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VAMPIROS MORTOS-VIVOS QUEREM DESTRUIR DIREITOS CONQUISTADOS! Em todas as edições sempre alertamos para o fato de que a corrupção é o pano de fundo do Sistema Capitalista, que domina todos os países com a Globalização Capitalista, eventualmente chamada de ‘NEO-LIBERALISMO’. Este apontava para a destruição dos direitos proletários, conquistados pela luta operária direta. Já nos anos 90, em pleno governo FHC/PSDB a idade para aposentadoria aumentou (dos homens de 60 para 65, das mulheres de 55 a 60 anos). Após várias crises e da destruição de economias como da Islândia e da Grécia, eles precisam de mais carne na máquina de moer gente... O que vemos hoje, em rede nacional de TV, é a podridão tentando fugir da privada para cair na lata de lixo da história. Do Impedimento da Dilma, por um Parlamento formado pelos lobos vorazes, ratos mutantes se esgueirando pelos cantos dos porões das instituições do Estado, ávidos pelo dinheiro arrancado dos trabalhadores pelos IMPOSTOS (que nos consomem quase 6 meses do ano)... Esse governo parlamentarista, golpista, que a beira de seu cadafalso acelera o processo de implantação das Reformas requeridas pelos banqueiros, empresários e políticos (PRINCIPALMENTE A TERCEIRIZAÇÃO GENERALIZADA) mostra que o que temos a temer é a negociação que está sendo feita entre eles (incluindo todas as centrais sindicais oficiais) para salvar a CLT no que ela tem de mais FASCISTA, o sindicato atrelado ao Estado, mantendo o Imposto Sindical... enquanto os direitos são relativizados/limitados, contra os interesses da classe trabalhadora! Dentro desse processo cresce o desemprego e cai o valor de compra dos salários! Todos os partidos se unem para distrair a classe trabalhadora, com mentiras, desviando a luta operária para a luta política, reivindicando a renúncia de Temer e a realização de Eleições Diretas... ou para apoiar o governo corrupto, mantendo o ritmo das Reformas – com o lema de que O BRASIL NÃO PODE PARAR... Com isso criam uma cortina de fumaça sobre o processo político, em que dizem que devemos pressionar o parlamento. Mas com isso apenas nos levam a reconhecer o Parlamento, com todos os partidos envolvidos em denúncias variadas de corrupção, como legitima representação do ‘povo’... bem como eles mesmos como os porta-vozes dos eleitores e líderes dos trabalhadores. A verdadeira luta do proletariado deve ser ECONÔMICA, pela ampliação dos seus direitos. Como instrumento de auto-defesa para lutar contra o desemprego e a perda de direitos. Recuperando da própria Constituição a definição do Salário Mínimo (baseado nos itens de consumo básico de um casal com 2 filhos), reivindicando o Salário Mínimo Constitucional de R$ 4.500,00 (calculado mensalmente pelo DIEESE). E na luta contra o desemprego (e da perda da Jornada de 8 hs/dia feita pelas TERCEIRIZAÇÕES) devemos lutar pela Redução da Jornada de Trabalho para 6 horas/dia, e pela SEMANA INGLESA (de segunda a sexta) 30 Hs/Semanais – sem redução salarial. E a história nos mostra, com os 100 anos da Greve Geral de 1917, que só com uma organização autônoma, intercategorias e de Ação Direta, de baixo para cima (dos bairros, para as regiões e para as cidades), com a prática assembleária desde cada local de trabalho e moradia. Reativar a COB/AIT é a nossa principal necessidade! FURACÃO SOBRE SP: (A GREVE GERAL DE 1917) Letra de música da banda de PunkRock THE PENDENTS escrita em 2007 Nem todo mundo conhece, mas a história foi assim: Se tudo tem começo tudo também tem um fim. Da história falada que ninguém esquece (na aldeia, no Quilombo, no grito e na prece...) E como uma vitória que é de todos A luta operária se fez história E como se fosse combinado Ninguém saiu pra trabalhar e assim São Paulo ficou feito um feriado E essa grande greve se iniciou em junho de 17 gerada nas lutas contra a primeira grande guerra em 1915 a Federação fez seu Congresso Como antes a COB fez em 1913 E todos apontando para a mesma questão O desemprego, o arrocho e a ganância do patrão A luta só tinha uma saída Se organizar e partir para a ação Aí o trabalhador podia lutar por sua emancipação A agitação contra a carestia já vinha desde o verão A revolta aumentava com o desemprego e a exploração o 1º de Maio de 17 exaltou a solidariedade e os oradores anarkistas falaram toda a verdade a Greve começa em Junho, numa confecção. Cotonifício CRESPI para prá ouvir a voz do peão que só pedia mais salário, Respeito com mulheres, idosos e crianças e o fim do vil imposto pró-pátria. A patronal intransigente demite toda a comissão A greve continua e se espalha pela região Solidariedade é uma arma quente, é a união! A greve atinge o setor de alimentação Um mês depois de se iniciar a greve atinge todas as regiões Os operários na rua enfrentam a polícia do governo e dos patrões Piquetes, passeatas, comícios, direta era toda a ação. Numa manifestação na Mooca no 9 de julho verdadeiro Em conflito com a Policia é assassinado um sapateiro O jovem anarkista José Martinez (Aos 22 anos de idade.) Aí ficou claro a todos qual era a situação da vez. A Greve Geral ganha força e se espalha pelo estado Santos, Campinas, Sorocaba, Ourinhos e região nas batalhas de rua, operários tomam as praças E o governo federal manda tropas do exército prá conter a insurreição. O cortejo de Martinez é acompanhado por mais de 50 000 toma as ruas do centro em silêncio respeitoso sob as bandeiras de luto operárias, o estandarte da FOSP tendo a frente o Comitê de Defesa Proletária zeloso unidos os trabalhadores exigem do governo e dos patrões aumento geral de salários, fim do trabalho como escravidão para mulheres e crianças, redução dos alugueis, da jornada de trabalho, direito de associação e liberdade para todos os presos! No dia 15 de julho os trabalhadores conseguem redução da jornada com aumento de salários, libertação dos grevistas presos, garantia de emprego para todos os grevistas, regularização do trabalho de menores e mulheres, Também outras reivindicações Como médico, descanso semanal e férias e a esperança sincera de começar uma nova era. Que estava nos corações E demorou um século para poder nascer Tudo isso aconteceu há 90 anos atrás Aqui mesmo onde tudo parece que tanto faz o Estado não domesticou nossa organização prenderam, mataram, amordaçaram a união construíram sobre ela a mentira da repartição sindicato não é um nome é uma forma de associação a história da luta é de todo aquele que luta contra a escravidão sem partido, sem Estado, sem governo e sem patrão! CEM ANOS DA GREVE GERAL DE 1917 A chamada Greve Geral de São Paulo, em 1917, foi considerada a primeira greve geral do Brasil. Ao longo de meados do século XIX, até a década de 1910, as primeiras greves se restringiam a categorias isoladas de operários da embrionária indústria brasileira. A partir da abolição da escravatura, em 1888, os pequenos e grandes empresários da época passaram a utilizar prioritariamente mão de obra estrangeira e assalariada para substituir os escravos. Os estrangeiros, na maioria italianos, portugueses e espanhóis, deixavam sua terra natal em busca de oportunidades, para fugir da pobreza e de perseguições. Traziam consigo as ideias que começaram a dominar o pensamento europeu a partir da Revolução Francesa de 1789. Entre elas, as de liberalismo, socialismo, comunismo e anarquismo. Foi nesse contexto de intercâmbio cultural que floresceram, no seio da nascente classe trabalhadora brasileira, os conceitos de sindicato, direitos trabalhistas, luta de classes, livre-mercado, etc. Nas décadas de 1900 e 1910, o sindicalismo mundial era disputado pelas vertentes socialista, social-democrata (marxistas) e anarquista. Desta última surgiu o termo “anarcossindicalismo”, que se caracterizava por uma atuação direta dos sindicalistas na organização dos trabalhadores, seja nas fazendas ou nas fábricas, sem um caráter institucional. Então, em 1917, com a difusão dessas ideias pelos imigrantes europeus, os princípios do anarcossindicalismo ganharam visibilidade e força no Brasil, justificando o caracterizar o movimento como uma Greve Anarquista. Nesse período, não havia no país uma legislação que protegesse ou garantisse direitos aos trabalhadores, apenas leis avulsas que tangenciavam a questão trabalhista. Na cidade de São Paulo, por exemplo, trabalhava-se nas fábricas de 11 a 16 horas por dia e a maior parte da mão de obra era composta por mulheres e crianças. A exploração intensiva do trabalho e o emprego de mão de obra feminina e infantil propiciava grande margem de lucro ao empresariado emergente. No entanto, a prosperidade da burguesia industrial não se refletiu em melhorias nas condições de trabalho insalubres enfrentadas pelo operariado. Greves ou reivindicações trabalhistas eram encaradas pelo governo e pelas classes dominantes como “caso de polícia”. Assim, além das jornadas de trabalho extenuantes e das condições precárias de trabalho, operários, mulheres, crianças, imigrantes e ex-escravos que trabalhavam nas fábricas ainda tinham que suportar o alto custo de vida e a miséria que se alastrou pelo Brasil durante a República Velha. Em escala internacional, as grandes potências se digladiavam na 1ª Guerra Mundial (1914-1918) pelas conquistas territoriais na África e na Ásia . Enquanto isso, o México, em 1910, e a Rússia, em 1917, deram início a revoluções que marcaram profundamente o século XX e repercutem até os dias de hoje, colocando em evidência temas como reforma agrária, reforma urbana, nacionalização, coletivização, justiça social, direitos trabalhistas. Alguns desses conceitos eram defendidos por Edgard Leuenroth, tipógrafo e jornalista brasileiro que fundou os jornais “Terra Livre”, “A Lanterna” e “A Plebe” para disseminar suas ideias anarquistas e as reivindicações do operariado. O ponto de partida para a Greve Geral foram as greves parciais por aumento salarial e melhores condições de trabalho, que se espalharam por São Paulo nos meses de maio e junho de 1917, com o apoio de parte da grande imprensa e da imprensa anarquista. Na paralisação de 9 de julho, na Fábrica Mariângela, a intervenção da polícia resultou na morte do sapateiro espanhol José Martinez, membro da Federação Operária de São Paulo (FOSP) e da Confederação Operária Brasileira (COB). O incidente foi o estopim para a Greve Geral que se seguiu a 10 de julho, data do cortejo fúnebre de José Martinez, contando com a adesão gradual de várias categorias de operários, a começar pelos trabalhadores da tecelagem Cotonifício Crespi – cuja greve iniciada em junho determina o início do processo de Greve Geral, atrás do apelo por SOLIDARIEDADE ATIVA, lançado pelos militantes anarcosindicalistas, dos sindicatos revolucionários. 35 ANOS DE LUTAS POR SINDICATOS LIVRES E COMBATIVOS Recuperando a memória do Encontro Anarkista, articulado pelo jornal O Inimigo do Rei em abril de 1982. - Reuniu indivíduos e grupos libertários, do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. PREÂMBULO: Desde os anos de resistência e luta anticapitalista contra o golpe de 1964 e a ditadura militar, o movimento libertário foi abrindo um caminho de protagonismo nas lutas, regado por muitas prisões, processos, perseguições e demissões. Enquanto o movimento crescia ao nível social, o que exigia uma articulação maior decorrente da aplicação dos princípios libertários. A questão da organização pública passava por muitas contradições, que já vinham dos anos do golpe de 1930, para evitar as infiltrações e traições como as relacionadas com a divisão da classe trabalhadora causada pela fundação do PCB, em 1922, e absorvida pelo PTB (populismo getulista). Os acordos do movimento entendiam que a necessidade da organização nascia do avanço das lutas. Dos acordos, livremente adotados pelos trabalhadores, de luta, da ação direta e do federalismo. Através das decisões tomadas em assembleias gerais, plenárias e congressos; desde as seções locais de trabalho e não impostas, de cima para baixo, por uma direção. Das categorias de trabalho aos Ramos de Produção. Do município à nação. O avanço das lutas nos anos 80 impunha a articulação de uma oposição, não manipulada por partidos ou patrões. Exigia uma base comum de organização decorrente da articulação de toda a sociedade, através de uma perspectiva unificada de autogestão das lutas. Os acordos do movimento entendiam também que a luta parlamentar e partidária não leva a lugar nenhum, que o anarquismo, não é um partido, uma direção e muito menos um movimento que possa ser fechado em uma doutrina, ou nas interpretações decorrentes de um momento histórico. Dentro dos seus princípios de liberdade, contrários a qualquer modalidade de dominação ou exploração, deve desenvolver seus acordos de luta coletivos, em conjunto com os demais, de acordo com suas experiências concretas, decididas entre todos que luta pela igualdade social, em conformidade com suas aspirações, situação interpretações e a correlação de forças. Por isso passível de ser modificada a qualquer hora, de baixo para cima e contrário a qualquer plataforma estanque de lutas, ou sujeitas a interpretação duvidosa de qualquer partido ou intelectual iluminado. A esquerda partidária não reagiu a este anúncio e logo foram somadas tentativas de usurpação do movimento. Não aceitavam a organização independente dos trabalhadores, preferiam aceitar o pacto da esquerda em torno a CUT. Mas faziam questão de uma “direção” organizada para o anarquismo. Chegaram a uma histeria tal, que a partir de 1996, enfrentávamos uma articulação, sem militância reconhecida, que vinham desde o Uruguai, impor uma federação anarquista, em Porto Alegre. Desde a Venezuela, outros condenavam qualquer iniciativa pela retomada das grandes organizações de massa influenciadas pelas lutas e ideias do Primeiro Congresso da Internacional AIT, do qual Marx não participava ainda e continuadoras das ideias de Proudhon, Bakunin; Kropotkin, Malatesta, Neno Vasco, Leuenroth, Oiticica, etc. Terminando por criar um paralelismo reformista, divisor do movimento e da sociedade, desarticulador das iniciativas de reorganização anarkista e de qualquer proposta de avanço na luta dos trabalhadores. Por fora da organização histórica decorrente das lutas no Brasil e a nível internacional, passam a tencionar o cenário com a criação, de inúmeras outras pseudo federações anarquistas, cujo passado histórico é das suas relações político partidárias com o Poder constituído e os partidos da esquerda ou dependentes destes. Nesse momento, nosso grito de alerta, se dá para chamar a atenção para o fato: de que não existe hoje, uma força que unifique e se superponha aos avanços estatais da dominação pela classe capitalista. Os anúncios diários e os Sindicatos oficiais atreladas ao sindicalismo de ocasião não consegue articular uma mínima ação organizativa permanente, que traga mudança social. . Este acordo abaixo, de 1982, pela COB, representou um marco por um futuro melhor. A prioridade pela reconstrução da COB foi definida, em 1986, na 1º Jornada Libertária de Protesto; de caráter Anarkista, público e nacional, que aconteceu na cidade de Florianópolis e no Congresso Anarkista nos 100 anos do 1º de Maio, na antiga sede do CCS-SP, no Brás. Entre diversos temas abordados pelo Movimento Libertário, na questão da organização pública, específica dos anarquistas foi acordada da necessidade de ter muita cautela “e observação de princípios: a praxis e não o discurso teórico é que distingue o anarkista; e pelo fato de que a repressão, a social democracia reformista, ou mesmo a os partidos de esquerda (visão bolchevista), tentam invadir e controlar, de cima, as decisões sobre as ações do movimento, podendo vir a criar falsas federações anarquistas”. O mesmo ocorreu ainda em São Paulo, com a criação dos Núcleos Pró- COB/AIT, no 1º de Maio de 1986, no Congresso Anarquista durante as Jornadas pelos 100 Anos de lutas pela Redução da Jornada de Trabalho. E ainda, com a criação de Núcleos Pró COB/AIT, em julho de 1986, na cidade de Porto Alegre durante a 1ª Jornada Libertaria Local. Em 2004/2005 com a fundação, em Porto Alegre e São Paulo, dos primeiros sindicatos livres, a COB é reconstruída. Seguem-se Nova Santa Rita, Canoas e Grav ataí (RS), Florianópolis (SC), Salvador (BA), Aracaju (SE), Belém (PA),Araxá (MG) e Núcleos Pró-COB em outras cidades. A COB, em 2010, ratificou sua presença sediando na cidade de Porto Alegre, pela Primeira vez nas Américas, o XXIV CONGRESSO Internacional da ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES (AIT-IWA). Avançando organizativamente, em janeiro de 2011, a COB realiza na cidade de CANOAS, o IV Congresso Operário Brasileiro, onde se deu a unificação das bandeiras de lutas. E se dá uma sequência histórica organizativa aos seus esforços de consolidação. Exige ainda retomada e continuar uma maior construção e conscientização de que é possível com muito protagonismo avançar, citando Carlos Drummond de Andrade, retirando “as pedras do meio do caminho”. RECUPERANDO A MEMÓRIA, CONCLUSÕES: - O encontro de anarkistas do Brasil, em abril de 1982, em uma praia deserta da cidade de Florianópolis, após dias de debates, declaram-se contrários a burocratas, patrões, partidos e pela retomada da COB; - consideraram, em relação à situação social do Brasil, que a unificação da classe trabalhadora, para ser legítima, tem que ser construída com base na luta econômica, por questões específicas, tais como: - Redução da Jornada de Trabalho, Sem Redução Salarial e com Reajustes Trimestrais (devido a inflação); - Pregaram o “Controle Social da Produção, Distribuição e Consumo pelos próprios trabalhadores através da Autogestão Generalizada”; - Com o objetivo de alcançar Todo Poder aos Pobres Peões do Campo e da Cidade. - Decidiram construir conjuntamente com os outros estados, uma proposta, para apresentar na 1ª Conferência das Classes Trabalhadoras, em São Paulo (agosto de 1982). E declararam que a organização sindical dos trabalhadores deve representar uma Perspectiva de Organização Sindical Não Reformista e Revolucionária; continuadora da nossa tradição de luta dos sindicatos livres e combativos da Confederação Operária Brasileira - COB (que na greve geral de 1917, se propôs a uma paralisação revolucionária do país para derrocar o capitalismo tupiniquim). - Denunciaram a ineficácia da participação do processo parlamentar do país. Que se traduz em mais uma violência que a população sofre quotidianamente. Que não vai mudar nada e que só serve para legitimar os interesses capitalistas. - Perante a reforma eleitoral e o processo eleitoral em andamento afirmaram que as eleições serão desmascaradas e propõem várias formas de fazer isto: votar nulo, recusar-se a votar, desconhecer as eleições, propor uma prévia para o dia 15 de outubro com a intenção de denunciar o caráter oportunista das lideranças hegemônicas e reafirmar a necessidade da derrota dos casuísmos do governo para evitar uma consolidação do regime; - Levantaram da necessidade da organização de grupos e ações para enfrentar concretamente o Sistema e reafirmaram da necessidade de uma ruptura total para mudar e para valer. A ser divulgada publicamente, em todos os lugares, que signifique a construção e a organização dentro da estratégia de um duplo poder, o dos trabalhadores (para o empoderamento da classe trabalhadora), com o objetivo de uma mudança e transformação social que acabe com toda a opressão, as injustiças sociais e traga benefícios para tod@s. - Operacionalizaram outras ações de divulgação e finalizaram com uma saudação rubro negra (alusão a bandeira da COB, e o vermelho e preto da Internacionalismo proletário). ---------- Fonte: Jornal “O INIMIGO DO REI”, nº16, Porto Alegre, março e abril de 1982.

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