Grupos

Tempo que foge

08:48 @ 02/08/2008

 Tempo que foge

 

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicentemente, mas percebendo que sobraram poucas, rói o caroço das que restam.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabeleçam prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos à limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou:
"as pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos".
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos
.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora"; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.

"Caminhar perto delas nunca será perda de tempo."



(texto de Ricardo Gondim)

 

Recebi esta mensagem da Nicete Campos, achei muito sabia e queria dividir com vc visitante.

Um abraço

Kátia Passos

Olá Bom dia,

Obrigada Débora pelo incentivo ao trabalho da Rádio Escolar Som da Amazônia.

Um abraço.

Kátia Passos

 

Direto da redação

Impressão digital

por Débora Didonê

Repórter

06/12/2007 - 18:19

Boicote na Amazônia

Você já foi à Amazônia? Eu fui. Finalmente, realizei o sonho de conhecer pelo menos um pouco desse tão característico pedaço do Brasil durante minhas férias, das quais retornei há cerca de um mês. Foram duas semanas de descobertas pela superfície do Rio Negro e suas praias de água doce, em Manaus, por entre os afluentes do Rio Amazonas, que me levou de barco até Belém do Pará e, finalmente, na maior cidade do Norte do país, cuja combinação de tanta urbanidade com as paisagens naturais salta aos olhos.

Quando me planejava para ir à capital paraense, combinei de fazer uma visita especial. Queria conhecer pessoalmente a professora Kátia Passos, protagonista de uma história que contei cinco meses atrás nessa coluna. Responsável por projetos de implantação de rádios (analógicas e digitais) em escolas do Ensino Fundamental, ela organizou com 50 alunos de cinco escolas a Rádio Som da Amazônia, que fez a cobertura da 15ª SBPC Jovem (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) em julho. Dito e feito. Estive em uma das escolas que abraçou a idéia, a EMEIF Parque Amazônia, situada na comunidade de Terra Firme, uma favela que fica ao lado da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Depois de muita conversa por e-mail e telefone, conheci pessoalmente a professora Kátia Passos e de quebra, parte dos alunos que participaram da rádio. A paraense fez questão de me encontrar na escola para que eu também falasse com a garotada. Os jovens radialistas – dos DJs aos locutores e repórteres – se reuniram na sala de informática para me receber e contar sobre suas experiências. Fiquei contente com a acolhida, mas não pude deixar de pensar no contexto em que eles estudam.

A Escola Parque Amazônia fica em uma região considerada perigosa por moradores da cidade. Dizem que por ali ocorrem muitos roubos. Para lidar com isso, a própria escola precisa instalar grades por todos os lados – o que lembra instituições da periferia paulistana. Até para colocar na parede as caixas de som que transmitiam os programas da rádio, foram necessárias grades de ferro. Agora, restam apenas as caixas metálicas vazadas. Das caixas de som, nem sinal. Primeiro, porque a rádio da escola está parada. Segundo, porque nem com as grades o pessoal arrisca deixar seus aparatos à mostra.

Infelizmente, com a saída da professora Kátia da escola, os meninos não deram continuidade ao projeto. E não parece ser por falta de vontade. Afinal, todos estavam ali, contentes por poder se apresentar e contar o que fizeram na cobertura jornalística. Porém, em nossa conversa (que contou também com a presença de Lúcia Fernandes, administradora da escola) foi recorrente a reclamação da falta de acesso à internet na Parque Amazônia. Mais uma vez, veio à tona a questão da depredação. O problema é muito mais embaixo: mesmo que a prefeitura forneça os fios e cabos que ligariam os alunos à rede virtual, nada disso dura muito tempo na parede. Pois é.

Confesso que fiquei sem ação durante as queixas. E que tal abrir a escola para a comunidade? Sugeri. Lúcia disse que já fazem isso. Que tal realizar um movimento de conscientização sobre a importância da escola na região? Os alunos disseram que fazem isso. Lembrei então da troca de e-mails que fiz com uma jornalista de São Paulo, autora de uma reportagem que defendia o aumento do policiamento em torno das escolas para evitar o vandalismo. Eu discordei, é claro. Não penso que intimidar com fardas e armas seja a solução para a valorização do ensino (nem para nada). Pelo contrário, cria um ambiente hostil em um lugar que deveria estar aberto para a troca de saberes com a comunidade. Mas essa é uma longa discussão (que pretendo retomar).

Aliás, a Parque Amazônia tem policiais por perto. E nada mudou por causa disso. Talvez o que ela precise mesmo é de mais apoio da secretaria de educação, dos professores, dos pais e da própria comunidade para dar vida a um movimento sólido de interação com a escola. Digo isso porque sei que existem casos, em São Paulo, de iniciativas que de fato aproximaram as escolas de moradores locais, fazendo com que recebessem a todos de braços abertos, oferecendo sua estrutura. Afinal, o que está ali é de todos e vai ajudá-los a crescer (se ali permanecer). Outras instituições, embora ainda sofram com vandalismos, persistem em seus projetos para que isso um dia acabe.

Na edição deste mês de NOVA ESCOLA, saiu a notícia de que as escolas que usam computadores sem conexão com a internet não ganham em desempenho e ainda chegam às piores médias das provas oficiais. Na Parque Amazônia, a falta de alguns cabos “mágicos” desestimula também os alunos que se apaixonaram por softwares de edição de áudio e produção de podcasts -- mas sem internet não têm como usá-los. Mas tudo depende de encararmos a escola como um lugar que não pode, de maneira alguma, ficar em apuros. Deixar que ferramentas tão preciosas da Parque Amazônia se percam é como permitir um boicote ao ensino de todas as crianças que ali estão. É como dizer um NÃO às suas perspectivas, aos seus sonhos. Pergunto: NÓS vamos permitir isso?

Feira Pan-Amazonica do livro

08:02 @ 01/10/2007

Caros amigos,

A XI Feira Pan-Amazônica do Livro, que acontece de 28 de setembro a 07 de outubro, no Hangar - Centro de Convenções, está sendo um tremendo sucesso! Cuba é o país homenageado e a programação artístico-cultural conta com show de Pablo Milanés e Chucho Valdés. Imperdível!

Em nosso podcast estaremos fazendo a postagen de algumas entrevistas com escritores locais e convidados a partir de amanhã, dia 02 de outubro. Nao deixem de visitar o podcast "Rádio Som da Amazonia".

Franz

FEIRA DO LIVRO

10:47 @ 29/08/2007

Atencao pessoal da Radio Escola Som da Amazonia, especialmente das escolas Maria Luiza, Parque Amazonia e Liceu do Paracuri (as escolas de Abaetetuba, apoesar de nossa insistencia, nao deram retorno quanto as entrevistas realizadas por eles durante a SBPC)

Neste mes de setembro acontecera' mais uma Feira Pan Amazonica do Livro, e penso que seria uma boa ideia se nossa equipe de reporteres fosse por la' e gravasse algumas entrevistas com os autores, poetas, escritores etc. Nao iremos mais fazer como fizemos na SBPC, quero apenas que gravemos as entrevistas e postemos no Podcast. Se concordarem, me respondam para podermos nos programar.

Pessoal, nao podemos deixar a chama de podcast educacionais que acendemos e que fulgurou durante a SBPC, ser apagada!

Abracos

 

 

Para trabalhar mais tarde

12:19 @ 07/08/2007

E não é que o Bruno Holanda e a Rosilene Silva consiguiram uma entrevista quase exclusiva com o Professor Marco Antonio Raupp, presidente recentemente eleito para presidir a SBPC - Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência, na sexta feira 13 de julho. Sabem porque? Não, explico: Acontece que a entrevista coletiva com o atual e o ex-presidente da SBPC, professor Ennio Candoti, estava marcada para 12h e os nossos jovens chegaram mais cedo. Resultado, ficaram frente a frente com o professor Raupp, e depois conseguiram falar também com o professor Candoti. Este e outros materiais, conseguidos graças a coragem da Rosilene que garantiu o uso do MP4 para quinta e sexta feira, dias em que segundo o planejamento das ações de execução, eles (alunos da Rede Muncipal) não mais estariam na cobertura da 15ª Reunião da SBPC Jovem. Valeu!? E alguém tem dúvida?

Por tudo que foi esse projeto e pela alegria que me da no peito toda vez que lembro desses, e de outros vôos de liberdade, agradeço a vcs queridos alunos da Escola Parque Amazônia.

Precisamos editar e postar as entrevistas feitas nos dias 12 e 13 de julho. Faremos uma reunião com os pais de vcs na Escola ainda em agosto. Neste dia poderemos conversar sobre o futuro.

Um beijo do meu coração para o de vcs.

Kátia Passos   

 

http://www.neae.com.br

09:23 @ 26/07/2007

Olá bom dia,

Esta é uma bela poesia que fala da função da escola. E o endereço do título merece ser visitado.

um abraço

Kátia Passos

PARA SARA, RAQUEL, LIA E PARA TODAS AS CRIANÇAS

Eu queria uma escola que cultivasse a curiosidade de aprender
Que é em vocês natural.

Eu queria uma escola que educasse seu corpo e seus movimentos, que possibilitasse seu crescimento físico e sadio. Normal.

Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a natureza
O ar, a matéria, as plantas, os animais. Seu próprio corpo. Deus.

Mas que ensinasse primeiro pela observação, pela descoberta, pela experimentação.
E que dessas coisas lhes ensinasse não só a conhecer como também
a aceitar, a amar e preservar

Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a nossa história
e a nossa terra de uma maneira viva e atraente

Eu queria uma escola que lhes ensinasse a usarem bem a nossa língua,
a pensarem e se expressarem com clareza.

Eu queria uma escola que lhes ensinasse a pensar, a raciocinar
a procurar soluções

Eu queria uma escola que desde cedo usasse materiais concretos para que
vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos,
os conceitos de número, as operações...

Usando palitos, tampinhas, pedrinhas... só porcariinhas...
fazendo vocês aprenderem brincando.

Oh! Meu Deus!
Deus que livre vocês de uma escola em que tenham de copiar pontos.

Deus que livre vocês de decorar sem entender nomes, datas, fatos

Deus que livre vocês de aceitarem conhecimentos “prontos”,
mediocremente embalados nos livros didáticos descartáveis.

Deus que livre vocês de ficarem passivos, ouvindo e repetindo,
repetindo, repetindo...

Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, cooperar
a respeitar, a esperar, a saber viver em comunidade, em união

Que vocês aprendessem a transformar e criar.

Que lhes desse múltiplos meios de vocês se expressarem cada sentimento.
cada drama, cada emoção.

Ah! E antes que eu me esqueça:

Deus que livre vocês de um Professor incompetente.


Carlos Drummond de Andrade

Alunos farão transmissão pela internet 

Os alunos da Escola Municipal Maria Luiza, que fica no bairro da Sacramenta, aguardaram ansiosos a 59ª SBPC. É que eles farão a transmissão radiofônica do evento a partir da experiência adquirida nos últimos dois anos, quando passaram a colocar no ar, diariamente, a Rádio Maria Luiza. 'A gente entra no ar todo dia, duas vezes por dia, sempre na hora do intervalo de aula, e a gente fala de tudo: histórias, cantigas, brincadeiras, informação e todo mundo da escola gosta de ouvir a gente', conta a aluna Jéssica da Silva, 15 anos.

Os alunos da Escola Maria Luiza prepararam uma programação especial para a Reunião Anual da SBPC, com muita informação e entretenimento. Os estudantes participam do projeto 'Rádio na escola', realizado pelo Núcleo de Informática Educativa da Secretaria Municipal de Educação (Nied/Semec) em parceria com a Tim, empresa de telefonia celular que financia projetos sócio-educativos.

Além da Escola Maria Luiza, a iniciativa chega às escolas municipais Parque Amazônia, na Terra Firme, com a rádio 'Som da Amazônia'; e ao Liceu Escola de Artes e Ofícios Mestre Raimundo Cardoso, no Paracuri, distrito de Icoaraci, com a rádio 'Voz do Estudante'.

Rádio na escola contribui para resgate da auto-estima

O entusiasmo de jovens estudantes paraenses a frente das transmissões da Rádio Escola Som da Amazônia, contagia o público que participa da 59ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (59ª SBPC), em Belém. São alunos de cinco escolas públicas, que divulgam músicas, fazem entrevistas, transmitem notícias e informações sobre o evento.

Participam alunos de 11 a 20 anos das escolas estaduais Cristo Redentor e Leônidas Monte, do município de Abaetetuba, e das escolas municipais Parque Amazônia, Liceu Mestre Raimundo Cardoso e Maria Luiza Amaral, de Belém. O projeto é uma parceria da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semec), e Universidade da Amazônia (Unama), com apoio da iniciativa privada.

Mateus Ferreira Bahia, de 14 anos, aluno da 6ª série do Parque Amazônia, diz que nunca pensou que um dia estaria participando de um projeto como esse. “Na verdade, acho que ninguém poderia acreditar que isso pudesse acontecer”, ressalta. Já Valdecir Gomes de Lima, também de 14 anos, e aluno da 8ª série da mesma escola espera que o projeto continue, para que possa aprender cada vez mais.

Para a professora Kátia Passos, do Núcleo de Informática Educativa (Nied/Semec), a participação dos estudantes na SBPC foi uma experiência fantástica. “Eles fizeram além do que estava programado, com muito entusiasmo”. Segundo o coordenador de Tecnologia Aplicada à Educação (CTAE), Asarias Favacho, a participação nesse projeto eleva a auto-estima dos estudantes. “A idéia é não parar por aqui. Queremos fazer uma parceria com a Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC) a fim de incluir mais 20 ou 30 escolas do estado do Pará,” salienta Asarias.

O trabalho dos alunos pode ser acessado no site http://www.som-damazonia.podomatic.com/. (Fátima Schenini)

DUAS Poesia

13:35 @ 22/07/2007

DUAS

 

Stella Pessôa (*)

 

 

Eu sou duas...

 

Eu sou duas.

Uma sou eu. Sou eu. Só eu.

Eu. Essência. Seiva. Eu em mim. Nua e crua.

Esta!

 

A outra é plural.

Tem vestes, adornos, lanças, circunstâncias...

É muitos. É todos: eu, vocês, eles, nós, todos... 

É o sistema que também tem eu – e eu, aqui, de novo!

 

Eu sou duas.

Diferentes. Divergentes. E brigam...

Eu sou duas. Desafinadas. Por quê?

Linhas morais. Em desalinho.

 

Eu sou duas.

 

No inevitável embate, as duas perdem.

Nenhuma ganha. Nenhuma vence. Nenhuma convence.

Mas tudo se desmorona. Escombros. Escuridade.

Não sobra nada. Agora, nenhuma das duas. Fim. Fim.

 

Eu era duas...

 

 

 

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(*) Maria Stella Faciola Pessôa Guimarães é escritora

 

Parabéns a tod@s que estiveram na etapa de execução da Rádio Escola Som da Amazônia na cobertura da 15ª Reunião da SBPC Jovem. Parabéns a 59ª SBPC "Amazônia um Desafio Nacional".

Agradecemos a oportunidade de dar visilidade ao rádio como ferramenta de informação e produção de conhecimento significativo, agradecemos pois nosso objetivo foi alcançado.

Parabéns à todas as pessoas envolvidas na formação, financiamento e execução do trabalho.

Muitos conhecimentos  foram acrescentados e outros ainda estão por vir. Não é mesmo?

Obigada a cada alun@  e profess@r que esteve no Hangar de 08 a 13 de julho de 2007.

Espero que continemos a nos comunicar e que voltemos a nos encontrar.

 

Um abração. Parabéns a cada uma das gestoras das Escola da Terra Firme, Sacramenta, Icoaraci e as das escolas de Abaetetuba.

Saúde e felicidades para tod@s nós.

 

Kátia Passos

Apresentando o projeto na SBPC

13:03 @ 12/07/2007

Olá, pessoal! Nestes últimos dias andamos muito atarefados com os preparativos para noss participação na SBPC-Jovem, e depois com as atividades durante o evento. Assim, não sobrou tempo para atualizar este espaço. Mas, vamos às novidades:

1 - A equipe da Rádio Som da Amazônia está participando da 15ª Reuniao Anual da SBPC-Jovem, transmitindo informações e apresentando a programação cultural do evento ao vivo, pelo sistema de som do centro de convencões HANGAR e direto do palco armado do lado de fora, realizando entrevistas com pesquisadores, expositores e visitantes, que depois são editadas e postandas no nosso podcast (http://www.som-damazonia.podomatic.com). Confiram!

2 - Os professores e alunos das escolas estaduais de Abaetetuba, prepararam este pequeno texto sobre o evento:

"No dia 8 de julho do corrente ano, às 19h30, no HANGAR-Centro de Convenções da Amazônia, localizado na capital paraense, foi realizada a cerimônia de abertura da 59ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso de Ciência-SBPC. Estiveram presentes a governadora Ana Júlia Carepa, do estado do Pará, e Eduardo Braga, governador do Amazonas, bem como autoridades governamentais e não-governamentais, cientistas, professores, estudantes e visitantes da região amazônia de demais regiões brasileiras.

O evento, de natureza técnico-científica, é considerado um dos mais importantes para o Brasil. Diversos experimentos, exposições, palestras etc, transformam o espaço em um verdadeiro celeiro de aprendizado nas mais diversas áreas do conhecimento, revelando exemplos nítidos da imensa inteligência humana e da infinita capacidade do ser humano dedesenvolver ações para a construção de um mundo de progresso, bem-estar e crescimento social.

Este evento tem como tema "Amazônia:desafio nacional", e seu objetivo é buscar caminhos e oportunizar soluções para o enfrentamento dos grandes problemas e desafios enfrentados pela região amazônica e pelo amazônida, sua gente. Nesse cenário, é gratificante observar as inúmeras pesquisas em desenvolvimento e resultados apresentados pelos jovens cientistas de todos os cantos do Brasil, assim como sentir a fascinação dos estudantes diante dos muitos experimentos, equipamentos e trabalhos expostos.

Vale ressaltar que, após 25 anos, a SBPC volta acontecer na região amazônica, sendo motivo de orgulho e satisfação para os paraenses, que recepcionam seus visitantes com seu tradicional carinho e hospitalidade."

                       

Vista Geral da SBPC-Jovem, vendo-se à direita a cúpula inflável do planetário, e à esquerda (fundo) parte do stand "Ancestrais", com o mascote da SBPC, o peixe-boi. Curiosamente, cometeram um engano imperdoável ao representar o peixe-boi amazônico: deram-lhe a cauda da baleia! Heim!! É possível?!                                                                                                                                                    Hehehee!!! Brincadeira, gente. Nào há erro algum. Na verdade e`um ancestral do nosso peixe-boi.

 

Pessoal, devido a proximidade da data de nossa participação na SBPC os nossos trabalhos estão cada vez mais acelerados, por conta disso não tenho tido tempo para atualizar este Blog. Mas agora vou tentar colocá-los em dia com nossas ações e novidades.

Tenho estado nas escolas realizando a capacitação técnica sobre Podcast, criação, gravação e  postagem no Podomatic; bem como no uso dos programas Audacity (edição de áudio ) e FreeMP3 Converter (conversor de WAV para MP3). Já criamos podcast para as rádios das escolas Maria Luiza e Liceu do Paracuri, e estaremos criando para as demais escolas. Em breve elas estarão apresentando seus programas, com postagens de seus epsódios. Já imagino a Rádio Escola Som da Amazônia coordenando uma rede de podcast educativos.    Franz


Dando continuidade a nossa grade de ações preparativas para a SBPC-Jovem, na segunda-feira (25/06) nossos alunos das 5 escolas estiveram visitando o Planetário do Pará e assistindo a excelente programação científica e cultural que é desenvolvida naquela instituição, e realizaram uma entrevista coletiva com o professor Michel Sauma, seu diretor. Em breve estaremos postando esta entrevista no nosso Podcast.
E o  Liceu do Paracuri realizou sua festa junina tradicional, o "Arrastão Cultural". A escola busca "integrar os saberes e os fazeres culturais locais às suas ações pedagógicas".

                                                Vocês sabiam que a aluna Vanila Ice, da equipe da rádio do Liceu do Paracuri, ficou em 3º lugar em um concurso internacional de redação promovido pelos Correios, em sua versão nacional? Ela, inclusive, foi indicada para carregar a tocha olímpica, em sua passagem por Belém. Parabéns!


No sábado passado (23/06) estivemos em Abaetetuba, com alunos das escolas estaduais Leônidas Monte e Cristo Redentor, onde orientamos a gravação e edição de três programas muito interessantes. Inclusive há uma entrevista com a jornalista e apresentadora Luciene Bandeira, da Rádio e TV Cultura do Pará. Estarei lá neste sábado vindouro, para coordenar a finalização desses trabalhos.

Como parte da programação de preparação dos alunos participantes do Projeto "Rádio Escola Som da Amazônia" na SBPC, ontem (26/06) os alunos das escolas Liceu do Paracuri, Maria Luiza e Parque Amazônia assistiram e participaram de diversas experiências no Laboratório de Demonstrações de Física-LABDEMON, da UFPA. Parabenizamos os professores Jorge Edson, Márcio Alésio e Lisangela Almeida, monitores do LABDEMON, pelo excelente trabalho apresentado e agradecemos pela atenção e carinho com que nos receberam. Em breve estaremos postando a entrevista coletiva que estes três professores concederam aos nossos reporteres.   

                         


Os nossos DJ's, alunos que cuidarão da parte técnica do projeto Rádio Escola Som da Amazônia na SBPC, visitaram nesta terça-feira (26/06) o Hangar (centro de convenções) onde se realizará a SBPC-Jovem, para conhecerem as instalações e os equipamentos de som que utilizarão durante o evento, quando estarão fazendo a cobertura do evento.

Olá professor Franz, sou aluno de abaetetuba.

Professor estou tentando me cadastrar no grupo somdaamazônia e não estou consigo, quero que você me ajude mandando como fazer o cadastro passo a passo espero as suas orientações para poder fazer o meu cadastro.

 

espero sua resposta, e vou acessar o meu email thiagocristoredentor@hotmail.com para saber a minha resposta e fazer o meu cadastro um abraço e até la.