Grupos

Para celebrar o dia mundial da Biodiversidade o Herbário da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra colocou hoje on-line uma base de dados com mais de 30 mil espécies de plantas das cerca de 700 mil existentes no herbário.

O projecto destina-se sobretudo a investigadores, sendo uma das principais características a necessidade de introduzir o nome cientifico da planta para se poder aceder à informação. O site está em português, mas os responsáveis pretendem ter alguns conteúdos em inglês para «possibilitar a comunicação com qualquer investigador no mundo», afirmou à Lusa a responsável pelo projecto, Fátima Sales.

Quanto ao projecto a responsável defende que «o principal objectivo é estimular o gosto pela botânica e pela conservação e intervir com qualidade na educação científica na área da botânica associada à diversidade».
 

Vinhos portugueses agregados na mesma base de dados
Vinhos portugueses agregados na mesma base de dados
O Infovini – Vinhos de Portugal ( www.infovini.com ), o portal on line de promoção e divulgação do vinho português, é apresentado, publicamente, no próximo dia 25 de Maio, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP). O Infovini, desenvolvido pelo INEGI – Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial e financiado em 50% pelo Programa Operacional Sociedade do Conhecimento (POS_Conhecimento) no âmbito da medida “Conteúdos para a Banda Larga”, envolveu um investimento na ordem dos 180 mil euros.
 
 

 
 
A Convera, empresa dedicada ao desenvolvimento de motores de busca especializados, criou um motor de busca para os médicos de clicnica geral franceses. O SearchMedica France foi desenvolvido em colaboração com a CMPMedica e Le Quotidien du Médecin.

O novo motor de busca disponibiliza acesso a sites de medicina reconhecidos, de publicações especializadas e fontes clínicas, para além de permitir o acesso à base de dados da CMPMedica que contém informação de cerca de 3500 farmacêuticos. Os resultados das buscas são organizados segundo categorias médicas.

Em comunicado o CEO da Convera, Patrick Condo, considera que «o SearchMedica France apresenta uma forma de procurar na Internet conteúdos muito importantes que os profissionais possam confiar».

A França é o mais recente país a ter um motor de busca deste tipo, depois de a Convera e a CMPMedica terem lançado o SearchMedica no Reino Unido para médicos de clínica geral e uma solução nos EUA para cuidados de saúde primários e psiquiatras.

A CMPMedica pretende agora desenvolver novos motores de busca para outras especialidades e países.
 

A Google vai ampliar a sua biblioteca digital ao adicionar mais de 800 mil livros e manuscritos da Universidade de Mysore, na Índia, à base já existente. Entre os documentos cedidos pela instituição destacam-se os primeiros tratados políticos do país, datados do século IV antes de Cristo, escreve a Vnunet com base em informações da empresa norte-americana.

De acordo com o vice-reitor da universidade, J. Shashidhara Prasad, o espólio da instituição inclui "cerca de 100 ml documentos escritos em papel sobre folha de palma, alguns deles do século VIII". Ao permitir a digitalização das obras, Prasad acredita que se estará a "preservar a herança cultural" enquanto se "difunde o conhecimento".

A Universidade de Mysore, que conta com cerca de 55 mil estudantes, não exigiu qualquer recompensa pela cedência das obras. Pelo que a Vnunet avança, o único pedido da instituição de ensino foi o acesso gratuito aos títulos disponibilizados.
 

Os jornais e o Google News

13:22 @ 01/06/2007

A Google utiliza os conteúdos da imprensa, colocando-os no seu serviço noticioso sem pagar quaisquer taxas. Mas alguns jornais já se mostram indignados com esta prática.
Nos dias de hoje, a relação da imprensa com a Web enfrenta um grande dilema, que promete transformar a realidade mediática.
 
Por um lado, uma vez que tudo indica que no futuro a maioria dos leitores vai abandonar o papel voltando-se para o on-line, os jornais precisam de que as pessoas conheçam o conteúdo dos seus sites a partir de links em vários locais. Por outro, a ideia de que serviços como o Google News sobrevivam simplesmente através da apresentação de títulos e sinopses dos artigos colocados nas edições on-line de cada jornal não os agrada.
 
As empresas de comunicação social assistiram, durante algum tempo, de forma passiva a este fenómeno. Mas algo está a mudar. Será que faz sentido, em termos de negócio, continuar a permitir que o Google utilize o seu material de forma gratuita?
 
O Google não paga
O Sunday Herald, no mês passado, avançou que a Google estaria em negociações com a imprensa britânica, a fim de adquirir direitos para a utilização dos seus textos.
 
O motor de busca rapidamente desmentiu a notícia do jornal escocês. «Não pagamos para indexar conteúdo noticioso», disse um porta-voz da empresa, acrescentando que «quando os utilizadores vão ao Google News, vêm apenas os títulos, as sinopses e as miniaturas de imagens das notícias mais relevantes. Se quiserem ler o artigo, têm de aceder a um link que as encaminha para o website original».
 
Um serviço indispensável?
A legalidade do Google News tem sido, nos últimos tempos, questionada um pouco por todo o mundo. Porém, as instituições que se insurgem, acabam por consentir que este search engine utilize os seus conteúdos.
 
Note-se o que aconteceu recentemente na Bélgica. Depois de um tribunal ter concluído que este serviço viola a lei dos direitos de autor, o Google deixou, durante algum tempo, de indexar artigos de um grupo de media deste país. No entanto, há algumas semanas, voltou a colocá-los, ao que parece com permissão da própria empresa em causa.
 
A agência de informação France-Presse autorizou já o motor de busca a usar as notícias que divulga, tanto na Google News, como nos restantes serviços. Também a Associated Press assinou um acordo com a Google, prevendo a utilização de textos e fotografias da sua autoria em várias áreas (embora com excepção para a Google News).
 
Segundo a Cnet.com, 25% dos leitores de jornais on-line visitam-nos a partir de motores de busca. Ao que parece, os meios de comunicação social tem vindo a descobrir que a sua presença nos diversos serviços do Google pode, de facto, constituir uma mais-valia para o futuro.
 

Saúde global

13:24 @ 01/06/2007

Banco de dados

13:25 @ 01/06/2007


A partir de agora, 44 universidades brasileiras vão ter à disposição a maior base de dados e documentos científicos de referência do mundo: o Scopus, que no Brasil é proprietária da Editora Campus/Elsevier. A assinatura do contrato de parceria com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) será hoje, no Ministério da Educação, em Brasília. Criado em 2004, o Scopus é um banco de dados e busca refinada de documentos científicos de todo o mundo, com mais de 200 milhões de páginas de conteúdo.
 

Base de dados sobre Terrorismo

13:27 @ 01/06/2007

Global Terrorism Database (GTD)
A Global Terrorism Database foi desenvolvida pela START, pelo National Consortium for the Study of Terrorism and Responses to Terrorism com base na Universidade de Maryland com financiamento do U.S. Department of Homeland Security (DHS).
 
A base contém mais de 80.000 incidentes terroristas de 1970 até 2004. Identifica mais de 30.000 ataques com bomba, 13.400 assassinatos e 3.200 sequestros. Também detalha mais de 1.200 ataques terroristas dentro dos Estados Unidos.
 
O projeto foi iniciado em 2001 quando pesquisadores da Universidade Maryland obtiveram uma base de dados da Pinkerton Global Intelligence Services. Este material foi digitalizado, aumentado e corrigido.
 

Fonte: Pesquisa Mundi / National Consortium for the Study of Terrorism and Responses to Terrorism

“Os trabalhos identificaram dificuldades de uso do Portal, fornecendo subsídios para implantação de melhorias, e também apresentaram o que está dando certo”, disse Elenara Chaves, coordenadora do Portal de Periódicos da Capes.

 

Para ler a matéria completa, clique aqui.

 
A Biblioteca Harold B. Lee da Brigham Young University (Utah) alcançou mais de 1.000 teses e dissertações digitais em seu acervo.
 
O sistema eletrônico funciona desde 2002.
 
As teses e dissertações podem ser acessadas no endereço:
 
 
 
 
 
Fonte: Pesquisa Mundi / Brigham Young University

Talk-show científico

13:33 @ 01/06/2007

Popularizar sem vulgarizar a ciência. Esse é o lema do programa de entrevistas Ciência Brasil, que está no ar há dois meses na internet e que tem como âncora Marcelo Hermes-Lima, professor do Departamento de Biologia Celular da Universidade de Brasília (UnB).

 

Para ler a matéria completa, clique aqui.

CRL Logo
Center for Research Libraries
 
 
 
 
Brazilian Government Document Digitization Project (Projeto de Imagens de Publicações Oficiais Brasileiras )
 
O Latin American Microform Project (LAMP) no Center for Research Libraries* (CRL) foi patrocinado pela Fundação Andrew W. Mellon para produzir imagens digitais de séries de publicações emitidas pelo Poder Executivo do Governo do Brasil entre 1821 e 1993, e pelos governos das províncias desde as mais antigas disponível para cada província até o fim do Império em 1889. O projeto proporciona acesso via Internet aos documentos, facilitando assim a sua utilização por pesquisadores e prestando apoio às pesquisas latino-americanas nesta iniciativa patrocinada no hemisfério pela Fundação Andrew W. Mellon.
 
 
 
* O CRL é um consórcio de Universidades Norte-Americanas e Bibliotecas independentes de pesquisa.

Periódicos da América Latina

17:54 @ 01/06/2007

Latin Americanist Research Resources Project - LARRP
 
 
Latin American Periodicals Tables of Contents - LAPTOC
 
 
 
 
O LAPTOC é um projeto da Universidade do Texas em Austin e promove o acesso a periódicos publicados na América Latina e Caribe.

O Google é o buscador mais popular e seu desenvolvimento tecnológico chega a parecer imbatível. Mas os rivais não pensam assim: nas últimas semanas, tanto o Yahoo quanto a Microsoft colocaram no ar, em caráter de teste (beta), suas novas ferramentas de busca.
 
A idéia de ambas é, justamente, a mesma do Google Universal Search: misturar vários tipos de informação (sites, fotos,mapas, etc.) em uma só lista de resultados. Ambas as ferramentas copiam o visual minimalista, bem limpo, do Google.

IMAGINE SÓ O novo buscador da Microsoft, que se chama Imagine Live Search (search.imagine-live.com), é o mais desenvolvido. Ele mostra fotos junto com os resultados das buscas e tem um recurso exclusivo: se você passar o mouse sobre a imagem, ela cresce. Ou seja, dá para ver bem a fotinho sem precisar acessar o site onde ela está.

Com as notícias, é a mesma coisa. Você pode ler o primeiro parágrafo de cada texto sem sair do buscador. Basta passar o mouse sobre os links. É muito legal - e isso o Google não tem. Já o mapa do Imagine Live é meio sem sentido: em vez de mostrar um mapa relevante para a busca, o Microsoft Imagine exibe a localização do usuário - no meu caso, São Paulo. Não serve pra nada. E a ferramenta da Microsoft fica devendo vídeos.

ALPHA EM VERSÃO BETA O Yahoo, grande competidor do Google, está testando o Alpha (au.alpha.yahoo.com), cuja proposta também é a busca universal. Além de uma lista de sites, os resultados incluem fotos - do site Flickr, que pertence ao Yahoo -, notícias, verbetes da enciclopédia Wikipedia e até conteúdo do serviço Yahoo Respostas (em que os internautas respondem a dúvidas sobre os mais diversos assuntos).

Os resultados incluem vídeos, mas eles não são fornecidos pelo Yahoo Videos. Vêm do YouTube - que pertence ao Google. No Alpha, os chamados "links patrocinados", ou seja, aquelas propagandas que vêm junto com a busca, são opcionais - você só vê se quiser.

O grande problema do buscador é justamente esse: ele não mostra as coisas automaticamente. Se quiser acessar algum dos seis tipos de conteúdo adicional (fotos, notícias etc), tem de abrir item por item com o mouse. Além disso, os vídeos não rodam na própria página de resultados - ao clicar em um deles, você sai do buscador.

Tanto o Alpha quanto o Imagine Live ficam aquém do Google Universal. Na prática, são mais parecidos com o Searchmash (http://www.searchmash.com/), um buscador independente que o Google criou com o suposto objetivo de testar novidades. Ele é muito inferior ao Google Universal e faz tempo que não ganha novos recursos. Ou seja: na prática, serve mais para despistar os concorrentes. Deu certo.
 
PESQUISA ESPECIALIZADA PODE SER MAIS EFICAZ O Google e os outros megabuscadores incorporam cada vez mais informações, mas há coisas que eles não alcançam. Se você procura o telefone de uma pessoa, dificilmente irá encontrá-lo numa ferramenta de busca - é mais negócio entrar no site da companhia telefônica.

E o que fazer se você quer mandar um e-mail, mas não sabe o endereço? Para situações como essa, existem os "buscadores verticais", especializados em determinado assunto. No caso de e-mails, tente o people.yahoo.com. Mas nem sempre funciona.

O Google também não serve como dicionário, nem é uma boa opção para comparar preços de produtos. Nesse caso, uma boa pedida é consultar o Buscapé - veja quadro ao lado - e seus similares, como Bondfaro (http://www.bondfaro.com.br/) e Jacotei (http://www.jacotei.com.br/).

Para quem gosta de baixar músicas e vídeos da internet, existem buscadores como o Torrentz. Os buscadores comuns são feitos por robôs, softwares que coletam e organizam as páginas da internet. Mas, às vezes, nada substitui a inteligência humana. O buscador Dmoz (dmoz.org) tem todos os seus sites catalogados manualmente, supostamente com resultados mais relevantes.

Existem ferramentas de busca para todos os gostos. No site oedb.org/library/college-basics/research-beyond-google, há 119 opções. Existe até uma ferramenta para pesquisar no DNA humano (gdbwww.gdb.org).

FAÇA VOCÊ MESMO Que tal criar a sua própria ferramenta de busca? Você define o tema (música brasileira, por exemplo), indica os sites que farão parte da busca e pronto. Está no ar o seu próprio buscador - dá até para indicar aos amigos. Você pode fazer isso com o serviço Rollyo (http://www.rollyo.com/) ou com um recurso do próprio Google, o Coop - www.google.com/Coop.

Bibliotecas alemãs começam a digitalizar acervo 
 

Duas bibliotecas do país passaram a disponibilizar pela internet cerca de dez mil obras aos seus afiliados. A idéia é atrair principalmente o público jovem.

As bibliotecas municipais das cidades alemãs de Hamburgo e de Würzburg começaram a disponibilizar para empréstimo online dez mil livros em áudio e texto, além de vídeos. O projeto, que ainda está na fase de testes, é considerado pioneiro na Europa e deve incluir, até meados de junho, as bibliotecas municipais de Colônia e Munique.
 
Para fazer o empréstimo, basta o associado de uma das bibliotecas fornecer seu código virtual no website da instituição, escolher um título e fazer o download do arquivo, que ficará disponível no computador do usuário por cinco dias. No caso dos arquivos de vídeo e áudio, o associado também precisa ter instalado o codificador WMA.
 
"É a resposta das bibliotecas para a revolução digital", disse Holger Behrens, chefe-executivo da DiViBib, companhia responsável pelo sistema de empréstimos virtuais das duas bibliotecas.
 
Hella Schwemer-Martienssen, diretora do sistema de bibliotecas públicas de Hamburgo, disse que as bibliotecas públicas na Alemanha realizam 350 milhões de empréstimos por ano pela forma tradicional e que está na hora de competirem com a Amazon através de empréstimos virtuais para quem não pode ou não quer comprar livros.
 
A expectativa é que o sistema virtual atraia especialmente os jovens, já que eles correspondem a uma grande parcela dos usuários da internet. (tt/vn)
 

 
AMSTERDÃ (Reuters) - A Universidade da Organização das Nações Unidas (ONU) revelou nesta segunda-feira um novo banco de dados sobre crimes contra a vida selvagem para ajudar a Interpol a combater o multibilionário comércio ilegal de animais e plantas.
 
O banco de dados é parte de um projeto para compilar e analisar dados sobre crime contra natureza selvagem fornecido por organizações privadas e não-governamentais em todo o mundo, e colocar um valor exato sobre essa prática ilegal, estimada em pouco mais de 20 bilhões de dólares por ano.
 
O crescente mercado negro de animais e plantas tornou-se a terceira maior fonte de ganhos com o crime após o tráfico de drogas e armas, dizem especialistas.
 
"Quantificar os níveis de crime contra vida selvagem nunca foi possível antes", disse Remi Chandran, pesquisador da universidade, em um comunicado.
A agência policial internacional Interpol diz em seu website que o valor real desse comércio ilegal tem a chance de nunca ser conhecido enquanto grande parte dele ocorrer em partes menos desenvolvidas do mundo, mas pode ser significativamente maior do que a estimativa de 20 bilhões de dólares.
 
O novo banco de dados da ONU, apoiado pelo International Fund for Animal Welfare, tem a intenção de melhorar os sistema da própria Interpol, que se baseia em informação repassada por autoridades nacionais e é apenas dividida entre elas.
 
A agência internacional elogiou o novo modelo como promissor e disse que pode considerar seu uso.
 
O projeto aumentará o conhecimento sobre o mercado negro de animais e plantas ao dividir informação com o público, não apenas com governos, disse o comunicado.
 
O contrabando, que vai desde marfim de elefantes a órgãos de tigres ameaçados de extinção, pode ser vendido por mais do que seu peso em ouro, influenciado principalmente pela demanda chinesa, que tem aumentado junto com a expansão econômica do país, dizem cientistas e ambientalistas.
 
Raças raras tem se extinguido não apenas por causa da demanda chinesa, mas também por ocidentais buscando tratamentos alternativos com produtos feitos com ossos de tigre, chifre de rinoceronte e bílis de urso.
 

              

Em parceria com o Google o Projeto Pesquisa Mundi lança o Pesquisa Mundi Search, a ferramenta personalizada pesquisará qualquer texto e informação publicada no Guia e no Blog Pesquisa Mundi.

 

O serviço ainda está em uma versão beta, mas já é possível encontrar informações do conteúdo dos sites.

 

O recurso facilitará a busca por fontes bibliográficas a serem usadas por pesquisadores, estudantes universitários e professores em seus trabalhos acadêmicos.

 

O Pesquisa Mundi Search está disponível no site principal do projeto.

 

Fonte: Pesquisa Mundi

Pesquisa Mundi Search

17:58 @ 04/06/2007

 

 

A Microsoft anunciou hoje que vai adicionar livros com direitos autorais vigentes em sua livraria on-line.

 
A companhia divulgou que fez acordos com autores e editoras nos Estados unidos para oferecer trabalhos na internet. Com o anúncio, a Microsoft entra em uma polêmica já instaurada pelo Google, com seus planos de realizar uma grande biblioteca on-line.
 
De acordo com a Microsoft, apenas livros autorizados vão entrar na biblioteca.
Algumas das editoras que cederam trabalhos para a biblioteca virtual são a Cambridge University Press, a McGraw-Hill Companies, a Rodale e a Simon and Schuster.
 
O Google possui o projeto Google Book Search, iniciado em 2004, com o objetivo de disponibilizar as obras literárias em formato digital on-line. Ao lado das obras indicadas com a busca, aparece um índice de livrarias nas quais os livros podem ser comprados.
 
Com France Presse
 

Com 130 verbetes, obra on-line é dedicada às letras brasileiras e tem pesquisa por nomes e obras, entre outras categorias

Página terá também áudios e vídeos e trará conexões com verbetes afins nas enciclopédias de teatro e artes visuais do Itaú Cultural


EDUARDO SIMÕES
DA REPORTAGEM LOCAL

O Itaú Cultural relança hoje sua página na internet com uma novidade: uma enciclopédia de literatura brasileira, com 130 verbetes, irmã caçula das duas enciclopédias já existentes, dedicadas às artes virtuais (que tem 3.000 verbetes) e ao teatro (que possui 700). O endereço permanece o mesmo: http://www.itaulcultural.org.br/.

A enciclopédia das letras nacionais conta com pesquisa em sete categorias. A busca por nomes dá acesso às biografias dos escritores. Em obras, é possível pesquisar e ler poemas, contos, crônicas e, quando houver domínio público ou negociação de direitos autorais, trechos de capítulos de alguns romances.
 

Para ler a matéria completa, clique aqui.

 
 
A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof) está disponibilizando para a população duas importantes e inéditas fontes de pesquisa da realidade paraense: o "Mapa Social dos Municípios" e o "Mapa da Exclusão Social". Os mapas estão no portal www.sepof.pa.gov.br.

O primeiro é uma base de dados com 34 indicadores por município e por região de integração, que foi elaborado para subsidiar o planejamento das ações governamentais, com destaque ao Planejamento Territorial Participativo (PTP).

O segundo é um anexo da prestação de contas do Executivo sobre o exercício 2006 com nove indicadores que apontam os resultados qualitativos das ações de governo no conjunto do Estado.

O Mapa Social dos Municípios, que foi consolidado no último mês de maio, tem o objetivo de disponibilizar as informações sobre as desigualdades existentes entre os 143 municípios e as 12 regiões de integração do Estado para orientar a sociedade e os formuladores de políticas públicas sobre como resolver esses problemas. Além disso, o mapa quer despertar a participação popular nas ações de governo.

Os indicadores que integram o Mapa Social são baseados em diversas fontes de dados de órgãos públicos federais, estaduais e municipais que revelam informações sobre demografia, pobreza, saúde, educação, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), emprego e renda, habitação e saneamento e as potencialidades produtivas.

A gerente da Base de Dados Estatísticos, da Sepof, Giovana Pires, destaca que esse mapa traz novos indicadores ao Estado, como o "rendimento médio da população", o "rendimento da população ocupada"; a "população abaixo da linha da pobreza" e o "déficit habitacional".

Já o Mapa da Exclusão Social, foi consolidado em abril. A elaboração desse material, como anexo da prestação de contas enviada à Assembléia Legislativa e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), é uma exigência lançada no ano passado pela Lei nº 30.623/06.

Para confeccionar o mapa, a Sepof utilizou fontes de pesquisa econômicas e sociais de periodicidades diversas, sobre expectativa de vida, renda, desemprego, educação, saúde, saneamento básico, habitação, população em situação de risco nas ruas e segurança.
 

O projecto Google Book Search continua a angariar novas colaborações. Desta vez, serão adicionados à biblioteca digital perto de 10 milhões de volumes literários provenientes do espólio de 12 universidades norte-americanas.

O Google irá proceder à preparação e digitalização dos livros, um processo que a empresa classificou, no início da inciativa, delicado e dispendioso.

Desde que, em 2004, as instituições de ensino superior de Harvard, Michigan, Oxford e Stanford cederam o seu arquivo para digitalização, e posterior publicação online, outras entidades tomaram o mesmo caminho, entre as quais a conceituada Biblioteca Pública de Nova Iorque.

De acordo com Barbara Snyder, directora da Ohio State University - uma das novas participantes da iniciativa -, esta colaboração tem como objectivo "oferecer recursos sem precedentes a estudantes e investigadores" de todo o mundo.

Apesar da adesão das instituições de ensino e de outras entidades, a iniciativa do Google é alvo de diversas críticas. A Associação de Autores norte-americana e outros grupos editoriais afirmam que a empresa responsável pelo principal motor de busca online viola direitos de propriedade intelectual ao digitalizar e publicar obras literárias na Internet.

Fonte: Tek

Estudo organizado pela Privacy Internacional deu ao Google a pior avaliação em um ranking de privacidade.

 
O grupo avaliou 20 grandes serviços da internet no mundo em critérios como proteção a base de dados, tecnologias invasivas, política de privacidade e transparência na manipulação de dados dos usuários. Os sites foram classificados em seis níveis: privacy friendly, privacidade leve, fallhas evidentes, falhas graves, falhas muito graves e hostil à privacidade.
 
Das empresas avaliadas, o Google foi o único considerado “hostil à privacidade”. Na opinião da organização, o Google não tem políticas de privacidade transparentes, não responde a queixas dos usuários e adota métodos invasivos para coletar dados e desenvolver novas ferramentas.
 
Para ler a matéria completa, clique aqui.

Geoinformações amazônicas

09:30 @ 12/06/2007

Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia lança site que reúne dados, mapas, gráficos e relatórios da situação, dinâmica e pressão sobre as florestas e áreas protegidas da região
Notícias

Geoinformações amazônicas

11/06/2007

Agência FAPESP – O ImazonGeo é o novo serviço lançado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que reúne informações sobre a situação, dinâmica e pressão sobre as florestas e áreas protegidas da região
 
No site, as geoinformações são organizadas em mapas interativos, gráficos e relatórios. A seção Queimadas inclui dados de focos de calor de diversas fontes, como os satélites Modis, Noaa e Goes, e resultados de análises por município, área protegida e assentamento rural.
 
Em Desmatamento, são apresentadas informações sobre o desmatamento na Amazônia a partir de dados obtidos pelos projetos Prodes e Deter, do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe).
 
A seção Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) dá acesso aos boletins eletrônicos mensais de desmatamento obtidos por meio do sistema, além da base de dados usada para gerar as estatísticas.
 
Em Banco de Dados, o usuário pode acessar a base disponível no site, para consultas, visualização e customização de mapas. No ImazonGeo, os visitantes podem montar mapas particulares, a partir da combinação dos dados disponíveis.
 
O site oferece ainda mapas sobre o setor florestal, vegetação, pólos madeireiros, eixos de transporte madeireiro, planos de manejo, áreas de certificação florestal e unidades de conservação.
 
O Imazon é uma instituição de pesquisa sem fins lucrativos, cuja missão é promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia por meio de estudos, apoio à formulação de políticas públicas, disseminação ampla de informações e formação profissional. O instituto foi fundado em 1990 e sua sede fica em Belém.
 
 
 

Um seminário internacional discutirá, entre hoje a sexta-feira, em São Paulo, a criação de uma biblioteca virtual sobre saúde entre os países de língua portuguesa, divulgaram os organizadores.


O seminário "Como melhorar o acesso à informação científica e técnica em saúde nos países de língua portuguesa: o modelo da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)" reunirá especialistas e autoridades de vários países.

O principal objectivo será "criar uma aliança de instituições para disseminar a informação em saúde com ênfase no idioma português", salientaram os organizadores, em comunicado.

"Promover a saúde por meio de diversos meios, facilitando a tradução do conhecimento em prática, ajudando a superar as barreiras de idioma e diminuindo a lacuna entre o saber e o fazer" é outro dos objectivos, refere o texto.

O evento será composto por actividades teóricas e práticas, além de um espaço de trabalho cooperativo on-line que continuará após o seminário para manter o intercâmbio de experiências sobre a implantação da BVS nos países lusófonos.

Iniciativa da rede ePORTUGUESe, coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o evento tem o apoio do Ministério da Saúde do Brasil e da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS).

Criado em 2005, o projecto ePORTUGUESe é uma iniciativa da OMS para melhoria da saúde nos países de língua portuguesa por meio da criação de uma rede de divulgação informação.

O ePORTUGUESe é vinculado ao sector de eHEALTH da OMS, cujo objectivo é articular iniciativas de projectos de gestão da informação electrónica em saúde para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
 
 

Roda Viva na internet

14:23 @ 16/06/2007


A FAPESP e a TV Cultura anunciaram nesta quinta-feira (14/6) um acordo de cooperação que colocará no ar o Portal Roda Viva-FAPESP. Com o novo site, o público terá acesso gratuito às transcrições integrais das mais de mil entrevistas realizadas pelo programa Roda Viva nos últimos 21 anos.
 
O anúncio foi feito durante a posse de Paulo Markun no cargo de presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura. Markun, que terá um mandato de três anos, era diretor e apresentador do programa Roda Viva.
 
“O portal é um projeto apresentado ao Programa de Pesquisa em Políticas Públicas (PPPP) da FAPESP, que o financiou inteiramente. É uma iniciativa muito importante, porque, além de dar acesso universal ao conteúdo integral de todas as entrevistas realizadas no Roda Viva, funcionará como uma espécie de enciclopédia das temáticas tratadas no programa”, disse Markun à Agência FAPESP.
 
Com um mecanismo de buscas que identifica palavras-chave, o público poderá pesquisar temas que foram abordados ou citados durante os programas e ter acesso a informações complementares. De acordo com Markun, o site está em fase de desenvolvimento e deverá ser inaugurado dentro de 30 a 60 dias.
 
“Já temos uma versão piloto no ar, com as primeiras páginas de 16 entrevistas. Dentro de um ano todas as entrevistas já deverão estar transcritas e disponíveis na íntegra”, disse o novo presidente da Fundação Padre Anchieta.
 
Markun afirma que cada entrevista será acompanhada de um trailer de dois minutos, mas o mais importante é o conteúdo em formato de texto. “Quem procura o Roda Viva está interessado no conteúdo discutido com os entrevistados. Concluímos que a melhor maneira de se apropriar desse conteúdo é o formato de texto, que permite copiar livremente e utilizar o material de muitas formas”, disse o jornalista.


Participação da Unicamp
O presidente da FAPESP, Carlos Vogt, explicou que todo o projeto está sendo realizado com a colaboração da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) por meio do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) e do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp).
 
“A criação do portal está em curso. Pesquisadores do Labjor estão trabalhando na transcrição e edição dos programas, sob a coordenação do professor Pedro Luiz Barros e Silva, diretor do Nepp”, disse Vogt à Agência FAPESP.
 
De acordo com Vogt, o investimento da FAPESP no projeto foi de cerca de R$ 280 mil. Os recursos foram destinados ao trabalho de transcrição das fitas, edição, inserção no ar e desenvolvimento do portal.
 
“O portal terá uma importância cultural, científica e jornalística fantástica, dando acesso universal aos conteúdos do Roda Viva de forma organizada, com um sistema de busca de múltiplas entradas. Será muito útil para a educação em salas de aula, por exemplo”, afirmou Vogt.
 

Conhecida popularmente como Igreja Mórmon, a instituição religiosa mantém um arquivo com quase 5 bilhões de documentos históricos com informações sobre famílias de todas as partes do globo.

Desde 1894, os mórmons vêm recolhendo informações em cartórios, igrejas católicas e protestantes e arquivos públicos. Todo esse material é microfilmado e colocado à disposição do público em geral.

Estima-se que hoje a Igreja possua mais de
280 milhões de cópias de documentos referentes a famílias brasileiras. Todo esse arquivo permanece guardado à “sete chaves” em um cofre à prova de armas nucleares instalado numa caverna climatizada da Montanha de Granito, no Estado norte-americano de Utah.

A SUD mantém 4.500 centros de história da família (CHFs) em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Nesses locais, qualquer pessoa (fiel ou não) tem condições de consultar os documentos históricos.


 

Para ler a matéria completa, clique aqui.

 

 

O Programa está sendo elaborado e em breve estará no ar


A Universidade Federal da Grande Dourados estará oferecendo a Comunidade Universitária o acesso à produção científica dos Programas de Pós-Graduação por meio da biblioteca digital que irá oferecer on-line todas as produções dos alunos da instituição. O projeto das bibliotecas digitais será financiado com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

A Ibict (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e tecnologia) ofereceu nos dias 11 e 12 de junho, em Brasília, um treinamento para representantes das universidades selecionadas do país que possuem os programas de Pós-Graduação. Na ocasião, foi apresentado um panorama das experiências relativas à adoção das tecnologias utilizadas na implantação/integração das bibliotecas digitais de teses e dissertações - BDTD, onde o analista em tecnologia da UFGD Wesley Eduardo Ferreira e a bibliotecária Maria Isabel Feitosa participaram do evento e receberam kits tecnológicos para a implantação do programa.

Dessa forma, será aperfeiçoado no link da biblioteca da UFGD uma Página Central onde os Cursos de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) estarão divulgando suas pesquisas, com objetivo de oferecer maior visibilidade ao trabalho científico desenvolvido na universidade.
 
Fonte: AgoraMS

 Mais uma parceria foi fechada para aumentar a certificação e credibilidade das informações publicadas no Currículo Lattes. A novidade foi o contrato firmado entre o CNPq e a International Digital Object Identifier Foundation para implantar o Sistema Digital Object Identifier (DOI) na Plataforma Lattes.

 
O DOI é um identificador de objetos de propriedade intelectual. Ou seja, ele provê meios para a identificação unívoca de objetos da rede digital, seus dados básicos e sua fonte de origem. Atualmente, sua aplicação está associada à identificação de artigos nas principais revistas científicas.
 
Para o CNPq, o Sistema DOI foi inserido no Currículo Lattes apenas para fins de certificação, mas já possui 34.923 objetos registrados na base da Plataforma. A sua utilização proporciona também o acesso integral do artigo publicado pelos pesquisadores, além de trazer maior confiabilidade à informação cadastrada.
 
A partir de setembro, com o contrato firmado, os novos recursos permitirão o preenchimento automático das publicações científicas simplesmente a partir do DOI da publicação, que é um registro já adotado praticamente por todas as revistas.
 
A digitação pelo pesquisador do DOI do artigo permitirá à Lattes acessar a base de dados da DOI Foundation, preenchendo, automaticamente, o título, o ano, o volume, fascículo, páginas da publicação e o nome do primeiro autor (apenas).
 
A International DOI Foudantion, que mantém o Sistema, é localizada no Reino Unido e possui mais de 28 milhões de DOIs registrados.

 
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

SearchBoth.com
 
 
 
Recém lançada, a ferramenta Searchboth.com foi desenvolvida pela IdeaLabz e Tool Free Yellow Pages, trás resultados de busca do Google e do Yahoo! no inovador formato split-screen (tela-dividida)
 
Do lado esquerdo aparecerem os resultados do Yahoo e do direito os resultados do Google, o tamanho da página é controlada pela movimentação do mouse.
 
O site pode ser utilizado para buscar textos, imagens, vídeos, notícias, etc
 
Por enquanto existem versões locais nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália.
 
 
 
Fonte: Pesquisa Mundi

Portal colaborativo

18:44 @ 20/06/2007

Uma ferramenta de compartilhamento de arquivos destinada a grupos de pesquisa foi lançada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). O Mo Porã – expressão que em guarani significa “guardar em local seguro” – é um sistema gerenciador de dados oriundos de projetos científicos em desenvolvimento na maior floresta tropical do mundo.

 
A plataforma, uma iniciativa da Coordenação do Projeto de Dados e Meta Dados Científicos do Inpa e do Museu Paraense Emilio Goeldi, está sendo usada por pesquisadores vinculados a três grandes iniciativas: o Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e o projeto Tecnologias para Recuperação de Ecossistemas e Conservação da Biodiversidade da Amazônia Brasileira (Rede CT Petro Amazônia). No total, são mais de 300 usuários ativos que fazem parte de 30 grupos de pesquisa.
 
O sistema proporciona um ambiente para troca de informações entre cientistas e materiais de pesquisa. Segundo Laurindo Campos, coordenador do Mo Porã e chefe do Núcleo de Biogeoinformática do PPBio, projetos de pesquisa contam com uma estrutura hierárquica de comando, que vai dos coordenadores aos bolsistas, passando por pesquisadores associados e demais membros.
 
“Mas a geração dos dados não é hierárquica. Como todos os participantes acabam gerando informações, imagens e documentos oficiais, resolvemos criar um ambiente para a realização de uploads e downloads de todo o material de um projeto, evitando que esses arquivos fiquem armazenados isoladamente nos laptops dos pesquisadores”, explicou Campos à Agência FAPESP.
Segundo ele, na plataforma do Mo Porã, disponível na internet, o coordenador é o primeiro que tem acesso a toda a estrutura do repositório e, a partir daí, determina os perfis de cada integrante do projeto. Isso é importante para definir de que maneira cada pesquisador poderá interagir com o banco de dados.
“Enquanto alguns membros do trabalho só podem ler, outros conseguem ler e inserir dados. Normalmente, só os coordenadores podem excluir informações do sistema, que faz a auditoria de todas as alterações”, explicou.
 
“A vantagem é que o Mo Porã promove a descentralização das instituições e dos cientistas, permitindo que um mesmo resultado de um grupo vinculado ao LBA, por exemplo, possa beneficiar o PPBio, e vice-versa.”
 
O Mo Porã é basicamente dividido em dois ambientes: um privado, restrito aos integrantes dos projetos, e outro de domínio público, em que o coordenador do trabalho disponibiliza os documentos que podem ser acessados por usuários externos ao site. A elaboração do sistema contou com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
 
A Rede CT Petro Amazônia tem o objetivo de desenvolver tecnologias voltadas para a recuperação de áreas degradadas resultantes da exploração de recursos minerais. O PPBio desenvolve ações de pesquisa voltadas para políticas de conservação e uso sustentável da biodiversidade na floresta, por meio da manutenção de acervos e coleções biológicas e inventário de espécies vegetais e animais.
 
O LBA, por sua vez, é uma iniciativa internacional de pesquisa liderada pelo Brasil que tem o objetivo de compreender o papel da Amazônia no sistema climático terrestre e nas mudanças dos ecossistemas amazônicos.
 
 

 

Meus agradecimentos ao Departamento de Mestrado em Comunicação da Universidade Paulista - UNIP por recomerdar o Pesquisa Mundi em seu site
 
 
Universidade Paulista
 
Mestrado em Comunicação

CIPEDYA - Biblioteca Digital Aberta
 

No Cipedya, usuários podem disponibilizar gratuitamente documentos
digitais em 5.126 áreas do conhecimento e criar sua própria biblioteca
digital

Brasília, 19 de junho de 2007 – Criar um portal onde professores,
acadêmicos, pesquisadores e usuários em geral possam disponibilizar à
comunidade, de forma simples e organizada, qualquer documento digital,
sejam textos de todos os tipos (artigos, teses, monografias, apostilas
etc), apresentações ou planilhas. Este foi o objetivo que levou à
criação do Cipedya http://www.cipedya.com/

O Cipedya é uma biblioteca colaborativa de documentos digitais, de uso
gratuito, associada a uma interface de busca similar aos mecanismos de
busca tradicionais.

No Cipedya, professores podem criar uma biblioteca para disponibilizar
aos estudantes documentos de um curso, incluindo resumos, apostilas,
apresentações ou qualquer outro documento em formato digital.
Acadêmicos e pesquisadores podem disponibilizar suas publicações mais recentes  numa biblioteca particular, do departamento, do grupo de pesquisa ou da própria instituição.

Além disso, palestrantes podem disponibilizar para os participantes de
um evento suas apresentações. E autores, escritores e artistas podem
disponibilizar suas criações numa biblioteca particular.

No Cipedya os documentos são classificados em até 5.126 áreas de
especialização, que estão agrupadas em 697 sub-áreas do conhecimento e
97 áreas do conhecimento. A Classificação Cipedya foi desenvolvida a
partir da tabela de áreas do conhecimento utilizada pelas principais
universidades e institutos de pesquisa do Brasil, desenvolvida pelo
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq
http://www.cnpq.br/.

O acervo inicial do Cipedya inclui toda a coleção de Textos para
Discussão publicados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada –
IPEA http://www.ipea.gov.br/. O IPEA é um dos principais centros de
estudos e pesquisas na área econômica e de políticas públicas do
Brasil.
A coleção compreende todos os TDs publicados pelo IPEA desde 1976.

O Cipedya se alinha a iniciativas como Movimento Acesso Aberto
http://www.acessoaberto.org/ (/Open Acces Iniciative/) e Creative
Commons http://creativecommons.org/, entre outros grupos que defendem

uma mudança nos paradigmas tradicionais de difusão do conhecimento nas
artes e nas ciências na era digital. O Cipedya também compartilha dos
princípios e práticas do que convencionou-se chamar Web 2.0,
especialmente no que se refere ao aproveitamento da inteligência
coletiva e a vizualização da web como plataforma.

Saiba mais: www.cipedya.com http://www.cipedya.com/
 
Fonte: Lista de Discussão Referência Digital Ibict

Foto: Divulgação
O projeto de lei da vereadora Grazielle Machado (PR) prevê a criação da Biblioteca Municipal Digital da Cidade de Campo Grande.

Uma Biblioteca Digital define-se por ser constituída por documentos primários que são digitalizados sob a forma material (disquetes, CR-ROM, DVD), e através da Internet, permitindo o acesso à distância. Este conceito inclui também a idéia de organização composta por serviços e recursos cujo objetivo é selecionar, organizar e distribuir a informação, conservando a integridade dos documentos digitalizados.

De acordo com a redação do projeto, o Poder Executivo deverá disponibilizar computadores nas escolas públicas Municipais, para o acesso irrestrito dos estudantes da Rede. Mais além, o texto estabelece que a administração Pública Municipal adote medidas de publicidade do endereço eletrônico da Biblioteca, em todos os meios de divulgação por ela utilizados, inclusive no site oficial da Prefeitura de Campo Grande.

Segundo a vereadora Grazielle Machado, a idéia é estabelecer um espaço virtual, no qual os estudantes terão à disposição, literatura digital, científica e didática, entre outros gêneros, disponíveis no mercado como de acesso livre, sendo um poderoso instrumento de apoio aos materiais didáticos convencionais fornecidos pelas Escolas. A Biblioteca Digital é um dos principais avanços alcançados pela tecnologia de informação, permitindo aos alunos o livre acesso em qualquer horário e em qualquer dia de todos os materiais nela disponíveis, contribuindo grandemente para a proliferação do conhecimento.

“Nosso principal objetivo é criar mais um mecanismo de incentivo educacional, além de otimizar o incentivo à leitura, aos alunos da rede pública municipal, que muitas vezes não tem condições financeiras para adquirirem livros, tendo acesso, tão somente, aos materiais didáticos oferecidos pelas Escolas”, define Grazielle.

Inventor da IEML (Information Economy Meta Language) estima que em 
2010 os internautas poderão baixar um programa do website da IEML e 
utilizá-lo. Isto é um programa com motor de pesquisa integrado que 
permite fazer a indexação automática e um motor de pesquisa semântica 
bastante mais evoluído que os motores existentes.


Veja a entrevista com  PIERRE LEVY, PROFESSEUR DE COMMUNICATION, 
TITULAIRE D'UNE CHAIRE DE RECHERCHE EN INTELLIGENCE COLLECTIVE A 
L'UNIVERSITE D'OTTAWA (CANADA)
L'intelligence collective, notre plus grande richesse
LE MONDE | 23.06.07 | 11h35  ?  Mis à jour le 23.06.07 | 19h42
Propos recueillis par Michel Alberganti
Article paru dans l'édition du 24.06.07.
http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-651865,36-927305@51-837044,0.html



Fragmentos da entrevista que selecionei e fiz a versão:
No sistema de coordenadas do espaço semântico de IEML não há ponto de 
vista privilegiado. As ideologias tornam-se meras perspectivas particulares. Com os motores de pesquisa atuais, os resultados são ordenados segundo um algoritimo que é o do Google ou de Yahoo. Não se pode tocá-los. Com meu projeto, se poderá escolher a ordem das respostas; ...tenho dito que houvera preciso criar uma linguagem de descrição, uma metalinguagem, que possa verter as línguas naturais e as classificações de conceitos (ontologia em informática), mas que seja igualmente calculável -  esclarece o professor e inventor PIERRE 
LEVY. Trata-se de uma pesquisa científica (...) A linguagem IEML vai se desenvolver em função daqueles que decidirão utilizá-la. Cada um vai produzir os metadados segundo sua própria cultura. Não se trata em absoluto de uma empresa de uniformização. Simplesmente de evitar que as diferenças permaneçam barreiras intransponíveis. Cada disciplina devera fazer um esforço de formalização de seu saber, mas no fim se compreendera a linguagem do outro e se fará compreender por ele, sem aprender língua estrangeira ... As línguas naturais são feitas para serem manejadas pelos cérebros humanos e não pelos computadores. A linguagem IEML (Information Economy Meta Language) é reconhecível e tratável por uma máquina porque é muito mais próxima da linguagem matemática utilizada pelos computadores. No caso da IEML  o utilizador final não é forçado a aprendê-la. Ele vai continuar a operar em sua língua natural. A IEML intervirá em nível subjacente. Somente os engenheiros do conhecimento, os arquitetos da informação, isto é os 
profissionais a utilizarão. È uma língua que em nada se assemelha a uma língua natural, Todavia se pode dizer em IEML tudo o que se pode dizer com uma língua natural, inclusive as nuances semânticas, porém dirigindo-se a um computador.


Leia mais
http://www.lemonde.fr/web/article/0,1-0@2-651865,36-927305@51-837044,0.html

 

Colabração: jacoblumier@leiturasjlumierautor.pro.br

Corpo Virtual

18:39 @ 25/06/2007

 
Conheça melhor o funcionamento dessa maravilhosa e perfeita máquina que é o corpo humano.
 
Acesse o Virtual Body e descubra através de esquemas, tours, animações e games com funcionam o cérebro humano, o sistema disgestivo, o coração e o esqueleto.
 
Disponível em Inglês e Espanhol, pode ser acessado em:
http://www.medtropolis.com/vbody.asp

O CNPq anunciou o projeto “livro eletrônico” que disponibilizará na internet livros científicos.

 
Segundo o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a idéia do projeto é disponibilizar no site do Conselho uma biblioteca virtual, com as obras mais relevantes de ciência e tecnologia do país. Os livros ficarão disponíveis para download gratuito.
 
Serão publicados no projeto “livro eletrônico” obras cujos direitos autorais pertencem ao CNPq ou já estão expirados. Novas obras autorais também poderão ser publicadas no site, desde que o autor dê permissão ao CNPq para publicar seu livro online.
 
Publicar livros de novos autores é uma forma de dar visibilidade às novas produções científicas dos brasileiros, diz o Conselho. Além de ceder o copyright, o autor do livro deverá demonstrar para o Conselho que usa obra é relevante e atende aos padrões de qualidade do CNPq. Uma comissão do Conselho avaliará as obras submetidas.
 

Navegue protegido

13:52 @ 29/06/2007

 
 
 
Navegue Protegido é uma campanha educativa de conscientização da população sobre o uso da Internet.
 
No site da campanha, o internauta encontra um conteúdo simples, que o ensina a utilizar a Internet de maneira mais segura. 
 
 
 
 
 
 

Numa cerimónia organizada pelo Parlamento Europeu e pela Comissão Europeia, teve ontem lugar a abertura oficial ao público de um ponto único de acesso para consulta de terminologia nos domínios de competência da UE.
A base de dados Terminologia Interactiva para a Europa, mais conhecida por IATE (sigla inglesa de InterActive Terminology for Europe), reúne as bases terminológicas de todas as instituições e organismos da UE numa base de dados única, com 8,7 milhões de termos, abarcando as 23 línguas oficiais da UE. 
A IATE tem estado a ser usada pelos serviços de tradução das instituições comunitárias desde 2005 e desempenha já um papel fundamental na garantia de qualidade da comunicação escrita das instituições e organismos da UE. Ao proporcionar um acesso fácil a terminologia comunitária validada, assegura a coerência e a fiabilidade indispensáveis à produção de textos claros e sem ambiguidades que garantam, por um lado, a validade e a transparência do processo legislativo e, por outro, uma comunicação eficaz com os cidadãos da União.
A IATE, enquanto base terminológica multilingue, permite a um utilizador pesquisar um determinado termo numa língua de partida e encontrar o ou os termos correspondentes numa ou em várias línguas de chegada. Actualmente, conta não só com 8,7 milhões de termos mas também com 500 000 abreviaturas e 100 000 expressões, abrangendo a totalidade das 23 línguas oficiais da UE. O número de entradas para cada língua não é o mesmo, dependendo essencialmente da sua antiguidade enquanto língua oficial da UE. O objectivo a longo prazo consiste em atingir um conteúdo equivalente para todas as línguas oficiais.

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Fonte: Agroportal