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Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 




Brasília - O Arquivo Nacional vai reunir documentos da ditadura militar guardados atualmente em arquivos de órgãos federais e estaduais. O objetivo é centralizar informações das divisões do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI) nos ministérios e estatais e colocá-las à disposição do cidadão em um banco de dados que poderá ser acessado pela internet. A informação é do diretor do Arquivo Nacional, Jaime Antunes da Silva.

A expectativa do diretor é de que a portaria de criação do centro, que se chamará Memórias Reveladas, saia até outubro, para que o novo serviço entre em funcionamento definitivo no início de 2008. “Não tornar visível essa informação é um desserviço à democracia, à cidadania. essa opacidade só estimula a fantasia, a curiosidade".

Para Antunes, divulgar essas informações "é o caminho mais correto para possibilitar ao cidadão resgatar fontes da sua informação ou de um ente perdido nas lutas políticas do país”.

Em 2005, o Decreto 5.584 determinou que instituições federais transferissem documentos referentes à ditadura ao Arquivo Nacional, que passou a guardar dados do SNI, da Comissão Geral de Investigações e do Conselho de Segurança Nacional, que estavam nas mãos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Outro passo aguardado pelo diretor é a implantação de uma rede de cooperação com acervos públicos de dez estados (Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Maranhão, Sergipe e Ceará), que segundo Antunes, dispõem de dados sobre os Departamentos de Ordem Política e Social (Dops), órgãos da repressão encarregados de interrogar cidadãos considerados uma ameaça ao regime.

Assim que o centro for criado, Antunes espera que documentos de particulares sobre a época também apareçam. “Tenho certeza de que vão surgir acervos que estão nas mãos de famílias, entidades não-governamentais, ativistas e advogados que defenderam presos políticos”.

Para reunir as informações, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, determinou, desde 2006, que os ministérios e estatais encaminhassem suas informações sobre o período ao Arquivo Nacional. Desde então, o material da instituição aumentou em cerca de 15 vezes, o equivalente a 4 milhões de páginas, conforme Antunes. Os ministérios das Relações Exteriores, da Saúde, da Justiça e a Polícia Federal são alguns que já mandaram documentação. Segundo o diretor, as Forças Armadas, porém, não enviaram dados até o momento.

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A The Nature Conservancy (TNC) e a Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) acabam de lançar o mais novo e completo banco de dados sobre as reservas particulares do País, disponibilizado no site
www.reservasparticulares.org.br . O banco possibilita a visualização das reservas cadastradas e georreferenciadas por meio de uma interface com o Google Earth, além dos limites dos biomas, das fisionomias vegetais e das unidades de conservação públicas.

As principais vantagens do banco de dados são: possibilitar uma troca de informações com objetivo de melhorar a gestão das reservas particulares; dar suporte na tomada de decisões para a construção de políticas de incentivo; e permitir ao proprietário de reservas fazer pesquisas, cadastrar e atualizar as informações de suas área com facilidade.

O banco de dados mostrará o mapa da propriedade, dados cadastrais, caracterização como habitats especiais existentes e espécies de fauna e flora, dados sobre ecoturismo, sustentabilidade da reserva, pesquisa, gestão, educação ambiental e também a interação social da reserva com o entorno, além de fotos. O desfio será manter o banco de dados sempre atualizado e dar suporte aos processos de gestão das reservas de forma particular e das redes de proprietários.

Serviço:
The Nature Conservancy (TNC) é uma das mais antigas ONGs ambientais do mundo, criada em 1951. Presente no Brasil desde 1988, a TNC desenvolve projetos nos principais biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Caatinga). Com atuação em 28 países, a TNC trabalha para proteger mais de 107 milhões de hectares. Conheça nossos projetos:
www.tnc.org.br 

Confederação Nacional de RPPN (CNRPPN) é uma associação sem fins lucrativos, constituída por 15 associações de proprietários de RPPN dos 27 estados e todos os biomas brasileiros. Estas representam as 742 RPPN existentes, perfazendo mais de 580.000 hectares de áreas naturais protegidas. Para maiores informações:
www.rppnbrasil.org.br

Fonte: América Mágica

   
Cada vez mais os empreendedores têm entendido que a busca pelo conhecimento e a especialização é essencial para o sucesso do seu negócio. Porém, a correria do dia-a-dia e a falta de tempo são os grandes vilões para quem quer aprender. Por isso, desde 2003 o Sebrae disponibiliza em seu site o serviço Biblioteca On Line no endereço www.biblioteca.sebrae.com.br Com apenas alguns cliques, o empreendedor acessa um vasto acervo relacionado ao mundo dos negócios.

A Biblioteca On Line é um espaço aberto à construção e ao compartilhamento do conhecimento. O objetivo é contribuir para o contínuo aprendizado do empreendedorismo, auxiliando o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios. Atualmente, o serviço reúne mais de 1,5 mil títulos que podem ser baixados gratuitamente.

Na biblioteca são encontrados artigos, monografias, estudos setoriais e análises socioeconômicas. O material é produzido por uma rede formada por diversos colaboradores vinculados ou não ao Sistema Sebrae. Os textos abordam temas relacionados ao agronegócio, gestão financeira, gestão orçamentária, comércio exterior, associativismo, franquias, consultoria empresarial, crédito, marketing, políticas públicas e responsabilidade social, entre outros.

De acordo com o técnico da Unidade de Capacitação Empresarial do Sebrae e coordenador da Biblioteca On Line, Geraldo Magela Souza, desde 2003 já foram feitos mais de 4 milhões de downloads de títulos. “É uma média de 1,5 documentos baixados por visitante e isso é um dos principais indicadores de sucesso do serviço", afirma Geraldo.

Além dos 1,5 mil títulos disponíveis, a biblioteca oferece outros dois serviços. O primeiro trata-se do 'O que há nas livrarias'. São mais de 328 sinopses de livros sobre empreendedorismo publicados por mais de 70 editoras. O segundo serviço é o 'Edição Sebrae', que reúne 342 sinopses de experiências de sucesso coletadas por 23 agentes do Sebrae em todas as regiões do País.

Entre os campeões de audiência, ou seja, os títulos mais procurados e baixados pelos usuários estão: Guia do Prefeito Empreendedor; Guia do Empreendedor: identificação de oportunidades; Como elaborar um plano de negócio; Cartilha do Biodiesel; Guia do empreendedor: fluxo de caixa e custos na pequena indústria.

Coletânea física

Desde 2006, os usuários da Biblioteca On Line conseguem também consultar o acervo físico do Sebrae em todo o País. São milhares de livros, revistas, artigos, dissertações, vídeos, entre outros materiais sobre empreendedorismo e gestão empresarial. Para disponibilizar esse serviço, foi preciso integrar a base de dados dos 28 Centros de Documentação da Informação (CDI) do Sistema Sebrae.

O novo serviço permite que os usuários da Biblioteca pesquisem em qual CDI existe material sobre o seu tema de interesse. Após identificar o material que necessita, o usuário deverá verificar se a publicação está disponível ou não no seu estado e se é gratuito ou não.

Caso o material esteja disponível gratuitamente em outro estado, basta que o usuário entre em contato com o Sebrae de seu estado que, por sua vez, entrará em contato com o Centro de Documentação da Informação onde está arquivado o livro, revista ou vídeo procurado. Após feito esse contato, em pouco tempo o usuário receberá o material desejado sem nenhum custo. Se a publicação de interesse tiver custo, o interessado deve entrar em contato com o CDI da localidade onde o material está e se informar sobre as formas de pagamento e remessa da publicação.

Fonte: Administração.com.br

   

Objetivo é oferecer maior interatividade com banco de dados que reúne imagens de satélites, mapas temáticos e dados censitários do IBGE sobre todos os estados da região
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) acaba de lançar o Atlas Interativo do Nordeste, uma ferramenta que permite o acesso gratuito a informações                          socioeconômicas e ambientais da região.

O objetivo é oferecer maior interatividade dos usuários a um banco de dados georreferenciado         disponível na internet, o Atlas Socioeconômico-Ambiental do Nordeste, serviço que reúne imagens de satélites, mapas temáticos e dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de todos os estados da região (leia reportagem na Agência FAPESP).

Pelo novo serviço, o usuário tem a liberdade de combinar planos de informações e cruzar dados para construir mapas de acordo com seus interesses de pesquisa. A base de dados da plataforma tem mais de 500 planos de informações para download.

A iniciativa deverá atender a comunidade de pesquisadores, gestores públicos, representantes de organizações não-governamentais e professores e estudantes universitários de todo o país, em especial da região Nordeste.

O aplicativo utilizado para a análise das informações no Atlas Interativo do Nordeste é o TerraView, software que possibilita a utilização dos dados espaciais para diversos setores, como segurança pública, gestão urbana, indicadores sociais, saúde pública, geografia e problemas ambientais. O programa manipula dados vetoriais (pontos, linhas e polígonos) e matriciais (grades e imagens), que são armazenados em um sistema de gerenciamento de dados.

O Atlas Interativo do Nordeste foi desenvolvido pelo Grupo de Geoprocessamento do Centro Regional do Nordeste do Inpe, em Natal (RN), em parceria com a Coordenação Geral de Observação da Terra.

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) apóiam o projeto.


Fonte: Agência Fapesp

Relaciona as matérias da hemeroteca da instituição, recortes de jornais selecionados diariamente desde 1988, representa uma fonte primária valiosa para os nossos pesquisadores, abrangem notícias especializadas em: história, economia, cultura, turismo, geografia do Distrito Federal, Regiões Administrativas e cidades do Entorno, e assuntos relacionados à Capital Federal, além de notícias atualizadas pertinentes aos temas citados, disponíveis em meios de comunicação na Internet.

 

Como acessar?

 

Ao clicar no link: Recortes de Jornais do Arquivo Público do DF

Você vai acessar

 

Para acessar o artigo na íntegra clique no título da matéria que aparecerá como editada no jornal.

Para localizar documentos, específicos desta base de dados, clique em busca avançada preencha o termo, autor e/ou título, e sempre inclua no campo instituição o nome: Arquivo Público do Distrito Federal.

 

Ao clicar no link informes onde estão relacionadas as notícias sobre:

 

    * Documentos relevantes incluídos e respectivo link de acesso;
    * Notícias da Biblioteca Digital;
    * Lançamentos de produtos e serviços da Biblioteca Digital;
    * Comentários e sugestões dos usuários.

 

Ao clicar no link detalhes estão dispostas as informações referentes aos objetivos e características da Biblioteca Digital.


Colaboração enviada por Ana Prado

A Agência Multimídia de Educação e Comunicação Científica do Instituto de Estudos Avançados de São Carlos (Ieasc) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, lançou o portal IEADifusão.

Trata-se de um serviço de divulgação de temas relacionados à ciência, à tecnologia e à educação, com linguagem acessível e recursos audiovisuais e interativos. Depois de um cadastro prévio, o usuário pode acessar a ferramenta Quero Saber! e enviar perguntas para que professores da USP respondam.

As perguntas devem ser realizadas em vídeos breves, de até 30 segundos, para serem publicadas no site da agência junto com as respostas. O site dá as instruções quanto à gravação e ao envio dos arquivos digitais

Entre as questões disponíveis na seção estão “Se Deus é a origem da vida, por que não provaram sua existência?”, “Por que me estresso com um trabalho que eu gosto de fazer?”, “Como é o comportamento reprodutivo do pica-pau?” e “Por que ainda não foi inventado o caldo de cana diet?”.

Outra seção que ocupa lugar de destaque no portal é Eu Pesquiso, na qual alunos de mestrado e doutorado da USP de São Carlos explicam seus temas de trabalho, os objetivos e a aplicação dos estudos por meio de depoimentos sucintos, em vídeos de no máximo um minuto.

A expectativa dos idealizadores é que os vídeos e demais conteúdos do site possam ser utilizados por escolas do ensino médio e fundamental de todo o país para a cooperação no conteúdo de apoio educacional. Além dos recursos interativos audiovisuais, destaca-se a seção Mural da Escola, na qual alunos e professores podem publicar material didático em formatos variados.
O portal IEADifusão foi desenvolvido com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).


Fonte: Agência Fapesp

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O BioMed Central integra as principais iniciativas de acesso aberto em ciências da saúde que existem atualmente, juntamente com a rede SciELO (Scientific Electronic Library Online), com os dois repositórios PubMed Central (um operado pelo NLM/NIH dos Estados Unidos e outro pelo Welcome Trust da Inglaterra), e com a PLoS (Public Library of Science).

Estes 4 portais já publicam mais de 1 milhão de artigos científicos em acesso aberto e mais de 700 revistas científicas. Os artigos podem ser pesquisados no Google Scholar, índices de repositórios abertos como o DOAR, por exemplo, e os índices bibliográficos SCOPUS, PubMED e LILACS.

Neste contexto, o BioMed Central acaba de lançar um novo portal orientado aos países em desenvolvimento com o objetivo de ampliar o acesso aberto à literatura médica e científica em geral por parte dos pesquisadores, estudantes e profissionais de saúde.

O Portal Open Access and the Developing World destaca as pesquisas mais relevantes publicadas nas revistas de acesso aberto do BioMed Central, notícias e fontes de informação mais relevantes sobre acesso aberto e os países em desenvolvimento.

Como uma das atividades de lançamento do portal, BioMed Central convida pesquisadores e outros profissionais que trabalham em países em desenvolvimento para compartilhar suas experiências sobre como o acesso aberto à literatura científica tem influenciado seu trabalho.

Os artigos de pesquisa que estarão em destaque no novo portal incluem os publicados na revista Malaria Journal, uma das mais bem posicionadas pelo ranking da Thomson Scientific na área de medicina tropical. As revistas que publicam pesquisas relevantes para os países em desenvolvimento como AIDS Research & Therapy, BMC Infectious Diseases, BMC Public Health and the International Journal for Equity in Health também estarão em destaque.

O portal também oferece perfis de autores do BioMed Central que trabalham em países em desenvolvimento, notícias, e um blog com notícias e recursos relacionados a acesso aberto e os países em desenvolvimento.

Entre os recursos de informação destacados aparece a Declaração de Salvador sobre o Acesso Aberto: a perspectiva dos países em desenvolvimento, lançada e aprovada por ocasião do International Seminar on Open Access for Developing Countries, parte da programação do CRICS7/ICML9 organizado pela BIREME/OPAS/OMS, na cidade de Salvador, Bahia, Brasil, em setembro de 2005.

Fonte: Bireme

Virtual e comunitária

09:50 @ 12/09/2007

Biblioteca Multimídia da Escola Nacional de Saúde Pública permite que os colaboradores publiquem materiais na íntegra, que podem se tornar objeto de debate com os usuários
Promover a produção de conhecimento voltada para a saúde pública e torná-la acessível é a proposta da nova Biblioteca Multimídia da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP).

Com novo visual, mais dinâmica e com um sistema de busca mais abrangente, o serviço reúne apresentações realizadas em eventos promovidos pela ENSP, resultados de oficinas e seminários.

A biblioteca virtual tem como diferencial a possibilidade de o colaborador remeter materiais na íntegra, que podem se tornar objeto de debate com os usuários. Professores poderão incluir material de apoio utilizado em cursos, aulas apresentadas e artigos sugeridos para leitura.

A Biblioteca Multimídia da ENSP permite também realizar buscas nas 24 áreas temáticas e acessar diretamente os arquivos cadastrados mais recentemente ou os mais acessados pelos usuários.

Atualmente, conta com cerca de 300 registros, revisados e classificados. Segundo os responsáveis pelo serviço, em breve, por meio de um convênio com o Serviço de Processamento de Dados (Serpro) do governo federal, todos os documentos do acervo estarão disponíveis para deficientes visuais. Isso será feito por meio de um software que permite a leitura dos documentos em áudio.

Todo documento postado na biblioteca é de responsabilidade do usuário cadastrado no sistema. Os arquivos serão avaliados pela equipe de jornalismo da Coordenação de Comunicação Institucional da ENSP.

Mais informações: www.ensp.fiocruz.br/biblioteca


Fonte: Agência Fapesp

Gigante da web está expondo ferramentas para livros digitais na Bienal do Livro. Empresa realizou parcerias com editoras nacionais para exibição no Brasil.

O gigante das buscas on-line Google está participando da 13ª edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, abriu nesta quinta-feira (13), para a exibição de duas ferramentas de pesquisa para livros digitalizados.

O serviço de pesquisa de livros do Google, lançado em 2004 em parceria com grandes universidades dos Estados Unidos, permite visualização parcial ou completa de obras. Essa iniciativa gerou polêmica porque desafiava a visão tradicional de escritores e editoras sobre os direitos autorais.

As diferenças foram em grande parte superadas após acordo do Google com editoras de livros. Com isso, uma das ferramentas agora disponíveis é a pesquisa de livros nos sites de editoras parceiras, informou a companhia em comunicado. Para a exibição na Bienal do Rio, o Google fechou alianças com nove editoras nacionais, entre as quais Ediouro e Unesp.

Um dos representantes do serviço Pesquisa de Livros Google no Brasil, Felix Ximenes, disse que parcerias feitas com grandes bibliotecas e universidades, como ocorre nos Estados Unidos e Europa, não devem ocorrer no curto prazo no Brasil.

"Não descartamos a possibilidade, mas parcerias desse tipo não devem ocorrer nos próximos meses", pontua Ximenes. "Em curto prazo, o acervo das bibliotecas com as quais temos mantido esse contato ainda não vale o investimento. O escaneamento de obras raras e caras não é um processo barato e precisa de atenção especial", concluiu.

Outra ferramenta do Google é o Social Book Search, que possibilita ao internauta montar uma biblioteca virtual, escrever resenhas e compartilhar o conteúdo com outros usuários.

A 13ª edição da Bienal vai até dia 23 deste mês, reúne 950 expositores e o número recorde de 290 autores, sendo 170 brasileiros e 20 estrangeiros. Com 24 anos de existência, a feira acontece no Riocentro. A expectativa dos organizadores é de que o evento receba cerca de 600 mil visitantes.

Fonte: G1

Criado em 1982 na Ensp (Escola Nacional de Saúde Pública, da Fundação Oswaldo Cruz), o Radis (Reunião, Análise e Difusão de Informações sobre Saúde), programa nacional de jornalismo em saúde pública, ligado à Ensp, acaba de completar 25 anos. Para celebrar a data, foi lançada no final de agosto a Biblioteca Digital dos 25 anos da Fiocruz/Radis, o segundo projeto patrocinado pela DocPro em comemoração aos seus 10 anos. A biblioteca inclui matérias sobre assuntos recorrentes em saúde pública, como dengue, Aids e células-tronco. Mais informações:

 http://www.ensp.fiocruz.br/radis/index.html




O governo do Estado, por meio da superintendência de Planejamento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), está organizando um banco de dados on-line com informações de Mato Grosso do Sul e dos 78 municípios do Estado. Este banco de dados estará disponível na Base de Dados do Estado (BDE).

A Base de Dados do Estado é um sistema de informações estatísticas dos municípios de Mato Grosso do Sul, com mais de meio milhão de dados classificados por grandes temas e assuntos. Reúne informações sobre a situação física, demografia, educação, saúde, segurança pública, emprego, remuneração, agricultura, indústria, comércio, turismo, comunicação, turismo, saneamento básico, finanças públicas, Produto Interno Bruto (PIB), serviços, construção civil e transportes.

A BDE utiliza, em sua maioria, informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A base de dados está sendo elaborada em parceria com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) do Paraná, e será lançada até o final do ano. Estará disponível no site www.sistemas.ms.gov.br


Fonte: Agora MS

Uma compra, mil cópias

14:49 @ 18/09/2007

Na última vez em que o prezado leitor fez uma compra online, registrou endereço, número de cartão de crédito, CPF, quiçá data de nascimento e documento de identidade. Na loja eletrônica onde foi realizada a compra, ao menos uma vez por dia é feita uma cópia desses dados, que é armazenada em discos rígidos ou em fitas e devidamente guardada. É o backup.

Nas contas de Jeff Jonas, da IBM, no fim de um ano os dados daquela única compra terão sido copiados milhares de vezes. Fitas de backup costumam ser bem guardadas. Mas, um dia, cai uma do caminhão. Quanto mais cópias são feitas de seus dados, maior a probabilidade de que um hacker – ou um acidente – faça com que eles vazem.

Não é só o backup que produz cópias. Se a loja online acaso tem um catálogo de papel, o que não é raro, ela pode decidir distribuí-lo por correio para seus principais clientes. Então é preciso produzir uma cópia parcial dos dados – nela não entram dados bancários, mas entram nome e endereço – e lá surgiu um novo banco de dados com seus dados que, diariamente, semanalmente, ganhará suas próprias cópias de segurança.

Há outros motivos para empresas copiarem parcialmente aquela entrada no banco de dados onde consta a única compra do prezado leitor. Para análise estatística, por exemplo, que indique o que mais compram todos os clientes que encomendaram o último Harry Potter. E lá está um terceiro banco de dados – e, com ele, mais uma penca de backups.

Programas de auditoria produzem cópias de bancos de dados. Se a loja online é de porte graúdo, por certo tem muitos servidores funcionando concomitantemente – e muitas cópias dos dados dos clientes para agilizar o acesso deles ao próprio histórico. Muitos servidores, muitas cópias e a ilusão de que o site é muito, muito rápido para quem vasculha a janela da loja, do outro lado do browser.

A essa altura, a idéia está clara. Ao fim de um ano, não é impossível que uma única compra numa loja virtual gere algo como um milhão de cópias distintas das mesmas informações pessoais. E, como já foi dito, quanto maior o número de cópias, maiores as possibilidades de que tudo seja feito público.

Leia o artigo completo, clicando aqui.

Lançamento dia 27/09/2007 - 18h30 - Escola de Música da UFRJ - Rua do Passeio, 98 - Lapa - RJ

Uma dos mais importantes acervos musicais da América Latina, agora disponível na Internet através de moderna tecnologia digital.

Obras raras dos séculos XVI ao XVIII, manuscritos autógrafos de alguns dos principais compositores brasileiros, documentos históricos, periódicos e iconografia.

É a Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ.

Uma verdadeira viagem pela história da música.

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