocada pelo YouTube e seus concorrentes, Dayli Motion ou PornoTube, um seminarista de 38 anos criou, há dois meses, o GodTube, que hospeda vídeos com conteúdos religiosos.

Com um passado de produtor de TV e atual funcionário de uma empresa de marketing cristão, seu criador, Chris Wyatt, acredita que a melhor forma de chegar a todo o mundo é por meio da Internet, e mais ainda em forma de vídeo.

Para não pregar no deserto e convencer seus clientes _ sacerdotes e ministros evangélicos pouco apegados aos progressos tecnológicos _ o criador do site pagou 400 dólares para registrar GodTube e lançou uma versão beta da página, em janeiro deste ano.

Até o momento GodTube aloja aproximadamente 1.200 vídeos, com mensagens de diferentes confissões cristãs. Para baixar os vídeos ou postá-los, o usuário apenas deve registrar-se. E qualquer conteúdo ou mensagem que violar os termos de uso, será eliminado.

Além dos vídeos ali contidos, o site coloca ainda, à disposição do usuário, o vídeo-chat e o vídeo-email como nova forma de as pessoas se comunicarem, para fins evangelizadores. (MZ)
 

Fonte: Rádio Vaticano - 11/04/2007

Empresa quer agregar dados e aperfeiçoar buscas na internet brasileira

 
SÃO PAULO - O portal Yahoo está implementando novas funções no mecanismo de busca do ´Yahoo! Cadê?´, que passará a integrar, além das pesquisa na internet, o conteúdo gerado pelos usuários do Yahoo! Respostas (serviço colaborativo de perguntas e respostas na internet).
 
A idéia é criar uma base de dados diversificada em língua portuguesa aos resultados. O novo ´Yahoo! Cadê?´ já possui uma ferramenta de sugestões de busca com sugestões de palavras-chave, na qual o usuário digita a sua busca e automaticamente aparecem sugestões de palavras relacionadas ao assunto buscado, que estão sendo utilizadas por outros internautas.
 
Outra característica do ´Yahoo! Cadê?´ é a possibilidade de personalização onde o internauta pode escolher módulos de informação para sua página.
 
Há módulos como o Yahoo! Respostas, Dica do dia e Top 10 da semana, que mostram respectivamente curiosidades, tendências e palavras mais buscadas.
 
Fonte: Estado de S. Paulo - 09/04/2007

::: O governo federal oficializou nesta quinta-feira (12/04), durante o 8° Fórum Internacional de Software Livre.
 
::: O portal reúne soluções de código aberto desenvolvidas por órgãos governamentais disponíveis para download.
 
 

Aniversário

15:01 @ 13/04/2007

      

 

O bLOG Pesquisa Mundi está completando 1 ano de existência e já conta com 211mensagens.

 

Não deixe de visitá-lo e divulgá-lo.

Diversidade animal

13:56 @ 17/04/2007

animal diversity collage
 
Animal Diversity Web (ADW)
http://animaldiversity.ummz.umich.edu/

É uma base de dados on-line sobre história, distribuição, classificação e biologia da conservação de milhares de componentes do reino animal.
 
Desenvolvido pela Universidade de Michigan a base inclui textos, fotografias, vídeos e gravações de áudio.

Gláucia Gomes
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Interessados em acompanhar as ações referentes ao combate às fraudes, extorsão, abuso de poder, contrabando, entre outros assuntos, no Brasil e em outros países, já podem consultar a Biblioteca Virtual contra Corrupção (BVC).

A Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), lançou no início do mês o banco de dados virtual com o objetivo de divulgar pesquisas e informações sobre o assunto, bem como disponibilizar dados sobre auditoria, fiscalização e ouvidoria.
 
“Até hoje nós não tínhamos no Brasil um banco de dados que concentrasse essa quantidade de informações sobre estudos desenvolvidos em nosso país sobre corrupção e assuntos ligados a corrupção”, afirma a secretária de Prevenção de Corrupção e Informações Estratégicas da CGU, Virgínia Cestari.

 
Segundo ela, a biblioteca foi lançada com um acervo de cerca de 500 documentos entre artigos, teses e estudos científicos relacionados à corrupção, incluindo textos de organismos internacionais. Esse acervo deverá ser atualizado diariamente. Todo o conteúdo é de domínio público ou obteve prévia autorização dos proprietários dos direitos autorais.

 
O uso das informações da Biblioteca Virtual contra a Corrupção é livre, mas não é permitido, em nenhuma hipótese, o uso das publicações para fins comerciais, direta ou indiretamente, ou que violem os direitos autorais.

 
Pesquisadores ou interessados no assunto podem colaborar com o acervo da biblioteca. Para submeter à análise do conselho editorial da biblioteca artigos, pesquisas, relatórios, monografias, dissertações, teses ou outros materiais, é necessário encaminhar o documento para o endereço eletrônico bvc@cgu.gov.br.

 
Caso o documento não seja de domínio público, deve ser enviado o Termo de Autorização (preenchido e assinado). O material será analisado e passará por critérios que permitam dar ao usuário a confiabilidade do conteúdo publicado na biblioteca. Para acessar o banco de dados, basta entrar no endereço eletrônico www.cgu.gov.br.
 

BVSENF - Portal de Revistas de Enfermagem
 
Reúne uma coleção de revistas científicas de Enfermagem editadas no Brasil, disponibilizadas em texto completo e formato eletrônico com geração de estatísticas bibliométricas.
 
O Portal é fruto da parceria entre a Biblioteca Virtual em Saúde - Enfermagem (BVSEnf) e instituições responsáveis pelas publicações periódicas da área e é coordenado pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP.
 

Academias da internet

16:54 @ 18/04/2007

O Brasil tem boa colocação no ranking das universidades que sabem divulgar sua produção na web

 

 

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JournalSeek

20:12 @ 24/04/2007

OCLC Openly Informatics Journalseek
 
 
 
JournalSeek - a mais completa base de dados categorizada de periódicos científicos da Internet. Contém atualmente 92.215 títulos. Inclui a descrição, título abreviado, link para homepage, categoria e ISSN do periódico.
 
 

O planejamento e cronograma das ações necessárias para implantação de redes de pesquisa e bancos de dados em recursos naturais foram apresentados, ontem (19/04), em Brasília, no encerramento do Workshop “Implantação e Fortalecimento de Redes de Pesquisa e Banco de Dados em Recursos Naturais na Embrapa”.
 
O evento reuniu por três dias pesquisadores de 27 unidades da Embrapa que trabalharão de forma integrada, em redes de pesquisa, na caracterização, utilização e conservação dos recursos naturais, assim como na sistematização desses conhecimentos em bancos de dados.
 
Recursos Naturais é um subcomponente do programa Agrofuturo – Programa de Inovação Tecnológica e Novas Formas de Gestão na Pesquisa Agropecuária. O programa Agrofuturo é composto de quatro componentes: Sistema competitivo de pesquisa e desenvolvimento; Fortalecimento das capacidades em pesquisa estratégica; Núcleos piloto de informação e gestão tecnológica para agricultura familiar; Integração regional e internacional.
No último dia do evento foi elaborado um documento orientador de execução técnica do subcomponente Recursos Naturais e um relatório que será enviado a Unidade Coordenadora do Programa Agrofuturo (UCP) e para as chefias das Unidades da Embrapa representadas no workshop. As conclusões do workshop e o planejamento das atividades serão apresentados a UCP para que as ações sejam viabilizadas no decorrer do programa.
 
 
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Plantas Daninhas On-Line

20:16 @ 24/04/2007

 
 
Informações sobre plantas consideradas daninhas ou infestantes das culturas, pastagens, pomares, etc.

O sistema de busca AchaNoticias (www.achanoticias.com.br) é aberto, gratuito, fácil de usar e não exige qualquer cadastro do usuário. Possibilita achar, em um só lugar, notícias dos principais jornais, sites, agências e revistas de todos os estados brasileiros, disponíveis na internet.

 

O Google lançou uma nova ferramenta, que permite ao usuário procurar e rastrear o histórico das suas pesquisas e acessar páginas que visitou.


A ferramenta ( no endereço www.google.com/history ) permite saber que páginas foram visitadas mais freqüentemente e quais foram os seus principais termos de busca, além de rastrear os textos, fotos e vídeos da web que foram vistos anteriormente.

 
 
A biblioteca de Clare, localidade situada na Irlanda, publicou na Internet 49 mapas históricos da região, que cobrem um período de quase 200 anos. Os documentos fazem parte da colecção de mapas históricos de David Rumsey.
De entre os mapas encontram-se os primeiros que fazem referência a linhas de comboio ou mapas que apresentam marcos históricos sobre tribos que habitaram o território no passado. Segundo os responsáveis da biblioteca, a colecção percorre o período entre 1736 e 1922, sendo uma boa ferramenta para investigadores e estudiosos da região de Clare.

De acordo com o portal ElectricNews.net , a colecção de mapas históricos de David Rumsey é composta por mais de 150 mil documentos e é uma das maiores colecções privadas do mundo. Em 1995 o coleccionador começou a disponibilizar a colecção ao público, criando para tal uma página web que conta actualmente com cerca de 15 mil imagens de mapas em alta resolução.
Em declarações ao portal, a editora do site da biblioteca de Clare, Maureen Comber, defende que «a digitalização destes mapas raros também reduz a ameaça de serem danificados no futuro».
 

 

A Biblioteca da Universidade de Vermont (EUA) lançou semana passada o Centro para Iniciativas Digitais (Center for Digital Initiatives (CDI)).

 

O CDI é um recurso informacional que permite ao usuário ter acesso aos originais das coleções especiais da Universidade.

 

http://cdi.uvm.edu

A ferramenta de busca Google tornou-se em março, pela primeira vez, a página da Internet mais visitada do mundo, superando os sites da Microsoft, basicamente graças à compra do YouTube, de acordo com os últimos números da empresa de medição de audiência Comscore, divulgados nesta quarta-feira.

 

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alpha - beta

 

Ao contrário de outros sites que também combinam resultados de pesquisas, o Alpha reparte os endereços encontrados em caixinhas com um layout básico que pode ser personalizado pelo usuário.
O mais recente mecanismo de busca na Internet, desenvolvido pela unidade do Yahoo na Austrália, Alpha ( http://au.alpha.yahoo.com/ ) reparte os endereços encontrados em caixinhas em um layout básico que pode ser personalizado pelo usuário. O interessante é que os resultados encontrados são mostrados em velocidade muito boa.

Além dos resultados do Yahoo, o serviço oferece por padrão resultados de busca no portal de fotos Flickr, no portal de vídeo YouTube, no serviço de respostas Yahoo Answers, no sistema Yahoo! News, na Wikipedia e na ferramenta Yahoo Search Marketing.

Mesmo assim, o usuário pode adicionar seus serviços preferidos através da inserção da URL de base dos resultados de outros sistemas de busca. Para isto, é necessário possuir uma conta Yahoo, de cadastro gratuito e uso compartilhado entre todos os serviços da empresa.
 
Fonte: O Debate

Jornais americanos históricos

18:43 @ 26/04/2007

A Library of Congress e o National Endowment for the Humanities anunciaram recentemente o lançamento do projeto "Chronicling America: Historic American Newspapers", já inicia com mais de 226 mil páginas integrais de jornais da Califórnia, Flórida, Kentucky, Nova York, Utah, Virginia e Columbia publicados entre 1900 e 1910. Além disso é possível pesquisar informações sobre jornais de 1690 até os dias de hoje.

"Chronicling America permitirá estudantes, professores, historiadores - no fato, todos os americanos - acessar alguns de nossos originais históricos mais importantes", é o que diz o presidente da NEH Bruce Cole.
 
Por enquanto seis instituições estão envolvidadas na digitalização dos jornais:
Universidade de Califórnia, Bibliotecas da Universidade da Flórida, Universidade de Kentucky, Biblioteca pública de Nova York, Universidade de Utah, Biblioteca da Virgínia.
 

Ana Elisa Ribeiro



Ilustração de Guga Schultze
 

Enciclopédia é uma palavra que vem do grego. Trata-se de alguma formulação assim como "conhecimento circular ou geral". Quem diz isso é um outro livrão, também de consulta, chamado dicionário. Ambos são resultado de alta tecno logia. O empolgado filósofo Pierre Lévy diria que são, de alguma forma, "tecnologias da inteligência". O que quer dizer isso?

Uma tecnologia da inteligência é um dispositivo que, de alguma maneira, tenta reproduzir, simular ou converter o processo mental humano em produto. Mais ou menos assim como a invenção de algumas máquinas foi proposta como forma de representar o pensamento humano, que, segundo alguns, funciona por associação. Na Internet, quando leio a palavra "jornal" e ela está marcada como link, posso clicar nela e cair em algo associado a isso. Inclusive a uma imagem ou vídeo. Essa associação entre idéias representada por um sistema é uma tecnologia da inteligência.

Atualmente, a natureza das técnicas nos permite dar passos mais largos do que em outros tempos, mas é meio esquisito comparar, como se fossem irmãs, tecnologias de naturezas e épocas muito diferentes. É improdutivo e pouco esclarecedor falar do bisavô em relação ao bisneto como se fossem irmãos. O que quero dizer é que são linhas completamente diferentes nas relações de parentesco, certo? A linha reta dos irmãos ou dos filhos quanto aos pais forma um contexto bem diferente da linha muito mais difusa entre bisavôs-tios e primos de quarto grau. No entanto, todos eles formam um sistema em que uns não existiriam, em alguma medida, sem os outros.

A enciclopédia de papel, idealizada por intelectuais franceses alguns séculos atrás, foi alta tecnologia. Não apenas porque era um projeto pretensioso, mas também porque dependia de uma organização muito grande, inclusive com remissões internas e recursividade. Múltiplas reedições razoavelmente constantes. Caber todo o conhecimento do mundo em algum lugar é tarefa para Hércules, mas essa idéia permeou muitos projetos da humanidade. Muito embora a maioria deles não fosse exatamente para todos os humanos.

Para embaçar um pouco a cena, é só pensar o seguinte: quando um grupo de seletos senhores resolve empreender um livrão em que se coloque todo o conhecimento do mundo, quem elegerá esse "conhecimento"? Que coisas devem ser postas ali? Quem lerá essa livro? Para quem ele será escrito?

A idéia é muito boa, mas a natureza das técnicas não permitia que ela fosse levada a cabo com dinamismo e custo ideais. No entanto, com a relativa democratização do livro e da alfabetização, as enciclopédias tornaram-se comuns, inclusive nas estantes das casas de muitas pessoas. Durante longo tempo, as coleções foram fonte de pesquisa para toda a gente, especialmente para os estudantes.

Pesquisar a Barsa ou a Mirador fazia parte do plano óbvio da minha geração no ensino básico. Nem sei quantas vezes copiei os verbetes de plantas, abelhas e cientistas famosos. A fonte era forte, gozava de credibilidade. Dizer que tirou a vida de Galileu da Barsa dava valor de verdade à informação.

A cópia era a face escura do problema. (Sim, problemas têm faces claras). A escrita automática de textos alheios era comum e aceitável. O professor dava nota máxima a todos aqueles 30 ou 40 trabalhos idênticos. E essa prática ainda é comum porque o conceito de pesquisa vigente na escola era sinônimo de uma penosa leitura sem aplicação ou de um torturante modo de responder a uma questão ampla demais. Eram incomuns (e ainda são) a problematização, a reflexão e a busca por respostas a problemas que não estivessem mastigados nas páginas de algum livro.

Chegaram os anos 1990 e, com eles, a relativa popularização do computador e da Internet. (Atentem para o "relativa"). Junto com essas novas técnicas de fazer as mesmas coisas, vieram as tecnologias de inteligência para buscar e acessar informação. Jeitos mais rápidos e mais precisos de achar verbetes, conceitos, significados. Mas quem dá sentido a isso tudo? O leitor. Bom e velho leitor. Que jamais teve que ser tão seletivo, já que os filtros foram quase todos desativados e ganharam outras funções.

Se as enciclopédias de papel eram escritas por senhores doutores e editadas por celebridades do mundo intelectual, os análogos digitais não passam por esse processo. Não exatamente. Podem ser feitas com as mesmas estruturas, mas podem, agora, ser abertas à intervenção do leitor/"usuário". Já não gozam, de forma automática, de tanta credibilidade e nem sofrem muito com cortes editoriais. Quem dá aos verbetes notas mais baixas ou mais altas é a própria assistência, que precisa estar disposta a colaborar.

Num círculo meio estonteante, trata-se de uma discussão que até as histórias em quadrinhos já levantaram: who watches the watchmen?, quem "vigia" os vigias?, quem cuida do que será dito? Isso valia para os livros de papel e continua valendo.

A cópia, firme e forte, está aí. Agora menos penosa, bem menos torturante do que manuscrever 4 ou 5 páginas de letra miúda, em colunas apertadas. Nova técnica para fazer as mesmas coisas. Sobra mais tempo, hoje, para jogar videogame. O professor, fazendo a mesma coisa, dá nota para 30 ou 40 trabalhos iguais, tirados dos mesmos sites. Não porque os alunos ajam de má-fé, porque nem todos são crápulas, mas porque a idéia do que seja pesquisar, de fato, ainda não mudou.

Lembro muito de uns meninos, em uma escola classe A, querendo saber sobre as bruxas. O laboratório de informática estava fechado e então eles se sentiram órfãos do Google. Foi quando o bibliotecário lhes indicou o corredor das enciclopédias de papel. Passaram diante das prateleiras como se andassem num castelo do terror. Não sabiam dar sentido à interface, altamente tecnológica, das lombadas de livros de consulta. Não tinham idéia de que a ordem alfabética lhes serviria muito naquele momento. E quase correram das capas duras. Quando lhes foi apresentado o modo off-line de buscar, aprenderam, razoavelmente rápido, como encontrar verbetes, mas a palavra "bruxa" não estava lá. Desespero.

Achar que as coisas chegam sempre prontas não é facilitador. Pensar que um buscador eletrônico pode resolver minhas questões não é verdadeiro, nem no mundo da escola e nem no mundo do trabalho. Na esfera afetiva, nem se fala. Não saber questionar é grave. Ao encontrar pseudo-respostas, é necessário elaborá-las, confrontá-las com outras, discuti-las para não se parecer demais com um robô japonês.

Quando aqueles adolescentes descobriram que "bruxa" não vinha pronto, lhes foi sugerido que procurassem sobre elas no verbete "inquisição". Quando depararam com 5 páginas inquisitoriais, quase choraram. Pergunta sintomática: "mas terei que ler isso tudo só pra aproveitar poucas informações?". Bingo! E é isso o que teremos que fazer o tempo todo, para o resto das nossas vidas, mesmo se elas forem pacatas. Sempre foi o que fizemos, em grande medida, mas agora os antigos filtros estão ocupados em se reconfigurar, diante de um novo sistema de possibilidades. Ainda bem que os alunos ainda eram muito jovens. Mais grave é quando alguém só se apercebe disso quando já passou dos 20 anos.

Os "antigos filtros" podiam ser tão precisos quanto os motores de busca atuais. Editores e jornalistas, por exemplo, andam às voltas com suas novas atuações. De uma forma ou de outra, andam confidenciando no bar as mudanças que aconteceram por conta da Internet. Nem que lhes pareçam de sucesso improvável.

A Wikipedia empregou técnica nova para executar uma idéia antiga. Diderot e colaboradores talvez dessem pulinhos de contentamento diante da possibilidade infinita de memória dos novos dispostivos de armazenagem em rede. Muito provavelmente teriam um cachorro chamado Link e uma cadelinha simpática chamada Arroba. Mas não estou certa de que bateriam palmas para a possibilidade de intervenção do venerável público no projeto. Que papel os editores franceses teriam nessa seleção de "conhecimento" apto a figurar na enciclopédia? E que história é essa de não se valorizar a autoria? Que identidade esse material tem? Talvez pesquisassem formas de controle de acesso ao material.

Embora sejam parentes de semblantes muito parecidos, enciclopédia e Wikipedia têm funcionamentos bastante desalinhados. O ponto fundamental disso é, justamente, o filtro (ou a falta dele). Não do "filtro" que poderia se constituir "naturalmente", com o controle de uma espécie de "mão invisível" da intervenção do público-leitor (para Teresa Colomer, o "escrileitor"), mas o filtro encarnado em um (ou dois ou três) editor que tudo vê, tudo decide e, por fim, carregado de uma credibilidade concedida com base em sua carreira (ou personalidade ou trajetória ou conhecimento ou pelo próprio leitor), empresta um "selo de qualidade" presumido àquele material (nem sempre palpável).

Pesquisar na Wikipedia não é como pesquisar nas enciclopédias de papel. Ainda não é e não sei se o projeto é torná-las parentes em linha reta, vertical ou horizontal. O fato é que são dispostivos com funcionamentos diferentes. Ambos valorosos em seus respectivos contextos. Em qualquer caso, no entanto, é preciso observar que inteligência é diferente de deglutição; e pesquisa é diferente de repetição. Ensinar as pessoas a fazer uso do racioncínio, da capacidade de leitura, crítica e reelaboração sempre foi fundamental, agora é ainda mais.

Todas as vezes que caí na Wikipedia, achei os textos mal-escritos, ruins e confusos. "Caí" lá porque ela era um dos resultados primeiros da busca, não porque a tenha entre meus links favoritos. Aquela profusão de links no texto me irrita mais do que ajuda. Mas também não achava a enciclopédia de papel a melhor coisa do mundo. Bom mesmo é ler bons textos e perceber neles consistência. A possibilidade de um rearranjo fica a cargo da minha capacidade de associar, pensar e propôr.


Ana Elisa Ribeiro
Belo Horizonte, 27/4/2007
http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2251

iG lança novo buscador

14:23 @ 27/04/2007

Desenvolvido em parceria com a Google, o buscador prioriza os resultados em português. Traz, na mesma página, links sobre o assunto pesquisado nos canais do iG, sugestão de buscas relacionadas em outros canais do portal, resultados na web e links patrocinados.

http://busca.igbusca.com.br/

Perdidos no espaço virtual

14:28 @ 27/04/2007

A Internet é um instrumento de pesquisa fantástico! Seus dados são atualizados com um dinamismo sem precedentes dispon ibilizando publicações, imagens, opiniões e notícias de inúmeras fontes e vertentes. Uma verdadeira revolução! Mas parece que alguns estudantes ainda estão tendo dificuldades para utilizá-la ou não entenderam seu potencial.

Numa publicidade exibida até recentemente na televisão um aluno interrompe, meio sem jeito, a leitura de um trabalho na classe com a desculpa de que era o que ele havia conseguido baixar antes da conexão cair. Na cena final, ele apresenta, orgulhoso, um calhamaço com dados obtidos via banda larga, como sendo um exemplo de boa pesquisa. Ressalvados os aspectos de marketing - com o quase irresistível apelo tecnológico - o comercial é emblemático de um uso inadequado e inócuo, do ponto de vista didático-pedagógico, da Rede Mundial.

Pesquisa sem síntese e conclusão é perda de tempo, papel, tinta de impressora (bastante cara, por sinal). Faz lembrar o advento das cópias “xérox”, nos anos de 1970, que geravam trabalhos escolares ótimos para exercitar a massa muscular dos braços, mas sem nenhum proveito para outra massa: a cinzenta. Mas uma nova modalidade de pesquisa escolar via Internet vem se destacando negativamente: estudantes acessam fóruns de debate leigos (jornais etc.) e salas de bate-papo virtuais para pedir informações sobre seus trabalhos acadêmicos aos participantes.

Estão confundindo pesquisa na Internet com pedido de auxílio digital ou cola virtual. É uma estratégia de alto risco!

Usar a Internet para pedir informações contando com a boa vontade dos outros é um recurso que pode até surtir efeito, por pura sorte, mas não ajuda em nada no processo de aquisição de autonomia intelectual nem na qualidade do produto. No mais, muitas opiniões obtidas dessa forma poderão representar interpretações facciosas, pretensiosas ou leigas sobre o tema, dadas com a convicção da estupidez presunçosa e, não raramente, patológica. Isso pode ser muito bom para aquecer debates, mas quase nunca útil para trabalhos científicos sérios.

A busca de informações “on line” pode ser muito mais específica e produtiva se forem utilizadas adequadamente as ferramentas de busca disponíveis em sites de universidades ou comerciais, tais como: Google, Yahoo, AltaVista, etc; e todas operam a partir de palavras ou frases-chave sobre o assunto. A pesquisa evolui pelo cruzamento de informações, o que dá um pouco de trabalho, mas excelentes resultados.

Então, porque esses alunos não utilizam adequadamente esses recursos?

Talvez porque ainda existam educadores que têm aversão ou sentem-se incomodados com a Informática e a Internet. Ignoram que estes indispensáveis recursos reverterão, seguramente, em benefício próprio, pessoal e profissional, além de permitirem orientar os alunos de maneira a tirarem o máximo proveito da Rede Mundial, conjugada com os meios convencionais de pesquisa.

Como diz outra propaganda: está na hora de mudarem seus conceitos - tanto alunos quanto professores - e se adaptarem ao novo, que já nem é tão novo assim.

Se o incômodo é inevitável, relaxem e divirtam-se!


Adilson Luiz Gonçalves
Escritor, Engenheiro e Professor Universitário (UNISANTOS e UNISANTA)

 

 
A partir do canal Yahoo! Music, os utilizadores têm agora acesso gratuito à letra de milhares de canções, naquele que é o maior catálogo de letras da Internet.
Em parceria com a empresa Gracenote, o Yahoo! disponibiliza assim as letras das canções licenciadas pelas cinco maiores editoras discográficas mundiais, incluindo BMG, Sony, EMI, Un iversal Music e Warner/Chappell.
Para efectuar a busca, os utilizadores apenas têm que introduzir um verso na opção de pesquisa do Yahoo!Music.
 
Recorde-se que as letras de canções estão no “top 10” das pesquisas efectuadas em motores de busca.
 

Stevens Rehen Em artigo para o G1, Stevens Rehen vê mudanças na difusão da ciência.


Além de publicação eletrônica aberta, impacto social também deverá ser valorizado.

 

Dois milhões e quinhentos mil artigos científicos são publicados anualmente em 34 mil revistas científicas internacionais. Esse número, apesar de expressivo, não representa nem a metade do conhecimento científico gerado nas universidades e centros de pesquisa ao redor do mundo. Partindo-se do pressuposto que a rápida divulgação da informação é crucial para o avanço do conhecimento, é um contra-senso, num mundo com tantas possibilidades criadas pela internet, qualquer limitação ao acesso e discussão pública da ciência.

 

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