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Objetivo é oferecer maior interatividade com banco de dados que reúne imagens de satélites, mapas temáticos e dados censitários do IBGE sobre todos os estados da região
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) acaba de lançar o Atlas Interativo do Nordeste, uma ferramenta que permite o acesso gratuito a informações                          socioeconômicas e ambientais da região.

O objetivo é oferecer maior interatividade dos usuários a um banco de dados georreferenciado         disponível na internet, o Atlas Socioeconômico-Ambiental do Nordeste, serviço que reúne imagens de satélites, mapas temáticos e dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de todos os estados da região (leia reportagem na Agência FAPESP).

Pelo novo serviço, o usuário tem a liberdade de combinar planos de informações e cruzar dados para construir mapas de acordo com seus interesses de pesquisa. A base de dados da plataforma tem mais de 500 planos de informações para download.

A iniciativa deverá atender a comunidade de pesquisadores, gestores públicos, representantes de organizações não-governamentais e professores e estudantes universitários de todo o país, em especial da região Nordeste.

O aplicativo utilizado para a análise das informações no Atlas Interativo do Nordeste é o TerraView, software que possibilita a utilização dos dados espaciais para diversos setores, como segurança pública, gestão urbana, indicadores sociais, saúde pública, geografia e problemas ambientais. O programa manipula dados vetoriais (pontos, linhas e polígonos) e matriciais (grades e imagens), que são armazenados em um sistema de gerenciamento de dados.

O Atlas Interativo do Nordeste foi desenvolvido pelo Grupo de Geoprocessamento do Centro Regional do Nordeste do Inpe, em Natal (RN), em parceria com a Coordenação Geral de Observação da Terra.

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern) apóiam o projeto.


Fonte: Agência Fapesp

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