Grupos

(Leonel Torres – profº de rede pública municipal e estadual)

 

 

No dia 06.08.09,  o presidente Lula sancionou, sem vetos, a Lei 12.014/2009, que altera o artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), quando  reconhece as categorias de profissionais da educação, conforme habilitações próprias. Alei determina que os funcionários de escola, desde que cumpridos os requisitos de formação e habilitação, também passam a integrar uma das categorias profissionais - ao todo são três: professores, especialistas da educação e funcionários de escola. Agora somos mais, somos três, unidos na luta unificada em defesa de uma educação de qualidade social. A Lei é de autoria da senadora Fátima Cleide (PT-RO).

Antes a LDB falava apenas em requisitos para a formação de magistério. E, a partir de agora, é dada a oportunidade aos Funcionários de contribuírem ainda mais com o processo educacional, que abrange todos os ambientes e as relações sociais da escola.

Isso significa que os trabalhadores, uma vez lotados em escolas públicas ou particulares, em funções consideradas “não-docentes”, que buscarem se profissionalizar em uma das quatro áreas pedagógicas de nível médio, previstas na 21ª Área Profissional de Nível Técnico, criada pelo Conselho Nacional de Educação, ou que se licenciarem em curso de pedagogia de nível superior, poderão adquirir, de imediato, o direito de serem considerados profissionais da educação. Porém, para que o reconhecimento e a valorização desses profissionais se concretizem, educadores de direito! De FATO somente quando superar outros desafios.

Atenção:  caberá aos sindicatos de trabalhadores em educação de todo País, com essa 1ª conquista – a aprovação da Lei 12.014 - manterem firme a disposição em implementarem os preceitos da legislação federal em âmbito dos estados e municípios, que exigirá:

  1. difundir a conquista histórica da Lei 12.014/09 e convocar os Funcionários para as lutas seguintes de reconhecimento e valorização da categoria;
  2. massificar a categoria de funcionários de escola, cobrando do Poder Público cursos de profissionalização para os mais de 1 milhão de Funcionários de todo país (medida que é pré-requisito para o reconhecimento social e profissional desses trabalhadores);
  3. estimular a valorização profissional dos Funcionários, através de planos de carreira e piso salarial nacional unificados com o magistério, de acordo com o artigo 206 da Constituição;

cobrar dos gestores públicos, onde os funcionários de escola ainda não são reconhecidos como categoria própria, seu imediato reconhecimento e a inserção do ente federativo (estado ou município) nas políticas públicas de profissionalização e de valorização da carreira. Vejam o que diz a Lei 12.014/09:

“Art. 61.  Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:

I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;

II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;

III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

Parabéns aos funcionários e funcionárias de escola, sejam bem-vindos (as) à LUTA!

“Rei está nu! Viva o rei!”

21:29 @ 11/08/2009

(Leonel Torres – profº das redes públicas municipal e estadual)

Ao transportar e fazer uma analogia dessa antiga história com a atual situação por que passa o Sindeducação, nos parece salutar parafrasear as lúcidas reflexões de  Ribeiro, professor de filosofia política da USP, ao nos lembrar que o debate, a divergência, o conflito é o cerne da verdadeira democracia.

Hoje observamos que o “’rei’ está nu! Viva o rei!”. Que Ele profere a verdade vista e silenciada por todos os demais membros da Corte. Com isso, transfere a nudez, a vergonha aos (supostos) súditos e tenta, insistentemente, transmutar para todos a sua incapacidade de sonhar, de imaginar, de criar, de resistir e lutar. Ou Sindicato não é para luta e resistir? Doravante, a nudez do rei deve ser denunciada, visto que a incapacidade de sonhar coletivamente já se tornou auto-reveladora.

Essa política de incapacidade de sonhar coletivamente chafurda e confunde os (supostos) súditos, tornando-nos reféns e submissos ao Patronato. Mas, também é auto-revelador um filme brasileiro, que dizer: “Toda nudez será castigada”.

Parece-nos distante acreditar que “elegemos” representantes suicidas políticos com uns discursos “kamikaze”. Que às vezes esquecem para que serve (ou deveria servir) o Sindicato, senão para alojar nossos sonhos, desejos e utopias coletivos. Como é o caso do último ACORDO (desastroso) entre o Sindicato X Prefeitura de apenas 6% mais 2% (oriundos do FUNDEB, que foi de 19,23% de repasse para a prefeitura), abdicando de lutar pelos 22,21% de perdas já acumuladas, comprometendo por demais o poder de compra das famílias dos trabalhadores em educação da rede pública de São Luís, lamentavelmente.

 Algumas pessoas têm dificuldades com essa compreensão porque pensa a democracia a partir da "ordem" (M. Chauí) e não do conflito. A ordem não é sempre necessariamente democrática. Entretanto, considerando a democracia a partir do conflito, é preciso, averba Ribeiro, mais do que instituições democráticas. É preciso uma democracia das práticas, do diálogo e do convívio em que o direito ao conflito tenha como contraponto o respeito ao oponente e ao seu universo de idéias.

Observa-se que redução caricatural das idéias do oponente cria oposições simplistas, que fazem o debate escorregar para o ataque, para o discurso da força, das ameaças. Não podemos perder isso de vista. Parece óbvio que está faltando ao Sindicato a coragem de assumir a nudez como virtude. O ‘rei’ está nu! Viva o rei? Os (supostos) súditos: podemos e vamos decidir!

Ou Arnaldo Jabor continuará com razão quando afirma que o Brasil (digo, Sindicato) “(...) se descobrirá por subtração e não por soma”, ou ainda, que “de tanto perder faremos conquistas? Vamos à luta, sempre! 

INFORMATIVO MOP

13:38 @ 07/08/2009

MOP –Movimento de Oposição dos Professores da Rede pública Municipal de S. Luís.

“... Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada...”(Eduardo Alves da Costa-poema No caminho com Maiakóviski)

SUBINDO A LADEIRA

Da natureza dos fatos, visto que diante dos mesmos, não se sustentam (falsos) argumentos: a justiça do trabalho concede liminar no dia 18.06.09, em 1ª instância, dando mérito procedente aos profº Leonel Torres e Celso Marques, ao anular as últimas eleições do Sindeducação e mandando o requerido (o Sindicato) a realizar novas eleições.  

A juíza da 6ª Vara do TRT baseou-se nas provas apresentadas pelos professores requerentes, contra a candidata à reeleição e presidente no exercício da função, Maria Lindalva Batista, provas essas que maculam a legitimidade e a lisura do processo eleitoral democrático, assim como violam o princípio da isonomia (todos devem concorrer em condições de igualdade), estampado no Art. 5º da Constituição Federal, configurando-se em abuso do poder econômico e favorecimento pelo uso indevido da “máquina sindical”. Vejam as provas apresentadas que fundamentaram a decisão da juíza, Drª Carolina Burlamarqui:

1)                           O saque de um cheque do Sindicato no valor de R$ 2.000,00 na “boca do caixa”, dois dias antes da eleição, para pagar a Comissão Eleitoral;

2)                           O pagamento com cheque da Entidade no valor de R$ 2.000,00 à gráfica, datado do dia 20.08.08, já candidata à reeleição;

3)                            dois ofícios, um endereçado ao TRE, solicitando (apenas) 3 urnas comuns e outro endereçado ao Comando Geral da Polícia militar, pedindo reforço policial para o dia da referida eleição, todos assinados pela presidente candidata: Maria  Lindalva Batista.

Torna-se cristalino que a candidata não havia se desincompatibilizado do cargo de presidente do Sindicato (Art. 59 do Estatuto do Sindicato) para concorrer à reeleição, fazendo uso do mesmo para comandar todo o processo eleitoral, expediente que deveria ser da Comissão Eleitoral, adquirindo, assim, vantagens e favorecimentos em relação aos outros concorrentes, em função da função privilegiada que exercia.

Ainda assim, insiste ela em descumprir a Decisão da Justiça. O que  de pouco adiantará tal teimosia, pois como diz o sábio  ditado: manda quem pode, obedece quem tem juízo. Apenas poderá protelar a realização de Novas Eleições Limpas e com condições iguais entre concorrentes.

 Outro argumento falacioso é o de que a referida candidata à reeleição “venceu de lavagem” em relação aos demais, isso só vem a comprovar que, o uso indevido da ”máquina sindical”, adquirindo vantagens e favorecimentos em relação aos demais candidatos, funcionou (e bem) a  favor da presidente do Sindicato, devido ao uso da privilegiada função do cargo.

Outra observação importante que ajudará a desmistificar o discurso falacioso da legitimidade fundamenta no resultado tão somente, é que, dos 3.312 professores aptos a votarem, apenas 1.213 compareceram ao único local de votação – a sede do Sindicato, no dia 17.09.08. O que revela que apenas 1/3 dos filiados compareceram as três (tão somente 3) urnas disponíveis,  descredenciando o malicioso discurso da legitimidade pela “diferença acachapante” de votos.

Uma outra questão não menos importante que a categoria precisa saber urgentemente, encontra-se no verso deste Informativo: reproduções das Tabelas de Vencimentos e as suas revelações. Trata-se da data-base anual (01.05), período que a lei trabalhista determina que patrão e empregado (via Sindicato) devem negociar e que esclarecem  as sucessivas perdas salariais e os possíveis ganhos reais em relação aos índices oficiais da inflação, fundamentados no Estatuto do Magistério (Lei nº 4.749/07) e no nosso PCCV –  Plano de Cargos Carreira e Vencimentos (Lei nº 4.931/08) da categoria.

Por falta de uma política consistente de enfrentamento, fortalecido pela base e fundamentado nas  decisões tomadas em Assembleias Gerais da categoria, nos parece que o Sindicato (que deve nos representar) acatou, ad referendum, o reajusto salarial de apenas 6% em junho/09 e 2% em julho/09, sinalizados pelos técnicos da Prefeitura. Abdicando de lutar  pelo repasse de 19,23% concedido pelo governo federal em janeiro/09, via FUNDEB, ao chamado valor-aluno.

Ao permanecer apenas o reajusto de 8%,  caracterizará em acordo entre Prefeitura X Sindicato à revelia da decisão da última Assembleia Geral da Categoria, que deliberou por 19,23% de reajuste. Mais triste e descabido é a direção do Sindicato afirmar que “nesse momento, o reajuste contempla as perdas salariais da classe provocadas pela inflação....” (jornal O Imparcial, 18.06.09). E, lamentavelmente, em agradecer ao “prefeito João Castelo por nos ter recebido e pelo interesse demonstrado em ouvir nossas reivindicações”.

Parece-nos, ainda que, o Sindicato já deve ter se esquecido de reivindicar e bradar em voz alta pelo Índice inflacionário de 9,21% de 2007, não repassado à Tabela de Vencimentos quando da aprovação do PCCV/2008. Veja que esse minguado reajuste de 8% não contempla as perdas inflacionárias de 2007, não repassadas aos vencimentos dos professores. Dessa feita, a categoria, caso não reaja imediatamente, irá mergulhar em mais perdas do poder de compras, para ser mais esclarecedor: em 22,21% de perdas salariais acumuladas até agora (compare tabelas anexas).

A valorização dos profissionais da educação passa, necessariamente, pela melhoria salarial. Precisamos reagir e resistir, antes que seja tarde demais. Não podemos permitir que nos roubem as flores do nosso jardim, assim como não podemos permitir que nos arranquem a voz de nossas gargantas, por não dizermos nada.

Aqui fica o convite a todas e a todos os professores de luta, para continuarmos Subindo a Ladeira: venham colaborar/participar do movimento de luta e de enfrentamento, o Movimento de Oposição dos Professores da Rede Pública Municipal de São Luís - MOP. Que objetiva preservar a luta e os reais interesses dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Educação Pública Municipal de São Luís, mantendo-os críticos, participativos e mobilizados, permanentemente.

 Para tanto, acesse o site: WWW.grupos.com.br/blog/sindeducacao/ e fique diariamente por dentro da Verdade dos fatos. Ou envie comentários/contribuições para nosso email: sindeducacao@grupos.com.br e faça parte dessa idéia de luta e resistência.  

“Não podemos deixar de falar da coisa que vimos e ouvimos” (Atos 20:4)

AO RETORNARMOS À SALA DE AULA, PRECISAMOS REOXIGENAR NOSSOS SONHOS, SONHOS POSSÍVEIS, NÃO PERMITIR QUE O MEDO VENÇA A ESPERANÇA, ESPERANÇA, COMO AVERBA  O PROFESSOR PAULO FREIRE, NA LUTA COLETIVA.

SOMENTE NÓS, TRABALHADORES, PODEREMOS REVERTER O CAUS QUE, HISTORICAMENTE, A OFENSIVA CAPITALISTA VEM IMPONDO A TODOS NÓS, COM A AJUDA DA “MÃO INVISÍVEL” DO ESTADO (NO NOSSO CASO, DO MUNICÍPIO, PARA SER MAIS ESPECÍFICO), SEMPRE NOS CULPANDO PELAS SUCESSIVAS CRISES. SÓ PARA TER UMA IDEIA, HOJE O NOSSO PODER DE COMPRA ESTÁ COM 22,21% DE PERDAS SALARIAIS. POIS NÃO FORAM REPASSADOS AINDA OS 9,21% DE REAJUSTE REFERENTE À CORREÇÃO DO SALÁRIO  EM 2007, COM A IMPLANTAÇÃO DO PCCV EM 07 DE ABRIL DE 2008; ASSIM COMO OS 19,23% REFERENTE AO REPASSE DO FUNDEB (VALOR CUSTO ALUNO) DO GOVERNO FEDERAL EM JANEIRO DE 2009. NEGADOS A NÓS PELA PREFEITURA DE  SÃO LUÍS AO NEGOCIAR COM O SINDEDUCAÇÃO AGORA EM 2009.

NÃO PODEMOS ACEITAR CALADOS, PASSIVOS, APENAS 6% DE CORREÇÃO SALARIAL MAIS 2% APENAS, ORIUNDOS DOS 19,23% DO FUNDEB. É APENAS UMA QUESTÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA.

NÃO PODEMOS PERMITIR QUE MAIS UMA VEZ O FUNCINALISMO PÚBLICO SEJA RESPONSABILIZADO PELA CRISE E QUE SEJA CONVOCADO A PAGAR POR ELA. O NOSSO PRINCÍPIO, QUE  NÃO PODEMOS ABDICAR DELE: PRINCÍPIO DE LUTA E RESISTÊNCIA, TEM QUE SER A NOSSA PRINCIPAL  ARMA; PRINCÍPIO ESSE QUE PODE EVITAR QUALQUER UM DE NÓS LUTARES, “NÃO SE SUBORDINAR AOS CONCHAVOS E ÀS MUTRETAS DA VELHA CONHECIDA PRAGMÁTICA DO PELEGUISMO DE RESULTADO, SOB A ÉGIDE DO DISCURSO PESUDO-ESQUERDISTA”, NOS DANDO POR DERROTADO LOGO NO INÍCIO DA LUTA.  A BATALHA DEVE CONTINUAR LOGO LOGO, ORIENTADA PELOS NOSSOS SONHOS!

CAROS(AS) COMPANHEIROS(AS), “FAÇA A VIDA VALER UM SONHO”,  vamos à LUTA E “HASTA LA VICTORIA SIEMPRE” (CHE). 

LEONEL TORRES

9607-3169

Ao constatarem indícios de ilegalidade  no dia da eleição (17.09.08) do Sindicato dos Profissionais do Magistério Público de São Luís – SINDEDUCAÇÃO – , cometida pela representante da chapa 4: Maria Lindalva Batista, os professores Leonel Torres e Celso Marques ajuizaram Ação junto à Justiça do Trabalho (6ª Vara), pleiteando a imediata nulidade do referido pleito, fundamentados no Estatuto e no Regimento Eleitoral do referido Sindicato.

Os professores requerentes juntaram provas que violavam a lisura (Art. 44 do Estatuto) e o princípio da isonomia do processo eleitoral (Art. 5º da CF), cometidas pela candidata e presidente do SINDEDUCAÇÃO, Maria Lindalva Batista e provocaram a justiça para intervir e tornar nula a eleição do dia 17.09.08.

 Várias provas que comprometem a legitimidade do processo foram juntadas, tais:

1)                 O saque de um cheque do Sindicato de R$ 2.000,00 na “boca” do caixa, dois dias antes da eleição;

2)                 O pagamento com cheque da Entidade no valor de R$ 2.000,00 à gráfica, datado do dia 20.08.08, já candidata à reeleição;

3)                  dois ofícios, um endereçado ao TRE, solicitando 3 urnas comuns e outro endereçado ao Comando Geral da Polícia militar, pedindo reforço policial para o dia da referida eleição, todos assinados pela presidente candidata: Maria  Lindalva Batista.

O que torna cristalino que a candidata não havia se desincompatibilizado  do cargo de presidente do Sindicato (Art. 59 do Estatuto do Sindicato) para concorrer à reeleição, fazendo uso do mesmo para comandar todo o processo eleitoral, quando deveria ser da Comissão Eleitoral, adquirindo vantagens e favorecimentos em relação aos outros concorrentes. (E isso é apenas a ponta do Aeceberg dos desmandos e desatinos praticados pela senhora Maria Lindalva Batista na direção daquele Sindicato, agora com o mandato cassado pela Justiça). 

De sorte que a juíza da 6ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho, Carolina Burlamaqui Carvalho, julgou procedente o mérito do pedido (proc. Nº 1506/08) no dia 19.06.09, ao “declarar a nulidade da eleição geral do Sindicato dos Professores do Magistério do Ensino público municipal de São Luís – SINDEDUCAÇÃO para o quadriênio 2008/2012, e condenar o requerido a convocar novas eleições no prazo de 30 dias, nos termos do Estatuto do Sindicato...”. Dessa feita, torna-se sem efeito o resultado da eleição do dia 17.09.08 e obriga ao requerido, ou seja, ao Sindicato, a convocar novas eleições no prazo de 30 dias, a contar da publicação  da sentença .

A justiça vai prevalecer, resgatando a isonomia do processo eleitoral entre concorrentes no novo pleito, com eleições limpas, neutralizando-se os vícios eleitorais antes cometidos pela ré,  sem o uso indevido da “máquina” sindical   de qualquer natureza. Vamos aguardar e até breve. Assim seja!   

Companheirada: vamos ficar alerta, essa luta é de todos nós.  

 

FIQUE INFORMADO, PARTICIPE DO GRUPO SINDEDUCACAO@GRUPOS.COM.BR

ELEIÇÕES PODEM SER ANULADAS!

13:26 @ 13/01/2009

SINDEDUCAÇÃO

ELEIÇÕES PODEM SER ANULADAS!

 

Caríssimos  Professores,

                             Em defesa de “ELEIÇÕES LIMPAS” em todas as instâncias ditas democráticas, os representantes das Chapas 1 – Educação e Luta, e Chapa 3 – Autonomia para Lutar,  respectivamente, Celso Marques e Leonel Torres, concorrentes ao pleito último do dia 17.09.08, ao se sentirem violados nos seus direitos de “igualdade de disputa” e de “isonomia”, amparados no Estatuto do Sindicato e no Regimento Eleitoral, vêm a todos e a todas  anunciar pedido de NULIDADE da Eleição para o Sindeducação e solicitar à Comissão Eleitoral a convocação de Novas Eleições, com ISONOMIA e com IGUALDADE DE DISPUTA, no prazo de 30 dias, “tendo em vista ocorrência de vício no processo eleitoral, violando literalmente o Art. 59 do Estatuto do SINDEDUCAÇÃO e Art. 12 do Regimento Eleitoral”, senão vejamos:

a)    A profª  Maria Lindalva Batista, atual presidente e concorrente a reeleição, desrespeitou o Art. 59 do Estatuto, que diz, expressamente: “ Poderá participar de chapa o associado que estiver na função de diretor e outro cargo, desde que se desemcompatibilize da função ou cargo quando do registro da chapa” (sic), infringindo o Art. 90 do Estatuto, que averba, textualmente: Será anulada a eleição quando, mediante recurso formalizado nos termos deste Estatuto, ficar comprovado: (...) b) que foi preterida qualquer das formalidades essenciais estabelecidas neste Estatuto; c) ocorrência de vício ou fraude que comprometa sua legitimidade, importando prejuízo a qualquer dos candidatos ou chapa concorrente.”

b)     A atual presidente, Maria Lindalva Batista, não obedeceu o Estatuto da Entidade e o Regimento Eleitoral em não pedir afastamento do cargo de diretora do Sindeducação e na condição de presidenta, conduziu todo o processo eleitoral, tomando decisões e assinando Ofícios junto com a Comissão Eleitoral, e, ainda, pasmem vocês, assinou cheque em nome da Entidade, após chapa sua inscrita (18.08) para a reeleição. Favorecendo-se da função do cargo de diretora do Sindicato. Mas vamos aos fatos e provas.

c)      No dia 02.09, a atual presidente, quando deveria está afastada do cargo, assina Ofício nº 10 da Entidade, solicitando 03 urnas (apenas 03 urnas) ao Tribunal Regional Eleitoral, às 16:16min, sob o Protocolo nº 31157/2008,  juntamente com a Comissão Eleitoral; no mesmo dia 02.09, a presidente concorrente à reeleição, assinou, juntamente com a Comissão Eleitoral, Ofício nº 11 da Entidade, sob o protocolo de entrada nº 2675/08, solicitando, ao comando geral da polícia militar, destacamento policial para garantir o bom andamento do pleito, “em virtude, segunda ela, do grande número de chapas inscritas... e de algumas terem um perfil fundamentalistas devido à sua ligação com partidos de extra-esquerda...”; no dia 15.09, portanto, 2 dias antes das eleições, a candidata à reeleição assina um cheque da Entidade sindical (nº 852611, c/c 7532-9, ag. 3850-1 do Banco do Brasil-Cohab), no valor de R$ 2.000,00, que foi sacado na boca do caixa no dia 16.09, por uma “cabo eleitoral” sua: profª Glória Maria Cerveira.

d)     Soma-se a tudo isso, o fato de que a Comissão Eleitoral não exigiu contracheque ou espelho na hora da votação, aos 1.312 professores que compareceram para votar,  apenas documento de identidade,  desconsiderando, portanto,  determinação previamente acordada entre as partes interessadas,  expressa no Ofício Circular nº 1, datado do dia 18 de julho de 2008  e assinado pelo presidente da Comissão Eleitoral, Sérgio Henrique Ribeiro e pela secretária, Alzira Madalena Campos.

                De sorte que, a  ANULAÇÃO DAS ELEIÇÕES e a imediata convocação de Novas Eleições no prazo de 30 dias,   se justifica por tudo já mencionado acima, assim como é cristalino que a candidata da chapa 4 obteve condição melhor que a dos candidatos durante o processo eleitoral, ferindo o princípio da isonomia, importando em vício que compromete a legitimidade do pleito, por ter acasionado prejuízo às demais chapas concorrentes. 

Companheiros(as), queremos eleições limpas, JÁ! E, “Se o presente é de luta o futuro nos pertence – lutam melhor os que têm belos sonhos” (Che). Abraço Sindical e até breve! 

Celso Marques – representante da Chapa 01 e

Leonel Torres – representante da Chapa 03

Hoje a aula nas escolas da rede pública de ensino será nas ruas e o conteúdo será o respeito aos Profissionais da educação básica no país. A CNTE e sindicatos filiados promovem várias atividades em todo o país para pedir urgência na aprovação do projeto do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) e de mais dois projetos referentes à Profissionalização e à Carreira. Os três em tramitação no Congresso Nacional.

Aqui em São Luís, haverá ato público, às 8h30, no CINTRA, anil, com a presença dos dois candidatos a prefeito: FLÁVIO DINO e JOÃO CASTELO.

mais informações: http://www.cnte.org.br/

A eleição iniciou-se às 8h45min e encerrou-se às 17h45min. Estiveram presentes 1.312 filiados dos 3.339 aptos a votar, que representam 39% dos filiados. Destes 2415 são ativos e 924 são aposentados, sendo que na eleição estima-se que mais de 400 aposentados votaram, o que representa aproximadamente 50% destes, e mais de 1.400 filiados ativos deixaram de votar. Houve no início um grande tumulto, em virtude da comissão eleitoral ter disponibilizado apenas três urnas, sendo uma para aposentados e as outras duas para ativos. Outra problema foi ter colocado as mesas receptoras no mesmo local, o que causou grande alvoroço, onde diversos professores e professoras foram embora sem votar pela demora na fila, o que poderia ter sido evitado se a comissão eleitoral tivesse  disponibilizado mais três urnas como havia prometido na reunião do dia 12 de setembro. Nesta mesma reunião com todas as chapas presentes ficou definido que o sindicato disponibilizaria 15 VANS para fazer o deslocamento dos professores de suas escolas para a sede do sindicato, o que não ocorreu, pois a direção do sindicato negou o pedido alegando falta de recurso financeiro. Devemos ressaltar também que a Secretaria de Educação do município foi comunicada da eleição e comprometeu-se em informar os diretores e diretoras de escola para liberarem os professores filiados para exercerem seu direito de VOTAR.

A apuração durou pouco menos de uma hora, e o resultado ficou assim:

CHAPA 1 – Presidente Celso, com 159 votos

CHAPA 2 – Presidente Euges, com 88 votos

CHAPA 3 – Presidente Leonel, com 225 votos

CHAPA 4 – Presidente Lindalva, com 721 votos

CHAPA 5 – Presidente Antonisio, com 69 votos

E mais 32 votos impugnados, 6 votos em branco e 12 nulos.

Logo após o resultado a chapa 4 comemorou com queima de fogos. As outras chapas não concordaram com a forma de condução do processo eleitoral realizado pela COMISSÃO ELEITORAL, que privilegiou a chapa vencedora, e prometeram entrar com recurso de impugnação nas próximas horas.

RUMO À VITÓRIA

20:05 @ 16/09/2008

PROFESSORAS E PROFESSORES amanhã é o dia da mudança, você não poderá deixar de votar.

Das 8h às 17h, na sede do SINDEDUCAÇÃO, na Cohab, acontece a eleição para eleger a nova diretoria do nosso sindicato. Leve um documento de identidade e um contra-cheque que contenha o desconto do Sindeducação.

E não esqueça, você tem 50 motivos para votar na chapa 3.

É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA    3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3

É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3   É CHAPA 3

O DEBATE

17:14 @ 14/09/2008

Compareceram ao debate os candidatos Leonel Torres da CHAPA 3, Euges da Chapa 2 e Antonisio da Chapa 5. A candidata da chapa 4, Lindalva Batista e o da chapa 1, Celso, não compareceram e nem justificaram a ausencia. O debate foi organizado pela direção da escola Tancredo Neves. Estiveram presentes professores das diversas escolas da área da Cidade Operária e também representantes das chapas. Houve dois blocos de perguntas, o primeiro bloco composto de três perguntas , onde cada candidato pode expor suas propostas. No segundo bloco as perguntas foram feitas pela platéia, num total de cinco, onde novamente os candidatos tiveram a oportunidade de expor suas ideias e perspectivas para o SINDEDUCAÇÃO. Por último cada candidato fez suas considerações finais. O debate transcorreu na maior tranquilidade e não houve ofensas pessoais a nenhum candidato. O professor Leonel frizou a necessidade da autonomia sindical, do combate ao nepotismo e a defesa intransigente do profissional da educação e valorização do magistério.

Professores não esqueçam, nesta quarta-feira, dia 17 de setembro na sede do SINDEDUCAÇÃO sua presença e seu voto são fundamentais para garantir a renovação e a democratização do nosso sindicato com AUTONOMIA PARA LUTAR.

Acontece amanhã (12/09/2008), sexta-feira, na UEB Tancredo Neves, Cidade Operária, o DEBATE entre as chapas concorrentes à direção do SINDEDUCAÇÃO. O evento está sendo organizados pelos professores e professoras das escolas pertencentes àquela área, e todos os demais professores e professoras estão convidados a participar do debate. A chapa 3 "Autonomia para Lutar", encabeçada pelo sindicalista Prof. Leonel Torres, já confirmou presença.

A organização conta com a presença dos professores e professoras da rede.

ACESSE O ORKUT DA CHAPA 3 - AUTONOMIA PARA LUTAR - E VEJA MAIS FOTOS.

http://www.orkut.com.br/Album.aspx?uid=16309445969936088693&aid=1219911302

PLENÁRIA ABERTA

19:39 @ 21/08/2008

1ª Plenária aberta para professores e apoiadores da CHAPA 3 - AUTONOMIA PARA LUTAR.

Dia 30 de agosto de 2008. Às 17 horas.

Local: SINDSEP, atraz da Igreja da Conceição, Monte Castelo.

         O Sindeducação precisa dizer sim aos professores e professoras de São Luís. Precisamos trilhar pelos verdadeiros anseios da categoria e seguir esse caminho significa desvincular o nosso sindicato do unipartidarismo político e abrir as portas do mesmo aos vários pensamentos políticos, sem, contudo deixar que as raízes políticas cresçam e se tornem maiores que o verdadeiro papel que o Sindeducação dever ter, que é lutar por uma educação de qualidade. Assim sendo, a luta da nossa chapa sustenta-se em uma plataforma alicerçada, principalmente, em três principais colunas: integridade, ação e experiência.

         Integridade porque tem em seu quadro pessoas que prezam pela representação sindical honesta e com métodos de direção diferentes da maioria das pessoas da chapa encabeçada pela situação, e a prova disso é que tem como candidato a presidente, o prof. Leonel, vice presidente do nosso sindicato e que se pensasse como a maioria deles, teria comungado com as idéias da direção. No entanto, seguindo a sua índole moral, decidiu por um processo de cisão, e encabeça agora a chapa “Autonomia para Lutar - renovar para democratizar o Sindeducação”, pois a sua maneira de pensar o nosso sindicato é totalmente diferente da atual presidente.

         Ação porque queremos um sindicato atuante e mais próximo dos docentes de São Luís. Precisamos agir para exigir o salário digno a que temos direito, melhores condições de trabalho, fim dos famigerados anexos, melhorar a nossa sede, que é a casa de acolhimento para as discussões das nossas lutas, e todas as demais reivindicações que desejamos.

         Experiência porque o prof. Leonel tem  em seu currículo 15 anos de experiência com consciência do verdadeiro papel do sindicalista, o que o credencia para nos representar.

         Por esses motivos citados é que colocamos os nossos nomes para a avaliação dos professores e professoras de São Luís, pois é preciso “renovar para democratizar o Sindeducação”, este é o lema da chapa 3 - autonomia para lutar.

         Queremos mudar porque você também quer. Então participe agora, esse é o momento de lutar. Não fique só reclamando, palavras são palavras, é preciso agir para vencer e mudar. Tudo depende só do seu voto.

         Participe da ELEIÇÃO, alguns minutos do seu tempo podem mudar dois anos de gestão do nosso sindicato.

Olá, COMPANHEIRADA!

É chegada a hora dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação Pública de São Luís exercerem a sua merecida cidadania sindical: o direito de votar. Assim como decidirem qual  rumo o Sindeducação deverá seguir – o da Luta a favor da categoria ou o da inoperância e do nepotismo deslavado. E aí, que Sindicato QUEREMOS?

Iniciando o debate, externamos aos bravos Trabalhadores em Educação, que queremos um Sindicato que defenda, intransigentemente: os direitos e princípios históricos da nossa categoria, a saber:  o direito irrestrito de Greve; a  liberdade de livre manifestação de pensamento expressa nos direitos humanos e na Constituição Federal – Art. 5, Inciso IV -; a valorização dos profissionais da educação, no que tange, especialmente,  ao aperfeiçoamento profissional continuado remunerado, salário digno, condições adequadas de trabalho e formação continuada vinculada às Universidades Públicas.

 Queremos um Sindicato que mantenha a categoria sempre informada das sucessivas tentativas de golpe contra os direitos dos Trabalhadores em Educação, porque não podemos reagir contra àquilo que não conhecemos;  queremos um Sindicato combativo, autônomo e livre das amarras do poder do patrão; queremos um Sindicato que não abdique dos princípios democráticos de “gestão democrática do ensino público” (Art. 206, Inciso VI da CF/1988), com eleições DIRETAS JÁ  para diretor(a)  de escola, de acordo com o PL n. 344/07 (já aprovado pela Comissão de Cultura e Esporte do Senado).

Queremos um Sindicato que exija do gestor público mais investimento para a educação pública, em, pelo menos, 30% dos impostos arrecadados; queremos um Sindicato que lute pela implantação do PL n. 6.206/05, que reconhece os funcionários de escola na LDB n. 9394/96, unindo a luta comum entre professores, pedagogos e os que possuem diploma de curso técnico ou tecnológico em área pedagógica afim – os funcionários de escola; queremos um Sindicato de base, presente na escola em todos os turnos, observando de perto a verdadeira realidade da categoria e que jamais abandone a Luta; queremos um Sindicato que assuma a responsabilidade de exigir a necessidade de “Nenhum direito a menos/ mais um passo a frente/ nenhum passo atrás/ A educação a gente é que faz”.

Queremos um Sindicato ousado e que tenha no sonho, na utopia, o que bem nos alerta Galeano: “A utopia está lá longe. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”.

Não deixe essa oportunidade passar, essa eleição não tem 2º turno, não vamos esperar por mais 4 anos.

Queremos, portanto, COMPANHEIRADA, um Sindicato para sonhar. Para caminhar: sonhar juntos; caminhar juntos!

Até a vitória, com Autonomia para Lutar.

 

LEONEL TORRES

Cand. a presidente Sindeducação.