Grupos

Hola amigos!!!

 

         Voltamos de Paine e fomos direto para a Puerto Natales, como relatei no nosso ultimo post.

 

         Chegando em Puerto Natales, nos vimos em uma situação em que teríamos que replanejar a viagem.

 

         Tínhamos planejado passar 05 dias no treking em TDP e, assim sendo, sem gastos com hospedagens e afins.

Como o trekking não deu certo, aliado aos custos da entrada e o transporte - que foram muito caros - boa parte da nossa reserva finaceira foi utilizada, e o restante da viagem ficou comprometido.

 

         Chegamos a um dilema e tivemos que replanejar a viagem.

 

De acordo com o nosso planejamento inicial, a próxima parada era El Calafate para visitar o Glacial Perito Moreno e de lá partir para El Chaltén, capital mundial do treking e um lugar muito lindo, ambos na Argentina.

 

Visao de El Chalten

Lago Desierto - El Chalten

 

         Estávamos muito perto de El Calafate, - cerca de 06 horas de ônibus - mas tínhamos um problema: se seguíssemos para Calafate e Chalten, quando terminássemos a visita, invariavelmente teríamos que voltar para Puerto Natales para fazer a conexão de ônibus para seguir para Puerto Montt. Ou seja, gastaríamos uma boa parte do dinheiro que tinha nos restado só de ônibus; e ainda estávamos no meio da viagem.

 

         Não tinha jeito. Tivemos que desistir de visitar o Glacial. Fazer treking em El Chalten, então, estava fora de cogitação, haja visto que o equipamento não tinha segurando o tranco.

 

Passeio de Barco - Perito Moreno

Glacial Perito Moreno

 

         Marta fica no hostel e lá vou eu para mais uma visita a Senatur.

Cheguei na hora do almoço, não tinha ninguém. Aproveitei para ficar tirando mais umas fotos da cidade.

 

 

 

 

         Voltei. A Senatur estava aberta. Quando entro, tem um casal de franceses. Aguardo a moça (só tinha uma), terminar de atendê-los.  Passam 10min... 15min...30min... perdi a paciência. A francesa era muito chata. Estava alugando a moça que estava para dar informações para todos e só fazia gritar. Pedi licença e solicitei auxílio da moça sobre ônibus para Puerto Montt.

 

         Pego os dados com a moça, não levei mais que 10min, e a francesa ainda estava lá... ô povinho chato! Os caras se acham!

 

         Fui a várias empresas e agências a procura de ônibus para Puerto Montt. Só encontrei em uma.

 

         Cheguei a pequena agência da Bus Sur,(Calle Baquedano, 558 – Puerto Natales - Chile)  que ficava na esquina da hospedaje em que estávamos hospedados.

 

         Sou atendido por uma chilena. Que me diz que tem vaga a partir de Punta Arenas; ou seja, teríamos que ir a Punta Arenas e fazer uma conexão para Puerto Montt.  Beleza. Tem vaga? Perguntei. Ela disse que o sistema estava fora do ar e que eu voltasse depois.

         As passagens custavam CP$ 33.000 cada um, sendo CP$ 3.000 o trecho Puerto Natales à Punta Arenas.

 

         Passei na hospedaje, peguei os dólares e saí para trocar.

 

Para minha sorte, a agencia de turismo que eu estava trocando os dólares, estava fechada. Digo sorte porque segui pela rua Arturo Pratt, até a esquina com a Av.Buines, onde encontrei um pequeno shopping (centro comercial para ser exato). E adivinha só? Dentre as lojinhas tinha uma casa de câmbio; oficial. Ou seja, praticava uma cotação mais justa dos que eu havia encontrado até então.

 

         Como não íamos mais para a Argentina, troquei dólar, peso, só não troquei real porque eles não queriam. Mas o que deu para aumentar a grana, eu fiz. A cotação estava US$ 1,00 è PC$ 515,00. Bem melhor do que eu estava trocando até então.

 

         Bem, com o dinheiro na mão, voltei para a agência.  A mesma senhora que me atendeu informa que o sistema ainda está fora do ar. Falo para ela que vou esperar e fico esperando...

 

         O que eu percebo, enquanto espero, é que outras pessoas vão sendo atendidas e eu fico sobrando... Aliás, só para constar, a chilena era muito parecida com a que tínhamos encontrado no refúgio Chileno: grossa como uma seqüóia.

 

         Outra atendente chega e vou me consultar com ela. Esta, educada, informa que o sistema estava, realmente fora do ar. Mas ligou para o escritório em Punta Arenas e faz a reserva para mim. O único inconveniente é que eu teria que pegar as passagens de Punta Arenas a Puerto Montt, quando chegasse em Punta Arenas.

 

         Ela me deu um recibo e as passagens até Punta Arenas, onde mudaríamos de ônibus para Puerto Montt.

 

         Chego na hospedaje e conto as novas para fofinha. Pegamos o mapa, as anotações e vamos fazendo as revisões para a nova etapa da viagem.

 

C Dica para os viajantes: Se você esqueceu ou perdeu algum equipamento para a seu trekking, você pode alugar em Puerto Natales. Sacos de dormir, barracas, botas, casacos, tudo pode ser encontrado a preços módicos.

 

         De Punta Arenas a Puerto Montt são 31 horas de viagem. Fomos ao supermercado, para comprar aquelas baganas que comemos durante as viagens.

 

         Feito a feira, regada a muita ruffles e refrigerante, voltamos para a hospedaje. Arrumamos as coisas e vamos dormir.

 

         Acordamos as 05:00hs, pois o ônibus sairia as 06:00hs. Tomamos o desayuno (café da manhã) e seguimos para a garagem, onde o ônibus já estava esperando.

 

         Chegamos em Punta Arenas as 09:00hs, 03 horas depois de sairmos. Corro para a pegar as passagens para Puerto Montt; graças ao Pai, estavam lá.

 

         O ônibus para Puerto Montt, só sairia ao 12:00h. Deixamos as mochilas no escritório da agência e vamos dar mais uma volta pela cidade e bater mais algumas fotos.

 

 

C Dica para os viajantes: Para quem esta subindo ou descendo, no sul do Chile, Punta Arenas é o principal ponto para seguir para outras regiões do Chile (Santiago, Osorno, Pucon, etc) Se você estiver em Punta Arenas e for seguir para Puerto Natales, compre as passagens de ida e volta, pois sai mais barato do que comprar os trechos individuais em cada cidade.

 

Meio dia. Chega o ônibus. Semi-leito, bem confortável. Na hora de colocar as nossas bagagens, o cobrador já vai implicando com os isolantes térmicos que estavam fora da mochila e diz que não pode despachar. Tenho que tirar os isolantes e subir com eles.

 

13:00hs. Todos estamos no ônibus, que segue lotado. Embora a grande maioria dos passageiros seja de viajantes, como nós, vejo casais chilenos e familiares se despedindo e correndo atrás do ônibus, chorando, já saudosos... Interessante essa tal saudade. Não escolhe nacionalidade, raça, cor ou credo.

 

         O ônibus tinha DVD e fones de ouvido individuais; além de travesseiros e cobertores. Nos acomodamos e nos preparamos para uma longa viagem.

 

No próximo post:

 

- Os chilenos já não me parecem mais tão simpáticos;

- A Chegada a Puerto Montt

 

Abraços a todos e até a próxima sexta-feira.

 

So lembrando: as fotos de Perito Moreno e de El Chalten tem carater meramente ilustrativo. Infelizmente, nao estivemos pessoalmente... mas ainda iremos.

 

Estou a disposição para duvidas de colegas viajantes

 

Rômulo Murdock

 

FORÇA SEMPRE

 

In God we trust!

Olá amigos viajantes, buenos dias!

            Estamos novamente na estrada.

Dessa vez, subindo da patagônia chilena austral até a região dos lagos.

 

            O ônibus é bastante confortável, as poltronas são relativamente largas, mas por serem semileitos, quem reclinar a poltrona a sua frente, fica difícil você sair.

 

            Até Puerto Montt são, se me recordo bem, 38hs de viagem. O que acaba por atrasar a viagem é a entrada e saída no território argentino. Tivemos que fazer a alfândega duas vezes.

 

            Começou um filme (em espanhol); pego minhas batatas e a boa e velha coca-cola e começo a lanchar. Não demora muito e descubro que o ônibus tem serviço de bordo.

Alem do motorista, tem um, digamos, comissário de bordo. Este fica encarregado de garantir o conforto dos passageiros.

 

            Bem, o almoço não é ruim: frango com purê de batatas e arroz, junto com refrigerante.

 

            A viagem segue; o ônibus não para, somente para reabastecer.

 

Quando chega a noite, o tal comissário de bordo vai de janela em janela, fechando a cortina. Ele praticamente senta no seu colo para fechar. Confesso que isso me incomodou; ele não pede licença tão pouco pergunta se você quer fechar a cortina; ele fecha mesmo.

E a mesma cena se repete quando amanhece: ele abre a cortina, esteja você dormindo ou não.

 

            A viagem segue transcorrendo normalmente, até chegarmos em uma parada para reabastecer.

 

            Estamos reabastecendo, todo mundo desce do ônibus, vai comprar as bugigangas, etc. Marta vai ao banheiro. Quando vejo, já estão quase todos dentro do ônibus. Vou falar com o tal comissário que ainda faltava um passageiro e o cara veio me gritar, olha só. Apontando o relógio, falando umas coisas e tal e ainda tinha gente fora do ônibus. Engoli esse no seco e fui chamar Marta.

Quando estou errado, eu fico calado, mas não foi nada fácil engolir aquele grito.

 

            Daí para frente, a viagem foi uma merda. Fiquei logo puto com o comissário e, como não consigo disfarçar, ele percebeu, lógico.

 

            Além disso, a comida que veio quente no primeiro dia, agora vinha gelada. E o pior, o cardápio era quase sempre o mesmo. Não variava. Ainda bem que levamos o lanche.

 

            Após longas 38hs de viagem, estamos chegando a Puerto Montt. De cara se vê que já é uma cidade maior. Mas não uma metrópole.

 

            Na hora de desembarcar, e pegar as mochilas, o comissário pede os tickets de bagagem e nem confere. Na minha vez, que tinha 03 mochilas, ele pede um, eu entendo um numero e entrego o ticket e ele não confere. Quando pega a segunda, pede o ticket e dessa vez confere. O que acontece: era o ticket que eu tinha entregado e ele não tinha conferido. E pra explicar isso para ele... ahhh saco!!! Fiquei calado, peguei a terceira mochila e vamos seguindo nosso destino.

 

            Na rodoviária, funciona um quiosque de informações turísticas. Fomos lá. A chilena, numa senhora má vontade, entrega o mapa e não nos dá informação nenhuma. Tava muito ocupada falando no MSN com seus amigos, para trabalhar.

 

            Juntando todos esse fatos, mais o que aconteceu em TDP no albergue chileno, comecei a mudar a minha impressão dos chilenos.

 

Na próxima sexta, apresentaremos Puerto Montt e arredores.

 

Abs

 Rômulo Murdock
 FORCA SEMPRE
 IN God we trust!

Artigo: Como obter um passaporte

 

 

Nas viagens para o exterior, a identidade e o CPF (Cadastro de Pessoa Física) serão substituídos pelo passaporte. Ele é sua identificação fora do país. Para tirar o passaporte, é preciso levar seu R.G. - carteira de identidade - ou certidão de nascimento, CPF, comprovante de residência, título de eleitor com o certificado dos dois últimos votos e duas fotos 5x7.  

 

Também são necessários a certidão de casamento, para os casados, e o certificado de reservista, para homens de 18 a 45 anos. Todos originais. Junto com esses documentos,   também deve ser apresentado um formulário  preenchido  de solicitação do passaporte, encontrado em papelarias. É preciso ainda pagar uma taxa (GAR/Funapo) de R$ 89,71 no Banco do Brasil - entregue o comprovante junto com os documentos citados. Quem tem passaporte vencido deve levá-lo também.

 

Com isso em mãos, basta ir aos postos da Polícia Federal. Em Natal, o posto central fica na Avenida Jerônimo Câmara, s/n.º – Lagoa Nova. O telefone é (0XX84) 3204-5500. Existe também um posto na Central do Cidadão do shopping Via Direta. No Rio de Janeiro, o principal posto fica na região central, na Rua Rodrigues Alves, 2. O telefone para informações é (0XX21) 2912142. De posse de seus documentos, despachantes podem tirar o documento, cobrando algo próximo de R$ 50,00.
O passaporte sai no dia seguinte.

 

Atenção: o novo Passaporte Comum do brasileiro, que passará a ser emitido neste ano, terá a cor azul, de acordo com o padrão estabelecido pelo Mercosul, e contará com 16 novos itens de segurança, que tornarão sua falsificação praticamente impossível. As mudanças seguem as normas internacionais de segurança estabelecidas pela organização de Aviação Civil Internacional (ICAO), agência ligada às Nações Unidas.

 

O atual passaporte brasileiro (verde), está sendo substituído pelo novo passaporte brasileiro (azul). O novo passaporte tem até 30 dias para ser emitido (diferente do antigo que era entregue no dia seguinte). Então, se não tem passaporte e pretende viajar, verifique o prazo para não perder ou remarcar a viagem.

Quem tem o passaporte verde válido, pode continuar usando.

Para mais informações sobre o novo passaporte, clique aqui.

 

          O requerimento de passaporte pode ser preenchido on-line, substituindo o formulário impresso obtido em papelarias ou nas Polícias Federais.

Para mais informações sobre obtenção de passaporte, clique aqui

 

           Perder passaporte fora do País é sinônimo de dor de cabeça. Portanto é aconselhável tirar uma cópia da página 2 do passaporte, que não substitui o original mas ajuda na solução de alguns problemas. Caso isso aconteça, procure rapidamente a embaixada ou o consulado do Brasil.

 

            Outro documento importante é o visto, que é anexado ao passaporte. Ele é exigido por alguns países, como Estados Unidos, México, Canadá, Japão, China, Índia, alguns da Europa Oriental e a maioria dos países da África e da Oceania. Já para os países do Mercosul e da Europa Ocidental, ele não é necessário. Providencie o visto e o passaporte bem antes da data do embarque.

 

            Para obter o visto, você terá de marcar uma entrevista na embaixada ou no consulado do país de destino. Cada nação tem um procedimento próprio para liberação do documento. A embaixada e os consulados dos Estados Unidos, por exemplo, pedem o passaporte, uma foto 5x7, o protocolo original de um imposto de renda, holerite, carteira de trabalho ou contrato social. Se for estudante, leve o comprovante de matrícula.

 

            Alguns países cobram taxas, que têm de ser pagas em bancos determinados por eles. Os Estados Unidos, por exemplo, cobram US$ 45,00 para encaminhar o processo (o visto pode ser recusado e o valor, a ser pago em qualquer agência do Citybank, não é reembolsado). O visto americano de turista tem validade de até 10 anos.

 

Veja o que é preciso fazer e quanto tempo leva para conseguir visto de entrada em dez países que ainda exigem visto.


Estados Unidos

 

O visto sai em dois dias. Em São Paulo, a entrevista precisa ser marcada
pelo (11) 3347-3130.

Validade 5 a 10 anos.

Taxa: US$ 45.

 

Despachantes podem encaminhar o pedido. Mas só quem nunca teve visto
recusado pode ser liberado da entrevista.

S. Paulo,  (11) 881-6511; Rio,  (21) 292-7117; Recife,  (81) 3421-2441;
Brasília,  (61) 3321-7272



Canadá

 

Recebe os pedidos pela manhã, de segunda a quinta, e entrega os visto no mesmo dia, à tarde

Validade: 6 meses

Taxa: R$ 100

 

São rigorosos com o propósito da viagem. Se você vai a negócios, não tente passar por turista.

S. Paulo,  (11) 253-4922

 

República Tcheca

 

Funciona só às 2ª, 4ª e 6ª de manhã. O visto demora de dois a três dias.
Validade: 6 meses

Taxa: R$ 32

 

Se você pagar uma taxa de urgência, o visto sai no mesmo dia.

 S. Paulo,  (11) 211-8997; Rio,  (21) 266-2033; Brasília,  (61) 242-7905

 

México

O formulário deve ser entregue pessoalmente, de manhã. O visto sai no dia
seguinte, à tarde

Validade: 3 meses

 

Taxa: US$ 28

 

Por causa da proximidade com os Estados Unidos, dificultam o acesso de possíveis imigrantes

S. Paulo  (11) 881-4921; Rio,  (21) 553-2059; Brasília,  (61) 244-1011

 

Índia

Os vistos saem em um dia

Validade: 6 meses

 

Taxa: R$ 55

 

O visto é puramente burocrático. Pode ser encaminhado por um office-boy
S. Paulo, (11) 3171-0340; Brasília,  (61) 248-4006



Egito


Os vistos saem em um dia

Validade 1 mês

Taxa: R$ 40

 

Pode ser providenciado por despachantes ou agências de viagem.

 Rio,  (21) 552-8995; Brasília,  (61) 323-8800



Japão


O visto deve ser pedido e retirado pessoalmente, ou por familiar próximo.

Sai em dois dias úteis

Validade 3 meses

Taxa: R$ 30


É um dos mais complicados. Exige até o roteiro da viagem


S. Paulo,  (11) 287-0100; Rio  (21) 265-5252; Brasília (61) 242-6866; Recife
(81) 224-1930; P. Alegre,  (51) 334-1299



Austrália

 

O visto é pedido por correio ao consulado de Brasília e chega à casa do
viajante duas semanas depois.


Validade: 1 ano.


Taxa: R$ 68 (mais despesas de correio).


É fácil, mas demorado. Não deixe para a última hora.

S. Paulo (só informações e retirada de formulário) (11) 829-6281
Brasília,  (61) 248-5569



Cuba


Atende das 9h30 às 12h30, de 2ª a 6ª. O visto fica pronto em 24 horas

Validade: 1 mês

Taxa: US$ 15

 

A agência que vender o pacote pode se encarregar do visto
S. Paulo,  (11) 3873-4537; Brasília,  (61) 248-4710;



Hungria


O visto sai em um dia.

Validade: 6 meses.

Taxa: US$ 40

 

Se pagar mais, pode conseguir o visto no mesmo dia S.Paulo,  (11) 5506-5011; Brasília,  (61) 443-0836.

 

Argentina, Chile e Países do MercoSul

 

Para os países do MercoSul, o passaporte não é obrigatório. Você pode entrar utilizando a sua carteira de identidade (RG) desde que esta, não tenha mais de 10 anos de expedição. Do contrário, tem que tirar uma nova.

O visto, você recebe na entrada do país.

 

 

Para tabela de todos os países e vistos, clique aqui

 

Fontes:          Departamento de Polícia Federal

                        Embaixada dos USA

 

Abs

 

Romulo Murdock

 

FORCA SEMPRE

 

In God we trust!

Olá amigos viajantes, saudações!!!

 

Estamos na região X (dez em romanos e não a letra) do Chile; ou região dos Lagos. Antes de chegamos na rodoviária, dava para entender porque a região recebeu esse nome: passamos por lagos lindíssimos, muitos mesmo.

A 20km do centro, está o segundo maior lago do Chile o Lago Llanquihue, com 86.000ha, margeando as cidades de Puerto Varas, Frutilar e Puerto Octay.

Seu nome indígena significa submergir ou ficar submerso.

 

Mapa da Regiao X (Regiao dos Lagos)

 

Esse é um excelente destino para os que procuram paz, sossego e tranqüilidade, unido a beleza descomunal. Para os que quiserem, também tem muitas opções para turismo de aventura.

 

         Vamos saber um pouco mais sobre Puerto Montt?


REGIÃO DOS LAGOS

 

Puerto Montt é a capital da Região dos Lagos. Tem, aprox., 110mil habitantes sendo uma das cidades mais desenvolvidas da região.


PUERTO MONTT

Localizada a 1020 kms. ao sul de Santiago este centro urbano fica às margens do Golfo de Reloncavi.

Seu nome, foi em homenagem ao ex presidente chileno (1851 a 1861) Manoel Montt

 

Puerto Montt foi colonizada por alemães, em meados do século XIX, o que acabou influenciando na arquitetura e culinária. É notório, basta dar uma volta na cidade.

Entre seus principais atrativos, estão o  vulcão Osorno - que na verdade pertence a Puerto Varas, mas surge imponente no horizonte de Puerto Montt –, a Bahia de Puerto Montt e a catedral, erguida em 1856, feita interiamente de madeira e inspirada no Partenon de Atenas

Além disso, Puerto Montt é principal ponto de ligação até as cidades centrais, como Pucón, Ososrno, Santiago e Bariloche, na Argentina.


 

Assim que pegamos o mapa com a Chilena, sentamos para ver o que iríamos fazer na cidade; o dinheiro estava curto e, infelizmente, tínhamos que escolher o que fazer.

         Enquanto procurava o que fazer, vi muitos colegas que estavam conosco no ônibus, guardando as mochilas no guarda volumes (estes de rodoviária) e indo passear pela cidade.

         Não pensei duas vezes e fiz o mesmo.

 

Antes de sair para rodar pela cidade, fui comprar as passagens para Bariloche (Argentina).

Compramos a passagem para a noite. Bariloche estava somente a 07 horas de viagem e viajando a noite, ganhamos tempo e não precisamos gastar com hospedagem.

 

         Feito isso, hora de rodar pela cidade. O Ososrno aparece imponente no horizonte. Ele é absolutamente lindo.

Logo nos dirigimos a SENATUR para obter informações para visitá-lo.

 

         Somos orientados a pegar um busão para Puerto Varas, que fica vizinho.

Puerto Varas está para Puerto Montt, como Niterói está para o Rio de Janeiro. A passagem custa CP$ 500,00 cada.

 

         Puerto Varas é uma pequena cidade, muito bonita, quase cinematográfica. Com suas casinhas feitas de madeira, conhecidas como “casas de boneca”, influência da colonização alemã.

 

Casa típica em Puerto Varas

 

         Nem bem chegamos à cidade e nos deparamos com agências de turismo oferecendo excursões para o Osorno. Tem para todos os gostos, até uma escalada ao topo do Osorno e seus imponentes 2.661m.

 

         O Osorno é considerado vulcão adormecido. Sua última erupção ocorreu em 1835.

 

         Para escalar o Osorno, é necessário equipamento especial (que pode ser alugado) e um bom preparo físico; experiência em treking na neve também ajuda, pois ele conserva uma boa camada de neve entre o meio e o topo (no verão).

 

O Imponente Osorno

 

         Os preços em excursão (para escalada) variam entre US$ 200 e US$ 300. Claro que nós não fizemos... Mas que deu vontade, deu.

 

         Na base do Osorno, existe uma área de camping, porem, a estrutura não é lá das melhores. Tem também os refúgios (como os de Paine), estes, mais caros.

 

         Em seguida, fomos dar um pulo nas margens do lago Llanquihue. Muito bonito e tranqüilo, é um passeio que vale a pena fazer. Andar pelo lago, vendo o Osorno ao fundo, não tem como descrever.

 

Lago Llanquihue com e Osorno ao fundo

 

O tempo passa rápido e já temos que voltar para Purto Montt para seguir para Bariloche.

 

Pegamos o micro ônibus, e chegamos na rodoviária. Pegamos o busão e seguimos caminho para Bariloche.

 

 

No próximo post:

 

Bariloche cosmopolita;

 

Abs

 

Rômulo Murdock

 

FORCA SEMPRE

 

In God we trust!

         Olá viajantes, saudações!!!

 

         Estamos nos finalmente da nossa viagem, quase voltando para casa... Que saudade.

 

         Agora chegamos em San Carlos de Bariloche, ou simplesmente Bariloche a segunda cidade (creio eu) mais conhecida e visitada no território argentino.

 

         Todos conhecem ou já ouviram falar de Bariloche e das suas estações de esqui.

Bem, como fomos no verão, as estações de esqui estavam fechadas; logo, mostraremos a vocês uma outra Bariloche.

 

Vamos saber mais sobre Bariloche?

 


SAN CARLOS DE BARILOCHE

 

Com aprox. 150mil habitantes e banhada pelas águas límpidas do lago Nahuel Huapi, Bariloche encontra-se a oeste da província do Rio Negro, a 1640km de Buenos Aires.

 

Sobre a sua fundação, dentre as fontes pesquisadas, encontrei duas datas. 1895, data em que o general Roca conquistou a área, antes ocupada pelos índios mapuches; e 1902, quando imigrantes alemães ocuparam a região e começaram as construções de armazéns, casas, etc. Mas sobre o fundador, são unânimes: Carlos Wiederhold que usava o termo “Vuriloche” para se referir aos indígenas localizados a este da cordilheira. A deformação do termo deu origem ao nome da cidade.

O clima em Bariloche é ameno durante o verão com temperaturas entre 14ºC a 30º e entre 2ºC e -5ºC no inverno, quando neva freqüentemente.

 

As principais atrações em Bariloche são, naturalmente, os centros de esqui (destacando-se o Cerro Catedral), mas existem também fábricas de chocolate caseiro, grandes cafés, rafting, lagos azuis, museus e o parque nacional Nahuel Huapi

 


Vários viajantes dizem que, se for à Bariloche de ônibus, vá durante o dia. A paisagem impressiona.

Bem, nós não temos como confirmar isso, pois viajamos durante a noite, para economizar na hospedagem, mas que a região é muito bonita, não tenha dúvida.

 

         Descemos na rodoviária e colocamos nossa bagagem no bagageiro.

Em seguida, corremos para comprar a passagem para nosso próximo destino: Osorno.

 

         A cidade de Bariloche é muito bonita. As suas casinhas de madeira, junto com alguns prédios dão um toque todo especial à cidade.

  

Bariloche: Vista da Cidade

 

         Como já estávamos bastante cansados, devido à viagem e tudo mais, não aproveitamos tanto Bariloche como gostaríamos.

 

         Ficamos mesmo, rodando pela cidade, batendo perna e trocando os pesos chilenos pelos pesos argentinos.

 

         O que podemos dizer de Bariloche é que, como toda cidade que vive do turismo, as coisas não são tão baratas. Mesmo no verão (baixa estação em Bariloche), as refeições não são tão baratas quando na Argentina, mas se come bem com AP$ 20,00.

 

Beira Lago

 

         Já no inverno, segundo relatos de amigos, os preços pipocam, pois a cidade fica completamente lotada. Quem estiver planejando viajar à Bariloche no inverno, deve reservar sua estadia com antecedência; já no verão, não tem muito esse problema.

 

Parque Nacional Nahuel Huapi

 

         Quanto a hospedagem, não dormimos em Bariloche, devido ao tempo. Mas ao longo da Av. Bustilo, tem várias opções entre hotéis e cabanas (ideais para lua de mel) a beira do lago Nahuel Huapi, que dá um clima bem legal. No centro, há opções mais modestas.

 

M Bomba na Viagem: Vocês devem ter notado que no post anterior e neste, a família Murdock não aparece em quase ou nenhuma das fotos. Bem, isso foi devido a um pequeno problema elétrico. Os padrões de tomada da Argentina são diferentes do Brasil que são diferentes do Chile (vide foto). Daí, as pilhas da nossa máquina digital descarregaram e não tivemos como recarregar nesse trecho da viagem. Mesmo com dois carregadores e 04 pares de pilha, passamos por essa bomba.

 

Tomada padrão no Chile e Argentina

 

Na próxima sexta-feira:

 

Osorno - Chile

 

Abs

 

Rômulo Murdock

 

FORCA SEMPRE

 

In God we trust!