Novo blog Pesquisa Mundi
19:30 @ 11/05/2009

A partir de agora o blog Pesquisa Mundi tem novo endereço
Todas as mensagens do blog anterior estão sendo migradas paulatinamente.
::: bLOG do Projeto Pesquisa Mundi ::: Objetiva contribuir para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica, científica, tecnológica, social e econômica. Difundindo e facilitanto o acesso a bases de dados, bibliotecas digitais, bibliotecas virtuais e obras de referência ::: www.pesquisamundi.tk info@pesquisamundi.tk

A partir de agora o blog Pesquisa Mundi tem novo endereço
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com a palestrante Rosemeire Rocha Pinto - Bibliotecária da BIREME/OPAS/OMS.
Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio/
Haverá certificado.

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Frederico Bottrel - Estado de Minas |
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Biblioteca digital permite melhor divulgação científica
A sala D. João III, no arquivo da Universidade de Coimbra (UC), recebeu ontem a apresentação da recém-criada biblioteca e editora online, a Clássica Digitalia. Segundo o coordenador do projecto, Delfim Leão, um dos objectivos principais é «divulgar a produção científica».
A página na Internet está em crescimento, reunindo para já obras de 2008 e 2009. O material incide na área dos Estudos Clássicos e Humanísticos, um universo que abrange campos diversificados como a literatura, a história de arte ou a filosofia, entre outros.
«Trabalhámos no projecto durante mais de um ano e agora queremos editar cerca de 20 volumes por ano», projectou Delfim Leão. Se a meta for cumprida, a Clássica Digitalia pode transformar-se na maior editora portuguesa na área dos Estudos Clássicos.
Durante a conferência de ontem, que contou com a presença de dezenas de alunos, foi lançado um suplemento da revista “Humanitas”, com o nome “Espaços e paisagens – Antiguidade clássica e heranças contemporâneas”. A obra ficou imediatamente disponível na Clássica Digitalia, ainda antes de ser comercializada. «Queremos disponibilizar os livros assim que sejam editados e os “downloads” são todos gratuitos. Pensamos que é possível editar assim e continuar a vender livros em formato papel. Mas no fundo prevalece a ideia de divulgar a cultura científica», contextualizou o coordenador.
A maioria das obras pertencem a investigadores da Universidade de Coimbra, mas os responsáveis garantiram que o projecto abrange «investigadores de todo o país» e que «a edição pode vir de qualquer parte».
A página, que dentro de poucos dias estará disponível em http://classicadigitalia.uc.pt:8080/, apresenta uma navegação simples e eficaz e permite pesquisar obras antigas por autores, dadas, títulos e temas. Os cibernautas podem recolher informação em português ou inglês. O sítio contempla ainda um “link” para um género de arquivo da revista “Humanitas”, onde estão digitalizadas mais de 30 mil páginas das edições antigas, algumas com várias décadas.
A publicação das obras online tem a vantagem de permitir que os trabalhos académicos sejam editados «apenas pelo critério qualidade», sem que exista a preocupação comercial do número de vendas que normalmente existe na versão papel.
A digitalização de livros é uma tendência cada vez maior. Recorde-se, a título de exemplo, a Biblioteca Digital Mundial da UNESCO, apresentada esta semana.
No entanto, Delfim Leão alertou para a importância de não desprezar as edições impressas dos livros. A própria editora vai continuar a publicar «manuais em papel». «O livro impresso é único e permite um grande prazer sensorial ao folhear e até cheirar», acrescentou o coordenador.
A ideia é partilhada com a directora do Arquivo da Universidade de Coimbra. «A digitalização é uma exigência e não podemos perder este comboio, mas é possível uma união muito pacífica com o impresso», comentou Maria José Azevedo Santos.
Fonte: Diário de Coimbra
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Admiradores de George Harrison, John Lennon, Paul McCartney e Ringo Starr, não precisam perder tempo procurando vídeos e letras de música em sites do Google. O BeatlesTube agrega as mídias da banda em um único portal.
O site diz que todos os vídeos do “The Beatles” disponíveis na web podem ser encontrados no domínio deste novo 'Tube', organizados por nomes, data e discos. A compilação de filmes, em sua maioria proveniente do YouTube e Google Videos, conta também com longa-metragens, como Hard Day’s Night (87 minutos), de Richard Lester, disponíveis via streaming, isto é, não necessitam que o usuário faça o download do arquivo para assisti-los.
Todos os vídeos de shows e clipes das músicas, nas páginas, possuem letras e links para notícias relacionadas, bem como ícones de compra do disco pelo Amazon.com. Além disso, o usuário também pode escutar uma rádio online inteiramente dedicada ao quarteto de Liverpool: a Beatles-A-Rama, que se denomina a número um do segmento.
O ícone de busca interna também facilita a vida dos nem tão beatlemaníacos que buscam um vídeo apenas por uma ou duas sentenças. Para acessar o site, basta digitar o endereço: http://www.beatlestube.net/
Fonte: Info Plantão
Existem também o U2Tube - http://www.u2tube.org/ e o QueenTube - http://www.queentube.net/. O Tube dos Rolling Stones será lançado em breve.
Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA
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Página de entrada no Museu da Corrupção Online
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Unesco lança sua Biblioteca |
Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_lis/index.htm
Haverá certificado.
Divulgação:

Edição de número 80 da publicação da Universidade de São Paulo tem “Bibliotecas Digitais/Bibliotecas Virtuais” como tema de seu dossiê
Site facilita a vida de quem quer escrever dentro das novas regras
É super simples: basta copiar qualquer texto no campo em branco, dentro do site Ortografa, e obter a versão corrigida, dentro das novas normas, com apenas um click. O site ainda destaca as palavras modificadas e te informa quais foram as regras que forçaram aquela mudança.
Fonte: Olhar Digital [com vídeo]
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Uma técnica utilizada para estudar a desordem em sistemas da matemática quântica pode melhorar as buscas por palavras-chave na Internet. | ||||
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Segundo um estudo publicado pela revista News Scientist , a técnica permite identificar padrões significativos dentro de uma grande massa de dados. Isto poderia ser usado também para páginas da Web e documentos de texto, até mesmo em análises ao genoma.
A busca actual por palavras-chave faz uma comparação à frequência das palavras de um documento com base num padrão pré-estabelecido. Ou seja, se uma palavra aparece mais vezes, é considerada importante.
A nova técnica analisa a importância da palavra pelo lugar onde esta aparece, não apenas levando em consideração a frequência com que esta é mapeada.
De acordo com Pedro Carpena, físico da Universidade de Málaga, em Espanha, seria mais ou menos como identificar as palavras-chave de um livro sem precisar de outros livros para fazer uma comparação.
O estudo realizado pela Universidade de Málaga pode ser encontrado no site Physical Review E .
Fonte: Exame Informática | |||||

Com proposta de ser diferente de Google e Yahoo!, a Microsoft deve investir US$ 100 milhões na divulgação do Kumo, possível nome do novo buscador da companhia.
A agência JWT deve ser a escolhida para criar e produzir a primeira campanha do aplicativo, a ser lançada em junho. A ação contará com trabalhos online, impresso, na televisão e no rádio.
A internet tenta desvendar o mistério de como será o serviço. O blog Allthings é um dos que divulgou um post com alguns detalhes. As especulações sobre a conquista da conta, avaliada entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões, pela agência,ganharam força depois que a Microsoft aumentou o número de trabalhos repassados para a JWT e para a hotspot Crispin Porter Bogusky.
Nos últimos 12 meses, a fabricante de softwares investiu em campanhas feitas pelas agências, que incluem os esforços do I´am a PC,
com comerciais que reuniam Bill Gates e o humorista Jerry Seinfeld. O
mote mais recente enfatizava a diferença de preço entre os PCs e o
Macs. Nos últimos anos, a publicidade da Microsoft esteve concentrada
na McCann Erickson, em San Francisco.
Redação Adnews Com informações do AdAge

De modo a democratizar o ensino e quebrar as barreiras da disponibilização de conteúdos educativos, o californiano Richard Ludlow criou o Academic Earth, uma página da web que disponibiliza aulas online das mais importantes universidades do mundo, como MIT, Harvard, Yale, Stanford e Columbia.
Entre os ‘palestrantes’, mais de 300 personalidades desde professores a profissionais da internet, como Larry Page do Google, Jeff Hawkins, fundador da Palm, Michael Dell e Carol Bartz, atual CEO do Yahoo!.
De acordo com o site LifeHacker, o Academic Earth se baseou no design de outros serviços oferecidos por grandes empresas, como o Hulu (site de vídeos famoso nos Estados Unidos) e o iTunes, para proporcionar uma navegação o mais simples possível.
Oportunidade educacional
"A internet agora torna possível o compartilhamento com milhões de pessoas ao redor do mundo de oportunidades educativas que antes só estavam ao alcance de uma minoria privilegiada", declarou Ludow.
Os vídeos podem ser acessados por assunto, universidade ou instrutor. No site, é possível ver mais de 2 mil vídeos, que podem ser baixados ou adicionados a blogs, sites e redes sociais. Ponto fraco do Academic Earth? As aulas são em inglês.
"O Academic Earth é dedicado a tornar o mais simples possível para qualquer um com uma conexão à internet encontrar, interagir com e aprender através de vídeos de acadêmicos famosos. Essa é uma oportunidade educacional que nunca antes tinha sido possível", completou.
com a palestrante Andreia Feitosa do Carmo da Biblioteca Central da Unifesp.
Acesse o link http://proex.epm.br/eventos09/biblio_capes/index.htm

Com o intuito de dar prosseguimento às atividades anuais, o Departamento de Eventos da Biblioteca Central da Unifesp tem a satisfação de informar a programação dos eventos que serão realizados nos meses de abril e maio de 2009.
Abril
- Apresentação dos principais recursos do Portal de Periódicos da Capes: uma atualização Dia 02 de abril de 2009 (quinta-feira) Horário das 9 às 12h Local: Anfiteatro Lemos Torres
- Sites de Qualidade em saúde e Conceituação e usos dos descritores em ciências da saúde (DeCS) Dia 27 de abril de 2009 (segunda-feira) Horário das 9 às 12h Local: Anfiteatro Lemos Torres
Maio
- Como elaborar estratégias de busca para a revisão sistemática da Cochrane Dia 07 de maio de 2009 (quinta-feira) Horário das 9 às 12h Local: Anfiteatro Jandira Masur
- Acesso a informação na Biblioteca Virtual em Saúde - BVS Dia 13 de maio de 2009 (quarta-feira) Horário das 9 às 12h Local: Anfiteatro Clóvis Salgado
Inscrições gratuitas.
Informações detalhadas serão enviadas por e-mail e as inscrições abrirão uns dias antes de cada do evento.
Participem!
Divulgação: Rosely de Fátima Pellizzon
Coodenadora dos Eventos rosely.bc@epm.br UNIFESP / EPM - Biblioteca Central http://www.biblioteca.unifesp.br Tel: (0xx11) 5539-6312 / 5576-4562 |

"Nunca vamos substituir o prazer de sentar-se diante de um livro com mais de 800 anos", disse Fisher, "mas vamos trazer muitos manuscritos maravilhosos para pessoas que talvez nunca teriam tal experiência na vida."
O catálogo eletrônico está disponível no endereço
http://manuscripts.cmrs.ucla.edu
com informações da United Press.
Informação livre: Copie, imprima, distribua, envie por email, carta, fax, rádio, TV. Mantenha o texto e os créditos na íntegra.
Já ouviu falar de Stephen Wolfram, físico e matemático inglês criador do software Mathematica e autor do livro "A New Kind of Science"?
Conforme anunciado em seu blog, Stephen Wolfram está trabalhando no que ele chama de "computational knowledge engine", ou seja, "máquina de conhecimento computacional", capaz de computar respostas a perguntas reais.
A ferramenta, chamada Wolfram Alpha, não irá simplesmente retornar documentos que contêm os termos pesquisados, como o Google faz; também não se trata de um grande banco de dados de conhecimento, como a Wikipedia; também não vai analisar a pergunta em linguagem natural, dividi-la em partes entendíveis e utilizar o resultado para recuperar documentos, como faz o Powerset; por fim, não é baseada na Web Semântica, nem se utiliza de nenhuma de suas linguagens.
Segundo Stephen, a Wolfram Alpha irá computar as respostas para um grande conjunto de perguntas, "entendendo" a pergunta para então formular as respostas. Para isso, a ferramenta irá utilizar modelos pré-concebidos de campos do conhecimento, além de dados e algoritmos, a fim de representar o conhecimento do mundo real.

Entendendo a Wolfram Alpha
O Google Discovery deu um exemplo prático para se compreender melhor o funcionamento da Wolfram Alpha. Considere a tarefa de multiplicar números: a existência de uma tabela de multiplicação, contendo certa quantidade de possibilidades, torna uma operação instantânea, mas é impraticável que exista uma tabela com todas as possibilidades possíveis de multiplicação.
É aí que entra o Wolfram Alpha, que, segundo seu criador, pode ser considerado uma calculadora muito poderosa, que conhece não só problemas matemáticos, como muitos outros tipos de questões que possuem respostas não ambíguas e computáveis.
A previsão é que o Wolfram Alpha seja mostrado em maio de 2009, tendo tudo para revolucionar a forma como uma máquina responde a questões do mundo real.
Fonte: Olhar Digital
Los acervos universitarios se han trasladado a internet para estar al día
Monterrey, NL.- En la era del mp3 y de los reproductores digitales, el libro ha encontrado un sendero por el cual internarse en los medios electrónicos del siglo XXI. Además del formato digital de lectura, el audiolibro también ha ganado adeptos, por lo que las bibliotecas no pueden mantenerse al margen de este camino.
Aunado a este nuevo sistema de lectura, la digitalización de todo tipo de textos y publicaciones han ofrecido la posibilidad a las bibliotecas de proteger los documentos más valiosos y antiguos a la exposición así como de difundir su información por todo el mundo.
Las bibliotecas del Tecnológico de Monterrey, de la Universidad de Monterrey así como la Capilla Alfonsina Universitaria se abren paso al mundo digital, ofreciendo un sinnúmero de servicios en su página de internet o digitalizando su más importante acervo.
“Vamos a lo digital, cada dos años hacemos una revisión con los profesores de lo que tenemos inscritos en las bases de datos, qué tenemos, qué hay en el mercado, qué podemos intercambiar, o cómo podemos ampliar sin tener que quitar algunas de las revistas”, reflexionó Teresa Solís Adame, titular de la sección de Calidad y Mejora Continua de la Biblioteca del Tecnológico de Monterrey.
La aseveración es cierta. En la página biblioteca.mty.itesm.mx es posible buscar en el catálogo alguna publicación de interés, indagar entre los 281 mil volúmenes de su biblioteca digital, consultar catálogos en acervos extranjeros y hasta conocer la historia de la biblioteca. En la misma página, es posible encontrar el acervo digital que ofrece el Tecnológico para su consulta, aunque ésta es limitada sólo a los estudiantes de esta universidad.
En el mismo sentido gira la Capilla Alfonsina de la UANL, que aunque se mantiene afecta a la veracidad y al amor del libro físico, desde algunos años ha incluido parte de su acervo y su catálogo al mundo del internet. Junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, el acervo digital que ofrece la Máxima Casa de Estudios asciende a ocho mil 677 títulos con más de 10 mil volúmenes. Los acervos que ofrece la Capilla Alfonsina en formato digital son: Fondo Alfonso Reyes, el Fondo Fernando Díaz Ramírez, el de Historia, el de Nuevo León, el Pérez Maldonado, así como el fondo de tesis de maestría y doctorado. Estos acervos pueden ser consultados por quien así lo desee, pues sólo se tiene que realizar un registro en la Capilla Alfonsina para poder acceder a este material en la página www.uanl.mx/bibliotecas.
“La digitalización la hemos estado haciendo en la mayoría del acervo, especialmente en el de Alfonso Reyes. Esto lo estamos haciendo acá en la universidad porque llevarlo a otra parte puede resultar más costoso, además aquí procuramos guardar el mayor cuidado y respeto al libro”, expresó Minerva Margarita Villarreal, directora de la Capilla Alfonsina.
En la Universidad de Monterrey, la mayoría de los servicios que ofrece su biblioteca ya se pueden realizar en la página electrónica www.udem.edu.mx/biblioteca.
Como explica Saúl Souto Fuentes, director del acervo udemita, los procesos de consulta y difusión de la información apuntan hacia el internet, una plataforma que ofrece posibilidades infinitas.
“Internet es el canal por donde se está comunicando la literatura científica de mejor nivel en todo el mundo. Internet no es bueno ni malo sino que es una simple guía rapidísima para conseguir información”, expresó.
Las comodidades que ofrece la página electrónica de la biblioteca de la UDEM ha registrado un promedio de 400 mil visitas anuales. Además de la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros, también se ofrece servicio personalizado de ayuda mediante un chat, así como la posibilidad de consultar bases de datos de redes como Británica, E-Libro, Océano, entre otras.
De esta forma, la digitalización de las bibliotecas no sólo consiste en escanear sus documentos más importantes y subirlos a internet, sino que abarca una serie de servicios y comodidades que acerquen a los jóvenes.
No se quedan atrás
La Capilla Alfonsina, junto con el resto de las bibliotecas de la UANL, ofrecen un acervo digital de ocho mil 677 títulos. Están disponibles el Fondo Alfonso Reyes y el Fondo Fernando Díaz Ramírez, entre otros.
En el sitio biblioteca.mty.itesm.mx es posible indagar entre los 281 mil volúmenes que ofrece el Tecnológico de Monterrey, así como consultar catálogos en acervos extranjeros.
La UDEM ofrece la posibilidad de consulta y de solicitud de préstamo de libros mediante un chat, así como la posibilidad de consultas bases de datos de redes como Británica, E-Libro y Océano.
Fonte: Milenio.com
Uma Wikipedia do Google, com moderação e possibilidade de retorno financeiro para quem se dispuser a compartilhar seus conhecimentos. Essa é a ideia do Knol, serviço ainda em versão beta lançado pelo Google em 2008. Logo de cara, nota-se que ele ainda tem muito chão pela frente se quiser vir a competir com a Wikipedia, uma senhora enciclopédia que é um dos 20 sites mais consultados no mundo e conta com mais de 2,7 milhões de artigos em inglês e 456 mil em português.
A Wikipedia foi a responsável pela disseminação da filosofia Wiki, que tem no seu cerne a colaboração virtual. Já o Google criou os Knols, unidades de conhecimento compartilhadas entre os internautas.

As pretensões do Knol são ambiciosas e a moderação é a primeira de muitas diferenças entre as duas enciclopédias. Lembrando que uma das críticas feitas à Wikipedia é justamente a presença de muitos textos sem edição, que podem induzir a erros. Recentemente, o serviço criado por Jimmy Wales anunciou um controle mais rígido sobre o que é publicado por lá, tentando evitar a presença de conteúdo indiscriminado. Pois o Google já incluiu essa filosofia no berço do Knol.
Logo de cara, a Google convidou especialistas em alguns assuntos para escrever artigos, dando o pontapé inicial no serviço. Depois, quando o Knol foi ao ar em versão beta, abriu-se o espaço para quem quisesse compartilhar seus conhecimentos sobre assuntos específicos.
Além da edição, a proposta do Knol é remunerar os autores de alguma forma. A saída é o uso de links patrocinados (os famosos Ads, explorados pela ferramenta AdSense, já usada por muitos blogs, inclusive no Brasil), marca registrada da empresa criadora do buscador mais usado no planeta. O Google estabeleceu formas de divisão de receitas com os autores de forma que cada um pode levar o seu quinhão, incluindo aqui a própria empresa que hospeda e mantém o serviço.
Além disso, no Knol os autores dos artigos recebem os devidos créditos. Na Wikipedia, só é possível saber quem escreveu ou modificou determinado texto visitando a função "História". Lá, aparece o histórico com as revisões feitas desde a criação do artigo. A ideia do Google é usar o crédito dos textos para estimular o interesse dos internautas pela criação de artigos que serão publicados na enciclopédia virtual e, assim, expostos ao mundo.
Outra diferença entre Wikipedia e Knol é que nesta os visitantes não estão autorizados a modificar os textos alheios. A intenção, aqui, é evitar os problemas que a Wikipedia já enfrenta, por conta de edições malfeitas ou com interesses obscuros. Na Knol, o dono até pode vir a permitir a edição por outrem, desde que mediante sua expressa autorização.
A quarta diferença é de foco. Enquanto a Wikipedia leva adiante o conceito da colaboração, ou seja, os internautas trabalham para que determinado assunto fique o melhor explicado possível, o Knol incentiva a competição, já que autores diferentes podem escrever sobre o mesmo assunto e competir pela melhor definição dos termos.
O Knol funciona como um grande blog, inclusive com o uso de caixas de comentários. Para começar a escrever um artigo, basta ter uma conta Google. Uma vez logado, o usuário é encaminhado à tela de edição de textos, onde define o nível de compartilhamento do artigo, escolhe co-autores e permite edição e revisão. Ou não. O Google incluiu ainda uma ferramenta que permite importação de textos feitos em Word, PDF e Notepad com conversão direta para Knols.
Por último, no Knol os autores têm seus nomes expostos na página principal do site knol.google.com/k , uma vez que os artigos publicados recentemente ganham destaque por lá. A ferramenta ainda mostra os tópicos mais populares.
Fonte: O Globo
Complementando a mensagem anterior...
Redação Portal IMPRENSA
Duas mil primeiras-páginas de jornais publicados na Espanha desde 1777 até 2005, que somam mais de 4 milhões de páginas, estarão disponíveis no site da Biblioteca Virtual de Imprensa Histórica. A iniciativa do Ministério da Cultura publicará na Web todo o acervo de jornais das Bibliotecas Públicas, além do arquivo de outras entidades, como o Ateneo de Barcelona, de Madrid, a Fundação de Investigadores Marxistas e universidades de todo o País.
A Biblioteca Virtual é resultado de um processo de digitalização cooperativa do Ministério da Cultura, empresas privadas e instituições que cuidam da memória da imprensa na Espanha.
De acordo com informações do diário espanhol EL Pais, o projeto é um dois principais de digitalização que se realização na Espanha e tem peso conssiderável na comunidade internacional, tanto por seu volume, como por sua funcionalidade.
Fonte: Portal Imprensa
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Dos mil cabeceras de periódicos editados en todo el Estado Español desde 1777 hasta el año 2005, y que suponen cuatro millones trescientas mil páginas, se encuentran accesibles a todos los ciudadanos a través de un clic en la Biblioteca Virtual de Prensa Histórica.
A través de la página http://prensahistorica.mcu.es , el Ministerio de Cultura ha puesto al servicio de todos los fondos que se conservan en las Bibliotecas Públicas del Estado así como en otras entidades con las que se han firmado acuerdos, como el Ateneo de Barcelona, de Madrid, la Fundación de Investigadores Marxistas, ayuntamientos y universidades y con periódicos con los que se ha convenido poner en línea la serie histórica de su publicación.
La Biblioteca Virtual de Prensa Histórica es resultado de un proceso de digitalización cooperativa del Ministerio, las Comunidades Autónomas y otras instituciones de la memoria, con el que se pretende, simultáneamente, preservar y hacer accesibles unos materiales bibliográficos que se caracterizan por ser ejemplares únicos y, por lo tanto, de difícil acceso.
La Biblioteca ha sido presentada por el ministro de Cultura, César Antonio Molina, en la sede de la Asociación de la Prensa de Madrid, en un acto en el que también participaron el presidente de esta asociación, Fernando González Urbaneja, y de la Asociación de la Prensa de A Coruña, Manuel González Menéndez, que ha aportado importantes cabeceras de prensa gallegas como el Orzán, El Noroeste, La Coruña moderna o La Hoja del Lunes de La Coruña.
Este es uno de los principales proyectos de digitalización que se han realizado en España y tiene a nivel internacional un peso considerable, tanto por su volumen- al que en Europa solo se acerca Austria con casi tres millones de páginas- como por sus funcionalidades.
En esta base de datos se encuentran representadas quince Comunidades Autónomas (Andalucía, Aragón, Asturias, Canarias, Castilla-La Mancha, Castilla-León, Cataluña, Comunidad Valenciana, Extremadura, Galicia, Islas Baleares, La Rioja, Madrid, País Vasco y Región de Murcia), 45 provincias y 140 localidades, y el ministerio tiene previsto ir incluyendo progresivamente colecciones de las Comunidades Autónomas y provincias que aún no están representadas en la base de datos.
El objetivo del proyecto es, por una parte, preservar unos materiales bibliográficos que, por la propia naturaleza del soporte y por su utilización por parte de investigadores y público, se encuentran y se encontrarán en grave peligro de desaparición y, por otra, difundir de la manera más amplia posible unos recursos informativos muy solicitados.
Las colecciones y los ejemplares de las publicaciones periódicas alcanzan en muchas ocasiones varias decenas de años, manteniéndose líneas de publicación que superan el medio siglo continuado.
Se ha llevado a cabo una catalogación exhaustiva, hoja por hoja, de periódicos que se han mantenido en circulación durante 20, 30 o 40 años seguidos indicando todas las incidencias que se han podido producir y que el proceso de digitalización refleja.
César Antonio Molina recordó que la publicación más antigua de las digitalizadas es "La Pensatriz salmantina", de 1777, una de las dos únicas publicaciones periódicas aparecidas en el siglo XVIII destinadas a las mujeres, y afirmó que entre las colecciones destaca la de la prensa clandestina con casi 90.000 páginas del archivo hemerográfico del Partido Comunista de España.
La Biblioteca Virtual constituye una importante aportación española al proyecto Europeana, la biblioteca digital europea, y su consulta se puede realizar en cualquiera de las lenguas del Estado así como en inglés.
Este modo de rescatar y difundir nuestro patrimonio cultural, en este caso periodístico, "es un modo de democratizar estos saberes, de difícil acceso; de ponerlos al servicio del ciudadano rescatando la historia más próxima, la más epidérmica, la que todos los días cuentan ustedes, los periodistas, en una palabra el alma de la historia, como decía Miguel de Unamuno, la intrahistoria", señaló el ministro, para quien, sin embargo, "no hay nada como tocar los periódicos".
Fonte: ADN
Foi inaugurado na última segunda-feira, 2 de março, na Biblioteca Central da UEM (Universidade Estadual de Maringá), o novo laboratório de informática para pesquisa. O evento também marcou o lançamento da Biblioteca Digital, no site da universidade.
O laboratório possibilitará consulta ao acervo da biblioteca da UEM, através de 42 novos computadores, adquiridos em um convênio com o ensino a distância e o Ministério da Educação. Agora o usuário da biblioteca terá mais máquinas para pesquisar as produções bibliográficas e seus códigos de referência, facilitando a procura.
Outra novidade é a Biblioteca Digital. Ela reúne uma base de dados com dissertações e teses dos cursos da UEM e foi desenvolvida em uma parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O novo sistema já disponibilizou até agora 348 documentos. Com o tempo, novos trabalhos serão publicados e o número crescerá ainda mais.
O endereço para a Biblioteca Digital é http://nou-rau.uem.br/nou-rau/.
Fonte: Universia/UEM
Site reúne cerca de 700 verbetes sobre instrumentistas do país, como Garoto e Pixinguinha, além de dezenas de ensaios e teses universitárias sobre o assunto
CARLOS CALADO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Mesmo sendo considerada uma das mais criativas e diversificadas do mundo, comparável apenas à música cubana ou ao jazz norte-americano, a música instrumental brasileira não é incentivada como merece pela indústria do disco, que nas últimas décadas optou por investir apenas em vertentes de consumo fácil.
"Ainda temos de aguentar, de vez em quando, um desses chefões de gravadora dizer que a culpa é da falta de criatividade dos músicos", rebate a pesquisadora Maria Luiza Kfouri, 55, que desenvolveu com Fernando Ximenes o site Músicos do Brasil: Uma Enciclopédia Instrumental (http://www.musicosdobrasil.com.br/), na rede desde fevereiro.
O perfil enciclopédico não impediu que o projeto, patrocinado pela Petrobras, fosse desde o início pensado para a internet. "Sabíamos que um projeto desta magnitude não estaria "pronto" nunca e, por isso, a internet seria seu meio ideal, para que possamos acrescentar aquilo que vai, sempre, estar faltando", diz a pesquisadora.
O site já reúne cerca de 700 verbetes com muitos dos principais instrumentistas do país, que traçaram nos palcos e estúdios de gravação a história desta corrente musical: do flautista Pixinguinha (1897-1973) ou do violonista Garoto (1915-1955), chegando a talentos da cena atual, como o bandolinista Hamilton de Holanda e o pianista André Mehmari.
Para iniciar a pesquisa, em meados de 2006, Kfouri e Ximenes criaram uma espécie de recenseamento, um minucioso questionário, enviado por e-mail a centenas de instrumentistas. A pesquisa também colheu dados sobre a formação e o "pensamento" desses músicos, mapeando assim seus mestres, influências e parceiros.
Os critérios para definir quais músicos devem estar representados nos verbetes do site resumem-se a apenas um: só entram os que gravaram ou participaram de gravações de pelo menos um disco exclusivamente instrumental.
"Não há outro critério, nem de estilo, nem de gênero", explica Kfouri. "Tivemos de criar essa regra, um tanto draconiana, pois se não teríamos de ter outras vidas para poder cobrir todos os instrumentistas brasileiros. São milhares aqueles que acompanham cantores e que nunca participaram de uma gravação instrumental."
As respostas vieram em grande volume, mas músicos pouco afeitos ao e-mail, como o flautista Altamiro Carrilho ou o pianista Amilton Godoy, pediram para gravar seus depoimentos. Já o pianista Francis Hime, curiosamente, preferiu responder o questionário à mão. "Ainda não conseguimos chegar a alguns músicos, como João Donato, Paulinho da Viola e Edu Lobo, mas estamos insistindo", conta Kfouri.
Dificuldades não faltam num projeto tão abrangente. No caso de instrumentistas já mortos, por exemplo, a pesquisa fica mais restrita a consultas a familiares, a poucas obras de referência ou a sites que nem sempre trazem dados corretos.
Mesmo assim, Kfouri observa que a situação na área da pesquisa cultural, no Brasil, tem melhorado. "A biblioteca musical cresceu consideravelmente e a internet tem sido uma ferramenta e tanto, embora muitas vezes ainda se tenha de tomar muito cuidado com as informações que se encontram em determinados sites."
O site oferece também dissertações universitárias e ensaios sobre instrumentos, estilos, grupos musicais ou discos mais significativos, escritos por especialistas. Entre os músicos que assinam ensaios, estão Henrique Cazes ("O Cavaquinho") e Maurício Carrilho ("O Violão de Sete Cordas").
Fonte: Folha de S. Paulo
A Universidade Católica de Goiás está montando, para colocar no ar ainda neste ano, o Museu da Biodiversidade do Cerrado José Hidasi, virtual, que deve reunir grande parte do material colecionado, nos últimos anos, pelo professor e pesquisador José Hidasi.
O anúncio foi feito ao reitor Wolmir Amado pelo pesquisador Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do Instituto do Trópico Subúmido da Católica (ITS-UCG), que teve seu projeto recentemente aprovado, dentro do Edital de Turismo, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapeg), no valor de 25 mil reais, já tendo liberado parte desses recursos para o início dos trabalhos.
A equipe, que terá a participação da museóloga Rosângela Barbosa Silva, diretora do Centro Cultural Jesco Puttkamer, da UCG, e de técnicos do Centro de Processamento de Dados (CPD), também da Católica, deve se reunir nos próximos dias para uma visita à residência do professor José Hidasi, no bairro de Campinas, para conhecer o material disponível e definir as diversas etapas do trabalho. Ao mesmo tempo, serão adquiridos equipamentos e programas de computação específicos para selecionar, editar e abrigar o material, como fotos e vídeos.
Mestre em Gestão do Patrimônio Cultural pela Universidade Católica de Goiás, título que conquistou em 2008, e na UCG desde 2001, o pesquisador e musicista Vagner Rosafa, do Centro de Folclore e História Cultural do ITS-UCG, é atualmente o coordenador do Conselho Editorial daquele Instituto, responsável pelas publicações do ITS.
Fonte: Flash UCG
Rede social reunirá amantes da arte em um site que reúne um acervo virtual gigantesco
Por Stella Dauer
Na era em que tudo está migrando para a internet, alguns museus britânicos resolveram levar seu acervo para o mundo virtual. Para isso, criaram uma rede social para amantes da arte. A notícia é do site da BBC.
Para trazer mais informação para o visitante, o site reunirá obras do Victoria and Albert Museum, National Portrait Gallery, Natural History Gallery, Tate, Wallace Collection, Royal Armories, Sir John Soane’s Museum e o Imperial War Museum em um só lugar, em uma rede social que abrigará amantes da arte em torno de assuntos e perfis, noticiou o site Digital Trends.
O projeto, chamado National Museums Online Learning Project, custou mais de 5 milhões de reais, e entrará no ar ainda esta semana. Qualquer busca realizada no site procurará a informação da base de dados de todas as instituições participantes, e as buscas poderão ser publicadas e compartilhadas com outros participantes. Outras informações, como programação de exposições e eventos também estarão disponíveis no site.
“O que queremos é inspirar as pessoas e fazer com que conversem umas com as outras. Eles poderão criar comunidades de interesses sobre coleções de obras”, afirmou Carolyn Royston, do Victoria and Albert Museum.
Fonte: Geek
Turistas virtuais poderão navegar pelo interior das três principais igrejas de Ouro Preto (MG). A idéia é possibilitar uma exposição permanente na internet do acervo turístico e cultural da cidade, além de disponibilizá-la nos terminais multimídias que serão instalados nas igrejas de Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora de Pilar.
O projeto é resultado de uma associação entre o Centro de Memória Digital da Universidade de Brasília (CMD) e o Museu de Arte Sacra de Ouro Preto, com apoio da Comissão Ano Cultural 2009, do Senado Federal. Imagens e informações sobre a riqueza artística, histórica e cultural da cidade poderão ser acessadas por tours virtuais. O lançamento oficial do Museu Virtual de Ouro Preto será realizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar a partir das 20h.
O professor da Faculdade de Comunicação da UnB Marcelo Feijó, responsável pela documentação fotográfica do projeto, explica a finalidade do museu. “Ele representa uma oportunidade de apresentar o patrimônio histórico com a utilização de tecnologias digitais. Esse é o grande propósito do Centro de Memória Digital, produzir conteúdos da história do Brasil com suporte tecnológico.”
HISTÓRIA FIEL
O projeto é resultado de um trabalho de mais de dez anos de pesquisa nos arquivos paroquiais de Ouro Preto feito pelo professor do Departamento de História da UnB Marcos Magalhães. Feijó destaca o ineditismo da proposta. “Eu arrisco dizer que não tem nada similar no Brasil. Todas as informações foram recolhidas diretamente nas fontes. A preocupação com a correção dos dados históricos é o nosso primeiro e maior compromisso”, conta.
O professor do curso de Engenharia de Redes da UnB Rafael Timóteo explica como o museu foi elaborado. “As fotografias foram tiradas de forma detalhada e processadas digitalmente. Depois, um software foi produzido para a pessoa ter a ilusão de que está dentro das igrejas”, diz.
De acordo com Feijó, a ferramenta é resultado de esforços de professores e alunos de diferentes áreas. "Esse é um trabalho coletivo de áreas como engenharia, história, comunicação, arquivologia e design gráfico, que só seria possível dentro de uma universidade”, afirma.
O Museu Virtual estará disponível também em DVD
s, que serão comercializados pelo Museu de Arte Sacra de Ouro Preto. Recursos de navegação em 360°, imagens em 3D, animações digitais e registros fotográficos de alta definição integram a publicação eletrônica, disponível na internet pelo site www.museuvirtualdeouropreto.com.br
Fonte: clicabrasilia

| Palestra Gratuita:Arquitetura de Informação e as novas exigências da Web Contemporânea. |
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O objetivo é mostrar o papel fundamental do Arquiteto de Informação no mercado de tecnologia e mídia online brasileiro e as oportunidades de trabalho à medida em que o Brasil se transforma num dos principais exportadores e consumidores de Tecnologias da Comunicação e Informação. 1º Palestrante - Guilhermo Almeida dos Reis // 2ª Palestrante - Thaís Campas // 3º Palestrante - Sthefan Gabriel Berwanger | ||
De mero espectador, o usuário passou a intervir no conteúdo, na forma e na estrutura da informação disponível na internet.
por Teresa Laranjeiro, Bibliotecária do Goethe-Institut de Lisboa

A Web 2.0 tem provocado uma revolução no modo como as pessoas se relacionam com a Internet. De mero espectador, o usuário passa a controlar o conteúdo, a forma de acesso e a estrutura da informação disponível. Num universo em constante mutação, é responsabilidade do bibliotecário adaptar-se à evolução da tecnologia e dela tirar o melhor proveito.
Nesta palestra, a bibliotecária Teresa Laranjeiro, do Goethe-Institut de Lisboa, analisa um vasto leque de serviços, ferramentas e softwares da Web 2.0 na área das bibliotecas e destaca os mais importantes resultados que a sua implantação pode trazer para o serviço e para os usuários. Por meio de exemplos concretos, são identificadas as melhores práticas na área e discutidos os paradigmas reservados para o futuro.
Data e Local:
10 de março de 2009 - 3ª feira - 19h30
Instituto Cervantes de São Paulo
Av. Paulista, 2439 - Térreo
Estação do metrô Consolação
Estacionamento conveniado: Vaz (Av. Paulista, 2.440)
Haverá um Welcome Coffee.
Idioma: Português
Capacidade do auditório - 80 vagas
Entrada franca
Duração: 90 minutos
Informações através do e-mail
biblioteca@saopaulo.goethe.org ou por telefone (11) 3296-7001, com Ana Teresa ou Bethe.
El proyecto, que se espera estará listo a partir de 2009, fue posible gracias a un convenio firmado entre la Unesco y la Biblioteca del Congreso de los Estados Unidos en octubre de 2007. Con esto se digitalizarán materiales que provienen de varias bibliotecas e instituciones culturales de diferentes sitios del mundo. Como una muestra del respeto al derecho de autor sólo se publicarán materiales de dominio público. Entre ellos se cuentan manuscritos, mapas, libros, partituras musicales, grabaciones sonoras, filmes, grabados y fotografías.