Grupos

Gestão e Estratégica de Conteúdo "FALHA"
http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=6&idnot=18350
http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=197936

Como Profissional de Internet, entendo a apelação de alguns conteúdos de canais de proximidade e interação(fofoca, bem dizendo). O anel de noivado, tudo bem, mas denegrir de forma leviana alguém por causa de unhas mal feitas e/ou FOCÁ-LA e/ou ENALTECÊ-LAS numa matéria é ABSOLUTAMENTE RIDÍCULO e que mostra a incompetência no que tanje suas estratégia de conteúdo: PÉSSIMO GOSTO E DIPERDÍCIO DE MÍDIA.
Tomem cuidado você de gestão de contéudo com assédio moral e pré-conceito, unhas roídas faz parte de patologias.

Não é porque tudo ficou comum que está correto. Canais de referência dêem de darem exemplos.

Este é só um exemplo de somatórios de dispordícios de mídia.

Karina Guimarães

ÚLTIMO PROJETO IMPLANTADO

 


É UM WEB STANDARD DA SANTA CASA DE SÃO PAULO APLICADO À UNIDADE CAISM - "CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRADA À SAÚDE MENTAL"

Unidade da Santa Casa de São Paulo especializada nos cuidados à Saude Mental.

Orgulho de ter coordenado e desevolvido isto e claro aprender mais e mais sobre saúde mental!
http://www.santacasasp.org.br/caism e http://www.santacasasp.org.br/saudemental


ABS
KARINA GUIMARÃES

"Suponha que a co-registration dê certo e se propague: Num erro de cadastro e análise de perfil após parceria em que o nível de rejeição e para descadastramento de uma newsletter, por exemplo consequentemente hevará uma quebra na confiança de relacionamento CONSUMIDOR X MARCA. Qual seria sua estratégia para reverter isto? Aliás da pra reverter isto??!!! "
PARTICIPE :http://www.grupos.com.br/poll/planejamento-estrategico-interativo/Poll.html?action=view&idPoll=2057&rType=p

DISPONÍVEL TAMBÉM NO ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#CommPollResults.aspx?cmm=62557049&pct=1226301612&pid=1043041645

Disciplina: "Planejamento de mídia on line"
Paper acadêmico
Professor:   Maio
de 2008

"DESAFIOS E TENDÊNCIAS DA MÍDIA ON LINE"

...

por karina guimarães, em 14 de julho de 2008

 

Cenário Atual:

Quanto mais individual um relacionamento melhor!

A marca precisa transmitir segurança sem ser invasiva.

 

O Marketing de Relacionamento é uma filosofia de administração empresarial baseada na orientação para o cliente e no reconhecimento de que se deve buscar novas formas de comunicação para estabelecer um relacionamento profundo e duradouro com os clientes, prospects, fornecedores e todos os intermediários. A terceirização deste iniciou-se na década de 90 devido aos baixos custos e melhor direcionamento do target. O MKT on line está atrelado ao habitual off line. Praticamente ele iniciam-se juntos.

 

Supore do MKTR à vendas -

l       Identificação dos prospects entre os suspects

l       Identificar  de pessoas-chaves para decisão de compra

l       Campanhas mais segmentadas

l       Melhor mensuração

l       Gerência de vendas mais controlada

 

Etapas:

l       Database Marketing

l       CRM – Customer Relationhip Management

l       Marketing de Relacionamento

 

Até a década de 90 - estrutura de atendimento comum.

Pós década de 90  -  estrutura com contact centers,  com uso de tecnologias e ferramentas e uma estrutura mínima interna de gerenciamento.

 

 


 

O CUIDADO COM A ESCOLHA DO  BATA BASE MARKETING(DBM)

 

OPÇÕES DE INTEGRAÇÃO:

 

l        Integração básica: Sistema isolado, alocado na área de marketingt, onde nível de integração é o mais baixo possível servindo para processos de planejamento e controle das ações de marketing direto.

 

l        Integração total, Sistema instalado no mainframe e totalmente integrado à operação, porém, ainda separado do transacional da instituição com a vantagem de atualização e tempo real de relacionamento( clientes e prospects).

 

 

 

 


 

Relevâncias

 

ENVIO DE SMS/MÊS

.350 BILHÕES

 vendas online no varejo acontecem por campanhas de E-mail Marketing.

11%

AÇÕES E  CAMPANHAS MOBILE

.89% DAS MAIORES MARCAS

INVESTIMENTO EM  AÇÕES E  CAMPANHAS MOBILE

10% do ORÇAMENTO

dos consumidores que fizeram compras a partir do e-mail fizeram porque o e-mail c

60%

Ferramentas database marketing,  Telemarketing e Comunicação Dirigida

> procura

Comunicação dia tv, rádio e revista

> custo

 < procura

marketin direto via mala direta, mailmarketing, internet, telemarketing

< custo

> procura

Vêem a Internet como canal imprescindível de relacionamento.

47 grandes empresas aponta que 81%

 

Database Libera 

Redução de 60% de tempo de enda

 

site Brasifshopping.com

newsletters representa 40% dos acessos e 42% das vendas.

 

Custo para ganhar clientes

5x + do  custo da venda

 

 

 

 

Definições de MKTR
Hunt e Morgan (1995) - "Marketing de Relacionamento se refere a todas as atividades dirigidas a estabelecer, desenvolver e manter as trocas relacionais de sucesso".

 

Sheth (1994) - "Marketing de relacionamento envolve a criação e distribuição de valor através da cooperação mútua e interdependência".

 


 

PLANO DE MARKETING DE RELACIONAMENTO

 

EMPRESA DE TELEFONIA: OI

CAMPANHA: “OI, TUDO BEM?!”

 

OBJETIVOS: CONHECER OS CLIENTES INSATISFEITOS E SEU COTIDIANO.

Pesquisa para cálculo e solução de insatisfação de serviços OI.

 

MENSURAÇÃO:

l       CLASSE MÉDIA ALTA

l       30 À 50 ANOS

l       MULHER, HOMEM

l       SOLTEIRO(A)

 

MÉTODO: PESQUISA QUALITATIVA

DADOS PARA PESQUISA:

_ESTÁ SATISFEITO COM DOWLOADS DISPONÍVEIS
_IDEM COM ATENDIMENTO:

_O QUE MAIS BUSCA NUM CELULAR(DISPOSITIVOS)?

_PROMOÇÕES QUE NÃO CONSEGUIU ADERIR, POR QUÊ?
_O QUE SEU AMIGO TEM NOUTRA OPERADORA QUE NÓS POSSAMOS  FAZER INTERAGIR COM VOCÊ?

 

 


 

Utilizando as seguintes ações:

UMA ATUALIZAÇÃO BASEADAS NAS SEGUINTES AÇÕES VOLTADAS PARA A ATUALIZAÇÃO DE  CADASTRO, COM CRM OPERACIONAL COM OS CANAIS:

l       MOBILE MAKRETING

l       E-MAIL MARKETING

l       BLUETOOTH MARKETING

l       AÇÕES EM REDES VIRTUAIS E BLOGS

l       INTERVENÇÕES URBANAS


TUDO ISTO STARDADO  NUMA AÇÃO EM TELEVISÃO: “OI, TUDO BEM E VOCÊ!”

ACESSE O SITE E SAIBA MAIS.

Este mistério causa mais curiosidade.

 


 

MOBILE MAKRETING

 

PACOTE: OI TUDO BEM AÍ?

Pacote de promoção com: ( 200 torpedos
+ 3 músicas para baixar na internet no site da Oi)

 

Estratégia: Usuário recebe pacote com código que ao acessar o site terá de responder as questões da pesquisa qualitativa. O código tem de combinar com o numero do celular para evitar duplicidade de dados e erros na pesquisa.


E-MAIL MARKETING

 

CAMPANHA: “OI  PRA VOCÊ QUE TÊM DE LER E-MAILS, CHEGAMOS AQUI ATÉ VOCÊ!

 

Envio de e-mail marketing para os já cadastrados no site e que se encaixem no perfil da  mensuração

 

Pacote de promoção com: ( 200 torpedos  + 3 músicas para baixar na internet no site da Oi).

 

Estratégia: Usuário recebe pacote com código que ao acessar o site terá de responder as questões da pesquisa qualitativa. O código tem de combinar com o numero do celular para evitar duplicidade de dados e erros na pesquisa.

Esta newsletter terá somente o questionário e uma pessoa falando(vídeo) sobre a promoção e pesquisa.


BLUETOOTH MARKETING

 

CAMPANHA: “OI  , REPASSE  SUA RECLAMAÇÃO!

 

Envio via bluetooth do questionário do perfil da mensuração

 

Estratégia: Usuário responde as perguntas enviadas por sms e escolhe número(ID) para indicar a pesquisa. A cada indicação da pesquisa ele recebe em bonnus de 20 torpedos + 1 minutos e ligações locais.
AÇÕES EM REDES VIRTUAIS E BLOGS

 

CAMPANHA: “OI  NA SUA REDE!

 

Foca o disseminador(evangelizador) da Marca via Rede virtual ou Blog de assuntos correlacionados.

 

AMBIENTE BLOGS:

Respondendo à enquete(pesquisa qualitativa) do blog ele recebe 200 torpedos via celular.

 

AMBIENTE ORKUT, VIA 6 H5, MY SPACE E SPACES(MICROSOFT):

A cada adesão à Comunidade “OI NA SUA REDE”  e postagem do fórum respondendo à perguntas ele recebe 200 torpedos.
INTERVENÇÕES  COTIDIANAS URBANAS

 

Depois de um estudo dos costumes do usuário no perfil(target), organizar ações de intervenções cotidianas/urbanas.

Na “hipótese”  de alguns resultados serem estes:

 

_usuário vai ao Cinema

 

 

USUÁRIO VAI AO CINEMA:

CAMPANHA: “ VOCÊ DE DIVERTE E  A OI  TE CONHECE!”:

A cada ingresso ele recebe uma cartão para responder à perguntas, deixando seu telefone e ganha mais outro ingresso + 100 torpedos.

.
CAPTURA DA ATENÇÃO DO USUÁRIO COM RETORNO  SIGNIFICATIVOS

 

O objetivo sendo o uma ação para atualização de dados do cliente via MARKETING DE RELACIONAMENTO visando conhecer o cliente para montar estratégias de Marketing mais eficientes e também disponibilizar produtos mais direcionados,  a partir do resultados da mensuração da pesquisa além a propagação da marca e idéia de que a cada atualização é realizada de maneira não imposta o cliente terá mais estreitamento com a empresa.

Poderia ser uma base por exemplo para uma futura campanha: “O que você anda fazendo?, Conte sua historia”, uma história que conta uma história divertida no manuseio do celular disposta no BLOG DA OI. E diversas ações que quando bem calculadas numa base de dados direcionada dá resultados extremamente positivos como, interação maior com a marca, com produto e princialmente RECIPROCIDADE.

As ações via telefone são vista como cansativas e repulsivas.

 

O serviço de telefonia hoje é essencial e muitas empresas em função disto não fazem questão de atender bem o cliente pois atendendo bem ou não precisarão destes.

 

As  reclamações no PROCON , hoje são a maiorias de serviços de telefonia.

 

 
 

Software  disponíveis no mercado:

l       salesforce – http://www.salesforce.com/br

l       Kankei DBM
-http://www.kankeidbm.com/Produtos/KankeiDBM/doc/DefDBM/document.2004-11-26.9706248254

 

l       DTM -  http://www.dtmarketing.com.br/?_kk=marketing%20de%20relacionamento&_kt=6f59f1c7-20bf-4acb-a4a9-676837f13b44&gclid=CICiyaqDvpQCFQKaFQod1ChLTg


 

Bibliografia

 

Material didático da disciplina da MARKERING DE RELACIONAMENO I-GROUP

http://blogblogs.com.br/tag/interven%C3%A7%C3%B5es%20urbanas

 

http://caligraffiti.wordpress.com/2008/04/01/intervencoes-urbanas/

 

http://www.kankeidbm.com/Produtos/KankeiDBM/doc/DefDBM/document.2004-11-26.9706248254

 

 http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/programas-relacionamento-consumidor2.htm

 

http://www.novaoi.com.br/portal/site/NovaOi/menuitem.12e128b3e7d4648e30197402f26d02a0/?vgnextoid=86329c94240b2110VgnVCM10000090cb200aRCRD

 

http://rmmmarketing.wordpress.com/2008/06/29/a-relacao-entre-as-empresas-as-marcas-e-os-clientes-em-marketing/

 

http://rmmmarketing.wordpress.com/tag/relacionamento/

 

Associação Brasileira de E-Business

 

 

 

ESTA FOI A PERGUTNA DE UM INTERNAUTA* QUE LUE MEU ARTIGO NO I-MASTERS

"...  Qual a importância de saber escutar nas relações entre pessoas, empresas, etc.  Não sei se conhece. Pois bem, o meu trabalho escrito tem que relacionar o foco do Echeverria "Escutar" com a Arquitetura da Informação. Como não sou da área específica da Ciência da Informação, mas de Comunicação (sou jornalista), pela sua experiência, como associar esse tema à Arquitetura da Informação..."

ACHO QUE RESPONDI DIRETINHO:

Quando se cria um ambiente virtual, seja jogos, cyber espaço ou web site para e-comerce ou informação simplismente o foco é um só = O USUÁRIO:USUÁRIO -->QUE SÃO PESSOAS -->QUE CONSOMEM -->QUE NAVEGAM --> QUE PENSAM--> E QUE PRINCIPALMENTE PODE SER "INDUZIDOS" A CHEGAR ONDE QUEREMOS, SEJA NUM BANNER, SEJA NUM REDIRECINAMENTO DE SITE, ENFIM SEJA A SUA INTEREÇÃO QUAL FOR, DE ACESSO, VISUALIZAÇÃO DE CONSUMO.SABE OUVIR O USUÁRIO É ESSENCIAL, ONDE?_EM TESTE DE USABILIDADE(ONDE SE É TESTADO O SISTEMA ELABORADO SEJA ELE ON LINE OU NÃO)_NA CONCEPÇÃO DO PRÉ-PERCURSO QUE O USUÁRIO TRAFEGA OU NAVEGA...ESTE "SABER OUVIR" É NA VERDADE OUVIR NO SENTIDO DE ATENÇÃO, ENCHERGAR NECERSSIDADES AUQE ATÉ MESMO EXISTEM E NÃO SÃO VISTA E MUITO MENOS SOLICITADAS PELO USUÁRIO.DAR IMPORTÂNCIA E CONCEBER A RELEVÂNCIA DO QUE SE "PRECISA" OU SE "DESEJA" (O USUÁRIO) E ATÉ O QUE SERIA O "IDEAL".OUVIR SERIA:PERCEBER, DAR ATENÇÃO AO USUÁRIO E SABER FALAR COM ELE, COMO?TUDO ISTO TEM UM PONTO CHAVE CHAMADO I-N-T-E-R-A-C-Ã-O.TUDO QUE SE INTERAGE, TODA AÇÃO E REAÇÃO.A INTERAÇÃO SÓ ACONTECE OU SE É PERCEBIDA QUANDO SE HÁ UMA RESPOSTA, EXEMPLO.TEMOS UM WEB SITE QUE TEM UM SERVICO ON LINE DE ESCLARESCIMENTO DE DÚVIDAS, A PARTIR DO MOMENTO QUE SE CLICA NESTE LINK E PASSA-SE A HAVER UMA CONVERSA COM O ATENDENTE, ACONTECEU ENTÃO A INTERÇÃO, NÃO NECESSARIAMENTE TEMOS UM CASO DE "ROI -WEB", A TENDÊNCIA  LEVA A CRER QUE QUEMS TEM DÚVIDA DE UM DEVIDOPRODUTO QUER COMPRÁ-LO.A CADA CLICK QUE DAMOS NUM SITE ESTAMOS NOS INTERANDO " COM A INFORMAÇÃO", SEJA ELE PESSOAS, PRODUTOS OU OUTREM. E QUEM LEVOU A INFORMAÇÃO A SER FORMADA PARA ASSIM A MESMA PRODUZIR UMA INTERAÇÃO? VOCÊ ANALISTA, LIDER OU DESENVLVER, OU MESMO UMA EQUIPE. E PARA ISTO VOCÊ SOUBE OUVIR(PERCEBER).NOSSA ESTAVA INSPIRADA.

*MEU QUERIDO AMIGO JOSÉ FORNI

USABILIDADE X ESTÉTICA

17:27 @ 10/06/2008

por karina guimarães
postado no Canal TI Masters em Junho de 2006
http://www.timaster.com.br/revista/artigos/main_artigo.asp?codigo=1109 

World Usability Day ou Dia Mundial da Usabilidade traz o slogan “É fácil fazer mais fácil!”. A questão de transmitir dados e criar mensagens com significados enfatizou o lado das máquinas e deixou de lado a questão humana, os usuários. Gerou-se então uma necessidade de maiores estudos e desenvolvimento de técnicas em usabilidade, da interação humano-computador (IHC), para que a teoria “a informação é tudo aquilo que leva a compreensão” fosse posta em prática.

Devemos lembrar que os seres humanos são preguiçosos e até mesmo desmotivados na hora de buscar informação.

A relação da arquitetura da informação (AI) com usabilidade está nos testes, que apontam o comportamento humano como primordial e utilizam técnicas de IHC. Dentre outros pontos, os testes estudam a taxa de sucesso na busca de informações e o comportamento dos indivíduos durante a interação com os sistemas informatizados.

A qualidade no uso do produto é o efeito combinado de seis categorias de qualidade do software quando o produto está no uso. O objetivo é conseguir a qualidade no uso tanto para o usuário da extremidade quanto para o usuário da sustentação. Usabilidade define-se coloquialmente como a facilidade de utilização, quer seja de uma página Web, uma aplicação tecnológica ou qualquer outro sistema que interaja com o utilizador.

Começa como uma filosofia e descreve eficazmente como o usuário pode interagir com o produto. Este processo novo da usabilidade prioriza quem usa o produto, compreendendo seus objetivos e tem componentes múltiplos, associados com estes cinco atributos: Learnability, Eficiência, Memorability, Erros e Satisfação.

Processo
O processo e a metodologia é que produzem o objetivo real da usabilidade. Um site deve ter, além de uma boa usabilidade, também um impacto gráfico inicial que incentive o leitor a ler. Eis o motivo dos Blogs serem tão acessados: as informações são curtas, objetivas e de fácil acesso visual. O valor da usabilidade se retrata no valor qualitativo, ou seja, criar Webspace usable é uma parte integral de criar Webspace valioso.

Na ciência da Web, co-relacionamos usabilidade e estética. A primeira está ligada à psicologia cognitiva, ou seja, há a necessidade de estudar o comportamento do usuário e apreendê-lo por meio de testes. Podemos usar este tipo de aprendizagem para fazer Websites melhores, usando as seguinte perguntas: qual é o Web site mais usable? Qual é o Web site mais valioso? Quanto da diferença no valor é uma função direta das diferenças na usabilidade? Será que a estética é mais importante para superar a competição na Web e conquistar a atenção do usuário do que a usabilidade, que muitas vezes não é percebida?

A navegação - extensa ou não - tem que ser prazerosa e agradável, sem problemas ou dificuldades. Pode-se pré-definir que na Web valem mais as criações de interfaces mais explicativas, bonitas e mágicas.

A usabilidade Web está sempre sujeita às mudanças, não se prendendo aos conceitos do momento de forma limitada, ou seja, ele é reciclável e passível de novas técnicas. Cito a definição de Lonewolf Irapuan: “usabilidade não tem nada a ver com o grau de experiência do usuário, mas é em função da interface que ele opera”.

Os âmbitos da usabilidade hoje são: o vital foco no usuário, usabilidade em detrimento à estética, necessidade de teste com sites, usabilidade como facilitador na curva de aprendizado de um novo produto, preocupação com usabilidade durante todo o projeto e, claro, o desafio de “vender” usabilidade em um mercado de práticas informais.

Em outra abordagem sobre usabilidade, temos quatro pontos:

. Meios da usabilidade que focam em usuários;
. Produtos de uso dos povos a serem produtivos;
. Os usuários são povos ocupados que tentam realizar tarefas a todo o tempo;
. Os usuários decidem-se quando um produto é fácil de usar.

Idéias
Em algumas citações de usabilidade, encontrei várias idéias das quais resumo da forma mais plausível possível: “Querem-na ser mais fácil para que a usem. Mais fácil para que comecem o que querem. Mais fácil para que façam o que querem fazer”.
O ISO define a importância da usabilidade nesta frase: "quando usada sob as circunstâncias especificadas, equivalem ao contexto do uso”, (ISO 9241-11). Outras partes do ISO/IEC 9126 definem métricas para a usabilidade.

Testando
Testes consistem em realizar experiências para encontrar informação específica sobre um projeto. No caso de teste para Arquitetura Web, a técnica seria um pouco mais aprofundada em fazer sempre com que os usuários exprimam seus sentimentos em relação ao site (se gostou, se se interessou ou não etc).

A criação de testes utiliza parâmetros como público alvo, objetivo, missão, publico indireto, cliente, política de marketing e estratégia. O próximo passo é tecer estes parâmetros, como por exemplo, analisar o público alvo considerando idade, tempo de acesso e tempo de inclusão digital. Um possibilidade é usar um software – ainda em fase de teste - que monitora o movimento dos olhos da pessoa que está acessando o site, para entender seu comportamento. Ele será capaz de gerar vários gráficos das navegações para facilitar a composição da arquitetura visual. Ou, ainda, desenvolver gráficos da navegação de acordo com o layout desenvolvido e assim fazer probabilidades de navegação. Muito indicado para posicionamento de banners.

Se você não puder satisfazer a todos - visto que as necessidade são muito individuais – então busque desenvolver projetos que sejam os melhores possível para as necessidade de um grupo de usuários. Procure meios de otimização (técnicas de otimização e probabilidade), inclusive métricas mais específicas, como a porcentagem de tempo que os usuários seguem um percurso de navegação ou número de vezes que eles precisam retornar. Quanto maior a co-relação entre máquina e usuário, maior a complexidade em análise e estudos.

Glossário

Ergonomia: ciência que tem como objetivo a compreensão das interações entre o homem e os outros elementos de um sistema de trabalho.

Interface: desde o momento em que o utilizador abre a caixa, começa interagir com o produto e portanto, começa a sua experiência.

Interação Homem-Computador (IHC): disciplina que estuda a troca de informação entre as pessoas e os computadores. O objetivo é que esta troca seja a mais eficiente possível: minimiza os erros, aumenta a satisfação, diminui a frustração e torna mais produtivas as tarefas que envolvem as pessoas e os computadores.

Usabilidade: capacidade de um software de ser compreendido, aprendido, utilizado e atrativo para o utilizador, em condições específicas de utilização (ISO). 
 
 

ESTRATÉGIA PARA OS INCLUSOS

17:17 @ 10/06/2008

ESTRATÉGIA PARA OS INCLUSOS

por karina guimarães

Quando falamos em planejamento estratégico, estudamos o público alvo que no cenário hoje varia de pré-incluso, moderado e avançado nas manipulação e conhecimento de ambiente interativo (web).
Os pré-inclusos hoje quem são?
A baixa camada, considerando também a terceira idade a crianças que tem o ensino interativo em sua grade currícular fundamental.

Esta interação-homem-máquina acontece na ambientalização que o usuário tem em seu cyber- espaço, seja ele e-mail, , blog ou ambiente orkut, lista de discussão e youtube.
Para planejar um ambiente interativo, analisa-se o que a partir desta interação podemos extrair (ROI-Web) de lucro.

Quanto à sua dúvida: estudando os inclusos estamos estudando os que eram exclusos, o perfil dos ex-exclusos. Em que ambiente ele vivem, o que eles buscam ou necessitam buscar na web.

Foque um ponto hoje muito preocupante: controle da informação E ACESSO para crianças e adolescentes.

Um bom tema

TEDÊNCIAS DA MÍDIA ON LINE

17:17 @ 10/06/2008

TEDÊNCIAS DA MÍDIA ON LINE

POSTAGENS DE PAPPERS DOS ALUNOS DA MBA I-GROUP/IMPACTA, onde faço rs****

http://www.i-group.com.br/arquivos_mba/ebooks/midia_online.pdf

Indicação de Leitura Janeiro de 2007-Wire Frames

Uma simples abordagem de uma planta de uma web site:

http://www.karinaguimaraes.com/pdfs/Wireframes.doc

ESTÁ EM ALTA...

17:16 @ 10/06/2008

ESTÁ EM ALTA...

TESTES DE USABILIDADE WEB:
FOCO: USUÁRIO
MÉTODO:MAPEAMENTO DE INTERESSE DE NAVEGAÇÃO E SEQUÊNCIA DE NAVEGAÇÃO

por karina Guimarães

postado em  no Canal I-Mastrers e Ti Masters em 20 de fevereiro de 2006

http://www.imasters.com.br/artigo/3634/usabilidade/arquitetura_da_informacao_-_tudo_e_informado_ou_informa_algo

O que é Arquitetura da Informação Web?

Podemos defini-la como uma nova ciência subsidiada a um processo de criação, mapeamento e desenvolvimento de sistemas/web. O mapeamento visual e contextual de um sistema, seja ele qual for, torna as informações identificáveis, assimiláveis, claras e aplicáveis a qualquer outro sistema de informação.

A arquitetura visual é aplicada ao contexto do projeto: é definida como o uso de um método particular de construir a informação visual, encontrando assim um equilíbrio da comunicação entre imagens e palavras. Esta nova Ciência conta com sete idéias que nunca devem ser esquecidas: Organização, Navegação, Nomeação, Pesquisa, Desenho e Mapeamento. Abro um parêntese para “desenho” e “mapeamento”. Ambos tangem o desenho visual que subsidiará a estrutura da arquitetura da informação e viabilizará todo o escopo das informações de uma página.

Na criação de um sistema de informação, o papel do arquiteto da informação é correlacionar as seguintes vertentes: Psicologia, Ciência da Computação, Educação, Ciências Cognitivas, Design Gráfico e Desenho Industrial, Design Instrucional, Sociologia, Antropologia, Engenharia de Software, Modelagem e Administração de Dados e Ergonomia. Portanto, AI une três campos vitais: a Tecnologia, o Design e o Jornalismo/Redação.

Sociedade do conhecimento

Tudo é informado ou informa algo. Nesta sociedade do conhecimento contemporânea, somos atingidos por inúmeras informações, com velocidade e agilidade tal que, na maioria das vezes, não damos conta de digeri-las ou assimilá-las. No Brasil, a cada quatro meses, um milhão de novos usuários inserem-se no mundo digital. Nesse contexto, mistura-se a quantidade à ausência de qualidade, sem proveito concreto para o consumidor das informações, em termos de conhecimento construído. A complexidade e a importância dos sites aumentam a cada dia, gerando assim um total descontrole.

Usuário, o centro de tudo

Arquitetando e planejando um sistema de mídia, evita-se que o usuário se perca na informação buscada e abandone o site em menos de dez segundos. A atração pela informação deve ser direcionada de acordo com o interesse do público-alvo. A arquitetura de um site parte do ponto da interação homem-computador, que hoje é subsidiada por um longo estudo sobre inclusão digital – uma vez que os “incluídos” serão os futuros usuários para os quais construiremos Web Sites relacionados aos seus interesses. Os “incluídos” fazem parte do público-alvo de uma análise de website. Temos de prestar atenção neles. O usuário é a dimensão fundamental. Segundo Deborah Mayhew, o primeiro princípio do projeto de interfaces - do qual derivam todos os outros princípios - é conhecer o usuário. Portanto, devemos pensar e/ou simular o raciocínio dos usuários web, os quais nunca são iguais e pensam igual. O arquiteto trabalha com a diversidade de pensamento e necessidade.

Usabilidade: sentido da arquitetura

AI não é usabilidade. A usabilidade é encarada como um subconjunto da AI. A AI web é o FOCO no estudo de usabilidade. Torna-se vital entender a diferença entre AI e usabilidade. Os questionamentos da arquitetura da informação esclarecem freqüentemente uma porcentagem grande dos questionamentos da usabilidade.

 

De acordo com inúmeras pesquisas, existe hoje o passo de seis segundos para manter a atenção do usuário (audiência) em um website. Logo tende-se à pouca leitura e assimilação de informação textual e, ainda, à ascendência das informações visuais, com rápida percepção de símbolos. Isto requer uma melhoria do planejamento de construção da arquitetura visual, como citado anteriormente.

Estudo de caso

Ninguém mais que o arquiteto da informação deve desenvolver este processo com precisão, pois, com o objetivo de conhecer seu público-alvo, nenhuma abordagem única de pesquisa será suficiente. Captar necessidades, prioridades, comportamentos, modelos mentais e estratégias de busca de informações representa um desafio multi-dimensional, que pode envolver diferentes técnicas. Essa fase da pesquisa é a que investigará tanto as audiências como as tarefas, as necessidades, os comportamentos, as experiências e o vocabulário dos usuários.

Segundo Lou Rosenfeld e Peter Morville, a arquitetura para a World Wide Web se baseia na seguinte sequência: usuários + contexto + índice = AI. AI para Web desenvolve os seguintes processos:

 

Examina cliente da informação própria (índice);
Pessoa usando a informação (usuários);
Edições do negócio (contexto) em que a informação está sendo apresentada.


Profissional de AI: o novo diplomata da informação do Século 21

Ele mapeia determinada informação e nos disponibiliza o mapa, de modo que todos possam criar caminhos próprios em direção ao conhecimento. A visibilidade da arquitetura da informação a partir da segunda metade dos anos 90 coincidiu justamente com o momento em que a Internet atingiu massa crítica. Este profissional deve estar pronto para encarar análise de dados, design, interação homem-computador, comunicação e lógica de pensamento. Compreender a diferença de papéis do arquiteto da informação e do profissional de usabilidade ajudará a definir melhor os deveres e montar uma equipe de desenvolvimento bem sucedida. Projetar para usuários é uma tarefa inerente à arquitetura da informação, mas muitos arquitetos da informação têm também experiência e interesse significativos com questões de usabilidade, assim como os especialistas em usabilidade são frequentemente solicitados para executar deveres de arquitetos da informação.

IHC - Interação homem-computador

A confusão gerada entre transmitir dados e criar mensagens com significado teve sua origem na demasiada atenção dada aos computadores, em detrimento dos usuários. Essa compreensão é relativamente nova e foi o que determinou a necessidade de se criar sistemas informacionais mais aceitáveis - que apresentam uma AI eficaz do ponto de vista humano. Sendo assim, a palavra-chave é INTERATIVIDADE e o processo vital é o PLANEJAMENTO.

Tudo informa algo ou é simultaneamente informado: ao olhar um web site você é informado visualmente e informa ao computador sua expressão visual de satisfação. Se a lógica é esta, então arquitetar um sistema é uma tarefa ainda mais complexa e delicada na qual a atenção aos “detalhes” é imprescindível. O papel do arquiteto se estende ainda mais numa linha de importância entre as comunicações virtuais. Partimos do princípio de que apenas o fato de o “Ser Vivo”, apenas por existir e sequer agir, já informa muitas coisas e é informado de muitas outras coisas. A existência é a pura informação, seja ela qual for, pois o “nada” não existe. Trabalhar com a informação é a ferramenta mais poderosa existente hoje.