Grupos

 

 

 

MANIFESTO CONTRA A INTERVENÇÃO IMPERIALISTA NA LÍBIA

 

Estamos assistindo, mais uma vez, a repetição do filme ‘Invasão do Iraque 1990’, ‘Invasão do Iraque 2-2003’, ‘Invasão do Afeganistão 2001’. Com a desculpa de defesa da democracia ou supostas razões humanitárias os U$A e seus asseclas, a grande burguesia de tradição colonialista/imperialista européia estão promovendo uma nova Guerra contra a Líbia. Supostamente para impedir que o ditador líbio continue massacvrando seu próprio povo, dentro do processo de revoltas do mundo árabe. Mas ao mesmo tempo que retaliam a Líbia se omitem completamente sobre os massacres de cidadãos na Siria, no Bahrein e no Yemem  com o apoio de tropas da Arabia Saudita – aliada dos U$A.

             Há 41 anos a Líbia vive uma situação complexa, sob o regime totalitário de Muammar Al Qathafi. Seu governo instalou um modelo próprio de socialismo, descrito no “Livro Verde”, o qual se contrapõe explicitamente aos regimes democráticos do Ocidente (Estados Unidos, França, Reino Unido, entre outros). Na prática, a Líbia possui certo nível de organização de massas, derivada dos Conselhos Populares, ainda que submetidos, em último grau à ditadura comunista autoritária. Estes Conselhos acabaram colaborando de certo modo com o surgimento do movimento de oposição à Qathafi, revelando a existência de grandes contradições internas na configuração política daquele país.

            Em decorrência do seu isolamento cultural, o mundo Ocidental quase não tem acesso à realidade política e social, principalmente pelas diferenças linguísticas. Assim, a compreensão sobre os conflitos históricos internos e externos da Líbia fica majoritariamente restrita à comunidade árabe, tornando possível toda sorte de manipulação de informações pelos dirigentes da cúpula imperialista. De qualquer modo, não interessa aos grupos capitalistas internacionais analisar os prós e contras do governo de Qathafi, reduzindo a questão somente aos interesses econômicos, sendo a exploração do petróleo o principal deles.

            Portanto, a coalisão das forças militares internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, é uma grande farsa, supostamente formada sob o imperativo humanitário. Não obstante, é uma grande contradição iniciar um conflito armado alegando a defesa da população. Caso houvesse algum interesse em garantir os direitos dos líbios, a ONU deveria apoiar a revolta popular, garantiriam a total autonomia do movimento rebelde.

            A situação atual do conflito demonstra que os grupos imperialistas assumirão o controle sob a política líbia, impondo um regime "democrático", acarretando uma derrota ao movimento popular. Nesse sentido, a propaganda midiática do mundo democrático Ocidental tem nutrido o ódio irracional contra Qathafi, a fim de promover um consenso universal a favor dos ataques contra a Líbia.

            A partir disso, nós, da FOSP/COB-ACAT/AIT, como defensores incondicionais da liberdade humana  adotamos uma posição clara, expressa nas seguintes premissas:

1) Contra as intervenções militares em todo e qualquer país!

2) PELA LIBERDADE DE ORGANIZAÇÃO OPERÁRIA E POPULAR EM TODOS OS PAÍSES!

3) PELO RESPEITO A VIDA E AO MEIO AMBIENTE!

6) POR LIBERDADE E AUTOGESTÃO!

7) PELO SOCIALISMO LIBERTÁRIO!

FOSP/COB-ACAT/AIT

 

A PLEBE 64

11:24 @ 09/04/2011

 A PLEBE 64 no sítio da COB/AIT:

http://cob-ait.net/

 

 

SEMENTE 

    DE             nº 01 –MARÇO/ABRIL de 2011                                                                 

   FOGO     Órgão de Divulgação do SINDIVÁRIOS-SP-FOSP/COB-ACAT/AIT                                  

 (Caixa Postal 1933 – CEP: 01009-972)                                

ANÁLISE DE CONJUNTURA         

A troca de governo Lula/Dilma vem acompanhada de uma série de mudanças nos dados econômicos estruturais da sociedade – que interferem na questão da exploração da ‘mais-valia’ e na resposta social concomitante. Isso nos conduz a ante-sala de uma nova, e possível, crise do capitalismo mundial, com nítidos reflexos no Brasil.

Dos dados econômicos se destaca  a questão do desemprego – vendida pelo governo e pela midia burguesa – como resolvido pelo governo de Frente Popular, mas dentro da óptica de que 20% da classe trabalhadora já fora do contexto social. Esse dado isoladamente já nos mostra a situação tensa da época em que vivemos e que não nos permite vacilos ou dissensões pessoais, mas, sim, nos pede uma maior solidariedade e ação conjunta.

A crise no Brasil se rteflete pelo esgotamento das políticas assitencialistas dos governos petistas desde 2002 . O próprio acirramento da crise enxuga os cofres do governo – que inventa maneiras de aumentar a sangria da arrecadação de impostos [o que aponta para um acirramento da inflação e do desemprego]). Os próprios investimentos em estruturas básicas (transportes, estradas, saúde , educação, etc.) sofrerão uma retração. Essa situação tende a ser agravada pela crise mundial que se avizinha e cresce fora de nossas fronteiras, sendo a questão das revoltas nos países árabes a ponta do iceberg. Aparentemente uma nova crise de energia, devido ao fornecimento de petróleo, se anuncia.

Se só esse dado já nos coloca de orelha em pé – com a crise do fornecimento de petróleo intervindo na capacidade de crescimento do capitalismo no curto prazo – somada a não resolução da crise capitalista da crise econômica de 2008-2009, um desdobramento da crise financeira internacional, precipitada pela falência do tradicional banco de investimento gringo Lehman Brothers. Em efeito dominó, outras grandes instituições financeiras quebraram, no processo também conhecido como "crise dos subprimes". Até hoje U$A e a Comunidade Européia não sairam desse embroglio do neo-liberalismo. Enquanto isso países periférios (como o Brasil e a China) tiveram um aumento de importância no cenário do capitalismo mundial.

MAIS UM GOLPE NA CLASSE OPERÁRIA

Novamente estamos diante de mais um golpe dado pelo governo do PDSB (17 anos no poder ) no povo paulistano, no transporte metropolitano, diga-se  metrô e trens; um aumento acima da inflação, como desculpa utiliza da conversinha fiada que o aumento a mais era para otimizar os custos, que já fazia algum tempo que não havia aumento da tarifa e que já era o momento para este aumento.

O que vemos, na verdade: a superlotação dos trens, praticamente o dia inteiro, em todas as linhas. Na linha 5 – lilás, que liga o Largo 13 ao Capão Redondo –, podendo ser considerada uma linha de curta viagem, os trens já estão rodando com sua capacidade máxima nos horários de pico. Os problemas que se seguem com defeitos e quebras de trens e equipamentos, atrasos, falta de energia, terceirização (precarização) de serviços de manutenção, etc.

Vemos então o sucateamento nos serviços de manutenção dos trens e de equipamentos de via, caindo por água abaixo a velha conversa de que aumentos seriam para melhorar/otimizar os custos operacionais;  a licitação para extensão da linha 5 está e continua embargada, devido as denúncias de que tenha havido favorecimento a empresa ganhadora da concorrência.

O  Estado na verdade continua a ser um posto de favorecimentom, cabide de empregos, e desmando destes politicos calhordas, diga-se de qualquer partido, em que o que fazem é para melhor encher seus bolsos de dinheiro e poder; e que o povo se dane, se vire para pagar os custos dessa bandalheira .

DESOBEDIÊNCIA CIVIL, JÁ!                                                                                       

 Núcleo dos Trabalhadores do Transporte-SINDIVÁRIOS-SP         

239 operários do setor elétrico morrem
Um recente estudo, divulgado em 2010, sobre casos de acidentes de trabalho que resultaram na morte de 239 trabalhadores do setor elétrico entre os anos de 2006 e 2008. O estudo relaciona a ocorrência de mortes com os processos de privatização e terceirização ocorridos no setor a partir de meados dos anos 90.

Utilizando como base anuários estatísticos de acidentes de trabalho do Ministério da Previdência Social e do Ministério do Trabalho e dados da Fundação Coge, entidade que reúne 64 empresas responsáveis por 90% da energia produzida no país, o levantamento considerou os acidentes ocorridos nos processos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, bem como em obras do setor.

Nesse período, a ocorrência de mortes entre trabalhadores terceirizados foi aproximadamente quatro vezes maior, se comparada à quantidade de óbitos entre os trabalhadores contratados pelas empresas:

Em 2006, quando 54,8% do pessoal ocupado no setor elétrico era terceirizado, foram registradas 19 mortes de trabalhadores contratados e 74 mortes de terceiros. Em 2007, quando o percentual de trabalhadores terceirizados representava 54,2% do total, foram registradas 59 mortes de terceiros, contra 12 óbitos entre contratados. Já no ano de 2008, o percentual de trabalhadores terceirizados no setor elétrico subiu para 58,3%, e o número de mortes de terceiros continuou bem superior se comparado aos óbitos entre trabalhadores registrados: 60 contra 15.

Isso acontece ao mesmo tempo em que assistimos quase diariamente a falência do sistema elétrico do Brasil. Com a falta de investimentos no setor durante os 8 anos de governo Lula/PT só nos restou mesmo os frequentes apagões, que além dos incomodos invariáveis, ainda queimam os nossos aparelhos eletrô-eletrônicos, nos causando um duplo prejúízo.  

                                                                               Núcleo dos Trabalhadores da Saúde-SINDIVÁRIOS-SP-FOSP/COB-ACAT/AIT

                                ALERTA ANTI-FASCISTA

Anti-Fascista, e os Anarcopunks foram questiona-los sobre sua proposta "se realmente são Anti-Fascistas",  pois é dificil acreditar em skinhead  Anarquista e Anti-Fascista.
Questionados os cabeças-de-ovo partiram para uma covarde agressão com armas brancas  contra quatro membros do M.A.P-SP  que foram espancados com barras de ferro, esfaquiados. Durante  as agressões os fascistas gritavam "MENOS UM MACACO".


Por isso cuidado, ele se dizem Anarquistas mas na realidade  são fascistas Em meio às atividades do Fevereiro Anti-Fascista mantidas pelo M.L.B, o M.A.P. realizava sua manifestação contra o fascismo, a  intolerância,  o nazismo,  o racismo, etc,  na Praça Ramos, centro de São Paulo quando surgiram alguns skinheads se dizendo rash-anti-fascistas da ANTIFA = Movimento, racistas  e fica provado que no Brasil não há skinheads Anarquistas. Isso é só mais uma tentativa de se infiltrar e destruir nosso movimento.


Propomos a todos a formação de um Comitê  de Solidariedade e Auto-Defesa Anti-Fascista!
      

COMBATA E DESTRUA O FASCISMO!

                                               SINDIVÁRIOS-SP-CAPÃO REDONDO

 

IV- CONGRESSO OPERARIO BRASILEIRO  


Realizou-se o  IV Congresso Operário Brasileiro em Porto Alegre/RGS,  nos dias 28,29 e 30 de Janeiro de 2011. Foi mais uma vitória operária do movimento Anarco-Sindicalista brasileiro.

Reafirmando os pincípios e bases de acordos da COB (Confederação Operario Brasileira) fundada em 1906, e reafirmando toda a sua historia de lutas e conquistas até os dias de hoje. Assim nos baseando em nossas ações futuras, lançando novas lutas, como a denúnica do aumento auto-dado pelos políticos profissionais, na ordem de 62%, enquanto arrocham o Salário Mìnimo, com um aumento R$ 35,00. Todos devemos nos unir à COB/AIT contra o arrocho, a carestia e o desemprego.                                                  

      62% de AUMENTO IMEDIATO PARA TODOS!
Vida longa a COB, por bem estar e liberdade, rumo ao comunismo libertário!
   

 

PERSEGUIÇÃO Á AIT-IWA CONTINUA!

 

O Estado da Sérvia continua com sua política de perseguição e  repressão contra a Associação Internacional dos Trabalhadores(AIT-WA). Persegue a Seção sérvia (ASI/AIT) há mais de um ano, forjando provas para sustentar acusações, agora na forma de uma investigação policial sobre o Secretario Geral de ASI, Milan Stojanovic, sob suspeita de cometer um crime de “roubo de veículo” pelo qual, com prisão por até 5 anos.

           140 ANOS DA COMUNA DE PARIS

1870
19 de julho - O governo do Segundo Império declara guerra à Prússia

2 de setembro - Derrota do exército francês na batalha de Sedan; abdicação de Napoleão III
4 de setembro - Proclamação da República; inicío da "Terceira República" e constituição do Governo Provisório
15 a 18 de setembro - Tropas prussianas atacam Paris
22 de setembro - Delegados de 20 distritos de Paris reivindicam a Comuna

31 de outubro - Tentativa insurreicional: trabalhadores e a Guarda Nacional ocupam o Palácio Municipal de Paris (Hôtel de Ville); repressão pelas tropas fiéis ao governo republicano

1871
5 e 6 de janeiro - Paris é bombardeada pelo exército prussiano
22 - 23 de janeiro - Tropas reais ao governo reprimem trabalhadores e a Guarda Nacional defronte ao Palácio Municipal de Paris; Proibição da circulação de jornais e suspensão das liberdades civis
28 de janeiro - Assinatura do armistício com o governo prussiano; capitulação de Paris
8 de fevereiro - Eleição da Assembléia Nacional; a maioria é constituída por legitimistas rurais e burguesia orleanista
17 de fevereiro - Thiers é indicado para a chefia do poder executivo
24 a 26 de fevereiro - Os insurretos de Paris iniciam negociações com o governo de Versailles e deslocam artilharia para o subúrbio de Paris
1 a 3 de março - Tropas prussianas ocupam o Champs-Élysées 10 de março - Assembléia Nacional transfere-se para Versailles; suspensão do soldo da Guarda Nacional; anulação do congelamento do pagamento das dívidas e aluguéis atrasados
10 a 15 de março - Constituição do Comitê Central da Guarda Nacional
18 de março - O governo de Thiers tenta capturar os canhões em poder dos comunardos mas são contidos pelo povo parisiense e pela Guarda Nacional; à noite o poder municipal é tomado pelos insurretos: início da COMUNA DE PARIS
19 de março - Comitê central da Guarda Nacional decide por eleições para constituir o Conselho da Comuna
26 de março - Eleição da Comuna de Paris
29 de março - Suspensão do decreto sobre o pagamento de dívidas; manutenção do soldo da Guarda Nacional; devolução dos objetos penhorados
2 de abril - separação da Igreja do Estado
3 e 4 de abril - os comunardos fracassam no ataque à Versailles
19 de abril - divulgação do Programa da Comuna
28 de abril - intituição do ensino público gratuito e laico; proibição do trabalho noturno para os padeiros
1 de maio - instalação do Comitê de Salvação Pública
21 de maio - tropas de Thiers avançam sobre Paris e são rechaçadas parcialmente pelos insurretos; início da chamada Semana Sangrenta
22 de maio - o Conselho da Comuna conclama os parisienses a resistir por meio das barricadas
25 de maio - a resistência dos comunardos é vencida em quase toda Paris; última reunião dos remanescentes do Conselho da Comuna
28 de maio - cai a última barricada em Faubourg du Temple; início do massacre contra os comunardos ainda resistentes . Último dia da COMUNA DE PARIS.


Em 2006 Milan foi testemunha de uma investigação pelo mesmo crime tendo sido então despedido. Cinco anos depois, a acusação foi desenterrada, y Milan passou ao papel de acusado. Ainda mais absurda, Milan não sabe dirigir.

                                                                                            ¡Pelo fim da repressão contra nossa organização! 

 

Executiva do SINDIVÁRIOS-SP

 

          

           140 ANOS DA COMUNA DE PARIS

1870
19 de julho - O governo do Segundo Império declara guerra à Prússia

2 de setembro - Derrota do exército francês na batalha de Sedan; abdicação de Napoleão III
4 de setembro - Proclamação da República; inicío da "Terceira República" e constituição do Governo Provisório
15 a 18 de setembro - Tropas prussianas atacam Paris
22 de setembro - Delegados de 20 distritos de Paris reivindicam a Comuna

31 de outubro - Tentativa insurreicional: trabalhadores e a Guarda Nacional ocupam o Palácio Municipal de Paris (Hôtel de Ville); repressão pelas tropas fiéis ao governo republicano

1871
5 e 6 de janeiro - Paris é bombardeada pelo exército prussiano
22 - 23 de janeiro - Tropas reais ao governo reprimem trabalhadores e a Guarda Nacional defronte ao Palácio Municipal de Paris; Proibição da circulação de jornais e suspensão das liberdades civis

28 de janeiro - Assinatura do armistício com o governo prussiano; capitulação de Paris
8 de fevereiro - Eleição da Assembléia Nacional; a maioria é constituída por legitimistas rurais e burguesia orleanista
17 de fevereiro - Thiers é indicado para a chefia do poder executivo
24 a 26 de fevereiro - Os insurretos de Paris iniciam negociações com o governo de Versailles e deslocam artilharia para o subúrbio de Paris
1 a 3 de março - Tropas prussianas ocupam o Champs-Élysées
10 de março - Assembléia Nacional transfere-se para Versailles; suspensão do soldo da Guarda Nacional; anulação do congelamento do pagamento das dívidas e aluguéis atrasados
10 a 15 de março - Constituição do Comitê Central da Guarda Nacional

18 de março - O governo de Thiers tenta capturar os canhões em poder dos comunardos mas são contidos pelo povo parisiense e pela Guarda Nacional; à noite o poder municipal é tomado pelos insurretos: início da COMUNA DE PARIS


19 de março - Comitê central da Guarda Nacional decide por eleições para constituir o Conselho da Comuna
26 de março - Eleição da Comuna de Paris
29 de março - Suspensão do decreto sobre o pagamento de dívidas; manutenção do soldo da Guarda Nacional; devolução dos objetos penhorados
2 de abril - separação da Igreja do Estado
3 e 4 de abril - os comunardos fracassam no ataque à Versailles
19 de abril - divulgação do Programa da Comuna
28 de abril - intituição do ensino público gratuito e laico; proibição do trabalho noturno para os padeiros
1 de maio - instalação do Comitê de Salvação Pública
21 de maio - tropas de Thiers avançam sobre Paris e são rechaçadas parcialmente pelos insurretos; início da chamada Semana Sangrenta
22 de maio - o Conselho da Comuna conclama os parisienses a resistir por meio das barricadas
25 de maio - a resistência dos comunardos é vencida em quase toda Paris; última reunião dos remanescentes do Conselho da Comuna
28 de maio - cai a última barricada em Faubourg du Temple; início do massacre contra os comunardos ainda resistentes . Último dia da COMUNA DE PARIS.

 

A REVOLTA LIBERTÁRIA ÁRABE

http://www.grupos.com.br/blog/ocoletivolibertario/

Muitos vêem com simplicidade e naturalidade o que está acontecendo, sem se questionar da diferença da posição dos U$A, sobre a questão a revolta árabe e a questão Líbia. Quando da queda de Bem-Ali, na Tunísia, e Mubarack, no Egito, o governo gringo falava da necessidade de uma transição pacífica (sic)... alguns dias depois, quando eclodiu a revolta na Líbia, se apressaram a condenar Kadafi e exigir o fim de seu regime, a destituição imediata do ditador e logo impuseram sanções políticas e econômicas contra o governo líbio.

Para ter um entendimento sobre esse tema devemos nos debruçar sobre suas raízes e tentar entender o processo desde, mais ou menos, 1975. Como estava o Brasil nessa época?  Nos jogos Panamericanos o Brasil fica em 5º lugar, mas é o mesmo ano em que foi assinado o Acordo Nuclear entre Brasil e Alemanha, no mesmo ano houve uma forte nevasca em Curitiba e foi lançado, pela Ditadura Militar, o pró-Álcool – hoje rebatizado pelo governo Lula/PT+Frente Popular, que teceu altos elogios aos militares (sic)... Por outro lado o MLB, ainda que difuso, já colocava suas asinhas de fora: em São Paulo, como na maioria dos estados brasileiros, as pessoas atuavam como indivíduos, muitas vezes com ação restrita a sua área de atuação; já no Rio Grande do Sul o movimento estava algo mais organizado e lançava o periódico ‘COMBATE SINDICAL’ – o que levou a prisão e extradição, para o Uruguai, de membros do jornal.

A QUESTÃO LÍBIA

Palco de Batalhas decisivas entre as tropas nazistas, lideradas por Hommel, contra os ingleses, durante a 2ª Guerra, a Líbia passa a protetorado britânico sendo governada de forma tirânica pelo sheik e monarca Idris I, desde 1946. Mantendo seu povo em enorme miséria e fome, sem riquezas e se mantendo como um aliado exemplar do Egito, de quem dependia economicamente, Idris não gozava de apoio popular. Quando da descoberta de petróleo no país as enormes diferenças sociais saltaram a vista e essa insatisfação passou a ser um elemento conjuntural. Poucos anos após, em 1969, um grupo de oficiais do Exército, os chamados ‘oficiais livres’ promoveram um golpe militar branco, sem derramamento de sangue. Nesse processo Muamar Kadafi criou sua ‘Grande Jamahira Árabe Popular Socialista da Líbia’ (Jamahiriya al-'Arabiya al-Libiya ash-sha'biya al-ishtirakiya).– uma suposta república de conselhos – quando realizaou uma reforma agrária e socializou parte da riqueza proveniente das exportações de petróleo. Em 1963, aboliu-se a organização federativa.

A Líbia levou seus parceiros árabes a não exportar petróleo para os Estados que apoiaram Israel, através de decisão tomada pela OPEP. Seu apoio à Organização para a Libertação da Palestina (OLP) se intensificou, e a cooperação com os palestinos se estendeu a outros grupos revolucionários de países não árabes, que receberam ajuda econômica líbia. A rejeição a Israel, as manifestações antiamericanas e a aproximação com a União Soviética, por parte da Líbia, geraram sérios conflitos na década de 80. Kadafi, de 69 anos, nascido numa tenda de nômade no deserto e educado no Alcorão, subvencionava as atividades terroristas da OLP com uma verba anual de 40 milhões de dólares retirada de um fundo especial de 580 milhões de dólares para obras terroristas em todo o mundo. “A lista ia dos sandinistas da Nicarágua, Monteneros da Argentina e Tupamaros do Uruguai aos Provos do IRA, bascos espanhois, bretões e franceses e separatistas corsos, sardos e sicilianos, turcos, iraquianos, japoneses e rebeldes muçulmanos da Tailândia, Indonésia, Malásia e Filipinas”, escreve Sterling. O ditador libio também gastou somas milionárias para derrubar governantes árabes “conservadores”. Manteve de pé uma oferta de um milhão de dólares a qualquer pessoa disposta e capaz de matar Anuar Sadat (assassinado no Cairo em 1981) e gastou uma quantia seis vezes superior para tentar derrubar o primeiro presidente da Tunísia, Habib Bourguiba (1903-2000), destituído do cargo em 1987. Ambos os dirigentes procuraram se aproximar do Ocidente e de Israel.

 

 

Vemos aqui claramente os motivos da euforia dos norte-americanos com a súbito desmoronar da Jamahyria). Na verdade a saída de cena de um dos seus principais inimigos declarados, que falavam em nome de um peculiar ‘socialismo de conselhos’ – de origem marxiana.

 

Para nós, que nada temos com as motivações gringas, temos de guardar no essencial que assistimos hoje, a queda de mais um modelo de ‘socialismo autoritário’, modelo do qual existem ainda na Coreia do Norte, num molde mais estalinista, na Bolivia, do autonomista Evo Morales, e na Venezuela de Chavez, num molde mais social-democrata.

 

O LIVRO VERDE

Em sua primeira parte trata da “Solução do problema da Democracia ‘O Poder do Povo’ A Base Política da Terceira Teoria Universal”, que se propõe a dar as respostas para o problema da ‘máquina de governar’, a partir de tribos e /ou partidos políticos. Ele afirma que “a vitória política que implica que um candidato alcançou 51% dos votos conduz a um sistema ditatorial, sob o disfarce de democrático...”. Continua afirmando que “os parlamentos são a espinha dorsal dessa falsa democracia...” de que “a assembléia parlamentar é uma representação enganadora do povo... por que a democracia significa ‘poder para o povo’, não para um seu substituto...” afirmando que “Não há substituto para o poder do povo... e que a representação polítca é uma impostura...” e “O partido é a máquina de governar da ditadura contemporânea...”, e mais: afirma que “Os Congressos Populares são o único meio de democracia popular...Os Congressos Populares e Comitês Populares são o fruto das lutas dos povos pela democracia”!!!  Chega a defender que “A Democracia Direta (...) é indiscutível e incontestavelmente o método ideal de governo...” e que o “Livro Verde anuncia ao povo a descoberta do caminho à democracia direta, graças a um ‘processo inovador’...” Mas insiste em tratar das questões como que isoladas em cada país, não conseguindo definir um pensamento de alcance internacionalista, exceto por sua prática de exportar a ‘revolução’ através do financiamento e treinamento de indivíduos e grupos, para, através do que ele, erroneamente, definia como ‘ação direta’, a ação foquista e militarizada – opção sempre rechaçada pelo movimento anarkista histórico e internacional, que sempre optou pela ação de propaganda operária, popular e social.

 

Também n

 

MANIFESTO CONTRA A INTERVENÇÃO IMPERIALISTA NA LÍBIA

 

Estamos assistindo, mais uma vez, a repetição do filme ‘Invasão do Iraque 1990’, ‘Invasão do Iraque 2-2003’, ‘Invasão do Afeganistão 2001’. Com a desculpa de defesa da democracia ou supostas razões humanitárias os U$A e seus asseclas, a grande burguesia de tradição colonialista/imperialista européia estão promovendo uma nova Guerra contra a Líbia. Supostamente para impedir que o ditador líbio continue massacrando seu próprio povo, dentro do processo de revoltas do mundo árabe. Mas ao mesmo tempo que retaliam a Líbia se omitem completamente sobre os massacres de cidadãos na Siria, no Bahrein e no Yemem  com o apoio de tropas da Arabia Saudita – aliada dos U$A.

             Há 41 anos a Líbia vive uma situação complexa, sob o regime totalitário de Muammar Al Qathafi. Seu governo instalou um modelo próprio de socialismo, descrito no “Livro Verde”, o qual se contrapõe explicitamente aos regimes democráticos do Ocidente (Estados Unidos, França, Reino Unido, entre outros). Na prática, a Líbia possui certo nível de organização de massas, derivada dos Conselhos Populares, ainda que submetidos, em último grau à ditadura comunista autoritária. Estes Conselhos acabaram colaborando de certo modo com o surgimento do movimento de oposição à Qathafi, revelando a existência de grandes contradições internas na configuração política daquele país.

            Em decorrência do seu isolamento cultural, o mundo Ocidental quase não tem acesso à realidade política e social, principalmente pelas diferenças linguísticas. Assim, a compreensão sobre os conflitos históricos internos e externos da Líbia fica majoritariamente restrita à comunidade árabe, tornando possível toda sorte de manipulação de informações pelos dirigentes da cúpula imperialista. De qualquer modo, não interessa aos grupos capitalistas internacionais analisar os prós e contras do governo de Qathafi, reduzindo a questão somente aos interesses econômicos, sendo a exploração do petróleo o principal deles.

            Portanto, a coalisão das forças militares internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, é uma grande farsa, supostamente formada sob o imperativo humanitário. Não obstante, é uma grande contradição iniciar um conflito armado alegando a defesa da população. Caso houvesse algum interesse em garantir os direitos dos líbios, a ONU deveria apoiar a revolta popular, garantiriam a total autonomia do movimento rebelde.

            A situação atual do conflito demonstra que os grupos imperialistas assumirão o controle sob a política líbia, impondo um regime "democrático", acarretando uma derrota ao movimento popular. Nesse sentido, a propaganda midiática do mundo democrático Ocidental tem nutrido o ódio irracional contra Qathafi, a fim de promover um consenso universal a favor dos ataques contra a Líbia.

            A partir disso, nós, da FOSP/COB-ACAT/AIT, como defensores incondicionais da liberdade humana  adotamos uma posição clara, expressa nas seguintes premissas:

1) Contra as intervenções militares em todo e qualquer país!

2) PELA LIBERDADE DE ORGANIZAÇÃO OPERÁRIA E POPULAR EM TODOS OS PAÍSES!

3) PELO RESPEITO A VIDA E AO MEIO AMBIENTE!

6) POR LIBERDADE E AUTOGESTÃO!

7) PELO SOCIALISMO LIBERTÁRIO!

FOSP/COB-ACAT/AIT

 

 

CARTA DE SOLIDARIEDADE AO MAP

CONTRA AGRESSÃO FASCISTA DE SKINHEADS

Na tarde do dia 25 de Fevereiro, após realizar uma manifestação antifascista em memória de Edson Neris, adestrador de cães espancado até a morte por um bando de skinheads/carecas em fevereiro de 2000, um grupo de punks ligados ao Movimento Anaro-Punk (MAP) foi covardemente atacado por um grupo de skinheads, ferindo gravemente 4 deles –e também um catador de papelão.

Após a manifestação  realizada pelo MAP na praça da República, parte das atividades do Movimento Libertário Brasileiro (MLB) no FEVEREIRO ANTIFASCISTA,  um grupo de 4 anarco-punks se dirigiu a uma festa, num espaço nas proximidades da praça da Sé, quando foram surpreendidos e atacados  por um grupo de skinheads armados com punhal, soco inglês, taco de beisebol, cadeado e espingarda calibre 22. Já na praça da República, durante a manifestação, os atritos começaram quando um skinhead passou por eles com provocações e usando uma camisetacom um o sibolo da antifa "as três setas"– simbolo do movimento Anti-fascista internacional. Ao ser inquerido por que usava o símbolo anarkista se militava num movimento neo-nazista – ele se retirou e ficou de tocaia, enquanto contatava seus comparsas. Quando a manifestação se dispersou seguiram alguns punks e depois invadiram a festa já armados. Chegaram e atacando no estilo nazista, – Ataque Relâmpago – pegando todos de surpresa.      

O catador de papelão e deficiente físico Marcio da Silva de Oliveira chegava à festa por volta das 17h30 sendo agredido com um taco de beisebol na nuca. Caído, levou chutes e socos do grupo de skinheads – havia oito ou dez, segundo testemunhas. Oliveira fugiu e pediu socorro no batalhão do Corpo de Bombeiros. Os carecas então continuaram sua ação fascista agredindo a todos indiscriminadamente. Os casos mais graves entre os feridos foram o autônomo Silvio, de 34 anos, levou um golpe de faca na barriga. Um outro foi esfaqueado na cabeça. Isaías , levou um golpe do taco de beisebol na cabeça e em seguida foi esfaqueado ,continuaram internados no Hospital Vergueiro por vários dias e já não correm mais risco de vida.Porem estão muito traumatizados com o atentado muito violento,e clamando por justiça!

Com a chegada da polícia, alertada pelo catador de papelão, cinco pessoas foram detidas no local, sendo apreendidas as armas. Inicialmente negaram ser nazistas e até se declararam também ‘punks’ – tática há muito usada por eles para confundir a opinião pública, se declarando ‘rashs’ antifascistas (como fazia aquele que iniciou as provocações na praça da República. Mas se mostraram muito estúpidos, já que seus corpos denunciavam sua opção prática: todos estavam cobertos de tatuagens com símbolos nazistas (suásticas, cruz de ferro e busto de Hitler).  Foram então indiciados e presos, mas financiados por pessoas e grupos de alto poder aquisitivo – integralistas e organizações ligadas aos corretores de imóveis – contam com bons advogados. Por isso a história não nos permite omissões senão uma vigilânicia constante. Todos devemos combater o fascismo de forma ativa e solidária. Para isso é fundamental unificar todo o movimento antifascista num grande Comitê de Luta e Auto-Defesa Anti-Fascista.

http://www.chechosladisco.com/watch.php?type=youtube&v=eJJFw6hCXS8

Infelizmente, os governos social-democratas (PSDB, PT e até o novo PSD, de Kassab) e a totalidade dos partidos políticos tem mantido sua política de omissão, sem se envolver na questão – até por que contam com esses grupos para alianças eleitorais. A verdade, com isso dão um tiro no pé já que mantem o espaço aberto para o avanço da reação fascista, enquanto estes cumprem o seu papel histórico de defender a burguesia e o capital contra todos aqueles que ameacem ou lutem contra a hegemonia capitalista. São os grandes aliados dos patrões em sua polítca de precarizar e arrochar a classe operária.

Nós não cometemos esse erro! Participamos ativamente do FEVEREIRO ANTIFASCISTA realizando também manifestações de denúncia contra o fascismo e nos colocamos a disposição do MAP em total solidariedade prática, denunciando a agressão fascista em nossos jornais e chamando a população a também lutar contra essa corja de ignorantes que se esconde atrás de falsos discursos nacionalistas, homofóbicos, rascistas e de submissão da mulher.

Também infelizmente na noite de 17/04 dois jovens Luiz Gustavo e Paulo Sérgio, trabalhadores e fans de "rock in roll" que se dirigião para a "virada cultural", evento realizado pela prefeitura de São Paulo no centro da cidade, foram covardimente agredidos a facadas e golpes de soco inglês por carecas do tipo "white power" ou "força branca", grupo declaradamente nazista, racista - suas tatoos não negam. Dois carecas foram detidos, um foi averiguado pela policia e liberado em seguida e "Rafaele Marquini Franco" está preso e responderá por tentativa de homicidio podendo pegar 20 anos de cadeia. As duas vítimas estão no hospital Saboya no bairro do Jabaquara mesmo lugar das agressões, passaram por cirugias e estão em estado grave.

CONTRA O FASCISMO E O PRECONCEITO!

MORTE AO FASCISMO!

LONGA VIDA AO MOVIMENTO PUNK!

OPERÁRIOS UNIDOS CONTRA O FASCISMO!

São Paulo, 19 de março de 2011.

SINDIVÁRIOS-SP-FOSP/COB-ACAT/AIT @ SINDIVÁRIOS-ALTO TIETÊ-FOSP/COB-ACAT/AI T@ SINDIVÁRIOS-CAMPINAS-FOSP/COB-ACAT/AIT

FEDERAÇÃO OPERÁRIA DE SÃO PAULO (FOSP/COB-ACAT/AIT)

SOLIDARIEDADE É UMA ARMA QUENTE!

 

 

VÍDEO CHAMANDO O 1º DE MAIO OPERÁRIO. LIBERTÁRIO E REVOLUCIONÁRIO - 125 ANOS DEE LUTAv

http://cob-ait.net/index.php/infos/49-anarcosindical/357-convite-1-maio

ATUALIZADO SÍTIO DA COB/AIT

17:17 @ 28/04/2011

 

ATUALIZADO SÍTIO DA COB/AIT CHAMANDO AS MANIFESTAÇÕES DE 1º DE MAIO OPERÁRIO, LIBERTÁRIO E REVOLUCIONÁRIO

NOS 125 ANOS DA LUTA PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO.

http://cob-ait.net/

OS MÁRTIURES DE CHICAGO NUNCA SERÃO ESQUECIDOS!