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Pesquisa Mundi

::: bLOG do Projeto Pesquisa Mundi ::: Objetiva contribuir para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica, científica, tecnológica, social e econômica. Difundindo e facilitanto o acesso a bases de dados, bibliotecas digitais, bibliotecas virtuais e obras de referência ::: www.pesquisamundi.tk info@pesquisamundi.tk

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Novo blog Pesquisa Mundi

19:30 @ 11/05/2009

 

 

A partir de agora o blog Pesquisa Mundi tem novo endereço

 

pesquisamundi.blogspot.com

 

Todas as mensagens do blog anterior estão sendo migradas paulatinamente.

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Acesso a informação na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS

15:52 @ 07/05/2009

com a palestrante Rosemeire Rocha Pinto - Bibliotecária da BIREME/OPAS/OMS.

 
  • Data do evento: dia 13 de maio (quarta-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 05/05 a 11/05/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Clóvis Salgado
  •           Rua Botucatu, 862
  •           Edifício de Ciências Biomédicas - térreo
 
Inscrição gratuita.
 
 

Acesse o link  http://proex.epm.br/eventos09/biblio/

 

Haverá certificado.

 

 

Fonte:
 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coordenadora do Evento

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Casos de gripe suína são mostrados em tempo real no Google Maps

15:50 @ 07/05/2009

O Google Maps criou uma visualização dos locais de ocorrência da gripe suína, que surgiu no México e ainda não foi verificado apenas na África e na Ásia.
 
Os cientistas afirmam que o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus A/H1N1 poderá levar entre 4 e 6 meses.
 
O mapa mundial da gripe suína mostra o espalhamento rápido da doença. Os marcadores rosa assinalam casos suspeitos; os roxos são casos prováveis ou confirmados; marcadores sem um ponto em seu interior marcam os locais onde houve morte causada pela doença. Marcadores amarelos mostram casos negativos.
 
Em busca da cura
Casos de gripe suína são mostrados em tempo real no Google Maps
 
 
O mapa está sendo atualizado em tempo real, assim que as autoridades nacionais disponibilizam informações sobre novos casos.
 
 
Fonte: Diário da Saúde

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O teste da biblioteca

16:50 @ 05/05/2009

Especialista aprova site que se propõe a reunir o maior número de informações históricas
 
Frederico Bottrel - Estado de Minas
 
Marcos Michelin/EM/D.A Press
Professora Júlia Guimarães da Silveira destaca a fácil navegabilidade e a interface intuitiva do portal
 

Lançada na última semana, a Biblioteca Digital Mundial (BDM), projeto encabeçado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), promete se transformar em referência quando o assunto é (muita) informação de qualidade na internet. São 1,7 mil itens disponíveis gratuitamente para pesquisa, de bibliotecas de várias partes do mundo, com navegação em sete idiomas, incluindo português. Em meio à vastidão de conteúdos que não passam de lixo virtual, aproveitar o espaço livre da web com propósito tão bacana já é mérito do projeto. Para avaliar a eficácia do sistema, o Informátic@ convidou a professora Júlia Guimarães da Silveira, da Escola de Ciência da Informação da UFMG.


Depois de testar o portal, a professora concluiu que a navegabilidade do sistema virtual não oferece dificuldades: “A disposição das informações é bastante interessante e condizente com os propósitos da BDM, enquanto espaço para oferecer acesso compartilhado e cooperativo e divulgar recursos de informação raros ou valiosos, provenientes de todo o mundo”.


O desenho da página inicial, com as informações dispostas em mapa retratando os países de onde vieram os acervos digitalizados, reflete bem o espírito da coisa, na opinião da professora. “Aparenta a intenção de se colocar as regiões componentes do nosso planeta, como provedoras de informação e de cultura, irmanadas em ideais comuns, aparentemente livres de barreiras, preconceitos culturais e isentos de interesses de dominação”, acredita.


A interface, disponível em sete línguas, atenua a questão da barreira linguística, de acordo com Silveira: “É possível pesquisar por termos específicos ou acessar o catálogo por diversos pontos: local, tipo de item, ou por instituição contribuinte. O modo mais simples ou fácil, de uso do sistema, encaminha o usuário, página por página, para visualizar o trabalho original, frequentemente com descrição em várias línguas, o que facilita a expansão do nível de compreensão da informação ali organizada”.


O conteúdo, em constante expansão, também arrancou elogios da especialista, que o classificou como “abrangente e diversificado”, cobrindo vasto período histórico, de 8000 a.C. aos dias de hoje. Ciências sociais, filosofia, psicologia, tecnologia, religião, idiomas, artes, ciências naturais, matemática, literatura, retórica, história e geografia são as áreas de conhecimento contempladas pelo acervo. “A equipe se esforçou para incluir conteúdos importantes e culturalmente significativos sobre cada país-membro da Unesco”, define Silveira.


A professora desenvolve pesquisa na UFMG, sobre fontes de informação para antiquários e amantes das artes e cultura. O objetivo é construir uma biblioteca virtual temática especializada, que possa atender a profissionais ou interessados em artes e antiguidades de modo geral. O cronograma prevê lançamento da biblioteca até o fim do ano.


Contribuição brasileira No que diz respeito ao Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional contribuiu doando os arquivos digitalizados da coleção Thereza Christina, com imagens referentes ao Brasil e ao mundo do século 19, retratando o período e refletindo a personalidade do imperador D. Pedro II, eleita pela Unesco como patrimônio mundial.


“Somos mais que colaboradores, somos parceiros-fundadores”, defende Liana Amadeu, diretora do Centro de Processos Técnicos da fundação, que doou, ao todo, mais de 1,5 mil documentos para o acervo virtual da BDM. O conteúdo será disponibilizado aos poucos no site, mas já se encontra na página da Biblioteca Nacional. As próximas doações devem, de acordo com Liana, compreender o acervo das aquarelas de Debret, que pintou nossa biodiversidade.


O laboratório de digitalização da fundação brasileira tem equipe de 19 pessoas, incluindo digitalizadores, webdesigners, historiadores, arquivistas e analistas de sistemas, que transformam as obras físicas em documentos virtuais, usando scanners especiais. Liana destaca o trabalho de ponta desenvolvido. “Normalmente imaginamos nosso país como atrasado em tecnologia. Mas, nessa área de digitalização de acervos culturais, comprovamos nível internacional de qualidade. Acho que isso conforta nosso ego”, brinca entre risos.


• Biblioteca Digital Mundial
http://www.wdl.org/


• Biblioteca Nacional Digital
www.bn.br/bndigital
 
 
 
 
Fonte: UAI Ciência e Tecnologia

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EUA analisam direito do Google sobre livros

16:49 @ 05/05/2009

O Departamento de Justiça dos EUA está investigando um acordo de ação de classe envolvendo o Google, que deu ao gigante das buscas o direito de digitalizar e vender bibliotecas completasConforme um acordo firmado em outubro do ano passado entre o Google e a Associação de Autores de Editoras Americanas (AGAAP), a empresa de internet vai pagar 125 milhões de dólares para criar um Registro de Direitos de Livros, no qual autores e editoras podem incluir títulos e recebem uma compensação por assinaturas instituicionais e vendas de livros.
 
O plano do Google é permitir que os leitores façam buscas pelos milhões de livros digitalizados, naveguem pelas páginas e paguem por cópias de trechos ou de conteúdos na íntegra.
 
Entretanto, o acordo também daria ao Google a liberdade de digitalizar títulos "órfãos", o que gerou preocupação de grupos antitruste"Basicamente, o Google terá passe livre para vender todos esses livros", afirmou James Grimmelmann, professor da Faculdade de Direito de Nova York.
 
Fonte: Abril

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Clássica Digitalia permite melhor divulgação científica

16:45 @ 05/05/2009

Logotipo da Biblioteca Digital do Instituto de Estudos Clássicos

 

Biblioteca digital permite melhor divulgação científica

A sala D. João III, no arquivo da Universidade de Coimbra (UC), recebeu ontem a apresentação da recém-criada biblioteca e editora online, a Clássica Digitalia. Segundo o coordenador do projecto, Delfim Leão, um dos objectivos principais é «divulgar a produção científica».


A página na Internet está em crescimento, reunindo para já obras de 2008 e 2009. O material incide na área dos Estudos Clássicos e Humanísticos, um universo que abrange campos diversificados como a literatura, a história de arte ou a filosofia, entre outros.


«Trabalhámos no projecto durante mais de um ano e agora queremos editar cerca de 20 volumes por ano», projectou Delfim Leão. Se a meta for cumprida, a Clássica Digitalia pode transformar-se na maior editora portuguesa na área dos Estudos Clássicos.


Durante a conferência de ontem, que contou com a presença de dezenas de alunos, foi lançado um suplemento da revista “Humanitas”, com o nome “Espaços e paisagens – Antiguidade clássica e heranças contemporâneas”. A obra ficou imediatamente disponível na Clássica Digitalia, ainda antes de ser comercializada. «Queremos disponibilizar os livros assim que sejam editados e os “downloads” são todos gratuitos. Pensamos que é possível editar assim e continuar a vender livros em formato papel. Mas no fundo prevalece a ideia de divulgar a cultura científica», contextualizou o coordenador.


A maioria das obras pertencem a investigadores da Universidade de Coimbra, mas os responsáveis garantiram que o projecto abrange «investigadores de todo o país» e que «a edição pode vir de qualquer parte».


A página, que dentro de poucos dias estará disponível em http://classicadigitalia.uc.pt:8080/, apresenta uma navegação simples e eficaz e permite pesquisar obras antigas por autores, dadas, títulos e temas. Os cibernautas podem recolher informação em português ou inglês. O sítio contempla ainda um “link” para um género de arquivo da revista “Humanitas”, onde estão digitalizadas mais de 30 mil páginas das edições antigas, algumas com várias décadas.


A publicação das obras online tem a vantagem de permitir que os trabalhos académicos sejam editados «apenas pelo critério qualidade», sem que exista a preocupação comercial do número de vendas que normalmente existe na versão papel.


A digitalização de livros é uma tendência cada vez maior. Recorde-se, a título de exemplo, a Biblioteca Digital Mundial da UNESCO, apresentada esta semana.
No entanto, Delfim Leão alertou para a importância de não desprezar as edições impressas dos livros. A própria editora vai continuar a publicar «manuais em papel». «O livro impresso é único e permite um grande prazer sensorial ao folhear e até cheirar», acrescentou o coordenador.


A ideia é partilhada com a directora do Arquivo da Universidade de Coimbra. «A digitalização é uma exigência e não podemos perder este comboio, mas é possível uma união muito pacífica com o impresso», comentou Maria José Azevedo Santos.

 

Fonte: Diário de Coimbra

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Fã de Beatles? Conheça o BeatlesTube

20:03 @ 24/04/2009

Guilherme Pavarin, de INFO Online
 
Fã de Beatles? Conheça o BeatlesTube
 
 

Admiradores de George Harrison, John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr, não precisam perder tempo procurando vídeos e letras de música em sites do Google. O BeatlesTube agrega as mídias da banda em um único portal.

O site diz que todos os vídeos do “The Beatles” disponíveis na web podem ser encontrados no domínio deste novo 'Tube', organizados por nomes, data e discos. A compilação de filmes, em sua maioria proveniente do YouTube e Google Videos, conta também com longa-metragens, como  Hard Day’s Night (87 minutos), de Richard Lester, disponíveis via streaming, isto é, não necessitam que o usuário faça o download do arquivo para assisti-los.

Todos os vídeos de shows e clipes das músicas, nas páginas, possuem letras e links para notícias relacionadas, bem como ícones de compra do disco pelo Amazon.com. Além disso, o usuário também pode escutar uma rádio online inteiramente dedicada ao quarteto de Liverpool: a Beatles-A-Rama, que se denomina a número um do segmento.

O ícone de busca interna também facilita a vida dos nem tão beatlemaníacos que buscam um vídeo apenas por uma ou duas sentenças. Para acessar o site, basta digitar o endereço: http://www.beatlestube.net/


Fonte: Info Plantão

queentube.net u2 video

Existem também o U2Tube - http://www.u2tube.org/ e o QueenTube - http://www.queentube.net/. O Tube dos Rolling Stones será lançado em breve.

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Escritores alemães manifestam contra Google

19:56 @ 24/04/2009

Muitos professores, escritores, estudiosos e outros profissionais de cultura estão juntos contra o Google, por pensarem que direitos autorais de propriedade intelectual estão sendo violados. No ar desde 22 de março deste ano, a petição online já possui 1371 assinaturas de nomes de peso (até o fechamento desta notícia).
 
Segundo os autores e simpatizantes do manifesto, a missão da reunião de forças é fazer com que os políticos defendam a causa de cientistas e professores, que precisam ter os direitos respeitados. Em comunicado aberto, o Heidelberg Appeal (Manifesto de Heidelberg), como foi batizado, critica que "a propriedade intelectual está sendo roubada dos produtores a um nível inimaginável e sem conseqüências penais por meio de publicações ilegais de trabalhos protegidos pela lei de copyright alemã, em plataformas como GoogleBooks e YouTube. "Apesar do movimento ser restrito ao território alemão, os manifestantes querem levar a mensagem aos outros países, com a mensagem "os direitos individuais e aspirações estão ligados à produção de trabalhos artísticos e científicos; a liberdade de literatura, arte e ciência é um grande trunfo constitucional - se perdê-la, perdemos nosso futuro".
 
A defesa do Google ainda não foi expressa neste caso específico, mas em acusações parecidas, já disse que sua ferramenta exibe apenas trechos de obras digitalizadas, enquanto os livros com direitos livres são disponibilizados integralmenteNo fim do ano passado, a empresa fechou um acordo de US$ 125 milhões com escritores e grandes editores americanos a fim de aumentar o acervo de pesquisa online de modo que não viole direitos autorais.
 
Fonte: Abril

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Jornal paulistano inaugura Museu da Corrupção Online

16:38 @ 23/04/2009

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

No dia em que o Brasil comemora 509 anos de seu descobrimento, o jornal Diário do Comércio lança o Museu Virtual da Corrupção Online, obra erguida na na rede mundial de computadores, que visa lembrar os escândalos políticos que marcaram a história do País.
 
O espaço pretende fazer com que o internauta reflita, a partir da mostra dos atos de corrupção ocorridos desde a década de 1970, num primeiro momento. A proposta, porém, é a de recuar no tempo até a época do Brasil colônia.
 
Página de entrada no Museu da Corrupção Online
 
O Museu foi desenhado pelo arquiteto mineiro Rodrigo de Araújo Moreira, 78, e preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira. Em sua inauguração, o Museu destacará os 15 episódios que mais geraram discussão nos últimos anos.
 
O internauta encontrará no Museu a completa relação dos escândalos políticos desde de os anos 1970 e grande parte das ações realizadas pela Polícia Federal (PF) durante os últimos 39 anos. Haverá também uma seção com sugestões de links sobre o tema e outra com publicações recomendadas sobre o assunto.
 
Moisés Rabinovich, diretor de redação do Diário, disse ao Portal IMPRENSA que o Museu precisa existir para que casos "escabrosos" não caiam no ostracismo. "Esses assuntos são esquecidos e não existe memória sobre isso,  algo que fosse tão vivo quanto os nossos escândalos. Por isso, nada melhor que reunir toda a história em um só lugar", explica.
 
Sobre possíveis reações adversas da classe política, Rabinovich garante que todos os homenageados pelo Museu terão direito de resposta em suas respectivas salas de exposição. "Cada um terá sua sala e seu direito de se pronunciar. Na verdade esse museu - explica - tende a ser um retrato do Brasil".
 
Ele salienta, ainda, que os arquivos abrigados no Museu servirão de referência nas próximas eleições para consultas. "Cada dia vamos melhorar a navegação para que o site sirva de referência para a escolha de candidatos nas próximas eleições".
 
O passeio pela história das falcatruas da política nacional termina em uma lojinha de souvenires, onde o visitante encontra "lembranças" dos episódios de corrupção como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, além, é claro, da conhecida "cueca para o transporte de dólares", peça íntima que caiu nas graças da opinião pública durante o Mensalão.
 
Ainda nos próximos meses, serão criadas uma sala de "charges", uma linha do tempo ilustrada, além de uma área destaque para o escândalo do momento. O jornal estuda também a criação de um Wiki em que os leitores poderão enviar informações e contribuições sobre o tema. No entanto, o internauta já pode participar comentando o conteúdo do Museu.
 
Clique aqui para visitar o Museu da Corrupção Online.
 
 
Fonte: Portal Imprensa
 

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Ferramenta do Google organiza notícias por data

16:36 @ 23/04/2009

 
 
Agora as pesquisas de notícias no Google podem ser mais organizadas. O Google Labs divulgou ferramenta que otimiza a visualização de resultados, o News Timeline.
 
O serviço separa os resultados das buscas de acordo com a sua data de publicação. Assim, garante que o internauta tenha sempre acesso a informação mais atualizada e relevante possível, e também a um acervo ordenado.
 
 
As informações publicadas no Google News são mostradas em colunas, cada uma representando um dia do mês (que pode ser modificada para semana, mês, ano ou década). Clicando nas setas disposta ao lado da identificação dos dias, as datas se movem para os lados e o internauta pode ver notícias de outros dias do mês.
 
A busca também pode ser filtrada por conteúdo de vídeio, jornais, enciclopédias ou blogs, por exemplo. O visual permite que a navegação seja feita com facilidade, e que o internauta entenda as ferramentas com clareza.
 
 
Fonte: Olhar Digital

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Unesco lança sua Biblioteca Digital Mundial

14:33 @ 20/04/2009

Unesco lança sua Biblioteca
 
PARIS, França (AFP) — A Unesco lança oficialmente nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, um site que oferecerá gratuitamente um acervo excepcional de livros, manuscritos e documentos visuais e sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo.
 
O site da Biblioteca Digital Mundial (BDM) funcionará em sete idiomas (árabe, chinês espanhol, francês, inglês, português e russo).
 
A Unesco sempre considerou as bibliotecas a continuação da escola. "A escola prepara as pessoas para ir às bibliotecas e hoje as bibliotecas se tornaram digitais", resumiu Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.
 
O endereço do da BDM será divulgado no dia de seu lançamento.
 
Entre os inúmeros tesouros culturais da nova biblioteca digital estão reproduções das mais antigas grafias e fotografias raras da América Latina.
 
O lançamento acontecerá na sede parisiense da Unesco, na presença de seu diretor-geral Koichiro Matsuura, e de James H. Billington, diretor da Biblioteca do Congresso americano.
 
Em 2005, a Biblioteca do Congreso propôs a organização de uma BDM para oferecer gratuitamente uma ampla gama de livros, mapas, filmes e gravações oriundas de bibliotecas nacionais.
 
O projeto, no qual participam a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.
 
Sem esquecer a contribuição de Estados como o Marrocos, Uganda, Qatar, México e Eslováquia.
 
"Os países emergentes querem ver como isso funciona para criar em seguida bibliotecas digitais nacionais", destacou Abid, precisando que a Unesco proporá ajuda a seus membros que não tiverem meios técnicos ou financeiros para digitalizar seus acervos.
O criação da BDM estará acompanhada por uma campanha de mobilização que tenta reunir até o fim de 2009 cerca de 60 países associados.
 
 
Fonte: AFP

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Palestra: Sites de qualidade em saúde e Conceituação e Usos dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS)

14:31 @ 20/04/2009

com os palestrantes Luciano Soares Duarte e Arthur Alberto Corrêa Treuherz da BIREME/OPAS/OMS.
 
  • Data do evento: dia 27 de abril (segunda-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 17/04 a 23/04/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Lemos Torres - atrás do Banco do Brasil
  • Rua Botucatu, 740
 
Inscrição gratuita.
 
 
Pedimos, encarecidamente, que a inscrição seja feita somente por pessoas que realmente estejam interessadas e certas de participar das atividades.

Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_lis/index.htm

Haverá certificado.

 

Divulgação:

 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coordenadora do Evento
rosely.bc@epm.br
UNIFESP / EPM - Biblioteca Central
http://www.biblioteca.unifesp.br
Tel: (0xx11) 5539-6312 / 5576-4562

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Site é nova ferramenta para monitorar rios e chuvas

15:18 @ 18/04/2009

Turma de participantes do treinamentoInformações de todo o Brasil sobre pluviometria, fluviometria, sedimentologia e assuntos correlatos podem ser obtidas no recém criado banco de dados Hidro, da Agência Nacional de Águas (ANA) (hidroweb.ana.gov.br). Essas informações poderão ser utilizadas pela Secretaria de de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam), o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb) e as Defesas Civis municipais e estaduais de Rondônia e Acre, após treinamento oferecido pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) esta semana, no Centro Regional de Porto Velho.
 
Para quem depende das cheias e vazantes dos rios amazônicos essas informações são muito úteis. “É o segundo treinamento que fazemos porque o nível do rio interfere na captação da água e precisamos de dados diários”, explica Railson Correa, gerente de produção de água da Saerb. O mini-curso foi realizado por videoconferência com Brasília e ensinou aos usuários como instalar o programa e trabalhar com seus recursos.
 
Detalhes sobre rios, bacias e estações da ANA estão disponíveis no banco para download ou acesso pela internet. “Para fazer estudos apenas sobre uma estação ou formar um banco de dados próprio, é interessante baixar as informações”, explica Taíse Bresolin, analista do Sipam. Representante da Defesa Civil Estadual de Rondônia, Patrícia Martinez aprovou o treinamento. “É sempre bom aumentar nossos conhecimentos e incrementar os recursos que usamos no dia-a-dia da defesa”, relata. 
 
 
Fonte: Diário do Pará

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Liberado na web maior acervo musical do mundo

15:07 @ 16/04/2009

Keith Richards

O maior catálogo de arquivos musicais do mundo passou a ser de domínio público nesta terça-feira. O Arquivo de Música Contemporânea de Tribeca, em Nova York, nos Estados Unidos, foi liberado pela Universidade de Colúmbia, com quem o acordo para liberação do material fonográfico foi firmado na última semana.
 
 
Um dos primeiros acervos que podem ser acessados, segundo o site Arcmusic, é a coleção de blues do guitarrista da banda Rolling Stones, Keith Richards, com canções originais em 78rpm do músico Robert Johnson, datadas de 1937.
 
 
Ao todo, o arquivo fonográfico de Tribeca contém mais de 2 milhões de gravações, 3 milhões de fotografias, livros e vídeos, incluindo trilhas sonoras de filmes do cinema. O catálogo disponibiliza ainda gravações de música pop e traz dados sobre os músicos e bandas.
 
 
De acordo com o site ArtsBeat, hospedado no jornal americano New York Times, o compartilhamento do material não visa a fins lucrativos. A intenção da universidade em viabilizar o acesso ao acervo é uma maneira de estimular o desenvolvimento de novos projetos na área musical
 
 
Fonte: Terra Tecnologia
Imagem: Keith Richards - The New York Times
 
 
O endereço do ARChive of Contemporary Music é  http://www.arcmusic.org/begin.html

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Site multimídia visa reunir dados de todas as espécies

19:56 @ 15/04/2009

SERES VIVOS

 
 
DA REPORTAGEM LOCAL
 
Há pouco mais de um ano, nascia a "Enciclopédia da Vida" ("Encyclopedia of Life", ou "EOL", em inglês; www.eol.org).

O projeto tem a missão nada modesta de ser "uma referência on-line e um banco de dados do 1,8 milhão de espécies atualmente conhecidas pela ciência", diz o site. Ainda falta muito: a própria página diz que apenas daqui a três anos a enciclopédia corresponderá às expectativas gerais.

Apesar de a edição da "EOL" não ser aberta a todos, seus verbetes são construídos a partir de diversas fontes, que são checadas por cientistas. (GVB)
Fonte: Folha Informática
 
 
+
Enciclopédia online listará todos seres vivos [Pesquisa Mundi - 10/05/2007]

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Revista USP chega aos 20 anos

19:49 @ 15/04/2009

Revista USP chega aos 20 anos

Edição de número 80 da publicação da Universidade de São Paulo tem “Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Virtuais” como tema de seu dossiê

A nova edição da Revista USP, de número 80, marca os 20 anos da publicação da Universidade de São Paulo. O tema é “Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Virtuais”.

A nova biblioteca: o papel e o digital, de Eliana de Azevedo Marques, do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP, As bibliotecas digitais e a sociedade da informação: perspectivas para as bibliotecas digitais no Brasil, de Pedro Puntoni, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFLCH) da USP, e Afinal, o que é biblioteca digital?, de Luis Fernando Sayão, da Comissão Nacional de Energia Nuclear, são alguns dos artigos do dossiê da nova edição.
 
 
A revista também traz textos de assuntos diversos, como O aerólito e o zelo dos neófitos: Sérgio Buarque, crítico de poesia, de Vagner Camilo, da FFLCH, e Travessias, Cordisburgo e suas veredas, de Atílio Avancini, da Escola de Comunicações e Artes da USP.
 
 
Criada em 1989, por determinação do então reitor José Goldemberg, a revista tinha como missão representar a USP, sendo a única publicação do tipo que o nome da instituição no título. No primeiro número, em homenagem aos 200 anos da Revolução Francesa, a tiragem de 3 mil exemplares esgotou rapidamente e teve que ser reimpressa.
 
 
“A partir de um projeto editorial do primeiro editor da revista, Nelson Ascher – projeto que se mantém, em sua coluna dorsal, até hoje –, nascia uma publicação trimestral acadêmico-cultural, ensaística e multidisciplinar que buscou sempre, ao longo do tempo, não se fechar intramuros, aceitando apenas trabalhos de professores e pesquisadores uspianos, mas abrindo-se a todas as colaborações de qualidade, vindas dos quatro cantos do Brasil – e, conforme o caso, de autores estrangeiros, uma vez que inúmeros foram os textos traduzidos dados a público nessa longa caminhada”, destaca o editor Francisco Costa.
 
 
Segundo ele, a publicação, dirigida ao público universitário, tem a cada novo número a proposta de “construir um dossiê com um grupo de textos multidisciplinares, dentro de um grande tema, seja ele da área de humanidades, de ciências biológicas, ou de ciências exatas”.
 
 
Para o escritor Boris Schnaiderman, que fez parte do primeiro conselho constituído para a publicação, a Revista da USP não é especializada, mas tem seu lugar justamente entre todas as disciplinas. “É uma revista universitária, sem um público numericamente elevado, mas importante ao possibilitar uma discussão em nível elevado dos mais diversos assuntos”, disse ao USP Online.
 
 
Mais informações: www.usp.br/revistausp
 
 
Fonte: Boletim Agência Fapesp

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Novo site da Biblioteca Virtual do Governo/SP

15:41 @ 13/04/2009

Biblioteca Virtual 
 
 
 
Lançado em 2005, o site da Biblioteca Virtual é um dos principais canais de relacionamento   com   o  nosso  cliente.  Além  de  permitir  o  envio  de solicitações  de  pesquisa,  ele  também contém diversos conteúdos sobre os
mais variados assuntos.

      Com  o  objetivo  de  oferecer uma melhor qualidade no atendimento, a Biblioteca  Virtual  procura  sempre  estar  antenada  com  as novidades da internet, por essa razão mantém o seu site em constante atualização.

      A  recém-lançada  versão  do site da Biblioteca Virtual representa um significativo avanço em relação à versão anterior, que permaneceu no ar por mais de um ano e meio. Não foram apenas mudanças visuais que ocorreram, mas
na  organização  da informação apresentada, na estruturação hierárquica das páginas e no uso de alguns recursos de programação.


      Isso  tudo significa uma melhor experiência de uso para os visitantes e, também, proporciona uma maior facilidade para atualização das páginas.


      As mudanças mais importantes foram:

   -  Revisão  e  atualização  dos  conteúdos  das  páginas e arquivos para download;   
   - Implantação de um blog de notícias e novidades da Biblioteca Virtual;
   - Novo mecanismo de busca do site;
   -  Nova  home  page,  com  conteúdo  dinâmico e maior número de links de
      acesso rápido às páginas mais populares;
   -  Design  com  visual  mais  limpo  e  agradável, de acordo com algumas
      tendências atuais.

Fonte: Regina Fazioli - Coordenadora da BV

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Nova reforma ortográfica: você já aprendeu?

15:38 @ 13/04/2009

Site facilita a vida de quem quer escrever dentro das novas regras

 

É super simples: basta copiar qualquer texto no campo em branco, dentro do site Ortografa, e obter a versão corrigida, dentro das novas normas, com apenas um click. O site ainda destaca as palavras modificadas e te informa quais foram as regras que forçaram aquela mudança.  

 

Fonte: Olhar Digital [com vídeo]

 

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Matemática quântica ao serviço das buscas Web

18:07 @ 07/04/2009

Uma técnica utilizada para estudar a desordem em sistemas da matemática quântica pode melhorar as buscas por palavras-chave na Internet.
Segundo um estudo publicado pela revista News Scientist , a técnica permite identificar padrões significativos dentro de uma grande massa de dados. Isto poderia ser usado também para páginas da Web e documentos de texto, até mesmo em análises ao genoma.
 
 
A busca actual por palavras-chave faz uma comparação à frequência das palavras de um documento com base num padrão pré-estabelecido. Ou seja, se uma palavra aparece mais vezes, é considerada importante.
 
 
A nova técnica analisa a importância da palavra pelo lugar onde esta aparece, não apenas levando em consideração a frequência com que esta é mapeada.
 
 
De acordo com Pedro Carpena, físico da Universidade de Málaga, em Espanha, seria mais ou menos como identificar as palavras-chave de um livro sem precisar de outros livros para fazer uma comparação.
 
 
O estudo realizado pela Universidade de Málaga pode ser encontrado no site Physical Review E .
 
Fonte: Exame Informática

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Google tem problemas com biblioteca digital?

18:02 @ 07/04/2009

Google tem problemas com biblioteca digital?
 
 
Um dos grandes esforços atuais do Google tem sido o escaneamento de milhões de livros para criar um grande acervo digital online.
 
 
A empresa americana já escaneou mais de 7 milhões de livros órfãos de bibliotecas americanas. O objetivo é torná-los disponíveis para consulta ou compra de versões eletrônicas.
 
 
Mas o buscador enfrenta algumas barreiras para concluir seu projeto. Alguns críticos acadêmicos americanos afirmaram ser contra o fato de que uma só empresa detenha tanto poder em suas mãos. Os chamados livros órfãos são aqueles que não têm autores, nem parentes vivos para reivindicar os direitos sobre a obra.
 
 
Editoras e autores de livros dos Estados Unidos dizem que biblioteca digital, que está sujeita a homologação judicial, dará o Google praticamente direitos exclusivos para publicar os livros online e para aproveitá-los financeiramente.
 
 
 Barreira tecnológica
Outro problema que afetava diretamente os interesses do Google esbarrava na tecnologia. Isso porque o software de reconhecimento 2D utilizado pela empresa dependia de uma superfície minimamente plana para escanear.
 
 
Como os livros ficam armazenados por muito tempo nas bibliotecas, além da sua própria constituição física, as páginas acabam arqueadas, ficando difícil fazer o reconhecimento do texto. Ou seja, a tarefa de escanear demoraria muito tempo para ser feita.
 
 
No entanto, foi concedida ao Google uma patente que veio para resolver este problema. Seu truque é um projetor infravermelho padrão que faz a leitura de toda página aberta, mesmo com as incorreções da superfície. Um par de câmaras infravermelhas mapeia a forma tridimensional das páginas por meio da detecção de distorções ao padrão. Ao permitir que a distorção do texto seja determinada, é possível obter o grau de correção necessário para captar as imagens com mais precisão.
 
 
Fonte: Info Abril

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Unesco lançará a Biblioteca Digital Mundial no dia 21

19:51 @ 06/04/2009

 
A Biblioteca Digital Mundial, um site que oferecerá gratuitamente um arcevo excepcional de livros, manuscritos e documentos sonoros procedentes de bibliotecas e arquivos do mundo todo, será lançada no próximo dia 21, na sede da Unesco, em Paris.
 
 
O site da Biblioteca Digital Mundial funcionará em sete idiomas (árabe, chinês espanhol, francês, inglês, português e russo).
 
 
O projeto, no qual participam a Unesco e outras 32 instituições associadas, foi desenvolvido por uma equipe da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos e participam nele instituições da Arábia Saudita, Brasil, Egito, China, Estados Unidos, Rússia, França, Iraque, Israel, Japão, Grã-Bretanha, México e África do Sul, entre outros países.
 
 
Fonte: AFP

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Novo buscador da Microsoft gastará US$ 100 milhões em mídia

19:49 @ 06/04/2009

 

Com proposta de ser diferente de Google e Yahoo!, a Microsoft deve investir US$ 100 milhões na divulgação do Kumo, possível nome do novo buscador da companhia.

 

A agência JWT deve ser a escolhida para criar e produzir a primeira campanha do aplicativo, a ser lançada em junho. A ação contará com trabalhos online, impresso, na televisão e no rádio.

 

A internet tenta desvendar o mistério de como será o serviço. O blog Allthings é um dos que divulgou um post com alguns detalhes. As especulações sobre a conquista da conta, avaliada entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões, pela agência,ganharam força depois que a Microsoft aumentou o número de trabalhos repassados para a JWT e para a hotspot Crispin Porter Bogusky.

 

Nos últimos 12 meses, a fabricante de softwares investiu em campanhas feitas pelas agências, que incluem os esforços do I´am a PC, com comerciais que reuniam Bill Gates e o humorista Jerry Seinfeld. O mote mais recente enfatizava a diferença de preço entre os PCs e o Macs. Nos últimos anos, a publicidade da Microsoft esteve concentrada na McCann Erickson, em San Francisco.



Redação Adnews Com informações do AdAge

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Software ajuda combater plágio em trabalho acadêmico

12:20 @ 02/04/2009

Preocupadas em combater o plágio em trabalhos acadêmicos, instituições de ensino superior têm adotado programas de computador que ajudam o professor a identificar os casos suspeitos. Recentemente, a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Faap e o Senac SP aderiram à ideia. A Universidade Anhembi Morumbi e a Universidade Cruzeiro do Sul utilizam esse tipo de ferramenta desde o início de 2008.


Alguns desses softwares estão disponíveis gratuitamente na internet. Os mais elaborados, em geral pagos, analisam cada parágrafo do documento enviado pelo aluno e o compara com o conteúdo de bilhões de sites da internet e de algumas bibliotecas eletrônicas, elaborando um relatório com o índice de coincidências encontradas.


Esse é o caso do Safe Assign, um dos mais usados no País. O programa também compara o trabalho com todos os outros já submetidos à sua base de dados. ?Isso permite ao professor descobrir, por exemplo, se o aluno está reaproveitando uma pesquisa já apresentada em anos anteriores, explica Emerson Fabiani, coordenador da Escola de Direito da FGV. O software não apenas identifica o trecho copiado como aponta o endereço eletrônico do conteúdo original, conta.
 
Fonte: O Estado de S. Paulo

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Wikipedia causa fim de enciclopédia da Microsoft

12:18 @ 02/04/2009

A Microsoft afirmou que vai fechar todas as atividades de sua enciclopédia eletrônica Encarta até junho. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31) no site da empresa, onde ela reiterou a importância da ferramenta: "a Encarta foi um produto popular no mundo todo por muitos anos". A enciclopédia foi distribuída em vários países em CD-ROM e também podia ser consultada via internet.


A medida seria um reconhecimento do avanço do Wikipedia que agora é a mais conhecida referência on-line nesse segmento. A Microsoft ainda afirmou em seu site que "a categoria tradicional de enciclopédias e materiais de referência mudou: agora o público procura e consome informação de formas consideravelmente distintas às de poucos anos atrás".


Enquanto a Encarta apresentava um produto finalizado, com atualizações recorrentes, já a Wikipedia publicaria dados que são atualizados com mais frequência, mesmo quando a checagem é necessária.


A Wikipedia já apresenta as novidades sobre a Encarta, em seu artigo em inglês está escrito, que a Microsoft anunciou em 2009 que vai encerrar a venda da Microsoft Student e outras versões do Encarta Premium em todo o mundo, até junho desse ano.


O site ainda afirma o seguinte: "A Microsoft citou as mudanças na forma como as pessoas procuram informação e no mercado tradicional de enciclopédias e materiais de referência como razões-chave". As informações publicadas pela Wikipedia têm como base o que foi anunciado pela empresa.


A Microsoft também afirmou que os assinantes da MSN Encarta Premium que pagaram pelo serviço serão reembolsados.


Com informações da EFE


Fonte: Redação Adnews

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Site disponibiliza aulas virtuais

12:16 @ 02/04/2009




De modo a democratizar o ensino e quebrar as barreiras da disponibilização de conteúdos educativos, o californiano Richard Ludlow criou o Academic Earth, uma página da web que disponibiliza aulas online das mais importantes universidades do mundo, como MIT, Harvard, Yale, Stanford e Columbia.


 

Entre os ‘palestrantes’, mais de 300 personalidades desde professores a profissionais da internet, como Larry Page do Google, Jeff Hawkins, fundador da Palm, Michael Dell e Carol Bartz, atual CEO do Yahoo!.


De acordo com o site LifeHacker, o Academic Earth se baseou no design de outros serviços oferecidos por grandes empresas, como o Hulu (site de vídeos famoso nos Estados Unidos) e o iTunes, para proporcionar uma navegação o mais simples possível.

 

Oportunidade educacional

"A internet agora torna possível o compartilhamento com milhões de pessoas ao redor do mundo de oportunidades educativas que antes só estavam ao alcance de uma minoria privilegiada", declarou Ludow.


 

Os vídeos podem ser acessados por assunto, universidade ou instrutor. No site, é possível ver mais de 2 mil vídeos, que podem ser baixados ou adicionados a blogs, sites e redes sociais. Ponto fraco do Academic Earth? As aulas são em inglês.


"O Academic Earth é dedicado a tornar o mais simples possível para qualquer um com uma conexão à internet encontrar, interagir com e aprender através de vídeos de acadêmicos famosos. Essa é uma oportunidade educacional que nunca antes tinha sido possível", completou.


Fonte: Olhar Digital

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Apresentação dos principais recursos do Portal de Periódicos da Capes: uma atualização

20:51 @ 27/03/2009

com a palestrante Andreia Feitosa do Carmo da Biblioteca Central da Unifesp.

 
  • Data do evento: dia 02 de abril (quinta-feira) de 2009
  • Período de inscrição: 27/03 a 31/03/2009 ou até encerrarem as inscrições 
  • Horário das 9 às 12h
  • Local: Anfiteatro Lemos Torres - atrás do Banco do Brasil
  • Rua Botucatu, 740

 
Inscrição gratuita.


 

Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_capes/index.htm

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Tecnologia semântica em buscas do Google

20:42 @ 27/03/2009

  



 
O Google anunciou que integrou ao seu sistema de busca uma tecnologia de semântica, o que permitirá ao site associar as palavras buscadas a outras de significado parecido, para melhorar a procura feita pelos usuários.
 
"Haverá mais perguntas, mais linguagens, e fazemos nossas sugestões do que é mais relevante para a necessidade do internauta atualmente", escreveram os engenheiros no blog oficial do Google.
 
Segundo a empresa, chamada "busca semântica" será habilitada em 37 idiomas.
 
Web 3.0
O interesse pelas "buscas semânticas" tem crescido para criar sistemas mais inteligentes que procuram interpretar e compreender o significado de sentenças ou combinações de palavras.
 
Em janeiro, durante uma conferência financeira, o CEO do Google, Eric Schmidt, já havia dado indícios da novidade, alegando que a companhia teria uma postura mais séria a respeito da busca semântica. "Não seria legal se o Google entendesse o sentido da sua frase, invés de apenas palavras que compõem a frase? Fizemos muitas descobertas nessa área que deveremos lançar logo", disse ele na ocasião.
 
E não é só o Google que vem trabalhando nisso. A principal rival do Google em um suposto mercado semântico de busca, a PowerSet, foi adquirida pela Microsoft em julho por 100 milhões de dólares para melhorar os conceitos semânticos por trás do Windows Live Search.
 
Recentemente a gigante dos softwares confirmou que está testando o seu sistema de buscas Kumo.com.
 
Fonte: Olhar Digital / France Press

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Eventos da Biblioteca Central-Unifesp

19:47 @ 24/03/2009

Com o intuito de dar prosseguimento às atividades anuais, o Departamento de Eventos da Biblioteca Central da Unifesp tem a satisfação de informar a programação dos eventos que serão realizados nos meses de abril e maio de 2009.

 

 

Abril

- Apresentação dos principais recursos do Portal de Periódicos da Capes: uma atualização

    Dia 02 de abril de 2009 (quinta-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Lemos Torres

 

- Sites de Qualidade em saúde e Conceituação e usos dos descritores em ciências da saúde (DeCS)

    Dia 27 de abril de 2009 (segunda-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Lemos Torres

Maio

- Como elaborar estratégias de busca para a revisão sistemática da Cochrane

   Dia 07 de maio de 2009 (quinta-feira)

   Horário das 9 às 12h

   Local: Anfiteatro Jandira Masur

- Acesso a informação na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS

    Dia 13 de maio de 2009 (quarta-feira)

    Horário das 9 às 12h

    Local: Anfiteatro Clóvis Salgado

Inscrições gratuitas.

Informações detalhadas serão enviadas por e-mail e as inscrições abrirão uns dias antes de cada do evento.

Participem!

Divulgação: 

 
Rosely de Fátima Pellizzon
Coodenadora dos Eventos
rosely.bc@epm.br
UNIFESP / EPM - Biblioteca Central
http://www.biblioteca.unifesp.br
Tel: (0xx11) 5539-6312 / 5576-4562

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Ferramenta vai além da busca e pode ser rival para Google

13:25 @ 18/03/2009

 
A Kosmix, uma nova e bem financiada empresa do Vale do Silício, é muitas vezes descrita em blogs e sites de notícia como uma ferramenta de busca que um dia pode rivalizar com o Google.


Por mais lisonjeira que essa noção possa parecer, ela irrita Venky Harinarayan e Anand Rajaraman, os fundadores da Kosmix. E não é porque outras novas empresas com assertivas similares ficaram irrisoriamente aquém das expectativas. É porque a Kosmix está tentando fazer algo bem diferente da tradicional busca na web.


"A busca faz o que faz muito bem", disse Harinarayan. "Não acho que possamos um dia competir com isso". A Kosmix, continuou, não trata de encontrar o melhor conjunto de documentos para uma específica palavra-chave ou frase. Em vez disso, seu objetivo é "dizer mais sobre alguma coisa", afirmou.

Após o internauta inserir uma palavra-chave ou tópico, a ferramenta da Kosmix reúne conteúdo de toda web para construir um tipo de enciclopédia multimídia na hora. Para muitas pesquisas, os resultados são bem satisfatórios e parecem que foram compilados por um editor humano, não um computador.

Se a Kosmix conseguir atrair um grande número de seguidores, a ferramenta pode ser o mais recente desafio, não para o Google, mas para uma longa lista de novas e antigas companhias de mídia lutando para manter suas audiências e ganhar a vida na internet.


A página inicial da Kosmix oferece uma mistura de notícia, entretenimento e outros conteúdos da web. Mas é na busca que a Kosmix se torna realmente interessante.

Digite "Kauai", por exemplo, e a Kosmix retornará uma página rica que inclui uma entrada do WikiTravel, um site de viagens comunitário; recomendações de restaurante do New York Times; fotografias e vídeos de serviços como Flickr e YouTube; clipes de áudio com músicas locais; resenhas de guias de viagem, serviços de hospedagem, entre outros; posts de blogs e mais. Ela também traz os principais resultados do Google e sugere uma lista de tópicos relacionados.


A quantidade de informação certamente pode ser avassaladora - uma página média pode ter 15 fontes de informação, cada uma com múltiplos itens. Mas se você está planejando uma viagem, pode ser um ótimo lugar para começar.
 
Uma busca por "dor nas costas" ou "Canon PowerShot" cria páginas semelhantemente detalhadas, mas o conteúdo é selecionado de um conjunto de fontes apropriadas a respeito dos tópicos. Como muitas outras companhias midiáticas online, a Kosmix lucra por meio da propaganda.


Vários outros serviços usam editores ou máquinas, ou uma combinação dos dois, para agregar o conteúdo de fontes múltiplas, incluindo, é claro, as ferramentas de busca tradicionais. Mas a força da Kosmix está na tecnologia especializada que dá suporte a seu serviço.


Ao vasculhar a internet, a companhia construiu uma enorme taxonomia, um conjunto de quase 5 milhões de categorias sobre tópicos cobrindo pessoas, locais, modelos automotivos, grupos musicais e tipos de queijo, entre outros.


A taxonomia inclui milhões de conexões mapeando a relação entre essas categorias. Isso permite à Kosmix reconhecer que Kauai não é apenas um lugar, mas também um popular destino de viagens, uma ilha tropical e um resort praiano. Com base nessas e em outras categorias, a ferramenta escolhe os tipos de fontes de conteúdo mais relevantes para uma pesquisa sobre Kauai e as organiza usando um algoritmo proprietário. Ela coleta esse conteúdo não apenas de websites, mas também de mais de mil serviços online especializados, sites de busca focados em um único assunto e bancos de dados conectados à internet.


A Kosmix avança bastante na resposta ao desafio proposto pela proliferação do conteúdo online - um desafio que muitas companhias de mídia enfrentam, sem sucesso, colocando links de outros sites junto a seu próprio conteúdo.


"Com a explosão da informação na web, é muito difícil ter uma função editorial apenas com humanos", disse Harinarayan. "Oferecemos um editor automatizado para qualquer tópico."


É nesse aspecto que a Kosmix pode se tornar uma dor de cabeça para as companhias midiáticas. A Kosmix oferece páginas muitas vezes tão detalhadas e relevantes quanto as que as companhias gastam fortunas para criar - especialmente aquelas em categorias populares e lucrativas como viagem, esporte, saúde e eletrônicos. É claro que, como um agregador que não cria conteúdo, a Kosmix encaminha usuários para outros sites de mídia. Mas se ela se estabelecer como um grande destino online, também vai competir com eles.

No final de 2007, um ano antes de oferecer o serviço Kosmix ao público, a companhia testou a mesma tecnologia em um serviço mais específico chamado RightHealth, focado em informação sobre saúde. Um ano mais tarde, o RightHealth se tornaria o segundo site de saúde mais visitado, atrás do WebMD, segundo a Hitwise, uma companhia de acompanhamento de audiência.

Alguns analistas ficaram impressionados, mas alertaram que pode ser mais difícil para a Kosmix se estabelecer como competidora de poderosos produtores de conteúdo em múltiplas categorias.


"Agora, eles lidam com uma série de sites diferentes", disse Charlene Li, fundadora da Altimeter Group, consultoria de estratégia digital. "As pessoas vão gostar disso, mas vão precisar lembrar de voltar para lá para todos os tipos de pesquisa."


Semana passada, a Kosmix lançou outro serviço, o MeeHive, que aplica a mesma tecnologia para criar um site de notícias. Ele permite adaptar o serviço ao interesse das pessoas em níveis mais avançados do que agregadores de notícia tradicionais como Google News e MyYahoo.
 
 
Miguel Helft - The New York Times / Adnews

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Catálogo de Manuscritos Medievais Digitalizados

13:41 @ 12/03/2009

UCLA Center for Medieval and Renaissance Studies - Medieval manuscripts
 
 
Pesquisadores da Universidade de Califórnia anunciaram recentemente a criação do Catálogo de Manuscritos Medievais Digitalizados (Catalogue of Digitized Medieval Manuscripts).
 
 
"Quando você pesquisa por manuscritos medievais na internet o resultado é de milhões de documentos, dos quais apresentam apenas imagens de uma única página, em vez de todo o livro" disse o Professor Assistente Matthew Fisher.
 
 
Os pesquisadores inauguraram oficialmente o catálogo em Dezembro de 2008, com aproximadamente 1.000 manuscritos em 20 línguas com informações de 59 bibliotecas de todo o mundo
 
 
Durante as três primeiras semanas de funcionamento, Fisher disse que o site teve cerca de 5.000 visitantes provenientes da Austrália, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Suíça, Áustria, Canadá e Estados Unidos.
 

"Nunca vamos substituir o prazer de sentar-se diante de um livro com mais de 800 anos", disse Fisher, "mas vamos trazer muitos manuscritos maravilhosos para pessoas que talvez nunca teriam tal experiência na vida."

 

 O catálogo eletrônico está disponível no endereço

 

http://manuscripts.cmrs.ucla.edu  

 

 com informações da United Press.

 

 

  Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.

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Twitter: site vai explorar buscas, diz cofundador

13:40 @ 12/03/2009

O microblog Twitter vai se transformar também em um buscador que mostra os temas emergentes, na rede, em tempo real.
 
Além disso, será usado como serviço de perguntas e respostas, aos moldes do Yahoo! Answers -a audiência desse tipo de site cresceu 108% em 2008, segundo o Hitwise.
Os planos foram contados por Biz Stone, cofundador do site, ao Advertising Age. O site sobre publicidade avalia que, para obter sucesso, o Twitter terá que ser adotado por uma audiência maior do que a atual, composta principalmente por "jornalistas e especialistas em mídia social".
 
Fonte: Folha Informática

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The Guardian abre todo contéudo online a usuários

13:39 @ 12/03/2009

 
Em um movimento sem precedentes, o jornal britânico The Guardian anunciou um conjunto de serviços que praticamente abre aos internautas todo seu conteúdo impresso e online a partir de 1999.
 
O objetivo do jornal, ao tornar disponível sua API (Application Programming Interface), é a proliferação de seu conteúdo pela internet para que, de acordo com o site, "todos possam se beneficiar do nosso jornalismo, a nossa marca, e as tecnologias que movem o http://www.guardian.co.uk/ .
 
O jornal Guardian se propôs a oferecer dois produtos distintos: o primeiro é o acesso ao seu conteúdo API, onde os usuários podem pesquisar no vasto arquivo de conteúdo do site.
 
O segundo é um armazenamento de dados. Esta é "uma coleção importante e de alta qualidade de dados produzida pelos jornalistas do Guardian. Você pode encontrar informações úteis aqui, fazer o download, e integrá-las com outras aplicações da Internet."
Segundo Emily Bell, diretora de conteúdo digital do Guardian News & Media, a plataforma aberta foi um "novo capítulo em nossa história e um novo alicerce para o futuro do nosso jornalismo."
 
 
Fonte: Olhar Digital

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Nova ferramenta promete desbancar Google

15:02 @ 11/03/2009

Já ouviu falar de Stephen Wolfram, físico e matemático inglês criador do software Mathematica e autor do livro "A New Kind of Science"?

 

 

Pois este sujeito brilhante, juntamente com um time de ‘gênios’ da Wolfram Research (empresa criada por Stephen), está para lançar uma ferramenta na Web que vai abalar os pilares da busca pelo conhecimento, podendo ser mais importante do que o Google é hoje.
 
 

Conforme anunciado em seu blog, Stephen Wolfram está trabalhando no que ele chama de "computational knowledge engine", ou seja, "máquina de conhecimento computacional", capaz de computar respostas a perguntas reais.

 

A ferramenta, chamada Wolfram Alpha, não irá simplesmente retornar documentos que contêm os termos pesquisados, como o Google faz; também não se trata de um grande banco de dados de conhecimento, como a Wikipedia; também não vai analisar a pergunta em linguagem natural, dividi-la em partes entendíveis e utilizar o resultado para recuperar documentos, como faz o Powerset; por fim, não é baseada na Web Semântica, nem se utiliza de nenhuma de suas linguagens.

 

Segundo Stephen, a Wolfram Alpha irá computar as respostas para um grande conjunto de perguntas, "entendendo" a pergunta para então formular as respostas. Para isso, a ferramenta irá utilizar modelos pré-concebidos de campos do conhecimento, além de dados e algoritmos, a fim de representar o conhecimento do mundo real.

 

 

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Entendendo a Wolfram Alpha

 

O Google Discovery deu um exemplo prático para se compreender melhor o funcionamento da Wolfram Alpha. Considere a tarefa de multiplicar números: a existência de uma tabela de multiplicação, contendo certa quantidade de possibilidades, torna uma operação instantânea, mas é impraticável que exista uma tabela com todas as possibilidades possíveis de multiplicação.

 

É aí que entra o Wolfram Alpha, que, segundo seu criador, pode ser considerado uma calculadora muito poderosa, que conhece não só problemas matemáticos, como muitos outros tipos de questões que possuem respostas não ambíguas e computáveis.

 

A previsão é que o Wolfram Alpha seja mostrado em maio de 2009, tendo tudo para revolucionar a forma como uma máquina responde a questões do mundo real.

 

 

Fonte: Olhar Digital

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La digitalización de las bibliotecas, metamorfosis obligada

15:01 @ 11/03/2009

Los acervos universitarios se han trasladado a internet para estar al día

Desde hace algunos años los acervos han incorporado a sus páginas web la consulta de sus contenidos. Foto: Especial
 

Monterrey, NL.- En la era del mp3 y de los reproductores digitales, el libro ha encontrado un sendero por el cual internarse en los medios electrónicos del siglo XXI. Además del formato digital de lectura, el audiolibro también ha ganado adeptos, por lo que las bibliotecas no pueden mantenerse al margen de este camino.

 

Aunado a este nuevo sistema de lectura, la digitalización de todo tipo de textos y publicaciones han ofrecido la posibilidad a las bibliotecas de proteger los documentos más valiosos y antiguos a la exposición así como de difundir su información por todo el mundo.

 

Las bibliotecas del Tecnológico de Monterrey, de la Universidad de Monterrey así como la Capilla Alfonsina Universitaria se abren paso al mundo digital, ofreciendo un sinnúmero de servicios en su página de internet o digitalizando su más importante acervo.

 

“Vamos a lo digital, cada dos años hacemos una revisión con los profesores de lo que tenemos inscritos en las bases de datos, qué tenemos, qué hay en el mercado, qué podemos intercambiar, o cómo podemos ampliar sin tener que quitar algunas de las revistas”, reflexionó Teresa Solís Adame, titular de la sección de Calidad y Mejora Continua de la Biblioteca del Tecnológico de Monterrey.

 

La aseveración es cierta. En la página biblioteca.mty.itesm.mx es posible buscar en el catálogo alguna publicación de interés, indagar entre los 281 mil volúmenes de su biblioteca digital, consultar catálogos en acervos extranjeros y hasta conocer la historia de la biblioteca. En la misma página, es posible encontrar el acervo digital que ofrece el Tecnológico para su consulta, aunque ésta es limitada sólo a los estudiantes de esta universidad.

 

En el mismo sentido gira la Capilla Alfonsina de la UANL, que aunque se mantiene afecta a la veracidad y al amor del libro físico, desde algunos años ha incluido parte de su acervo y su catálogo al mundo del internet. Junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, el acervo digital que ofrece la Máxima Casa de Estudios asciende a ocho mil 677 títulos con más de 10 mil volúmenes. Los acervos que ofrece la Capilla Alfonsina en formato digital son: Fondo Alfonso Reyes, el Fondo Fernando Díaz Ramírez, el de Historia, el de Nuevo León, el Pérez Maldonado, así como el fondo de tesis de maestría y doctorado. Estos acervos pueden ser consultados por quien así lo desee, pues sólo se tiene que realizar un registro en la Capilla Alfonsina para poder acceder a este material en la página www.uanl.mx/bibliotecas.

 

“La digitalización la hemos estado haciendo en la mayoría del acervo, especialmente en el de Alfonso Reyes. Esto lo estamos haciendo acá en la universidad porque llevarlo a otra parte puede resultar más costoso, además aquí procuramos guardar el mayor cuidado y respeto al libro”, expresó Minerva Margarita Villarreal, directora de la Capilla Alfonsina.

 

En la Universidad de Monterrey, la mayoría de los servicios que ofrece su biblioteca ya se pueden realizar en la página electrónica www.udem.edu.mx/biblioteca.

 

Como explica Saúl Souto Fuentes, director del acervo udemita, los procesos de consulta y difusión de la información apuntan hacia el internet, una plataforma que ofrece posibilidades infinitas.

 

“Internet es el canal por donde se está comunicando la literatura científica de mejor nivel en todo el mundo. Internet no es bueno ni malo sino que es una simple guía rapidísima para conseguir información”, expresó.

 

Las comodidades que ofrece la página electrónica de la biblioteca de la UDEM ha registrado un promedio de 400 mil visitas anuales. Además de la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros, también se ofrece servicio personalizado de ayuda mediante un chat, así como la posibilidad de consultar bases de datos de redes como Británica, E-Libro, Océano, entre otras.

 

De esta forma, la digitalización de las bibliotecas no sólo consiste en escanear sus documentos más importantes y subirlos a internet, sino que abarca una serie de servicios y comodidades que acerquen a los jóvenes.

 

No se quedan atrás
La Capilla Alfonsina, junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, ofrecen un acervo digital de ocho mil 677 títulos. Están disponibles el Fondo Alfonso Reyes y el Fondo Fernando Díaz Ramírez, entre otros.

 

En el sitio biblioteca.mty.itesm.mx es posible indagar entre los 281 mil volúmenes que ofrece el Tecnológico de Monterrey, así como consultar catálogos en acervos extranjeros.

 

La UDEM ofrece la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros mediante un chat, así como la posibilidad de consultas bases de datos de redes como Británica, E-Libro y Océano.

 

Fonte: Milenio.com

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Enciclopédias: Knol versus wikipedia

20:16 @ 09/03/2009

Uma Wikipedia do Google, com moderação e possibilidade de retorno financeiro para quem se dispuser a compartilhar seus conhecimentos. Essa é a ideia do Knol, serviço ainda em versão beta lançado pelo Google em 2008. Logo de cara, nota-se que ele ainda tem muito chão pela frente se quiser vir a competir com a Wikipedia, uma senhora enciclopédia que é um dos 20 sites mais consultados no mundo e conta com mais de 2,7 milhões de artigos em inglês e 456 mil em português.

 

A Wikipedia foi a responsável pela disseminação da filosofia Wiki, que tem no seu cerne a colaboração virtual. Já o Google criou os Knols, unidades de conhecimento compartilhadas entre os internautas.

 

 

As pretensões do Knol são ambiciosas e a moderação é a primeira de muitas diferenças entre as duas enciclopédias. Lembrando que uma das críticas feitas à Wikipedia é justamente a presença de muitos textos sem edição, que podem induzir a erros. Recentemente, o serviço criado por Jimmy Wales anunciou um controle mais rígido sobre o que é publicado por lá, tentando evitar a presença de conteúdo indiscriminado. Pois o Google já incluiu essa filosofia no berço do Knol.

 

Logo de cara, a Google convidou especialistas em alguns assuntos para escrever artigos, dando o pontapé inicial no serviço. Depois, quando o Knol foi ao ar em versão beta, abriu-se o espaço para quem quisesse compartilhar seus conhecimentos sobre assuntos específicos.

 

Além da edição, a proposta do Knol é remunerar os autores de alguma forma. A saída é o uso de links patrocinados (os famosos Ads, explorados pela ferramenta AdSense, já usada por muitos blogs, inclusive no Brasil), marca registrada da empresa criadora do buscador mais usado no planeta. O Google estabeleceu formas de divisão de receitas com os autores de forma que cada um pode levar o seu quinhão, incluindo aqui a própria empresa que hospeda e mantém o serviço.

 

Além disso, no Knol os autores dos artigos recebem os devidos créditos. Na Wikipedia, só é possível saber quem escreveu ou modificou determinado texto visitando a função "História". Lá, aparece o histórico com as revisões feitas desde a criação do artigo. A ideia do Google é usar o crédito dos textos para estimular o interesse dos internautas pela criação de artigos que serão publicados na enciclopédia virtual e, assim, expostos ao mundo.

 

Outra diferença entre Wikipedia e Knol é que nesta os visitantes não estão autorizados a modificar os textos alheios. A intenção, aqui, é evitar os problemas que a Wikipedia já enfrenta, por conta de edições malfeitas ou com interesses obscuros. Na Knol, o dono até pode vir a permitir a edição por outrem, desde que mediante sua expressa autorização.

 

A quarta diferença é de foco. Enquanto a Wikipedia leva adiante o conceito da colaboração, ou seja, os internautas trabalham para que determinado assunto fique o melhor explicado possível, o Knol incentiva a competição, já que autores diferentes podem escrever sobre o mesmo assunto e competir pela melhor definição dos termos.

 

O Knol funciona como um grande blog, inclusive com o uso de caixas de comentários. Para começar a escrever um artigo, basta ter uma conta Google. Uma vez logado, o usuário é encaminhado à tela de edição de textos, onde define o nível de compartilhamento do artigo, escolhe co-autores e permite edição e revisão. Ou não. O Google incluiu ainda uma ferramenta que permite importação de textos feitos em Word, PDF e Notepad com conversão direta para Knols.

 

Por último, no Knol os autores têm seus nomes expostos na página principal do site knol.google.com/k , uma vez que os artigos publicados recentemente ganham destaque por lá. A ferramenta ainda mostra os tópicos mais populares.

 

Fonte: O Globo

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Espanha digitaliza mais de 200 anos de primeiras páginas de jornais do País

20:11 @ 09/03/2009

Complementando a mensagem anterior...

 

Redação Portal IMPRENSA

 

Duas mil primeiras-páginas de jornais publicados na Espanha desde 1777 até 2005, que somam mais de 4 milhões de páginas, estarão disponíveis no site da Biblioteca Virtual de Imprensa Histórica. A iniciativa do Ministério da Cultura publicará na Web todo o acervo de jornais das Bibliotecas Públicas, além do arquivo de outras entidades, como o Ateneo de Barcelona, de Madrid, a Fundação de Investigadores Marxistas e universidades de todo o País.

 

A Biblioteca Virtual é resultado de um processo de digitalização cooperativa do Ministério da Cultura, empresas privadas e instituições que cuidam da memória da imprensa na Espanha.

 

De acordo com informações do diário espanhol EL Pais, o projeto é um dois principais de digitalização que se realização na Espanha e tem peso conssiderável na comunidade internacional, tanto por seu volume, como por sua funcionalidade.

 

 

Fonte: Portal Imprensa

 

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Dos mil cabeceras de periódicos accesibles a través de un clic

20:03 @ 09/03/2009

Dos mil cabeceras de periódicos editados en todo el Estado Español desde 1777 hasta el año 2005, y que suponen cuatro millones trescientas mil páginas, se encuentran accesibles a todos los ciudadanos a través de un clic en la Biblioteca Virtual de Prensa Histórica.

 

A través de la página http://prensahistorica.mcu.es , el Ministerio de Cultura ha puesto al servicio de todos los fondos que se conservan en las Bibliotecas Públicas del Estado así como en otras entidades con las que se han firmado acuerdos, como el Ateneo de Barcelona, de Madrid, la Fundación de Investigadores Marxistas, ayuntamientos y universidades y con periódicos con los que se ha convenido poner en línea la serie histórica de su publicación.

 

La Biblioteca Virtual de Prensa Histórica es resultado de un proceso de digitalización cooperativa del Ministerio, las Comunidades Autónomas y otras instituciones de la memoria, con el que se pretende, simultáneamente, preservar y hacer accesibles unos materiales bibliográficos que se caracterizan por ser ejemplares únicos y, por lo tanto, de difícil acceso.

 

La Biblioteca ha sido presentada por el ministro de Cultura, César Antonio Molina, en la sede de la Asociación de la Prensa de Madrid, en un acto en el que también participaron el presidente de esta asociación, Fernando González Urbaneja, y de la Asociación de la Prensa de A Coruña, Manuel González Menéndez, que ha aportado importantes cabeceras de prensa gallegas como el Orzán, El Noroeste, La Coruña moderna o La Hoja del Lunes de La Coruña.

 

Este es uno de los principales proyectos de digitalización que se han realizado en España y tiene a nivel internacional un peso considerable, tanto por su volumen- al que en Europa solo se acerca Austria con casi tres millones de páginas- como por sus funcionalidades.

 

En esta base de datos se encuentran representadas quince Comunidades Autónomas (Andalucía, Aragón, Asturias, Canarias, Castilla-La Mancha, Castilla-León, Cataluña, Comunidad Valenciana, Extremadura, Galicia, Islas Baleares, La Rioja, Madrid, País Vasco y Región de Murcia), 45 provincias y 140 localidades, y el ministerio tiene previsto ir incluyendo progresivamente colecciones de las Comunidades Autónomas y provincias que aún no están representadas en la base de datos.

 

El objetivo del proyecto es, por una parte, preservar unos materiales bibliográficos que, por la propia naturaleza del soporte y por su utilización por parte de investigadores y público, se encuentran y se encontrarán en grave peligro de desaparición y, por otra, difundir de la manera más amplia posible unos recursos informativos muy solicitados.

 

Las colecciones y los ejemplares de las publicaciones periódicas alcanzan en muchas ocasiones varias decenas de años, manteniéndose líneas de publicación que superan el medio siglo continuado.

 

Se ha llevado a cabo una catalogación exhaustiva, hoja por hoja, de periódicos que se han mantenido en circulación durante 20, 30 o 40 años seguidos indicando todas las incidencias que se han podido producir y que el proceso de digitalización refleja.

 

César Antonio Molina recordó que la publicación más antigua de las digitalizadas es "La Pensatriz salmantina", de 1777, una de las dos únicas publicaciones periódicas aparecidas en el siglo XVIII destinadas a las mujeres, y afirmó que entre las colecciones destaca la de la prensa clandestina con casi 90.000 páginas del archivo hemerográfico del Partido Comunista de España.

 

La Biblioteca Virtual constituye una importante aportación española al proyecto Europeana, la biblioteca digital europea, y su consulta se puede realizar en cualquiera de las lenguas del Estado así como en inglés.

 

Este modo de rescatar y difundir nuestro patrimonio cultural, en este caso periodístico, "es un modo de democratizar estos saberes, de difícil acceso; de ponerlos al servicio del ciudadano rescatando la historia más próxima, la más epidérmica, la que todos los días cuentan ustedes, los periodistas, en una palabra el alma de la historia, como decía Miguel de Unamuno, la intrahistoria", señaló el ministro, para quien, sin embargo, "no hay nada como tocar los periódicos".

 

Fonte: ADN

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UEM inaugura laboratório de pesquisa e biblioteca digital

20:01 @ 09/03/2009

Foi inaugurado na última segunda-feira, 2 de março, na Biblioteca Central da UEM (Universidade Estadual de Maringá), o novo laboratório de informática para pesquisa. O evento também marcou o lançamento da Biblioteca Digital, no site da universidade.

 

O laboratório possibilitará consulta ao acervo da biblioteca da UEM, através de 42 novos computadores, adquiridos em um convênio com o ensino a distância e o Ministério da Educação. Agora o usuário da biblioteca terá mais máquinas para pesquisar as produções bibliográficas e seus códigos de referência, facilitando a procura.

 

Outra novidade é a Biblioteca Digital. Ela reúne uma base de dados com dissertações e teses dos cursos da UEM e foi desenvolvida em uma parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O novo sistema já disponibilizou até agora 348 documentos. Com o tempo, novos trabalhos serão publicados e o número crescerá ainda mais.

 

O endereço para a Biblioteca Digital é http://nou-rau.uem.br/nou-rau/.

 

 

Fonte: Universia/UEM

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MIB - Música instrumental brasileira

19:58 @ 09/03/2009

Site reúne cerca de 700 verbetes sobre instrumentistas do país, como Garoto e Pixinguinha, além de dezenas de ensaios e teses universitárias sobre o assunto



CARLOS CALADO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Mesmo sendo considerada uma das mais criativas e diversificadas do mundo, comparável apenas à música cubana ou ao jazz norte-americano, a música instrumental brasileira não é incentivada como merece pela indústria do disco, que nas últimas décadas optou por investir apenas em vertentes de consumo fácil.


"Ainda temos de aguentar, de vez em quando, um desses chefões de gravadora dizer que a culpa é da falta de criatividade dos músicos", rebate a pesquisadora Maria Luiza Kfouri, 55, que desenvolveu com Fernando Ximenes o site Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia Instrumental (http://www.musicosdobrasil.com.br/), na rede desde fevereiro.


O perfil enciclopédico não impediu que o projeto, patrocinado pela Petrobras, fosse desde o início pensado para a internet. "Sabíamos que um projeto desta magnitude não estaria "pronto" nunca e, por isso, a internet seria seu meio ideal, para que possamos acrescentar aquilo que vai, sempre, estar faltando", diz a pesquisadora.


O site já reúne cerca de 700 verbetes com muitos dos principais instrumentistas do país, que traçaram nos palcos e estúdios de gravação a história desta corrente musical: do flautista Pixinguinha (1897-1973) ou do violonista Garoto (1915-1955), chegando a talentos da cena atual, como o bandolinista Hamilton de Holanda e o pianista André Mehmari.


Para iniciar a pesquisa, em meados de 2006, Kfouri e Ximenes criaram uma espécie de recenseamento, um minucioso questionário, enviado por e-mail a centenas de instrumentistas. A pesquisa também colheu dados sobre a formação e o "pensamento" desses músicos, mapeando assim seus mestres, influências e parceiros.


Os critérios para definir quais músicos devem estar representados nos verbetes do site resumem-se a apenas um: só entram os que gravaram ou participaram de gravações de pelo menos um disco exclusivamente instrumental.
"Não há outro critério, nem de estilo, nem de gênero", explica Kfouri. "Tivemos de criar essa regra, um tanto draconiana, pois se não teríamos de ter outras vidas para poder cobrir todos os instrumentistas brasileiros. São milhares aqueles que acompanham cantores e que nunca participaram de uma gravação instrumental."


As respostas vieram em grande volume, mas músicos pouco afeitos ao e-mail, como o flautista Altamiro Carrilho ou o pianista Amilton Godoy, pediram para gravar seus depoimentos. Já o pianista Francis Hime, curiosamente, preferiu responder o questionário à mão. "Ainda não conseguimos chegar a alguns músicos, como João Donato, Paulinho da Viola e Edu Lobo, mas estamos insistindo", conta Kfouri.


Dificuldades não faltam num projeto tão abrangente. No caso de instrumentistas já mortos, por exemplo, a pesquisa fica mais restrita a consultas a familiares, a poucas obras de referência ou a sites que nem sempre trazem dados corretos.
Mesmo assim, Kfouri observa que a situação na área da pesquisa cultural, no Brasil, tem melhorado. "A biblioteca musical cresceu consideravelmente e a internet tem sido uma ferramenta e tanto, embora muitas vezes ainda se tenha de tomar muito cuidado com as informações que se encontram em determinados sites."


O site oferece também dissertações universitárias e ensaios sobre instrumentos, estilos, grupos musicais ou discos mais significativos, escritos por especialistas. Entre os músicos que assinam ensaios, estão Henrique Cazes ("O Cavaquinho") e Maurício Carrilho ("O Violão de Sete Cordas").

 

Fonte: Folha de S. Paulo

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Católica monta museu virtual da biodiversidade do Cerrado

19:28 @ 04/03/2009

A Universidade Católica de Goiás está montando, para colocar no ar ainda neste ano, o Museu da Biodiversidade do Cerrado José Hidasi, virtual, que deve reunir grande parte do material colecionado, nos últimos anos, pelo professor e pesquisador José Hidasi.

O anúncio foi feito ao reitor Wolmir Amado pelo pesquisador Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do Instituto do Trópico Subúmido da Católica (ITS-UCG), que teve seu projeto recentemente aprovado, dentro do Edital de Turismo, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeg), no valor de 25 mil reais, já tendo liberado parte desses recursos para o início dos trabalhos.

A equipe, que terá a participação da museóloga Rosângela Barbosa Silva, diretora do Centro Cultural Jesco Puttkamer, da UCG, e de técnicos do Centro de Processamento de Dados (CPD), também da Católica, deve se reunir nos próximos dias para uma visita à residência do professor José Hidasi, no bairro de Campinas, para conhecer o material disponível e definir as diversas etapas do trabalho. Ao mesmo tempo, serão adquiridos equipamentos e programas de computação específicos para selecionar, editar e abrigar o material, como fotos e vídeos.

Mestre em Gestão do Patrimônio Cultural pela Universidade Católica de Goiás, título que conquistou em 2008, e na UCG desde 2001, o pesquisador e musicista Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do ITS-UCG, é atualmente o coordenador do Conselho Editorial daquele Instituto, responsável pelas publicações do ITS.

 

Fonte: Flash UCG

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Museus britânicos se unem para formar ambiente online

19:27 @ 04/03/2009

Rede social reunirá amantes da arte em um site que reúne um acervo virtual gigantesco

 

Por Stella Dauer

 

Na era em que tudo está migrando para a internet, alguns museus britânicos resolveram levar seu acervo para o mundo virtual. Para isso, criaram uma rede social para amantes da arte. A notícia é do site da BBC.

 

Para trazer mais informação para o visitante, o site reunirá obras do Victoria and Albert Museum, National Portrait Gallery, Natural History Gallery, Tate, Wallace Collection, Royal Armories, Sir John Soane’s Museum e o Imperial War Museum em um só lugar, em uma rede social que abrigará amantes da arte em torno de assuntos e perfis, noticiou o site Digital Trends.

 

O projeto, chamado National Museums Online Learning Project, custou mais de 5 milhões de reais, e entrará no ar ainda esta semana. Qualquer busca realizada no site procurará a informação da base de dados de todas as instituições participantes, e as buscas poderão ser publicadas e compartilhadas com outros participantes. Outras informações, como programação de exposições e eventos também estarão disponíveis no site.

 

“O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que conversem umas com as outras. Eles poderão criar comunidades de interesses sobre coleções de obras”, afirmou Carolyn Royston, do Victoria and Albert Museum.

 

 

Fonte: Geek

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Projeto da UnB permitirá conhecer detalhes das principais igrejas de Ouro Preto

19:26 @ 04/03/2009

Turistas virtuais poderão navegar pelo interior das três principais igrejas de Ouro Preto (MG). A idéia é possibilitar uma exposição permanente na internet do acervo turístico e cultural da cidade, além de disponibilizá-la nos terminais multimídias que serão instalados nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora de Pilar.


 
O projeto é resultado de uma associação entre o Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília (CMD) e o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto, com apoio da Comissão Ano Cultural 2009, do Senado Federal. Imagens e informações sobre a riqueza artística, histórica e cultural da cidade poderão ser acessadas por tours virtuais. O lançamento oficial do Museu Virtual de Ouro Preto será realizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar a partir das 20h.

 

O professor da Faculdade de Comunicação da UnB Marcelo Feijó, responsável pela documentação fotográfica do projeto, explica a finalidade do museu. “Ele representa uma oportunidade de apresentar o patrimônio histórico com a utilização de tecnologias digitais. Esse é o grande propósito do Centro de Memória Digital, produzir conteúdos da história do Brasil com suporte tecnológico.”

 

HISTÓRIA FIEL 

 

O projeto é resultado de um trabalho de mais de dez anos de pesquisa nos arquivos paroquiais de Ouro Preto feito pelo professor do Departamento de História da UnB Marcos Magalhães. Feijó destaca o ineditismo da proposta. “Eu arrisco dizer que não tem nada similar no Brasil. Todas as informações foram recolhidas diretamente nas fontes. A preocupação com a correção dos dados históricos é o nosso primeiro e maior compromisso”, conta.

 

O professor do curso de Engenharia de Redes da UnB Rafael Timóteo explica como o museu foi elaborado. “As fotografias foram tiradas de forma detalhada e processadas digitalmente. Depois, um software foi produzido para a pessoa ter a ilusão de que está dentro das igrejas”, diz.

 

De acordo com Feijó, a ferramenta é resultado de esforços de professores e alunos de diferentes áreas. "Esse é um trabalho coletivo de áreas como engenharia, história, comunicação, arquivologia e design gráfico, que só seria possível dentro de uma universidade”, afirma.

O Museu Virtual estará disponível também em DVD

s, que serão comercializados pelo Museu de Arte Sacra de Ouro Preto. Recursos de navegação em 360°, imagens em 3D, animações digitais e registros fotográficos de alta definição integram a publicação eletrônica, disponível na internet pelo site www.museuvirtualdeouropreto.com.br 

 

 

Fonte: clicabrasilia

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Palestra Gratuita:Arquitetura de Informação e as novas exigências da Web Contemporânea

16:51 @ 26/02/2009

 

 

Palestra Gratuita:Arquitetura de Informação e as novas exigências da Web Contemporânea.

 

O objetivo é mostrar o papel fundamental do Arquiteto de Informação no mercado de tecnologia e mídia online brasileiro e as oportunidades de trabalho à medida em que o Brasil se transforma num dos principais exportadores e consumidores de Tecnologias da Comunicação e Informação. 1º Palestrante - Guilhermo Almeida dos Reis // 2ª Palestrante - Thaís Campas // 3º Palestrante - Sthefan Gabriel Berwanger


Data:
7/3/2009
Horário: 10h às 13h15 horas

INSCREVA-SE JÁ

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Palestra: O admirável mundo novo: Web 2.0 em bibliotecas

16:49 @ 26/02/2009

De mero espectador, o usuário passou a intervir no conteúdo,  na forma e na estrutura da informação disponível na internet.


 

por Teresa Laranjeiro,  Bibliotecária do Goethe-Institut de Lisboa

 

A Web 2.0 tem provocado uma revolução no modo como as pessoas se relacionam com a Internet. De mero espectador, o usuário passa a controlar o conteúdo, a forma de acesso e a estrutura da informação disponível. Num universo em constante mutação, é responsabilidade do bibliotecário adaptar-se à evolução da tecnologia e dela tirar o melhor proveito.


Nesta palestra, a bibliotecária Teresa Laranjeiro, do Goethe-Institut de Lisboa, analisa um vasto leque de serviços, ferramentas e softwares da Web 2.0 na área das bibliotecas e destaca os mais importantes resultados que a sua implantação pode trazer para o serviço e para os usuários. Por meio de exemplos concretos, são identificadas as melhores práticas na área e discutidos os paradigmas reservados para o futuro.    

Data e Local:
10 de março de 2009 - 3ª feira - 19h30
Instituto Cervantes de São Paulo
Av. Paulista, 2439  - Térreo

Estação do metrô Consolação
Estacionamento conveniado: Vaz (Av. Paulista, 2.440)

Haverá um  Welcome Coffee.

Idioma: Português

Capacidade do auditório - 80 vagas
Entrada franca
Duração: 90 minutos
Informações através do e-mail
biblioteca@saopaulo.goethe.org  ou  por telefone (11) 3296-7001, com Ana Teresa ou Bethe.

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Las bibliotecas, al alcance de todos

16:48 @ 26/02/2009

La tendencia de los grandes archivos mundiales consiste en digitalizar su acervo y ponerlo a disposición de cualquier usuario
 
 
Por Eleonora Vallazza
Para LA NACION


Hasta hace apenas unos años, visitar algunas de las mejores bibliotecas del mundo era un privilegio al alcance de aquellos –pocos, poquísimos– que podían permitirse semejante inversión de tiempo y dinero. Hoy, el desarrollo de la informática y la expansión omniabarcativa de Internet han permitido que el conocimiento se democratice al punto de que cualquier usuario de la web puede visitar, entre otras, las bibliotecas del Instituto Cervantes, la Nacional de Francia y la de la Unión Europea sin moverse de su casa, a golpe de clic. Esto significa, ni más ni menos, que buena parte del acervo libresco de la humanidad empieza a estar disponible para cualquiera, en cualquier momento y en cualquier lugar. Internet no necesariamente representa una utopía del conocimiento, pero en la vastedad de su océano hay islas cuyo paisaje se parece mucho al de la globalización del saber. Su impacto dependerá de las inquietudes del usuario. El impulso que las bibliotecas digitales han cobrado en el último tiempo marca un nuevo desafío para aquellos de veras interesados en descubrir los grandes tesoros de la cultura universal.


Definitivamente, la tendencia que rige las políticas de las principales bibliotecas del mundo consiste en digitalizar los archivos y acercar sus materiales a los usuarios de todo el planeta. Para el internauta de habla hispana, la principal referencia es la gran colección virtual que espera en el sitio de la Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, inaugurada en 1999. La biblioteca alberga más de 30.000 obras, que van desde los grandes clásicos de la literatura española hasta la documentación relativa a la Conquista, pasando por la poesía contemporánea de ese país y una importante selección de los trabajos literarios, históricos y jurídicos de América latina. El objetivo de ese proyecto es digitalizar el mayor patrimonio bibliográfico, documental y crítico de la cultura de España y América, y para ello se organiza con varias bibliotecas. Una serie se les dedica a grandes figuras de la cultura hispanoamericana; otra, a documentos textuales y audiovisuales que no sólo abarcan un amplio espectro cultural sino que, además, permiten el acceso a otros grandes archivos, como los Manuscritos de América (en las Colecciones Reales) o la Biblioteca José Toribio Medina de Chile y la Biblioteca Nacional de México. Una vez allí, el usuario encontrará un link que lo lleva a la Biblioteca de Autor Miguel de Cervantes, desde donde puede acceder a la obra completa del autor del Quijote, en distintos formatos y ediciones.


A pesar del abismo que separa las economías de Europa y América latina, hay que decir que el desarrollo on-line de las bibliotecas de nuestro continente tiene poco que envidiarles a los proyectos de España o Francia, entre otros países. Un buen ejemplo es la Biblioteca Digital Andina (), que busca contribuir al conocimiento, preservación y divulgación de la cultura andina, y fortalecer la identidad común (en este caso, no tanto por la inclusión de obras clásicas y ensayos sobre la cultura andina, sino también y sobre todo, por la digitalización de obras que estudian la peculiaridad de las lenguas aborígenes de la región). Este proyecto pertenece a la Secretaría General de la Comunidad Andina y allí el lector interesado encontrará las bibliotecas nacionales y las de las universidades públicas y privadas de Bolivia, Colombia, Ecuador, Perú y Venezuela. Curiosamente, los recursos financieros, humanos y tecnológicos son fruto del aporte del Ministerio de Relaciones Exteriores del Gobierno de Francia, que se vehiculizan a través de la Agregaduría de Cooperación para los Países Andinos en la Embajada de Francia en el Perú y el Instituto Francés de Estudios Andinos (IFEA).


En América latina, la posibilidad de disponer de obras digitalizadas de diferentes épocas, naciones, autores y temáticas nunca es sencilla, y tal vez el caso más extremo sea el de Cuba. Sin embargo, aun allí hay proyectos que, con notable esfuerzo, intentan trasladar su realidad cultural a la pantalla de la computadora. En Cuba, la Fundación por la Libertad de Expresión es una organización no partidista sin fines de lucro que apoya el crecimiento de la prensa libre en la isla, y en su portal, promueve las actividades de las bibliotecas independientes cubanas. Este proyecto, disponible en www.bibliocuba.org , refleja el trabajo realizado por la red de bibliotecas independientes fundadas desde 1998. Debido a cuestiones propias de las realidad sociocultural cubana, digitalizar las colecciones de las bibliotecas resulta prácticamente imposible; por eso, este sitio ofrece, por un lado, las direcciones de las bibliotecas (que al mismo tiempo requieren donaciones de material bibliográfico y hasta de materiales de oficina, como lápices, bolígrafos y papel), y por el otro, una serie de artículos escritos por periodistas e intelectuales cubanos disidentes. Estas bibliotecas se desenvuelven en casas particulares, donde las grandes colecciones personales se ponen a disposición de todos los vecinos; su versión on-line reproduce ese mismo proceso pero a escala global. En Cuba, todo aquel particular que quiera fundar una biblioteca independiente debe poseer como mínimo 300 libros y conocimientos elementales de bibliotecología; su desarrollo virtual pretende evitar cualquier forma de censura en temas, autores, ideologías y religiones, lo cual se convierte en una forma impensada de activismo cultural.


Digitalizar los archivos de una biblioteca implica costos altos. En países como Francia, la cuestión presupuestaria no representa un obstáculo insalvable, y tal vez por eso el espacio virtual Gallica de la Biblioteca Nacional Francesa, está tan bien desarrollado. Gallica se creó en 1998 y se actualiza mes tras mes. En su interior hay más de 90.000 obras y 80.000 imágenes, y tanto material la ha convertido en una de las principales bibliotecas digitales a las que se puede acceder actualmente. Su colección se organiza por disciplinas (derecho, economía, ciencias políticas, historia, literatura, ciencias y filosofía) y, aunque privilegia la cultura francófona, también incluye obras clásicas extranjeras en su idioma original y traducidas. En una vía menos oficial y sistematizada que la de Gallica, el internauta bibliófilo tiene a mano otros sitios dedicados a la cultura del país de Voltaire, como la Biblioteca de Poesía Francesa , donde pueden leerse más de 6000 poemas en lengua francesa, en un arco temporal que va de la Edad Media a principios del siglo XX. Ambas bibliotecas se complementan y colocan a Francia en la vanguardia de este segmento cultural.


Con la mira puesta en el futuro, la Unión Europea creó el programa eContentplus, parte integrante del proyecto i2010, cuya meta es unir a la sociedad del conocimiento con la industria de los medios de comunicación. La joya del programa es la megabiblioteca Europeana , que funciona desde noviembre pasado y actualmente se encuentra en período de prueba. Europeana albergará más de dos millones de obras, entre imágenes, textos, sonidos y videos. Será la biblioteca virtual más grande del mundo y en ella participan más de cien organizaciones académicas y editoriales (principalmente, miembros de la Koninkljke Bibliotheek, la Biblioteca Nacional de Holanda), además de expertos en informática de toda Europa. Esta biblioteca virtual intenta enriquecer el patrimonio europeo al combinar el espíritu multicultural y multilingüístico con tecnología de avanzada y nuevos modelos de negocios. Un dato importante es que, para poder utilizar sus servicios, no es necesario registrarse, pero aquellos que sí lo hagan tendrán acceso a herramientas que personalizarán el perfil de usuario y, así, permitirán formar parte de las comunidades virtuales en las que se podrá compartir, discutir, e inclusive bloguear su contenido, como una red social en plena biblioteca (virtual). Con este servicio se pone de manifiesto un aspecto muy novedoso en la digitalización de la cultura, que por un lado democratiza el conocimiento y por el otro fomenta la participación de los usuarios en forma activa.
 

Internet no es una utopía del conocimiento, pero estas bibliotecas digitales cumplen el sueño de Borges: transformar el mundo en un libro. O mejor dicho, recorrer el planeta como quien se mueve por un libro, a través de la navegación por la Red. Muchos libros, mapas y documentos históricos están al alcance de cualquier usuario; aunque tal vez hoy no se la vea en toda su dimensión, hay pocas noticias tan buenas como ésa.
 
 
 
Fonte: ADNCultura

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Biblioteca Universal Digital - Um sonho iluminista

16:47 @ 26/02/2009

Por Ruy J. G. B. de Queiroz
 
Parece um sonho iluminista, mas em breve deverá estar concretizada uma das mais nobres missões tecnológicas: disponibilizar o conhecimento humano ao acesso universal. O projeto de digitalização de livros da Google já dispõe de um acervo de mais de 7 milhões de obras digitalizadas, das quais 5 milhões ainda estão protegidas por direitos autorais mas se encontram esgotadas. 
 
Aos autores que assinarem o Acordo de direitos autorais da Pesquisa de Livros da Google (“Google Book Search”), ao qual a Justiça americana concedeu aprovação preliminar em 14/11/08 e marcou para 11/06/09 uma audiência para determinar se o Acordo receberá aprovação final, isso significa uma oportunidade inusitada de ganhar algum dinheiro por obras que já estavam fora de circulação comercial há anos. Para estudiosos o projeto é alvissareiro: desde que a Google começou a digitalizar livros impressos há cerca de 4 anos, pequisadores e curiosos em geral têm tido acesso a um verdadeiro baú-do-tesouro de informações que havia permanecido trancado em  prateleiras poeirentas de bibliotecas e em sebos e antiquários de livros.
 
Segundo Dan Clancy, diretor de engenharia do projeto, todo mês usuários visualizam pelo menos 10 páginas de mais da metade dos 1 milhão de livros sem proteção de direitos autorais que a Google já tem digitalizados em seus servidores.
 
Infelizmente, nem tudo são flores. Em seu recente artigo no Wall Street Journal (“Few Free Books in the Google Library”), Marisa Taylor lembra que apesar de toda a cobertura que o projeto tem tido da mídia, pouca atenção tem sido dedicada ao fato de que, sob o Acordo, bibliotecas e seus visitantes podem começar a ter que pagar para ter acesso a alguns livros. Isso porque toda biblioteca signatária do Acordo terá direito a um “terminal de acesso público” através do qual seus visitantes podem ver todo o material digital sem pagar. Mas fora desse terminal, os usuários somente poderão ver cinco páginas consecutivas ou 20% de uma obra protegida por direitos autorais que não esteja mais disponível comercialmente.
 
Para ver o restante do material, a biblioteca ou o usuário terá que pagar uma taxa ainda a ser determinada para cobrir os custos de digitalização da Google, e talvez permitir que autores e editoras aufiram algum lucro. A Google diz não esperar que essa receita contribua significativamente para sua “linha de fundo”:  “Não achamos necessariamente que isso poderia dar lucro,” disse Sergey Brin, co-fundador e presidente de tecnologia numa entrevista na própria Google em Mountain View. “Apenas sentimos que isso é parte de nossa missão principal. Há informação fantástica em livros.
 
Frequentemente quando faço uma busca, o que encontro num livro está milhas à frente do que acho num portal da internet.” Boa parte da receita será gerada através de venda de anúncios nas páginas da internet onde aparecem os trechos do livro digitalizado, através de assinaturas pagas por bibliotecas e outros pelo acesso a um banco de dados de todos os livros digitalizados disponíveis na coleção da Google, e através de vendas do acesso digital a livros protegidos por direitos autorais a indivíduos. A Google ficará com 37% da receita, e 63% caberá às editoras e aos autores.
 
O alcance do projeto da Google tem tudo para ser enormemente ampliado: em 05/02 a empresa anunciou que as obras em domínio público já digitalizadas (cerca de 1,5 milhões de livros) deverão estar acessíveis a partir de aparelhos celulares como o iPhone e o G1. No mesmo dia a Amazon  declarou que estava trabalhando para disponibilizar o acesso aos títulos digitalizados e legíveis pelo Kindle (leitor de livro eletrônico, ou o que se pode chamar de “iPod de livro”), que somam cerca de 230 mil obras, a partir de diversos modelos de celulares.
 
Trata-se de uma combinação auspiciosa: se por um lado os livros em domínio público disponibilizados pelo Google Book Search não devem vir a ser os mais populares, pois são obras mais antigas sobre as quais os direitos autorais já expiraram, o acervo do Kindle inclui diversos lançamentos e muitos “best-sellers” atuais.
 
Como há muito em jogo, e algumas indefinições não ajudam (o sistema de atribuição de preços a ser adotado pela Google, e o possível exagero nas restrições ao acesso), muita controvérsia permanece, levando os mais radicais a chamar o Acordo de “pacto com o demônio.”
 
Recentemente, num artigo intitulado “Google and The Future of Books” no New York Review of Books, Robert Darnton (professor e diretor da biblioteca de Harvard, e fundador do “Gutenberg-e Program” da American Historical Association que busca estabelecer altos padrões de qualidade para a publicação eletrônica) alerta que o sistema de atribuição de preços da Google é “um ponto de virada no desenvolvimento do que chamamos de sociedade da informação. Se chegarmos a um equilíbrio errado nesse momento, interesses privados podem pesar mais que o bem público por um futuro enxergável, e o sonho do Iluminismo pode estar mais fugidio que nunca.”
 
Espera-se que o slogan da Google “Don't be evil” (“Não seja do mal”), utilizado em referência ao fato de que grandes corporações frequentemente maximizam seus lucros de curto prazo com ações que destróem sua imagem e posição competitiva a longo prazo, venha a prevalecer, e que o sonho Iluminista permaneça vivo.
 
PS: Ruy é Professor Associado do Centro de Informática da UFPE e escreve ao Blog de Jamildo sempre às segundas.
 
Fonte: Blog do Jamildo

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Google pagará autores para digitalizar seus livros

16:47 @ 26/02/2009

Até US$ 125 milhões serão distribuídos entre os escritores
 
Por Stella Dauer
 
Desde que começou a escanear milhares de livros, a Google vem enfrentando uma série de problemas. Para acalmar qualquer autor que possa reclamar, a empresa resolveu pagar pelas imagens dos livros impressos.
 
Segundo site The Inquirer a Google resolveu separar US$ 125 milhões de sua verba para pagar pelas imagens que serão digitalizadas de velhos livros, além de poderem inserir anúncios nos novos produtos.
 
A empresa pretende entrar em contato com todos os autores e editores para avisar que estão aptos a receber uma quantia de US$ 60 em uma taxa única, e mais 63% dos lucros gerados com a venda dos livros no site Google Book Search. Para digitalizações parciais, uma taxa entre US$ 5 e US$ 15 será paga, noticiou o site TechCrunch
 
A Google está digitalizando o acervo de grande bibliotecas, como a Biblioteca Pública de Nova Iorque e as bibliotecas das universidades de Stanford e Harvard. Após escaneados, os livros tem 20% de seu conteúdo expostos para consulta ou venda, com conteúdo encontrável pela já famosa ferramenta de busca da empresa.
 
Os donos dos direitos autorais dos livros que serão escaneados têm até o dia 5 de janeiro de 2010 para requisitar seu acordo e pagamento junto à Google.
 
Fonte: Geek

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Forensepedia: a enciclopédia jurídica colaborativa

16:46 @ 26/02/2009

forensepedia 

Forensepédia é uma enciclopédia jurídica colaborativa. Todos podem usá-la e editá-la. Ela foi estruturada e lançada com a missão de contribuir para com o livre fluxo de conhecimento jurídico no Brasil e no mundo, valendo-se da colaboração em massa como a sua principal ferramenta. Acreditamos que esta enciclopédia representa uma resposta a dois fatos principais: a crescente demanda por conteúdo jurídico acessível e de qualidade; e a existência, em toda parte, de pessoas com muito conhecimento jurídico não difundido. Isto faz da Forensepédia um ambiente propício à criação colaborativa de conteúdo jurídico, sendo importante mencionar que este conteúdo está sob uma licença livre. Portanto, seja muito bem-vindo(a) e sinta-se à vontade para utilizar a Forensepédia!
 
 
http://forensepedia.org
 
via grupo bibamigos

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Biblioteca Virtual da AL reúne acervo de artes e humanidades online

20:38 @ 20/02/2009

Mais de 25 mil registros serão difundidos pela web, incluindo vídeos, livros, periódicos, catálogos e folhetos de arte.
 
 
A Fundação Memorial da América Latina lançará na próxima sexta-feira (13/02) a Biblioteca Virtual da América Latina (BV@L). O projeto mostra a coleção de vídeos e do acervo bibliográfico da Biblioteca Latino-Americana Victor Civita, especializado em artes e humanidades que tem mais de 25 mil registros.

A BV@L usa a tecnologia BVS (Biblioteca Virtual em Saúde), desenvolvida pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), obtida por parceria com a FAPESP.


A função da BV@L será a promoção da integração dos países latino-americanos por meio da reflexão sobre a informação cultural disponível nos países do continente.


A biblioteca virtual está sendo lançada com algumas bases bibliográficas, e todo o acervo da Biblioteca Victor Civita já está indexado. Uma série de diretórios indica o que está ocorrendo atualmente no continente na área cultural.


Os mais de 25 mil registros do acervo bibliográfico da Biblioteca do Memorial são compostos por livros, periódicos, folhetos de arte, catálogos e recortes de jornais. Há também mais 10 mil itens pertencentes à coleção André Franco Montoro, do Instituto Latino-Americano (Ilam).
 


A Biblioteca Victor Civita reúne ainda mais de 2 mil registros de vídeos de ficção e documentários da produção cinematográfica mundial.


O portal também oferece os diretórios de países, de sites e de eventos, bem como as seções “Memorial na mídia”, “Acervos especializados”, “Bases de dados”, “Feiras de livros”, “Jornais eletrônicos” e “Revistas eletrônicas”.

* Com informações da Agência Fapesp
 
 
 
Fonte: IDG Now

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Avanza la Biblioteca digital mundial de la UNESCO

20:30 @ 20/02/2009

UnescoEl proyecto, que se espera estará listo a partir de 2009, fue posible gracias a un convenio firmado entre la Unesco y la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos en octubre de 2007. Con esto se digitalizarán materiales que provienen de varias bibliotecas e instituciones culturales de diferentes sitios del mundo.  Como una muestra del respeto al derecho de autor sólo se publicarán  materiales de dominio público. Entre ellos se cuentan manuscritos, mapas, libros, partituras musicales, grabaciones sonoras, filmes, grabados y fotografías.


Ya se presentó un prototipo de la Biblioteca Mundial Digital ante delegados de los Estados Miembros de la UNESCO. Además de la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos y la UNESCO, participaron en el proyecto otras cinco instituciones: la Biblioteca Alexandrina, la Biblioteca Nacional de Egipto, la Biblioteca Nacional de Brasil, la Biblioteca Nacional de Rusia y la Biblioteca Estatal Rusa.
 
El prototipo está disponible en los seis idiomas oficiales de las Naciones Unidas (árabe, chino, español, francés, inglés y ruso) y en portugués. El sistema de búsqueda permite realizar una navegación entre los materiales con información acerca del lugar, la fecha, el tema  o la institución participante.

La Biblioteca Digital Mundial surge como un mecanismo para promover el entendimiento entre las naciones y las culturas, incrementar la calidad y diversidad de los contenidos culturales y contribuir a la educación. La Federación Internacional de Asociaciones de Bibliotecarios y Bibliotecas (IFLA) ha participado en la organización del proyecto a través de expertos y especialistas en el tema provenientes de más de 40 países.


En palabras del director general de la UNESCO Koichiro Matsuura “Las bibliotecas son protagonistas clave de los esfuerzos encaminados a garantizar el acceso de todos a la información y edificar las sociedades del conocimiento”. “Estamos muy satisfechos por la excelente y duradera colaboración establecida con la Biblioteca del Congreso para llevar a cabo una labor innovadora encaminada a salvaguardar la memoria del mundo y ponerla al alcance de todos”.


Entre los objetivos más importantes del proyecto aparece el de crear capacidades en el ámbito de la digitalización de materiales de archivos y bibliotecas para los países en desarrollo. Con esto se busca que todas las naciones y regiones puedan participar en la Biblioteca Digital Mundial y estar representados en ella.


El proyecto hace parte de las labores emprendidas por la Unesco con su Programa Memoria del Mundo. La finalidad del programa es preservar el patrimonio documental y reflejar la diversidad de lenguas, pueblos y culturas del mundo, como un espejo del mundo y de su memoria. Se pretende preservar los fondos de archivos y bibliotecas del mundo entero y garantizar su difusión universal, con miras a impedir la propagación de la amnesia colectiva.


La Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos fue fundada en 1800, y es la institución federal de índole cultural más antigua de este país. Es la biblioteca más grande del mundo con un fondo que comprende más de 134 millones de libros y documentos en más de 450 idiomas. Materiales conservados en todo tipo de soportes y formatos integran sus colecciones de importancia universal
 
 
Fonte: ODAI

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