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Muitos professores, escritores, estudiosos e outros profissionais de cultura estão juntos contra o Google, por pensarem que direitos autorais de propriedade intelectual estão sendo violados. No ar desde 22 de março deste ano, a petição online já possui 1371 assinaturas de nomes de peso (até o fechamento desta notícia).
 
Segundo os autores e simpatizantes do manifesto, a missão da reunião de forças é fazer com que os políticos defendam a causa de cientistas e professores, que precisam ter os direitos respeitados. Em comunicado aberto, o Heidelberg Appeal (Manifesto de Heidelberg), como foi batizado, critica que "a propriedade intelectual está sendo roubada dos produtores a um nível inimaginável e sem conseqüências penais por meio de publicações ilegais de trabalhos protegidos pela lei de copyright alemã, em plataformas como GoogleBooks e YouTube. "Apesar do movimento ser restrito ao território alemão, os manifestantes querem levar a mensagem aos outros países, com a mensagem "os direitos individuais e aspirações estão ligados à produção de trabalhos artísticos e científicos; a liberdade de literatura, arte e ciência é um grande trunfo constitucional - se perdê-la, perdemos nosso futuro".
 
A defesa do Google ainda não foi expressa neste caso específico, mas em acusações parecidas, já disse que sua ferramenta exibe apenas trechos de obras digitalizadas, enquanto os livros com direitos livres são disponibilizados integralmenteNo fim do ano passado, a empresa fechou um acordo de US$ 125 milhões com escritores e grandes editores americanos a fim de aumentar o acervo de pesquisa online de modo que não viole direitos autorais.
 
Fonte: Abril

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