Unidade 4
19:43 @ 04/07/2009
POEMA “MÃOS DADAS”
Carlos Drummond de Andrade
Não
serei o poeta de um mundo caduco.
Também
não cantarei o mundo futuro.
Estou
preso à vida e olho meus companheiros.
Estão
taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre
eles, considero a enorme realidade.
O
presente é tão grande, não nos afastemos.
Não
nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Trecho
da poesia de Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
http://memoriaviva.com.br/drummond/index2.htm (consultado em 02.08.2008)
- Pensando sobre as possíveis mudanças.
Comentários
(23:25 @ 15/07/2009) Cristina disse:
Devemos sim andarmos sempre de mãos dadas