FEVEREIRO ANTIFASCISTA

Antifascista, por ser pela igualdade entre as pessoas independente de cor, sexo, opção sexual, et. e também contra privilégios a quem quer que seja, FOSP/COB-AIT mantém uma participação ativa, com inicativas próprias e em conjunto com outras organizações antifascistas- em especial do Movimento Libertário Brasileiro (MLB), do FEVEREIRO CONTRA A INTOLERÂNCIA E O FASCISMO - para lembrar o brutal assassinato de Edson Néris por fascistas white-powers/cabeça-de-ovo no dia 6 de fevereiro de 2000 – em apoio e com a particvipação de familiares de vítimas recentes dos fascistas cabeça-de-ovo. Em sua 8ª edição o FEVEREIRO ANTIFASCISTA a participar dos desagravos ao camarada assassinadoem 2000 e a todas as vítimas do fascsimo – inclusive governamental - e em repúdio a toda forma de preconceito e intolerância.
Leia abaixo um calendário dos dias e regiões onde se darão as manifestações organizadas que a FOSP organiza e das manifestações unificas com o MLB. Além dessas haverão outras, chamadas por outras organizações em outras regiões.
ORIGENS E OBJETIVO DO FASCISMO
Comumente se diz que o fascismo é um regime autoritário de extrema-direita desenvolvida por Mussolini, a partir de 1919 na Itália. Mas na verdade suas raízes são anteriores: no próprio Império Romano – altamente rascista e nacionalista, além de ser caracterizado pela prática da escravidão e da banalização da pena de morte – passando pela Idade Média, onde os ‘nobres’ eram considerados superiores em relação as demais pessoas. O próprio Mussoline falava em reerguer o império romano.
Mas o fascismo se desenvolveu dentro de sua origens históricas, como o baluarte da corrupção e do populismo.
Assim foi que, herdando a ‘Santa Inquisição’ das estruturas que não ruiram com o fim da idade média, ele se regenerou a partir da reação contra os insurretos da Comuna de Paris (1871), encontrando seu solo mais fértil na Penísula Ibérica, com o desenvolvimento do Integralismo (portugal) e do Falangismo (Espanha) dentro da própria Igreja Católica, e na Itálçio pelo Partido do Fascio, que marcou o movimento internacional.
Posteriormente se desenvolveu na Alemanha, com o nome de Nacional-Socialismo – ou nazismo – e ao Brasil pelos Integralistas – apoiados por Getúlio Vargas (simpatizante do fascismo).
O fascismo na Itália foi estabelecido uma década antes da chegada de Hitler (nazismo) ao poder, tendo em vista o contexto da Itália na Primeira Guerra e devido a um medo de que os esquerdistas tomassem o poder, Mussolini conseguiu chegar ao poder na Itália, como primeiro ministro italiano.
As principais características do fascismo foram:
- Nacionalismo: exaltação do país italiano que coloca como país supremo em termos de desenvolvimento;
- Cerceamento da liberdade civil: pois trata-se de um regime autoritário; - Exaltação do Estado, que encarna a sociedade, sobre o indivíduos e as liberdades individuais; - Racismo nacionalista, utilizando práticas de xenofobia;
- Unipartidarismo: o único partido permitido pelo governo era o próprio partido fascista; - Vê a mulher como portadora do pecado, relega a elas uma posição subalterna na sociedade; - Falso moralismo, com forte repressão a expressões de amor e aos homossexuais;
- Derrota do movimento socialista;
- Limitação ao direito de organização da força de trabalho.
Como essência dos seus objetivos, busca dividir e desorganizar a classe trabalhadora, estabelecendo a premissa de que a sociedade não sofre conflitos de interesses por ser um todo harmônico - negando a luta de classes entre os diferentes interesses de patrões e trabalhadores. Para isso acaba com a liberdade e autonomia dos trabalhadores em constituir sindicatos de luta. Paralelamente a isso cria uma organização ligada e controlada pelo Estado, a que chama de “sindicato”, mas que fica limitado ao assistencialismo e a exaltação de seus líderes/políticos.
Para tornar essa manobra viável, quebrando a resistência operária, ele semeis a divisão no seio da classe trabalhadora através de suas práticas e pricípios: discrimina estrangeiros, judeus, muçulmanos, negros, artistas, mulheres e homosexuais.Com isso semeia preconceitos no interior da classe trabalhadora, dificultando a unidade de ação na luta proletária. No Brasil o Estado, atualmente, reconhece todas as falsas cenrais sindicais controladas por partidos políticos e baseadas nos sindicatos oficiais, atrelados ao Estado, mas não reconhece o direito de organização da FOSP e da COB, que luta pela reativação do verdadeiro sindicalismo - de luta e revolucionário.
8ºFEVEREIRO ANTIFASCISTA: CALENDÁRIO DE MANIFESTAÇÕES DA FOSP/COB-AIT
SINDIVÁRIOS-SP:
- NO CENTRO DE St. Amaro (CORRENTE LIBERTADORA – ao lado do camelódromo)SÁBADO (20/02) a partir das 10 hs – com um debate sobre Anti-Racismo.
- SÁBADO (27/02), no centro da cidade, a partir das 10 hs. Em conjunto com o MLB(?)
- Seção CAPÃO:
- DOMINGO (07/02): VIDEO-DEBATE seguido de Sarau com o tema ANTIFASCISMO.(Parque Santo Dias) – a partir das 14 hs.
- em todos os domingos do mes haverá um filme alusivo e debate posterior.(Parque Santo Dias) – a partir das 14 hs.
SINDIVÁRIOS-CAMPINAS:
- SÁBADO (13/02) no centro da cidade, a partir das 10 hs, em manifestação chamada pela “Coordenação Antifascista de Campinas’ com o apoio do SINDIVÁRIOS-CPS/FOSP/COB-ACAT/AIT.
NÚCLEO FOSP/Piracicaba
- SÁBADO (20/02), a partir das 10 hs, – no centro de Piracicaba., com o apoio do SINDIVÁRIOS-CAMPINAS e dos Núcleos FOSP/COB de Rio Claro e Franca.
Comitê de Solidariedade e Luta Antifascista-FOSP
PREFEITURA E POLÍCIA TENTAM CRIMINALIZAR A ASSOCIAÇÃO CORRENTE LIBERTADORA
Com uma atuação de mais de 20 anos, reconhecida por todos, na região de Santo Amaro – e associada ao CEDECA em toda a cidade -, atendendo menores carentes e abandonados nas ruas de São Paulo, a Associação Corrente Libertadora sofre uma intimidação por parte da gestão Kassab/DEM, da PM e da Guarda Civil Metropolitana.

Tentam criminalizá-la, responabilizando-a pelos pequenos furtos e uso de entorpecentes por parte dos menores abandonados – a quem a Corrente Libertadora tenta ajudar.
Como se o problema social dos menores abandonados não fosse obra do próprio sitema capitalista, do arrocho salrial e do desemprego! E com essa perseguição o que prentendem?
Pretendem roubar a sede da Associação – no centro de Santo Amaro, ao lado do camelodódromo – dela fazer um posto policial da Gurda metropolitana. Para isso contam com o apoio dos grandes comerciante da região, para quem esse bando de miseráveis só atrapalha seus negócios. Mas são crianças, não são negócio. São o futuro do país!
O SINDIVÁRIOS-SP/FOSP não podia se manter alheio a isso e já se colocou em linha de solidariedade com a CORRENTE LIBERTADORA, que além do mais desenvolve um projeto de educação integral – tendo por base a capoeira – que muito se aproxima da pedagofia libertária. Assim como outras organizações apartidárias da região – como a ASESSA, o ‘Samba da Praça’, etc.-, nós da FOSP/COB-ACAT/AIT estaremos realizando uma série de atividades no local, bem como apoiando as atividades da própria Associação. Longa vida a Associação Corrente Libertadora.
SINDIVÁRIOS-SP- Seção Sul-FOSP/COB-ACAT/AIT
AUMENTAM A PASSAGEM E DIMINUEM A FROTA
Em meio ao total caos em que à cidade e o estado de São Paulo se encontram. Os governantes só se preocupam com aumentos, tanto com a tarifa dos transportes , do IPTU, etc.
Enquanto isso a cidade praticamente inteira alagada, famílias desabrigadas por conta de enchentes sem fim, exemplo o Jd. Romano, na zona, leste que passou o fim de ano em baixo d´agua. E continou submersa um mês depois!

E as cidades do estado de São Paulo, que por diversos motivos de descaso, tiveram estado de calamidade pública decretado, isso quer dizer: mais miséria para quem já não tinha grandes coisas. E ainda por cima, como se não bastasse, o aumento desta condução horrível, lotada e de péssima qualidade.

Esse é o presente que o Estado oferece à classe trabalhadora!
E nós ficaremos parados? Iremos aceitar calados?

Sejamos por nós mesmos! Devemos nos unir e lutar, reivindicar melhorias para nossa classe! E nunca aceitar essa falta de respeito a nós trabalhadores, que movemos esta sociedade.
CONTRA O AUMENTO DAS TARIFAS! PELO AUMENTO DA FROTA E A COMPLETA INTEGRAÇÃO DOS TRANSPORTES!
Não Sustente Parasitas! Vote Nulo! Não Se Iluda e Vá PrÁ Rua!
Comitê Contra Á Carestia da Vida, Sindivários Sul-Capão Redondo -FOSP/COB- ACAT -/AIT
La justicia alemana prohíbe la labor sindical de la FAU
Jue, 17/12/2009 — graficas-madrid
http://www.cnt.es/node/1610
· A.I.T
· Anarcosindicalismo
· Sindical
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Desde el pasado 11 de diciembre queda prohibida la labor sindical de la FAU-Berlín, y por consiguiente la de toda la sección alemana de la AIT, según ha determinado la justicia berlinesa. La determinación judicial se llevó a cabo en un procedimiento en el que la anarcosindical no tuvo posibilidad alguna de defensa. La FAU-Berlín ni siquiera fue informada de la apelación al tribunal por parte de la Neue Babylon Berlin GmbH (Babylon-Berlin), empresa contra la cual la FAU se encuentra en conflicto laboral desde hace varios meses.
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La sentencia va más allá de la mera represión de los derechos sindicales de la FAU-Berlín en el conflicto. Con la proclamación de la sentencia queda prohibida incluso la autodenominación de la FAU-Berlín como sindicato.
Trasfondo
Desde junio de este año, parte de la plantilla del cine Babylon-Berlin se ha organizado en la FAU-Berlín, e inició una lucha en pos de un convenio colectivo en el único cine semi-municipal de la ciudad, el cual recibe subvenciones públicas a pesar de las que los/las trabajadores/as reciben sueldos de miseria y no se respetan sus derechos laborales.
Este conflicto, el mayor conflicto que ha enfrentado la FAU en su historia reciente, no sólo tuvo repercusiones en la capital, sino también en el ámbito federal. Los anarcosindicalistas en lucha, mantuvieron un boicot muy eficiente y presente en los medios de comunicación, con exigencias amplias e innovadoras, así como la participación de los/las propios/as trabajadores/as, algo inusual en Alemania, hechos que causaron mucha impresión en público. Al incrementarse la presión hasta el punto de que los gerentes del cine no podían seguir negándose a cualquier negociación, intervino no sólo la esfera política sino también el sindicato Ver.di, miembro de la asociación sindical DGB, organización que no disponía de ninguna base en la empresa y que directamente entró a negociar con la dirección. Lo peor del caso es que dicha negociación no contó con la implicación de los propios trabajadores/as a pesar de su indignación.
Hoy en día ya se sabe que detrás de estas negociaciones entre Ver.di y los gerentes del cine hay un pacto entre los partidos políticos en el gobierno de Berlín, el sindicato Ver.di y la gerencia para quitarse la FAU-Berlín de encima y tranquilizar la situación. A pesar de esto, la plantilla y la FAU no se callaron. Lo que siguió fueron varios golpes jurídicos y una campaña contra la FAU por parte de Ver.di. En un primer momento fueron prohibidos por orden judicial herramientas de lucha como el boicot y además negar la aptitud para lograr convenios colectivos por parte de la FAU -en Alemania esta aptitud es un requisito previo para poder firmar convenios colectivos-. Al mismo tiempo, los gerentes demandaron a la FAU varias veces por distintas frases en notas de prensa y octavillas. Esto tampoco logró la retirada de la FAU-Berlín del conflicto. Así se había que ser todavía más contundentes con la organización anarcosindical y así llegaba el mazazo de la sentencia más reciente, la que prohibe a la FAU actuar como sindicato.
La situación en Alemania
Desde un primer momento, la FAU-Berlín ha sostenido que en este conflicto, por marginal que parezca, no sólo se lucha por mejores condiciones laborales, sino por la libertad sindical como derecho fundamental en Alemania. En este país no existe ninguna tradición sindical combativa o sindicalista desde el 1933. El denominado sindicato único DGB posee un monopolio corporativista que es protegido por la jurisdicción, y que impide el posible ascenso de sindicatos alternativos. Conceptos como los de autoorganización y descentralismo sindical son prácticamente desconocidos como propiedades de sindicatos en Alemania y, desde luego, ni previstos, ni deseados por este sistema sindical. El conflicto de la FAU-Berlín en el cine Babylon, por limitado que parezca, fue la primera muestra de una alternativa sindical en la historia de la República Federal Alemana. Parece que la existencia de ésta no pudo ser tolerada por los sindicatos de Estado y por la esfera política, probablemente debido al peligro de la posterior extensión del ejemplo. La ilegalización de la labor sindical de la FAU se ha de ver en este sentido. La sentencia implica que no es posible fundar y desarrollar sindicatos aceptados por la ley en Alemania, porque –aunque sea paradójico– desde el principio la calidad de sindicato depende de la aceptación oficial. Conflictos laborales llevados a cabo a pesar de esto, sin calidad de sindicato oficial, conllevan masivas consecuencias jurídicas; a tal respecto no se puede olvidar que la FAU ha sido amenazada por dos veces con una multa de 250.000€ o privación de libertad en caso de transgresión de sentencias. Por lo tanto, después de la última sentencia Una labor sindical legal no es posible para la FAU en ninguna parte tras esta sentencia. Así las/os anarcosindicalistas alemanes/as se ven amenazados de una nueva prohibición tras las de 1914 y 1933.
El carácter escandaloso de esta sentencia ya se muestra por el hecho de que ésta se realizó de forma acelerada sin ninguna audición y posibilidad de toma de postura por parte de la FAU. Esto se debe también a la ausencia de un término protegido acerca de qué es un sindicato y la arbitrariedad con la que los poderosos parecen poder decidir la jurisdicción sindical. La RFA ratificó ciertas convenciones de la OIT, pero en la práctica éstas no tienen vigencia, porque en general los sindicatos de Estado, y hoy en día también las patronales, dictan lo qué es un sindicato y lo que no lo es. Clima que hace recordar lo que han de soportar los sindicatos en la Turquía antisindical.
Es obvio que existe la posibilidad de que la sentencia sea revisada. No obstante la FAU-Berlín no pretende entregarse a ilusiones. A estas alturas ya todo parece posible. La intrusión política, el intento de asfixiar toda iniciativa sindical en sus principios, es obvia.
Alcance
El alcance de la sentencia ya es notable, pero en caso de permanecer equivaldría a una catástrofe pues desde la resolución la FAU-Berlín puede ser considerada un sindicato ilegalizado y, por si fuera poco, la sentencia puede ser transferida a la FAU alemana en su totalidad. Como caso que sienta jurisprudencia recaerá sobre el movimiento sindical y los derechos de las/los trabajadoras/es en su totalidad. Cualquier alternativa sindical no es posible con tal jurisdicción como base. Por lo tanto, el caso es una novedad de la represión sindical en Alemania. El patrón no sólo puede elegir él mismo sus sindicatos, además obtiene el derecho de decidir qué es un sindicato. La autoorganización obrera, la libertad sindical, sea en el cine Babylon-Berlín o en otra parte, son prohibidas, la incapacitación de la clase obrera es institucionalizada aún más.
Por otra parte, Ver.di también es culpable de la sentencia por su intervención poco solidaria, además la alta probabilidad de que dicho sindicato haya impulsado la sentencia, puesto que se ha constatado en una ocasión por escrito que se considera en competencia con la FAU y que es necesario actuar contra de ella.
Solidaridad
La lucha por la libertad sindical en Alemania ha comenzado, si no comenzó ya hace tiempo. Ahora cualquier forma de solidaridad es necesaria. El 19 de diciembre se realizarán protestas en Berlín, así como también acciones en otras ciudades por parte de las otras secciones de la AIT. Pese a la premura de tiempo, el sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos de Madrid, CNT, ya ha comenzado las acciones de apoyo para esa fecha y otras posteriores que iremos comunicando a su debido tiempo.
Más información sobre el conflicto:
- Todavía quedan muros por derribar en Berlín: la lucha en el cine Babylon, un caso paradigmático
- http://www.fau.org/soli/babylon/
- http://prekba.blogsport.de
Sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos de Madrid - CNT
http://www.cnt.es/graficas
graficas_madrid@cnt.es
Tfno.: 91 369 09 72 / 692 022 864
Plaza de Tirso de Molina, 5, 6º derecha. Madrid.
La CNT de Madrid sale a la calle para denunciar la falta de libertad sindical en Alemania
Dom, 20/12/2009 — graficas-madrid
http://www.cnt.es/node/1618
· A.I.T
· Madrid
Este sábado 19 de diciembre, y pese a la premura de la convocatoria, decenas de afiliados a la CNT madrieña se han concentrado ante el Instituto de Cultura y la embajada alemana para denunciar la situación de acoso contra los trabajadores y trabajadoras de la FAU-AIT.
Como respuesta a la llamada internacional de solidaridad de la FAU-AIT, que había preparado un acto urgente el día 19 en Berlín para denunciar la sentencia que les prohíbe ejercer la labor sindical bajo fuertes penas económicas, el sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos convocaba al resto de la Federación Local de Madrid de CNT a concentrarse frente a ambos organismos y demostrar así que la solidaridad no conoce fronteras para los miembros de la internacional, AIT.
Pese al frío gélido que les ha acompañado toda la mañana, los congregados han estado más de hora y media a las puertas del organismo cultural primero y de la embajada más tarde, denunciando la falta de libertad sindical en Alemania e informando a viandantes y personal de la entidad acerca del conflicto laboral y la sentencia que el pasado 11 de diciembre prohibió a la FAU cualquier actividad sindical, lo que en la práctica supone su ilegalización como asociación de trabajadores y trabajadoras. Esto no pasaba en Alemania desde 1933, cuando estaba en el poder un tal Adolf Hitler y se ponían en práctica las leyes de excepción nazis.
La sentencia se enmarca dentro del conflicto laboral que han mantenido los trabajadores de la empresa cinematográfica Babylon afiliados a la FAU. Este conflicto ha puesto de manifiesto que en Alemania existe una alternativa sindical al sindicalismo de Estado. Por ello, los jueces, aliados con el sindicato oficial y ciertos partidos políticos, han decidido eliminar a la molesta organización anarcosindical con una sentencia que puede crear jurisprudencia. De nada ha servido que FAU fuera el sindicato mayoritario en Babylon; en un ejercicio de sonrojante parcialidad, la justicia ha tomado partido por la patronal en su deseo de concederle la exclusividad de la negociación al oficial Ver.di, sindicato sin práctica implantación en la empresa, pero eso sí, más docil a las pretensiones de la dirección.
La situación alemana lamentablemente nos recuerda a los oscuros años del franquismo en España cuando los trabajadores debíamos afiliarnos obligatoriamente al sindicato vertical y cualquier intento de autoorganización obrera, o incluso el mero llamamiento a la libertad sindical, eran reprimidos sin miramientos.
La FAU está respondiendo en la calle y en los tribunales a la sentencia, y desde la Federación Local de Madrid vamos a apoyarla en todo lo necesario frente a un Estado que se llama "democrático" pero que no respeta ni las mínimas libertades que sobre el papel recoge su Constitución.