Grupos

Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária:

 RESISTÊNCIA E SOLIDARIEDADE!

 

O Centro de Cultura Libertária, espaço anarquista existente há 35 anos em Cacilhas, encontra-se ameaçado de despejo pelo proprietário. Após sentença do Tribunal de Almada, emitida no dia 2 de Novembro de 2009, foram dados 20 dias ao CCL para abandonar as suas instalações. O Centro de Cultura Libertária recorreu desta decisão do Tribunal, no passado dia 19 de Novembro, suspendendo a ordem de despejo.

 

Agora, aguarda-se a decisão do Tribunal sobre o recurso, que pode anular a decisão de despejo, levar a um novo julgamento ou reiterar a sentença já emitida. Não se pode prever qual será a decisão ou quanto tempo esta levará a ser tomada. Sabemos apenas que, caso o recurso seja recusado, teremos dez dias apenas para abandonar o espaço do CCL.

 

O Centro de Cultura Libertária vive momentos de absoluta incerteza quanto ao seu futuro. Mas uma coisa é certa: faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para dar continuidade ao CCL e para manter o espaço que este ocupa há 35 anos. Para tal precisamos da solidariedade de todxs xs que se revêem no CCL.

 

Para já o apoio monetário continua a ser muito importante, já que suportamos custos muito elevados para uma associação que vive apenas das contribuições dos seus associados e simpatizantes. O recurso custou-nos 2.000 euros em honorários do advogado e mais 75 euros da “taxa de justiça”. Em caso de perda do recurso, poderemos ter de pagar as custas judiciais. A salvaguarda do espólio do CCL, em caso de despejo, dará certamente lugar a novas despesas.

 

A motivação do proprietário do prédio é clara: despejar uma associação que paga uma renda mensal baixa (51 euros) e cujo contrato só pode ser rescindido através de uma acção de despejo, abrindo assim o caminho à rentabilização do espaço.

O papel do tribunal também é claro: defender o interesse dos proprietários e a propriedade privada, alicerces essenciais deste sistema baseado na desigualdade e na exploração.

 

Actualmente, o CCL é um dos raros locais anarquistas que se mantém em Portugal, único pela sua longevidade e pelo papel de preservação da memória histórica libertária que desempenha, mas também pela ligação afectiva que gerou em várias gerações de anarquistas, que nele encontraram um espaço de aprendizagem, de experimentação e divulgação das suas ideias.

 

O Centro de Cultura Libertária encarregar-se-á de agir a nível local, procurando a todo o momento, divulgar e estimular a revolta contra uma situação da qual não somos os únicos alvos. Encorajamos todas as formas de solidariedade dxs companheirxs que desejem potenciar a nossa luta noutros lugares.

 

Saúde e Anarquia!

 

Centro de Cultura Libertária

23 de Novembro de 2009

 

Contacto:  

E-mail: ateneu2000@yahoo.com

Correio: Apartado 40 / 2800-801 Almada / Portugal

Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com

 

Dados da conta bancária do CCL, para donativos:

 

Titular/ Owner:

CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA

 

Para transferências em Portugal / For transfers inside Portugal:

NIB: 003501790000215493029

 

Para transferências do estrangeiro / For foreign transfers:

IBAN: PT50003501790000215493029

BIC: CGDIPTPL

 
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Centro de Cultura Libertária

Site: http://ccl.yoll.net
Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com
E-mail: ateneu2000@yahoo.com
Endereço postal: Apartado 40 / 2800-801 Almada (Portugal)
Sede: Rua Cândido do Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada

 

SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE SINDICALISMO LIVRE, AUTÔNOMO NAS AMÉRICAS - PORTO ALEGRE/RS DIAS 04,05 E 06 DE DEZEMBRO.

MAIS INFORMAÇÕES: 

Inscrições:Centro Cultural e Artístico de Porto Alegre,

centroculturaleartistico@yahoo.com.br

 

SINDICATO AUTÔNOMO DAS AMÉRICAS

SINDICATO AUTÔNOMO DAS AMÉRICAS:

SITUAÇÃO E PROJEÇÃO.

Porto Alegre (Dias 4, 5 e 6 de Dezembro de 2009)

XXIV CONGRESSO

. Serão abordados temas voltados para a Crise Global do Capitalismo, o Meio Ambiente e a história das lutas da Associação Continental Americana de Trabalhadores, Associação Internacional dos Trabalhadores, e suas perspectivas nos dias de hoje. Com ênfase em suas projeções de ações solidárias, culturais voltadas para o continente americano.

Formato:

Programação voltada para o debate dos temas inscritos, com um evento aberto voltado ao público em geral, na noite de Sábado, do dia 05/12, às 20h, no formato de uma RODA de IMPRENSA, com a participação internacional de sindicalistas da AIT de outros paises. De caráter informativo, abordando suas lutas, realidades e atividades (empregando recursos de informação áudio-visual).

Apoio Cultural: Programação

Confederação Operaria Brasileira/AIT
 


Exposição 1

Autogestão e a Coletivização na Revolução Espanhola



Exposição II

Cartazes, eventos e jornais das Seções da COB/AIT



Debates

- Sindicato Autônomo das Américas: Situação e projeção.

- Sindicalismo independente e a atuação da AIT.

- A condição humana e a situação global do trabalho.

- Ação do modelo capitalista na degradação do ambiente.

Haverá atividades culturais, exposições de documentos e palestras abertas ao público. Convidamos todos também a trazer suas contribuições documentadas sobre os tópicos, com as quais será publicado um livro ao término do seminário junto a considerações relevantes.

Local: Cia de Arte, Rua dos Andradas, 1780 Porto alegre (RS).

Horários: A recepção, inscrição e credenciamento dos participantes será feita no dia 3 de dezembro, após as 15hs, de forma ininterrupta até às 20hs.

Nos dias 4 e 5 os trabalhos terão início às 9hs, com intervalos, até às 22hs.

No dia 5, das 20hs até 22hs acontecerá o debate público com a presença internacional dos sindicalistas da AIT.

Inscrições: Centro Cultural e Artístico de Porto Alegre, Fone: (51)3222 9817. *até 02/dezembro/2009* centroculturaleartistico@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Iniciativa: Federação Operária do Rio Grande do Sul, Confederação Operária Brasileira, Alerta Verde e Sindicatos de Artes e Ofícios Vários de Porto Alegre, Canoas e Nova Santa Rita.
 
Apoio: Federação Operária de São Paulo, SINDIVÁRIOS-SP/FOSP, Seção de Artes e Espetáculos-SINDIVÁRIOS-SP, SINDIVÁRIOS/Campinas/FOSP, SINDIVÁRIOS-ALTO TIETÊ, SINDIVÁRIOS-Osasco.

 

Detenciones políticas en Belgrado - Libertad para los Anarcosindicalistas

http://www.iwa-ait.org/?q=es/node/15

Los hechos


El sábado 4 de septiembre cinco* activistas políticos fueron arrestados con cargos en Belgrado . Los cinco, Tadej Kurepa, Ivan Vulović, Sanja Dojkić, Ratibor Trivunac y Nikola Mitrovic, son afiliados a Iniciativa Anarcosindicalista (ASI), la sección serbia de la Asociación Internacional de Trabajadores (AIT). (* La sexta persona perseguida por la policía, Ivan Savic, fue arrestada días después).

Se relaciona a los detenidos con una acción directa que tuvo lugar en la Embajada Griega el 25 de Agosto. En dicha acción no hubo incidentes relevantes: una ventana rota, una pequeña quemadura en la fachada y una A circulada pintada en la embajada como un acto simbólico de solidaridad con Thodoros Iliopoulos. Las autoridades no obstante consideran ésto como un acto de "terrorismo internacional" y quieren cargar a nuestros compañeros con ésta acusación. Si el estado aplica éstos cargos, los compañeros se enfrentean a penas de 3 a 15 años de prisión.

Así las cosas, los cinco fueron arrestados, golpeados y llevan encarcelados al menos un mes, estando a la espera de juicio.

Uno de los acusados, el Secretario General de la AIT Ratibor Trivunac, a pesar de haber declarado clara y públicamente que no tenía conocimiento de la acción, fue igualmente arrestado. No es la primera vez que las autoridades persiguen a Ratibor o sus compañeros por las críticas que éstos vierten contra el estado.

¡Hacemos un llamamiento internacional!

Si puedes organizar protestas frente a las Embajadas Serbias, Consulados u otras Misiones Internacionales, por favor, hazlo. Más que un día de acción, pensamos que las acciones se pueden extender a lo largo de varios días, pero es mejor no esperar más.

¡Envia faxes y cartas de protesta! Incluimos una lista de direcciones. Envía una carta a través del formulario si lo prefieres. Escribe tu texto o usa uno de ejemplo. La página lleva un registro de envíos para que nuestro compañeros en Serbia puedan saber cuántos han protestado:

http://asi.zsp.net.pl/political-arrests-in-belgrade/emailpage/

¡Por favor, enviános información de los actos que lleveís a cabo!

¡Libertada para los 5 ya!

Misiones diplomáticas de la República de Serbia: http://www.mfa.gov.rs/Worldframe.htm


Comunicado de la ASI


El 4 de septiembre de 2009 la Corte de Distrito en Belgrado decidió que los miembros de la ASI permanecerían 30 días en prisión. Nuestros compañeros están acusados de un acto de terrorismo internacional.

Los medios de comunicación señalaron a la Confederación Sindical "Iniciativa Anarcosindicalista" como responsable del ataque a la Embajada Griega.

Queremos recordar una vez maś que éstos métodos de lucha política individual no son los métodos del anarcosindicalismo, muy al contrario, proclamamos nuestras posiciones políticas públicamente y a través de nuestro trabajo esperamos acercar a los trabajadores al movimiento sindical y a las organizaciones libertarias y progresistas.

El estado quiere suprimir brutalmente las críticas que recibe mediante sus mecanismos de represión, señalando como sospechosos a todos los que expresan públicamente sus convicciones libertarias y con su encarcelamiento cierra el caso y da una falsa imagen de eficiencia hacia la opinión pública.

Desde los primeros momentos del arresto hemos observado la guerra sucia de los organismos del régimen, registros ilegales de los apartamentos de los compañeros, intimidaciones a los familiares y el cargo totalmente desproporcionado de terrorismo internacional.

A pesar de que no apoyamos los actos del ahora famoso grupo anarquista “Crni Ilija” (Black Iliya) seguimos sin poder calificar lo ocurrido de "terrorismo internacional", porque el terrorismo, por definición, supone daños contra la vida de los civiles, y en los hechos nadie resultó herido y sólamente hubo daños materiales simbólicos.

Está claro que el estado solo sabe intimidar a cualquiera que decida señalar la injusticia y desesperanza de la sociedad contemporánea.

En momentos de apatía social generalizada, los individuos llevan a acabo las acciones más increíbles, a veces incluso autodestructivas, con el objetivo de romper el bloqueo mediático y poder ser el centro de atención - recordemos a los trabajadores que se cortaron y comieron sus propios dedos, o, por ejemplo, el desafortunado que intentó activar una granada de mano en el edificio de la Presidencia de Serbia- en resumen, hacer visibles sus problemas a una amplia capa de la población.

No dejemos que nos convenzan de que un pequeño acto de solidaridad, incluso llevado a cabo de una manera equivocada, junto a cualquier otro acto de rebelión de aquellos que han sido despojados de sus derechos, pueda ser tratado de antisocial y terrorista.

¡Expresamos nuestra solidaridad con los arrestados y sus familias y exigimos la verdad sobre el caso!

¡LIBERTAD PARA LOS ANARCOSINDICALISTAS!

Iniciativa Anarcosindicalista - ASI

Sept. 5, 2009

 

 

VITORIOSA REALIZAÇÃO DO CONGRESSO DA AIT NO BRASIL

Organizado a cargo da Confederação Operária Brasileira (COB), Seção Brasileira da AIT, realizou-se, de 3 a 6 de dezembro de 2009, o XXIV Congresso da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT-IWA). Congresso histórico (o 1º nas Américas, num país de 3º mundo da América-Latina), realizado sob intenso ataque do Estado global, com a prisão do Secretariado da AIT, na Sérvia, pela 1ª vez em sua história de 145 anos.

Realizado no centro de Porto Alegre o XXIV Congresso da AIT-IWA, num teatro auto-gerido (a Cia. das Artes), em paralelo ao SEMINÁRIO SINDICALISMO LIVRE NAS AMÉRICAS (exposição de murais sobre o movimento operário no Brasil de antanho e em pleno século XXI - com a realização de debates sobre "Sindicalismo Livre nas Américas - a ACAT - e com a realização de um Encontro Nacional da COB/AIT - com a presença de Seções do Rio Grande do Sul e São Paulo e Núcleos em Santa Catarina, Bahia e Sergipe, [Mensagem de Apoio do Núcleo de Goiás), homenageou a ilustre figura de "Edgar Rodrigues", falecido em maio de 2009.
 



Com a participação de diversas Seções da AIT e mensagens de apoio do Peru, dos U$A, da Austrália e do Chile o Congresso avançou a organização da grande Confederação de Sindicatos Livres e Revolucionários dos Trabalhadores de todo o mundo.

Foi observardo tanto a repressão global à auto-organização proletária (perseguições, detenções e processos contra militantes em diversos países [inluindo Sérvia e Brasil]), quanto a tendência de crescimento da organização ao nível mindial - em especial nos 3º e 4º mundos.

Suas decisões avançam a unificação mundial das lutas operárias e o próprio sindicalismo revolucionário, anarcosindicalismo, um sindicalismo de ação direta, sem partido, sem Estado e sem Patrão.

LONGA VIDA À ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES (AIT-IWA)!
PELA REVOLUÇÃO SOCIAL!
HURRAS PELA ANARKIA!



 http://cob-ait.net/
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Email:: profosp@bol.com.br
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La justicia alemana prohíbe la labor sindical de la FAU

Jue, 17/12/2009 — graficas-madrid

http://www.cnt.es/node/1610

 

·         A.I.T

·         Anarcosindicalismo

·         Sindical

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Desde el pasado 11 de diciembre queda prohibida la labor sindical de la FAU-Berlín, y por consiguiente la de toda la sección alemana de la AIT, según ha determinado la justicia berlinesa. La determinación judicial se llevó a cabo en un procedimiento en el que la anarcosindical no tuvo posibilidad alguna de defensa. La FAU-Berlín ni siquiera fue informada de la apelación al tribunal por parte de la Neue Babylon Berlin GmbH (Babylon-Berlin), empresa contra la cual la FAU se encuentra en conflicto laboral desde hace varios meses.

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\clip_image002.jpg" o:title="mnifestacion19">La sentencia va más allá de la mera represión de los derechos sindicales de la FAU-Berlín en el conflicto. Con la proclamación de la sentencia queda prohibida incluso la autodenominación de la FAU-Berlín como sindicato.

Trasfondo
Desde junio de este año, parte de la plantilla del cine Babylon-Berlin se ha organizado en la FAU-Berlín, e inició una lucha en pos de un convenio colectivo en el único cine semi-municipal de la ciudad, el cual recibe subvenciones públicas a pesar de las que los/las trabajadores/as reciben sueldos de miseria y no se respetan sus derechos laborales.

Este conflicto, el mayor conflicto que ha enfrentado la FAU en su historia reciente, no sólo tuvo repercusiones en la capital, sino también en el ámbito federal. Los anarcosindicalistas en lucha, mantuvieron un boicot muy eficiente y presente en los medios de comunicación, con exigencias amplias e innovadoras, así como la participación de los/las propios/as trabajadores/as, algo inusual en Alemania, hechos que causaron mucha impresión en público. Al incrementarse la presión hasta el punto de que los gerentes del cine no podían seguir negándose a cualquier negociación, intervino no sólo la esfera política sino también el sindicato Ver.di, miembro de la asociación sindical DGB, organización que no disponía de ninguna base en la empresa y que directamente entró a negociar con la dirección. Lo peor del caso es que dicha negociación no contó con la implicación de los propios trabajadores/as a pesar de su indignación.

Hoy en día ya se sabe que detrás de estas negociaciones entre Ver.di y los gerentes del cine hay un pacto entre los partidos políticos en el gobierno de Berlín, el sindicato Ver.di y la gerencia para quitarse la FAU-Berlín de encima y tranquilizar la situación. A pesar de esto, la plantilla y la FAU no se callaron. Lo que siguió fueron varios golpes jurídicos y una campaña contra la FAU por parte de Ver.di. En un primer momento fueron prohibidos por orden judicial herramientas de lucha como el boicot y además negar la aptitud para lograr convenios colectivos por parte de la FAU -en Alemania esta aptitud es un requisito previo para poder firmar convenios colectivos-. Al mismo tiempo, los gerentes demandaron a la FAU varias veces por distintas frases en notas de prensa y octavillas. Esto tampoco logró la retirada de la FAU-Berlín del conflicto. Así se había que ser todavía más contundentes con la organización anarcosindical y así llegaba el mazazo de la sentencia más reciente, la que prohibe a la FAU actuar como sindicato.

La situación en Alemania
Desde un primer momento, la FAU-Berlín ha sostenido que en este conflicto, por marginal que parezca, no sólo se lucha por mejores condiciones laborales, sino por la libertad sindical como derecho fundamental en Alemania. En este país no existe ninguna tradición sindical combativa o sindicalista desde el 1933. El denominado sindicato único DGB posee un monopolio corporativista que es protegido por la jurisdicción, y que impide el posible ascenso de sindicatos alternativos. Conceptos como los de autoorganización y descentralismo sindical son prácticamente desconocidos como propiedades de sindicatos en Alemania y, desde luego, ni previstos, ni deseados por este sistema sindical. El conflicto de la FAU-Berlín en el cine Babylon, por limitado que parezca, fue la primera muestra de una alternativa sindical en la historia de la República Federal Alemana. Parece que la existencia de ésta no pudo ser tolerada por los sindicatos de Estado y por la esfera política, probablemente debido al peligro de la posterior extensión del ejemplo. La ilegalización de la labor sindical de la FAU se ha de ver en este sentido. La sentencia implica que no es posible fundar y desarrollar sindicatos aceptados por la ley en Alemania, porque –aunque sea paradójico– desde el principio la calidad de sindicato depende de la aceptación oficial. Conflictos laborales llevados a cabo a pesar de esto, sin calidad de sindicato oficial, conllevan masivas consecuencias jurídicas; a tal respecto no se puede olvidar que la FAU ha sido amenazada por dos veces con una multa de 250.000€ o privación de libertad en caso de transgresión de sentencias. Por lo tanto, después de la última sentencia Una labor sindical legal no es posible para la FAU en ninguna parte tras esta sentencia. Así las/os anarcosindicalistas alemanes/as se ven amenazados de una nueva prohibición tras las de 1914 y 1933.

El carácter escandaloso de esta sentencia ya se muestra por el hecho de que ésta se realizó de forma acelerada sin ninguna audición y posibilidad de toma de postura por parte de la FAU. Esto se debe también a la ausencia de un término protegido acerca de qué es un sindicato y la arbitrariedad con la que los poderosos parecen poder decidir la jurisdicción sindical. La RFA ratificó ciertas convenciones de la OIT, pero en la práctica éstas no tienen vigencia, porque en general los sindicatos de Estado, y hoy en día también las patronales, dictan lo qué es un sindicato y lo que no lo es. Clima que hace recordar lo que han de soportar los sindicatos en la Turquía antisindical.

Es obvio que existe la posibilidad de que la sentencia sea revisada. No obstante la FAU-Berlín no pretende entregarse a ilusiones. A estas alturas ya todo parece posible. La intrusión política, el intento de asfixiar toda iniciativa sindical en sus principios, es obvia.

Alcance
El alcance de la sentencia ya es notable, pero en caso de permanecer equivaldría a una catástrofe pues desde la resolución la FAU-Berlín puede ser considerada un sindicato ilegalizado y, por si fuera poco, la sentencia puede ser transferida a la FAU alemana en su totalidad. Como caso que sienta jurisprudencia recaerá sobre el movimiento sindical y los derechos de las/los trabajadoras/es en su totalidad. Cualquier alternativa sindical no es posible con tal jurisdicción como base. Por lo tanto, el caso es una novedad de la represión sindical en Alemania. El patrón no sólo puede elegir él mismo sus sindicatos, además obtiene el derecho de decidir qué es un sindicato. La autoorganización obrera, la libertad sindical, sea en el cine Babylon-Berlín o en otra parte, son prohibidas, la incapacitación de la clase obrera es institucionalizada aún más.

Por otra parte, Ver.di también es culpable de la sentencia por su intervención poco solidaria, además la alta probabilidad de que dicho sindicato haya impulsado la sentencia, puesto que se ha constatado en una ocasión por escrito que se considera en competencia con la FAU y que es necesario actuar contra de ella.

Solidaridad
La lucha por la libertad sindical en Alemania ha comenzado, si no comenzó ya hace tiempo. Ahora cualquier forma de solidaridad es necesaria. El 19 de diciembre se realizarán protestas en Berlín, así como también acciones en otras ciudades por parte de las otras secciones de la AIT. Pese a la premura de tiempo, el sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos de Madrid, CNT, ya ha comenzado las acciones de apoyo para esa fecha y otras posteriores que iremos comunicando a su debido tiempo.

 

Más información sobre el conflicto:

- Todavía quedan muros por derribar en Berlín: la lucha en el cine Babylon, un caso paradigmático
- http://www.fau.org/soli/babylon/
- http://prekba.blogsport.de

Sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos de Madrid - CNT
http://www.cnt.es/graficas
graficas_madrid@cnt.es
Tfno.: 91 369 09 72 / 692 022 864
Plaza de Tirso de Molina, 5, 6º derecha. Madrid.

 

La CNT de Madrid sale a la calle para denunciar la falta de libertad sindical en Alemania

Dom, 20/12/2009 — graficas-madrid

http://www.cnt.es/node/1618

·         A.I.T

·         Madrid

Este sábado 19 de diciembre, y pese a la premura de la convocatoria, decenas de afiliados a la CNT madrieña se han concentrado ante el Instituto de Cultura y la embajada alemana para denunciar la situación de acoso contra los trabajadores y trabajadoras de la FAU-AIT.

Como respuesta a la llamada internacional de solidaridad de la FAU-AIT, que había preparado un acto urgente el día 19 en Berlín para denunciar la sentencia que les prohíbe ejercer la labor sindical bajo fuertes penas económicas, el sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos convocaba al resto de la Federación Local de Madrid de CNT a concentrarse frente a ambos organismos y demostrar así que la solidaridad no conoce fronteras para los miembros de la internacional, AIT.

Pese al frío gélido que les ha acompañado toda la mañana, los congregados han estado más de hora y media a las puertas del organismo cultural primero y de la embajada más tarde, denunciando la falta de libertad sindical en Alemania e informando a viandantes y personal de la entidad acerca del conflicto laboral y la sentencia que el pasado 11 de diciembre prohibió a la FAU cualquier actividad sindical, lo que en la práctica supone su ilegalización como asociación de trabajadores y trabajadoras. Esto no pasaba en Alemania desde 1933, cuando estaba en el poder un tal Adolf Hitler y se ponían en práctica las leyes de excepción nazis.

 

 

La sentencia se enmarca dentro del conflicto laboral que han mantenido los trabajadores de la empresa cinematográfica Babylon afiliados a la FAU. Este conflicto ha puesto de manifiesto que en Alemania existe una alternativa sindical al sindicalismo de Estado. Por ello, los jueces, aliados con el sindicato oficial y ciertos partidos políticos, han decidido eliminar a la molesta organización anarcosindical con una sentencia que puede crear jurisprudencia. De nada ha servido que FAU fuera el sindicato mayoritario en Babylon; en un ejercicio de sonrojante parcialidad, la justicia ha tomado partido por la patronal en su deseo de concederle la exclusividad de la negociación al oficial Ver.di, sindicato sin práctica implantación en la empresa, pero eso sí, más docil a las pretensiones de la dirección.

La situación alemana lamentablemente nos recuerda a los oscuros años del franquismo en España cuando los trabajadores debíamos afiliarnos obligatoriamente al sindicato vertical y cualquier intento de autoorganización obrera, o incluso el mero llamamiento a la libertad sindical, eran reprimidos sin miramientos.

La FAU está respondiendo en la calle y en los tribunales a la sentencia, y desde la Federación Local de Madrid vamos a apoyarla en todo lo necesario frente a un Estado que se llama "democrático" pero que no respeta ni las mínimas libertades que sobre el papel recoge su Constitución.