Grupos




De modo a democratizar o ensino e quebrar as barreiras da disponibilização de conteúdos educativos, o californiano Richard Ludlow criou o Academic Earth, uma página da web que disponibiliza aulas online das mais importantes universidades do mundo, como MIT, Harvard, Yale, Stanford e Columbia.


 

Entre os ‘palestrantes’, mais de 300 personalidades desde professores a profissionais da internet, como Larry Page do Google, Jeff Hawkins, fundador da Palm, Michael Dell e Carol Bartz, atual CEO do Yahoo!.


De acordo com o site LifeHacker, o Academic Earth se baseou no design de outros serviços oferecidos por grandes empresas, como o Hulu (site de vídeos famoso nos Estados Unidos) e o iTunes, para proporcionar uma navegação o mais simples possível.

 

Oportunidade educacional

"A internet agora torna possível o compartilhamento com milhões de pessoas ao redor do mundo de oportunidades educativas que antes só estavam ao alcance de uma minoria privilegiada", declarou Ludow.


 

Os vídeos podem ser acessados por assunto, universidade ou instrutor. No site, é possível ver mais de 2 mil vídeos, que podem ser baixados ou adicionados a blogs, sites e redes sociais. Ponto fraco do Academic Earth? As aulas são em inglês.


"O Academic Earth é dedicado a tornar o mais simples possível para qualquer um com uma conexão à internet encontrar, interagir com e aprender através de vídeos de acadêmicos famosos. Essa é uma oportunidade educacional que nunca antes tinha sido possível", completou.


Fonte: Olhar Digital

A Microsoft afirmou que vai fechar todas as atividades de sua enciclopédia eletrônica Encarta até junho. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31) no site da empresa, onde ela reiterou a importância da ferramenta: "a Encarta foi um produto popular no mundo todo por muitos anos". A enciclopédia foi distribuída em vários países em CD-ROM e também podia ser consultada via internet.


A medida seria um reconhecimento do avanço do Wikipedia que agora é a mais conhecida referência on-line nesse segmento. A Microsoft ainda afirmou em seu site que "a categoria tradicional de enciclopédias e materiais de referência mudou: agora o público procura e consome informação de formas consideravelmente distintas às de poucos anos atrás".


Enquanto a Encarta apresentava um produto finalizado, com atualizações recorrentes, já a Wikipedia publicaria dados que são atualizados com mais frequência, mesmo quando a checagem é necessária.


A Wikipedia já apresenta as novidades sobre a Encarta, em seu artigo em inglês está escrito, que a Microsoft anunciou em 2009 que vai encerrar a venda da Microsoft Student e outras versões do Encarta Premium em todo o mundo, até junho desse ano.


O site ainda afirma o seguinte: "A Microsoft citou as mudanças na forma como as pessoas procuram informação e no mercado tradicional de enciclopédias e materiais de referência como razões-chave". As informações publicadas pela Wikipedia têm como base o que foi anunciado pela empresa.


A Microsoft também afirmou que os assinantes da MSN Encarta Premium que pagaram pelo serviço serão reembolsados.


Com informações da EFE

Preocupadas em combater o plágio em trabalhos acadêmicos, instituições de ensino superior têm adotado programas de computador que ajudam o professor a identificar os casos suspeitos. Recentemente, a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Faap e o Senac SP aderiram à ideia. A Universidade Anhembi Morumbi e a Universidade Cruzeiro do Sul utilizam esse tipo de ferramenta desde o início de 2008.


Alguns desses softwares estão disponíveis gratuitamente na internet. Os mais elaborados, em geral pagos, analisam cada parágrafo do documento enviado pelo aluno e o compara com o conteúdo de bilhões de sites da internet e de algumas bibliotecas eletrônicas, elaborando um relatório com o índice de coincidências encontradas.


Esse é o caso do Safe Assign, um dos mais usados no País. O programa também compara o trabalho com todos os outros já submetidos à sua base de dados. ?Isso permite ao professor descobrir, por exemplo, se o aluno está reaproveitando uma pesquisa já apresentada em anos anteriores, explica Emerson Fabiani, coordenador da Escola de Direito da FGV. O software não apenas identifica o trecho copiado como aponta o endereço eletrônico do conteúdo original, conta.
 

 

Com proposta de ser diferente de Google e Yahoo!, a Microsoft deve investir US$ 100 milhões na divulgação do Kumo, possível nome do novo buscador da companhia.

 

A agência JWT deve ser a escolhida para criar e produzir a primeira campanha do aplicativo, a ser lançada em junho. A ação contará com trabalhos online, impresso, na televisão e no rádio.

 

A internet tenta desvendar o mistério de como será o serviço. O blog Allthings é um dos que divulgou um post com alguns detalhes. As especulações sobre a conquista da conta, avaliada entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões, pela agência,ganharam força depois que a Microsoft aumentou o número de trabalhos repassados para a JWT e para a hotspot Crispin Porter Bogusky.

 

Nos últimos 12 meses, a fabricante de softwares investiu em campanhas feitas pelas agências, que incluem os esforços do I´am a PC, com comerciais que reuniam Bill Gates e o humorista Jerry Seinfeld. O mote mais recente enfatizava a diferença de preço entre os PCs e o Macs. Nos últimos anos, a publicidade da Microsoft esteve concentrada na McCann Erickson, em San Francisco.



Redação Adnews Com informações do AdAge

 
A Biblioteca Digital Mundial, um site que oferecerá gratuitamente um arcevo excepcional de livros, manuscritos e documentos sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo, será lançada no próximo dia 21, na sede da Unesco, em Paris.
 
 
O site da Biblioteca Digital Mundial funcionará em sete idiomas (árabe, chinês espanhol, francês, inglês, português e russo).
 
 
O projeto, no qual participam a Unesco e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.
 
 
Fonte: AFP

Google tem problemas com biblioteca digital?
 
 
Um dos grandes esforços atuais do Google tem sido o escaneamento de milhões de livros para criar um grande acervo digital online.
 
 
A empresa americana já escaneou mais de 7 milhões de livros órfãos de bibliotecas americanas. O objetivo é torná-los disponíveis para consulta ou compra de versões eletrônicas.
 
 
Mas o buscador enfrenta algumas barreiras para concluir seu projeto. Alguns críticos acadêmicos americanos afirmaram ser contra o fato de que uma só empresa detenha tanto poder em suas mãos. Os chamados livros órfãos são aqueles que não têm autores, nem parentes vivos para reivindicar os direitos sobre a obra.
 
 
Editoras e autores de livros dos Estados Unidos dizem que biblioteca digital, que está sujeita a homologação judicial, dará o Google praticamente direitos exclusivos para publicar os livros online e para aproveitá-los financeiramente.
 
 
 Barreira tecnológica
Outro problema que afetava diretamente os interesses do Google esbarrava na tecnologia. Isso porque o software de reconhecimento 2D utilizado pela empresa dependia de uma superfície minimamente plana para escanear.
 
 
Como os livros ficam armazenados por muito tempo nas bibliotecas, além da sua própria constituição física, as páginas acabam arqueadas, ficando difícil fazer o reconhecimento do texto. Ou seja, a tarefa de escanear demoraria muito tempo para ser feita.
 
 
No entanto, foi concedida ao Google uma patente que veio para resolver este problema. Seu truque é um projetor infravermelho padrão que faz a leitura de toda página aberta, mesmo com as incorreções da superfície. Um par de câmaras infravermelhas mapeia a forma tridimensional das páginas por meio da detecção de distorções ao padrão. Ao permitir que a distorção do texto seja determinada, é possível obter o grau de correção necessário para captar as imagens com mais precisão.
 
 
Fonte: Info Abril

Uma técnica utilizada para estudar a desordem em sistemas da matemática quântica pode melhorar as buscas por palavras-chave na Internet.
Segundo um estudo publicado pela revista News Scientist , a técnica permite identificar padrões significativos dentro de uma grande massa de dados. Isto poderia ser usado também para páginas da Web e documentos de texto, até mesmo em análises ao genoma.
 
 
A busca actual por palavras-chave faz uma comparação à frequência das palavras de um documento com base num padrão pré-estabelecido. Ou seja, se uma palavra aparece mais vezes, é considerada importante.
 
 
A nova técnica analisa a importância da palavra pelo lugar onde esta aparece, não apenas levando em consideração a frequência com que esta é mapeada.
 
 
De acordo com Pedro Carpena, físico da Universidade de Málaga, em Espanha, seria mais ou menos como identificar as palavras-chave de um livro sem precisar de outros livros para fazer uma comparação.
 
 
O estudo realizado pela Universidade de Málaga pode ser encontrado no site Physical Review E .
 

Site facilita a vida de quem quer escrever dentro das novas regras

 

É super simples: basta copiar qualquer texto no campo em branco, dentro do site Ortografa, e obter a versão corrigida, dentro das novas normas, com apenas um click. O site ainda destaca as palavras modificadas e te informa quais foram as regras que forçaram aquela mudança.  

 

Fonte: Olhar Digital [com vídeo]

 

Biblioteca Virtual 
 
 
 
Lançado em 2005, o site da Biblioteca Virtual é um dos principais canais de relacionamento   com   o  nosso  cliente.  Além  de  permitir  o  envio  de solicitações  de  pesquisa,  ele  também contém diversos conteúdos sobre os
mais variados assuntos.

      Com  o  objetivo  de  oferecer uma melhor qualidade no atendimento, a Biblioteca  Virtual  procura  sempre  estar  antenada  com  as novidades da internet, por essa razão mantém o seu site em constante atualização.

      A  recém-lançada  versão  do site da Biblioteca Virtual representa um significativo avanço em relação à versão anterior, que permaneceu no ar por mais de um ano e meio. Não foram apenas mudanças visuais que ocorreram, mas
na  organização  da informação apresentada, na estruturação hierárquica das páginas e no uso de alguns recursos de programação.


      Isso  tudo significa uma melhor experiência de uso para os visitantes e, também, proporciona uma maior facilidade para atualização das páginas.


      As mudanças mais importantes foram:

   -  Revisão  e  atualização  dos  conteúdos  das  páginas e arquivos para download;   
   - Implantação de um blog de notícias e novidades da Biblioteca Virtual;
   - Novo mecanismo de busca do site;
   -  Nova  home  page,  com  conteúdo  dinâmico e maior número de links de
      acesso rápido às páginas mais populares;
   -  Design  com  visual  mais  limpo  e  agradável, de acordo com algumas
      tendências atuais.

Revista USP chega aos 20 anos

19:49 @ 15/04/2009

Revista USP chega aos 20 anos

Edição de número 80 da publicação da Universidade de São Paulo tem “Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Virtuais” como tema de seu dossiê

A nova edição da Revista USP, de número 80, marca os 20 anos da publicação da Universidade de São Paulo. O tema é “Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Virtuais”.

A nova biblioteca: o papel e o digital, de Eliana de Azevedo Marques, do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, As bibliotecas digitais e a sociedade da informação: perspectivas para as bibliotecas digitais no Brasil, de Pedro Puntoni, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH) da USP, e Afinal, o que é biblioteca digital?, de Luis Fernando Sayão, da Comissão Nacional de Energia Nuclear, são alguns dos artigos do dossiê da nova edição.
 
 
A revista também traz textos de assuntos diversos, como O aerólito e o zelo dos neófitos: Sérgio Buarque, crítico de poesia, de Vagner Camilo, da FFLCH, e Travessias, Cordisburgo e suas veredas, de Atílio Avancini, da Escola de Comunicações e Artes da USP.
 
 
Criada em 1989, por determinação do então reitor José Goldemberg, a revista tinha como missão representar a USP, sendo a única publicação do tipo que o nome da instituição no título. No primeiro número, em homenagem aos 200 anos da Revolução Francesa, a tiragem de 3 mil exemplares esgotou rapidamente e teve que ser reimpressa.
 
 
“A partir de um projeto editorial do primeiro editor da revista, Nelson Ascher – projeto que se mantém, em sua coluna dorsal, até hoje –, nascia uma publicação trimestral acadêmico-cultural, ensaística e multidisciplinar que buscou sempre, ao longo do tempo, não se fechar intramuros, aceitando apenas trabalhos de professores e pesquisadores uspianos, mas abrindo-se a todas as colaborações de qualidade, vindas dos quatro cantos do Brasil – e, conforme o caso, de autores estrangeiros, uma vez que inúmeros foram os textos traduzidos dados a público nessa longa caminhada”, destaca o editor Francisco Costa.
 
 
Segundo ele, a publicação, dirigida ao público universitário, tem a cada novo número a proposta de “construir um dossiê com um grupo de textos multidisciplinares, dentro de um grande tema, seja ele da área de humanidades, de ciências biológicas, ou de ciências exatas”.
 
 
Para o escritor Boris Schnaiderman, que fez parte do primeiro conselho constituído para a publicação, a Revista da USP não é especializada, mas tem seu lugar justamente entre todas as disciplinas. “É uma revista universitária, sem um público numericamente elevado, mas importante ao possibilitar uma discussão em nível elevado dos mais diversos assuntos”, disse ao USP Online.
 
 
Mais informações: www.usp.br/revistausp
 
 

SERES VIVOS

 
 
DA REPORTAGEM LOCAL
 
Há pouco mais de um ano, nascia a "Enciclopédia da Vida" ("Encyclopedia of Life", ou "EOL", em inglês; www.eol.org).

O projeto tem a missão nada modesta de ser "uma referência on-line e um banco de dados do 1,8 milhão de espécies atualmente conhecidas pela ciência", diz o site. Ainda falta muito: a própria página diz que apenas daqui a três anos a enciclopédia corresponderá às expectativas gerais.

Apesar de a edição da "EOL" não ser aberta a todos, seus verbetes são construídos a partir de diversas fontes, que são checadas por cientistas. (GVB)
 
 
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Keith Richards

O maior catálogo de arquivos musicais do mundo passou a ser de domínio público nesta terça-feira. O Arquivo de Música Contemporânea de Tribeca, em Nova York, nos Estados Unidos, foi liberado pela Universidade de Colúmbia, com quem o acordo para liberação do material fonográfico foi firmado na última semana.
 
 
Um dos primeiros acervos que podem ser acessados, segundo o site Arcmusic, é a coleção de blues do guitarrista da banda Rolling Stones, Keith Richards, com canções originais em 78rpm do músico Robert Johnson, datadas de 1937.
 
 
Ao todo, o arquivo fonográfico de Tribeca contém mais de 2 milhões de gravações, 3 milhões de fotografias, livros e vídeos, incluindo trilhas sonoras de filmes do cinema. O catálogo disponibiliza ainda gravações de música pop e traz dados sobre os músicos e bandas.
 
 
De acordo com o site ArtsBeat, hospedado no jornal americano New York Times, o compartilhamento do material não visa a fins lucrativos. A intenção da universidade em viabilizar o acesso ao acervo é uma maneira de estimular o desenvolvimento de novos projetos na área musical
 
 
Imagem: Keith Richards - The New York Times
 
 
O endereço do ARChive of Contemporary Music é  http://www.arcmusic.org/begin.html

Turma de participantes do treinamentoInformações de todo o Brasil sobre pluviometria, fluviometria, sedimentologia e assuntos correlatos podem ser obtidas no recém criado banco de dados Hidro, da Agência Nacional de Águas (ANA) (hidroweb.ana.gov.br). Essas informações poderão ser utilizadas pela Secretaria de de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam), o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) e as Defesas Civis municipais e estaduais de Rondônia e Acre, após treinamento oferecido pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) esta semana, no Centro Regional de Porto Velho.
 
Para quem depende das cheias e vazantes dos rios amazônicos essas informações são muito úteis. “É o segundo treinamento que fazemos porque o nível do rio interfere na captação da água e precisamos de dados diários”, explica Railson Correa, gerente de produção de água da Saerb. O mini-curso foi realizado por videoconferência com Brasília e ensinou aos usuários como instalar o programa e trabalhar com seus recursos.
 
Detalhes sobre rios, bacias e estações da ANA estão disponíveis no banco para download ou acesso pela internet. “Para fazer estudos apenas sobre uma estação ou formar um banco de dados próprio, é interessante baixar as informações”, explica Taíse Bresolin, analista do Sipam. Representante da Defesa Civil Estadual de Rondônia, Patrícia Martinez aprovou o treinamento. “É sempre bom aumentar nossos conhecimentos e incrementar os recursos que usamos no dia-a-dia da defesa”, relata. 
 
 

com os palestrantes Luciano Soares Duarte e Arthur Alberto Corrêa Treuherz da BIREME/OPAS/OMS.
 
  • Data do evento: dia 27 de abril (segunda-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 17/04 a 23/04/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Lemos Torres - atrás do Banco do Brasil
  • Rua Botucatu, 740
 
Inscrição gratuita.
 
 
Pedimos, encarecidamente, que a inscrição seja feita somente por pessoas que realmente estejam interessadas e certas de participar das atividades.

Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_lis/index.htm

Haverá certificado.

 

Divulgação:

 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coordenadora do Evento
rosely.bc@epm.br
UNIFESP / EPM - Biblioteca Central
http://www.biblioteca.unifesp.br
Tel: (0xx11) 5539-6312 / 5576-4562

Unesco lança sua Biblioteca
 
PARIS, França (AFP) — A Unesco lança oficialmente nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, um site que oferecerá gratuitamente um acervo excepcional de livros, manuscritos e documentos visuais e sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo.
 
O site da Biblioteca Digital Mundial (BDM) funcionará em sete idiomas (árabe, chinês espanhol, francês, inglês, português e russo).
 
A Unesco sempre considerou as bibliotecas a continuação da escola. "A escola prepara as pessoas para ir às bibliotecas e hoje as bibliotecas se tornaram digitais", resumiu Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.
 
O endereço do da BDM será divulgado no dia de seu lançamento.
 
Entre os inúmeros tesouros culturais da nova biblioteca digital estão reproduções das mais antigas grafias e fotografias raras da América Latina.
 
O lançamento acontecerá na sede parisiense da Unesco, na presença de seu diretor-geral Koichiro Matsuura, e de James H. Billington, diretor da Biblioteca do Congresso americano.
 
Em 2005, a Biblioteca do Congreso propôs a organização de uma BDM para oferecer gratuitamente uma ampla gama de livros, mapas, filmes e gravações oriundas de bibliotecas nacionais.
 
O projeto, no qual participam a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.
 
Sem esquecer a contribuição de Estados como o Marrocos, Uganda, Qatar, México e Eslováquia.
 
"Os países emergentes querem ver como isso funciona para criar em seguida bibliotecas digitais nacionais", destacou Abid, precisando que a Unesco proporá ajuda a seus membros que não tiverem meios técnicos ou financeiros para digitalizar seus acervos.
O criação da BDM estará acompanhada por uma campanha de mobilização que tenta reunir até o fim de 2009 cerca de 60 países associados.
 
 
Fonte: AFP

 
 
Agora as pesquisas de notícias no Google podem ser mais organizadas. O Google Labs divulgou ferramenta que otimiza a visualização de resultados, o News Timeline.
 
O serviço separa os resultados das buscas de acordo com a sua data de publicação. Assim, garante que o internauta tenha sempre acesso a informação mais atualizada e relevante possível, e também a um acervo ordenado.
 
 
As informações publicadas no Google News são mostradas em colunas, cada uma representando um dia do mês (que pode ser modificada para semana, mês, ano ou década). Clicando nas setas disposta ao lado da identificação dos dias, as datas se movem para os lados e o internauta pode ver notícias de outros dias do mês.
 
A busca também pode ser filtrada por conteúdo de vídeio, jornais, enciclopédias ou blogs, por exemplo. O visual permite que a navegação seja feita com facilidade, e que o internauta entenda as ferramentas com clareza.
 
 

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

No dia em que o Brasil comemora 509 anos de seu descobrimento, o jornal Diário do Comércio lança o Museu Virtual da Corrupção Online, obra erguida na na rede mundial de computadores, que visa lembrar os escândalos políticos que marcaram a história do País.
 
O espaço pretende fazer com que o internauta reflita, a partir da mostra dos atos de corrupção ocorridos desde a década de 1970, num primeiro momento. A proposta, porém, é a de recuar no tempo até a época do Brasil colônia.
 
Página de entrada no Museu da Corrupção Online
 
O Museu foi desenhado pelo arquiteto mineiro Rodrigo de Araújo Moreira, 78, e preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira. Em sua inauguração, o Museu destacará os 15 episódios que mais geraram discussão nos últimos anos.
 
O internauta encontrará no Museu a completa relação dos escândalos políticos desde de os anos 1970 e grande parte das ações realizadas pela Polícia Federal (PF) durante os últimos 39 anos. Haverá também uma seção com sugestões de links sobre o tema e outra com publicações recomendadas sobre o assunto.
 
Moisés Rabinovich, diretor de redação do Diário, disse ao Portal IMPRENSA que o Museu precisa existir para que casos "escabrosos" não caiam no ostracismo. "Esses assuntos são esquecidos e não existe memória sobre isso,  algo que fosse tão vivo quanto os nossos escândalos. Por isso, nada melhor que reunir toda a história em um só lugar", explica.
 
Sobre possíveis reações adversas da classe política, Rabinovich garante que todos os homenageados pelo Museu terão direito de resposta em suas respectivas salas de exposição. "Cada um terá sua sala e seu direito de se pronunciar. Na verdade esse museu - explica - tende a ser um retrato do Brasil".
 
Ele salienta, ainda, que os arquivos abrigados no Museu servirão de referência nas próximas eleições para consultas. "Cada dia vamos melhorar a navegação para que o site sirva de referência para a escolha de candidatos nas próximas eleições".
 
O passeio pela história das falcatruas da política nacional termina em uma lojinha de souvenires, onde o visitante encontra "lembranças" dos episódios de corrupção como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, além, é claro, da conhecida "cueca para o transporte de dólares", peça íntima que caiu nas graças da opinião pública durante o Mensalão.
 
Ainda nos próximos meses, serão criadas uma sala de "charges", uma linha do tempo ilustrada, além de uma área destaque para o escândalo do momento. O jornal estuda também a criação de um Wiki em que os leitores poderão enviar informações e contribuições sobre o tema. No entanto, o internauta já pode participar comentando o conteúdo do Museu.
 
Clique aqui para visitar o Museu da Corrupção Online.
 
 
 

Muitos professores, escritores, estudiosos e outros profissionais de cultura estão juntos contra o Google, por pensarem que direitos autorais de propriedade intelectual estão sendo violados. No ar desde 22 de março deste ano, a petição online já possui 1371 assinaturas de nomes de peso (até o fechamento desta notícia).
 
Segundo os autores e simpatizantes do manifesto, a missão da reunião de forças é fazer com que os políticos defendam a causa de cientistas e professores, que precisam ter os direitos respeitados. Em comunicado aberto, o Heidelberg Appeal (Manifesto de Heidelberg), como foi batizado, critica que "a propriedade intelectual está sendo roubada dos produtores a um nível inimaginável e sem conseqüências penais por meio de publicações ilegais de trabalhos protegidos pela lei de copyright alemã, em plataformas como GoogleBooks e YouTube. "Apesar do movimento ser restrito ao território alemão, os manifestantes querem levar a mensagem aos outros países, com a mensagem "os direitos individuais e aspirações estão ligados à produção de trabalhos artísticos e científicos; a liberdade de literatura, arte e ciência é um grande trunfo constitucional - se perdê-la, perdemos nosso futuro".
 
A defesa do Google ainda não foi expressa neste caso específico, mas em acusações parecidas, já disse que sua ferramenta exibe apenas trechos de obras digitalizadas, enquanto os livros com direitos livres são disponibilizados integralmenteNo fim do ano passado, a empresa fechou um acordo de US$ 125 milhões com escritores e grandes editores americanos a fim de aumentar o acervo de pesquisa online de modo que não viole direitos autorais.
 
Fonte: Abril

Guilherme Pavarin, de INFO Online
 
Fã de Beatles? Conheça o BeatlesTube
 
 

Admiradores de George Harrison, John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr, não precisam perder tempo procurando vídeos e letras de música em sites do Google. O BeatlesTube agrega as mídias da banda em um único portal.

O site diz que todos os vídeos do “The Beatles” disponíveis na web podem ser encontrados no domínio deste novo 'Tube', organizados por nomes, data e discos. A compilação de filmes, em sua maioria proveniente do YouTube e Google Videos, conta também com longa-metragens, como  Hard Day’s Night (87 minutos), de Richard Lester, disponíveis via streaming, isto é, não necessitam que o usuário faça o download do arquivo para assisti-los.

Todos os vídeos de shows e clipes das músicas, nas páginas, possuem letras e links para notícias relacionadas, bem como ícones de compra do disco pelo Amazon.com. Além disso, o usuário também pode escutar uma rádio online inteiramente dedicada ao quarteto de Liverpool: a Beatles-A-Rama, que se denomina a número um do segmento.

O ícone de busca interna também facilita a vida dos nem tão beatlemaníacos que buscam um vídeo apenas por uma ou duas sentenças. Para acessar o site, basta digitar o endereço: http://www.beatlestube.net/


Fonte: Info Plantão

queentube.net u2 video

Existem também o U2Tube - http://www.u2tube.org/ e o QueenTube - http://www.queentube.net/. O Tube dos Rolling Stones será lançado em breve.