Grupos

Ferramenta do Google Custom Search Engine (acessível à contribuição voluntária).

– Bibliotecas Virtuais - Somente obras eletrônicas em acesso livre.

http://www.google.com/coop/cse?cx=001025875507377962189%3Awi6s2juaf0m&hl=fr

Localize obras desde uma ferramenta de busca restrita aos sites específicos.

 Localize autores e obras pesquisando termos ou palavras-chave em português, espanhol, francês e até Inglês nos seguintes websites: Classiques des Sciences Sociales (UQAC, CA);  Programa Sala de Lectura CTS+I da Organización de Estados Iberoamericanos para la Ciencia, la Educación y la Cultura -O.E.I; Universidade de Campinas –UNICAMP; Conselho Latinoamericano para as Ciências Sociais – CLACSO; Biblioteca Virtual do Ministério da Educação–Domínio Público; Universidade Autonoma do Estado de México –UAMEX;  Cipedya; Universidade de São Paulo-USP; em revistas eletrônicas (la Factoria, Tecnociencia, Redalyc, Digithum, etc), em obras e blogs de sociologia, etc.

http://www.google.com/coop/cse?cx=001025875507377962189%3Awi6s2juaf0m&hl=fr

Contribuiação de Jacob (J.) Lumier

A era do “Grande Irmão” já começou. Conceito criado por George Orwell, em que todos estão sendo observados em todo o lugar já acontece na internet.
 
 
E se houvesse uma base de dados gigante que contivesse suas mais secretas inseguranças e segredos, como questões médicas embaraçosas ou que você ainda sonha em sua primeira namorada colegial. Bem, isto já existe – se você por acaso já colocou em qualquer site de buscas tópicos como esses citados.
O fato é: sites de busca como Google, Yahoo ou Microsoft Live Search gravam e mantém em seus bancos de dados todos os termos que você busca, com data e hora em que as informações foram processadas. Como se não bastasse isso, ele ainda guarda o endereço IP da sua máquina e uma identificação baseada em um cookie. Com isto, os sites conseguem rastrear os dados que um computador busca, mesmo se a conexão mudar. E assim constroem um histórico de seus interesses.
 
O Microsoft Live Search também grava o tipo de busca que você pediu (se é imagem, web, local, entre outros). O Google, por outro lado, armazena seu browser e idioma que você utiliza. E quando você clica em um link a partir do Google, isto ficará armazenado.
 
É importante ressaltar que o Google anunciou que todas as informações são mantidas em seus servidores de forma anônima e serão automaticamente apagadas 18 meses depois de entrarem no sistema. A Microsoft e o Yahoo, no entanto, não se manifestaram ainda sobre isso.
 

A Biblioteca Digital Jurídica (BDJur) do Superior Tribunal de Justiça (STJ) oferece aos internautas a íntegra de obras raras em seu site. Foram digitalizados cerca de 130 dos 1.850 exemplares da Coleção de Obras Raras da Biblioteca Ministro Oscar Saraiva. Trata-se de um serviço pioneiro entre as bibliotecas jurídicas do país. O destaque fica por conta dos livros de renomados juristas brasileiros e estrangeiros que contribuíram para o desenvolvimento da ciência jurídica. São obras que datam desde 1.657 até o início do século XX.

Até o final do ano, cinqüenta mil folhas de obras raras na área do Direito estarão disponíveis na internet. Trata-se da primeira parte do acervo da biblioteca que está sendo digitalizado. Em 1997 teve início o seu processamento técnico, assim como o tratamento como material especial. A primeira fase da digitalização do acervo de obras raras priorizou a conversão para o meio eletrônico de livros jurídicos referentes à hermenêutica, história do Direito, ensaios nos diversos ramos da ciência jurídica e os relativos à teoria processual, com ênfase nas mais antigas.

Entre os destaques, estão as obras “À Margem do Direito: Ensaio de Psychologia Jurídica”, de autoria do renomado jurista Pontes de Miranda, datada de 1912, e “Dualidade da Justiça no Districto Federal; confronto judiciário brasileiro, argentino e americano”, de Enéas Galvão, de 1907, um estudo que demonstra a peculiaridade da Justiça no Distrito Federal, antigo município neutro do Império e então capital da República.

A idéia é dar uma nova dimensão à coleção de obras raras da BDJur. Por um lado, proporciona o contato on-line com livros raros, já que, em uma biblioteca convencional, o acesso a eles é restrito devido à necessidade de conservação dos exemplares. Por outro, promove um novo tipo de preservação dos materiais raros e frágeis, além do uso simultâneo de vários usuários. Qualquer cidadão poderá acessar os arquivos, armazená-los em seu computador ou imprimi-los, já que todas as obras estão em domínio público. Como conseqüência, espera-se enriquecer o patrimônio cultural e constituir fontes importantes para a historiografia da ciência jurídica.

O caminho que dá acesso às obras raras inicia pelo acesso ao site da BDJur, em http://bdjur.stj.gov.br , clicando em “Coleções”, no topo central da página inicial e depois em “Obras Raras”. Os documentos são a conversão da imagem da obra original para o formato texto. O acervo também está disponível a toda comunidade para consulta local, sempre com o acompanhamento de uma bibliotecária. No entanto, para manter a conservação, não é permitido fotocopiar as obras raras.

 

Das prateleiras para o computador?
Um projeto ambicioso para criar um catálogo na internet com todos os livros publicados em todas as línguas - Open Library (Biblioteca Aberta, em tradução livre) - está em andamento nos Estados Unidos.
 
Os livros a serem incluídos vão desde o Alcorão e clássicos da língua inglesa como As Aventuras de Huckleberry Finn, à moderna série de obras sobre Harry Potter.
 
Para o chefe da equipe técnica por trás da Open Library, Aaron Swartz, todos os livros já publicados perecisam de uma página na internet, um pouco como uma homepage pessoal.
 
"Neste momento, se você quiser acessar um livro na rede de computadores, o principal lugar onde as pessoas vão é a Amazon (livraria online). É ruim que um site comercial seja a fonte definitiva para informações sobre livros na internet, então nós queremos ter um site que junte informações de editoras comerciais, críticos, leitores, bibliotecas, de toda a parte", disse ele.
 
"O site vai se tornar o lugar onde se pode encontrar livros interessantes e informações sobre eles, quer estejam sendo reeditados, fora de catálogo, ou o que seja."
 
Uma biblioteca assim tem que ser virtual. Nenhum prédio seria grande o suficiente para abrigar todos os livros, nenhum grupo ou governo teria recursos suficientes para construí-lo, ou empregar o número necessário de funcionários. Se a Open Library der certo, tem que ser um espaço virtual, e acessível para todos, como a Wikipédia.
 
Há alguns anos, a idéia de que pessoas em todo o mundo escrevessem sua própria enciclopédia seria loucura - mas isto não impediu que os fundadores da Wikipédia tocassem o projeto, que acabou sendo um dos mais bem sucedidos na rede de computadores nos últimos anos.
 
Leia a matéria completa, no site da BBC

YouTube acadêmico

14:14 @ 01/08/2007

Pesquisadores da Escola Politécnica da USP, em conjunto com a RNP, desenvolvem plataforma para transmissão de vídeos sobre atividades de ensino e pesquisa pela internet
Por Thiago Romero
 
Agência FAPESP – Uma nova plataforma de gerenciamento e transmissão de vídeos, desenvolvida pela equipe do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (Larc) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), foi implantada na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
 
A ferramenta, chamada de Vídeo@RNP, permite a distribuição gratuita de vídeos sobre atividades de ensino e pesquisa realizadas em todo o país. Os conteúdos multimídias podem ser inseridos e acessados pela internet a partir de ferramentas de armazenamento, busca, indexação e transmissão.
Antes de criar a plataforma, os pesquisadores envolvidos com o projeto fizeram um levantamento dos vídeos acadêmicos disponíveis na internet. “Em uma vista rápida a sites como o YouTube, é possível encontrar alunos de universidades brasileiras mostrando seus experimentos em laboratório”, disse Regina Melo Silveira, coordenadora do Grupo de Trabalho de Gerência de Vídeo (GTGV) do Larc e responsável pelo desenvolvimento da plataforma, à Agência FAPESP.
 
“Esse tipo de vídeo não é produzido por diversão e sim para demonstrar resultados de pesquisas. Por isso, resolvemos criar uma ferramenta específica para tal tipo de divulgação”, explicou a professora, destacando que o Vídeo@RNP foi inicialmente concebido para suprir as necessidades do setor acadêmico.
 
“Mas, até o fim do ano, pretendemos distribuí-lo como software livre para que fique à disposição e seja personalizado por qualquer instituição de ensino e pesquisa no país, pública ou privada”, disse Regina.
 
Ao se cadastrar no sistema atual, que disponibiliza vídeos como palestras e documentários, além de permitir a transmissão ao vivo de eventos, o usuário pode personalizar um ambiente de acordo com suas necessidades. O sistema é dividido basicamente em vídeos públicos, que podem ser vistos por qualquer usuário, e vídeos privados, restritos a comunidades específicas de usuários cadastrados.
 
“Imagine um grupo de pesquisas em medicina que tem vídeos de operações médicas que não podem ser divulgados abertamente, por exemplo. Esses vídeos ficam em um ambiente voltado às pessoas que integram o grupo”, explicou Regina.
 
Segundo a coordenadora do GTGV, o cadastramento de vídeos na plataforma é controlado. “Apesar de todos os vídeos poderem ser visualizados livremente, a RNP está em fase de criação de uma política de controle para a inserção dos vídeos na plataforma.”
 
Ao todo, sete servidores estão disponíveis para gerenciar a distribuição dos vídeos e, segundo ela, a RNP deverá expandir essa infra-estrutura para mais de 20 servidores, “de modo que todos os pontos de presença da rede espalhados pelo território nacional tenham pelo menos um servidor de vídeo para essa finalidade”.
 
O projeto dos servidores de transmissão é conduzido em parceria com docentes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Vídeo@RNP também deverá ser personalizado, nos próximos meses, para o portal da USP, onde serão armazenados vídeos do acervo científico, educacional, cultural e histórico da universidade.
 
Mais informações: http://video.rnp.br
 
 
Fonte: Agência Fapesp

Por Denise Morini
 
As famílias do Paraná que têm crianças desaparecidas ganharam mais um instrumento para alimentar a esperança do reencontro. Uma parceria com a Universidade de São Paulo vai disponibilizar um banco de dados de DNA. Neste banco fica cadastrado o DNA de crianças e adolescentes sem identificação – que moram em abrigos – e também o DNA de pais que tiveram os filhos desaparecidos. Com a parceria, os registros de São Paulo e Paraná serão cruzados. Em São Paulo, o banco de dados existe desde setembro de 2004 e foi responsável pela solução de 3 casos – nos 3, a criança desaparecida estava morta.
 
O secretário de segurança pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, pretende propor a criação do banco de dados em todos os Estados. A proposta será apresentada na reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Segurança Pública do Brasil.
 
A professora doutora do departamento de Medicina Legal da USP, Gilka Jorge Figaro Gattas conta que o projeto foi uma forma que o departamento do curso de Medicina encontrou para beneficiar a população com os avanços tecnológicos disponíveis na instituição.
 
Gilka explica que para consolidar o banco de dados de DNA bastou pensar no caminho inverso do teste de paternidade, que já era realizado pela USP.
 
O banco de dados de DNA da USP atende a pedidos feitos exclusivamente pela polícia de São Paulo e agora pelo Paraná. Segundo a doutora, nenhum outro Estado enviou exemplares de DNA pedindo a confrontação com os registros existentes no banco de dados.
 

Espaço democrático e gratuito para a publicação de arquivos digitais, o Cipedya - Biblioteca Digital Aberta - está no ar. A proposta, inédita na internet mundial, foi desenvolvida por um grupo de quatro brasileiros de Brasília e é uma  forma independente e organizada de apresentar conteúdo. Quem procura ou pretende disponibilizar dados a uma determinada comunidade ou aos internautas em geral tem nas mãos uma poderosa ferrameta.
 
Com uma interface simples, qualquer usuário pode inserir documentos no Cipedya. Os arquivos ficam imediatamente disponíveis para buscas e download. Com o portal, professores, estudantes, pesquisadores, palestrantes e curiosos em geral podem publicar textos de todo tipo, apresentações, vídeos e músicas independente do tamanho.
 
A troca de arquivos e o acesso ao conhecimento postado nessa plataforma acaba com a necessidade do uso de pen drives ou o envio de documentos para listas de e-mails, grupos de discussão e outras formas de interação criadas para associar usuários que tenham interesse comum por determinado assunto ou tema.
 
O que é
No Cipedya, os documentos são classificados em até 5.126 áreas de especialização, que estão agrupadas em 697 sub-áreas e 97 campos do conhecimento. A Classificação Cipedya foi desenvolvida a partir da tabela de áreas do conhecimento utilizada pelas principais universidades e institutos de pesquisa do Brasil, desenvolvida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.
 
O acervo inicial inclui toda a coleção de Textos para Discussão publicados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada -IPEA -, um dos principais centros de estudos e pesquisas na área econômica e de políticas públicas do Brasil. A coleção compreende todos os TDs publicados pelo instituto desde 1976.
 
A diferença do Cipedya para o outro site colaborativo que já esta na rede, o Wikipédia, é que neste segundo a comunidade colabora incluindo e editando verbetes. Assim,  foi construída uma enciclopédia impressionante. Segundo Anderson Araújo, um dos desenvolvedores,  no Cipedya a comunidade colabora incluindo documentos digitais de qualquer formato. “No nosso caso, queremos construir uma biblioteca também importante", completa.
 
Como funciona
Anderson Araújo afirma que "o Cipedya pode ser visto como um YouTube de documentos ou como um Google onde o usuário posta diretamente o conteúdo que deseja ver nos resultados da busca". Assim, se no Youtube os usuários postam e acessam vídeos, no Cipedya os usuários postam e acessam documentos digitais de todos os tipos, que ficam dispostos numa organização semelhante a uma biblioteca, mas com interface semelhante aos buscadores.
O Cipedya se alinha a iniciativas como Movimento Acesso Aberto (Open Acces Iniciative) e Creative Commons , entre outros grupos que defendem uma mudança nos paradigmas tradicionais de difusão do conhecimento nas artes e nas ciências na era digital. O portal também compartilha dos princípios e práticas do que convencionou-se chamar Web 2.0, especialmente no que se refere ao aproveitamento da inteligência coletiva e a vizualização da web como plataforma.
 
Bibliotecas particulares
Os usuários podem criar ainda uma biblioteca particular e nela incluir documentos de seu interesse. Com isso, por exemplo, professores disponibilizam aos estudantes documentos de um curso, incluindo resumos, apostilas, apresentações ou qualquer outro documento em formato digital.
Acadêmicos e pesquisadores podem ainda publicar seus trabalhos ou resumos mais recentes também fazendo uso de uma biblioteca particular, do departamento, do grupo de pesquisa ou da própria instituição.
A Biblioteca William Shakespeare http://www.cipedya.com/web/Lib/103 e a Biblioteca Paulo Freire http://www.cipedya.com/web/Lib/98 são exemplos de bibliotecas que já existem no Cipedya.
 
O portal, que está disponível em fase beta desde junho, já inclui em seu acervo as principais obras de domínio público da literatura brasileira (Machado de Assis, Lima Barreto e outros) e raridades como as obras completas de Sigmund Freud, o pai da psicanálise.
 
Conceito
A Cipedya Tecnologia da Informação pretende aliar o que há de melhor em tecnologia de busca e ferramentas colaborativas para auxiliar as pessoas a trocarem informações de maneira simples e organizada. A iniciativa é genuinamente brasileira e seus realizadores são jovens profissionais que atuam em desenvolvimento de software, comunicação e gestão. Saiba mais: http://www.cipedya.com/
 
 
 

Os cantos, berros e demais sons reunidos nos "Arquivos sonoros de gritos de animais" desde 1951 por universidade de Berlim, oferece a cientistas e curiosos um passeio único por 110.000 ruídos de pássaros, mamíferos e répteis.
 
A coleção da Universidade de Humboldt de Berlim é o terceiro arquivo em importância dos sons de animal de todo o mundo, junto com a Macauly Library, de Nova York, e a British Library, de Londres, e inclui também os cânticos e ruídos emitidos por invertebrados e peixes.
 
"É surpreendente, alguns peixes produzem sons muito melodiosos", explica o biólogo Karl-Heinz Frommolt, conservador do banco de dados. O cientista ainda afirmou que, ao contrário do que se pensa, as abelhas-rainhas emitem um som mais parecido com um grito de macaco do que um zumbido de inseto, explicou o especialista em bioacústica.
 
Para ler a matéria completa, clique aqui.

Banco de dados servirá também para pesquisas acadêmicas
 
- Sindicatos e trabalhadores poderão consultar convenções e acordos coletivos por meio da internet. As informações passarão a ser centralizadas no Sistema Mediador, lançado nesta segunda-feira pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O novo serviço poderá ser acessado pelo site do Ministério do Trabalho e Emprego: www.mte.gov.br.

Segundo o ministério, o sistema é inédito no País. Ao oferecer para consulta o conteúdo dos acordos trabalhistas, o objetivo do governo é dar mais transparência à atuação dos sindicatos.

Além de facilitar pesquisas acadêmicas, o sistema permitirá identificar tendências. Um piloto desse serviço já está funcionando desde fevereiro em São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul e Amazonas.

Em junho, também foram incluídos os Estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Nos primeiros cinco meses de operação, o sistema recebeu 300 acordos, dando início ao banco de dados.
 

Livros na era digital

14:03 @ 07/08/2007

Pedro Doria*

 
Na semana passada, o assunto cá da coluna foi a OpenLibrary, projeto para digitalizar todos os livros do mundo. É o terceiro destes projetos, que incluem também um do Google e outro da Microsoft.

Na mesma semana, a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma Expresso Book Machine. É a segunda do mundo – a primeira está na sede do Banco Mundial, em Washington. Ela permite ao cliente que escolha um livro qualquer num banco de dados, imprime o exemplar e o encaderna.

No momento em que este tipo de máquina for comum – não vai demorar muito –, os arquivos livreiros da OpenLibrary, do Google e da Microsoft já estarão bastante recheados. É neste ponto em que uma revolução muito parecida com a da música digital tomará de assalto, mas não de surpresa, as editoras. Seu negócio vai virar de cabeça para baixo.

A partir dos anos 1950, nos EUA, algumas grandes gravadoras começaram a se consolidar, fazendo fortunas com artistas de amplo apelo popular. As primeiras estrelas milionárias não eram muitas – de Elvis Presley a Frank Sinatra - mas o rock, na década seguinte, principalmente a partir dos Beatles, transformou estas grandes empresas em gigantes.

As ferramentas da indústria fonográfica chegaram ao auge da sofisticação nos anos 80, quando o marketing assumiu as rédeas. Fórmulas, pesquisas de mercado, testes, acordos com rádios – a máquina de produção de sucessos passou a independer do artista. Dominando a divulgação e distribuição de discos, controlando cada um dos fatores, criou-se uma indústria na qual poucos grupos gigantescos impunham ao mercado uma meia dúzia de superestrelas que rendiam quantidades obscenas de dinheiro.

A digitalização da música mudou isto. Um negócio que dependia de discos que faziam sucesso por conta de uma única faixa naufragou – baixá-la da internet é trivial. Ficou mau negócio para as gravadoras investir fortunas num produto que não renderia. O mercado massificado é também melhor domado quando há poucas opções. Na internet, as opções musicais são amplas.

A música digital, hoje, é um negócio rentável mesmo para as gravadoras grandes - mas é um negócio diferente, com mais opções, onde o arquivo, os velhos discos, podem ser muito mais valiosos do que os novos. Afinal, tudo pode estar à disposição. E novas opções, fora do mundo das grandes gravadoras, surgem com mais facilidade.

As grandes editoras começaram a vender seu momento Beatles muito recentemente, com o Código Da Vinci e Harry Potter. Provavelmente nunca viverá seu momento Madonna, da produção quase científica, encomendada e não-acidental de um mega-sucesso. A digitalização chegou antes e muito mais opções de leitura estarão por aí.

Sim, o escritor que quiser, poderá abrir mão de ter uma editora. E, para elas, argumentar que há pirataria será mais difícil. Afinal, a tradição das bibliotecas é de emprestar livros de graça, mesmo. O paralelo com a música não é perfeito. Mas há algo de diferente no ar.

*pedro.doria@grupoestado.com.br
 
 
Fonte: Link

Livro Pesquisa & pesquisador: noções básicas da investigação à criação científica aponta caminhos para que alunos de graduação e pós-graduação possam realizar investigações em bases de dados confiáveis na internet
Introduzir alunos de graduação e pós-graduação no campo da investigação científica e garantir que suas pesquisas, principalmente nos meios eletrônicos, tenham qualidade suficiente para o avanço do conhecimento na área em que atuam.
 
Essa é a proposta do livro Pesquisa & pesquisador: noções básicas da investigação à criação científica, que acaba de ser lançado por pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Araraquara (Foar) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no interior paulista.
 
A publicação apresenta princípios norteadores para que os alunos possam executar investigações em bases de dados confiáveis na internet, com orientações que vão desde a coleta de dados até a publicação de artigos científicos.
“O diferencial do livro é que ele apresenta as visões de atores dos três principais segmentos da universidade no campo da pesquisa: o aluno de pós-graduação, o professor e o corpo técnico, nesse caso representado por uma bibliotecária que oferece suporte à busca de informações em bases de dados disponíveis na web”, disse à Agência FAPESP Lourdes dos Santos Pinto, professora do Departamento de Clínica Infantil da Foar e uma das autoras da obra. “Essa troca de conhecimentos permite que o aluno seja introduzido no mundo da investigação científica de maneira direta e objetiva.”
 
Além das fontes de pesquisa, como bases de dados referenciais e textuais, o livro traz informações sobre como elaborar um currículo Lattes, monografias, dissertações e teses. A obra tem ainda um capítulo especial sobre evidência científica, com referências à importância da revisão sistemática e da metanálise, procedimento em que métodos estatísticos são empregados para combinar os resultados dos estudos selecionados.
 
“Atualmente, boa parte dos cursos de odontologia e medicina, por exemplo, tem nas evidências científicas um ponto de referência tanto para o ensino como para a pesquisa. Trata-se de uma avaliação de todos os trabalhos publicados sobre o assunto para a definição das melhores práticas. O livro explica como acessar o conhecimento baseado em evidências a partir de trabalhos em revistas especializadas”, disse Lourdes.
 
“Pesquisa científica”, “Investigação científica nos meios eletrônicos”, “Currículos”, “Projeto de pesquisa, monografia, dissertação e tese”, “Artigo científico”, “Como fazer citações e referenciar textos” e “Evidência científica” são os sete capítulos.
 
“O dinamismo e a evolução dos meios eletrônicos trouxeram para a sociedade uma grande quantidade de informações simultâneas, principalmente no campo da investigação científica. Realizar uma pesquisa ante as inúmeras fontes disponíveis na rede mundial de computadores é um grande desafio”, destacam os autores. Segundo eles, o livro apresenta “ferramentas básicas para que o pesquisador possa transpor as dificuldades inerentes que uma pesquisa apresenta”.
 
O livro também é assinado por Fábio Luiz Scannavino, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências Odontológicas da Foar, e Maria Helena Komasti, diretora do Serviço Técnico de Biblioteconomia e Documentação da Unesp.
Mais informações sobre o livro: dirstbd@foar.unesp.br
 
Fonte: Agência FAPESP - Thiago Romero

Fôlego crescente
 

Revisão

15:02 @ 11/08/2007

 
 
 
Todos os links do Guia Pesquisa Mundi foram revisados, acessem:
 
 
 
 
 
 
 

Brasília - A Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou uma biblioteca virtual interativa. Nela qualquer pessoa poderá publicar e baixar gratuitamente arquivos digitais de assuntos relacionados à saúde.
 
A coordenadora de Comunicação Institucional da escola, Ana Furniel, afirma que a biblioteca multimídia é importante para a democratização das informações. “A idéia é justamente trabalhar com transparência da informação e acesso livre. Isso é fundamental, porque quando é muito complicado para o usuário ter acesso ou ele tem que pagar para baixar um material, a informação deixa de ser pública”.
 
Segundo Ana Furniel, o diferencial da biblioteca é que o usuário pode incluir o material na internet. “Ela é uma grande inovação no serviço público. Estamos dando um salto grande, porque é comum serviços privados contarem com colaboradores externos na inclusão de material. Nós não buscamos material. Ele é colocado inteiramente pelo público da  escola, como alunos e professores, e pelo público em geral”.
 
A coordenadora explica que não é todo material que pode entrar no acervo da biblioteca, pois existe uma equipe para fazer uma triagem dos arquivos recebidos. “Quando o material chega aqui, nossa equipe avalia o arquivo. Se ele for considerado pertinente, ele é classificado e fica  disponível para acesso livre na internet”.
 
A Escola Nacional de Saúde Pública firmou um convênio com o Serpro para disponibilizar o material da biblioteca multimídia para deficientes visuais. “ Todos os documentos de texto da biblioteca serão passados para áudio para deficientes visuais”.
 
A página da biblioteca multimídia na internet é http://www.ensp.fiocruz.br/biblioteca.
 
 

A Sociedade Brasileira de Física (SBF) anunciou o lançamento de seu novo portal de divulgação científica, voltado a professores, alunos e ao público interessado em ciência, tecnologia e educação.

 

De acordo com informações divulgadas pela SBF, o nome do serviço na internet será escolhido a partir de sugestões de seus futuros usuários, que deverão enviá-las a partir do site http://dell.nossosite.com.br/fisica. O vencedor do concurso receberá uma assinatura anual da revista Física na Escola, publicada pela SBF.
 
O portal apresentará textos de divulgação sobre artigos selecionados da revista, acompanhados de ilustrações, vídeos e animações. Os usuários também poderão participar de fóruns de debate interativo com os autores dos artigos.
 
Haverá, ainda, um canal permanente para colaboração. Estudantes, professores, pesquisadores e profissionais interessados em física poderão submeter artigos e materiais multimídias para publicação diretamente por meio do portal.
 
Materiais didáticos, jogos educativos, simulações de experiências, fotografias, ilustrações, além de filmes selecionados do serviço YouTube, terão espaço em galerias temáticas e repositórios virtuais, com acesso livre para os internautas.
O projeto é coordenado pelo professor Nelson Studart, do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos. O portal é todo desenvolvido com tecnologias de software livre.
 
Mais informações: http://www.sbfisica.org.br/ .
 
Fonte: Agência Fapesp

A digitalização de arquivos está em crescente evolução. Mecanismos de buscas na Internet como Google ou Yahoo! incrementam constantemente suas funcionalidades para atender uma demanda impulsionada pela tecnologia. Os livros são o carro-chefe deste mercado e a idéia de reunir material em local de fácil acesso parece agradar. Porém, o tema engloba discussões entre autores, editoras e especialistas a fim de viabilizar um modelo de negócios que atenda justamente a todos os envolvidos na questão.

"A Web é uma benção para os editores", afirma o coordenador da Comissão de Tecnologia da Câmara Brasileira do Livro
(CBL), e um dos donos da Blucher editora, Eduardo Blucher. Apesar de ser uma benção, ele defende que os livros não sejam disponibilizados gratuitamente na íntegra para acesso. "Não há espaço nas livrarias para tudo que é produzido. O mercado é muito concorrido e o virtual é meio para divulgação de tudo isso", diz. Além disso, o coordenador se mostra incomodado quanto às previsões sobre o iminente fim da comercialização das obras literárias. "A Web salva o livro por meio de venda online, material de apoio e capítulos gratuitos. São visões apocalípticas sem fundamento", declara.

A divulgação da literatura deve ser analisada sob dois gêneros e a "natureza do conteúdo" é que define isso. Se o livro for do estilo romance, vale a pena colocar trechos na Web, pois instiga o leitor a comprar o produto e saber o final da história. Já se o material for técnico, não faz sentido. Após pesquisar tal pedaço, o leitor tende a abandonar a leitura.

Blucher vê com otimismo o nível de leitura dos brasileiros. Sites, blogs, chats e comunicadores instantâneos contribuem para o aumento nos índices. O público adolescente é o principal responsável pelo crescimento, pois passou a ler mais em comparação às outras gerações. Eis, portanto, o desafio do livro diante de várias fontes de conhecimentos existentes atualmente. "Os editores têm de ser cada vez melhores para manter a sobrevivência", prevê o coordenador da CBL.

Autorização

Qualquer conteúdo disponível na Web deve ser permitido com o aval do autor. Em alguns casos, a legislação permite a reprodução total e gratuita da obra se a data da morte do autor tenha completado pelo menos 70 anos. É por essa razão que programas do Governo como o
"Domínio Público" contêm acervo recheado de importantes escritores como Machado de Assis, morto em 1908. O espaço também reúne conteúdos internacionais, em imagens, vídeos ou sons, além de várias categorias e estilos.

Universidades brasileiras também adotaram o sistema digital. USP, Unicamp, Unesp, entre outras, trabalham já há algum tempo com acervo que inclui teses, resenhas e variados tipos de pesquisa.

Eduardo Blucher é cético quanto ao hábito de ler na tela do computador. Por essa razão, não vê programas sociais como concorrentes. "Acho complicado pensar que as pessoas lêem cerca de 200 ou 300 páginas em seus PCs. Muito menos, pensar que elas imprimem todo este conteúdo", resume.

Buscas

O processo de digitalização do
Google é mundial e conta com o apoio de inúmeras universidades. O coordenador da CBL elogia o sistema de busca inventado pela empresa. Apesar disso, aponta algumas falhas. Segundo ele, o processo peca ao selecionar trechos dos livros que podem então soar aleatórios. Novamente a questão depende do gênero para destacar a finalidade com que o internauta realiza a pesquisa.

Fonte: Marcelo Gripa - Adnews

 
Portal do Consórcio Cruesp coloca à disposição de 250 mil usuários das três unversidades paulistas obras de referência em todas as áreas do conhecimento
 
 
 
Estudantes na Biblioteca Central Cesar Lattes, em cujo auditório ocorrerá a inauguração do portal de e-boks no próximo dia 22: Unicamp detém a mais ampla
 biblioteca digital brasileira  (Fotos: Antoninho Perri / Antônio Scarpinetti)A biblioteca do futuro está prestes a se tornar uma realidade nas três universidades estaduais paulistas. O consórcio formado pelos três sistemas de bibliotecas da USP, Unesp e Unicamp (leia texto na página 7) passa a contar com um acervo de 188 mil livros eletrônicos. Os títulos, a maioria voltada para a pós-graduação, abrangem todas as áreas do conhecimento. Pelo menos 250 mil usuários, entre docentes, pesquisadores e alunos, terão acesso a essa massa de e-books.

 
O projeto, idealizado pelo Consórcio Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) Bibliotecas, foi viabilizado a partir de recursos da Fapesp no âmbito do programa FAP-Livros. Foram investidos US$ 2 milhões na aquisição de bancos de dados de livros eletrônicos. A cerimônia de inauguração do portal de e-books ocorrerá no próximo dia 22 de agosto, às 10h00, no auditório da Biblioteca Central da Unicamp.

 
“Trata-se do maior e mais atualizado acervo de e-books da América Latina”, informa o presidente do Cruesp e reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge. “Com essa conquista as universidades estaduais paulistas, que concentram metade da produção científica no país, colocam-se à frente do processo de disponibilização bibliográfica eletrônica no país”. O reitor ressalta que, no caso específico da Unicamp, esse processo já vem de vários anos, uma vez que detém a mais ampla biblioteca digital brasileira.

 
Uma diferença marcante em relação ao acervo tradicional, que continua indispensável, é que os livros eletrônicos podem ser acessados 24 horas por dia, conforme lembra o coordenador do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU), Luiz Atílio Vicentini. “Embora tenham sido adquiridas para as pesquisas na área de pós-graduação, as bases de dados poderão ser usadas da mesma forma por alunos de graduação e por interessados que se inscreverem no sistema”.

 
Vicentini destaca outras vantagens da consulta virtual, entre as quais a busca integrada, o fato de o livro poder ser acessado de qualquer máquina instalada nas instituições e a ausência de fila de espera para o empréstimo. Ademais, explica o coordenador do SBU, a racionalização de recursos é expressiva. “Um único e-book está disponível para as três universidades, sem a necessidade de compra de exemplares”, exemplifica.

 
A qualidade das coleções é outro ponto enfatizado pelo bibliotecário. Segundo Vicentini, os livros foram escolhidos com base em ampla pesquisa feita pelos integrantes do consórcio. Foram dois anos de trabalho, do planejamento à liberação dos recursos. “Adquirimos as principais obras em todas áreas. Os livros integram catálogos das melhores editoras internacionais. Foram agregadas também coleções de obras raras, como é o caso dos livros do século 18 da Biblioteca Britânica”.

 
José Tadeu Jorge, reitor da Unicamp e presidente do Cruesp: universidades paulistas estão à frente do processo de disponibilização bibliográfica eletrônica Segundo o especialista, pelo acordo assinado entre o Cruesp e a Fapesp, o consórcio terá como contrapartida a manutenção, durante cinco anos, do portal de e-books. Depois desse período, o convênio será reavaliado. Vicentini calcula que cada uma das três universidades vai investir anualmente cerca de US$ 50 mil. Segundo ele, o custo não é alto. “Só para a assinatura de periódicos internacionais impressos, por exemplo, a Unicamp investe US$ 5 milhões/ano”.

 
A relação custo-benefício, segundo o especialista, é uma das grandes vantagens das bibliotecas virtuais. Vicentini lembra que não seria possível a implantação, em seis meses, como foi o caso do portal de e-books, de uma biblioteca convencional com 188 mil volumes impressos. “Só para efeito de comparação, a biblioteca do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas [IFCH], que é a maior da Unicamp, inaugurada há mais de 30 anos, conta hoje com um acervo de 160 mil livros”.

 
USP – Adriana Ferrari, diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, que é formado por 42 unidades, pondera que sua opinião pode estar “contaminada” pelo fato de ser uma das idealizadoras do projeto. A diretora acredita que o consórcio “deu um passo decisivo” na área de formação e desenvolvimento de acervos dos sistemas de bibliotecas. O formato digital, afirma a especialista, impulsionará outras iniciativas conjuntas.

Na opinião de Adriana, a aquisição de e-books, por exemplo, complementa uma etapa iniciada com a compra conjunta de bases de dados bibliográficas e textuais de periódicos de forma consorciada, tanto para a obtenção de melhores preços como também para atender o núcleo comum das três universidades. “Havia um gap. Não tínhamos nada relacionado a livro eletrônico. Conseguimos, com o projeto, tornar disponíveis obras de todas as áreas do conhecimento, 365 dias por ano, transcendendo as barreiras físicas”, afirma.
Adriana destaca ainda que o portal de busca, o Unibibliweb, adicionará as coleções de livros eletrônicos às várias bases de dados e recursos existentes. “Será possível, inclusive, entrar diretamente nos sites dos editores, a partir dos computadores instalados em quaisquer locais das universidades ou remotamente, utilizando o serviço de vpn”.
 
Na opinião da Adriana, a biblioteca está cada vez mais se transformando num espaço diferente, e o portal de e-books se insere nessa nova configuração. “Caminhamos em direção às facilidades domundo digital. A biblioteca deve ser um espaço agradável de pesquisa, no qual o pesquisador encontrará novidades, além de poder interagir com outras pessoas. Será um espaço de vivência”, prevê.
 
Segundo a bibliotecária, o projeto só concretizado em razão de investimentos feitos pelo Cruesp, os quais garantem a infra-estrutura necessária às bibliotecas. “Esses investimentos são regulares, o que dá a sustentação ao projeto. Sem o aporte de recursos, inclusive para a capacitação de profissionais, não estaríamos nesse patamar a que chegamos”.
Unesp – Margaret Antunes, coordenadora da Coordenadoria Geral de Bibliotecas da Unesp, cujo sistema congrega 30 unidades, ressalta a possibilidade de o e-book poder ser consultado simultaneamente. “Trata-se de material atualizado e que está disponível para o usuário de forma imediata. Ao contrário do material impresso, que demanda um maior tempo de aquisição e posterior catalogação até ser colocado nas estantes das bibliotecas”.
Segundo Margaret, no caso da Unesp, o portal compartilhado ganha mais importância em razão da descentralização dos campi da universidade, que conta atualmente com 30 bibliotecas, em 23 cidades do Estado de São Paulo. “Temos, por exemplo, três faculdades de engenharia em cidades muito distantes entre si – Bauru, Ilha Solteira e Guaratinguetá. Para atender um sistema com essas características, seria necessária a aquisição de pelo menos três exemplares do mesmo título”.
 
Produtos e serviços do Consórcio Cruesp
Foi criado em 1994 um grupo de trabalho para discutir ações integradas entre os sistemas de bibliotecas das três universidades estaduais paulistas. Dez anos depois, em janeiro de 2004, foi firmado o convênio instituindo o Consórcio Cruesp Bibliotecas, cujas premissas são a cooperação, o compartilhamento e a racionalização de recursos.

 
O consórcio é composto por 93 bibliotecas, contando com um acervo de mais de 8 milhões de itens bibliográficos e uma freqüência anual de 7 milhões de usuários. O Portal Cruesp/Bibliotecas [www.cruesp.sp.gov.br/bibliotecas] está disponível desde 2002, possibilitando o acesso da comunidade aos seguintes produtos e serviços:

 
- Unibibliweb – Proporciona o acesso simultâneo, via internet, com interface de busca unificada, aos bancos de dados bibliográficos Dedalus/USP, Acervus/Unicamp e Athena/Unesp, além de contar com lista unificada de títulos de periódicos eletrônicos e acesso a outros recursos.

- Bases de dados referenciais – Adquiridas pelo Consórcio, permitem o acesso a obras de várias áreas do conhecimento, na web, a partir dos equipamentos conectados à USP, Unicamp e Unesp.
 
- Biblioteca Eletrônica do Cruesp – Formada pelo arquivamento de conteúdos digitais provenientes de parcerias com editores comerciais e institucionais.
 
- Livros eletrônicos – Títulos de todas as áreas do conhecimento, voltados para o ensino e pesquisa nas três universidades.
 
 
Digitalização de teses revela tendência
 
Aluna na Coleção de Obras Raras da Biblioteca Central "Cesar Lattes": SBU conta com 700 mil livros (Foto:Antônio Scarpinetti)Na opinião de Vicentini, as mudanças tecnológicas vieram para ficar. Segundo o especialista, a adoção de softwares livres e arquivos abertos acompanha a tendência da comunidade científica na criação de repositórios de conhecimento acessíveis a qualquer cidadão do mundo, por meio de mecanismos de divulgação dinâmicos, flexíveis e com custos bem mais baixos que os convencionais. Prova disso é marca recém-alcançada pela Biblioteca Digital da Unicamp: 50% das 27 mil teses defendidas até 2006 na Universidade já estão digitalizadas.
 
Traduzindo em números: estão disponibilizadas na web 13.620 dissertações e teses, de acordo com números aferidos no mês de maio. Segundo Vicentini, trata-se do maior conteúdo de acesso livre da América Latina. Não falta demanda: em maio, de acordo com o coordenador, foram registradas 447.701 visitas, com uma média diária de 14.441 acessos.
 
A quantidade de downloads registrados até 31 de maio também é um indicativo dessa demanda por novos formatos: foram 63.860, com um acumulado de 1,6 milhões desde 2002. Com esses números, chega-se à média de 122 downloads por tese, feitos por mais de 270 mil usuários de diversos países cadastrados na Biblioteca Digital, que integra nacionalmente o projeto da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – BDTD, de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Informação em C&T (IBICT do Ministério de Ciência e Tecnologia). Do volume de teses publicadas no Banco Digital do IBICT (44.367), as 13.620 teses da Unicamp representam 31% do conteúdo total, coletado entre as 59 instituições participantes.
 
A meta da equipe coordenada por Vicentini é publicar 20 mil trabalhos até o final deste ano, ou seja, 80% das teses defendidas na Universidade. “Queremos completar a coleção da Biblioteca Digital com 100% das teses defendidas em 2008”, revela. Para tanto, o coordenador do Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) conta com uma equipe composta por bolsistas, estagiários, bibliotecários, analistas de sistemas e programadores.
 
Como acessar

- Unesp
www.bibliotecas.unesp.br
Algumas das coleções adquiridas
- CRC Referex – Títulos nas áreas de Engenharia Mecânica e Materiais, Química, Petroquímica e Processos, Eletrônica e Elétrica

- CRC Press Package – Obras nas áreas de Farmácia, Ciências Ambientais, Matemática, Medicina, Engenharia de Alimentos, Ciência da Computação, Administração e Negócios, Engenharia Civil, Engenharia Biomédica, Engenharia Química, Engenharia Elétrica, Biologia, Agricultura e Botânica

- OVID – Livros na área de Medicina

- OCLC-Netlibrary – Títulos de diversas áreas do conhecimento, tais como Agricultura, Física, Biologia, Educação, entre outras. Nesta base de dados é possível selecionar títulos específicos

- SAFARI – Obras nas áreas de Administração, Ciências da Computação e Inteligência Artificial

- E-Livro e EBrary– Livros de diversas áreas, tais como Administração, Economia, Educação, Artes, Antropologia, Filosofia, Ciência Política, Ciências Sociais, História, Lingüística, Ciência da Informação, Música, Direito e Literatura, entre outros.

- ECCO – Coleção de títulos da British Library do século XVIII, incluindo mapas e manuscritos, entre outros. Importante fonte de pesquisa para diversas áreas, sobretudo para a de Humanidades.
 
O SBU em números
O Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) é composto por 24 bibliotecas. Conta com um banco de dados, o Acervus, que possibilita a localização de livros, teses, periódicos e outros materiais disponíveis no Sistema. Nas bibliotecas, estão armazenados para uso da comunidade mais de 700 mil livros, além de outros tipos de materiais, entre os quais teses, dissertações, partituras, CD-ROM, vídeos, microfilmes e microfichas. Abaixo, alguns números do SBU, de acordo com dados de 2006.

- 24 bibliotecas
- Acervo de monografias (livros e teses) – 760 mil
- Acervo de periódicos (títulos) – 16.287
- Outros materiais – 300 mil
- Circulação do acervo (empréstimo+consulta) – 1.441.727
- Periódicos eletrônicos – mais de 19 mil títulos
 
Fonte: Jornal da Unicamp - 13 a 19 de Agosto de 2007

 - Um site com uma nova ferramenta virtual indica que usuários de computadores da CIA (agência de inteligência americana) e do Vaticano estão entre os responsáveis por edições nos textos do site Wikipedia, um dos mais populares do mundo para pesquisas na internet.

A Wikipedia é uma enciclopédia virtual com milhares de artigos em dezenas de línguas, inclusive o português. A página permite que qualquer pessoa adicione ou modifique informações nela contidas.

O novo site, chamado Wikipedia Scanner, permite saber a organização que estaria por trás das mudanças por meio do IP (um número que identifica cada computador ligado à rede) do computador usado pelo autor das alterações, mas não identifica o nome dele.

O Wikipedia Scanner descobriu, por exemplo, que computadores da CIA foram usados para mudar o conteúdo da página da Wikipedia sobre o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

Alguém na agência americana teria adicionado a interjeição "Waaaaaaaah!" no texto sobre o mandatário iraniano, antes de uma parte sobre os planos do líder para a sua Presidência.

Por conta disso, o perfil do editor anônimo na Wikipedia ficou manchado com uma advertência dos administradores do site.

 

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Mecanismo de busca de código livre encontra dados em tabelas
O algoritmo de buscas do Google revolucionou a Internet. Chamado de PageRank, esse programa originalmente desenvolvido na Universidade de Stanford, Estados Unidos, coloca ao alcance dos usuários uma quantidade de dados muito maior do que qualquer ser humano é capaz de "digerir".
 
Tabelas escondidas
Mas o PageRank não é perfeito. E uma enormidade de dados ainda ficam "escondidos" pela Internet. Ou, se não estão exatamente escondidos, eles não aparecem nos resultados das buscas com a relevância que possuem.
Este é o caso das tabelas. Esta disposição bidimensional de dados está presente em nada menos do que 70% de todos os artigos científicos publicados. E não é à toa: as tabelas permitem a comparação e a visualização rápida de dados. Hoje, porém, o título de uma tabela não possui um peso maior do que os comentários em um blog quando os crawlers dos mecanismos de busca varrem os sites.
 
Mecanismo de busca de tabelas
Isso agora poderá mudar, graças ao trabalho de um grupo de pesquisadores da Universidade de Pensilvânia, Estados Unidos. Eles desenvolveram um novo algoritmo de busca que consegue não apenas localizar e extrair tabelas do interior de uma série de tipos de documentos - como PDF, HTML e Word - como também é capaz de indexar e classificar os resultados utilizando dados como o título da tabela, as referências de texto e a data da publicação.
A equipe do Dr. Prasenjit Mitra não é boa apenas na construção de algoritmos: eles logo perceberam o potencial de seu novo mecanismo de buscas de tabelas e usaram seu tino comercial para batizá-lo de ... TableRank, numa clara alusão ao super bem sucedido mecanismo de buscas do Google.
 
Colunas de dados
O algoritmo TableRank já foi incorporado em um programa prático de buscas, o TableSeer. "O TableSeer torna fácil para cientistas e acadêmicos descobrir e acessar importantes fontes de informação apresentados na forma de tabelas e, tanto quanto sabemos, ele é o primeiro mecanismo de buscas para tabelas," diz Mitra.
 
O programa permite a execução de buscas por colunas, facilitando a localização de uma determinada coluna em uma tabela - como, por exemplo, os preços do petróleo, os valores calóricos de determinadas substâncias ou uma tabela de códigos genéticos.
 
Código livre
O desenvolvimento do TableSeer é parte de um projeto de código livre que está desenvolvendo uma infraestrutura de pesquisas na área de química. O programa já pode ser avaliado online (veja link no quadro Para navegar), mas o código-fonte somente será disponibilizado ao final do projeto.


Bibliografia:
TableSeer: Automatic Table Metadata Extraction and Searching in Digital Libraries
Ying Liu, Kun Bai, Prasenjit Mitra, C. Lee Giles
ACM IEEE Joint Conference on Digital Libraries
2007
http://chemxseer.ist.psu.edu/about/digital_library/Liu-JCDL2007.pdf
Para navegar
TableSeer

The Pennsylvania State University
Fonte: Inovação Tecnológica

A Microsoft lança, daqui a um mês no Brasil, dois novos serviços online dentro do Windows Live: o Live Search Maps e o Live Search Products. Ferramentas de busca, o primeiro encontra endereços em mais de mil cidades e programa itinerários; o segundo, pesquisa nos sites de compra, por meio de filtros específicos.

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Universidade virtual e gratuita não exige doutorado dos professores.
Projeto já superou recentemente os 12 mil estudantes.
 
A Wikiversity, projeto educativo da Wikipedia, é uma universidade virtual e gratuita na qual não é preciso ter um doutorado para dar aulas e que, segundo seus organizadores, em breve será tão popular como a conhecida enciclopédia on-line.

 

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Wikiversity Beta
 
O endereço da Wikiversity é : http://www.wikiversity.org/

A Scielo, primeira biblioteca pública de revistas científicas do Brasil e da América Latina, completa hoje dez anos. Para marcar a data, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) realiza hoje, a partir das 10 horas, em São Paulo, um evento com palestras sobre a biblioteca online.

Sigla de Scientific Electronic Library Online, a Scielo ( http://www.scielo.org/ ) é um serviço que reúne hoje o conteúdo de cerca de 450 publicações do Brasil, da Argentina, do Chile, da Colômbia, de Cuba, da Jamaica, de Portugal e da Espanha.

 

Para ler a matéria completa, clique aqui.

SciELO personalizado

19:17 @ 21/08/2007

Novo portal da Scientific Electronic Library Online permite fazer buscas unificadas em todas as coleções da rede. Usuários podem elaborar perfil para receber artigos de acordo com suas áreas de interesse
Por Thiago Romero
Agência FAPESP – Oferecer novos recursos de busca para o acesso integrado às coleções, por meio de diferentes tipos de filtros e categorizações, além de disponibilizar uma série de inovações – como os serviços personalizados, em que o usuário poderá receber artigos, notícias e outros serviços de acordo com seus temas de interesse.
 
Essas são algumas das novidades do novo portal do programa SciELO (Scientific Electronic Library Online), que foi lançado oficialmente na cerimônia de comemoração de seus dez anos, na quinta-feira (16/8), em São Paulo e estará disponível nos próximos dias.
 
A biblioteca eletrônica, que no Brasil é mantida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), permite acesso gratuito a artigos de dez coleções em oito países – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Portugal, Espanha e Venezuela –, além de duas coleções temáticas nas áreas de saúde pública e ciências sociais.
 
“A principal novidade é a recuperação unificada de artigos, independentemente de qual coleção eles façam parte, o que era algo que representava dificuldades na versão anterior do portal”, disse Renato Murasaki, coordenador do Escritório de Projetos da Bireme, à Agência FAPESP. “A partir de agora, será possível fazer uma única expressão de busca e trazer, em uma mesma interface, artigos de todas as revistas disponíveis na biblioteca.”
 
São mais de 130 mil artigos em 452 títulos de periódicos certificados. “Como todas as coleções dialogam entre elas no novo portal, teremos a possibilidade de gerar indicadores integrados sobre a rede como um todo, sejam de acesso ou de citações, por exemplo, e não mais indicadores isolados por coleção ou revista. Isso é o que estamos chamando de visão sistêmica da rede”, explicou.
Ao se cadastrar gratuitamente, o usuário recebe um login e uma senha e, para o acesso aos serviços personalizados, o sistema também solicita a elaboração de um perfil no qual devem ser indicados os principais temas de interesse. Cada usuário pode cadastrar até três perfis distintos.
 
Entre os novos serviços personalizados estão “Minha Coleção”, que permite armazenar artigos de interesse e atribuir classificação de um a três estrelas, e “Meus Alertas”, em que é possível monitorar os indicadores do artigo clicando nos itens “Avise-me quando citado” e “Envie-me estatísticas de acesso”.
“Esses serviços personalizados permitem disseminar informações de maneira seletiva. A partir de um perfil cadastrado, serão oferecidos artigos que tenham relação com as áreas de conhecimento de preferência do usuário, sem que ele tenha que procurá-los nas coleções”, disse Murasaki.
 
Outros dois aplicativos são “Minhas Notícias”, que permite ao usuário adicionar endereços de sites por RSS – tecnologia que permite receber notícias automaticamente e em tempo real –, e “Meus Links”, que oferece a possibilidade de salvar e organizar os endereços de web preferidos por ordem de relevância.
 
As informações disponíveis no portal também podem ser acessadas por meio de buscas de autores, assuntos, revistas, palavras-chave, cidade ou país, e o usuário pode visualizar o artigo em formato pdf ou xml, conhecer o currículo Lattes dos autores, saber como citar o estudo, visualizar as estatísticas de acesso, acessar as referências bibliográficas do artigo e, por fim, enviá-lo por e-mail.
 
Para Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, o novo portal dará maior visibilidade para a boa ciência feita nos países da América Latina e em Portugal e Espanha.
 
“Até então, o SciELO, apesar de permitir acesso livre aos trabalhos, o que é o mais importante, não oferecia muitas funções aos usuários. A partir de agora, a comunicação entre os cientistas será mais facilitada. Os usuários poderão criar sua própria coleção e ainda compartilhar artigos com outros pesquisadores”, destacou.
 
Mais informações sobre o novo portal: http://www.scielo.org/
 
 

     O CNPq firmou um contrato com a International Digital Object Identifier Foundation para implantar na Plataforma Lattes o Sistema Identificador de Objetivo Digital (DOI, sigla em inglês). 

     O DOI é uma certificação de publicações em redes digitais. Quando certificada, a publicação recebe um número DOI. A partir do número DOI, o usuário tem acesso à base de dados da DOI Foudantion. A base dispõe de informações sobre o nome da publicação; resumo; links para os capítulos, apêndices e anexos; a versão PDF da publicação; o copyright; e a última atualização. Mesmo que a publicação seja modificada, o número DOI continuará o mesmo. Por exemplo, se uma publicação mudar de site, o nome DOI se manterá e irá localizar o novo local de hospedagem. Sempre que houver uma atualização da publicação, o Sistema DOI informará.  

     A partir de setembro, os usuários da Plataforma Lattes poderão, de posse do número DOI, preencher as informações sobre suas publicações científicas no currículo Lattes. Quando o pesquisador colocar o número, a Plataforma Lattes irá acessar a base de dados do DOI, e vai preencher, automaticamente, o título, o ano, o volume, fascículo, páginas da publicação e o nome do primeiro autor. Além da facilidade, o sistema garantirá uma maior confiabilidade da informação cadastrada. 

     Segundo informações do CNPq, o Sistema possui mais de 28 milhões de DOI registrados. Mais informações podem ser obtidas no site
www.doi.org.

 
[]'s
Rodney

Participe!

16:35 @ 22/08/2007

25 de agosto
 
Dia de comer Big Mac
e ajudar as crianças com câncer
 
 
Coordenado pelo Instituto Ronald McDonald, o McDia Feliz é a maior campanha do país no combate ao câncer infanto-juvenil, além de ser o principal evento comunitário do Sistema McDonald’s no Brasil.
 
No McDia Feliz, todo o dinheiro arrecadado com a venda de sanduíches Big Mac (exceto impostos), vendido separadamente ou incluído na promoção número 1, - além de materiais promocionais como camisetas, bonés, chaveiros, entre outros produtos - é revertido para instituições de apoio e combate ao câncer infanto-juvenil de todo país.
 
O evento sempre é realizado em um sábado, dia de maior movimento nos restaurantes McDonald’s, para aumentar ainda mais a arrecadação e conta com uma enorme mobilização voluntária. Ao longo desses 19 anos de realização da campanha, a renda obtida com o McDia Feliz contribuiu para o expressivo crescimento do índice de cura da doença no Brasil: de 35%, no final da década de 80, para a média atual de 70%.
 
O câncer infantil varia de 0,5% a 3% dos 467 mil casos novos de câncer estimados para 2005 em todo o país. Os tipos mais comuns na infância são as leucemias, tumores do sistema nervoso central e linfomas, entre outros. Cerca de 70% dessas crianças podem ser curadas, se as doenças forem diagnosticadas precocemente.
 
Desde 2003, o Instituto retém uma pequena parte do valor arrecadado no McDia Feliz para o Fundo Nacional do McDia Feliz. Esse percentual pode variar de 5% para as localidades com venda abaixo de 50 mil sanduíches e 12,5% em localidades com venda igual ou acima de 50 mil. Esses recursos são destinados a projetos que não tenham alcançado valores necessários com a campanha, além daqueles de instituições que não participaram do evento por não haver restaurantes McDonald’s em sua cidade.
 
Com os resultados obtidos desde o primeiro ano de sua realização, em 1988, a campanha já doou às instituições brasileiras, em mais de 20 estados, um valor acima de R$ 69 milhões. As doações têm viabilizado a compra de equipamentos, material hospitalar, remédios, ampliação de instalações, a implantação de abrigos e casas de apoio para crianças e adolescentes em tratamento de câncer, e até a construção de unidades de transplante de medula óssea.

Objetivos gerais do evento
  • Despertar a atenção de toda a sociedade e sensibilizá-la para uma realidade que atinge crianças e adolescentes em todo Brasil;
  • Captar recursos e concentrar esforços para a realização de projetos prioritários e de grande benefício social em nível local, regional e nacional;
  • Contribuir para o aumento do índice de cura do câncer infanto-juvenil. 
Histórico do McDia Feliz
 
Criado pelo McDonald’s no Canadá em 1977, o McDia Feliz foi realizado pela primeira vez no Brasil em 1988, em São Paulo. Em 1989, chegou ao Rio de Janeiro, e, a partir de 1990, passou a ser realizado em nível nacional, envolvendo todos os restaurantes da Rede McDonald’s do país.
 
McDia Feliz no mundo
Atualmente, o McDia Feliz é realizado em 14 países: Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, EUA, Finlândia, França, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Noruega, Suécia e Suíça.
 
No Brasil
  • O McDia Feliz é um evento participativo, mobilizador, de repercussão nacional e de reconhecida credibilidade;
  • Proporciona o aumento da visibilidade de cada Instituição por ele beneficiada;
  • É o evento que mais arrecada fundos para a causa do câncer infanto-juvenil;
  • Desde 1988, o programa já doou mais de R$ 69 milhões a Instituições sociais brasileiras;
  • A arrecadação do McDia Feliz 2006 foi a maior jamais conseguida no Brasil: R$ 9,4 milhões.
 
Faça parte desta campanha de grande impacto para as crianças e adolescentes portadores de câncer no Brasil.
 


 

PEDro é um banco de dados gratuito de evidência em fisioterapia. Foi desenvolvido para dar acesso rápido aos detalhes bibliográficos e sumários de estudos controlados e revisões sistematizadas em fisioterapia.

 

A interface de PEDro está traduzida em diversas línguas, inclusive português.

 

É uma iniciativa do Centre for Evidence-Based Physiotherapy (CEBP) / Austrália.

 

http://www.pedro.fhs.usyd.edu.au


Fonte: Pesquisa Mundi

 

Em parceria com o InternetArchive.org, a agência espacial vai digitalizar e publicar na web vários de seus filmes e fotos históricos.

Estréia esta semana o portal Universidade Falada, site dedicado exclusivamente à distribuição de audiobooks.

 

Consultório virtual

19:42 @ 27/08/2007

Cibercondríacos devem ficar atentos às fontes de dados médicos na internet

José Carlos Moreira / Agência BOM DIA 
Valéria Jordão descobriu na internet que seus sintomas de TPM eram, na verdade, um surto de síndrome do pânico 

Valéria Torres Jordão, 31 anos, pode ser considerada uma cibercondríaca “do bem”.

A assessora empresarial mora em Rio Preto e passa o dia conectada à internet, por causa do trabalho. Dedica grande parte do tempo aos sites sobre saúde.

Foi navegando que descobriu ter síndrome do pânico. Também na rede, procurou e encontrou sugestões de tratamento para a doença. Mas nunca deixou de procurar o médico para definir que atitude tomar.

Tudo começou há três anos, quando Valéria buscava informações sobre problemas respiratórios. O filho dela, Arthur, hoje com 5 anos, sofre de rinite alérgica.

Depois, a assessora pesquisou sobre a TPM (tensão pré-menstrual). E foi aí que diagnosticou: seus sintomas eram exagerados e surgiam independentes da menstruação. Tratava-se da síndrome do pânico – enfermidade que provoca crises inesperadas de medo e desespero.

“Passei por vários tratamentos. Aí descobri um remédio natural na internet e a ioga. Falei com meu médico, e ele disse que tudo bem”, conta Valéria. Ela complementa: “Acho que quando você vai ao médico já entendendo o que está se passando com você, fica mais fácil achar uma solução. Por exemplo, uma vez fui ao hospital e o médico veio me dizer que eu tinha labirintite. ‘Isso’, eu disse, ‘Porque tenho pânico!’ Os médicos gostam. Não têm que explicar tudo.”

Se os médicos gostam ou não é difícil afirmar. Não há unanimidade. O caminho habitual era o paciente sentir uma dor e buscar o clínico geral para ser encaminhado a um especialista. Agora, em nível extremo, sequer chegam a ser consultados.

Para o psiquiatra e professor de História da Medicina, Wilson Daher, os cibercondríacos são como os hipocondríacos. “Se antes pesquisavam bulas de remédio ou se chegavam às farmácias para perguntar sobre as últimas novidades, agora o fazem pela internet.”

Esse gigante consultório virtual seria o espaço ideal para o que o médico chama de “voyeurismo sadomasoquista”. “O hipocondríaco é voyeur do próprio corpo, buscando fustigar sua intimidade de maneira perversa.”

Daher acrescenta que quando há busca incessante de informações na internet nesse sentido, pode-se tratar de transtorno obsessivo grave. Na dúvida, a recomendação é para que sempre se busque a consulta presencial com um profissional credenciado pelo CRM (Conselho Regional de Medicina), como faz a cibercondríaca “do bem” Valéria Jordão.

Busca na net nem sempre é negativa
A principal característica dos cibercondríacos é o fato de eles não conseguirem navegar na internet sem acessar informações relativas a saúde.

Para a psicóloga Débora Cestaro, esse comportamento pode não ser negativo. Ela acredita que o acesso rápido às respostas na internet serve como um paliativo para as ansiedades diante de dúvidas relacionadas a sintomas ou a doenças.

Mas a profissional alerta que as informações podem estar erradas. Buscar sites reconhecidos pelos conselhos regionais dos profissionais de saúde é uma alternativa a essa armadilha.

A educadora e consultora internacional Ada Maria de Assis e Silva, acrescenta que a mudança cultural da relação médico-paciente é positiva.

“O médico terá de entender que não detém todo o conhecimento e deverá mudar sua conduta”, afirma.

Para Yonei Scotelari, diretora da FitWeb Studio – Soluções em Internet, a rede passou a ser a biblioteca mundial, “a maior e mais poderosa fonte de consulta jamais imaginada pelo homem”.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

Visitas virtuais na Irlanda em preparação


O Museu de Clare vai promover visitas virtuais aos sítios históricos e arqueológicos desta região irlandesa. O espaço recebeu 10 mil euros para o desenvolvimento do projecto.

Com esta iniciativa os visitantes do site do museu, situado na página da Biblioteca do Condado de Clare , vão poder encontrar imagens a 360 graus dos principais monumentos e locais da região e respectivos comentários áudio. Os monumentos e locais cuja disponibilização on-line está a ser equacionada incluem castelos, ilhas ou mosteiros.

Citado pelo portal ElectricNews.net o senior executive librarian da biblioteca, Anthony Edwards, afirma que «muitos dos locais escolhidos são de difícil acesso e continuam desconhecidos para a maioria das pessoas», realçando que «ao criarmos estas visitas virtuais, membros do público vão ter a possibilidade de experimentar por si estes monumentos e locais únicos».

Fonte: IGov


A imagem "http://www.tkb.org/images/header.jpg" não pode ser mostrada, porque contém erros.


Desenvolvido pelo Memorial Institute for the Prevention of Terrorism (MIPT), a Terrorism Knowledge Base - Base de Conhecimento sobre  Terrorismo - oferece informações e análises sobre o Terrorismo com mapas interativos e sumários estatísticos.

A base está dividida em:

- Grupos (posição e ideologia);
- Casos (data);
- Países/Áreas (posição geográfica);
- Incidentes (data, posição geográfica);
- Líderes e membros (grupo);
- Referência adicional (artigos)


Exemplo das Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)

group page header
image Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC)

Mothertongue Name:
Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)

Aliases: Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia - Ejercito del Pueblo (FARC-EP)

Base of Operation: Colombia

Founding Philosophy: The Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC) grew out of the Colombian Communist Party of the 1960s. Unsurprisingly, the FARC was founded as a Communist organization. The FARC leaned towards the Marxist strain of Communism and received a limited amount of funding from the Soviet Union during the Cold War. The FARC's stated goal is to overthrow the current democratic government of Colombia and replace it with a Communist government.

While the FARC is undoubtedly the largest and oldest of the Communist insurgent groups of Colombia, it is not necessarily the most dogmatic in its devotion to the Marxist ideology. In fact, the FARC's growing hand in cocaine trafficking, and even production, coupled with its on-again, off-again peace talks with the Colombian government, indicate that the ideological backbone of the FARC is at best, ill-defined. However, a significant portion of the FARC's leadership, including FARC chief Manuel Marulanda, have been part of the organization since its founding and are presumably still dedicated to its Marxist ideology. The FARC continues to wage a war of words devoted to Marxist principles, despite the fact that many of its battles are fought with the less idealistic motive of controlling the illicit drug inustry.

Current Goals: Today, the FARC's primary goal is territorial control within Colombia. The FARC has several sources for the money it needs to pursue this goal. The majority of its funding comes from the cocaine trade, but the FARC also pursues kidnapping, extortion, and hijacking. In addition to these operations, the FARC also attacks Colombian political and military installations. Its activities frequently disrupt economic activity in Colombia, particularly when conflicts with Colombia's rightist paramilitary groups break out. Ordinary Colombian citizens are often caught in the middle of this violent and bloody struggle.

The FARC's larger goals are a matter for speculation. For four decades the FARC has struggled to overthrow the Colombian government. This does not seem likely unless the FARC dramatically shifts its approach and increases its strength. The more likely outcome is that the FARC will continue to destabilize Colombian democracy but never actually overthrow the government. Furthermore, the FARC's recent participation in peace talks demonstrates a certain willingness to negotiate with its ideological enemies. The FARC's ideological commitment is in doubt, but its immediate goals are not. The FARC aims to maintain its significant financial and territorial power. From all indications, the FARC will continue its violent criminal action for the foreseeable future.

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Legal Cases

02-CR-198-06



Further Reference
"Investigative findings on the activities of the Irish Republican Army (IRA) in Colombia.," COMMITTEE ON INTERNATIONAL RELATIONS, U.S. House of Representatives, 4/24/2002, U.S. House of Representatives
Colombia Country Assessment, 4/1/2002, Immigration and Nationality Directorate, Home Office of the United Kingdom, (UK)
Colombian Labyrinth: The Synergy of Drugs and Insurgency and Its Implications for Regional Stability, Angel Rabasa, Peter Chalk , 2001, RAND; http://www.rand.org/publications/MR/MR1339/
Drug Politics: Dirty Money and Democracies, David C. Jordan , 10/1/1999, Univ of Oklahoma Press
Violence in Colombia : The Contemporary Crisis in Historical Perspective , Gonzalo Sanchez, Ricardo Penaranda (Editor), Charles W. Bergquist , 1/1/1992, Scholarly Resources


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Fonte: Pesquisa Mundi

 


WikiScanner mostra empresas e governos que mudaram artigos da enciclopédia

Governo dos EUA e do Vaticano e empresas como a Apple e a Microsoft estão entre os revelados pela criação de Virgil Griffith

MARCO AURÉLIO CANÔNICO
DA REPORTAGEM LOCAL

Que os artigos da enciclopédia on-line Wikipedia (
www.wikipedia.com) eram passíveis de alterações desinformativas, já se sabia. Agora, graças à invenção de um estudante norte-americano, é possível saber quem modificou o quê -e os resultados têm causado um frenesi mundial.
Tal reação -da imprensa, de governos, empresas e, é claro, usuários da rede- era exatamente o que Virgil Griffith, 24, esperava ao criar o WikiScanner (wikiscanner.virgil.gr), segundo disse em entrevista à Folha, por e-mail.


Para ler o artigo completo, clique aqui: Folha

Parte do acervo da Rede de Bibliotecas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) já está disponível na internet. Com esse novo recurso, a consulta pública de material bibliográfico entre as unidades da Cnen passa a ser realizada de maneira integrada por meio de uma única busca.
 
Segundo a Cnen, o objetivo da rede é proporcionar o funcionamento integrado dos processos técnicos e administrativos de gerenciamento das coleções bibliográficas, ampliando a abrangência dos serviços prestados à comunidade científica.
 
Podem ser acessados livros das bibliotecas do Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste, do Instituto de Engenharia Nuclear, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, do Instituto de Radioproteção e Dosimetria e da sede da Cnen.
 
A rede é coordenada pelo Centro de Informações Nucleares. Os acervos das bibliotecas do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear e do Centro Regional de Ciências Nucleares/Centro-Oeste serão integrados em breve.
 
Mais informações: http://bibliotecas.cnen.gov.br
 
Fonte: Agência Fapesp

Veja a matéria clicando aqui.
 
 
 
Fonte: O Globo
 

Google Sky permite ver milhares de estrelas de qualquer ponto da Terra.

 
 
Jonathan Flides - BBC
 
 - Um novo programa que pode ser incorporado ao Google Earth, o atlas virtual interativo da Google, permite que internautas observem 100 milhões de estrelas individualmente e 200 milhões de galáxias.

O objetivo do Google Sky é possibilitar que se observe constelações de qualquer ponto da Terra, mesmo daqueles em que as estrelas, na vida real, sejam praticamente invisíveis.

"O excesso de luz e a poluição do ar em alguns lugares é tão grave que, ao olhar para o alto, só é possível ver poucas estrelas. Se isso (o Google Sky) ajudar as pessoas a perceber o que estão perdendo, será uma coisa supimpa", disse o astrônomo John Mason, da maior associação de astrônomos amadores da Grã-Bretanha.

Entre os recursos opcionais do Google Sky estarão ferramentas para criar animações dos ciclos lunares ou navegar pelas imagens do Hubble, o telescópio espacial da Nasa (agência espacial americana).

"A idéia é virar o Google Earth de cabeça para baixo, ou seja, em vez de usar as imagens da Terra, você pode usar o programa para ver o céu", explicou à BBC o especialista em tecnologia geoespacial da Google, Ed Parsons.

Os astrônomos internautas podem escolher qualquer área da Terra da qual queiram observar o céu. Com um clique, o planeta vai girar e as constelações vão estar orientadas de acordo com o ponto de vista escolhido.

As imagens do sistema são fornecidas por seis instituições de pesquisa, entre elas, o Consórcio Pesquisa Digital do Céu (DSSC, na sigla em inglês); o Observatório Palomar, na Califórnia; e o Centro de Tecnologia Astronômica da Grã-Bretanha.

Para ler a matéria completa, clique aqui.