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                         8 de Março

O DIA INTERNACIONAL DE LUTA DA MULHER TRABALHADORA

Todos sabemos, vemos nos jornais e na TV, em todo o mundo, sempre no dia ‘8 de Março’, ocorrem manifestações populares para homenagear a mulher – é o que dizem!

O que não se sabe é o porquê dessa data para homenagear a mulher.

As coisas começam a ficar claras quando olhamos a origem dessa homenagem. Veremos que, apesar da importância da mulher como alicerce da família, como a procriadora da espécie, como a mensageira da paz, da tolerância e do amor ela não foi, por si, agraciada.

A origem da data é uma referência da recente história de luta da mulher oprimida, da mulher trabalhadora, filha e mão dessa nova geração do proletariado. Marca um momento específico das trabalhadoras têxteis (quase todas mulheres!), numa greve por melhores condições de vida e pela redução da jornada de trabalho. O patrão se recusou a atender suas reivindicações e demitiu a Comissão de Fábrica, em solidariedade as demitidas e pelas suas reivindicações elas foram à greve; o patrão ameaçou retirar a máquinas, elas realizam piquetes na fábrica; o patrão joga a polícia contra as grevistas que se refugiam no interior da fábrica, iniciando uma GREVE DE OCUPAÇÃO; o patrão dá ordem de selar as janelas e as portas e de por fogo ao prédio! Todas as grevistas morreram, carbonizadas ou sufocadas pela fumaça, mas seu exemplo de luta vingou e hoje a mulher é respeitada, inclusive por isso: sua fibra, sua coragem!

Hoje vemos que as violências contra a mulher persistem em todo o mundo, mas isso ocorre por que elas vão tendo cada vez mais a força de lutar pelo seu espaço, e essa luta é de todos nós!

                                                            


MANIFESTAÇÃO HAPENING - HOMENAGEM A LUTA DA MULHER

SARAU-LÍRICO-MUSICAL a partir das 11 hs

SÁBADO (07/03/09)

na FEIRA DE ARTESANATO DA PRAÇA EDGAR LEUENROTH

(em frente a Casa Amarela - próximo ao Lg. 13 de Maio)

 

               PELA PLENA IGUALDADE SALARIAL!

   (ENTRE HOMENS E MULHERES TRABALHANDO NA MESMA FUNÇÃO!)

  PELO RESPEITO E PELA IGUALDADE: SOLIDARIEDADE ATIVA NA LUTA!

 PELO PLENO DIREITO AO ABORTO! Maternidade, opção da Mãe!

    CONTRA O DESEMPREGO:  GREVE GERAL ATIVA!

Apoio: O COLETIVO LIBERTÁRIO – Associação dos Escritores Santamarenses (ASSESA) – Coletivo Educar Para a Paz – Coletivo Humanitudes – SINDIVÁRIOS-FOSP/COB-ACAT/AIT


A PLEBE 57 - INDEX

12:56 @ 13/03/2009

 

A PLEBE Nº 57 – MARÇO DE 2009-02-18

 

-         Editorial: A TEVE ANUNCIOU O FIM DO MUNDO

-         Chamada p/ 1 de Maio Operário e Libertário

-         COLUNA Seções da FOSP/COB-ACAT/AIT:

(AÇÃO OPERÁRIA NA INFOTEC,

AGITAÇÃO CULTURAL,

ATIVIDADE ANTIFASCITA EM CAMPINAS,

ABERTURA DE ATIVIDADES AMBIENTAIS DA FOSP)

-     O QUE ESTELIONATO?

-         FEVEREIRO ANTIFASCISTA

(LUTE CONTRA O FASCISMO EA IGNORÂNCIA,

FOSP INICIA AS ATIVIDADES ANTISFASCISTAS EM JANEIRO NA DENUNCIA DO GENOCÍDIO PALESTINO EM GAZA)

-         A VOZ DO TRABALHADOR

-         A CRISE DO CAPITAL

COLUNA DA AIT

 

                                A TV ANUNCIOU O FIM DOS TEMPOS       

              

Inicialmente a mídia, que por anos alardeou que o ‘crescimento ia chegar’, falava de uma crise imobiliária nos U$A. Depois virou marola e agora dizem que é o fim do mundo: todos tem que se unir e dar tudo que tem para os banqueiros e burgueses! Esquecem que eles lucraram bilhões enquanto avançava a exclusão social, a miséria, o arrocho salarial e o desemprego! Falam que todos temos que salvar o capitalismo, esquecendo que há explorados e exploradores. Criam guerras sem fim entre os povos só para aumentar seus próprios lucros, como já fizeram no Afeganistão e Iraque e, agora, estimulam o Estado sionista a executar a limpeza ‘étnica’ do povo palestino – por motivação geo-política, esquecendo que ambos são povos semitas!

 

 

Bombardeios de Janeiro em Gaza destruiram a estrutura civil.

 

Bombardeio de Fósforo Branco em Gaza - FASCISMO DO ESTADO SIONISTA

 

No Brasil, não é diferente, apesar da popularidade do presidente. O desemprego, que não arrefeceu na década de 90 com as ‘medida de flexibilização das leis trabalhistas’, só cresceram após os 2000. Ao enorme contingente de trabalhadores , que já estava a décadas exilada do mercado de trabalho, a nova crise anuncia o crescimento.  Como o descontentamento popular, sabe-se, logo se fará sentir o Estado aumenta seus sistemas de controle: por um lado aumentando a cooptação da aristocracia operária, via subsídios aos sindicatos atrelados ao Estado; por outro, aumentando a repressão em intensidade e volume.  Assim, ao mesmo tempo que o 1984 orweliano se instala, com suas câmaras e o aumento do controle social, aumenta desproporcionalmente a repressão sobre os grupos identificados como focos de revolta proletária – como acontece todo dia no Rio de Janeiro e aconteceu recentemente em São Paulo, paradoxalmente, contra a população da Comunidade de Paraisópolis e a torcida do Corinthians, ambos nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo Paulista, casa do Serra/PSDB - postulante a tirano em 2010 – quando a PM arremeteu brutamente contra populações desarmadas.

 

Com essa política conservadora e reacionária a burguesia e os Estados estimulam, quando não financiam, o ressurgimento do neo-fascismo – travestido em paladino da defesa da nação e da liberdade, que não reconhece aos imigrantes, aos estrangeiros, ao diferente. Assim as denúncias de ataques fascistas se espalham por todos os países sem que a mídia ou as autoridades tomem alguma atitude, quando não atacam e desqualificam as vítimas. Agem dessa forma para  calar a luta proletária por melhores condições de vida e por liberdade de expressão, de opção sexual, de ser diferente. Enquanto agem assim também avançam no seu projeto de destruição dos direitos operários, resultado de todo o processo de luta operária desde o século XIX. Foi assim que, com a ajuda dos traidores da classe trabalhadora, instituíram o ‘Banco de Horas’, associada ao desemprego,como forma de aumentar a jornada de trabalho. Agora falam em reduzir salários!

 

Isso não acontece a toa! Tudo está ligado à própria incapacidade do capitalismo de resolver os problemas sociais, dos quais é o responsável, sendo um sistema que vive da opressão e da exploração como forma de acúmulo de riquezas – a única fonte de riqueza é o trabalho! Em todo o mundo o proletariado começa a redescobrir esse fato e passam a tomar seu destino em suas mãos, através de lutas espontâneas. Com isso vão retomando sua prática de auto-organização, para ter um instrumento de luta eficaz. As manifestações anticapitalistas e anti-globalização, o levante dos imigrantes na Europa, a Comuna de Oaxaca e a recente Insurreição Grega, da qual não podemos esquecer mais um mártir da luta libertária, marcando com sangue o renascimento do anarquismo em todo mundo, única esperança de redenção para a humanidade. Alexandros Gricoropoulos vive! E em sua memória via o exemplo de luta que não podemos abandonar!

 

Na defesa de nossos direitos:

Acabar com o Desemprego: PELO DIREITO AO TRABALHO!

REDUÇÃO DA JORNADA PARA 30 HORAS SEMANAIS (6 hs/dia), SEM REDUÇÃO SALARIAL!

REVOLUÇÃO AGRÁRIA (Ocupar, Produzir, Resistir, Coletivizar!)

CONTRA A PRECARIZAÇÃO E A PERDA DE DIREITOS!                                                                                                                                

PELA LIBERDADE E AUTONOMIA DE ORGANIZAÇÃO PARA A CLASSE TRABALHADORA!

Contra a Carestia da Vida: DIGA NÃO À SOCIEDADE DE CONSUMO!                                                                                                        

PELA EXPANSÃO DAS LINHAS DE TREM E DE METRO! PELA REATIVAÇÃO DAS LOTAÇÕES!                                                                 

PELA INTEGRAÇÃO TOTAL DOS TRANSPORTES! PASSE LIVRE PARA DESEMPREGADOS E ESTUDANTES!                                                                                                                                                  

CONTRA O AUMENTO DOS PREÇOS DAS TARIFAS, IMPOSTOS E ALUGUEIS! CONTRA O AUMENTO DO CUSTO DE VIDA!

PELO SALÁRIO MÍNIMO REAL DE R$ 1800,00! (para sustentar uma família de 2 filhos!

 

 

                               

 

A VOZ DO TRABALHADOR - MARÇO 2009 - FORGS-FOSP/COB-ACAT/AIT-IWA
cobforgs@yahoo.com.br

fospcobait@yahoo.co.uk 

                  A CRISE DO CAPITAL          

Os capitalistas que sempre visaram os lucros e pouco se importam com as questões sociais, levaram o mundo a uma crise tão ou maior que a crise de 29, que quebrou as Bolsa de Valores de Nova Iorque e levou o mundo a chamada Grande Depressão. Evidente que na outra ponta está a classe trabalhadora, como na crise de 1929, mais uma vez seremos nós a pagar por essa crise, ou seja, eles fazem as loucuras e os pobres é quem pagam as contas. Você acha isso justo?

Cabem algumas perguntas, se eles criam as crises, é você quem tem que pagar? A Europa registra uma média assustadora de 10000 desempregados por dia, os Estados Unidos, registram no mês de Dezembro 650000 desempregados e no Brasil cerca de 150000 desempregados. Ou seja eles na loucura do lucro sem controle levam o mundo a uma crise sem precedentes, e nós é quem pagaremos, pior que isso é que os sindicatos amarelos em vez de organizar os trabalhadores negociam com os patrões a flexibilização dos direitos trabalhistas.

A Força Sindical, melhor seria FARÇA SINDICAL, tem levados os trabalhadores a ficar nas mãos dos patrões, levando a falsas assembléias a votar pela redução redução de 25% dos salários, claro que os trabalhadores, acuados pela fantasma do desemprego, tem votado a favor dessa traição.

Quem deu inicio a esse debate foi o Presidente da Vale do Rio Doce, dizendo que a crise era grave e que as demissões seriam inevitáveis, que seria a hora de discutir a suspensão dos contratos de trabalho. Mas ele não fala sobre dos lucros da Vale do Rio Doce.

A verdade é que pela primeira vez na história temos uma crise profunda em que a classe trabalhadora está desorganizada: os sindicatos sob controle da burguesia e dos partidos - mais preocupados em administrar suas vaidades.

Cremos que seja hora de reorganizar e de combater os interesses do capital e da burguesia, eles criaram a crise eles devem pagar por ela! Não devemos nos curvar, mas nos organizar! Queremos a Redução da Jornada de Trabalho, mas Sem Redução dos Salários, combatendo o desemprego, pois é importante nos mantermos unidos em nossa defesa.

Queremos convocar os trabalhadores a resistir e combater os capitalistas que são geradores desta e de todas as demais crises, entre elas a ambiental e alimentar. Chega é hora de levantar as bandeiras da luta, contra as demissões e as negociações medíocres da FARÇA SINDICAL E DE OUTROS QUE VÃO NO EMBALO DESSA TRAIÇÃO.
           
REDUZIR A JORNADA PARA 30 HORAS SEMANAIS, SEM REDUZIR OS SALÁRIOS!           

Coordenação Estadual FOSP/COB-ACAT/AIT                  


BASTA!!!!!!!
A CRISE INTERNACIONAL
FOI FABRICADA ENTRE GOVERNOS E PATRÕES
PRÁ NÓS MAIS MISÉRIA
E A CONTA PRÁ PAGAR!

GREVE GERAL
REDUZIR O LUCRO DO CAPITAL!

http://cobait.cnt.es/

 

 

 

                                         http://www.youtube.com/watch?v=6BzK0ir8hPs&feature=related

 

U$ 15 trilhões de dólares evaporados em poucos dias.

Levando imensas Corporações, grandes Bancos, tradicionais Fábricas.

Demissões, Desemprego, Fome, Desespero e Lágrimas!

U$ 3 trilhões, do dinheiro público, são transferidos pelos Governos para “socorrer” os bancos, montadores e corretoras.

A crise atual e a postura dos trabalhadores

O capitalismo devido à sua própria natureza comporta crises periódicas e históricas. Isso ocorre não de maneira superestrutural mas sim devido a sua própria essência. O fator gerador primário das crises desse regime econômico se resume na crise de confiabilidade dos mercados de capitais e das instituições econômico financeiras em geral. A explicação é simples: quando os papeis dos investidores são afetados por um grau suficientemente intenso de desconfiabilidade, os seus portadores correm em massa às Bolsas para deles se desfazerem assim tornando-se tais destituídos de qualquer valor. É assim que se define confiabilidade no capitalismo, deste modo aconteceu no ano de 1929 (EUA) se agravando por toda a depressão dos anos 30 (verifica-se que só na segunda guerra mundial os países capitalistas, principalmente os EUA, superaram a crise).

 

A crise atual que se originou a partir do segundo semestre de 2008. Iniciou com a crise específica das hipotecas no mercado norte-americano; logo, se espalhou no sistema bancário como uma virose e o primeiro banco que naufragou foi aquele que comprava dividas falidas. Imediatamente o Sistema reagiu dramática e negativamente com o arrefecimento da atividade econômica e, diminuição da produção, do crédito e do investimento, por parte do Capital e com o desemprego universal por parte dos trabalhadores que tem vivenciado nesses dias a perda dos seus direitos trabalhistas mais sagrados com demissões, redução de salário e férias forçadas. Nesse mês de fevereiro o Sistema Capitalista já se encontra globalmente em recessão com os índices de crescimento econômico; reduzidos e comprometidos.

 

Qual será o papel dos trabalhadores e de suas entidades de representação? Fortalecer os laços categóricos que ligam os trabalhadores e os constituem como Classe específica no interior do Sistema. Por exemplo, se tivéssemos uma organização mundial do trabalho que fosse integralmente representativa de todos os trabalhadores sobre a superfície do planeta (como reivindica a própria AIT), um dia somente de greve geral, como antídoto universal bastaria para voltar a economia mundial ao prumo (e também a aprovação unânime do protocolo de Quioto!).

 

Historicamente os trabalhadores têm tentado se organizar mundialmente criando, por exemplo, as quatro internacionais e uma multiplicidade complementar de sindicatos nacionais ou mesmo internacionais (a histórica IWW, por exemplo). Se os sindicatos de trabalhadores se associassem no nível paroquial ou local, distrital, regional, nacional, continental e mundial, uma Greve Geral. Repito, durando apenas um dia, causaria tamanho dano ao Capital que as concessões dos capitalistas amedrontados seriam muito maiores do que as migalhas estamentais fornecidas aos trabalhadores no processo social laborativo (Spartacus).  


 

 

A SOLUÇÃO ESTÁ NO PLANO LOCAL:

 NA SOLIDARIEDADE PELO INTERNACIONALISMO PROLETARIO


 

            O Sistema de produção capitalista pode ser substituído por um sistema solidário, para isso é preciso eliminar o intermediário entre aqueles que trabalham e aqueles que consomem. Ligando diretamente a Produção ao Consumo através da gestão direta dos trabalhadores. O chamado coletivismo sindical, onde não existe nem patrão, nem empregado e sim autogestão.

- A aceitação da máxima da Internacional “a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.

 

- O repúdio na luta contra a burguesia por toda intromissão da política-autoritária.

- A propagação e a difusão da “ação direta” como única tática eficaz que deu resultados positivos na luta operária.

 

- O apoio ao Sindicato Único como complemento ao trabalho de organização e como poderosa arma de solidariedade entre os proletários.

 

- O repúdio ao reformismo político-burguês e do regime capitalista por sua injusta e desumana organização econômica baseada na propriedade privada e consequentemente na exploração do homem pelo homem.

 

- Consideração da política, incluindo neste termo a todos os partidos políticos desde os conservadores até os de extrema esquerda, como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento da organização operária. Uma vez que seu ponto central reside na ignorância das massas e sua existência depende do regime capitalista, sua finalidade é a de manter e eternizar, seja como for, a organização da sociedade atual que divide a humanidade em ricos e pobres, explorados e exploradores.

 

- A retomada da Confederação Operária Brasileira, e com ela todas as Federações locais, e as seções de organização sindical devem difundir os métodos de luta do sindicalismo revolucionário como meio para chegar ao “coletivismo libertário” (municípios livres e federados).

O federalismo sindical: o método da ação direta dos trabalhadores, das seções sindicais as assembléias de trabalhadores, sem partidos nem patrões, são os instrumentos mais eficazes para construir a solidariedade de classe no combate à injustiça; a desigualdade social e ao desequilíbrio ambiental produzidos pelo Sistema Capitalista.

Por um novo sindicalismo, por um mundo melhor para todos nós!

SINDIVÁRIOS - Sindicato de Artes e Ofícios Vários.

Movimento de Reconstrução:

FORGS - Federação Operaria do RGS.

E-mail:  forgscob@yahoo.com.br

COB - CONFEDERAÇÃO OPERARIA BRASILEIRA

ACAT - Associação Continenta Americana de Trabalhadores

AIT/IWA – Associação Internacional dos Trabalhadores

 


Fóruns da COB/AIT:

sindicalista.2001@grupos.com.br

votonulodeprotesto@grupos.com.br,

antieducacaodasubmissao@grupos.com.br

6hsdetrabalhoparatodos@grupos.com.br

contraotrabalhosemdireitos@grupos.com.br

 

forgscob@yahoo.com.br

Consolação/Martins Fontes-Augusta/São Luiz/Xavier de Toledo

 

Ladeira da Memória/Anhangagaú/Praça das Bandeiras

 

Praça Ramos de Azevedo/Teatro Municipal