Grupos

Prezados viajantes.

 

No nosso blog, procuramos colocar o máximo de informações relevantes possíveis aos próximos viajantes, como dados sobre a cidade, história, clima, demografia e relevo.

 

Tais dados não foram tirados da minha cabeça; pesquisamos muito antes de colocar as informações aqui.

 

Então, estou citando as fontes pesquisadas que utilizei para dar a maioria das informações sobre as cidades que visitamos, e que tambem utilizamos para planejar a nossa viagem. Até para os viajantes que precisarem se aprofundar nas suas pesquisas.

 

Livros, Revistas e Periódicos:

 

 

Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul

Autor        Zizo Asnis

Editora      TRILHOS E MONTANHAS

 

 

Revista Viagem e Turismo Especial: Guia O Melhor da América do Sul

Edição: 4

Número de Páginas: 321

Ano de Lançamento: 2005

 

 

Sites

 

 

São inúmeros os sites que pesquisamos, vou colocar os mais relevantes

 

Crônica: Trekking, gelo e pingüins na viagem ao "fim do mundo"

Por Sergio Ripardo da Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5260.shtml

 

 

Vinhos, chocolates e paisagens de tirar o fôlego na Serra Gaúcha

Por Férias Brasil

http://feriasbrasil.terra.com.br/scripts/regiaofantasia.cfm?regiaofantasia=Serra%20Ga%FAcha

 

Portal Gramado

http://www.portalgramado.com.br/

 

Fórum: Mochileiros.com – Maior comunidade mochileira da Internet Brasileira

http://www.mochileiros.com/

 

Mochila Brasil

http://www2.uol.com.br/mochilabrasil/

 

Secretaria de Turismo de Buenos Aires

http://www.bue.gov.ar/home/

 

Secretaria de Turismo de Ushuaia

http://www.e-ushuaia.com./

 

Governo do Chile

http://www.gochile.cl/Home_s/Default.asp

 

 

Além das entrevistas e pesquisas que fizemos com os habitantes locais.

 

Abs

 

Rômulo Murdock

 

FORCA SEMPRE

 

In God we trust!

Família Murdock: Santiago do Chile Parte 02

 

         Holá viajantes!!! Saudações!!!

 

         Finalmente, é hora de voltar para casa. Depois de rodados 19.838kms, utilizando todos os tipos de transporte, estamos nos preparando para ir para casa.

 

         Então, vamos lá: nossos últimos dois dias em Santiago e a volta para casa.

 

O penúltimo dia foi o dia de conhecer os arredores de Santiago, restaurantes e afins.

 

Conversamos com Sarita, nossa guia em Santiago. Ela deu altas dicas para conhecer a cidade e recomendou que fossemos para um parque que fica no centro da cidade, onde tem teleférico, etc (não lembro o nome...), como se fosse o Central Park, entende?

 

Outra opção seria seguir para Viña Del Mar, cidade que fica bem próxima de Santiago, onde tem vinícolas, passeios e estava rolando um festival de musica internacional com bandas como o A-Ha, dentre outras.

 

Bem, sinceramente Viña Del Mar foi o que me pareceu melhor opção, mas estava tão cansado de viajar, sério mesmo, que preferi seguir para o centro da cidade (de novo), para procurar o tal parque.

 

Acabou que não encontramos... fomos para o mercado público, bem próximo a estações de metrô, e fomos provar da culinária de Santiago.

 

Vocês devem estar pensando que o mercado público é um lugar feio, onde só dá o povão, mas não é nada disso. É um ponto turístico mesmo, bem freqüentado. Claro que tem a ala do povão, mas a maior parte é mesmo reservada para os turistas.

 

É impossível você entrar no mercado público e sair sem comer nada. As opções são das mais variadas possíveis; mas a predominância é de peixes e frutos do mar.

 

Tem vários restaurantes, mas o mais badalado e que tem mais lojas é o Donde Augusto. Ele só pode ser dono do mercado, porque no centrão, só se vê restaurantes Donde Augusto.

 

Bem, sentamos e fomos comer.

 

Fofinha, pediu salmão. Eu, pedi carne de alguma coisa (caça).

 

Almoço no Donde Augusto

 

Os pratos, são muito bem servidos. Principalmente os de frutos do mar e peixes. Você come muito bem e paga relativamente barato.

 

Nossa conta, deu CP$ 12.000 algo como US$ 22,00, com as biritas.

 

Embora os outros garçons tenham dito que eles eram careiros, achamos os preços até bastante acessíveis.

O prato principal (e também mais caro), é a centolla.

A centolla, que não é estranha nossa pois tínhamos visto em Ushuaia, é um carangueijo de alto mar incrivelmente grande.

 

Escolhendo o prato

No detalhe, a Centolla

 

Um casal ao lado da nossa mesa, pediu esse prato, que custa US$ 150,00. Fica um garçon exclusivamente para eles, preparando o tal caranguejo com um alicate quebrando a casca, pois no maozão fica mais difícil.

 

         Nos tiramos uma foto, mas como não ilustra bem o tamanho do bicho, coloco outra que consegui na net. Sem exagero, é desse tamanho mesmo e o cara que está segurando, não é um anão.

 

A Centolla

 

         Bem, depois de comermos muito bem, fomos para (olha a criatividade) o shopping.

 

De shopping, não tem muito o que falar; bonito, grande, etc. Ah, também se paga para usar o banheiro.

 

         Tomamos sorvete, demos um role, e voltamos para o hostal

É, eu sei, não foi muito emocionante mas Santiago, é a capital da cultura. Se quiser ver museus, pode ir para lá... outras coisas, só nos arredores.

 

Sorvetada

 

         Bem, estamos nós, postando algumas fotos, falando com o povo no MSN, e chega uma nova hóspede australiana podre de feia.

 

         Começam a conversar ela e mais um cara e, conversa vai, conversa vem, os dois saem para a balada.

Novamente, ficamos em casa.

 

         Estou lá eu, assistindo o meu DVD, quando chega o casal. Agarrados, se beijando muito, etc, etc.

        

         Eu, vou para o quarto. E vou me preparando para dormir, quando de repente e, não mais que de repente, a luz do quarto vizinho acende (lembra que eu falei que do meu quarto, tem uma porta com janelão interligando o quarto vizinho?).

 

         Pois bem, daí começam aqueles ruídos característicos. beijos, línguas, amaços e... tum! Cai um sapato no chão. Tum! Outro sapato no chão. Como o chão era de madeira, não tinha como não escutar.

 

         Meu amigo, daí começa um tal de um rangido (o colchão era de mola), e esse rangido vai aumentando e pegando ritmo e os beijos ficam mais ardentes e... para por um segundo. Pensei que tinham acabado. Ouvi uns cochichos e começa o rangido de novo. E vai e vem, vai e vem, e já vai dando aquela ansiedade, aumenta o ritmo, aumenta e... a respiração dois dois ficou mais ofegante, ouve-se uns gemidos e param. Finalmente...

 

         Gente, parecia que estavam no nosso quarto. Era impressionante.

 

Passa-se uns poucos minutos (eles nem tinham apagado a luz), começa de novo o ritual (que fôlego).

 

         Olho para o lado e da. Maria está com os olhos esbugalhados... se levanta com raiva dizendo: “assim não dá”. E sai batendo perna pelo quarto, em direção ao banheiro. O chão faz um barulho danado e eles interrompem; cochicham outras coisas e apagam a luz... e o silencia impera.... até as 08:00hs quando começa tudo de novo. Que despertador, esse... vou te contar.

 

         Como já tínhamos sido despertados, vamos tomar o café. O casal, nem sinal; continuava trancado no quarto.

 

         Depois do café, encontro com Luck no MSN que me faz uma encomenda nada inusitada: cerveja chilena.

 

Putz, lá vai eu atrás dessa cerveja de Luck.

 

Sarita indica um supermercado no final da rua, para onde eu sigo para comprar as biritas e mais uns vinhos.

 

Meu amigo, isso já tinha acontecido em Punta Arenas e agora em Santiago. Eu entro no supermercado, os seguranças da loja começam a cochichar a passar rádio, enfim, você percebe que está sendo vigiado.

 

Um deles se entregou, quando eu estava em um corredor e ele vem correndo, quando me vê, para do meu lado e tenta disfarçar.


Cara, não consegui disfarçar a minha revolta. E isso, era só com os estrangeiros; com os nativos nada. Meu, dá muita raiva.

 

Tentando levar na esportiva, peço ao segurança, com um sorriso bem amarelo, para ele me indicar bons vinhos para peixes e carnes. Ele indica com prazer umas opções de vinhos.

 

Alias, você entra em um supermercado em Santiago e os corredores são vários e imensos; são muitas as opções de vinhos para todo o tipo de prato e de preços bem variados.

 

Em geral, os vinhos são baratos. Mais baratos até, do que as cervejas que Luck me pediu para comprar. Que no fim foram holandesas e alemãs. Pelo que entendi, o Chile não fabrica cerveja, pois não vi uma cerveja chilena para vender. Tudo importado.

 

Bem, após esse episódio, peguei Fofinha no hostal e fomos comprar artesanato.

 

Na estação rodoviária, tem várias lojinhas com preços muito acessíveis e boas opções para comprar artesanato local.

 

No Chile, o artesanato gira mais em torno do couro e do cobre. A variedade é imensa e são bastante bonitos.

         Tentando não esquecer de todo mundo, compramos as lembrancinhas.

 

Para almoçar, ficamos por lá mesmo.

 

C Dica para os viajantes: Nos restaurantes chilenos, existem áreas reservadas para fumantes e não fumantes. Eles fumam mesmo durante as refeições e para quem, como eu, não gosta de comida fedendo a fumaça de cigarro, cachimbo, etc, peça uma mesa na ala dos não fumantes. Isso vale para todos os lugares que visitamos no Chile.

 

Compramos o artesanato, comemos um bom pollo assado, e seguimos para o hostel. Está na hora de seguir para o aeroporto.

 

Já estava tudo arrumando quando o táxi chegou (e o casal, ainda no quarto). Colocamos nossas mochilas no táxi e seguimos para o aeroporto. Alias, fica relativamente longe do centro.

 

         Chegando no aeroporto, estava um tumulto danado. Muita gente mesmo, um forte esquema de segurança. Pensei: isso tudo, só para me ver???

 

Que nada, a galera com maquinas fotográfica e tudo mais, quando vejo a camisa do U2. Ai me toquei: A turnê do U2, Vertigo, eles vem para Santiago.

 

Meu amigo, não deu outra. Era claro que eles iriam descer pela área internacional do aeroporto. E adivinha por onde nós íamos? Pela área internacional, claro.

 

         Corremos para fazer o chek-in, despachamos tudo e corremos para procurar Bono e cia.

        

         Após alguns minutos de espera e com o nosso vôo já sendo anunciado, eis que eles chegam.

 

         Os caras são demais, distribuindo simpatia. Não tinha como chegar perto deles, óbvio, mas vê-los tão de pertinho como nos os vimos, não tem como descrever. Parecia que estávamos nos bastidores, sabe? Todo mundo lá fora, espremido e nos bem pertinho deles, no maior conforto... Não tenho palavras para descrever. Foi para fechar a viagem com chave de ouro.

 

         Deu uma vontade danada de ficar e curtir o show deles, ingresso a US$ 100,00 com os cambistas, mas não dava mais. Era hora de voltar para casa.

 

         Os nossos nomes já estão sendo anunciados nos auto falantes e lá vamos nós, correndo pelo aeroporto até chegar no embarque, que já estava praticamente encerrado, só estavam esperando por nós. Mas valeu a pena, hora se não valeu...

 

Os demais detalhes, todos já sabem. Free shop em São Paulo, conexão em Recife e, finalmente, casa.

 

Foi uma expedição que nunca sairá da minha memória; lembranças e experiências vividas que estão eternizadas em nossas vidas. Amigos, colegas, companheiros de viagens, saudades de todos eles que encontramos e formamos, mesmo que por pouco tempo, uma família.

         Amigos, agradeço a todos vocês que nos acompanharam no decorrer da nossa expedição. Foram dias de muitas alegrias, choro, suor, frio e lágrimas, mas que valeram muito a pena.

 

         Foram 30 dias de pe na estrada:

 

- 20 cidades visitadas;

- 02 capitais federais;

- 09 capitais regionais;

- 19.838kms rodados;

- 30 horas voadas;

- 20 horas de treking;

- 04 horas de barco;

- 06 horas de trem;

- 06 hotels, albergues, aparts;

- 1.000.000 de pontos em experiencia de vida!

 

         Estou a disposição de todos vocês que tiverem duvidas e precisarem de ajuda no planejamento de uma viagem; mesmo que não seja tão longa.

 

        As principais fotos desta nossa viagem, estao no nosso flog.
Visitem: http://photos.yahoo.com/dizaigalado

 

 Deixo meu abraço sincero a todos.

 

Mas não pensem que acabou. A Família Murdock já tem destino certo para janeiro de 2007: Chapada Diamantina.

 

Gruta Azul e Morro do Pai Ináci: Chapada Diamantina - BA

 

E em janeiro de 2008, a próxima parte da nossa expedição.

 

O destino agora será: Peru e Bolívia.

 

Machu Piuchu, Nazca, lago Titicaca, Salar de Uyuni e muito mais. O planejamento já começou. E, em breve estaremos seguindo.

 

Machu Pichu e Linhas de Nazca - Peru

 

Um abraço a todos

 

E bons ventos!!!

 

Rômulo Murdock

 

FORÇA SEMPRE

 

In God we trust!

        

 

 

Um provérbio indígena questiona se:

 

“Somente quando for
cortada a última árvore, pescado o último peixe,
poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber
que não podem comer dinheiro".

Hola viajantes, saudações.

 

         Chegamos, então, ao ponto final da nossa expedição: Santiago do Chile ou simplesmente Santiago.

 

Santiago: a capital do Chile


 

Santiago foi fundada em 1541 pelo conquistador espanhol Pedro de Valdivia que expulsou os índios mapuches, com suas tropas na época da colonização espanhola.

O que hoje é uma metrópole e a quinta maior capital do continente, no século XVI não passava de uma vila com 700 mestiços e cercada por muros para evitar confrontos com os índios.

Sua colonização teve seu crescimento acelerado no século XIX, devido a forte industrialização e com a imigração e migração.

Hoje é uma cidade com aprox. 05 milhões de habitantes.

Santiago não é tão charmosa como Buenos Aires nem tão grande como São Paulo, mas é uma cidade bastante interessante e talvez a capital mais limpa da América do Sul.

Em dias de sol, vê-se a Cordilheira dos Andes circundando a cidade, que é uma visão que impressiona.

Santiago tem as 04 estações bem definidas. No verão, sol e clima seco, com temperaturas em torno dos 25ºC. No inverno, frio rigoroso devido a proximidade com a cordilheira. Segundo nativos, precisa-se usar cobertor elétrico para dormir nos dias mais frios.



         Descemos do ônibus e a rodoviária parece mais organizada. Pegamos as nossas mochilas e vamos obter informações sobre táxis.

         Tem duas opções de táxi em Santiago. Com tarifa pré-definida na bandeira e com bandeira aberta.

Funciona assim:

Tem um valor pré-definido para distancia percorrida. Ex. PC$ 500,00 x 1,5km, ou seja, a cada 1,5km, paga-se quinhentos pesos chilenos. No pára-brisa dos táxis tem a informação.

Eu não vi remís, por isso não sei se tem ou não em Santiago.

Dentro da rodoviária, tem um balcão de táxis de cooperativa. Daí, conversei com a atendente e, com o endereço nas mãos, perguntei quanto ficaria. PC$ 2,500 aproximadamente, respondeu.

 

Pegamos o táxi e fomos para a nossa hospedaje que tínhamos reservado previamente.

 

HOSTAL SANTIAGO: SANTIAGO, CHILE

 

Localização

 

 

Região

:

Metropolitana

Província

:

Santiago

Cidade

:

Santiago

Localidade

:

Barrio yungay

Destinos próximos

:

Santiago e arredores

Zona Turística

:

Montanhas, cidades e vales

Redondezas

:

Urbano, metro e terminal rodoviário

Dados do Hostel

 

 

Estabelecimento

:

Hostal santiago

Classe

:

Hostal-residencial

Classificação

:

Sem classificação

Temporada

:

Todo o ano


Endereço

:

Compañia 3023

Telefone

:

(2) 6815857

Telefone Info.

:

(2) 6814046

Fax

:

(2) 6815857

URL

:

www.hostalsantiago.cl

e-mail

:

contacto@hostalsantiago.cl


           Chegamos nos hostal e, para nossa surpresa, ela diz que estava lotado. Expliquei que tinha reservado e tudo o mais, mas ela disse que não tinha recebido a reserva.

 

Pôxa, estava super cansado e a senhora tinha perdido a reserva... era demais. Sei que ela ligou para um e para outro e acabou achando a reserva.

 

O hostel fica em uma área, que poderia dizer, seria a parte antiga de Santiago. Casarões antigos, com fachadas e janelões.

 

O nosso hostel não era diferente. A dona tinha herdado de seus antepassados e tinha transformado em hostel. Ou seja, ele não foi construído para ser um hostel.

 

O hostel é abafado, pois não tem janelas laterais, os quartos são interligados por grande portas e não tem janelas e os banheiros... bem, são um caso a parte.

 

Então, não recomendo este hostel para os viajantes. Cobra as tarifas de outros hostels bem mais estruturados e confortáveis sem oferecer o mesmo padrão. A vantagem deste é que fica bem próximo a estação de metro e a rodoviária.

 

         Resolvido o problema da reserva, veio a Sarita. Pessoa tão simpática e atenciosa que fiquei feliz e aliviado, pois teria tido a impressão errada dos chilenos.

Adivinha? Ela era Peruana!!!

        

          Bem, resolvido o impasse do quarto, fomos nos aninhar... e quem disse que queria conhecer a cidade??? Que nada. Deitamos para tirar “aquele cochilo” e quando acordei já eram pra lá de 22:00hs. Fofinha continuava dormindo.

 

         Aproveitei e fui acessar a Internet, falar com os amigos e assistir um DVD.

Quando Fofinha acordou, fizemos o jantar e novamente fomos dormir.

 

2º dia, 09:00hs

 

Acordamos e tomamos o café, feito por Sarita. Uma vitamina com torradas. Estava até boa.

 

Peço as coordenadas à Sarita para dar um pulo no escritório da TAM que fica na área comercial de Santiago e depois dar um rolé pela cidade.

 

Ela nos da o mapa da cidade e do metro e explica onde devemos ir.

 

Depois do café, seguimos nosso rumo e vamos para o metro. De dia, o bairro não é nada bonito. Muitas casas antigas, algumas abandonadas... parece periferia mesmo. Mas quando andamos mais um pouco e chegamos na av. Libertador O´Higgins (principal) o cenário muda. O metro, que estava tendo uma exposição de arte então, de primeiro mundo.

 

         Pegamos o metro, fazemos a baldeação e seguimos para o escritório da TAM. Quando saímos do metro, o cenário muda. Parece até que estamos na av. Paulista. Grandes prédios de grandes empresas fazem parte do cenário.

         Andamos mais um pouco e chegamos na TAM.

 

Uma jovem vem nos atender e, eu tento falar em um espanhol horrível, que queríamos confirmar as passagens.

Ela percebe a minha dificuldade e começa a falar em português. Que alívio, pensei. Daí, conversa vai, conversa vem e Fofinha solta um comentário: “Noosssa, parece até que ela está falando português; estou entendendo tudo”. Aí eu me acabo de rir.

“Fofinha, nosso espanhol não está tão bom assim não; ela está falando em português”.

        

         Bem, no fim, foi ótimo termos ido para lá, pois o nosso vôo de volta, estava diferente. Fofinha estava Santiago à São Paulo à Natal e o meu estava Santiago à São Paulo à Recife à Natal.

 

         Graças ao Pai, tinha vaga no meu vôo e Fofinha foi transferida; e o melhor, sem cobrança de diferença de tarifa. Deus é muito bom!!!

 

         Resolvido a parada, fomos conhecer Santiago. E fomos dar umas voltas no centro da cidade.

 

        Muitos prédios antigos, muitas construções atraentes... Mas nada muito envolvente.


Palacio de alguma coisa e ao fundo, um grupo de japoneses

Sede dos Correios

Na Plaza de Armas



Santiago é uma ótima cidade para quem quiser se aculturar. Muitos museus e obras de arquitetura interessante, mas poucas atrações turísticas.

 

No centro, é fácil andar com ruas exclusivas para pedestres. Mas atenção: alguns aparentes calçadões são, na verdade, ruas onde circulam carros; sendo fácil levar um susto.

 

É fácil ficar entediado, por isso, resolvemos voltar para o hostel para jantar.

 

Durante o jantar, conhecemos uns viajantes que nos convidam para a balada... pergunte se fomos: fomos nada. Fomos dormir. Muito cansados. Acho que estou ficando velho....

 

No próximo post:

 

Culinária de Santiago;

A volta para casa;

Presente inesquecivel: Um encontro inesperado com o U2.

 

Abs

 

Família Murdock

 

FORCA SEMPRE

 

In God we trust!

Olá viajantes. Saudações!!!

 

Pensaram que não iria atualizar o blog hoje, só porque ontem foi feriado??? De jeito nenhum. Não posso faltar com os aventureiros que estão de viagem marcada e meus amigos que estão acompanhando a viagem e viajando conosco.

 

         Continuamos subindo a o Chile, para a região central com destino a Santiago. Nossa última parada internacional e ponto de retorno para o Brasil.

 

         Após o atraso do ônibus e uma viagem um pouco desconfortável, chegamos em Pucón.

 

         Vamos saber mais sobre essa agradável cidade.

 


Pucón

 

Se estiver procurando ação, Pucón é a cidade certa.  Reserve uma quantidade razoável de dias ao visitar essa cidade, pois a oferta de atrações esportivas são muitas e as mais variadas. Dentre as quais podemos citar rafting, treking, pesca, mountain bike, esqui, snowboarding, etc.

A cidade, fundada em 1883 com o estabelecimento de um quartel, é bastante pequena. Apenas 10.000hab aprox. Fica a 227m acima do nível do mar e tem cenários maravilhosos.

 

Pucón é uma cidade bastante tranqüila. Vive, basicamente, do turismo. Segundo relatos, não é fácil encontrar adultos nascidos em Pucón; a maioria veio de Santiago e outras grandes cidades em busca de paz e tranqüilidade.

 

Em Pucón uma vista que pode assustar um pouco é o vulcão Villarrica, que fica praticamente, “aos pés” de Pucón.

 


         Apesar de tudo isso, a família Murdock estava bastante cansada para curtir a cidade. Quando descemos do ônibus, nossa primeira providencia foi tentar passagens para Santiago.

 

         Finalmente conseguimos passagens para Santiago; e o melhor, para pouco mais de 01 hora. Mas não foram baratas não. No Chile, você tem 03 opções de assentos para viagens distantes: Assentos, semileito e leito.

 

         Cada uma, claro, com preços diferenciados. Mas como não tinha muita escolha, comprei os últimos dois lugares leito. E um olá para o cartão de crédito... sim, porque em dinheiro vivo, não tínhamos mais quase nada.

 

         Enfim o ônibus para Santiago. E tome mais de 12hs de viagem... O ônibus é confortável, tem serviço de bordo e passa uns dvd’s.

Quanto a ser um leito... bem, isso já eh outra história.

Para mim, com quase 1,90m, ficou bem apertado. E quando o viajante da frente baixava o assento dele, eu ficava espremido.

Já fofinha, dormiu bem.

No geral, os chilenos até que são educados. Eles só baixaram completamente o assento, quando iam dormir.

 

Pucón: Aos pés do Villarrica

Lago Villarrica

Lago Villarrica

 

         Cansado, mas feliz por estar a caminho de casa, fechei os olhos e acordei, na entrada de Santiago.

 

         Olha, olhando para trás eu me arrependo um pouco de não ter aproveitado Pucón. Mas acontece que, além de estarmos com pouco dinheiro, estávamos entrando e saindo de ônibus ah, pelo menos, 48 hs. Não tem quem agüente esse ritmo. Noite mal dormida, comida mais ou menos, eu só queria um quarto e uma cama para dormir três dias seguidos... daí se tem uma idéia do cansaço.

 

         Então, de Pucón não tenho muitas dicas a dar. Coloquei algumas fotos que achei na Net para ilustrar o post. As informações que consegui sobre Pucón, foram em site oficial e em guias de turismo.