Grupos

 

U$ 15 trilhões de dólares evaporados em poucos dias.

Levando imensas Corporações, grandes Bancos, tradicionais Fábricas.

Demissões, Desemprego, Fome, Desespero e Lágrimas!

U$ 3 trilhões, do dinheiro público, são transferidos pelos Governos para “socorrer” os bancos, montadores e corretoras.

A crise atual e a postura dos trabalhadores

O capitalismo devido à sua própria natureza comporta crises periódicas e históricas. Isso ocorre não de maneira superestrutural mas sim devido a sua própria essência. O fator gerador primário das crises desse regime econômico se resume na crise de confiabilidade dos mercados de capitais e das instituições econômico financeiras em geral. A explicação é simples: quando os papeis dos investidores são afetados por um grau suficientemente intenso de desconfiabilidade, os seus portadores correm em massa às Bolsas para deles se desfazerem assim tornando-se tais destituídos de qualquer valor. É assim que se define confiabilidade no capitalismo, deste modo aconteceu no ano de 1929 (EUA) se agravando por toda a depressão dos anos 30 (verifica-se que só na segunda guerra mundial os países capitalistas, principalmente os EUA, superaram a crise).

 

A crise atual que se originou a partir do segundo semestre de 2008. Iniciou com a crise específica das hipotecas no mercado norte-americano; logo, se espalhou no sistema bancário como uma virose e o primeiro banco que naufragou foi aquele que comprava dividas falidas. Imediatamente o Sistema reagiu dramática e negativamente com o arrefecimento da atividade econômica e, diminuição da produção, do crédito e do investimento, por parte do Capital e com o desemprego universal por parte dos trabalhadores que tem vivenciado nesses dias a perda dos seus direitos trabalhistas mais sagrados com demissões, redução de salário e férias forçadas. Nesse mês de fevereiro o Sistema Capitalista já se encontra globalmente em recessão com os índices de crescimento econômico; reduzidos e comprometidos.

 

Qual será o papel dos trabalhadores e de suas entidades de representação? Fortalecer os laços categóricos que ligam os trabalhadores e os constituem como Classe específica no interior do Sistema. Por exemplo, se tivéssemos uma organização mundial do trabalho que fosse integralmente representativa de todos os trabalhadores sobre a superfície do planeta (como reivindica a própria AIT), um dia somente de greve geral, como antídoto universal bastaria para voltar a economia mundial ao prumo (e também a aprovação unânime do protocolo de Quioto!).

 

Historicamente os trabalhadores têm tentado se organizar mundialmente criando, por exemplo, as quatro internacionais e uma multiplicidade complementar de sindicatos nacionais ou mesmo internacionais (a histórica IWW, por exemplo). Se os sindicatos de trabalhadores se associassem no nível paroquial ou local, distrital, regional, nacional, continental e mundial, uma Greve Geral. Repito, durando apenas um dia, causaria tamanho dano ao Capital que as concessões dos capitalistas amedrontados seriam muito maiores do que as migalhas estamentais fornecidas aos trabalhadores no processo social laborativo (Spartacus).  


 

 

A SOLUÇÃO ESTÁ NO PLANO LOCAL:

 NA SOLIDARIEDADE PELO INTERNACIONALISMO PROLETARIO


 

            O Sistema de produção capitalista pode ser substituído por um sistema solidário, para isso é preciso eliminar o intermediário entre aqueles que trabalham e aqueles que consomem. Ligando diretamente a Produção ao Consumo através da gestão direta dos trabalhadores. O chamado coletivismo sindical, onde não existe nem patrão, nem empregado e sim autogestão.

- A aceitação da máxima da Internacional “a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.

 

- O repúdio na luta contra a burguesia por toda intromissão da política-autoritária.

- A propagação e a difusão da “ação direta” como única tática eficaz que deu resultados positivos na luta operária.

 

- O apoio ao Sindicato Único como complemento ao trabalho de organização e como poderosa arma de solidariedade entre os proletários.

 

- O repúdio ao reformismo político-burguês e do regime capitalista por sua injusta e desumana organização econômica baseada na propriedade privada e consequentemente na exploração do homem pelo homem.

 

- Consideração da política, incluindo neste termo a todos os partidos políticos desde os conservadores até os de extrema esquerda, como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento da organização operária. Uma vez que seu ponto central reside na ignorância das massas e sua existência depende do regime capitalista, sua finalidade é a de manter e eternizar, seja como for, a organização da sociedade atual que divide a humanidade em ricos e pobres, explorados e exploradores.

 

- A retomada da Confederação Operária Brasileira, e com ela todas as Federações locais, e as seções de organização sindical devem difundir os métodos de luta do sindicalismo revolucionário como meio para chegar ao “coletivismo libertário” (municípios livres e federados).

O federalismo sindical: o método da ação direta dos trabalhadores, das seções sindicais as assembléias de trabalhadores, sem partidos nem patrões, são os instrumentos mais eficazes para construir a solidariedade de classe no combate à injustiça; a desigualdade social e ao desequilíbrio ambiental produzidos pelo Sistema Capitalista.

Por um novo sindicalismo, por um mundo melhor para todos nós!

SINDIVÁRIOS - Sindicato de Artes e Ofícios Vários.

Movimento de Reconstrução:

FORGS - Federação Operaria do RGS.

E-mail:  forgscob@yahoo.com.br

COB - CONFEDERAÇÃO OPERARIA BRASILEIRA

ACAT - Associação Continenta Americana de Trabalhadores

AIT/IWA – Associação Internacional dos Trabalhadores

 


Fóruns da COB/AIT:

sindicalista.2001@grupos.com.br

votonulodeprotesto@grupos.com.br,

antieducacaodasubmissao@grupos.com.br

6hsdetrabalhoparatodos@grupos.com.br

contraotrabalhosemdireitos@grupos.com.br

 

forgscob@yahoo.com.br

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