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SAIU O: A PLEBE 86- Abril 2015

01:31 @ 11/04/2015

NÃO ILUDAM MAIS OS TRABALHADORES! Existe uma corja de oportunistas, conhecidos ‘carreiristas sindicais’, que usam o movimento dos trabalhadores como trampolim político. Muitos se veem como líderes da esquerda política brasileira e veneram o marxismo-leninismo/bolcheviques, mas defendem e militam numa organização ligada diretamente ao Estado, de origem na Carta Del Lavoro fascista: o sindicato oficial atrelado ao Estado e a CLT. Dizem fazer isso na defesa dos trabalhadores, mas na verdade trabalham para manter os trabalhadores divididos, fracos e dependentes. O grande exemplo disso é o ‘Paulinho da FORCA’ e seu mais novo partido, ao qual chama de ‘solidariedade’, que como deputado propõem a terceirização de todos os ramos da economia!!! Defende assim a perda de direitos se dizendo ‘defensor dos trabalhadores’. Basta ver as características desses aparelhos utilizados pelos partidos políticos para atingir seus próprios fins. Assim canalizam para seus quadros os fundos que lhes repassam o próprio Estado: o Imposto Sindical, o FAT e outras verbas... São organizações verticais e corporativas, dentro de uma visão de que não há diferenças de interesses e de classes no seio do Estado, que dizem velar pelo bem comum. Falam em sindicalismo de resultado e o ÚNICO RESULTADO DISSO é a merda em que estamos! Vivem da fantasia de que defendem os ‘interesses específicos de categorias profissionais’ e nas greves realizadas pelos trabalhadores terminam fazendo ‘negociações’ que resultam em migalhas para os trabalhadores. No fim das contas se justificam por ações assistenciais e colônias de férias. SÓ NÃO SERVEM PARA A LUTA OPERÁRIA, só servem para trair os trabalhadores e ser um calcanhar de Aquiles (já que o Estado controla as contas dos sindicatos e pode bloquear seus fundos bancários). Assim dividem os trabalhadores por categorias em vez de uni-los para a luta comum contra o Capital. Quem defende e mantem o movimento sindical atrelado ao Estado, usufrui de seus fundos para servir ao Capital, ao Estado e as o fascismo em si. Não precisamos de falsos líderes, precisamos é nos organizar de forma horizontal e solidária a partir dos locais de trabalho e moradia. Um organização intercategorias, independente do Estado, dos partidos e das igrejas, sob o controle direto e somente dos trabalhadores. Reativar nossa própria organização histórica, destruída pelo conluio de fascistas e comunistas, a Confederação Operária Brasileira a partir dos sindicatos livres e revolucionários, que devemos organizar desde já.