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Logotipo da Biblioteca Digital do Instituto de Estudos Clássicos

 

Biblioteca digital permite melhor divulgação científica

A sala D. João III, no arquivo da Universidade de Coimbra (UC), recebeu ontem a apresentação da recém-criada biblioteca e editora online, a Clássica Digitalia. Segundo o coordenador do projecto, Delfim Leão, um dos objectivos principais é «divulgar a produção científica».


A página na Internet está em crescimento, reunindo para já obras de 2008 e 2009. O material incide na área dos Estudos Clássicos e Humanísticos, um universo que abrange campos diversificados como a literatura, a história de arte ou a filosofia, entre outros.


«Trabalhámos no projecto durante mais de um ano e agora queremos editar cerca de 20 volumes por ano», projectou Delfim Leão. Se a meta for cumprida, a Clássica Digitalia pode transformar-se na maior editora portuguesa na área dos Estudos Clássicos.


Durante a conferência de ontem, que contou com a presença de dezenas de alunos, foi lançado um suplemento da revista “Humanitas”, com o nome “Espaços e paisagens – Antiguidade clássica e heranças contemporâneas”. A obra ficou imediatamente disponível na Clássica Digitalia, ainda antes de ser comercializada. «Queremos disponibilizar os livros assim que sejam editados e os “downloads” são todos gratuitos. Pensamos que é possível editar assim e continuar a vender livros em formato papel. Mas no fundo prevalece a ideia de divulgar a cultura científica», contextualizou o coordenador.


A maioria das obras pertencem a investigadores da Universidade de Coimbra, mas os responsáveis garantiram que o projecto abrange «investigadores de todo o país» e que «a edição pode vir de qualquer parte».


A página, que dentro de poucos dias estará disponível em http://classicadigitalia.uc.pt:8080/, apresenta uma navegação simples e eficaz e permite pesquisar obras antigas por autores, dadas, títulos e temas. Os cibernautas podem recolher informação em português ou inglês. O sítio contempla ainda um “link” para um género de arquivo da revista “Humanitas”, onde estão digitalizadas mais de 30 mil páginas das edições antigas, algumas com várias décadas.


A publicação das obras online tem a vantagem de permitir que os trabalhos académicos sejam editados «apenas pelo critério qualidade», sem que exista a preocupação comercial do número de vendas que normalmente existe na versão papel.


A digitalização de livros é uma tendência cada vez maior. Recorde-se, a título de exemplo, a Biblioteca Digital Mundial da UNESCO, apresentada esta semana.
No entanto, Delfim Leão alertou para a importância de não desprezar as edições impressas dos livros. A própria editora vai continuar a publicar «manuais em papel». «O livro impresso é único e permite um grande prazer sensorial ao folhear e até cheirar», acrescentou o coordenador.


A ideia é partilhada com a directora do Arquivo da Universidade de Coimbra. «A digitalização é uma exigência e não podemos perder este comboio, mas é possível uma união muito pacífica com o impresso», comentou Maria José Azevedo Santos.

 

Fonte: Diário de Coimbra

O Departamento de Justiça dos EUA está investigando um acordo de ação de classe envolvendo o Google, que deu ao gigante das buscas o direito de digitalizar e vender bibliotecas completasConforme um acordo firmado em outubro do ano passado entre o Google e a Associação de Autores de Editoras Americanas (AGAAP), a empresa de internet vai pagar 125 milhões de dólares para criar um Registro de Direitos de Livros, no qual autores e editoras podem incluir títulos e recebem uma compensação por assinaturas instituicionais e vendas de livros.
 
O plano do Google é permitir que os leitores façam buscas pelos milhões de livros digitalizados, naveguem pelas páginas e paguem por cópias de trechos ou de conteúdos na íntegra.
 
Entretanto, o acordo também daria ao Google a liberdade de digitalizar títulos "órfãos", o que gerou preocupação de grupos antitruste"Basicamente, o Google terá passe livre para vender todos esses livros", afirmou James Grimmelmann, professor da Faculdade de Direito de Nova York.
 
Fonte: Abril

O teste da biblioteca

16:50 @ 05/05/2009

Especialista aprova site que se propõe a reunir o maior número de informações históricas
 
Frederico Bottrel - Estado de Minas
 
Marcos Michelin/EM/D.A Press
Professora Júlia Guimarães da Silveira destaca a fácil navegabilidade e a interface intuitiva do portal
 

Lançada na última semana, a Biblioteca Digital Mundial (BDM), projeto encabeçado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), promete se transformar em referência quando o assunto é (muita) informação de qualidade na internet. São 1,7 mil itens disponíveis gratuitamente para pesquisa, de bibliotecas de várias partes do mundo, com navegação em sete idiomas, incluindo português. Em meio à vastidão de conteúdos que não passam de lixo virtual, aproveitar o espaço livre da web com propósito tão bacana já é mérito do projeto. Para avaliar a eficácia do sistema, o Informátic@ convidou a professora Júlia Guimarães da Silveira, da Escola de Ciência da Informação da UFMG.


Depois de testar o portal, a professora concluiu que a navegabilidade do sistema virtual não oferece dificuldades: “A disposição das informações é bastante interessante e condizente com os propósitos da BDM, enquanto espaço para oferecer acesso compartilhado e cooperativo e divulgar recursos de informação raros ou valiosos, provenientes de todo o mundo”.


O desenho da página inicial, com as informações dispostas em mapa retratando os países de onde vieram os acervos digitalizados, reflete bem o espírito da coisa, na opinião da professora. “Aparenta a intenção de se colocar as regiões componentes do nosso planeta, como provedoras de informação e de cultura, irmanadas em ideais comuns, aparentemente livres de barreiras, preconceitos culturais e isentos de interesses de dominação”, acredita.


A interface, disponível em sete línguas, atenua a questão da barreira linguística, de acordo com Silveira: “É possível pesquisar por termos específicos ou acessar o catálogo por diversos pontos: local, tipo de item, ou por instituição contribuinte. O modo mais simples ou fácil, de uso do sistema, encaminha o usuário, página por página, para visualizar o trabalho original, frequentemente com descrição em várias línguas, o que facilita a expansão do nível de compreensão da informação ali organizada”.


O conteúdo, em constante expansão, também arrancou elogios da especialista, que o classificou como “abrangente e diversificado”, cobrindo vasto período histórico, de 8000 a.C. aos dias de hoje. Ciências sociais, filosofia, psicologia, tecnologia, religião, idiomas, artes, ciências naturais, matemática, literatura, retórica, história e geografia são as áreas de conhecimento contempladas pelo acervo. “A equipe se esforçou para incluir conteúdos importantes e culturalmente significativos sobre cada país-membro da Unesco”, define Silveira.


A professora desenvolve pesquisa na UFMG, sobre fontes de informação para antiquários e amantes das artes e cultura. O objetivo é construir uma biblioteca virtual temática especializada, que possa atender a profissionais ou interessados em artes e antiguidades de modo geral. O cronograma prevê lançamento da biblioteca até o fim do ano.


Contribuição brasileira No que diz respeito ao Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional contribuiu doando os arquivos digitalizados da coleção Thereza Christina, com imagens referentes ao Brasil e ao mundo do século 19, retratando o período e refletindo a personalidade do imperador D. Pedro II, eleita pela Unesco como patrimônio mundial.


“Somos mais que colaboradores, somos parceiros-fundadores”, defende Liana Amadeu, diretora do Centro de Processos Técnicos da fundação, que doou, ao todo, mais de 1,5 mil documentos para o acervo virtual da BDM. O conteúdo será disponibilizado aos poucos no site, mas já se encontra na página da Biblioteca Nacional. As próximas doações devem, de acordo com Liana, compreender o acervo das aquarelas de Debret, que pintou nossa biodiversidade.


O laboratório de digitalização da fundação brasileira tem equipe de 19 pessoas, incluindo digitalizadores, webdesigners, historiadores, arquivistas e analistas de sistemas, que transformam as obras físicas em documentos virtuais, usando scanners especiais. Liana destaca o trabalho de ponta desenvolvido. “Normalmente imaginamos nosso país como atrasado em tecnologia. Mas, nessa área de digitalização de acervos culturais, comprovamos nível internacional de qualidade. Acho que isso conforta nosso ego”, brinca entre risos.


• Biblioteca Digital Mundial
http://www.wdl.org/


• Biblioteca Nacional Digital
www.bn.br/bndigital
 
 
 
 

O Google Maps criou uma visualização dos locais de ocorrência da gripe suína, que surgiu no México e ainda não foi verificado apenas na África e na Ásia.
 
Os cientistas afirmam que o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus A/H1N1 poderá levar entre 4 e 6 meses.
 
O mapa mundial da gripe suína mostra o espalhamento rápido da doença. Os marcadores rosa assinalam casos suspeitos; os roxos são casos prováveis ou confirmados; marcadores sem um ponto em seu interior marcam os locais onde houve morte causada pela doença. Marcadores amarelos mostram casos negativos.
 
Em busca da cura
Casos de gripe suína são mostrados em tempo real no Google Maps
 
 
O mapa está sendo atualizado em tempo real, assim que as autoridades nacionais disponibilizam informações sobre novos casos.
 
 

com a palestrante Rosemeire Rocha Pinto - Bibliotecária da BIREME/OPAS/OMS.

 
  • Data do evento: dia 13 de maio (quarta-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 05/05 a 11/05/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Clóvis Salgado
  •           Rua Botucatu, 862
  •           Edifício de Ciências Biomédicas - térreo
 
Inscrição gratuita.
 
 

Acesse o link  http://proex.epm.br/eventos09/biblio/

 

Haverá certificado.

 

 

Fonte:
 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coordenadora do Evento

Novo blog Pesquisa Mundi

19:30 @ 11/05/2009

 

 

A partir de agora o blog Pesquisa Mundi tem novo endereço

 

pesquisamundi.blogspot.com

 

Todas as mensagens do blog anterior estão sendo migradas paulatinamente.