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SUCO DE UVA ORGÂNICO - Jesus - não bebia vinho e sim mosto/suco de uva




SUCO DE UVA ORGÂNICO - Jesus - não bebia vinho e sim mosto/suco de uva

O dr. Alberto Gonzalez, médico-cirurgião, especialista em nutracêutica e professor de fisiologia afirma que Jesus (que não bebia vinho e sim mosto/suco de uva) dizia para os apóstolos o que a ciência diz hoje: "Tomem dessa polpa de uva, pois essa é a água da vida. Essa água nos restaura a aliança com os anjos. Tomem e bebam dessa água e não conhecerão doença, pois grandes são os poderes dos anjos da água". Dr. Alberto indica: "Comecem a conhecer a água da vida. Ela se dirige a todas as partes do nosso corpo e nos traz a cura. A água a que Jesus se referia, e que a ciência conhece como água estruturada, é coloidal, ou seja, o ângulo da molécula de H2O permite que as possibilidades de ligação com proteínas e substâncias minerais seja gigantesca! Ela adquire a consistência de um plasma, muito semelhante a do sangue. Quando Jesus dizia para beberem esse mosto de uva, é porque ele é como o sangue".

(Fonte: Resumo do Encontro Mensal do Projeto Vibração Positiva - 22/04/06)
 
 
 
 
 
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Dez mil anos de pileque - a história da bebida

http://123sucesso.blogspot.com/2010/02/dez-mil-anos-de-pileque-historia-da.html

 




Muito antes da era do bafômetro, o álcool era sagrado para a humanidade. E foi isso que fez o mundo ser o que é hoje
por Texto Bruno Garattoni


De uns tempos para cá, a bebida alcoólica virou a grande vilã da sociedade. Vicia, engorda, causa acidentes de trânsito. No mundo moderno, o álcool é meio malvisto. Só que nossos antepassados não pensavam assim: todo mundo enchia a cara (em alguns casos, até as crianças), em quantidades chocantes para os padrões atuais – no século 19, as pessoas bebiam o dobro de hoje. Mais surpreendente ainda é descobrir que esse porre histórico teve um papel fundamental: ajudou a humanidade a superar epidemias, desbravar o planeta, construir impérios, vencer guerras, organizar sociedades democráticas e inventar tecnologias essenciais para o dia-a-dia de todo mundo. As pirâmides do Egito, as Grandes Navegações, os EUA, o feminismo, o leite em caixinha... sem bebida, essas coisas não existiriam (ou seriam muito diferentes). Afinal, o pileque é intrínseco ao ser humano: das frutinhas fermentadas que os primatas ingeriam aos últimos avanços da química orgânica – como o álcool que não dá ressaca –, a evolução e a birita andam de mãos dadas. Trocando as pernas, cambaleando e tropeçando de vez em quando. Mas sempre juntas.

Um belo dia, alguém descobriu que era possível reaproveitar as sementes das plantas para fazer novas plantas. Nascia a agricultura, e com ela a bebida. A primeira poção alcoólica foi preparada na China, por volta do ano 8000 a.C. A análise de jarros encontrados em Jiahu, no norte do país, mostrou que eles continham um drinque feito de arroz, mel, uvas e um tipo de cereja, tudo fermentado. Não se sabe exatamente a graduação alcoólica dessa poção, mas uma experiência revelou pistas. “Fica entre a cerveja e o vinho”, revela o arqueólogo e químico Patrick McGovern, da Universidade da Pensilvânia, que reproduziu a receita em laboratório e achou o resultado um pouco amargo. A civilização dos sumérios (na confluência dos rios Tigre e Eufrates, atual Iraque) aperfeiçoou a fórmula e criou 19 tipos de bebida alcoólica – 16 deles à base de trigo e cevada. Estava criada a cerveja. Era uma bebida de elite, que os aristocratas sumérios bebiam com canudinhos de ouro. Mas logo chegaria ao povão. Cada um dos trabalhadores que construíram as pirâmides de Gizé, no Egito, ganhava 5 litros de cerveja por dia. Ela era considerada “pão líquido”, um alimento fundamental para que os operários agüentassem uma jornada puxadíssima – e cujas propriedades embriagantes ajudavam a contentar a massa. Dois mil e quinhentos anos antes de Cristo, encher a cara de cerveja já havia se tornado um hábito comum. Talvez por isso, a elite tenha começado a migrar para outro tipo de bebida alcoólica: o vinho. O rei Tutancâmon, que morreu em 1300 a.C., foi sepultado com nada menos que 26 jarras de vinho, de 15 tipos diferentes, para não passar vontade no além (os egípcios acreditavam em vida após a morte). E a manguaça pegou. “Por volta do ano 1000 a.C., o álcool já era consumido por todas as civilizações, da África à Ásia”, afirma o inglês Iain Gately em seu livro Drink: A Cultural History of Alcohol (“Drinque: Uma História Cultural do Álcool”, sem versão em português). Os gregos cultivavam nada menos que 60 variedades de vinho, e até chegaram a inventar um jogo baseado nele. Era o kottabos, que consistia em despejar numa vasilha o restinho de bebida que sobrasse no copo. Se o líquido não estalasse ao bater na vasilha, isso significava que Afrodite, a deusa do amor, estava de mal com o pinguço.

Em Roma, o vinho adquiriu relevância geopolítica. Ele passou a ser produzido em grande escala, pois sua exportação era vital para manter a estabilidade nas províncias do império. E os soldados romanos, que levavam a bebida para desinfetar a água dos lugares por onde passavam, logo descobriram outra grande utilidade do álcool: ele podia servir como uma espécie de arma química contra os inimigos. Quando chegavam a territórios que desejavam conquistar, uma de suas estratégias era fingir amizade e dar vinho para os povos locais beberem. No dia seguinte, quando as vítimas estavam acordando de ressaca, os romanos voltavam e faziam um massacre. “Se você estimular que eles [os inimigos] bebam em excesso, e der a eles quanta bebida quiserem, será mais fácil derrotá-los”, ensinou o historiador romano Tácito. Mas o álcool não servia apenas para incapacitar as pessoas. Ele também era considerado um remédio. No século 14, a peste negra se espalhava pela Europa, matando 90% das pessoas que infectava. Mas ,quando a epidemia chegou à cidade de Oudenburg, na Bélgica, o abade local proibiu o consumo de água e obrigou os cristãos a beber só cerveja. Por incrível que pareça, deu certo: muitos deles sobreviveram à peste (pois a cerveja, graças ao álcool, era menos contaminada que a água). O abade foi canonizado, e virou o padroeiro da cerveja – santo Arnoldo.

Com o fim da epidemia, a Europa se recuperou e uma nova aventura começou a se delinear – as Grandes Navegações. Nelas, mais uma vez, o álcool teve um papel central. A expedição comandada pelo português Fernão de Magalhães conseguiu dar, pela primeira vez na história, uma volta completa no globo terrestre. Foi um enorme porre: Magalhães investiu mais em bebida do que em armas, e sua esquadra de 5 navios carregava um gigantesco suprimento de vinho (cujo valor seria suficiente para comprar mais duas caravelas). Já o navio Arbella, no qual os ingleses foram colonizar a América, levava inacreditáveis 40 mil litros de cerveja e 40 mil litros de vinho – contra apenas 12 mil litros de água. Nenhum navegador que se prezasse entrava no mar sem o “tanque cheio”.

Nessa mesma época, a produção de cachaça foi proibida no Brasil, pois Portugal queria garantir o mercado local para seus vinhos. Aí os senhores de engenho começaram a exportar, clandestinamente, a bebida para Angola – onde era trocada por escravos. Os ingleses também faziam isso, e muito: entre 1680 e 1713, trocaram 5,2 milhões de litros de bebida por 60 mil africanos (cada escravo valia 86 litros de rum, o que dá R$ 850 em valores atuais). Mas ela não foi só moeda de troca da escravidão; também ajudou o Novo Mundo a se libertar. Em 1764, a Inglaterra restringiu o comércio de bebida alcoólica, que os colonos americanos importavam e exportavam em grande quantidade. Isso gerou uma insatisfação que viria a explodir, 11 anos mais tarde, numa guerra. Liderados pelo general George Washington, que era dono de uma fábrica de uísque, os soldados americanos se embebedavam durante o combate – cada um tomava 1 litro de rum por dia. Em 1776, a Declaração de Independência dos EUA foi escrita por Thomas Jefferson num bar – e o primeiro a assiná-la foi um contrabandista de vinho, John Hancock.

Mulheres unidas pelo goró

A Revolução Industrial mudou completamente a fabricação de bebidas: elas ficaram mais baratas e passaram a ser produzidas (e consumidas) em enorme quantidade. Em 1830, cada americano entornava o equivalente a 10 litros de álcool puro por ano, nível superior ao de hoje (8,5 litros). É muita coisa: dá 250 litros de cerveja ou 90 de vinho. Foi aí que o alcoolismo, até então apenas uma inconveniência, passou a ser visto como doença séria – e surgiram as primeiras campanhas e associações contra a bebida, que rapidamente conquistaram mais de 500 mil adeptos nos EUA. Alheio a tudo isso, na França, o químico Louis Pasteur estava prestes a fazer uma dos maiores invenções da história. Tentando entender a transformação do açúcar em álcool, ele acabou descobrindo uma técnica revolucionária: a pasteurização, que hoje em dia é usada na produção de leite, iogurte, sorvete e sucos industrializados. Ou seja: se Pasteur não tivesse se metido a estudar o goró (ele publicou dois livros sobre a biologia do vinho e da cerveja), os alimentos do mundo moderno seriam bem diferentes. No começo do século 20, os impostos sobre bebidas alcoólicas eram responsáveis por mais de 50% da arrecadação do governo dos EUA. Mesmo assim o país decidiu instituir, em janeiro de 1920, a lei seca – e as pessoas migraram para bares clandestinos. Isso aumentou a criminalidade e fortaleceu as máfias, mas, por incrível que pareça, teve uma conseqüência positiva: consolidou a igualdade de direitos entre os sexos e mostrou a força dos movimentos feministas. “Durante a lei seca, a presença de mulheres nos bares deixou de ser um tabu”, conta Iain Gately. Elas se mobilizaram para legalizar a prática: em 1932, mais de 1 milhão de americanas já tinham se associado à Women’s Organization for National Proibition Reform (algo como “Liga das Mulheres Contra a Lei Seca”). Adivinhe só o que aconteceu: no ano seguinte, a lei seca foi revogada.

Na 2º Guerra Mundial, o fluxo de álcool refletia a ação no front. Assim que dominaram a França, os alemães foram com sede ao pote – as vinícolas de Borgonha, de Bordeaux e de Champagne passaram ao controle dos nazistas. Na Inglaterra, a situação também era dramática: Hitler bombardeou 6 grandes cervejarias (inclusive uma fábrica da famosa Guinness) e destruiu nada menos que 1 300 pubs. Quando o jogo começou a virar a favor dos Aliados, com dificuldades cada vez maiores para os nazistas, a cerveja alemã paga o pato. Sua graduação alcoólica, que antes da guerra era em média de 4,8%, cai para 1,2% em 1943. Em 1944, os alemães param de fabricar cerveja. E, no ano seguinte, perdem a guerra. Com o fim do conflito, começava a Guerra Fria – em que, adivinhe só, a URSS tentou usar o álcool como arma. Os soviéticos criaram um comprimido que supostamente impedia a embriaguez. A idéia era que os espiões russos tomassem esse remédio e fossem encher a cara com diplomatas americanos – que, completamente bêbados, acabariam revelando segredos de Estado. Não deu muito certo (as cobaias ficaram bêbadas), e hoje em dia o remédio é vendido como “atenuador de ressacas”. Falando em ressaca, a busca por uma cura definitiva chegou a duas propostas. Um composto químico chamado Ro15-4513, que foi criado na década de 1970, e a Alcohol Without Liquid (AWOL), uma máquina que destila e vaporiza bebidas alcoólicas – a idéia é que, se o álcool for inalado, não passa pelo estômago e não produz acetaldeído (substância que é uma das principais causadoras da ressaca). Nada disso funcionou. O Ro15-4513 não está no mercado porque tem uma pequena “inconveniência”: pode provocar convulsões. E a AWOL já foi proibida em vários estados americanos porque é considerada ineficaz e perigosa – como por via nasal a bebida é absorvida mais facilmente pelo organismo e a pessoa não vomita quando está intoxicada, isso aumenta muito o risco de overdose de álcool. Não há solução mágica. A única saída é beber menos, não beber, ou então invejar o musaranho asiático: um bichinho que vive nas florestas da Malásia e, como comprovam pesquisas recém-publicadas, consegue enfiar o pé na jaca sem nunca ficar bêbado (seu único alimento é um néctar que contém 3,8% de álcool). Será que ele passaria no teste do bafômetro?

No século 16, a Inglaterra tinha 16 mil bares o equivalente a 1 bar para cada 187 habitantes hoje, existe apenas 1 bar para cada 529 pessoas

No mundo, cada pessoa consome em média 5 litros de álcool puro por ano o equivalente a 125 l de cerveja 45 l de vinho 12,5 l de vodca

A Declaração de Independência dos EUA, no século 18, foi escrita num bar

Os países onde mais se bebe são: República Checa (cerveja) França (vinho) Moldávia (vodca e destilados)

Hitler odiava bebida e queria acabar com os alcoólatras. milhares deles foram esterilizados durante a2a Guerra Mundial



Beber, cair e levantar

Das frutas ao álcool sólido, as várias maneiras de encher a cara através dos tempos
Macacos 40 milhões a.C.

Há indícios de que nossos antepassados se deliciavam comendo frutas “estragadas” – que, graças à fermentação natural, tinham 5% de álcool.

Pré-história 8000-4000 a.C.

Pessoas do norte da China inventam uma bebida alcoólica feita de arroz. E os sumérios, na Mesopotâmia, criam a cerveja – bem como uma deusa (Ninkasi) para homenageá-la.

Egito 3400-3100 a.C.

Os egípcios montam a primeira cervejaria do mundo. E o povão aproveita: os trabalhadores que fizeram as pirâmides de Gizé bebiam todos os dias.

Grécia 700 a.C.

Os gregos bebem vinho diluído com água (a bebida pura é considerada forte demais). Para curar a ressaca, a grande pedida é comer repolho cozido.

Império romano 270 a.C.

Os soldados se fingem de bonzinhos e oferecem vinho para os povoados que encontram. Quando os inimigos estão bêbados, os romanos os matam.

Hunos 446

Liderados pelo temível Átila, invadem territórios romanos e destroem as vinícolas – sua bebida preferida é o kumis, leite fermentado com 2% de álcool.

Islâmicos 620

A religião restringe o consumo de álcool. Mas os cientistas do mundo islâmico inventam o alambique, que é usado até hoje para fazer bebidas destiladas.

Vikings 850

Espalham o terror na Europa – sempre bebendo uma cerveja escura, doce e bem forte, que tinha aproximadamente 9% de álcool (o dobro da comum).

Monges 1112

A Ordem dos Cistercianos monta uma vinícola em Borgonha, na França. Dá tão certo que eles viram uma multinacional do vinho, com mais de 250 monastérios.

Mesoamericanos séc. 16

Os astecas bebem o pulque, bebida produzida com folhas de agave – e só idosos podem tomar. Os incas preferem cerveja de milho, que dão até a crianças.

Brasileiros séc. 17

Os senhores de engenho começam a exportar cachaça – e os negros amotinados em quilombos aprendem a fabricá-la por conta própria.

Holandeses séc. 17

Inventam o gim, um destilado de cereais com altíssimo teor alcoólico (mais de 45%). A novidade gera uma explosão do alcoolismo na Europa.

Africanos séc. 17/18

Entre 1680 e 1713, senhores tribais trocam 60 mil escravos por bebida alcoólica – cada escravo é vendido por aproximadamente 86 litros de rum.

Rev. Industrial séc. 18/19

Fabricada com novas tecnologias e em grande escala, a bebida fica mais barata. A cerveja é produzida em enormes tonéis, com até 500 mil litros de capacidade.

Russos séc. 20

Inventam uma pílula que permite beber sem ficar bêbado. A idéia era usá-la na Guerra Fria (para que os espiões russos levassem vantagem). Não funcionou.

Ingleses 2004

Lançam uma máquina que permite inalar o álcool em vez de bebê-lo, o que supostamente evita a ressaca e faz o bebum engordar menos.

Americanos 2008

Desenvolvem um processo revolucionário, que permite fabricar goró sólido – basta misturar com água e ele vira um drinque com 11% de álcool.



Para saber mais


http://123sucesso.blogspot.com/2010/02/dez-mil-anos-de-pileque-historia-da.html



CRISE - CRIE OPORTUNIDADE

02:10 @ 30/01/2010

 

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Produtos de beleza: Os cremes, loções e óleos se infiltram nos espaços entre a pedra e a base da bijuterias, deixando a peça opaca e causando deterioramento. O melhor é não usar bijuteria quando estiver em contato com estes produtos.

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Cuidados com suas bijuterias

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Retire as suas bijuterias, antes de tomar banho;

Não durma com as suas bijuterias;

Retire-as antes do banho de piscina ou de mar, pois iodo, sal, cloro, além da areia, certamente irão oxidar as peças;

Evite o contato direto com produtos de limpeza, produtos químicos  e produtos abrasivos;

Retire a bijuteria antes de usar perfumes ou cosméticos e aguarde alguns minutos antes de recolocá-las, caso contrário elas podem escurecer mais rapidamente, principalmente as douradas;

Produtos para cabelo, tinturas, produtos para alisamento, contém produtos químicos muito fortes e que ficam impregnados por vários dias, podendo manchar as peças, especialmente brincos e colares que ficam em contato com os cabelos.

 

 

Limpeza

Sempre que tirar as peças que tenham contato direto com a pele, como por exemplo, colares e pulseiras, é bom limpá-las com uma flanela limpa e bem sequinha para maior durabilidade da peça.

Para a limpeza e conservação, o mais indicado é usar uma flanela limpa, além dos produtos recomendados para isso (líquidos e flanelas apropriadas para folheados, prata ou jóias). Você também pode usar um retalho limpo de algodão. Limpe delicadamente as peças de modo individual. Cristais que fazem parte de um brinco, por exemplo, ganham um novo brilho limpando desta maneira. Faça isso com as pedras, metais e outros materiais. Não tente dar brilho em sua bijuteria utilizando esponjas ou deixando de molho em água e sabão.

 

Acondicionamento

A melhor forma de guardar sua bijuteria é manter as peças separadas. Use sempre um porta-jóias de interior forrado com veludo ou outro material macio, guarde cada peça no seu espaço para evitar o atrito entre elas.

Existe uma infinidade de porta-jóias no mercado, de diversos tipos de materiais e preços. Se não tiver porta-jóias, forre uma caixa com tecido macio e guarde as peças dentro de saquinhos de tecido flanelados ou plásticos para evitar o atrito.

Não guarde as bijuterias umas sobre as outras, caso seja necessário embrulhe em papel de seda, veludo ou camurça uma a uma.

Evite deixar as bijuterias próxima à lâmpadas. A exposição à luz e o calor podem oxidar a peça, deixando-a com um aspecto escuro.

Dicas :

- Pedacinhos de giz na caixa de bijuterias, evita que elas escureçam ou fiquem embaçadas;

- Evite alergias, limpando com álcool os pinos ou ganchos dos brincos antes de usá-los;

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Doença do FUMISMO - Tabagismo

Doença do FUMISMO * - FUMO - Tabagismo

Doença do FUMISMO

Tabagismo Dicas para parar de fumar
Preparação para parar de fumar

A) Motivos:

Descubra quais são os motivos que fazem com que você continue fumando:

- "fumar me dá energia, me deixa mais animado", o cigarro realmente exerce um efeito estimulante, porém praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável, ter uma boa noite de sono são medidas que lhe proporcionarão um melhor desempenho nas suas atividades do cotidiano.

- "ter o cigarro em minhas mãos me dá prazer", os rituais que cercam o ato de fumar, como acender o cigarro, levá-lo à boca ou simplesmente segurá-lo tornam-se automáticos para o fumante. Medidas para substituí-los, tais quais segurar uma caneta, chupar balas ou praticar uma atividade manual (pintura, carpintaria, costura), podem ser úteis.

- "fumo porque gosto", se você pensa dessa forma saiba quais são os benefícios ao parar de fumar.

- "fumar reduz o meu estresse", lembre-se que existem outras maneiras mais saudáveis de reduzir o estresse, como praticar atividades físicas regularmente, ouvir música, um bom banho, viajar ou ler um livro.

- "estou viciado", a dependência da nicotina pode ser tratada com remédios, não hesite em procurar o médico.

Anote em uma folha de papel os motivos que o levaram a parar de fumar e a deixe bem a vista.

B) Marque a data para parar de fumar:

- A data deve ser marcada com uma certa antecedência (duas semanas).
- Prefira dias mais tranqüilos.
- Conte para seus familiares e amigos a respeito da decisão.

C) Dias que antecedem a data marcada:

- Tente diminuir o número de cigarros fumados.

- Descubra quais são as situações em que a vontade de fumar é maior (exemplos: após o café, ao beber bebidas alcoólicas, quando está ao telefone, etc) e procure evitá-las.

- Retire da casa os produtos relacionados ao tabaco, como cinzeiros e isqueiros.

- Passe a fumar fora de casa, do carro e do ambiente de trabalho. Dessa forma, reduz-se o cheiro de cigarro nesses locais e por conseqüência a tentação para fumar.

- Solicite aos familiares e amigos que não fumem perto de você e nem dentro de casa.

- Se há algum fumante que divide com você o ambiente doméstico, convença-o a interromper o tabagismo, se não for possível peça-o para não fumar dentro de casa.

- Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.

A AÇÃO DE PARAR DE FUMAR

- No dia marcado, pare com o cigarro de maneira abrupta.

- Evite as situações que aumentem o desejo de fumar.

- Use a medicação prescrita pelo médico.

- Fuja da rotina e do estresse.

- Para combater a ansiedade pratique atividade física, chupe uma bala.

- Nos momentos em que o desejo pelo cigarro for intenso, a respiração labial pode ser útil: encha o peito de ar bem profundamente, feche os olhos e exale o ar lentamente através dos lábios semicerrados, durante a exalação fique relaxado e procure sentir todas as partes do corpo, repita o processo sempre que preciso.

- Evite locais fechados em que possa haver pessoas fumando.

- Beba bastante água e procure comer alimentos mais leves.

- Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.

- Não hesite em procurar o seu médico.

A MANUTENÇÃO SEM O CIGARRO

- Lembre-se: você é um dependente da nicotina, um único cigarro pode levar ao insucesso do tratamento do tabagismo.

- Mantenha uma vida saudável, continue praticando atividades físicas e se alimentando corretamente, dessa forma, você reduz o ganho de peso.
- Evite a bebida alcoólica.

- Os sintomas de abstinência tendem a desaparecer após 4 semanas, porém se o desejo de fumar surgir realize a respiração labial.

- Lembre- se dos malefícios do cigarro.

- Procure o seu médico sempre que necessário.

Fonte: queroparardefumar.com.br

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Clínica troca sangue de doadores por cerveja nos EUA
 
 Todo mundo quer ser Barney Gumble em Tacoma, EUA
 
Uma clínica e banco de sangue de Tacoma, EUA, está oferecendo um copo de cerveja a todo doador de sangue que depositar seu precioso líquido vital em seu estoque.

A instituição diz que o esquema está funcionando tão bem que será expandido.

Cada doador recebe um cupom que pode ser trocado em restaurantes e bares por um copo grande de cerveja.

Contudo, para preservar a saúde dos doadores, o banco entrega o cupom quatro horas depois da doação de sangue.

John Lewis, que muitos comparam com Barney, o bêbado da cidade no seriado "Os Simpsons", disse que será um dos mais assíduos doadores da história. 
 
 
 
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Bases militares dos EUA na América Latina

 

 


Estas são as bases militares dos EUA na América Latina

O Comando Sul é um dos cinco comandos militares mais importantes do Pentágono. O Comando Sul cumpre a responsabilidade de vigiar, espionar e controlar uma área de 19 países da América Latina. A partir do ano 2000, o Pentágono desenhou um novo esquema de controle militar sub-regional, conhecido como Bases Militares Estadunidenses. Estas bases estão localizadas em todo o Continente, especificamente com o fim de controlar e monitorar a América Latina. Entre 1903 e 1999, baseou-se no Canal do Panamá. Porém, como resultado do "Acordo Carter-Torrijos", no ano de 1997 os EUA se viram obrigados a abandonar a Base Militar Howard (Comando Sul) no Panamá e transferir-se para Miami, Flórida.
Assim, a partir do ano 2000, o Pentágono desenhou seu novo esquema de controle militar sub-regional, através dos chamados Pontos Avançados de Operação, sob o nome de "Forward Operation Location" (FOL). Estes pontos de operação militar, os FOL, foram desenhados como "centros de movimentação estratégicos" e "uso de força decisiva" em guerras-relâmpagos, com bases e tropas aerotransportadas de implantação rápida.

A Escola das Américas (SOA), agora chamada de Instituto de Cooperação Hemisférica, foi estabelecida no Panamá em 1946 e logo transferida para Fort Benning, Geórgia. Até 2004, nesta escola haviam treinado mais de 61.000 soldados latino-americanos em cursos como: técnicas de combates, técnicas de comando, inteligência militar e técnica de tortura. Estes graduados têm deixado um rastro de sangue e sofrimento em seus países de origem. Atualmente entram na SOA cerca de 1000 soldados e policiais a cada ano. O lamentável é que centenas de milhares de latino-americanos tenham sido vítimas das torturas e violências, tenham sido assassinados por oficiais treinados nesta escola.

As bases militares de Manta, no Equador, eram o principal centro de espionagem eletrônica com tecnologia de satélite do Pentágono na América do Sul. De lá, partiam a cada dia, rotineiramente, aviões espiões Órion C-130, da Armada dos Estados Unidos. Coube ao povo e ao governo do Equador a decisão corajosa e soberana de obrigar os "ianques" a abandonar as bases, não renovando o direito de permanência.

El Salvador:

Base militar de Comalapa. Esta base é conhecida como uma FOL. É uma pequena base utilizada para o monitoramento via satélite e como apoio de bases maiores, como a de Manta, do Equador. Seu pessoal possui acessos a portos, espaços aéreos e instalações do governo.

Honduras:

Base Soto Cano, em Palnerola. Esta base é usada como uma espécie de radar de estações (freqüências de comunicação). Além disso, promove o treinamento de missões com helicópteros que monitoram o céu e a água da região. São peças fundamentais em operações militares.

Costa Rica:

Base militar Libéria. Esta base se encontra na parte continental da América Central e funciona como base de centro operativo durante negociações preliminares e confidenciais.

Colômbia:

Conta, até agora, com três bases militares que operam em seu território. A Base Militar de Arauca, oficialmente, é uma instalação desenhada para combater o narcotráfico na Colômbia. Porém, também é um ponto estratégico para o monitoramento da área petrolífera tanto da Colômbia quanto da Venezuela.

Já a Base Militar de Larandia, em Caquetá, serve como base de helicópteros dos EUA. Está preparada com pista de aterrissagem para bombardeiros B-52, cuja capacidade operativa ultrapassa até mesmo os limites territoriais colombiano. Assim, permite-se ter uma cobertura para ataques quase em todo o Continente.

Outra instalação é a Base Militar Tres Esquinas, que serve para operações terrestres com apoio tático de helicópteros e por rios. Ela se converte em ponto estratégico para ataques contra a guerrilha e é um receptor permanente de armamento e logística. Também serve como centro de estratégia militar estadunidense e de tropas de combates.

Atualmente, o presidente Uribe admitiu a instalação de sete bases a mais, sendo cinco delas em terra e duas navais. Algumas são em Malambo, no Atlântico, em Tolemaida, na região de Tolima. Somam-se também instalações em Apiaym Palanquero, Cartágena e Baía de Málaga.

Peru:

Conta com duas bases militares: Iquitos e Nanay. Estas bases pertencem às Forças Armadas Peruanas e foram construídas por soldados estadunidenses, que operam na zona fluvial de Nanay, nas Amazonas peruanas.

Paraguai

Base Mariscal Estigarribia. Em maio de 2005, o governo dos Estados Unidos firmou um tratado com o governo paraguaio que permitia contar com uma base militar localizada em Mariscal Estigarribia, província de Boquerón, no chamado "Chaco Paraguayo".

Ilha Diego García

A instalação está situada ao sul do Oceano Índico, num território colonizado pela Inglaterra e alugado como base militar dos EUA até o ano de 2016. Conta com 2000 soldados ianques e é utilizado como prisão e lugar de passagem de detentos até a Base de Guantánamo.

No Caribe:

Cuba:

Base Naval de Guantánamo. Localizada a 64 km de Santiago de Cuba, a segunda cidade mais importante do país, e a 920 km de Havana. Em 1903, os EUA tomaram possessão da Baiaa de Guantánamo, lá permanecendo até o momento atual. Abarca uma área de 117,6 km2, sendo 49, 4 km de terra firme e o restante de água e pântano. Delimita uma linha de costa de 17, 5 Km.

Porto Rico

Os EUA têm a base localizada em Vieques, com uma ocupação de 70% do território da ilha. Em 2004, esta base naval e os quartéis regionais do Exército e da Marinha, mais as forças especiais, iniciaram um intenso movimento de Porto Rico a Texas e para a Flórida. O quartel do Comando Sul está localizado em Miami, mas seguem muitas das atividades anteriores.

Aruba:

Base Militar Reina Beatriz e Curazao. A Base Militar Hatos é conhecida como "Forward Operation Location" (FOL). Trata-se de bases pequenas que servem para o monitoramento via satélite e como apoio para o controle de vigilância do Mar do Caribe. Em suas áreas próximas está a costa venezuelana, o que tem gerado várias polêmicas entre autoridades de Venezuela e Holanda.

Fonte: Jornal Resumen Latino Americano Setembro e Outubro de 2009 (Pág.: 15)

Tradução: Maria Fernanda M. Scelza e Heitor Cesar Oliveira

e online

http://123sucesso.blogspot.com/2010/01/bases-militares-dos-eua-na-america.html
 
CASO DISCORDE E QUEIRA OPINAR


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"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente"

Conheça os inimigos da Reforma Agrária

Do Jornal Sem Terra

Depois de conseguirem emplacar a CPMI contra a Reforma Agrária, os setores mais conservadores do Congresso Nacional passaram a escalar o seu time de parlamentares. Foram convocados inimigos do povo brasileiro para atuar na CPMI e nos bastidores. Esses parlamentares têm como características o ódio aos movimentos populares e o combate à Reforma Agrária e às lutas sociais no nosso país.

São fazendeiros e empresários rurais, que foram financiados por grandes empresas da agricultura e colocaram seus mandatos a serviço do latifúndio e do agronegócio. Nas costas, carregam denúncias de roubo de terras, desvio de dinheiro público, rejeição à desapropriação de donos de terras com trabalho escravo, utilização de recursos ilícitos para campanha eleitoral, devastação ambiental e tráfico de influência.

Essa CPMI faz parte de uma ofensiva desses parlamentares, que tem mais três frentes no Congresso. Até o fechamento desta edição, os nomes dos parlamentares indicados para a CPMI contra a Reforma Agrária já tinham sido lidos, mas os trabalhos não tinham começado. A CPMI pode se arrastar até junho de 2010. O Jornal Sem Terra deste mês de dezembro (nº 299) apresenta os deputados e senadores que estão na linha de frente na defesa dos interesses da classe dominante rural.

KÁTIA ABREU / Senadora (DEM-TO) / Suplente na CPMI

• Formada em psicologia.

• Presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), eleita em 2008 para três anos de mandato. Foi presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (1995-2005).

• Dona de duas fazendas improdutivas que concentram 2.500 hectares de terras.

• Apresentou 23 projetos no Senado e apenas três foram aprovados, mas considerados sem relevância para o país, como a garantia de visita dos avós aos netos.

• Torrou 60% das verbas do seu gabinete com propaganda (R$ 155.307,37).

• É alvo de ação civil do Ministério Público na Justiça de Tocantins por descumprir o Código Florestal, desrespeitar povos indígenas e violar a Constituição.

• Integrante de quadrilha que tomou 105 mil hectares de 80 famílias de camponeses no município de Campos Lindos (TO). Ela e o irmão receberam 2,4 mil hectares com o golpe contra camponeses, em que pagaram menos de R$ 8 por hectare.

• Documentos internos da CNA apontam que a entidade bancou ilegalmente despesas da sua campanha ao Senado. A CNA pagou R$ 650 mil à agência de publicidade da campanha de Kátia Abreu.

RONALDO CAIADO / Deputado Federal (DEM-GO)

• Formado em Medicina.

• Foi fundador e presidente nacional da União Democrática Ruralista (UDR).

• É latifundiário. Proprietário de mais 7.669 hectares de terras.

• Dono de uma fortuna avaliada em mais de R$ 3 milhões

• Não teve nenhum dos seus 19 projetos aprovados no Congresso.

• É investigado pelo Ministério Público Eleitoral por captação e uso ilícito de recursos para fins eleitorais. Não declarou despesas na prestação de contas e fez vários saques “na boca do caixa” para o pagamento de despesas em dinheiro vivo, num total de quase R$ 332 mil (28,52% do gasto total da campanha).

• Foi acusado de prática de crimes de racismo, apologia ou instigação ao genocídio por classificar os nordestinos como “superpopulação dos estratos sociais inferiores” e propor um plano para o extermínio: adição à água potável de um remédio que esterilizasse as mulheres.

ABELARDO LUPION / Deputado federal (DEM-PR) / Titular na CPMI

• É empresário e dono de diversas fazendas (três delas em São José dos Pinhais).

• Foi fundador e presidente da União Democrática Ruralista do Paraná.

• É um dos líderes mais truculentos da bancada ruralista na Câmara dos Deputados.

• Faz campanha contra a emenda constitucional que propõe a expropriação de fazendas que utilizam trabalho escravo.

• Apresentou somente cinco projetos no exercício do mandato. Nenhum foi aprovado.

• Sua fortuna totaliza R$ 3.240.361,21.

• Fez movimentação ilícita de R$ 4 milhões na conta bancária da mãe do coordenador de campanha. É réu no inquérito nº 1872, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), por crime eleitoral.

• Sofre duas representações por apresentar - em troca de benefícios financeiros – uma emenda para as transnacionais Nortox e Monsanto na Câmara, liberando o herbicida glifosato.

• A Nortox e a Monsanto financiaram a sua campanha em 2002. A Nortox contribuiu com R$ 50 mil para o caixa de campanha; já a Monsanto vendeu ao parlamentar uma fazenda de 145 alqueires, por um terço do valor de mercado.

• Participou de transação econômica fraudulenta e prejudicial ao patrimônio público da União em intermediação junto à Cooperativa Agropecuária Pratudinho, situada na Bahia, para adquirir 88 máquinas pelo valor de R$ 3.146.000, das quais ficou com 24.

• Deu para parentes a cota da Câmara dos Deputados, paga com dinheiro público, para seis voos internacionais para Madri e Nova York.

ONYX LORENZONI / Deputado Federal (DEM-RS) / Titular na CPMI

• Formado em medicina veterinária. É empresário.

• Membro da “Bancada da Bala”, defendeu a manutenção da venda de armas de fogo no Brasil durante o referendo do desarmamento.

• Gastou 64,37% da verba do seu gabinete com propaganda (R$ 230.621

• Campanha financiada por empresas como a Gerdau, Votorantin Celulose, Aracruz Celulose, Klabin e Celulose Nipo.

• Teve apenas um projeto aprovado em todo o seu mandato.

ALVARO DIAS / Senador (PSDB-PR) / Titular na CPMI

• Formado em história. É proprietário rural.

• Foi presidente da CPMI da Terra (2003/2005), que classificou ocupações de terra como “crime hediondo” e “ato terrorista”.

• Não colocou em votação pedidos de quebra de sigilos bancários e fiscais de entidades patronais, que movimentaram mais de R$ 1 bilhão de recursos públicos. Não convocou fazendeiros envolvidos em ações ilegais de proibição de vistorias pelo Incra.

• Divulga na imprensa de forma ilegal fatos mentirosos sobre dados sigilosos das entidades de apoio às famílias de trabalhadores rurais para desmoralizar a luta pela Reforma Agrária.

• Não declarou R$ 6 milhões à Justiça Eleitoral em 2006. O montante é referente à venda de uma fazenda em 2002.

LUIS CARLOS HEINZE / Deputado Federal (PP-RS)

• Formado em engenharia agrônoma.

• É latifundiário. Dono de diversas frações de terras, totalizando 1162 hectares.

• Fundador e primeiro-vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (1989-1990).

• Seus bens somam mais de R$ 1 milhão.

• Nenhum dos seus projetos foi aprovado durante esta legislatura.

• Campanha foi financiada pela fumageira Alliance One, responsável por diversos arrestos irregulares em propriedades de pequenos agricultores.

• Defendeu o assassinato de três fiscais do trabalho em Unaí (MG), declarando que “os caras tiveram que matar um fiscal, de tão acuado que estava esse povo...”, justificando a chacina promovida pelo agronegócio (2008).

• É contra a regularização de terras quilombolas (descendentes de escravos), que representaria, para ele, “mais um entulho para os produtores rurais”.

VALDIR COLATTO / Deputado Federal (PMDB/SC)

• Formado em engenharia agrônoma. Proprietário rural.

• Foi superintendente nacional da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) (2000-2002).

• Foi superintendente estadual do Incra em Santa Catarina (1985- 1986) e secretário interino da Agricultura de Santa Catarina (1987).

• Desapropriou área de 1.000 hectares para fins desconhecidos na mata nativa quando presidiu o Incra, causando prejuízos de R$ 200 milhões para o poder público.

• Apresentou projeto que tira do Poder Executivo e do Poder Judiciário e passa para o Congresso a responsabilidade pela desapropriação de terras por descumprimento da função social.

• É contra a demarcação das terras indígenas e quilombolas.

• Autor do projeto que transfere da União para estados e municípios a prerrogativa de fixar o tamanho das áreas de proteção permanente nas margens dos rios e córregos. Com isso, interesses econômicos locais terão maior margem para flexibilizar a legislação ambiental e destruir a natureza.

• É um dos pivôs de supostas irregularidades envolvendo o uso da verba indenizatória na Câmara dos Deputados.

fonte
http://www.mst.org.br/node/8811

MST é homenageado em Pernambuco

MST é homenageado em Pernambuco

Na última quinta-feira (10/12), a cidade de Olinda concedeu ao MST, por meio da Câmara Municipal, a Medalha de Direitos Humanos Dom Helder Câmara.

Como dizia o Bispo dos Pobres Dom Helder,“é graça divina começar bem. Graça maior persistir na caminhada certa. Mas graça das graças é não desistir nunca.”

Com este espírito de comemoração de uma trajetória de 20 anos de luta por dignidade e emancipação humana, o MST é reconhecido como a organização popular que intercede na defesa da Reforma Agrária, expondo por meio desta bandeira de luta os direitos dos homens e mulheres que vivem no campo, sujeitos a violência e repressão por parte do modelo de agricultura imposto.

A cada ano a medalha é concedida a organizações, clérigos, intelectuais e personalidades que, por meio de suas atuações, contribuem para o avanço na defesa dos direitos humanos. Nesta edição, foram homenageados, além do MST, as entidades do Povo Xucuru de Ororubá, Creche Lar transitório de Christie, Dom Marcelo Carvalheira, Creche Criança do Reino, e a União Nacional dos Estudantes.

Para Jaime Amorim, integrante da coordenação nacional que recebeu medalha representando o Movimento,”esta homenagem demonstra a legitimidade da luta pela reforma agrária em nosso país”.
FONTE http://www.mst.org.br/node/8798
 
http://123sucesso.blogspot.com/2009/12/mst-e-homenageado-em-pernambuco.html




 

Fotógrafo é premiado por imagens do MST


Fotógrafo é premiado por imagens do MST


O fotógrafo Raul Spinassé recebeu no último sábado (28/11) o prêmio Banco do Brasil – Braskem de Jornalismo por uma matéria publicada sobre a Marcha Estadual por Reforma Agrária e Soberania Popular. O Prêmio Freitas Neto, destinado a estudantes de jornalismo, foi dado ao texto visual de Raul, obra prima imersa no processo de lutas. Confira abaixo a matéria e uma das fotos premiadas:

Caminhada sem terra
Por Raul Spinassé

Trabalhadores rurais Sem Terra, em ato histórico, cruzam o Estado de Alagoas em busca de justiça social e soberania popular.

João caminhou pela regularização de sua terrinha em Traipú, Maria caminhava para relembrar as lutas que tinha enfrentado até hoje, Fabiana lutava por um país sem injustiça, Gileno dava passos alimentados pela indignação de um povo oprimido, tantos nomes e personagens, nesta jornada, marchavam em defesa de uma única causa.

Marchavam para falar. Marchavam para serem escutados. Eram milhares de Sem Terra. Durante 21 dias percorreram 330 quilômetros distinguidos pela pluralidade de regiões por onde passavam. Saíram de Delmiro Gouveia em direção a Maceió, cruzaram o Estado Alagoano e atravessaram dezesseis cidades esperando que suas reivindicações fossem aceitas pelo governo.

Despertavam cedo, antes de o sol nascer, e ecoavam suas músicas de esperança. Acordavam. “Vem, lutemos punho erguido. Nossa força nos leva a edificar. Nossa Pátria livre e forte construída pelo poder popular”. Comiam apressadamente evitando pegar o sol ardente daquelas regiões nordestinas, terras estas, que guardavam os passos dados anteriormente pelos cangaceiros de Lampião que lutavam por justiça.

Alimentavam o corpo com nacos de pão lambuzados pelo café forte, preto e fumegante. Fortaleciam suas carcaças com a batata doce, a abóbora, o cuscuz e as comidas herdadas por seus familiares. Alimentavam também seus espíritos com os ideais que tanto almejavam conquistar. Andavam. Despontavam. Seguiam com seus estandartes em punho.

O sol, que nascia laranja com o vigor de sempre, teimava em esquentar aquela fileira humana que ainda se alongava com os primeiros passos da manhã. Iluminados pelo raiar de um novo dia, seguiam, um atrás do outro, anunciando a passagem do movimento pelas cidades. A linha vermelha cortava o verde ainda sustentado pelas chuvas daquela estação.

O sentimento era perceptível nos olhos daqueles que levantavam as faixas e as bandeiras. Vestiam-se com seus bonés e suas camisas e encharcavam aquelas peças com o suor produzido durante as passadas. Alguns empunhavam facões outros carregam garrafas com água procurando se proteger dos oponentes. “Vamos Conseguir chegar em qualquer lugar”, falava confiante Fabiana da Silva, 20 anos, moradora de Novo Lino e cheia de saudades dos seus dois filhos que ficaram em casa.

Marcavam seus passos no asfalto quente. E contavam as inúmeras pedras que tiveram de superar. As rachaduras da pista, ressecadas pelo tempo, lembravam as duras lutas contra os pistoleiros que ameaçavam matar famílias inteiras por conta das ocupações. O vento, cúmplice daquele feito histórico, cortava seus corpos e era encarregado de arrastar os inúmeros gritos que davam durante as passadas, dadas com força contra o solo que tanto os alimentou. A água teimava em fugir das gargantas.

Os lábios ressecados pediam um pouco de umidade para continuarem proferindo os sonhados planos. E os olhos vislumbravam o amanhecer de um novo tempo, um tempo onde o campo e a cidade pudessem viver em harmonia.

Passavam por pessoas. Famílias inteiras saiam de suas casas para saberem que barulho era aquele. Alguns corriam estimulados pela curiosidade e pela adrenalina gerada pela passagem daquele bloco vermelho. Rasgavam o silêncio. O sossego das áreas cercadas era quebrado pelas palavras de ordem. “Se o campo não planta, a cidade não janta”, bradava Zé Roberto, responsável pela animação do movimento que não se cansava.

As crianças corriam acompanhando os passos largos daqueles adultos que insistiam em andar em fileira e perguntavam-se para onde estavam indo. Nunca tinham visto nada parecido. Tinham a certeza que aquilo não acontecia todo dia e aproveitavam aquele momento único.

Alguns saiam das salas de aula, mesmo contra a vontade dos professores que disfarçavam o anseio de observar aquele aglomerado de gente que parecia uma escola de samba daquelas que passava na televisão. Televisão essa que persistia em criminalizar aquele movimento. Alguns fechavam as portas de seus estabelecimentos, outros negavam água, vários reclamavam, mas as crianças continuavam a correr. Gastavam suas energias em meio à multidão avermelhada.

Aquela caravana rubra mudava totalmente a rotina da vida das cidades por onde passava. Chegavam com seus pés desgastados pelo contato intenso com o piche e a brita do asfalto. As mães, crianças, as malas e a estrutura do movimento chegavam em caminhões antes da multidão. Era preciso arrumar a cozinha e as barracas de lona preta para recepção daqueles que enfrentavam a longa caminhada.

O grupo, que era dividido em brigadas, possuía pessoas dispostas a cozinhar, montar, levar água para os companheiros, animar, dar massagens, correr atrás de medicamentos e fazer tudo que fosse possível para beneficiar aquele ato coletivo. Trabalhavam. Labutavam como sempre fizeram nos empregos de seus patrões que exploravam sua força de trabalho, só que agora, lutavam por algo seu. “Eu Adorei fazer isso. Pude ajudar em tudo”, comentava Jorge Luiz, 16, que seguiu a marcha sozinho sem a família.

Acreditavam que aquela caminhada era fundamental para aquilo que defendiam. Construíam a reforma agrária e confiavam que isso era o instrumento fundamental para distribuição de riqueza e justiça social. Mobilizavam-se em busca da soberania popular, onde João, Maria, Manuel, Jorge Luiz, Glória, Isabel, Juliana, José, Aparecida e todos os trabalhadores pudessem conquistar aquilo que tanto sonhavam.

Caminhavam, mas não caminhavam simplesmente. Marchavam firme. Sustentavam a luta do povo. Os milhares de seres humanos que se uniram em fileira apenas caminharam por não terem chão.


Fonte: Brasil de Fato e
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=8&id_noticia=120598





 
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A cachaça tomou conta desse aí faz tempo, ele não consegue nem atravessar a rua

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A Guerra do Pente em CURITIBA fará 50 anos


A Guerra do Pente foi um protesto que teve início em 8 de dezembro de 1959 na cidade de Curitiba. O então governador do Estado Moyses Lupion iniciou uma campanha para aumento da arrecadação tributária chamada de "Seu Talão Vale um Milhão". A promoção consistia em juntar comprovantes fiscais de compra no valor de três mil cruzeiros e trocar por um cupom que daria o direito ao sorteio de um milhão de cruzeiros.

O Conflito

No dia 8 de dezembro o Subtenente António Tavares da Polícia Militar do Estado do Paraná comprou um pente pelo valor de quinze cruzeiros e exigiu o comprovante do comerciante libanês Ahmed Najar. Houve uma discussão entre eles e o comerciante fraturou a perna do Subtenente. Estava iniciado o conflito.

Cento e vinte lojas de árabes, judeus, italianos e brasileiros mas todos conhecidos como "turcos" foram depredadas. Algumas delas totalmente destruídas.


Todos os jornais, revistas, além da rádio registraram o acontecimento do primeiro dia e a espontaneidade com que tudo se iniciara. A revolta atingiu as lojas do centro da cidade, bares, bancas de revistas e carrinhos de pipoca, órgãos públicos como COAP (Comissão de Abastecimento e Preços); DFDG (Delegacias de Falsificações e Defraudação em Geral); Chefeatura de Polícia; Biblioteca Pública do Paraná; Edifícios do IPASE e a Agência do IAPC.

A Intervenção do Exército

A intervenção policial e de uma guarnição do Corpo de Bombeiros acirraram ainda mais os ânimos dos populares. Houve quebra-quebra generalizado por todo o centro curitibano. Com a intensificação da ação policial sobre o povo, aumentou-se a resposta em forma violenta, dispersando-a para outras ruas e praças. No segundo dia do levante, muitos dos "desordeiros" haviam sido presos. Porém, o movimento continuou com menor proporção. O Exército assumiu o comando de controle do tumulto, que parecia fugir das mãos da Polícia Civil e Militar, e teve um reordenamento de estratégia. Uma ação organizada de forte aparato bélico com pelotões de soldados armados de baionetas e metralhadoras esvaziou o centro da cidade, numa operação segurança comandada pelo Capitão José Olavo de Castro, da Polícia do Exército.

No terceiro e último dia do protesto, o Exército controlou a cidade. Pontos de ônibus foram alterados de local, realizou-se toque de recolher às 20h, medidas de um controle intenso do espaço público. O deslocamento ao centro da cidade já estavam normalizadas. O Exército, sob comando do General Oromar Osório, manteve patrulhas que circulavam pelas ruas na tentativa de evitar a desordem. Os bares foram obrigados a fechar suas portas às vinte horas, por determinação da Delegacia de Segurança Pessoal. A ação do Exército, da Polícia Militar e Civil evitou maiores danos, que nas palavras de Pinheiro Jr, chefe de polícia da capital, "a polícia agiu com prudência segundo suas circunstância". Além da violenta imposição da paz armada, houve pedidos por parte das autoridades militares e religiosas, o Arcebispo Metropolitano D. Manoel da Silva Delboeux fez um "apelo a juventude para não comprometer-se nesta tragédia triste de vandalismo", "a interferência do Exército determinou o encerramento da baderna predatória".

Entre feridos e presos, ainda estou aqui para relembra o aniversário de 50 anos, daquele 8 de dezembro

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