Grupos

Aurora dos Tempos

10:11 @ 04/09/2009

Ja se vão longe os dias de bonanza. Fico do alto deste promotorio, mirando as estrelas e pensando não no que eu tenho, mas sim no que perdi. Agora estamos cá, eu e o monge, exilados de casa. Tenho saudades de casa. Mas me conforta saber as noticias que o vento traz, ele é meu amigo. Me susurra historia de que a Bruxa esta se tornando uma Sacerdotiza, que o Elfo, um habil Guerreiro de Luz, que a Senhora do Lago, uma Elemental, e que nossos amigos estão bem. E eu aqui, deste promontório, assento-me. Com lança em riste, aguardando que novas historias, o amigo vento me trará. Aos que veêm e enxergam, aos que leêm e compreendem minha enigmática essência.

companheiro, ca estamos em meio a batalha, recem chegados das brumas celestes, e agora envoltos por flechas noturnas, bebendo uma agua de guerra. Ja nos foi profetizado que a nossa chegada seria saudada com ferro e fogo, mesmo os braços de irmãos que nos deveriam afagar, agora nos afligem. Talvez por loucura, por ignorancia, mas com certeza talvez, inconsciente. Resignados, aceitamos a missão de abrir o caminho. A nós, nao é dada a missão de semear e colher, apenas de preparar a terra, torna-la fecunda, para as gerações que irao advir após a nossa. A ideia de união, esta se perdendo cada vez mais, nessa névoa que nos envolve, e o gosto de ambrosia se esvai com a agua de guerra. Quando cá chegamos, a turbe jazia completa, os ducados haviam se formado, alguns mais claros outros mais velados, mas o nosso ingresso ainda esta turvo. De que lhes servem, um titã, um monge e uma irmã? De nosso lado, apenas vigiamos. De lança em riste, de olhos alertas, de asas abertas e garras aduncas. Vigiai você. Saberao todos, antes da ultima gota de sangue deixar nossa carcaça, mostraremos o inferno a quem nos desafiar. Pois a nós nao cabe colher, apenas preparar a terra, torna-la fecunda. Aguardamos a chegada de nossos linhagem. Apenas o vento é nosso amigo, que nos traz alento, que leva nossas mensagens, e traz de volta, a esperança no retorno dos dias de glória. Vigiemos nós.

Cavaleiro Lucio

11:20 @ 09/09/2009

Ainda trago em minha mente varias lembranças de minha juventude e de todo o inicio da profecia, lembro me de quando estava a brincar no campo perto da aldeia onde minha família vivia. Naquela tarde eu corria incansavelmente sem destino, deixando apenas o vento me guiar, foi então que aquele ser cruzou o meu caminho, à tarde ensolarada se fez em uma vasta escuridão onde eu me peguei parado estático só a observar, aquela criatura era algo que eu nunca havia visto nem em meus piores pesadelos, usava trapos de pano escuros e uma mascara cobria a sua verdadeira face com apenas dois buracos para os olhos. Jamais irei esquecer aquele olhar que aquela criatura tinha, sempre me encarando com muita firmeza. Percebi que meu corpo estava ficando frio e enrijecido como se aquela criatura estivesse sugando toda a minha energia toda a minha vitalidade, com uma voz já quase esgotada e caído ao chão indaguei sobre quem aquilo poderia ser, e uma voz invadiu meus ouvidos;

- Eu sou aquela que pode tirar a sua vida neste momento Lucio, e acabar com toda a sua aldeia junto. Mas também posso ser a sua salvação e a de seu povo, basta você escolher lutar ao meu lado.

Logo percebi que não teria muita escolha sobre o que fazer e então aceitei o que aquela bruxa havia me proposto, e assim que disse que lutaria ao seu lado ela se fez em uma fumaça negra e se desfez sumindo em segundos, ainda muito assustado corri o mais rápido que pude para a aldeia, mas estava muito fraco. Retornando cheguei a minha casa e uma criatura que também nunca havia visto antes estava La com minha família, indaguei a meu pai;

- Quem é ele?

- Este é um Elfo,  Lucio.

Antes mesmo de eu poder explicar o que havia acontecido comigo meu pai me tomou em seus braços e disse que aquela criatura já havia contado tudo a eles, e que eu havia sido nomeado cavaleiro supremo daquela bruxa e que aquele elfo ficaria encarregado de cuidar de minha família quando chega-se o dia de minha partida para a batalha, iniciando assim a minha jornada.

A Cada momento que se passava Lucio ou Sir Lucio, como era conhecido entre a realeza e os combatentes do palácio de Irion, se sentia cada vez mais irritado com toda aquela situação, Elion Trhorns seu amigo monge que havia acabado de conhecer na Prisão do Sul, também conhecida como a Prisão de Diablerie.

- Sir Lucio, o que vos aflige homem? O que pode ter acontecido para deixá-lo tão eufórico ao ponto do ódio tomar conta de seus pensamentos? – perguntou Elion preocupado e ao mesmo tempo curioso para saber o que estava acontecendo. Este era o maior problema de Elion, seu maior ponto fraco era a curiosidade, ao contrario de qualquer outro monge conhecido, Elion sempre queria estar ciente de todos os fatos e afirmar uma posição ao invés de manter-se neutro.

Lucio que já estava impaciente respondeu ao amigo:

- Elion, eu imagino que já lhe contei como me tornei cavaleiro, com certeza se lembra de como eu fui me tornar um aliado de Turanyn a bruxa das cem almas – era assim que Turanyn era conhecida, pois a cada feitiço que lança nunca repetia os mesmos movimentos e a voz sempre mudava ao invocar uma ou mais feras mágicas a partir de seu poder interior –.Mas agora que somos prisioneiros de batalha me ponho a pensar se realmente me adiantou ter deixado de lado meu povo para lutar ao lado de Turanyn, o sacrifício que eu fiz por eles de ter aceitado a suposta opção que Turanyn me havia dado, que em minha opinião era uma convocação da qual eu não poderia recusar, pois minha recusa estaria condenando minha aldeia inteira a forca! – seu tom de decepção era fato –.

- Mas Sir, porque vós acreditais ter sido em vão vosso sacrifício?

- Não acredito que tenha sido em vão Elion, pois não é uma questão de acreditar, e sim de saber, e nesse caso eu sei. Se meus pais realmente se importassem comigo não teriam permitido que eu partisse assim, sem ter lutado ou pelo menos negado a minha partida.

-Mas Sir essa foi uma escolha sua.

- Escolha minha? Como escolha minha? Eu era apenas um garoto, não sabia de nada do que estava fazendo ao aceitar a proposta de Turanyn. Deveria ter negado a proposta.

- Se tivesse negado Sir vosso clã seria extinto do reino de T’Charr.

-E porque eu deveria ter me importado se seriam ou não extintos? E de que me vale me importar com meu clã, eu nem sei mais a qual clã pertenço, apenas sei que sou um aliado de Turanyn – embora não admitisse, Lucio considerava muito a bruxa, a agradecia por dentro por ter se tornado o que se tornou, um verdadeiro cavaleiro, um combatente do Norte –. Não se importaram comigo, não sabiam se realmente era para o meu bem a minha partida. Também não deveria ter me importado com eles. Não importa se a mando de Turanyn servi à Auronn o Rei do Norte como um verdadeiro cavaleiro, não devo me vangloriar, pois era minha obrigação voltar vivo para o palácio de Irion com sua bandeira em meu peito, de espada em punho trazendo a noticia de vitoria. Porém de nada me adiantou ter me esforçado como me esforcei pelos Ventos do Norte, pois todo meu esforço novamente foi em vão, em uma emboscada medíocre, fui capturado e agora estou na Prisão dos Ventos do Sul, a Prisão de Diablerie.

Ouviu-se uma voz atrás deles:

- Tu achas já ter vivido ao inferno cavaleiro? Espere até chegar ao quinto dia dessa semana em vossa estadia na Prisão de Diablerie, onde a próxima lua cheia se erguerá nos céus novamente. Disse uma voz ao qual não soube distinguir em meio à multidão a suas costas.

O Planejar de Liberdade

00:16 @ 13/09/2009

- Não posso mais esperar quieto aqui nesta pocilga do sulista. Tenho que tomar alguma providencia – Exclamou Lucio inquieto – e agora.

Ele olhou para todos a sua volta fez questão de ir até o centro dos prisioneiros, e começou a falar em voz bem alta para que todos ali o ouvissem em alto e bom som:

- Não sei quanto a vocês, mas não sou eu quem vai cruzar os braços e esperar até o quinto dia dessa semana, não sou eu quem vai esperar para que esses últimos cinco dias sejam os meus últimos cinco dias, seja lá o que for que acontecerá nesta data. Espero que ajam aqui homens de fé que acreditam no mesmo que eu, não digo fé religiosa, digo fé em si próprios, digo a aqueles que querem viver. Naquelas sombras ao Norte como eu creio que todos possam avistar – apontando para o local de origem de todos ali inclusive o dele próprio o Vale dos Ventos do Norte – , eu irei encontrar um lugar onde possa me refugiar das noites sem fim que passamos nesse lugar, lá irei encontrar meu propósito de batalha aos quais sempre fui fiel, aos quais sempre defendi com minha vida e com algo muito mais importante, acima de minha existência esta a minha honra. – conforme ia falando seus parceiros de cárcere iam se aproximando ao seu redor, estava ali começando a adquirir um certo respeito necessário para o seu plano, fugir de Diablerie – sei que além de mim todos precisam ir ao longe para encontrar um novo sol. Eu sei qual é o meu destino, sei muito bem que aqui não é o meu e nem o de vocês. Devo voltar a combater segundo os velhos contos dos sábios de Iryonn os pecados que impõem a desordem e discórdia entre aqueles que eu julgo importante, e sei que vocês pensam o mesmo. Nessas nebulosas luzes da alvorada, entre o coração e a alma, ouçam o Chamado de um cavaleiro por esperança que aqui esta a pedir vossa colaboração para evitar não a minha mas a nossa queda. Fora desses muros existem anjos nos chamando a galopar em seus corcéis em direção ao nosso povo, em direção as nossas casas, em direção ao que nos importa, em direção a nossa liberdade. – E cada vez mais amontoava-se gente ao seu redor – Sei que querem o mesmo que eu. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! – gritando e levantando seus braços, junto com ele, outros inúmeros prisioneiros gritaram em sinal de consentimento com o homem ao centro – Removam as pedras que os prendem a esse destino – ele falava do medo do castigo se algo na fuga desse errado – mesmo que cegos ao longo de nosso caminho, devemos continuar sábios e bravos diante de uma ultima nevasca, devemos nos guiar através dos escombros de pedra a onde a luz penetrará em meio a penumbra do Sul, uma nova dimensão devemos encarar alem desses portões. Como dragões sagrados dominem os céus e encantem os meus olhos, voem alem desta colina, passeiem no vento. Por tanto digo aos guardas de Diablerie “ Tomem cuidado! Para vocês tudo a partir de agora pode esconder o inferno”. Meu nome é Lucio, não peço que se dirijam a mim formalmente, pois não sou mais do que um irmão de vocês. Guerreiros eu clamo por sua ajuda, avante Ventos do Norte!

Ouve grande alvoroço entre os presos muitos ficaram extremamente empolgados com as palavras de Lucio, mas em meio a multidão ouviu-se um grito ao qual todos calaram-se.

– Silencio! – disse uma voz grave e rouca entre os prisioneiros, era Murdock, o prisioneiro mais velho, por isso mantinha o maior respeito entre os mesmos –.

Saiu de seu acento a lateral e caminhou em direção ao centro onde estava Lucio, sobre o total silencio de todos ali.

– Boas palavras rapaz – embora Lucio já tivesse lá seus trinta e poucos anos, Murdock tinha a aparência de ser bem mais velho, a julgar pelo “rapaz” dito a Lucio – embora esteja questionando minha autoridade nesse local – em seguida encarou Lucio de tal forma que por milímetros suas testas não se encostaram –.

– Minha intenção não é de retirar vossa autoridade Murdock, se possível gostaria da ajuda de todos aqui, e quando digo isso digo todos mesmo, inclusive vossa excelência se possível – e respondeu o encarar de Murdock –.

Murdock manteve-se firme ao encarar Lucio.

– Vossa excelência? Sabe que eu gostei disso! Sir Lucio digamos que por ora tens meu respeito mas, no que eu puder irei ajudar. Que todos ouçam o que vou dizer, Sir Lucio tens a minha palavra de que todos aqui irão a onde tu fores. Lucio meus homens são seus homens.

Ao selarem o “acordo” com um aperto de mão. Ouve um grande alvoroço, uma extraordinária manifestação de euforia que os guardas vieram e com carga total obrigando a todos a voltarem as celas.

Quem é Quem?

20:10 @ 13/09/2009

No dia seguinte, ao serem levados novamente para o pátio, Lucio foi ao encontro de Murdock para obter mais informações para saber como proceder a partir dali. Conversaram inicialmente sobre nada muito importante, até chegarem aonde Lucio queria levou certo tempo. Mas a espera valeu à pena, além de ganhar um pouco mais a confiança de Murdock conseguiu, ele ganhou coisas muito importantes, informações.

- Murdock, sei que vossa Excelência – já que ele gostou de assim ser chamado – é o mais velho daqui, então imagino que saiba muito sobre os residentes de Diablerie por assim dizer certo?

- Sim eu sei! – percebendo que o que Lucio queria era uma resposta mais aprofundada sobre cada tipo mental das pessoas ali– Veja aqueles ali – e apontou em uma direção –.

- Os guardas? – perguntou Lucio –.


- Sim eles mesmos. Nos os chamamos de “Carniçais”. O mau que eles representam é tão penetrante e ao mesmo tempo extremamente irritante, que eu não consigo evitar de vê-los em todos os lugares. Nosso desejo é levar esses canibais sanguinários a sua Morte Final, mas esse é um caminho longo e difícil no qual poucos se atrevem a se aventurar. Até agora claro.

- Você pertence a que região de T’Charr? - perguntou Lucio que andou pegando um pouco da mania de curiosidade de Elion, esse por sinal estava ao lado dos dois apenas para ouvir a conversa entre os dois lideres dos prisioneiros -.

- Assim como você pertenço aos Ventos do Norte, mas por razões que desconheço fui banido de minha terra e obrigado a me mudar de região. O lugar mais próximo que encontrei abrigo foi numa aldeia nos Ventos do Oeste. Após um tempo estourou uma guerra entre os Ventos do Norte e do Sul, as duas maiores potencias por assim dizer do Reino de T’Charr. Seu Rei Auroon do Palácio de Iryonn pediu ajuda à Faustos do Palácio de Tsamunyn rei do Oeste. Porém Shagrath do Palácio de Kyasid o rei do Sul pediu auxilio à Louren do Palácio de Candrack a rainha do Leste. Ambos os reis aceitara o apelo. Eu fui convocado a lutar ao lado da região a qual fui expulso, e em uma das batalhas fui feito prisioneiro dos homens de Shagrath.

-Imagino o quanto isso deve ter sido doloroso para você! Peço desculpas em nome de meu rei.

-Lucio como você mesmo disse vamos deixar de lado as formalidades, não estamos em nenhuma corte, mas sim em Diablerie. Mas vamos continuar com o perfil dos habitantes deste residencial – ambos deram risada – Aqueles ali – e apontou em uma nova direção – são do grupo “De Liberti” são uma espécie de terroristas, estão dispostos a dar a vida literalmente falando por um motivo que eles julguem importante, seu poder é considerável e suas mentes incompreensíveis, haverá a mesma chance deles nos destruírem quanto deles destruírem os “Carniçais” e não por causa de uma aliança ou objetivo maior que pudéssemos conjecturar. É melhor que por ora eles fiquem isolados.

- Seguindo essas características sou obrigado a concordar em deixá-los por um bom tempo isolados. – Concordou Lucio –Mas continue.

- Aqueles são os “Tandrack”, os magos daqui. Um bando multiforme, poderoso e, em ultima analise, olvidáveis. Eles se mantém reclusos e tem suas próprias preocupações e eu não posso dizer que os invejo. Aqueles ali mais a direita, não os conheço mas pelo jeito que se comportam, eu os chamo de “Fadas” – ambos deram risadas, afinal a situação e o modo como Murdock se pronuncia e o modo como esses homens se comportam se torna uma situação visivelmente hilária – Esses seres cruzam o nosso caminho com mais freqüência do que imaginamos. Um dos legados da forma peculiar de magia que eles controlam é que eles devem nos deixar em paz, como acontece na maioria das vezes, ou destruir nossa espécie na maioria das conflagrações. Esses “Fadas” são tão aleatórios quanto o vento. Aqueles ali mais pro centro, os mais jovens, são conhecidos aqui como “Krorns” esses ai são um problema, são crianças mimadas, mas não completamente destituídas de méritos. Está certo que eles ainda se impressionam facilmente, ainda são jovens o bastante para serem moldados conforme o modo de pensar dos outros. Contanto é claro que ele saiba contornar sua vulgaridade e estupidez, o que eles possuem em abundância.

Partilhando Pesadelos

10:51 @ 14/09/2009

Do nosso canto, vemos dois contendores, antes inimigos, agora aliados, buscando alianças para o intento maior.

 

Somos Magister, aqui nos chamam “Tandrack”.... as fadas.

 

Nosso mestre é cativo, e para acompanhá-lo em sua prisão, preferimos permanecer igualmente cativos neste antro de perversões. Nosso poder é grande, juntos podemos derrubar os muros losodos de  Diablerie, mas ppor hora apenas vigiamos.

 

Por ordem de nosso lider, permanecemos passivos.

Eu sou Phagoon, segunda ordenada de K´Nar Riss, supremos sacerdote do povo da magia.

 

Já são muitas luas que nosso mestre se deixou capturar, e se permite prender nas galerias inferiores dessa prisão.

Descobrimos qua aliança do Norte mantem a familia de K´Nar Riss prisioneira em algum lugar, com certeza protgegido por encantamento pois nem nossos videntes mais poderosos conseguiram encontrar.

 

Pensamentos de ódio.

 

- Minha Senhora Phagoon ?

Volto meus pensamentos á triste realidade, e me deparo com Crellir, um joven magister.

- Diz, irmão. O que posso fazer por ti.

 

- Minha Senhora notou os novos cativos á esse pesadelo?

- Sim notei, perceba que ate mesmo os pesadelos podem ser partilhados,

  vê, o maior... é prisioneiro antigo, antes mesmo de nossa chegada.

 

- Que falam aquelas linguas?

Olho para Crellir que acena um sorrizo abrandado.

 

- Não consegues saber? Invoca um feitico e pede ao vento para trazer-nos o som das vozes.

- Perdoe-me Mestre Phagoon, essas malditas coleiras......

Olho para o pescoço de Crellir, o metal prateado se fechando em torno. Havia esquecido por instantes do selo magico que nos prendia. Todos os Magister receberam o maldito selo, usado em outras eras para aprisionar os seres mágicos, impedindo-lhes o uso de seus poderes.

 

Entendendo a frustação de meu joven irmão, ajoelhei-me, sendo seguido por ele.

 

-Ensinarte-ei um truque!

Coloca tua mão direita ao chão e ergue a esquerda ao céu. – O joven sem entender o fez.

 

- Agora concentra e conjura um encanto de união, fundindo teus sentidos á mãe terra e ao amigo vento.  – Crellir fecha os olhos e balbucia alguns sons inaudiveis, uma pequena aura azul se destaca em torno de suas mãos.

Preocupo-me em cobri-lo com meu corpo para que os guardas não nos veja, pois o castigo a isso pode ser severo.

 

O joven fica ofegante.

 

- Lady Phagoon, não consigo......esta tudo..... caos, muitos sons.....

-Concentração meu joven, domine seus pensamentos, olhe para os dois e concentre-se.

 

O Magister, de subito para, e seus olhos brilham, por instantes..... ele houve.

 

“ ...“Carniçais”. O mau que eles representam....irritante,  eu não consigo evitar .......lugares. ... é levar esses canibais ...Morte Final .....pertenço aos Ventos do Norte... fui banido de minha terra  ...encontrei abrigo foi numa aldeia nos Ventos do Oeste. Após um tempo estourou uma guerra ... do Norte e do Sul, as duas ... por assim dizer do Reino de T’Charr. Seu Rei Auroon do Palácio de Iryonn pediu ajuda à Faustos do Palácio de Tsamunyn rei do Oeste. Porém Shagrath do Palácio de Kyasid o rei do Sul pediu auxilio à Louren do Palácio de Candrack a rainha do Leste. ... o apelo. Eu fui ... região a qual fui expulso, e em ... fui feito prisioneiro dos homens de Shagrath.”

 

Noto que Crellis esta em extase, e me apresso em parar o encantamento.

Seguro sua mão que esta ao ar cobrindo-a com a minha, isso faz com que a ligação magica se disperse, ao mesmo tempo em que molho sua mão que esta na terra com um pouco de agua, isso desfaz o encantamento de terra.

 

Nesse instante os olhos do joven se apagam e ele cai de ombros, buscando folego, como se tivesse corrido por grandes distancias.

- E então, consegui?

- Com um sorrizo nos labios, ele apenas me diz.

- Fuga.

 

 

Ao termino do encantamento, Murdock percebe a movimentação e reconhece que aquilo foi um movimento ao qual apenas os “Fadas” poderiam fazer, pois são poucos os seres mágicos que estão ali, mas ele já imaginava que Phagonn já tivesse dado um jeito de driblar o encantamento do colar. Lucio ficou sem entender até que Murdock explicou que o colar impede os seres que possuem magia de usarem a mesma dentro dos muros de Diablerie.

- Então tu estas a me dizer que aqui dentro não é possível usufruir de magia por causa desses colares? – perguntou Lucio com um ar de ter uma carta na manga.

- É isso mesmo! – respondeu Murdock percebendo que Lucio planejava algo – Mas só afeta aqueles que estão com o colar, ou melhor, com as coleiras. Não tem efeito algum aos que estão em volta.

- Então já tenho em mente o que irei fazer!

Ao final do terceiro dia todos estavam impacientes, pois já estavam a acreditar que as palavras de Lucio não passaram de meras lorotas, como já era de se esperar por alguns presos.

No quarto dia Lucio e Murdock se encontraram novamente para poderem conversar, mais perceberam a inquietação de seus parceiros.

- Precisamos agir, e logo. – Disse Lucio preocupado.

- Como assim nós? Tu inventaste toda esta história de fuga, eu disse que colaboraria, não disse que iria criar uma rota de fuga... o plano é seu, não meu!

Lucio já esperava uma ação daquele tipo de Murdock.

- Tenho que dar um jeito de causar uma distração nos “Carniçais”, para que não me vejam conjurando feitiços aos quais fui treinado. – Murdock olhou com uma feição estranha para Lucio, seu olhar parecia dizer “como um cavaleiro conjura feitiços?”

- Pois é meu amigo, sei que parece muito estranho um cavaleiro utilizar magia, mas para a sua surpresa e a de todos eu fui treinado por uma Bruxa.

Logo Lucio tratou de reunir todos ali para poderem mais uma vez conversar seus últimos momentos como animais trancafiados.

- Meus nobres guerreiros, saibam que hoje é o nosso grande dia. Hoje cavalgaremos ao longo do rio de lagrimas sangrentas, os pedaços de aço nas mãos dos “Carniçais” que eles chamam de espada não terão capacidade de nos deter,nós Marcharemos e honraremos nossos irmãos vitimas dos planos malignos de Shagrath! Nós cruzaremos os lagos das florestas santas, para alcançar o oceano onde as ondas vermelhas dominam, o  rei negro esta indo em direção dos Ventos do Norte,esta é a hora... ele tem que ser parado. Dev...

Antes que terminasse alguns “Krorns” começaram com um grande manifesto de exaltação para Lucio, os guardas ouviram de longe os gritos “Saudações, Saudações... Bravo mestre cavaleiro!” “Marcharemos segundo o seu comando” “Estamos do seu lado para deter Shagrath”
Murdock reparou na movimentação dos guardas ao longo de todo pátio, então antes que a confusão se tornasse pior do que poderia se tornar Murdock tomou uma atitude:

-Blasfêmia! Como ousa profanar o nome de Shagrath com suas palavras infames Cavaleiro do Norte? – gritou Murdock para os quatro ventos.

Lucio e os demais não entenderão a atitude de Murdock. Logo em seguida Murdock avançou com tudo para cima de Lucio, que desviou do ataque de corpo de Murdock lançando-o para sua direita, porém não foi rápido o bastante para se desviar do soco de esquerda que veio em seguida com Murdock girando seu tronco para a direita e soltando com toda a força seu braço sobre o peito de Lucio. Lucio ao receber o golpe foi lançado direto para a parede, que se situava ao sul do pátio. Isso acarretou num conflito geral. Lucio enfim compreendeu a atitude de Murdock. Murdock sabia que havia os que acreditavam mais nele e outros que acreditavam mais em Lucio, se houvesse uma rivalidade entre os dois lideres, consequentemente haveria  uma grande rivalidade entre os presos, e se ambos fossem para o combate corpo a corpo os presidiários de Diablerie se sentiriam no dever de degladiarem entre si,o que causaria um grande tumulto, e então os guardas não iriam ver o que Lucio estava a fazer.

Lucio comessou a desenhar um circulo ao seu redor no chão de terra, dentro do circulo vários outros desenhos que pareciam ser símbolos mágicos, ao terminar Lucio colocou ambas as mãos no chão e aclamou por sua mestra:

- Sei que não tenho o direito de lhe pedir nada como tu me disseste no passado, mas venho invocar-lhe porque preciso de ajuda, não para mim, mas para as pessoas inocentes que aqui estão pelo desejo maléfico de Shagrath. Turanyn eu exijo vossa ajuda em meio a esta batalha para que muitas outras batalhas possam ser vencidas. Em troca peço perdão pelos erros que cometi contra vos no passado, eu lhe devo e lhe ofereço minha dignidade.

Em seguida recitou algumas palavras que as quais todos desconheciam, alem do mais ninguém iria prestar atenção no que o cavaleiro estava a falar, pois estavam concentrados na batalha. Inclusive os “Carniçais” estavam a se divertir com a cituação que até mesmo se esqueceram de Lucio ao fundo da confusão, tanto porque não dava para enxergá-lo. Ao final de suas palavras uma silhueta luminosa se formou em sua frente, era a figura de um homem de cabelo longo, orelhas pontiagudas, e de altura mediana, empunhando uma espada luminosa assim como ele. Aos poucos a luz foi se apagando e Lucio foi reconhecendo a figura. Aquele que estava a sua frente era o elfo que foi designado por Turanyn a cuidar de seus pais.

- Olá Lucio! Finalmente nos reencontramos. Por que demorou tanto a nos chamar? – Disse o elfo com ma voz calma e mansa, o que o tornava praticamente confiável a primeira vista – Bem isso já não importa, anda pegue isto... esta é a espada conhecida como Lumier - do circulo onde estava Lucio surgiu uma espada Montante de aproximadamente um metro e oitenta,com sessenta centímetros de largura de lamina prateada e muito reluzente, seu cabo todo detalhado em dourado, do meio do cabo saia um dragão que cortava todo o meio da espada. Então sem pensar muito Lucio, entendeu o recado e empunhou a espada segurando-a com ambas as mãos e tomando impulso, atacou o muro com uma certa distancia, passou-se segundos e o muro não passava de escombros no chão, a espada nem se quer relou no muro de pedra, apenas o ar lançado a partir dela foi forte o suficiente para aniquilar todo um lado do muro. Logo os “Carniçais” compreenderam o que estava a acontecer realmente e os presidiários também. Agora aqueles que estavam lutando uns contra os outros, se ajudavam mutuamente como irmãos a lutar contra os guardas. Agora que o muro estava no chão era possível ver Abigail a Elemental da Água, no ar sustentado sobre um feiche de água que vinha desde o mar abaixo do penhasco.

- Turanyn ouviu seu apelo Sir Lucio! Porem nos mandou em seu lugar para que pudéssemos o ajudar. – disse Abigail descendo de sua ponte de água entre os escombros do muro.

- Lembrem-se do que eu vos disse a três dias  “mesmo que cegos ao longo de nosso caminho, devemos continuar sábios e bravos diante de uma ultima nevasca, devemos nos guiar através dos escombros de pedra a onde a luz penetrará em meio a penumbra do Sul, uma nova dimensão devemos encarar alem desses portões”. Pois bem, eu cumpri com a minha parte agora é a vez de vocês cumprirem com a sua “como dragões sagrados dominam os céus e encantam os meus olhos, voem alem desta colina, passeiem no vento. Por tanto digo aos guardas de Diablerie “ Tomem cuidado! Para vocês tudo a partir de agora pode esconder o inferno”. Iniciou-se uma batalha que será lembrada durante gerações com glória pelos Ventos do Norte. No meio da batalha, muitos prisioneiros haviam morrido, assim como também vários guardas, porém já estava na hora de partir. Abigail conjurou um dragão de água a partir das águas do mar, Dorian o Elfo lança um feitiço de vôo da fera mágica. Ambos correm para a criatura, porém Lucio decide que vai ficar para lutar como prometeu. Mas Murdock intervem em sua decisão. Murdock o pega pelo braço e diz:

- Não posso permitir que se sacrifique por nós, q deixe seu reino por um sacrifício que não vai te levar a nada! Você deve ir com eles!

- Não posso. Prometi a essas pessoas que ficaria para ajudá-las. Não posso simplesmente abandona-las nessa hora.

- Lucio olha só, escuta bem o que tenho para lhe falar,por que você acha que todos estão lutando aqui e agora ao invés de aproveitar o buraco que você fez no muro para fugirem? Acha que é por algum motivo de honra ao porque querem marcar seu nome na historia? A resposta para tudo isso é porque eles querem lutar e morrer aqui mesmo, não pelo fato de descontarem todos os castigos de volta aos “Carniçais”, mas porque já não tem nenhuma novidade no mundo fora destes muros para nenhum de nós. Já fizemos tudo oque queríamos fazer, já vimos tudo o que tinha para ver, conhecemos todas as mulheres e roubamos tudo o que queríamos roubar – Murdock soutou uma leve risada para Lucio – Vai cavaleiro, este não é o seu lugar. Fique tranqüilo com relação a mim, mesmo que eu escape daqui em pouco tempo estaria em algum lugar igual a este ou pior, sempre fui criado com a filosofia de aprender a lutar bêbado para quando arrumar encrenca a noite não levar a pior. De tudo que eu já fiz ainda estou vivo e muito bem, pessoas iguais a esses guardas que tentaram me deter pro inferno mandei, com esses não vai ser diferente.

-Mesmo que eu queira não consigo saltar na altura e na distancia onde eles estão.

- Eu sei. E quem disse que você teria que saltar?

Então Murdock agarrou Lucio pelo braço e o girou uma vez para pegar impulsão em seguida o lançou na reta do dragão de água onde Abigail e Dorian o esperavam. A Distancia e a altura não os impediram  de ouvir as palavras de Murdock para os guardas:

- Tremei diante de minha presença seus porcos imundos. Espero que amem muito esta terra pois daqui ninguém irá sair. Ouviram bem seu vermes nojentos? Ninguém – olhou para Lucio uma ultima vez, e repetiu – , ninguém – e se voltou para os guardas novamente.

Conforme o dragão ia saindo de perto eles perceberão que os músculos de Murdock foram se aumentando de uma maneira absurda. Então Lucio exclamou:

- Aquilo é o Sac...

- Sim Lucio, é o sacrifício heróico – interrompeu Dorian –, é um recurso utilizado por grandes guerreiros apenas como ultimo recurso, ele declara aos Deuses que irá realizar o sacrifício heróico, então sua força aumenta absurdamente, para poder derrotar o inimigo. Porem o guerreiro paga um preço muito auto n...

- No final do combate o guerreiro perde a vida mesmo que ele elimine o adversário, ou seja, de qualquer forma nunca mais iremos ver Murdock. – falou Lucio inconformado com a perda de Murdock –.

De tudo isso resta o ódio como herança, nada de esperança, só mais uma historia e que não acaba aqui.

FUGA

00:22 @ 26/09/2009

                                              

Dentro da prisão sobrou o monge inconformado com a morte de Murdock e da partida do seu amigo Lucio, Elion revoltado com esses acontecimentos olha para o céu e diz:

---Bersek!

   Ele invoca 4 esferas azuis rapidamente elas começam a rodar muito rápido dando uma impressão que em volta do Elion à uma argola azul, ao mesmo tempo 2 guardas vão em sua direção, o monge fecha seus olhos a senti a presença dos 2 guardas e faz suas esferas saírem do seu corpo rodando rapidamente criando um portal,ele entra no portal caindo fora da prisão.O Elion diz para si próprio:

---Porcausa deste portal terei que esperar um longo tempo para usá-lo de novo!Estava guardando energia para usar em um caso mais critico, mas não pensei de tanta revolta que eu estava.

  Elion entra em uma floresta ao sul da prisão, andando meio fraco sem energia para se defender ou atacar naquele estante, então o monge Elion estava com sua guarda aberta podendo ser atacado a qualquer estante!

  Naquele momento os guardas saem da prisão procurando fugitivos nos arredores do castelo. O monge Elion não agüentando mais andar se deita perto de uma arvore e dorme durante horas e horas.

O Encontro

00:27 @ 26/09/2009

Quando ele abre os seus olhos ele vê curativos em sua barriga e uma linda moça ao seu lado rezando com um terço e sussurrando fazendo com que Elion não se incomode com a sua voz, o monge assustado diz:

---Quem é você? Porque está fazendo isso?

A linda moça diz:

---Oi... Meu nome é Rose sou um Sacerdote do reino do Oeste, meu dever é ajudar sempre pessoas feridas, essa é a minha missão!

Elion meio assustado diz:

---Nossa se não fosse você eu não sei se estaria vivo neste momento... Muito obrigado!

Rose envergonhada diz:

---Não foi nada só estou fazendo a minha missão, estava passando indo para o Norte a procura de meu irmão.

Elion curiosamente diz:

---Um... Como é o seu irmão?

Rose diz:

---Ele é um Elfo Guerreiro da Luz! Ele foi convocado a lutar ao lado de uma bruxa e servir ao reino do Norte.

Elion surpreso diz:

---Eu estou indo para o Norte também... Estou a procura de um amigo que serve para uma bruxa, acho q estamos falando da mesma bruxa... Sabe o nome dela?

Rose espantada diz:

---Thunaryn! Nunca vou esquecer este nome, ela chantageou meu irmão para ele se unir a ela.

Elion diz:

---Então podemos ir juntos para o Norte, vamos fazer uma bela dupla!

Rose animada diz:

---Vamos sim!

   Então Elion e Rose rapidamente se levantam  e foram para o Norte pela floresta, caminhando durante dias e dias...


Ataque Surpresa

00:40 @ 26/09/2009

Elion cansado com a jornada diz:

---Estamos a 4 horas dos Ventos do Norte

Rose cautelosamente diz:

---Hum...espere! estou ouvindo algo.

  

Havia algo se mexendo nas arvores a esquerda de Rose, Elion rapidamente vá em direção ao lugar especifico, surge das arvores um troll de 3,70m saindo uma saliva grossa e gosmenta de sua boca, o troll vê o monge Elion a 60cm de distancia de você e o ataca seguindo seus instintos  feroz, Rose rapidamente puxa um cajado desenhando um octagrama em direção do Elion e diz:

---Brokel!!

   Surge um escudo em volta de Elion o protegendo do ataque feroz do troll, Elion aproveita o desperdício do ataque do troll deixando com a guarda aberta, Elion sem muita energia invoca apenas 1 esfera de energia e diz:

---Azura!


   Fazendo a esfera perfurar o peito do troll rapidamente, Rose olha aquela habilidade do Elion e se surpreende e diz:

---Nossa eu sinto sua energia dentro de mim, isso nunca aconteceu comigo!

   Elion espantado com que Rose disse e diz:

---Isso é mesmo esquisito...

   Então Elion e Rose continuaram sua jornada aos Ventos do Norte depois de 4 horas andando tensamente Elion e Rose chega à entrada do Reino.

Rei de Ranoko

21:04 @ 30/09/2009


Ao sul da prisão de Diablerie existia uma pequena vila chamada Ranoko seu era um  tirano chamado Ravock, ele tinha sede de poder e tentava dominar as vilas maiores ao qualquer custo.

Um dia após a fuga de Elion e Lucio, os boatos de seus incríveis poderes foram espalhados por toda a região em volta da prisão. O rei Ravock ficou sabendo  de seus incríveis poderes  assim os quis como escravos, para que eles o ajudassem a dominar aldeias maiores, então ele disse ao seu capitão do batalhão:

- Quero esses dois como escravos da minha vila, reúna o batalhão de guardas e vão busca-los para min!

Então o capitão respondeu:

- Como vossa alteza mesmo sabe os poderes deles são surpreendentes, nos sozinhos não conseguiremos captura-los.

O rei Ravock pegou uma espada e arrancou a cabeça do capitão dizendo:

- Eu não te perguntei se vocês vão conseguir eu os quero aqui!

Logo após matar o capitão ele disse algumas palavras com um tom sarcástico:

- Você tinha razão nosso batalhão não seria capaz de capturar eles sozinho, terei que recorrer ao Apocaliptica.

Apocaliptica

21:17 @ 30/09/2009


Apocaliptica era um grupo formado por quatro irmãos, Morcan o mais velho, líder do grupo, Threvor e Dimitri os irmãos do meio e Sauron o mais novo, suas roupas eram sobretudos negros que cobriam desde metade de seus rostos até os pés. Eles eram descendentes de um clã poderoso que vivia em uma vila próxima de Ranoko, essa vila chamava-se Marrock que foi completamente dizimada anos atrás.

Esses homens quando tinham em torno de cinco a dez anos viviam em Morrock. Em uma tarde resolveram sair para brincar na floresta, ao voltar pela noite encontraram sua vila queimando e toda a sua família assassinada. Os garotos sem saber o que fazer e completamente atordoados apenas adormeceram sobre os corpos de sua família.

No dia seguinte acordaram com o exercito do rei Ravock olhando para eles, o capitão do batalhão sabendo de suas descendências resolveu levá-los para que o rei visse os garotos.

Ao chegar ao castelo o rei já sabia da existência dos garotos e então veio a encontro deles. O rei disse aos garotos que quem avia destruído Marrock foi uma vila maior e que eles deveriam treinar e tornarem-se fortes para que pudessem defender Ranoku, e para o que havia acontecido com sua vila não acontecesse a mais ninguém.

Os jovens revoltados e cheios de ódio em seu coração resolveram treinar e tornarem-se fortes para ajudar as vilas pequenas.

 

Ao crescerem esses mesmos homens tornaram-se fiéis e ao receber o chamado do rei Ravock foram rapidamente até seu encontro para saber do que se tratava.

 

Ravock os recebeu e disse:

 

-Apocalíptica tenho uma missão para vocês, quero que encontrem e capturem o monge Elion e o guerreiro Lucio, e os tranque em nossas masmorras, isso servira de grande ajuda na defesa de nossa vila.

Morcan respondeu friamente:

 

-Não demoraremos mais que dois dias em nossa missão.

 

Morcan decidiu separar apocalíptica em dois grupos, um ele e Threvor que foram atrás de Elion e no outro Dimitri e Sauron buscando capturar Lucio.

 

 

 

Passou-se um dia, Elion e Rose estavam descansando na floresta, já era noite e as estrelas estavam belas aquele dia, foi então que Elion resolveu chamar Rose para passear a luz das estrelas.

Estavam os dois ali a passear e podia sentir-se um clima de romance no ar, já trazido desde a luta contra o troll.

Ao caminhar pela floresta Elion percebe a presença de alguém e avisa Rose:

- Rose tem alguém aqui, tome muito cuidado!

Antes de terminar a frase eis que surge Morcan e Threvor, rapidamente Elion os vê e pergunta:

- Quem são vocês e o que querem!

Morcan sem demonstrar sentimento e com um olhar frio nos olhos apenas diz:

- Você és monge Elion?

Elion responde nervoso:

- Sou sim mais quem são vocês?

Morcan apenas responde a Elion:

Você vira conosco agora senão teremos que te matar.

Elion irritado e querendo se mostrar para Rose invoca apenas uma esfera, a mesma que derrotou o troll, e joga numa velocidade surpreendente na direção de Morcan.

Morcan não se meche e mostra se quer um sentimento ou reação, apenas olha com um olhar frio para Elion. Quando a esfera esta a poucos sentimentos de Morcan ele apenas levanta uma das mãos e segura a esfera e apenas com o apertar dos dedos ele destrói a esfera como se nada tivesse acontecido.

 

Elion assustado com a velocidade e força dos homens, invoca as outras três esferas, carrega força total e grita para Rose:

- Corra Rose eu tentarei atrasá-los!

Nesse mesmo momento Rose desesperada corre para trás sem ao mesmo pensar. Morcan olha para Threvor e direciona seu olhar na direção de Rose.

Threvor da um salto na direção de Rose em tanta velocidade que parece ter desaparecido. Elion mesmo com força total apenas pode sentir a presença de Threvor passando por ele com um “raio”, mais naquela velocidade Elion na poderia fazer nada.

Threvor aparece na frente de Rose, ela tromba nele e cai no chão, Threvor a segura pelo pescoço e a levanta do chão apenas com uma das mãos. E diz:

 

-Monge patético se entregue ou ela morrera.

 Elion desespera-se e fica em duvida se luta com o homem e deixa Rose morrer, ou se entrega e salva a vida de Rose. Então Elion toma uma decisão, para sua energia e entrega-se aos homens. Morcan aparece rapidamente na frente do monge e com apenas um golpe o deixa inconsciente.

Após pegar Elion ele diz para Threvor:

- Largue essa garota inútil ela não nos serve para nada.

Threvor a joga em uma arvore e ela fica inconsciente. Então Morcan e Threvor vão embora levando o monge Elion.

 

Amanhecendo, em uma floresta distante de onde Elion teria sido capturado estava Lucio descansando perto de um lago, mais com sua espada em mãos caso algo acontecesse, e por acaso seus companheiros não estavam ali por perto. Lucio bebia água quando percebeu que dois homens o observavam, então levantou e disse em voz alta:

- Seja quem forem mostrem suas faces, posso sentir suas presenças!

Nesse momento a alguns metros de distância aparece à figura de Dimitri e Sauron, Lucio logo diz:

- Quem são vocês, e o que querem comigo?

Dimitri responde da mesma forma fria de seus irmãos:

- Viemos capturar você apenas venha conosco e não terá problema algum.

Então Lucio com um olhar mais sério responde:

- Esse será o primeiro e único aviso, vão embora ou terei que matar vocês.

Dimitri e Sauron não se mechem e olham para Lucio com cara de desprezo. Nesse momento Lucio faz o mesmo movimento que usou para destruir as paredes da prisão, e o deslocamento de ar que sai de sua espada e vai à direção de Dimitri e Sauron destrói uma grande parte da floresta. Mais mesmo assim Dimitri e Sauron apenas desviam em alta velocidade, mais devido a um descuido de Sauron ele acaba machucando seu braço no ataque de Lucio.

Então Dimitri logo tenta disfarçar o machucado de seu irmão e tenta capturar Lucio rapidamente, por que sabia que se mais alguém estivesse ali ele e seu irmão machucado não conseguiriam vencer os inimigos, então resolve dizer:

- Guerreiro Lucio desista, seu amigo Elion já foi capturado, você não conseguira escapar!

Dimitri disse isso a fim de fazer Lucio desistir, por que sabia que Lucio era amigo de Elion e estava à procura dele, e por tanto iria querer reencontrá-lo.

Isso funcionou por que Lucio sabendo que Elion estava capturado entregou-se por que essa era a única chance de encontrar seu amigo e o salvar de onde estava preso.

Dimitri chegou perto de Lucio  deixou-o inconsciente e o levou com eles. No caminho para Ranoko Dimitri comenta com Sauron:

-Tenha mais cuidado irmão, sei que você é mais novo e por isso é o mais fraco, mais em uma batalha não podemos nos descuidar, um ataque daqueles poderia ter te matado.

Quando Dimitri e Sauron chegaram a Ranoku seus irmãos já os aguardavam na entrada e quando se reuniram levaram Lucio e Elion direto para as masmorras e os deixaram trancafiados lá.