Grupos

Novos modelos técnicos,econômicos e jurídicos
 
 
Dia 29 de maio de 2008 - São Paulo
Local: Auditório do Museu da Arte de São Paulo
Av.Paulista, 1.578 - São Paulo
Inscrição gratuita e obrígatória - FEBAB - e-mail: febab@febab.org.br
(disponível 400 vagas, por ordem de chegada)
 
 
 

 
 
"Todo nosso conhecimento inicia com sentimentos"
Leonardo da Vinci

SÃO PAULO – O Google quer aumentar sua presença nas redes sociais com o Friend Connect, ferramenta que será lançada hoje.

 
Com o Friend Connect, os internautas terão à disposição uma série de APIs para agregar recursos de redes sociais em seus sites, como se montassem um Orkut próprio em suas páginas pessoais ou profissionais.
 
O site www.google.com/friendconnect  estará no ar após o lançamento oficial, na noite de hoje na Califórnia (no começo da madrugada de amanhã no Brasil). Uma prévia do conjunto de APIs já havia sido apresentada em novembro passado com o nome OpenSocial.
 
O Google pretende fazer que o Friend Connect seja fácil de usar, para que os donos de perfis em redes sociais publiquem em outros sites dados como, informações pessoais, status de presença, rede de contatos etc. Como se fosse um perfil universal para ser usado em qualquer site.
 
Na semana passada, o MySpace anunciou a iniciativa Data Avaibility, em que usuários podem compartilhar seus dados em sites parceiros como Yahoo!, Twitter e eBay. O Facebook também está para lançar o Facebook Connect.
 
O Google é dono do Orkut, mas a penetração da rede é forte apenas no Brasil e na Índia, perdendo no cenário global para redes como MySpace, Facebook e Hi5.
A iniciativa do Google opde ser vista como uma forma de aumentar sua presença nas redes sociais por meio de ferramentas de gerenciamento de conteúdo, mais do que pelo seu próprio produto, o Orkut.
 
 
 
"Não se possui o que não se compreende" J. W. Goethe

SAN FRANCISCO - A Powerset revelou nova ferramenta de busca para a Wikipedia.

 
A busca usa frases convencionais em lugar de termos de busca, o que marca o primeiro passo em seu desafio a serviços de busca na web estabelecidos, como o Google.
 
A tecnologia da Powerset classifica o significado de palavras e sentenças na forma de conceitos relacionados, liberando os usuários da necessidade de saber que termos exatos desejam encontrar.
 
A empresa iniciante do Vale do Silício vem sendo observada com atenção e vai oferecer uma maneira de realizar buscas entre os milhões de verbetes da enciclopédia online Wikipedia, o que ajudaria os usuários a encontrar respostas detalhadas a perguntas e não links isolados que tornam novas buscas necessárias.
 
Por exemplo, um usuário que deseje saber quantas mulheres teve o rei inglês Henrique 8 (seis, ou duas, a depender de sua definição de casamento) pode encontrar uma resposta via serviço Powerset em http://tinyurl.com/5qpcr9/ .
A Powerset quer saltar por sobre a geração atual de serviços que dependem de termos de buscas, como os do Google, Yahoo, Microsoft e o Ask.com, da IAC InterActiveCorp.
 
"A Wikipedia está se tornando um microcosmo das partes mais úteis da Internet", disse Greg Sterling, analista de Internet da Sterling Market Intelligence. "Isso oferece uma ferramenta poderosa para encontrar o que você esteja procurando nesse subconjunto da Web."
 
Embora ainda muito distante de permitir que usuários realizem buscas na Web como um todo, a Powerset está usando a Wikipedia para demonstrar de que maneira sua tecnologia pode ser usada para buscar grande número de sites por meio de frases ou perguntas formuladas da maneira convencional.
 
Com o tempo, ela pretende formar parceria com outros sites de alta qualidade nos quais a informação possa ser organizada em forma de pergunta e resposta, de maneira a se enquadrar as técnicas de busca que desenvolveu.
Os exemplos podem incluir informações financeiras, pedidos de patentes, o CIA Factbook ou clones inspirados pela Wikipedia, disseram dirigentes da empresa.
 
 
 
"Não podemos conhecer nada de exterior a nós superando nós mesmos (...) o Universo é o espelho em que podemos contemplar apenas o que aprendemos a conhecer em nós" Italo Calvino

A Secretaria Estadual de Cultura inaugura, na quarta-feira, uma nova forma de visitação dos museus do Estado: o tour virtual. Um panorama das 70 mil obras catalogadas pertencentes ao acervo das nove instituições de preservação e divulgação de arte e história administradas pelo governo do Estado, entre as quais o museu Carmem Miranda, do Primeiro Reinado, dos Esportes, estará disponível para consulta pública pela internet a partir do início do mês que vem.
 
O site incluirá fotografias e reproduções digitais de obras de arte e documentos históricos e todas as informações referentes a cada peça. Mais que permitir o acesso a pinturas, esculturas, mobiliário de época e a uma série de outros itens, o novo dispositivo eletrônico permite o controle individual do patrimônio cultural pela equipe técnica e a busca padronizada das informações.
 
"Nosso acervo é precioso, mas não é tão conhecido como poderia. Com a evolução da tecnologia, é uma forma mais atual de dar visibilidade a este conhecimento", explica Márcia Bibiani, superintendente de Museus da Secretaria de Estado de Cultura.
 
O projeto é a primeira etapa da recém-criada Rede de Museus e foi realizada em parceria com o Oi Futuro e durou seis meses. Além da digitalização e catalogação das obras de maneira padronizada em um banco de dados, as instituições receberam modernos equipamentos de informática.
 
"Com o mesmo instrumento que divulgamos as obras, temos mais maneiras de ajudar na pesquisa e no desenvolvimento de acervo dentro do contexto histórico e social", diz a superintendente.
 
 
 
"Uma vaga nação de tudo, e um conhecimento de nada" Charles Dickens

Pesquisadores do Laboratório de Divulgação Científica da USP, campus de Ribeirão Preto, criaram o Anel de Blogs Científicos, um portal que reúne tudo que se publica em blogs sobre ciência em língua portuguesa.

 
Blogosfera científica
O objetivo é criar uma blogosfera científica, ou seja, blogs (páginas pessoais) interligados entre si. Também está em elaboração o C&Tube, um blog exclusivamente com vídeos sobre ciência.
 
Nas primeiras semanas de funcionamento o Anel já reúne mais de 25 blogs da área e a estimativa é de se chegar nos próximos dias a 200 blogs cadastrados. "Esperamos que essa concentração de links provoque um aumento do fluxo de visitas nos blogs e um maior intercâmbio e troca de experiências entre blogueiros científicos", explica o professor Osame Kinouchi Filho, da FFCLRP, que integra a equipe responsável pelo projeto.
 
Interesses comuns
O projeto pretende realizar uma expansão da blogosfera científica. "Já existe uma experiência grande nos Estados Unidos, de blogs de língua inglesa, e mesmo a blogosfera científica portuguesa é maior que a brasileira. Tem muito potencial de expansão no Brasil", conta Kinouchi.
 
Participam também o professor Luciano Bachmann e a psicopedagoga Angélica Mandrá, também da FFCLRP, e Gustavo Zedy Miranda Forte, aluno de graduação em Informática Biomédica, curso oferecido em conjunto pela FFCLRP e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP).
 
A idéia, segundo Kinouchi, partiu da reunião de pessoas que já mantinham seu blog ou tinham interesse em divulgação científica, ou ambos os interesses. "Concluímos que tais atividades poderiam ser melhores desenvolvidas se um laboratório específico ou de um grupo de trabalho fosse organizado para esse fim", relata.
 
C&Tube
Inicialmente, a equipe do projeto pensou em montar apenas um portal na internet, mas com o interesse de outros professores, não necessariamente vinculados a blogs, foi criado há dois meses o Laboratório de Divulgação Científica, do Departamento de Física e Matemática da FFCLRP. "O objetivo é estudar e experimentar novas mídias para a divulgação da cultura científica como ferramentas pedagógicas", diz o professor.
 
O C&Tube, por exemplo, é um blog que conterá apenas essas novas mídias, na área de divulgação científica, de preferência em português. Este blog, no futuro, organizará tais vídeos por disciplinas e categorias, facilitando o acesso de profissionais, professores e estudantes de todas as idades, interessados em usá-los como demonstrações e material didático.
 
Anel de blogs científicos
O Laboratório de Divulgação Científica, o Anel de Blogs Científicos, assim como todo o projeto, é aberto para pesquisadores, cientistas e colaboradores, visto sua plataforma de desenvolvimento ser baseada no programa de código livre Joomla, com total suporte ao Gerenciamento de Conteúdo.
 
O portal não hospeda blogs, apenas provê links para eles. "Em breve haverá também um serviço de minifeeds, ou seja, quando um blog colocar um novo post no ar, automaticamente seu título aparecerá destacado em uma lista", diz Gustavo Zedy Miranda Forte.
 
Blogs de conteúdo científico
Serão aceitos blogs escritos primariamente, não exclusivamente, em português e que tenham conteúdo científico, didático e de divulgação científica. Também são apropriados blogs pessoais de cientistas, onde a cultura científica seja discutida e o cotidiano da vida do cientista representada e blogs de humor com piadas sobre ciência.
 
O grupo está organizando o I Encontro de Weblogs Científicos em Língua Portuguesa, que acontecerá dias 11 e 12 de setembro, nas dependências da FFCLRP, com a presença de jornalistas científicos, cientistas e estudantes interessados nesta nova mídia.
 
 
 
 
 
Sem passar da porta de casa, / é possível saber o que acontece no mundo.../ Quanto mais longe se busca o saber, / menos se aprende.
Lao-Tzu
 
 

Programa Habitare disponibiliza 20 títulos para download gratuito. Utilização de resíduos na construção habitacional, Habitações de baixo custo mais sustentáveis e Habitação social nas metrópoles brasileiras estão entre eles
 




O Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) oferece em seu portal uma série de livros para download. As obras contemplam áreas como construção sustentável, resíduos, planejamento de canteiros, avaliação pós-ocupação, inovação e gestão da qualidade e produtividade, normalização e certificação.

Segundo o programa, as publicações sistematizam conteúdo produzido a partir de pesquisas e são organizadas em três edições: a Coletânea Habitare, a Série Coleções e a de Recomendações Técnicas.   Na primeira foram organizados sete volumes: Inserção urbana e avaliação pós-ocupação, Inovação, gestão da qualidade e produtividade e disseminação do conhecimento na construção habitacional, Normalização e certificação na construção habitacional, Utilização de resíduos na construção habitacional, Procedimentos de gestão habitacional para população de baixa renda, Inovação tecnológica na construção habitacional e Construção e meio ambiente.

Na Coleção Habitare estão dez volumes, entre os quais Coordenação modular, Habitações de baixo custo mais sustentáveis, Planos diretores municipais, Habitação social nas metrópoles brasileiras e Habitação em encostas.

Na série Recomendações Técnicas foram editados três livros, sobre revestimentos de argamassas, mutirão habitacional e planejamento de canteiros.   O acesso a todas às obras é livre e integral. O Programa Habitare é custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e conta também com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), na forma de bolsas, e da Caixa Econômica Federal. 

Mais informações: www.habitare.org.br
 
 
 
 
 
"Como é terrível conhecer, quando o conhecimento não favorece quem possui!"
Sófocles

A Microsoft incluiu a ferramenta de conversão de texto em áudio nos programas Windows XP 2000 e 2007. O software é gratuito e pode ser baixado por este endereço a partir desta sexta-feira (16).
 
A funcionalidade Save as Daisy XML, agora incluída nos programas Windows XP e 2007, permitirá gravar arquivos baseados em Office Open XLM no formato Daisy (Digital Acessible Information System) e depois passá-los para MP3 ou outro formato áudio.
 
Na prática, o usuário pode usar essa aplicação para transformar arquivos de texto em áudio e criar um livro digital falado, por exemplo. Outra possibilidade é pegar uma matéria na web e transformá-la em podcast para ser ouvido pelo rádio. Isso vale tanto arquivos feitos ou que o usuários escreva.
 
"Essa é uma facilidade que pode ser explorada por desenvolvedores e pelo usuário nornal. Inclusive, é uma facilidade de grande uso para os portadores de deficiência auditiva", explica Roberto Prado, da Microsoft.
 
A iniciativa teve origem no desenvolvimento conjunto da Microsoft com o Consórcio Daisy, projeto criado para permitir que esses usuários interajam de forma mais eficiente com tecnologias alternativas em seu dia-a-dia.
A ação de colaboração desenvolvida em código aberto permite que desenvolvedores utilizem o código fonte e outros recursos em seus próprios aplicativos. Para acessá-lo, basta ir ao site do SourceForge, em http://sourceforge.net/projects/openxml-daisy.
 
A adoção do Open XML continua a crescer em todo o setor em várias plataformas, entre as quais, Linux, Windows e sistemas operacionais Mac e Palm. Também está disponível a nova versão do Daisy Pipeline, um outro download gratuito que permitirá ao usuário converter facilmente arquivos em Daisy XML para o formato Daisy Digital Talking Book (DTB ou Livro Digital Falado - LDF). Essas tecnologias representam uma solução multifuncional para a conversão de documentos de texto em formatos acessíveis aos usuários portadores de deficiência visual.
 
Fonte: WNews
 
"Uma coisa é mostrar a um homem que ele está errado e outra coisa é
instruí-lo com a Verdade"
John Locke
John Locke

O mar pode ser a estrela no Google Earth. A desenvolvedora Just Magic tem uma página para o seu não-oficial Google Ocean (www.justmagic.com/GM-GE.html). O projeto organiza informações como fotos costeiras, localização de naufrágios e zonas de pescaria ao programa.

É preciso ter o Google Earth instalado. O usuário escolhe quais dados quer, baixa o arquivo e deve clicar duas vezes sobre ele, para que abra no software visualizador 3D. No menu na esquerda, é possível ligar e desligar as camadas que aparecem com informações.

Peio Elissalde, um dos responsáveis pelo projeto, disse à Folha que, em poucas semanas, um novo aplicativo, independente do Google Earth, deve ser lançado no site, que recebe cerca de 250 visitas diárias.

Baleias
A ONG ambientalista Greenpeace tem um site dedicado as baleias jubartes. Em www.greenpeace.org/brasil/a-trilha-das-grandes-baleias é possível ver vídeos dos animais e acompanhar sua movimentação no oceano em um mapa.

Também da organização, em oceans.greenpeace.org/en/the-expedition/route/a-year-long-voyage?oo um mapa dá acesso a ícones com informações de uma expedição marítima que durou um ano. (GVB)

 
"Sou demasiado cético para ser incrédulo"
Benjamin Constant

Os responsáveis pelo site LibriVox declaram ter como objetivo “dar vida a livros através de podcast”. Para isso, gravam a leitura de capítulos de livros do domínio público e disponibilizam na Internet o áudio. O site foi idealizado por um escritor de Montreal (Canadá), mas também conta com conteúdo em português (até o momento, algumas poesias de Fernando Pessoa). O LibriVox é finalista no Stockholm Challenge 2008, concurso sueco para novos projetos de tecnologia da informação.
 
 

 
"Tudo é caro de mais quando não é necessário" James Joyce

O Google apresentou nesta segunda-feira o Google Health, um serviço de informações em inglês sobre saúde que combina o mecanismo de busca com um registro sobre a saúde pessoal do usuário.
 
A ferramenta inclui um link para ajudar usuários a encontrarem médicos por localização ou especialização. A "caixa de remédios virtual" avisa os pacientes quando eles precisam tomar remédios e as possíveis interações entre diferentes medicamentos.
 
Usuários também podem importar registros médicos se estes estiverem disponíveis em formato digital. O serviço inclui links para cadeias de farmácia, médicos e hospitais
 
 
 
"Estimamos pouco aquilo que obtemos com demasiada facilidade"
Thomas Paine

Notícias



A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estreou a nova versão do Portal Inovação, serviço eletrônico que estimula a cooperação entre os vários atores do sistema nacional de inovação, inseridos na academia, setor privado e governo.
 
O portal foi concebido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em colaboração com o Instituto Stela, de Santa Catarina. Além de promover a interação entre a oferta e a demanda por conhecimento tecnológico, o objetivo do portal, segundo a ABDI, é criar um ambiente rico em informações relevantes para a promoção da inovação no país.
A nova edição consiste na ampliação e consolidação dos instrumentos e componentes do portal, na reformulação do seu design e no intercâmbio de informações entre serviços e sistemas internos, como as bases de dados de outras instituições.
 
Com essas ferramentas é possível produzir estudos setoriais e temáticos sobre inovação à medida que empresas de todo o país podem encontrar indicadores específicos para o seu estado e também indicadores de outras empresas no sistema nacional de inovação.
 
Ao fazer a gestão das informações que constam no site, o usuário pode analisar para quais áreas de conhecimento ou  setores da economia estão sendo direcionados os instrumentos de apoio à inovação, ou ainda se os investimentos têm alterado a competitividade do setor produtivo nacional.
Pode ainda demandar ou ofertar competências em recursos humanos uma vez que o portal conta com currículos de especialistas e, no caso de empresas, os portfólios de produtos e serviços.
 
O site traz ainda notícias, eventos e acesso aos instrumentos de incentivo à Política Industrial Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce), marcos legais sobre inovação, casos de sucesso, relatórios estratégicos e biblioteca virtual.
Serviços exclusivos para as pequenas e médias empresas também são oferecidos a partir de um recorte setorial desenvolvido por encomenda da Associação Nacional de Entidades Promotora s de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).
 
O Portal Inovação mobiliza atualmente mais de 19 mil grupos de pesquisa e desenvolvimento de universidades e instituições de ciência e tecnologia no Brasil e 3,4 mil empresas e 280 institutos de ciência, tecnologia e inovação.
 
 
 
 
"As coisas apenas valem pela importância que lhes damos" André Gide

Os cibernautas já podem testar o novo motor de busca Powerset. Este motor de busca afasta-se da convencional tecnologia de palavras chave, tendo sido desenhado para entender o significado das páginas Web. O Powerset surge, por isso, com a promessa de alterar a forma como se fazem pesquisas na Web ao oferecer – em teoria  uma experiência de pesquisa mais inteligente e eficiente. A versão beta que foi colocada online consegue resultados que têm impressionado alguns observadores, mas ainda tem um alcance e um índice de páginas muito reduzido, o que coloca algumas dúvidas sobre a sua capacidade de competir à escala do motor de busca da Google.

Os motores de busca tradicionais, como o Google, realizam as suas pesquisas através de palavras chave, tratando as páginas Web como “caixas de palavras” e indexando o seu conteúdo sem compreender o seu significado. É precisamente isto que o Powerset pretende mudar, ao recorrer a tecnologia proprietária e a tecnologia licenciada pela PARC (subsidiária da Xerox) para criar uma representação semântica ao analisar sintacticamente cada frase para dela extrair o seu significado. “Estamos a mudar a forma como a informação é pesquisada ao fazer uma análise muito mais profunda às páginas que indexamos”, afirmou Scott Prevost, director de produtos da Powerset.

Para já, o índice do Powerset é muito limitado, tendo apenas alguns milhões de páginas da Wikipedia e da Freebase da Metaweb Technologies, uma estrutura de base de dados para informação baseada em Web. No entanto, Prevost prevê que o índice comece a expandir-se no espaço de um mês após o seu lançamento, e que eventualmente venha a rivalizar com os índices do Google, do Yahoo e de outros.
 
 
 
 
 
"Nem todos para os quais o cão late são ladrões"
Máxima hassídica
 
 

 
PARIS (AFP) — A editora francesa Larousse lanço sua "primeira enciclopédia interativa" na internet - larousse.fr -, que atualiza gratuitamente o conteúdo de seu dicionário enciclopédico, inclusive com contribuições de internautas.
 
Para evitar a mistura de seções, as contribuições dos internautas serão claramente diferenciadas do conteúdo original da enciclopédia.
 
De um lado ficarão os artigos da Larousse, identificados com a cor laranja (cerca de 150.000, mais 10.000 fotos, desenhos e ilustrações) e do outro um espaço reservado aos contribuidores, em violeta.
 
"As pessoas estão cada vez mais habituadas a esta abundância, e a diferenciar um artigo de referência de um ponto de vista", explica Line Karoubi, diretora adjunta do Departamento de Dicionários e Enciclopédias da editora, referindo-se também à enciclopédia interativa e gratuita Wikipedia, líder do setor na internet.
 
As editoras tradicionais de dicionários e enciclopédias em papel enfrentam uma dura concorrência na internet.
 
Assim, a Larousse confia em sua reputação de rigor e confiabilidade para atrair contribuições de qualidade.
 
Ao contrário da Wikipedia, onde os artigos são quase sempre anônimos, os contribuidores de Larousse terão que se identificar para incluir textos dos quais serão os proprietários, indica a editora francesa.
 
Além disso, as contribuições só poderão ser modificadas pelo autor.
 
Fonte: AFP
 
 
"O mundo recompensa com mais frequência as aparências do mérito do que o próprio mérito"
François La Rochefoucauld
 
 

Acompanhando as mudanças organizacionais, a Biblioteca Universitária deve seguir a evolução tecnológica sem perder suas características, buscando sempre a satisfação do usuário e permitindo que novos produtos e serviços sejam oferecidos à comunidade.
 
É o que ocorre na Unisul, além das mudanças, o avanço tecnológico possibilita a prática da disseminação da informação em meio eletrônico, 24 horas por dia e de qualquer localidade, tornando amplo o acesso on-line aos dados bibliográficos do material que compõem seu acervo e disponibilizando também como recurso, materiais em texto completo. Querendo se atualizar e inovar cada vez mais, a Pró-Reitoria Acadêmica criou um projeto que tem como proposta a disponibilização dos trabalhos finais dos cursos de graduação e pós-graduação da Unisul.
 
"É um marco institucional, de disseminação da produção científica. Era uma necessidade e, finalmente, com o avanço tecnológico, está sendo possível aplicar", relata a Coordenadora do Programa de Bibliotecas da Pró-Reitoria Acadêmica (Proac) Cristiane Salvan Machado. Para acessar os textos é simples, basta entrar na página inicial da Unisul e ir até a área da biblioteca. Lá pode-se fazer pesquisas de acervo de livros, jornais e revistas disponíveis no local. As primeiras monografias já estão no sistema, e também é possível encontrar dissertações de mestrado para consulta.
 
As monografias serão selecionadas de acordo com a avaliação de cada coordenação de curso. A banca examinadora dos trabalhos de conclusão de curso irá fazer sua avaliação e indicará os trabalhos que despertarem interesse. A partir daí, os coordenadores decidirão quais serão publicados. Os acadêmicos deverão entregar à coordenação um CD com o trabalho já em formato PDF, que é o formato usado no site para publicação e visualização.
 
A Diretora de Ensino, Pesquisa e Extensão, Regina Maria Gubert Ehrensperger, diz que o apoio dos coordenadores de curso será fundamental para a divulgação e consolidação desta nova prática na Unisul. A adesão por parte dos cursos é importante para o processo de seleção e envio dos trabalhos. Com todos os cursos colaborando, será possível, dentro de pouco tempo, encontrar diversas monografias dos mais variados temas e áreas no acervo virtual da Biblioteca Universitária da Unisul.
 
 
Fonte: Universia
 
 
"O difícil é ser simples" Carlos Drummond de Andrade

A Microsoft decidiu abandonar o projecto para a criação de uma biblioteca digital e anunciou que se vai centrar noutro tipo de objectivos mais comerciais. A decisão foi anunciada num blog da empresa num texto onde o responsável de portais e publicidade da Microsoft, Satya Nadella, assume a decepção que esta notícia trará a todos os investidores, comunidade académica e utilizadores.

No âmbito da estratégia, serão encerrados os serviços Live Search Books e Live Search Academic, cujos conteúdos passarão a ser integrados no motor de busca geral da empresa, garante a Microsoft.

Com o final destas plataformas, acaba também o desejo de concorrer com a Google e com a sua biblioteca digital e terminam os trabalhos locais nas universidades e bibliotecas, onde eram efectuadas as digitalizações das obras.
Enquanto manteve activos os serviços Live Search Books e o Live Search Academic, a Microsoft conseguiu digitalizar 750 mil livros e indexou 80 milhões de artigos.
 
"Autodidata: ignorante por conta própria"
Mário Quintana


 
Gravações de orquestras e partituras estão disponíveis no 'site'
O propósito do MusOpen é tornar pública toda a música que já não esteja abrangida pela protecção de direitos de autor. E o serviço online adicionou recentemente novos títulos ao seu repertório: as 32 sonatas para piano compostas por Beethoven disponíveis para download gratuito e ilimitado.

Muitas das partituras escritas pelos grandes compositores da história da música fazem parte do domínio público desde há muito - os direitos expiram ao fim de 70 anos depois da morte do respectivo autor. Mas esta condição não torna acessíveis as obras gravadas para serem utilizadas em remisturas ou bandas sonoras. Às edições discográficas estão associados direitos conexos, que recaem sobre os intérpretes que executam as obras. E na Europa, a sua duração é de 50 anos desde a edição comercial. Tais direitos impedem a utilização livre dos registos.

O MusOpen propõe a regravação destas obras por músicos profissionais. Para tal, convoca os seus utilizadores para o apoio nos custos que suportam tal processo. As doações feitas online servem para pagar as gravações, que posteriormente são colocadas no site à disposição de qualquer pessoa. Por exemplo, para gravar as 32 sonatas de Beethoven foram recolhidos dois mil dólares em doações. De acordo com o próprio MusOpen, são necessários cerca de cinco dólares por pessoa para que uma gravação deste género seja concretizável (menos de cinco euros).

Neste momento, são já 28 os compositores representados na base de dados musical apresentada pelo MusOpen. E toda a música está disposta de acordo com diferentes categorias: por compositor, intérprete, instrumento, período ou forma (do cânone à suite). Bach, Mozart, Debussy ou Chopin fazem parte do catálogo, com ficheiros em MP3 transferíveis para leitores portáteis (contudo, não é facultada informação sobre a taxa de bits da codificação digital).

Além da música gravada, o MusOpen oferece também partituras, no formato PDF, que podem ser visualizadas online através de software como o iPaper ou o Scribd. Em breve estarão disponíveis cópias para impressão e só neste modelo será cobrada uma pequena comissão.

Os músicos e as orquestras que gravam para o MusOpen estão relacionadas com o mundo académico americano. O próprio serviço foi desenvolvido por um estudante universitário, Aaron Dunn, aluno do curso de Economia.
 
 
 
 
 
 
"Controle a sua mente ou ela o controlará"
Horácio 
 

 

O blog Pesquisa Mundi está no Anel de Blogs Científicos

 

O que é

Iniciativa de pesquisadores do Laboratório de Divulgação Científica da USP, campus de Ribeirão Preto, o Anel de Blogs Científicos é um portal que reúne tudo que se publica em blogs sobre ciência em língua portuguesa.

 

http://dfm.ffclrp.usp.br/ldc/

 

"Admiremos os grandes mestres, mas não os imitemos"
Victor Hugo

 

Vozes e imagens do Movimento pelos Direitos Civis nos Estados Unidos estão disponíveis na internet, através da Civil Rights Digital Library (Biblioteca Digital de Direitos Civis).

 

Uma iniciativa da Universidade da Geórgia, a Biblioteca apresenta a luta pela igualdade racial nas décadas de 50 e 60, através de vídeos, documentos históricos, diários e cartas.

 


http://crdl.usg.edu/voci/go/crdl/home

 

 


Fonte: Pesquisa Mundi

 

Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.


"Mesmo se eu soubesse que amanhã o mundo se partiria em pedaços, eu ainda plantaria a minha macieira."
Martin Luther King Jr.

Livros e manuscritos de Timbuktu serão disponibilizados na internet.
Região era vibrante centro intelectual entre séculos XV e XIX.
 
De Timbuktu até aqui, revertendo a famosa expressão, as palavras escritas do lendário oásis africano estão sendo entregues via caravana eletrônica. Um carregamento de livros e manuscritos, alguns apenas recentemente resgatados da decadência, está sendo digitalizado para a internet e distribuído para acadêmicos por todo o planeta.
 
São trabalhos sobre leis e história, ciência e medicina, poesia e teologia, relíquias da era dourada de Timbuktu como uma encruzilhada em Mali para troca por ouro, sal e escravos ao longo do limite meridional do Sahara. Se o nome é agora sinônimo para uma distância misteriosa, a literatura declara que seu papel anterior era o de um vibrante centro intelectual.
 
Nos anos recentes, milhares destes livros amarrados em couro e frágeis manuscritos foram recuperados de arquivos de família, bibliotecas particulares e depósitos. O governo da África do Sul está financiando a construção de uma biblioteca em Timbuktu para abrigar mais de 30.000 destes livros. Outras contribuições apóiam renovações de arquivos familiares e projetos para preservar, traduzir e interpretar os documentos.
Agora, os primeiros cinco dos raros manuscritos de bibliotecas particulares foram digitalizados e disponibilizados na internet (www.aluka.org) para acadêmicos e estudantes. Até o final do ano espera-se que pelo menos 300 sejam disponibilizados online.
 
O projeto para colecionar os manuscritos digitais está sendo organizado pela Aluka, uma companhia internacional sem fins lucrativos dedicada a trazer conhecimento da e sobre a África para o mundo acadêmico.
 
Em parceria com um consórcio de bibliotecas privadas em Timbuktu e com o financiamento da Fundação Andrew W. Mellon (Andrew W. Mellon Foundation), a Aluka alistou técnicos em mídia da Northwestern University para projetar e montar um estúdio de fotografia de alta resolução em Timbuktu. Uma equipe local foi treinada para operar o estúdio.
 
Muitos documentos na graciosa caligrafia Arábica são um deleite visual. Embora a escrita seja em sua maioria em Arábico, alguns manuscritos trazem vernáculos adaptados para a escrita Arábica, o que com certeza representará um desafio para os acadêmicos.
 
"Os manuscritos de Timbuktu agregam grande profundidade ao entendimento da diversidade de história e civilizações da África,” diz Rahim S. Rajam, gerente de desenvolvimento de coleção da Aluka.
 
Pesquisadores têm sido atingidos pela gama de assuntos que atraíram os acadêmicos de Timbuktu por muitos séculos e adentrando o século XIX. A maior parte dos primeiros manuscritos digitalizados é do século XV ao XIX. Os tópicos incluem as ciências da astronomia, matemática e botânica; artes literárias; práticas e pensamentos da religião Islâmica; provérbios; opiniões legais; e explicações históricas.
 
“É um rico arquivo de literatura histórica e intelectual que está apenas começando a tornar-se mais amplamente entendida e acessível a um largo grupo de acadêmicos e pesquisadores,” comenta Rajan, que é especialista em estudos do Oriente Médio.
 
Em um seminário recente conduzido online, membros da equipe da Aluka-Northwestern descreveram alguns dos problemas em começar as instalações de digitalização em Timbuktu: interrupções freqüentes da rede elétrica e tempestades de areia que danificam delicados componentes eletrônicos.
 
“Não era tão ruim quanto outros lugares que já vi,” diz Harlan Wallach, diretor do Estúdio Avançado de Produção de Mídia na Northwestern, que montou instalações similares na Ásia. “Nós explodimos muitos mais transformadores e equipamentos trabalhando num projeto na China do que em Timbuktu.”
 
Enquanto não há substituto para consultar os manuscritos reais, diz Wallach, é melhor lê-los em sua forma digital. Muitas das páginas dos originais são tão frágeis que não podem ser manuseadas.
 
Mesmo que a Timbuktu contemporânea seja uma sombra opaca e poeirenta de seu renomado passado, vivendo principalmente dos poucos turistas ainda atraídos por seu nome e lenda, as páginas de sua história estão emergindo da obscuridade e, em alguns casos, sendo disseminadas à velocidade da luz.
 
Fonte: G1
 
"O natural se perde se não é cultivado"
Etienne de La Boétie
 

Saúde Pública

20:24 @ 28/05/2008

Segue sugestão de algumas bases imprescindíveis para a pesquisa em Saúde Pública:
 
 
Biblioteca Virtual em Saúde - Saúde Pública
http://saudepublica.bvs.br/
 
Portal de Evidências em Saúde Pública
http://evidenciassp.bvs.br
 
 
Biblioteca Virtual em Saúde FIOCRUZ
http://bvsfiocruz.fiocruz.br/php/index.php
 
Portal de Teses e Dissertações FIOCRUZ
http://thesis.cict.fiocruz.br/
 
Portal de Textos Completos Saúde Pública
http://textocsp.bvs.br/
 
Base HISA - Base bibliográfica em História da Saúde Pública na América Latina e Caribe
http://www.coc.fiocruz.br/areas/dad/hisa/
 
 
Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.
 
 
 
"Quem exige ajuda constante, e, do mesmo modo, quem nunca a presta, não é amigo. O primeiro quer comprar o nosso esforço com o seu afeto; o segundo nos rouba, para todo o futuro, a esperança consoladora"
Epicuro

 

Em comemoração aos 120 anos do nascimento de Fernado Pessoa, a Casa Fernando Pessoa disponibilizará gratuitamente 200 livros digitalizados de sua biblioteca a partir dia 13 de junho, data de seu nascimento.

 

O projeto prevê a digitalização de 1200 documentos, entre livros, revistas e jornais da biblioteca do autor, uma equipe do Centro de Linguística Portuguesa da Universidade de Lisboa (CLUL) começou o trabalho voluntário em abril deste ano.

 

Fonte: Pesquisa Mundi

 

 

"De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos."

Fernando Antônio Nogueira Pessoa

 

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