Roberto Guarnieri
A penetração da internet nos lares das famílias das classes média e alta é
absoluta. Praticamente todos têm computadores e as parafernálias que fazem parte
do confortável universo digital. A esse grupo as empresas têm direcionado todas
as ações de marketing e publicidade na ânsia de vender seus produtos e serviços
utilizando uma mídia de baixo custo em relação aos veículos convencionais, como
televisão, jornais, rádio e revistas. Já é tempo de voltar a atenção para a
parte intermediária da pirâmide social, onde repousa uma parte significativa do
PIB brasileiro.
O desafio que se avizinha é oferecer na web produtos que atendam as
necessidades de uma faixa de público deixada em hibernação e que pode ser
despertada por ações pontuais. Um exemplo recente foi dado pela empresa Gol, que
ofereceu passagens aéreas ao preço de R$ 50. As vendas, feitas exclusivamente
via internet, fizeram lotar todos os vôos para os quais a promoção era válida. A
isca foi lançada e fica difícil imaginar que os passageiros beneficiados,
principalmente os que nunca viajaram de avião, pensem em utilizar outro tipo de
transporte em outras viagens, mesmo fora dos períodos de promoção.
Informações importantes que caem na internet se espalham com velocidade e
força espantosas. Elas transbordam do nicho A-B e mobilizam desejos nas camadas
de menor renda. Daí a importância de que os especialistas em marketing e
publicidade comecem a desenvolver estratégias específicas para estabelecer um
bom grau de visibilidade no universo virtual para produtos acessíveis a esse
grupo.
Atualmente é possível notar que esse espaço vem sendo ocupado pelo
tradicional grupo de grandes empresas do setor de varejo, aquelas cuja presença
na mídia convencional já é marcante. É delas a maioria dos banners, links e
poup-ups que proliferam na rede. À primeira vista pode parecer mero procedimento
buscando a manutenção da marca, mas vale a pena procurar nos balanços dessas
empresas informações sobre o retorno obtido com esses instrumentos. Os bancos
representam outro segmento de peso em termos de publicidade e marketing digitais
e o número de usuários de seus serviços na rede cresce à sombra do risco
representado pelos hackers.
A classe média baixa também está se familiarizando com as facilidades
oferecidas por esses segmentos e vai imprimindo boletos de compras ou fornecendo
o número de seus cartões de crédito populares quando encontra o que precisa. O
ritmo desse fenômeno é lento, mas irreversível. As empresas que ainda titubeiam
quando se trata de investir com ênfase em marketing digital perdem a chance não
apenas de marcar presença na internet, mas também inibem a própria capacidade de
desenvolvimento. A elas restará correr atrás do que já estiver consolidado pela
concorrência e ficar com as sobras.
É um erro subestimar a rapidez com que se pode dar a inclusão de milhões de
consumidores como usuários da internet. O Brasil tem o exemplo dos
celulares que passaram num curto espaço de tempo de artigo de luxo a instrumento
banal de comunicação pessoal. Hoje a luta das operadoras de telefonia celular
não é mais focada principalmente sentido de cooptar clientes, mas de fazer com
que troquem de plano ou de aparelho, agregando cada vez mais possibilidades
tecnológicas absorvidas com uma avidez espantosa. Os mais pobres são um público
que sempre chega depois, mas com um ânimo invejável para elevar as curvas de
consumo. Todos querem beber na fonte da modernidade. E neste momento histórico
ela está funcionando num lugar chamado internet.
Roberto Guarnieri é Presidente e Diretor de Criação da A1.Brasil, um dos
"fundadores"da publicidade digital no país e especialista no desenvolvimento de
projetos interativos. À frente da agência, o publicitário acumula dois Grand
Prix do El Ojo de Iberoamérica e já foi duas vezes finalista do Festival
Internacional de Publicidade e Design de Londres.
Nós também podemos participar deste
MERCADO !
VAMOS BEBER DESTA FONTE !
COMO ?
É bastante comum imaginarmos que para iniciar algum negócio on-line é
fundamental possuir um PRODUTO e toda uma estrutura com estoques, embalagens,
entregas e etc...
Ok, esta é uma das opções. Mas não a única.
A boa notícia é que há outros formatos que você pode desenvolver na
Internet, sem que para isto precise de produtos próprios, estrutura física ou
mesmo dinheiro para começar!
Existem inúmeras oportunidades na Internet, onde você pode ganhar
dinheiro sem possuir NENHUM PRODUTO ou SERVIÇO próprio para vender. Como?
Oferecendo o produto dos outros! E você pode começar a ganhar dinheiro amanhã
mesmo!
Com a concorrência cada vez ficando mais acirrada na Internet, muitas
empresas começaram a perceber que a melhor fórmula para aumentar seus negócios
era através das parcerias com os próprios internautas ou mesmo
clientes.
Pois ao oferecer um percentual de seus lucros aos internautas
(parceiros) estas empresas só tem a ganhar. E isto permite que você transforme
seus momentos de lazer na Internet em algo lucrativo!
Agora você pode aproveitar toda esta onda de vendas e compartilhar
uma parte destes lucros.
Veja as diversas sugestões apresentadas http://www.freewebs.com/parcerias/
BONS LUCROS !
Abs
Serginho - Sucesso
Ocupando o latifúndio improdutivo
da internet !
"Posso não ver a colheita,
mas não abro mão de ser semente".
Sites
úteis
Cheques Recebidos
Papéis de Parede, e-book's, utilitários, cartões, download
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RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO
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