Grupos

 

 

 


 

 

O Anarquismo Reconstruindo as Organizações Livres dos Trabalhadores

A solidariedade local pelo

internacionalismo proletário!


- A aceitação da máxima da Internacional “a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.


- O repúdio na luta contra a burguesia de toda intromissão da política-autoritária.


- a propagação e a difusão da “ação direta” como única tática eficaz que deu resultados positivos na luta operária.


- o apoio ao Sindicato Único como complemento ao trabalho de organização e como poderosa arma de solidariedade entre os proletários.


- o repúdio ao reformismo político-burguês e do regime capitalista por sua injusta e desumana organização econômica baseada na propriedade privada e conseqüentemente na exploração do homem pelo homem.

- Consideração da política, incluindo neste termo a todos os partidos políticos desde os conservadores até os de extrema esquerda, como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento da organização operária. Uma vez que seu ponto central reside na ignorância das massas e sua existência depende do regime capitalista, sua finalidade é a de manter e eternizar, seja como for, a organização da sociedade atual que divide a humanidade em ricos e pobres, explorados e exploradores.

    

OS ANARQUISTAS E AS ORGANIZAÇÕES SINDICAIS EXISTENTES

Seria estúpido acreditar que para estarmos "inseridos socialmente" somos obrigados a atuar nos sindicatos controlados pelos partidos, patrões e o Estado.
Estes atuam pela conciliação de classes, nós lutamos pela justiça social e queremos acabar com todas as desigualdades sociais e econômicas a que estamos submetidos enquanto trabalhadores. Nossa luta é pelo sindicalismo revolucionário, denunciamos o sindicalismo de ocasião. Partimos do pressuposto que para termos uma atuação consequente no movimento dos trabalhadores, temos que manter o combate nos locais de trabalho, de moradia, de estudo e de lazer através das seções sindicais, unindo e avançando com nossos camaradas explorados.



Vivemos um novo ciclo da história, o da reconstrução
das organizações livres dos trabalhadores e da retomada do anarkismo revolucionário.


                                            No Brasil

- A Confederação Operária Brasileira (COB), e com ela todas as Federações locais, devem difundir os métodos de luta do sindicalismo revolucionário como meio para chegar ao “coletivismo libertário” (municípios livres e federados).

O federalismo sindical: ação direta dos trabalhadores, das seções sindicais às assembléias de trabalhadores, são os instrumentos mais eficazes para construir a solidariedade de classe no combate a injustiça, a desigualdade social e ao desequilíbrio ambiental produzidos pelo Sistema Capitalista.

Por um mundo melhor para todos nós.

Ação Direta Sindical na construção do socialismo libertário: sem partido nem patrão!

Sindicato de Artes e Ofícios Vários de São Paulo       SINDIVARIOS-SP-FOSP/COB-ACAT/AIT

Associação Continental Americana dos Trabalhadores (ACAT)

Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA)

 

"A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores"

 

CONVOCATÓRIA DE 17 a 19 de agosto de 2012

 

A Confederação Operária Brasileira, seção da Associação Internacional dos Trabalhadores, conforme suas Bases de Acordo, através do seu Secretariado Nacional, convocam para a realização de uma Plenária Nacional, nos dias 17 a 19 de agosto de 2012, em local a ser definido, às Federações Operárias Regionais e Seções Sindicais dos Sindicatos de Artes e Ofícios Vários.

A Plenária terá a função de Assembleia deliberativa para definir a pauta de lutas e organização da Confederação Operária Brasileira. Os acordos adotados na Plenária deverão ser ratificados na base local das Federações.

A Pauta:

1. As eleições e a posição dos trabalhadores.

2. O trabalho sindical e a luta contra o trabalho precário.

3. Cotizações e comunicações.

4. Escola da AIT nas Américas, projeto da Fundação Educacional João Puig Elias.

5. Propostas para a Plenária Internacional da AIT/IWA e XXV Congresso.

6. Assuntos Gerais.

Porto Alegre, 13 de junho de 2012.

Secretariado Nacional COB/ACAT-AIT/IWA

 

IV CONGRESSO OPERÁRIO BRASILEIRO

A EMANCIPAÇÃO DOS TRABALHADORES SERÁ OBRA DOS PRÓPRIOSA TRABALHADORES!

Quando, em 1906, a classe operária realizou seu 1º Congresso e fundou a Confederação Operária Brasileira (COB) rapidamente tratou de se aproximar das lutas dos operários de todo o planeta através da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA), que nessa época vivia na clandestinidade, e alnçou em seu jornal A VOZ DO TRABALHADOR, com resolução do I Congresso Operário Brasileiro:

"O 'Congresso Operário' aconselha o proletariado a organizar-se em Sociedades de Resistência econômica, agrupamento essencial e, sem abandonar a defesa de que necessitam as organizações econômicas, a por fora do sindicato aq luta política especial de um partido e as rivalidades que resultariamna adoção, pela associação de resistência, de uma douttrina política e religiosa, ou de um programa eleitoral."

Hoje, com a destruição dos sindicatos livres, substituídos pelos atuais falsos sindicatos atrelados ao Estado e dominados pelos partidos políticos, que taqnto desorganizam a classe trabalhadora, vemos com clareza a correção desse chamamento secular e hoje chamamos novamente a classe trabalhadora a se reorganizar com vistas, não só a resistência econômica e a luta pela manutgenção dos direitos adquiridos, mas também para lutar contra a dominação do homem pelo homem, lutando pelo socialismo libertário, pela Autogestão Generalizada.

Dias 28-29 e 30 em Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil

105 ANOS DE SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO NA DEFESA DOS INTERESSES DOS TRABALHADORES!

Habla Rolf Petter Larsen, secretario general de la AIT

“La CNT siempre ha sido un referente por su capacidad para la acción”

Rolf Petter Larsen, secretario general de la AIT

Pregunta: ¿Cómo ves a la CNT?
Respuesta: estuve en el Congreso de Perlora (Asturias) y en su continuación en Madrid. Han pasado ocho años desde entonces. Desde la web, como a través del periódico, se ve la creciente actividad de la CNT. La CNT siempre ha sido un referente para el resto de sindicatos, por su capacidad para la acción y por su forma de integrar los aspectos sindicales, económicos y sociales. Y a la vez se mantiene fiel a sus principios anarcosindicalistas. Mañana nos volvemos a Oslo sin saber los resultados, por lo que os deseamos un congreso exitoso.

P: ¿Puedes valorar la situación de la AIT en la actualidad?
R: la situación es buena. Hemos tenido la cuestión de la ASI de Belgrado, la FAU de Berlín y los 11 de Lisboa; son temas importantes. Las secciones están mejor coordinadas; un ejemplo de ello ha sido la conferencia de La Vecilla, en León, en donde se discutieron temas concretos que han fortalecido esa coordinación. La revolución vendrá en abril del próximo año (risas).

Enlace: IWA-AIT

Saudações sindicais revolucionárias,

Segue O Estatuto da AIT, da COB (documento histórico, mas válido atualmente) e as Bases de Acordo da FOSP.

Estes três documentos são as bases da AIT – Seção brasileira e paulista e por isso são importantes que todo militante ao entrar em nossa organização, leia-os e os aceitem, já que são a base do sindicalismo revolucionário em todo mundo.

Ao final destes documentos há uma ficha de inscrição, uma vez que aceitem os princípios da AIT-COB-FOSP, pedimos que preencha e a entregue a nossos militantes responsáveis pela Coordenação (são militantes indicados pelas seções reconhecidas pelo V Congresso Operário de Julho 2007) juntamente com uma foto.

São os tramites mínimos de adesão de nossa organização.

A cotização mínima mensal também aprovada no congresso supracitado, é referente a uma passagem de ônibus, em torno de R$ 2,50. Ela começa a vigorar assim que for entregue sua ficha de inscrição.

A não aceitação dos documentos, ou a não entrega da ficha de inscrição e ou da
cotização, corresponde a não adesão a organização.

Se necessário, entre em contato com nossa coordenação, para tirar dúvidas e
esclarecimentos (fospcobait@yahoo.co.uk).

Bem unidos façamos, dessa luta final, uma terra sem amos, a Internacional!
Por Coordenação FOSP-COB-AIT

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Os estatutos do sindicalismo revolucionário (AIT)

I-Introdução

A luta secular entre explorados e exploradores tomou uma amplitude ameaçadora. O Capital, onipotente, levanta novamente sua cabeça monstruosa. Apesar da lutas intestinas que desagregam a burguesia do capitalismo cosmopolitas, estes se encontram em magnificas condições de relação, que os permitem se lançarem com unidade e força sobre o proletariado e atrela-lo ao carro triunfante do Capital.

O capitalismo se organiza, e da situação de defesa que se encontrava, se lança agora a ofensiva em todas as frentes da classe trabalhadora. Esta ofensiva tem sua origem profunda em causas bem concretas: na confusão das ideias
e princípios que existe nas filas do movimento dos trabalhadores, a falta de claridade e de coesão sobre as finalidades atuais e futuras da classe trabalhadora, e a divisão em inumeráveis setores; em resumo, enquanto constitui debilidade e desorganização do movimento dos trabalhadores.

Contra este ataque cerrado e internacional dos exploradores de toda laia, não cabe mais o emprego que o emprego de um só procedimento: a organização imediata do exército proletário em um organismo de luta que recolha
em seu seio todos os trabalhadores revolucionários de todos os países, constituindo com eles um bloco de granito contra

o qual irão se espatifar todas as manobras capitalistas, as que em fim acabariam por ser subjugadas pela força de nosso enorme peso. Este movimento de emancipação não pode aceitar as linhas de condutas indicadas por aquelas tendências do movimento trabalhador que aspiram a harmonia entre o capital e o trabalho, desejando uma paz internacional com o capitalismo e se encorporando no Estado burguês. Tão pouco pode aceitar as tendências que propagam os princípios da ditadura do proletariado, contrários a finalidade de maior liberdade possível e do bem-estar para todos, pois estas são as
finalidades de todos os trabalhadores conscientes.

Contra a ofensiva do Capital e contra os políticos de todas as matizes, os trabalhadores revolucionários de todo o mundo devem levantar uma verdadeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em que cada membro saiba que la
emancipação da classe trabalhadora não será possível até que os próprios trabalhadores, em sua qualidade de produtores, preparem suas organizações econômicas para retomada da posse das terras, das fábricas e se capacitar,
também, para administra-las em comum, de maneira que eles se encontrem em condições de assegurar a produção e assegurar a vida social.

Com esta perspectiva e com está finalidade diante de si, o dever dos trabalhadores consiste na participação de toda ação que implique fins de transformação social, sempre com a intenção de se aproximar a realização de nossos próprios fins; fazendo sentir, na dita participação, o peso de nossa própria força, esforçando-nos para dar a nosso movimento, pela propaganda e organização, os meios necessários que permitam substituir a seus adversários. O mesmo, em todas partes onde seja possível, há de realizar nosso sistema social a título de modelo e exemplo, e nossas organizações devem exercer, dentro de suas possibilidades, a máxima influência sobre as outras tendências para incorpora-las em nossa própria ação, a saber, a luta comum contra todos os adversários estatais e capitalistas, sempre tendo em conta as circunstâncias do lugar e do tempo, mas conservando fielmente as finalidades do movimento
emancipador dos trabalhadores.

II- Os princípios do sindicalismo revolucionários

1.O sindicalismo revolucionário, se baseando na luta de classes, tende a união de todos os trabalhadores dentro das organizações econômicas e de combate, que lutem pela libertação do jugo do capital e do Estado. Sua finalidade
consiste na reorganização da vida social lastreando-a sobre a base do Comunismo Libertário e mediante a ação revolucionária da classe trabalhadora. Considerando que unicamente as organizações econômicas do proletariado são
capazes de alcançar este objetivo, o sindicalismo revolucionário se dirige aos trabalhadores em sua qualidade de produtores, de criadores de riquezas sociais, para germinar e se desenvolver entre eles, em oposição aos modernos
partidos trabalhistas, a quais se declaram sem capacidade para reorganização econômica da sociedade.

2.O sindicalismo revolucionário é inimigo convicto de todo monopólio econômico e social, e tende a sua abolição mediante a implantação de comunas econômicas e de órgãos administrativos regidos pelos trabalhadores dos campos e das fábricas, formando um sistema de livres conselhos sem subordinação a nenhum poder e nem a partido político algum. O sindicalismo revolucionário levanta, contra a política do Estado e dos partido, a organização econômica do trabalho, opõe ao governo do homem sobre outro homem, a gestão administrativa das coisas. Não é, portanto, a finalidade do sindicalismo revolucionário a conquista dos poderes políticos, e sim, a abolição de toda função estatal na vida da sociedade. O sindicalismo revolucionário considera que com a desaparecimento do monopólio da propriedade deve desaparecer, também, o monopólio da dominação, e que toda forma de Estado, encoberto de qualquer jeito, nunca poderá ser um instrumento de libertação humana, mas pelo contrário, será sempre o criador de novos monopólios e novos privilégios

3.O sindicalismo revolucionário tem uma dupla função a cumprir: de prosseguir a luta revolucionária de todos os dias por melhoramento econômico, social e intelectual de classe trabalhadora dentro dos limites da sociedade atual, e a
educar a população para que esteja apta para uma gestão independente no processo de produção e de distribuição, assim como para retomar a posse de todos os elementos da vida social. O sindicalismo revolucionário não aceita que a organização de um sistema social que alivia de forma total o produtor, possa ser ordenado por uma simples decreto de lei governamental, e afirma que somente se pode acontecer pela ação comum de todos os trabalhadores manuais e
intelectuais, em cada ramo da industria, pela gestão, dentro das fábricas, dos mesmos trabalhadores, de tal maneira que cada agrupamento, fábrica ou ramo da industria seja um membro autônomo no organismo econômico geral e ordene
sistematicamente, sobre um plano determinado e sobre a base de acordos mútuos, a produção e a distribuição de acordo com o interesse da comunidade.

4.O sindicalismo revolucionário é oposto a todas as tendências de organização inspiradas no centralismo do Estado e da Igreja, porque só podem servir para prolongar a vida do Estado e da autoridade, e para conter sistematicamente o espírito de iniciativa e de independência do pensamento. O centralismo é a organização artificial que atrela as chamadas partes baixas as intituladas superiores, e que abandona nas mãos de uma minoria a regulamentação
dos assuntos de toda comunidade (o indivíduo se converte em um autômato de gesto e movimentos rígidos). Na organização centralista os valores da sociedade são abandonados pelos interesses de alguns, a variedade é substituída
pela uniformidade, a responsabilidade pessoal é substituída por uma disciplina unânime. É por esta razão que o sindicalismo revolucionário se baseia na concepção social dentro de uma ampla organização federalista, a saber, da
organização debaixo para cima, da união de todas as forças sobre a base de idéias e interesses comuns.

5.O sindicalismo revolucionário rechaça toda atividade parlamentar e toda colaboração com os organismos legislativos, porque entende que o sistema de sufrágio mais livre não pode fazer desaparecer as evidentes contradições
que existem no seio da sociedade atual, e porque o sistema parlamentar só tem um objetivo: o de prestar uma simulação de direito ao reino da mentira e das injustiças sociais.

6.O sindicalismo revolucionário rechaça todas as fronteiras políticas e nacionais, arbitrariamente criadas, e declara que o chamado nacionalismo só é a religião do Estado moderno, atrás da qual se encobrem os interesses materiais das classes possuidoras. O sindicalismo revolucionário não reconhece outras diferenças que as de ordem econômica, regionais e nacionais, produto das quais surgem hierarquias, privilégios e opressões de todo tipo (por raça, sexo, sexualidade ou qualquer diferença percebida ou real), e reivindica para toda agrupamento o direito a uma autodeterminação acordada solidariamente a todas a outras associações de mesma origem.

7.É por idênticas razões que o sindicalismo revolucionário combate o militarismo e a guerra. O sindicalismo revolucionário recomenda a propaganda contra a guerra, e a substituição dos exércitos permanentes, o que só são
instrumentos da contra-revolução a serviço do capitalismo, por milícias de trabalhadores que durante a revolução serão controladas pelos sindicatos de trabalhadores; exige, em todo caso, o boicote e o embargo contra todas as matérias primas e produtos necessários para a guerra, a exceção de caso em que se trate de um país donde os trabalhadores estão realizando uma revolução de tipo social, cujo o caso há de ajuda-los na defesa da revolução. Finalmente, o sindicalismo revolucionário recomenda a greve geral preventiva e revolucionária como meio de ação contra a guerra e ao militarismo.

8.O sindicalismo revolucionário reconhece a necessidade de uma produção que não danifique o meio ambiente, que procure minimizar o uso de recursos não renováveis e que utilize sempre que seja possível alternativas renováveis.
Identifica a ganância de lucro e não a ignorância como causa da crise meio ambiental atual. A produção capitalista sempre busca minimizar os custos para conseguir um nível de lucros cada vez mais elevado para sobreviver, e não pode
proteger o meio ambiente. Concretamente, a crise mundial tem se acelerado em face da latifúndios comerciais e exportadores em detrimento da agricultura de subsistência. Isto tem causado a destruição das selvas tropicais, fome e
enfermidades A luta para salvar nosso planeta e a luta para destruir o capitalismo devem ser conjuntas ou ambas fracassaram.

9.O sindicalismo se afirma partidário da ação direta, e sustenta e incentiva todas aquelas lutas que não estejam em contradição com suas próprias finalidades. Seus meios de luta são: a greve, o boicote, a sabotagem, etc. A ação
direta encontra sua expressão mais profunda na greve geral, em que deve ser, ao mesmo tempo, no ponto de vista do sindicalismo revolucionário, o preludio da revolução social.

10.Inimigo de toda violência organizada por qualquer classe de governo, o sindicalismo revolucionário tem a conta que se produzirá confrontos violentíssimos durante as lutas decisivas entre o capitalismo de hoje e o comunismo livre de amanhã. Por conseguinte, reconhece a possibilidade de violência como meio empregado para defesa contra os métodos violentos empregados pelas classes dominantes durante as lutas mantidas contra o povo revolucionário pela expropriação de terras e dos meios de produção. Como esta expropriação só poderá ser iniciada e levada a um final feliz pela intervenção direta das organizações econômicas revolucionárias dos trabalhadores, a defesa da revolução deve se encontrar também em mãos dos organismos econômicos e não nas mãos de uma organização militar ou semelhante que se desenvolva marginalmente.

11.É unicamente nas organizações econômicas e revolucionárias da classe trabalhadora que se encontra a força capaz de realizar sua libertação e a energia criadora necessária para a reorganização da sociedade a base do comunismo libertário.

III-Nome da Organização Internacional

O laço internacional de luta e de solidariedade que une as organizações sindicalistas revolucionárias do mundo inteiro se chama Associação Internacional dos Trabalhadoras (A.I.T).

IV-Finalidades e objetivos da AIT

A AIT tem por objetivos:

a)Organizar e apoiar a luta revolucionária em todos os países com o fim de destruir definitivamente os regimes políticos e econômicos atuais e estabelecer o Comunismo Libertário.

b)Dar as organizações econômicas sindicais uma base nacional e industrial, onde tais já existam, fortalecer aquelas que estão decididas a lutar pela destruição do capitalismo e do Estado.

c)Impedir a infiltração de qualquer partido nas organizações econômicas sindicais e combater de forma resoluta todo propósito dos partidos de dominar os sindicatos.

d)Estabelecer, quando as circunstâncias o exijam, e sobre um programa determinado que não esteja em contradição com os itens a, b e c anteriores, alianças provisórias com outras organizações proletárias, sindicais e
revolucionárias com o fim de determinar e levar a cabo ações internacionais comuns no interesse da classe trabalhadora; tais alianças não devem estabelecer nunca com partidos políticos, a saber, com organizações que aceitem o Estado como sistema de organização social. O sindicalismo revolucionário rechaça a colaboração de classe que se caracteriza pela participação em comitês organizados e submetidos a esquemas corporativos estatais (por exemplo em eleições sindicais para comitês de empresa) e a aceitação de subsídios, mantendo profissionais do sindicalismo e as demais práticas que podem desvirtuar o anarcossindicalismo

e)Desmascarar e combater a violência arbitrária de todos os governos contra os revolucionários ligados a causa da Revolução Social.

f)Examinar todos os problemas concernentes ao proletariado mundial para robustecer e desenvolver os movimentos em país ou em vários que tendam a defender os direitos e novas conquistas da classe trabalhadora ou para
organização da própria revolução emancipadora.

g)Empreender toda obra de muito apoio em caso de grandes lutas econômicas ou de lutas agudas contra inimigos declarados ou encobertos da classe trabalhadora.

h)Ajudar moral e materialmente o movimentos de classe dos trabalhadores em cada país, nos em que a direção esteja nas mãos da organização econômica nacional dos trabalhadores.

A Internacional intervem nos assuntos sindicais de um país somente quando a organização afiliada do mesmo peça ou quando esta se afaste das diretivas gerais da Internacional.


V-Condições de Adesão

As seguintes podem se afiliar a AIT:

a)Organizações Sindicalistas Revolucionárias Nacionais que não pertençam a nenhuma outra Internacional. Em todo caso, somente existirá uma Seção em cada país. As seções afiliadas terão de ratificar os Princípios, Táticas e
Finalidades da AIT e mandar uma cópia de seus Estatutos e Princípios ao Secretariado. O Secretariado Internacional da AIT informará as Seções da origem do contato ou contatos que tenha solicitado a filiação.

b)Minorias de sindicalistas revolucionários organizadas no seio de outras organizações afiliadas a outras Internacionais Sindicais.

c)Organizações sindicais profissionais ou industriais independentes ou afiliadas a Organizações nacionais não pertencentes a AIT, que aceitem a Declaração de Princípios e Finalidades da AIT, com o consentimento prévio, sem embargo, da Organização nacional já aderida no país, se existir.

As organizações sindicais profissionais ou industriais que tenha sido excluídas de uma organização afiliada a AIT só poderá entrar em seu seio sobre acordo unânime em Conferência composta de dois representantes de cada uma das
organizações aderidas, a saber, da organização fracionadora ou excluída, dois da Organização nacional da AIT e do Secretariado da AIT.

d)Já que a AIT só se compõe de seções legais ou ilegais, com conexão direta dentro dos respectivos países, em conseqüência somente poderão ser reconhecidos com seções da AIT aqueles grupos exilados que diante do Secretariado da AIT, possam claramente evidenciar que representam autenticamente as Organizações que atuam e trabalham nos respectivos países.

Em todo caso, só poderá existir uma Seção por país.

Os seguintes tipos de comportamento levarão a desfiliação:

a)O não comprimento dos Princípios, Táticas e Finalidades da AIT.

b)O não pagamento de cotização. Se uma seção não paga a cotização durante um ano, o Congresso deverá decidir sobre sua saída com Seção.

c)No caso de que uma Seção não ajude os comícios e Congressos da Internacional nem responda pedidos de contato por parte do secretariado da AIT nem das Seções, sem explicação.

6- Dos Congressos Internacionais

Os Congressos Internacionais da AIT acontecem a cada dois anos, se possível.

O Secretariado, com tempo suficiente, antes do Congresso, solicita das Seções os temas ou sugestões a serem tratadas no Congresso. Logo o Secretariado compõe a Ordem do Dia, na qual, junto com as monções apresentadas, as
envia as Organizações aderidas com seis meses de antecedência do Congresso, no máximo.

Os acordos e resoluções tomados pelos Congressos internacionais são obrigatórios para todas as organizações afiliadas, exceto quando estas, por resolução de seu Congresso nacional ou por referendo, rechaçar os acordos do
Congresso Internacional.

A instância de um mínimo de três organizações nacionais afiliadas, um acordo internacional pode colocar um revisão por referendo geral dentro de todas as Seções.

Nos Congressos e referendos internacionais cada Central dispõe de um voto, sendo recomendado buscar consenso antes de recorrer a votação.

7-Transferência internacional

Cada membro de uma organização filiada a AIT, que tenha suas cotizações em dia, mas morando em outro país diferente do que está inscrito, deve, sem demora, no máximo de um mês, efetuar sua transferência a organização
correspondente no novo local de moradia. Esta transferência tem de ser aprovada pela dita organização sem taxa ou registro de inscrição.

Em caso de exílio massivo obrigado, a filiação é voluntária se pertencer a uma organização exilada reconhecida pela AIT.

8-O Secretariado

Para coordenar as atividades internacionais da AIT, para conseguir e organizar uma informação exata da propaganda e da luta em todos os países, para levar a cabo da melhor maneira as resoluções dos Congressos Internacionais e para cuidar de todo o trabalho da AIT, se elege um Secretariado pelo menos de três pessoas que morem em um lugar onde há uma sede da AIT. O Secretariado geral é eleito pelo Congresso ou por Referendo internacional. Os demais membros serão eleitos pela Seção ou Seções que o Congresso indique. Os membros do Secretariado se dividem nas tarefas e no trabalho. O Secretariado e Secretario são eleitos como acima citado, por um período de Congresso a outro Congresso. Não o bastante, pode haver reeleição unicamente para mais um período de gestão.

O lugar de residência do Secretariado será indicado no Congresso. Se não houver condições, será feito por Referendo.

O Secretariado passa informes inscritos sobre suas atividades durante o período de gestão do Congresso. O informe precisa ser apresentado com antecedência para que as Seções filiadas possam ter conhecimento do mesmo antes da realização do Congresso.

Ao mesmo tempo apresentará e enviará as Seções, um informe administrativo econômico.

O Congresso indicará uma comissão que durante o curso do mesmo efetuará uma revisão das contas apresentadas.

9-Finanças

Para que a AIT possa desenvolver e fortalecer suas atividades internacionais, para dar a sua propaganda escrita um fundamento sólido; para que possa editar suas publicações periódicas com regularidade; para que possa participar
em todas as manifestações da vida do sindicalismo revolucionário nos diferentes países; para que seja capaz de revigorar as ideias do sindicalismo revolucionário em países onde nossas ideias e táticas tenham pouca representação, e
finalmente, para que a AIT possa responder satisfatória e imediatamente as chamadas de solidariedade que às ela poderão se dirigir, cada membro de uma organização filiada a AIT pagará mensalmente, como cotização internacional, a
quantidade de um dólar estadunidense (1 US$) ou de uma soma equivalente em moeda nacional, tomando em consideração o valor de câmbio nos países em questão.

Para Seções que estejam em situações difíceis, a cotização é fixada segundo acordo com o Secretariado da AIT.

Cada Seção afiliada resolve por si mesma o procedimento a seguir para receber a cotização de seus membros. Para as Seções que assim o desejarem, a AIT tem um selo especial para colocar na carteira do filiado.

A Seção filiada enviará a AIT, a cada trimestre, sua cotização estipulada.

10-Publicações

O secretariado edita:

1)Uma publicação que terá que sair com a maior freqüência possível. É desejável que cada periódico editado pelas organizações filiadas a AIT ou simpatizantes com ela, reserve em suas páginas um espaço especial para informações da AIT, chamadas de solidariedade internacional e para propaganda geral.

2)Folhetos de propaganda, destinados principalmente onde nosso movimento não tenha nenhuma organização nacional filiada.

3)Quantas outras publicações, periódicas ou não, os Congressos decidirão.

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Confederação Operária Brasileira

“Consideramos que ação operária constante, maleável e pronta sujeita às diversas condições de tempo e de lugar, seria grandemente embaraçada para uma centralização;

que a solidariedade dever ser consciente, e o concurso de cada unidade só tem valor quando voluntariamente dado.

que o abandono do poder nas mãos de poucos impediria o desenvolvimento da iniciativa e da capacidade do proletariado, para se emancipar, 

com risco ainda serem os seus interesses sacrificados aos dos seus diretores; que o desenvolvimento da indústria faz-se no sentido de exigir de todos os trabalhadores, sem distinção de oficios, uma solidariedade cada vez mais estreita, 

tendendo a abolir as barreiras que separam as corporações de ofícios;

que a união de sociedades por pacto federativo garante a cada uma a mais larga autonomia, devendo este principio ser respeitado nos estatutos da “Confederação Operária Brasileira”;

o Congresso considera como único método de organização, conforme o irreprimível espirito de liberdade, e com as imperiosas necessidades de ação e educação operária, o método federativo; a mais larga autonomia do indivíduo no
sindicato, do sindicato na federação e da federação na Confederação e, como unicamente admissíveis, simples delegações, sem autoridade.”

a)Confederação Operária Brasileira

Fins

1A “
Confederação Operária Brasileira”, 

organizada sobre as presentes bases de acordo, tem por fins:

1º) Promover a união dos trabalhadores assalariados para a defesa dos seus interesses morais e materiais, econômicos e profissionais;

2º) Estreitar os laços de solidariedade entre o proletariado e defender em público as reivindicações econômicas dos trabalhadores, servindo-se,
para isso, de todos os meios de propaganda conhecidos, nomeadamente de um jornal que se intitulará “A Voz do Trabalhador”;

4º) Reunir e publicar dados estatísticos e informações exatas sobre o movimento operário e as condições do trabalho em todo o país.


b)Constituição

A Confederação Operária Brasileira é formada por:

1º- Federações nacionais de industria ou de ofícios;


2º- Uniões locais ou estaduais de sindicatos;


3º- Sindicatos isolados, e lugares onde não existam federações locais ou estaduais, ou de indústrias de ofícios;

4º- da organização aderente
à Confederação, terá um delegado por cada sindicato na Comissão Confederal.

5º- Só os Sindicatos exclusivamente formados de trabalhadores assalariados, e que tenham como base principal a resistência, podem fazer da Confederação.

6º- A Confederação não pertence a nenhuma escola política ou doutrina religiosa, não podendo tomar parte ostensivamente em eleições, manifestações partidárias ou religiosas, nem podendo um sócio qualquer servirse
do seu título da Confederação, em ato eleitoral ou religioso.

7º- Cada sindicato aderente contribuirá para despesas da Confederação com uma parcela mensal de 20 réis por membro.

8º- A comissão confederada terá a sua sede no Rio de Janeiro.


9º- A comissão confederal distribuirá entre os seus membros os diversos encargos, que nunca poderão ser de poder ou mando.

10º- Cada comissão confederal exercerá a sua função durante dois anos,
 a contar do dia 1º de janeiro.

c)O jornal

O orgão de Confederação será redigido por uma comissão escolhida entre os seus membros pela Comissão Confederal, e publicará segundo esta ordem de preferência:

1º Informações sobre o movimento associativo;


2º Resumo das resoluções de sociedades aderentes;


3º Convocações e avisos de sociedades aderentes;


4º Artigos que a redação considerar contidos nos limites marcados pelas presentes bases de acordo, assim como reduzidos de modo compreensível e isentos de questões pessoais.

d) O Congresso

A comissão confederal deverá abrir, em fevereiro de cada ano, um “referendum” entre as sociedades aderentes, sobre a data e a sede do congresso anual.

1º Ao Congresso deverá  a C.
C. apresentar o relatório dos seus trabalhos durante o ano.

2º A  resposta deverá ser dada no prazo de dois meses, depois do qual a C.C. publicará uma circular com data e lugar, e com os temas propostos.

3º Se a resolução do Congresso, devendo ser executada pela C.C., exigir uma despesa além da quota mensal marcada nos estatutos presentes, não terá de pagar a sociedade que não estiver em condições.

4º A primeira C.
C. Entrará em função no dia 1 de janeiro de 1906.

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Bases de Acordo – núcleo FOSP/COB
Associação Internacional dos Trabalhadores


Princípios Fundamentais

Considerando que todos os males que normalmente atormentam o povo trabalhador são uma conseqüência da dominação da classe capitalista que, de posse de todas as riquezas sociais – terra, instrumentos de trabalho, meios de
transporte, etc tudo maneja de acordo com seus interesses particulares e em detrimento do bem estar coletivo.


Considerando que há um absoluto antagonismo de interesses entre as classes sociais em que se divide a humanidade – a dos Capitalistas, que tem a seu serviço o Estado (Parlamento, Magistratura, Polícia, Exército etc) e a dos Produtores, que são os criadores de toda riqueza social, pois que o Capital se forma de uma percepção efetuada em detrimento do Trabalho.

Considerando que a organização vigente da sociedade, que obriga a classe trabalhadora a se manter periodicamente na ociosidade ou se submeter a um regime de penúria ofensivo ao direito á vida, atentatória a todos os princípios  de eqüidade social.

Considerando que no choque permanente de interesses surgiu a luta de classes e que dessa luta o proletariado não poderá sair vitorioso se não se organizar de forma a se unir forte e conscientemente, pondo em prática o axioma básico da ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES: “A emancipação dos trabalhadores há de ser obra dos próprios trabalhadores”, tendo em vista que o desenvolvimento atual da economia exige de todos os trabalhadores sem distinção de ofícios, uma forte união – para não continuar mantendo-se  num prejudicial isolamento, como o levado a cabo pelos sindicatos amarelos ligados ao Estado e pelos Partidos Políticos (que levam a divisão e a competição para dentro da classe trabalhadora), praticando assim o mesmo erro do operariado desorganizado.

Considerando tudo o acima explicitado os trabalhadores de diferentes setores da Classe Produtora (Educação, Saúde, Transporte, Operários, Autônomos e Desempregados) decidem formar o Núcleo Obreiro Sindical Regional visando reconstruir e reorganizar a Federação Operária de São Paulo (FOSP) e a se unir a outros Núcleos Obreiros Regionais, dentro dos Princípios Básicos do Sindicalismo Revolucionário, com o objetivo de reorganizar a Confederação Operária Brasileira (COB), vinculados internacionalmente, dentro da tradição revolucionária do movimento socialista da classe trabalhadora, a Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) – organização Sindical Revolucionária planetária, fundada em 1864 e reorganizada em 1922, que se contrapõe aos partidos políticos auto denominados operários, socialistas, socialdemocráticos
e ou comunistas (bolcheviques) que vem se organizando internacionalmente desde o final do século XIX.

Considerando que a vinculação com a AIT é a única forma de unir o proletariado universal, assim como a reorganização do verdadeiro Sindicato de origem anarcosindicalista no Brasil (COB), para atingir o escopo fundamental da luta dos trabalhadores: a sua completa emancipação do jugo da burguesia, o que se conseguirá tomando comum a posse e o gozo de todas as riquezas sociais, inaugurando assim a sociedade de produtores e consumidores livres, na qual – não havendo mais o Estado e todas as suas instituições tirânicas – o bem-estar e a liberdade serão patrimônio coletivo, tendo cada qual aquilo que suas necessidades exigem.

Considerando que para atuar dentro dessa perspectiva é fundamental que o trabalhador tenha clareza dos princípios do anarquismo e do sindicalismo revolucionário, tática do anarquismo dentro da luta dos trabalhadores –
tratados como as bases do anarcosindicalismo , mantendo assim uma posição de total independência em relação ao Estado, a Classe Patronal e Burguesa, aos Partidos Políticos e aos Sindicato Reformistas, bem como as formas
assistenciais de organização do povo levadas a cabo pelas igrejas e entidades próburguesas/
partidárias e/ou estatais.

Considerando que dentro dos princípios anarcosindicalistas a rejeição aos Partidos Políticos se dá pela opção objetiva a favor da Ação Direta, em contraposição a ação delegada, e do Federalismo, em contraposição ao centralismo e a disciplina partidária, e da Solidariedade Obreira, em oposição a disputa de poder e posições particulares em contraposição a unidade revolucionária de ação e organização da classe trabalhadora; motivos pelos quais consideramos os Partidos Políticos (socialistas e/ou bolcheviques) inimigos da organização autônoma e revolucionária da classe trabalhadora.

Considerando a necessidade urgente de dar início a retomada da reorganização dos organismos revolucionários da classe trabalhadora no Brasil nos lançamos imediatamente a difusão dessa proposta no seio da classe trabalhadora,
denunciando as iniciativas reformistas e partidárias como desvios traiçoeiros da luta obreira, a partir de nossos locais de trabalho, estudo e moradia, tendo em vista a federação de nossos meios de organização e de ação – inicialmente de
forma pontual, apontando a partir do sedimento de nossas vivências práticas para a cristalização de níveis de organização mais avançados.

Nesse momento nos identificamos publicamente como Núcleo FOSP/COBAIT
seja dentro do movimento anarquista (regional, nacional e internacional), do movimento sindical e de nossos locais de trabalho, estudo e moradia.
Núcleo FOSP/COBAIT Março de 2001
Ratificado no V Congresso Operário de São Paulo de julho de 2007

Documentos AITCOBFOSP



Imprima e entregue preenchida a Coordenação ou a Seção FOSP-COB mais próxima,
junto com uma foto e a primeira cotização (mínimo estipulado R$ 2,50,

para desempregados).


Ficha de Inscrição

-SINDIVÁRIOS – FOSP/COB-ACAT/AIT-

Nome:_________________________________________________________________________
RG:__________________
Atividade
Profissional:____________________________________________________________________


(Se estudante ou desempregado especificar a situação)

Contatos:
Endereço Postal:________________________________________________________________
Complementos:


Bairro:___________________________ CEP:_______________________
Cidade: _________________________


Telefone:( ) ___________________________ E-mail:_________________________________
Celular: ( ) ____________________________
Número de Matrícula: ____________________________


Assinatura: _______________________________ São Paulo, de de


-SINDIVÁRIOS – FOSP/COB -ACAT/AIT
Recibo de Associação

Número de Matrícula: __________________ São Paulo, de de

Tesouraria: ___________________________________
Carimbo e Assinatura da Seção/Coordenação

Documentos AIT/COB/FOSP

Manifesto distribuído massivamente na manifestação de 1º de Maio convocada pela FOSP/COB-ACAT/AIT no dia 1º de Maio de 2008, que se caracterizou como a Manifestação do Movimento Libertário Brasileiro em São Paulo, e que treminou em conflito - após feroz repressão policial que feriu várias pessoas e foi responsável pela detenção de cerca de 60 pessoas. Ínicalmente se falva em 5 processadso, mas atualemtne se dá conta de serem ao todo 18 os processados por se manifstar no dia 1º de maio e para os auis pedimos o apoio intransiogente e imediato!

SOLIDARIEDADE É UMA ARMA QUENTE!

@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@

MANIFESTO 1º DE MAIO FOSP/COB-ACAT/AIT


Manifesto distribuido na Manifestação de 1ºde Maio chamada pela
FOSP/COB-ACA/AIT em São Paulo, que terminou em confronto com uma violenta
repressão policial: dezenas de feridos, cerca de 60 pessoas detidas e 5
pessoas repsondendo a processo na Justiça por vandalismo e depredação,
desacato e desobediência civil e formação de gang. Foi lançado um apelo de
Solidariedade aos detidos e processados, em defesa da liberdade de
manifestação e expressão, e em defesa da liberdade de organização
sindical.

MANIFESTO DE 1º DE MAIO

Trabalhador, chegamos a mais um 1º de Maio, desfigurado pelas centrais
sindicais pelegas e oficializadas. Infelizmente o dia histórico, que nos
trazem a memória os trabalhadores mortos por lutarem pela Redução da
Jornada de Trabalho, por direitos e dignidade para o trabalhador e na luta
Contra a Carestia da vida, tentam reduzir a festas e discursos oficiais.
As festas, pagas com o dinheiro do Imposto Sindical e do Fundo de Amparo
ao Trabalhador, querem colocar a classe trabalhadora massificada pela
idéia burguesa de que este é só mais um dia de comemoração e sorteios,
dando assim para nós as migalhas das riquezas que nós mesmos produzimos.

Enquanto os sindicatos pelegos e seus partidos seguem enganando o
trabalhador, governos e patrões continuam tramando os golpes e o arrocho
da classe trabalhadora. Com tudo isso devemos ter claro que a luta de
classes se dá, e de forma urgente a ser organizada e debatida no âmbito
dos trabalhadores, sem demagogia e equívocos.

O 1º de Maio deve ser combativo, de duro enfrentamento contra a classe
burguesa e seus ataques aos direitos do proletariado. Não podemos ser
tapeados com festas e salários, que mal servem para sustentar nossa
família de forma decente. Neste contexto chamamos os trabalhadores a
unidade de luta, para enfrentarmos a exploração a que estamos submetidos,
ao desemprego, a fome, a miséria, as guerras e tantas coisas que nos
colocam prisioneiros e escravos do sistema capitalista.

Neste ano de eleição, quando os canalhas que aumentam seus salários em 80%
enquanto nos dão míseros 9%, vem pedir seu voto! Sua resposta, nossa
resposta deve ser a organização autônoma para dar um basta nesta mentira
imposta pelo Estado e seus lacaios. Votar Nulo neste ano é mais que um
protesto! É um basta ao Estado e seus parasitas! É o momento de
organizados construirmos uma sociedade nova, baseada na igualdade,
solidariedade, respeito e coletivização das nossas ações para o bem comum.
Se somos nós, os trabalhadores os criadores das riquezas que sejamos nós
diretamente a administrá-la, sem partidos e políticos, patrões e outros
parasitas.

Nosso chamamento é para rompermos com o sindicalismo pelego, com as
estruturas do Estado, e assim unidos e fortes construímos um mundo novo
com justiça social, liberdade e igualdade. Chega de exploração, destruição
ambiental e consumismo. Neste 1º de Maio façamos um dia de manifestações,
de negação do Estado e seus senhores, façamos um dia de trabalhadores, e
com isso um dia onde possamos enxergar um horizonte melhor e justo para
todos nós.

CONTRA AS REFORMAS DE PERDA DE DIREITOS! CONTRA O ARROCHO SALARIAL!
(S.M. constitucional de R$ 1.800,00, Aumento Geral de 80%, Pela Igualdade
Salarial independente de sexo, raça, etc.)

CONTRA O DESEMPREGO! PELO DIREITO AO TRABALHO E A VIDA DIGNA!
(Redução da Jornada de Trabalho para 6 hs/dia, 30 hs/semana ? sem redução
salarial! Pelo Direito ao trabalho!
CONTRA A PRECARIZAÇÃO E A PERDA DOS DIREITOS!
Revolução Agrária - Com Ocupação e Coletivização das Terras e da Produção!)

CONTRA A CARESTIA DA VIDA, dos Transportes e dos Gêneros de Primeira
Necessidade!

PELO SOCIALISMO LIBERTÁRIO E PELA AUTOGESTÃO GENERALIZADA!

C0NTRA A FARSA ELEITORAL: COB/AIT- UMA ALTERNATIVA DE LUTA!

Movimento Pela Reativação da COB/AIT (22 anos de luta!
http://www.grupos.com.br/blog/sindicalista.2001/

FOSP - Federação Operária de São Paulo.
E-mail: fospcobait@yahoo.co.uk
http://fospcob.blogspot.com/
Filiada a:
COB - Confederação Operária Brasileira.
E-mail: cobforgs@yahoo.com.br
http://osyndicalista.blogspot.com/
http://cob-ait.revolt.org/

ACAT - Associação Continental Americana dos Trabalhadores.
AIT - Associação Internacional dos Trabalhadores.
 


MILITANTE DO MOVIMENTO LIBERTÁRIO ESTUDANTIL É MORTO NO CALABOUÇO
1968- Na luta contra a ditadura militar um militante do Movimento
Libertário Brasileiro (MLB) é assassinado pela polícia.

Enquanto todos os autoritários ainda festejavam a 'morte do anarkismo', em
meio aos acontecimentos de 1968, quando, em todo o mundo o anarkismo
voltava a mostrar as caras no Brasil não seria diferente! O mundo se
convulcionava com os acontecimentos de Paris, Praga e nos U$A. No Brasil,
4 anos após o Golpe Militar de 1º de Abril, as manifestações voltavam às
ruas.

No Rio de Janeiro os estudantes da Universidade Federal se mobilizavam
contra o aumento dos preços no restaurante universitário - administrado
pelo Estado, para oferecer refeições mais baratas aos estudantes carentes.
Na tarde de 28 de março de 1968 os estudantes realizavam uma Assembléía no
Restautrante, por eles ocupado, quando o rescinto foi violentamente
invadido pela tropa de choque da Policia Militar, para reprimir a
manifestação, proibida pela Lei Suplicy, desde 1964. A ordem que eles
tinham era de quebrar tudo!

Durante a invasão policial um jovem franzino falava ao microfone. Seu nome
Edson Luis Lima Souto, 16 anos, era estudante secundarista e militante do
Movimento Libertário Estudantil, que se reunia na sede do Centro de
Estudos Professor José Oiticica (CEPJO). Lá estava em solidaridade aos
estudantes universitários em greve. Testemunhas contaram que Edson, que
era paraense, foi morto com um tiro à queima roupa. Dezenas de estudantes
ficaram feridos, vários baleados - tendo sido baleados até duas pessoas
que estavam passando do lado de for restaurante, chamado de 'Calabouço'.

O assassinato de Edson Luís gerou uma onda de mobilizações e greves que se
estendeu por todo o Brasil, se iniciando nas universidades do Rio de
Janeiro. Em seu velório havia filas durante toda a noite para vê-lo.
Alguns dias após o cruel assassinato mais de 50 mil pessoas acompanharam o
cortejo fúnebre de Edson Luís. Alguns meses mais tarde, ainda em 68,
levará a realização da maior manifestação pública antes da decretação do
AI-5 e do endurecimento do regime que se seguiraá no início dos anos 70.
Durante este período o Movimento libertário Brasileiro foi violentamente
perseguido, tendo sido fechados o CEPJO - vários militantes foram presos e
pocessados, entre os quais o militante luso-brasilerio Edgar Rodrigues -
no Rio de Janeiro, o Arquivo Rafael Fernandes e a gráfica do jornal
anarcosindicalista COMBATE SINDICAL - com a prisão e deportação de
militantes - no Rio grande do Sul e do Centro de Cultura Social de São
Paulo.

Esse seria o umbral d entrada na décda de 70, com a agudização da ditadura
militar no período Medici, que foi até 1974 e teve uma respsota anarkica
nas urnas: uma avalanche de votos nulos mostrava que o proletariado, por
mais que estivesse massacrado, não se iludia com a farsa eleitoral: foi o
sinal que todos esperavam para a retomada dos movimentos sociais - em
1975, em repudio a prisão de Vladimir Herzog, estudantes de comunicações
da Universidade de São Paulo (USP) entram em greve; em 76 se articula o
Conselho de centros cadêmicos e se realiza a primeria greve de estudantes
depois daqueles acontecimentos, contra o aumento dos preço e pela melhoria
da refeição do Resturante Central dos Estudantes. Em 77 a primeria greve
de ocupação, em 78 as primeiras grves operárias em São Paulo, em 79 as
grandes greves de São Bernardo.

Mas tudo começou por que o anarkismo não morreu, o anarkismo está vivo nas
lutas proletárias e da juventude!

EDSON LUÍS VIVE!

"A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios tabalhadores!"

FOSP - Federação Operária de São Paulo.
E-mail: fospcobait@yahoo.co.uk
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COB - Confederação Operária Brasileira.
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ACAT - Associação Continental Americana dos Trabalhadores.
AIT - Associação Internacional dos Trabalhadores.

Foi aberto um grupo virtual para conversas,                                               debates, discussões, diálogos sobre
saúde.


A idéia é unir tod@s interessados sobre assunto,                                                                                                              buscando informar e formar
sobre saúde pública e ação sindical revolucionária.


http://www.grupos.com.br/blog/saude_coletiva/
http://www.grupos.com.br/group/saude_coletiva

SAÚDE NÃO É MERCADORIA!


Aos que tiverem interesse, participem!!!
Nossa classe na luta por uma saúde revolucionária!
Na construção do sindicalismo revolucionário!

Porto Alegre: 1º de Maio de 2008, Ato e Ma nifestação de ProtesManifestação de ProtestoDate Sun, 11 May 2008 23:18:54 +0200 (CEST)



Passeata e conflito com white-powers na Manifestação do 1º de Maio de
2008, nas ruas de Porto Alegre

Neste 1º de maio de 2008 companheiros da FORGS/COB/IWA em conjunto com
punxs e anarkistas saíram as ruas de Porto Alegre para protestar
contra a precarização do trabalho, pela redução da jornada de trabalho
para 6 hs diárias (30hs semanais) e pelo voto nulo bandeiras de lutas
levadas durante todo ano.

Nos arredores do ponto de concentração para saída da manisfestação
ocoreu um incidente envolvendo um dos companheiros punxs com os white
powers (cabeças de ovo), o rapaz foi perseguido e agredido pelos skins
nazi. Um dos agredidos registrou ocorrência policial que culminou com
seis "whites" detidos, cinco foram liberados, mas o sexto era
procurado por esfaquear um punk e já estava com prisão decretada
estando foragido desde começo do ano, foi preso e encaminhado ao
presídio.

A manifestação seguiu pelas principais ruas da cidade com faixas,
palavras de ordem e distribuição de panfletos.

ATO SHOW DE PROTESTO

A manifestação se encaminhou para um ato-show de protesto em uma
praça da zona operária de Porto Alegre, envolveu punks anarkistas,
militantes e simpatizantes da COB/AIT-IWA, e de populares foi marcada
pela revolta contra os patrões, o estado, as centrais sindicais
(FS,CUT) controladas pelo governo e a situação de miséria dos
trabalhadores no Brasil.

O dia 1 de maio em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul foi
marcado por diversos eventos oficiais apoiados pelo governo. A CUT, a
FS com o apoio da Igreja (Padre Rossi), aforam o Show de Calouros de
emissora voltada para o público jovem, organizaram grande eventos com o
sorteio de casas e automóveis. Com o objetivo de descaracterizar o
caráter de luta e protesto da data com a finalidade de dividir e
conquistar o apoio dos trabalhadores para a disputa eleitoral municipal
deste ano.

O ato-show com vozes e musicas de protesto reuniu mais de duas mil
pessoas que se mantiveram por seis horas ocupando a praça Frederico
Arnaldo Balvé, no bairro IAPI, local hístórico dos trabalhadores de
Porto Alegre.

A midia e os "órgãos de inteligência" compareceram ao evento,
fotografando e registrando o ato, mas comprometidos omitiram seus
registros para o grande público.

Apenas o Jornal do Comércio, divulgou na contra-capa o evento, mas
reduziu a manifestação de rua somente a 30 punxs !? e a mil
participantes no ato-show de protesto da FORGS - COB/AIT
descaracterizando toda manifestação que contava com a presença de
trabalhadores, punxs, anarkistas e todo tipo de pessoas dispostas a
expressarem sua revolta.

As manifestações oficiais no 1 de maio deixaram claro que o caminho
está na luta CONTRA O TRABALHO PRECARIO E PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE
TRABALHO SEM REDUÇÃO SALARIAL.

A precarização do trabalho, com a terceirização foi o caminho tomado
pela burguesia neo-liberal social para reduzir o custo Brasil ao nível
das economias escravizantes da Ásia e Africa, com vistas a atender o
modelo econômico agro-industrial exportador e os lucros do capital
financeiro.

A jornada de trabalho de 30 horas semanais, seis horas diárias, sem
redução salarial proposta pelo Congresso da Associação Continental
Americana de Trabalhadores (AIT) nos anos 30 (destruída militarmente)
demonstrava que aí já estava delineado o caminho para a transformação e
emancipação da classe trabalhadora. O pleno emprego é fundamental para
dar dignidade e condições de renda a classe trabalhadora.

A política de salário mínimo é uma vergonha e não garante a
sobrevivência do trabalhador. O governo tendo em vista que o SUS
promove o genocídio social e a política educacional do governo
promovem o emburrecimento da população que servem a manutenção dos
interesses capitalistas com apoios internacionais desde o governo
imperialista de Bush até das grandes corporações capitalistas que
elegeram o Brasil como a pátria segura para os seus capitais
predadores.


Viva a solidariedade internacional!

Viva o XXIV Congresso da Associação Internacional dos Trabalhadores!

Contra a globalização capitalistas: a solidariedade e o internacionalismo
proletário!

Movimento de Reconstrução da COB
- CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA. (COB/ACAT-AIT)
Na reconstrução do sindicalismo revolucionário.

" A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores."

E-mail:
cobforgs@yahoo.com.br

http://sindivarios.blogspot.com/2008/01/construtores.html

http://osyndicalista.blogspot.com/
Site:
www.cob-ait.org

INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO

13:32 @ 10/05/2008



PRIMEIRO DE MAIO DE 2008:

CONTRA O ESTADO E O CAPITAL,

EM MEMÓRIA DOS MÁRTIRES DE CHICAGO!

Chega mais um Primeiro de Maio e com ele o momento de recordar, na luta, nossos cinco companheiros, trabalhadores anarkistas, que morreram em uma guerra entre as classes sociais (e na qual prosseguimos combatendo até os dias de hoje), e que foram assassinados pelo Estado por que não aceitaram, sem opor resistência, o fato de ter patrões que vivessem de seu trabalho, por que não aceitaram que o Estado e o Capital exigissem um controle sobre suas vidas.

Porém não se trata desses cinco anarkistas; recordamos todos os inumeráveis trabalhadores, sindicalistas, anarkistas, libertários, pessoas com orgulho que morreram por que não aceitaram a idéia da exploração de um ser humano sobre outros seres humanos. Todos eles estão vivos no 1º de Maio como dia internacional de luta da classe operária.

Com as nobres idéias destes em nossos corações, e com nossos sindicatos nas ruas, é como temos que defender nossos direitos e nossas vidas dos ataques ferozes do capitalismo neo-liberal. Hoje, da mesma forma que o faz há mais de cem anos.

Na União Européia (UE) os trabalhadores e as trabalhadoras sofrem com a ruína do Estado de Bem-Estar Social e da expansão crescente da precariedade laboral – com a perda de direitos historicamente adquiridos. A Traição da social-democracia, a incapacidade dos sindicatos burocráticos e de três governos reacionários na centro-europa, só fizeram piorar a situação.

Na América –Latina os pobres estão lutando contra o jugo de empresas multinacionais que saqueiam todo o continente, destruindo a natureza e deixando nada além de miséria. Também a África continua sendo apenas um joguete nas mãos de um imperialismo post-colonial que aviva as chamas das guerras entre os pobres excluídos, deixando o povo morrer de fome e de enfermidades, com o fiam de roubar os recursos naturais de todo o continente.

O mundo é redesenhado, com a espada na mão, pelo imperialismo dos U$A, da china, da Europa e da Rússia. Os pobres e a classe trabalhadora continuam sendo massacrados em guerras sem fim, que servem somente aos interesses dos capôs da indústria bélica, de exércitos mercenários particulares e de grupos de poder que ostentam o controle dos recursos naturais.

Nesta situação de crise econômica, guerras e miséria crescentes a Associação Internacional dos Trabalhadores (A.I.T.-I.W.A.) FAZ UM CHAMADO PARA UM 1º DE Maio de Luta contra a exploração da classe operária. Faz uma chamada para um 1º de Maio de Solidariedade e Apoio Mútuo, de resistência contra as guerras capitalistas, para a reconquista da dignidade dos trabalhadores: para que tomem seu destino em suas próprias mãos e para que se emancipem dos interesses de burocratas, capitalistas e políticos.


A EMANCIPAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA SÓ PODE SER OBRA DOS PRÓPRIOS TRABLAHADORES!

PELO COMUNISMO LIBERTÁRIO E PELA REVOLUÇÃO SOCIAL!


Belgrado, 1° de mayo 2008
Secretariado de la AIT


Movimento Pela Reativação da COB/AIT (22 anos de luta!)
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FOSP - Federação Operária de São Paulo.
E-mail: fospcobait@yahoo.co.uk
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Filiada a:
COB - Confederação Operária Brasileira.
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cobforgs@yahoo.com.br
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ACAT - Associação Continental Americana dos Trabalhadores.
AIT - Associação Internacional dos Trabalhadores.

Porto Alegre:
1º de Maio - ATO E MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO.
   
    Passeata e conflito com white-powers na manifestação do 1 de maio de 2008 nas ruas de Porto Alegre
 
    Neste 1º de maio de 2008 companheiros da FORGS/COB/IWA em conjunto com punxs e anarkistas saíram as ruas de Porto Alegre para protestar contra a precarização do trabalho, pela redução da jornada de trabalho para 6 hs diárias (30hs semanais) e pelo voto nulo bandeiras de lutas levadas durante todo ano.
 
    Nos arredores do ponto de concentração para saída da manisfestação ocoreu um incidente envolvendo um dos companheiros punxs com os white powers (cabeças de ovo), o rapaz foi perseguido e agredido pelos skins nazi. Um dos agredidos registrou ocorrência policial que culminou com seis "whites" detidos, cinco foram liberados, mas o sexto era procurado por esfaquear um punk e já estava com prisão decretada estando foragido desde começo do ano, foi preso e encaminhado ao presídio.  
    A manifestação seguiu pelas principais ruas da cidade com faixas, palavras de ordem e distribuição de panfletos.

 
ATO SHOW DE PROTESTO
 
    A manifestação se encaminhou  para um ato-show de protesto em uma praça da zona operária  de Porto Alegre, envolveu punks anarkistas, militantes e simpatizantes da COB/AIT-IWA, e  de populares foi marcada pela revolta contra  os patrões, o estado, as centrais sindicais (FS,CUT) controladas pelo governo e a  situação de miséria dos trabalhadores no Brasil.
 
   O dia 1 de maio em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul foi marcado por diversos eventos oficiais apoiados pelo governo. A CUT, a FS com o apoio da Igreja (Padre Rossi), aforam o Show de Calouros de emissora voltada para o público jovem, organizaram grande eventos com o sorteio de casas e automóveis. Com o objetivo de descaracterizar o caráter de luta e protesto da data com a finalidade de dividir e conquistar o apoio dos trabalhadores para a disputa eleitoral municipal deste ano.  
   O ato-show com vozes e musicas de protesto reuniu mais de duas mil pessoas que se mantiveram por seis horas ocupando a praça Frederico Arnaldo Balvé, no bairro IAPI, local hístórico dos trabalhadores de Porto Alegre.

    A midia e os "órgãos de inteligência" compareceram ao evento, fotografando e registrando o ato, mas comprometidos omitiram seus registros para o grande público.  

    Apenas o Jornal do Comércio, divulgou na contra-capa o evento, mas reduziu a manifestação de rua somente a 30 punxs !? e a mil participantes no ato-show de protesto da FORGS - COB/AIT descaracterizando toda manifestação que contava com a presença de trabalhadores, punxs, anarkistas e todo tipo de pessoas dispostas a expressarem sua revolta.
 
    As manifestações oficiais no 1 de maio deixaram claro que o caminho está na luta CONTRA O TRABALHO PRECARIO E PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO SEM REDUÇÃO SALARIAL.

 
    A   precarização do trabalho, com a terceirização foi o caminho tomado pela burguesia neo-liberal social para reduzir o custo Brasil ao nível das economias escravizantes da Ásia e Africa, com vistas a atender o modelo econômico agro-industrial exportador e os lucros do capital financeiro.
 
   A jornada de trabalho de 30 horas semanais, seis horas diárias, sem redução salarial proposta pelo Congresso da  Associação Continental Americana de Trabalhadores (AIT) nos anos 30 (destruída militarmente) demonstrava que aí já estava delineado o caminho para a transformação e emancipação da classe trabalhadora. O pleno emprego é fundamental para dar dignidade e condições de renda a classe trabalhadora.

 
    A política de salário mínimo é uma vergonha e não garante a sobrevivência do trabalhador. O governo tendo em vista que o SUS promove o genocídio social e a política educacional do governo  promovem o emburrecimento da população que servem a manutenção dos interesses capitalistas com apoios internacionais desde o governo imperialista de Bush até das grandes corporações capitalistas que elegeram o Brasil como a pátria segura para os seus capitais predadores.

  Viva a solidariedade internacional!
 
 Viva o  XXIV Congresso da Associação Internacional dos Trabalhadores!
 

Contra a globalização capitalistas: a solidariedade e o internacionalismo proletário!


Movimento de Reconstrução da COB - CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA. (COB/ACAT-AIT)
Na reconstrução do sindicalismo revolucionário.

" a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores"

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www.cob-ait.org