Um cheirinho de alecrim
08:43 @ 17/01/2008
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Um cheirinho de alecrim
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Bom chá de alecrim pra você!!!
texto postado na rede aquarina por Maristela em 15/01/2008
Blog do grupo terapiafloraldeminas@grupos.com.br
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Um cheirinho de alecrim
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Bom chá de alecrim pra você!!!
texto postado na rede aquarina por Maristela em 15/01/2008
MOMENTO DA TERAPIA FLORAL NO BRASIL
Queridos Amigos,
Queremos compartilhar com vocês os desafios que a terapia floral enfrenta
atualmente no Brasil.
Acreditamos de maneira muito positiva que atravessarmos todos juntos o momento
que se apresenta nos levará a alcançar novos patamares da nossa singular
abordagem de cura profunda, através desses maravilhosos elixires que guardam as
forças vivas da natureza.
Sentimos que esta crise é um chamado para nos unirmos mais uma vez e através do
esclarecimento e da atitude, gerarmos ancoramento e construirmos uma estrutura
que garanta a liberdade e expressão plena da terapia floral, para todos os que
desejarem se beneficiar desta modalidade de cura e de manutenção da saúde.
Estamos verdadeiramente criando e fortalecendo o lugar da terapia floral em
nosso país.
Desafios que partem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
As farmácias que são, em vários lugares do Brasil, os pontos de maior acesso da
população às essências florais, receberam, nesse segundo semestre de 2007, a
notícia de uma nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (ANVISA).
É chamada RDC 67 (antiga 214) e estabelece que todo produto preparado em
farmácias magistrais (ou seja, farmácias de manipulação - homeopáticas ou não)
só poderá ser aviado mediante prescrição de profissional habilitado.
Profissionais habilitados a prescrever em nosso país são apenas médicos,
veterinários e odontologistas.
Isso então, exclui a indicação de florais pelos terapeutas florais e impede
também a auto-indicação das pessoas que já estão acostumadas a escolher florais
para si e familiares e mandar preparar nas farmácias.
Importante lembrar que atualmente médicos são proibidos pelo Conselho Federal de
Medicina de prescreverem florais.
Com a implementação dessa nova RDC 67 os agentes de saúde, terapeutas florais,
naturólogos, enfermeiros e outros profissionais assim como a população em geral
serão impedidos de exercer seu direito de indicar e solicitar o preparo de
qualquer floral composto ou não, em uma farmácia.
Na seqüência, as farmácias foram notificadas de nova Consulta Pública (CP) da
ANVISA de número 69 que proíbe a comercializaçã
não sujeitas às normas da Vigilância Sanitária, o que se aplica aos florais.
Isso retiraria completa e definitivamente o acesso às essências florais de
enorme parte da população brasileira.Essa CP 69 se transformará em nova RDC (com
força de lei) em breve, se permitirmos.
Desafios que partem do Conselho Federal de Farmácia
Como reação às medidas da ANVISA, o Conselho Federal de Farmácia (CFF)
mobilizou-se para criar uma resolução que defina o âmbito profissional de
atuação do farmacêutico magistral (ou seja farmacêutico que faz manipulação).
Neste documento os farmacêuticos reivindicam para si a exclusividade do preparo
dos florais.
Isso excluiria mais uma vez os terapeutas florais e muitos que estão acostumados
a ter em casa os vidros de estoque de seus florais favoritos para preparar os
vidros de uso para si mesmos e para seus familiares.
Esta proposta do CFF será colocada em consulta pública no website do CFF
(www.cff.org.
seguida, no dia 21 será votada pela plenária dos Conselheiros Federais do CFF.
Na tentativa de garantir esta exclusividade para o farmacêutico, a proposta
apresentada ao CFF pela Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas
(ABFH), além de incluir o preparo (manipulação) de florais como âmbito privativo
(exclusivo) do farmacêutico, sugere uma definição de fitofármacos que abrange os
florais.
Dessa maneira florais serão tidos como medicamento, o que impediria qualquer
contestação judicial, uma vez que manipulação de medicamentos é mesmo privativa
de farmacêuticos e, sendo assim, de prescrição exclusiva apenas de médicos,
odontologistas e veterinários.
A preparação de florais deve ser mantida livre, acessível a todos
l Florais não podem ser considerados medicamentos. As essências florais
são elixires sutis que despertam, fortalecem em nós qualidades, dons, virtudes
(bondade, alegria, coragem, desapego, capacidade de perdoar, amor incondicional,
etc...), que vivem na dimensão da alma de cada um, trazendo-as à consciência e
para expressão através da personalidade, à medida que as situações da vida nos
desafiam. Uma essência floral é a impressão ou o registro, guardado na água, da
força anímica singular de uma determinada planta, que é coletada geralmente
através de infusão solar de suas flores em água mineral. Em outras palavras, a
água retém a informação das propriedades sutis de cura da planta%
Respirar bem é fator fundamental para promover e manter a saúde. Dentre as várias patologias que afetam o sistema respiratório está a Rinite Alérgica.
A Rinite Alérgica constitui uma das mais comuns afecções que atingem as vias aéreas superiores do aparato respiratório. Caracteriza-se por reações alérgicas decorrentes da hipersensibilidade que algumas pessoas têm à determinadas substâncias (alérgenos), que vão provocar inflamação na mucosa nasal. Alérgenos são substâncias que sensibilizam o organismo, causando reações alérgicas. Geralmente são substâncias vivas ou derivados delas. É a fração protéica do alérgeno que provoca a sensibilização e estimula a produção de anticorpos alérgicos (reaginas) culminando nos sintomas.Os mais comuns são: pó domiciliar, ácaros, fungos, barata, animais domésticos, pólens e sementes oleagenosas. As principais manifestações clínicas da Rinite Alérgica são: prurido, espirros, secreção nasal aquosa e congestão nasal. Em 20% dos casos, há ainda a presença da asma.
Os poucos estudos realizados nos Estados Unidos da América, na Inglaterra e País de Gales, na Dinamarca e no Brasil, dão conta de que a sua incidência fica em torno de 10 a 20%, e que a primeira manifestação da doença ocorre normalmente na segunda e terceira década de vida.
Os sintomas da Rinite Alérgica não são "exclusivos" dela, podendo se apresentar em outros tipos de rinites e distúrbios do sistema respiratório como a gripe e o resfriado. Esse fato pode levar a um diagnóstico errôneo, daí a necessidade de conhecê-la melhor.
Raramente aparece em lista de mortalidade, mas pode, em decorrência da repetição dos sintomas e/ou de maior gravidade dos mesmos, possibilitar afecções mais severas no sistema respiratório como um todo, abrindo espaço para outras patologias mais graves e limitantes.
As Rinites Alérgicas são classificadas em sazonal e perene.
A primeira caracteriza-se pela apresentação e repetição dos sintomas na estação ou estações onde gramíneas, árvores e arbustos liberam grande quantidade de pólen. Os sintomas principais são espirros, prurido, rinorréia aquosa, congestão e coceira nasal, lacrimejamento e encarniçamento dos olhos, comichão da orelha, do palato e da garganta, tosse e, algumas vezes, abafamento da audição e perda do olfato e do paladar.
A Rinite perene não tem época especifica para se manifestar. É desencadeada por substâncias alérgenas tais como pó doméstico, ácaros, pelos de animais domésticos, baratas e fungos. Os sintomas - crônicos e persistentes - são os mesmos da forma sazonal, embora geralmente de menor gravidade. Este fato, não raro, leva as pessoas que deles sofrem, a confundí-los com os sintomas da sinusite e dos resfriados recidivantes.
A congestão nasal normalmente é mais pronunciada e o prurido ocular menos freqüente. O espirro é mais acentuado quando a pessoa se levanta e/ou à noite.
Nas complicações mais graves freqüentemente pode surgir a sinusite aguda e/ou os pólipos nasais. Pode vir acompanhada de respiração bucal, olheiras, ronco, abaulamento de pirâmide nasal, linha transversal na região dorsal do nariz (provocada pelo ato de coçar) e outros "tiques".
O tratamento da Rinite Alérgica pela medicina tradicional (alopática) é efetuado através de orientações ao paciente para evitar o contato com os alérgenos e de prescrição de drogas medicamentosas. As drogas utilizadas são os anti-histamínicos, os simpaticomiméticos (descongestionantes), cromoglicato dissódico, os corticosteróides, brometo de ipratrópio, antibióticos e extratos alérgicos purificados (imunoterapia específica).
É um tratamento que atua apenas no controle dos sintomas, podendo provocar efeitos colaterais sérios. Além do mais, o paciente corre riscos de adquirir e/ou agravar doenças graves.
Um caminho para se obter eficiência e eficácia no tratamento das Rinites Alérgicas passa necessariamente pela compreensão das causas que levam a pessoa a desenvolver hipersensibilidade a determinadas substâncias (alérgenos).
À luz da Psicologia e da Psicossomática, a causa básica da Rinite Alérgica está na repressão de conteúdos psicoemocionais mal resolvidos. A maioria dos autores consultados crêem que o que desencadeia a crise alérgica é o conteúdo simbólico que o alérgeno carrega em si. Estas substâncias atuam apenas como "meras representantes" de áreas conflituosas da psique.
O pólen, assim como as sementes, simbolizam a fecundidade e a reprodução; pelos de animais, o amor (a despeito de sua característica animalesca, são macios e gostosos de sentir e pegar) e possuem conotação sexual; o pó domiciliar e a barata vão lembrar sujeira, falta de limpeza. Então, enquanto fatores alérgenos, estas substâncias representam simbolicamente os temas: AMOR, SEXUALIDADE, FERTILIDADE e a DIFICULDADE EM LIDAR COM OS "DEFEITOS INTERNOS".
Para os alérgicos, esses temas estão carregados de ansiedade. Infundem-lhes tanto temor e medo que são identificados como perigosos e, por isso, resistem psiquicamente contra o acesso destes à mente consciente. Da mesma maneira, a resistência física reage de forma agressiva contra seus representantes simbólicos externos: os alérgenos.
A agressividade é apontada, na quase totalidade da bibliografia que versa sobre a relação reações alérgicas/ emoções reprimidas, como o componente psíquico reprimido básico e comum a todos que desenvolvem processos alérgicos.
Pelo exposto, parece claro que o caminho para a cura da rinite alérgica passa necessariamente pela conscientização do conteúdo emocional que o rinítico resiste em contatar. Se os que sofrem com a rinite alérgica entrarem em contato com seus conteúdos emocionais reprimidos, trazerem-nos à consciência, assimilá-los e integrá-los, não necessitarão mais reagir excessivamente contra as substâncias que os representam.
É certo que um dos grandes benefícios da medicina alopática é o alívio rápido para os sintomas agudos e condições críticas, porém ela é quase ineficiente e ineficaz no tratamento de condições crônicas. Além do mais ela não se presta a tratar o reino dos pensamentos e das emoções.
Ao contrário, a Terapia com Essências florais enfatiza a mudança a longo prazo dentro do complexo corpo/mente. As essências florais, enquanto catalizadoras, tem a função de estimular o processo de transformação interior, fortalecendo a jornada consciente de cura.
Nos casos dos riníticos, o uso das essências florais vão ajudá-los no confronto com os componentes emocionais reprimidos, desencadeadores da reação alérgica, trazendo-os à consciência e criando assim, condições para poder elaborá-los e integrá-los de maneira equilibrada.
Por fim, cito algumas essências florais que podem ser indicadas às pessoas que sofrem desta doença para ajudá-las a entrarem em contato com as causas que as tornam hipersensíveis às substâncias, a priori, tão inocentes. Lembrando da necessidade de se analisar a história pessoal para concluir quais essências são pertinentes ao caso.
Para se trabalhar o tema agressividade: Scarlet Monkeyflower (cal.); Poison Oak (calif.). Para hipersensibilidade: Yarrow (cal.); Yarrow Special Fórmula (cal.); Corn (cal.); Agrimony (Bach); Walnut (Bach); Millefolium (Minas).
Essências que ajudam no alívio dos sintomas: Thyme (cal.); Jasmine (cal.) Star Jasmine (cal.) Manzanita (cal.) Eucalyptus (cal. e Minas); Wild Potato Bush (austr.); Macrocarpa (austr.); Artemísia (Minas); Crab Apple (Bach); Fuchsia (Minas); Bougainvilla (des.).
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Trecho, sobre Qualidade de Vida, extraído do Programa de Rádio Momento Floral de 10/06/02. |
A terapia floral como aliada no processo de harmonização nos distúrbios da chamada terceira idade
O médico inglês Dr. Edward Bach criou o método de cura através das flores, cujo efeito terapêutico foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1976. Baseado em seus estudos pioneiros, muitos outros pesquisadores ampliaram a terapêutica floral desenvolvendo novos Sistemas Florais que vieram somar-se ao Sistema de Bach, dentre eles vou destacar aqui apenas o Sistema Floral de Minas, desenvolvido pelos pesquisadores Breno e Ednamara Marques, em Itaúna (MG).
Segundo o Dr. Bach os remédios florais não seguem a lei da similitude – “semelhante cura semelhante” - princípio básico da Homeopatia. O princípio primordial da terapia com florais enfatiza o conceito alquímico da “união dos opostos”. Os florais estimulam uma determinada condição emocional por meio da experiência psicológica da polaridade. As essências florais atuam na alma humana, nos pensamentos e emoções, tratam do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas. Ele relacionou estados da alma com determinadas flores que, de forma segura e eficaz, são capazes de servir de elo entre a saúde emocional e a saúde física. Dessa forma “as essências florais são designadas para estimular um processo de consciência, geralmente iniciado por uma pronunciada conscientização de determinadas tendências da alma... Por exemplo, um indivíduo usando um remédio de flores contra o medo se tornará consciente de seu medo e também de uma qualidade análoga de coragem; a coragem alquimicamente se defronta com o medo até que uma transformação ocorra na alma.” Com a transmutação do medo em coragem, novas escolhas e mudanças surgem beneficiando a alma e a personalidade do indivíduo, e conseqüentemente sua saúde. A essência floral trabalha uma qualidade inerente à alma agindo como catalisador da consciência.
A Terapia floral é um sistema terapêutico destinado a equilibrar os estados desarmônicos do ser por meio de essências extraídas das flores. Na dimensão em que vivemos as flores são consideradas as partes mais evoluídas das plantas, nelas está contido o mais alto potencial de energia vital. Suas vibrações possuem a capacidade de restabelecer o equilíbrio dos nossos campos energéticos. Os florais atuam de forma profunda, sutil e gradativa, curando de “dentro para fora”, transmutando emoções e crenças negativas como o medo, a culpa, a insegurança, a apatia, a raiva, que acarretam e agravam as doenças.
Sabemos que os estados emocionais acima citados são muito comuns nos indivíduos da terceira idade, tanto em conseqüência de suas vivências cotidianas ao longo da existência, como em resultado de uma questão cultural onde o processo de envelhecimento é percebido como algo degradante que geram medo, inseguranças, perda de auto-estima, depressão, etc. Tais desequilíbrios emocionais vão desencadear quadros de doenças e processos degenerativos que se refletem fisicamente como falhas de memória, dores pelo corpo, fadiga, irritação, distúrbios de sono, entre outras coisas; as essências florais na medida em que promovem a harmonização de nossas emoções, ajudam a restabelecer o nosso fluxo de energia vital e conseqüentemente a saúde em nível físico.
Logo, o efeito dos florais não é o de suprimir os estados negativos, mas o de transformá-los nos seus opostos positivos. Ao agir dessa maneira faz com que o indivíduo crie o seu próprio potencial de cura. As doenças e o estado de infelicidade são decorrentes do modo como o indivíduo vê, sente e aceita o mundo que o rodeia. Enxergar o mundo de maneira positiva, feliz e construtiva é o caminho para evitar e combater as doenças.
(1) Kaminski, Patrícia. Flores que curam. TRIOM
(2) Bach, Edward. Cura-te a ti mesmo. Ed. Pensamento

Florais de Minas e os Meridianos da MTC
Modulo I
Data: 25 e 26 de agosto de 2007
Horário: das 9:00 hs às 18:00 hs (no sábado e no domingo).
Local: Instituto Acus Natus de Terapias Complementares
Informações e inscrições: Tatiana 3214008 /32725418/ 87474652
Objetivo: Trabalhar os 14 Meridianos propostos pela MTC através das essências florais e produtos dos Florais de Minas.
Ministrado por: Rodhrigo Campos (terapeuta em abordagens complementares e professor dos Florais de Minas- Itaúna - MG)
Programa:
1. Funcionamento dos 14 meridianos e seus princípios básicos fundamentais;
2. Relações dos meridianos com saúde holística;
3. Aplicação atípica das essências florais na medicina tradicional chinesa;
4. Floral de uso (manipulação, indicações, contra-indicações, tempo de tratamento, posologia e conservação);
5. Repertorização das essências florais e produtos dos Florais de Minas de acordo com os fundamentos de cada meridiano.
Investimento:
até dia 15/07 R0,00 ou 3 x R,00
até dia 15/08 R0,00 ou 2 x R,00
até dia 25/08 R0,00 a vista
INSCRIÇÕES ANTECIPADAS, DEVIDO A PREPARAÇÃO DOS CERTIFICADOS!
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Astrologia e Florais
Aliados Poderosos nos Processos de Harmonização do Ser
A Terapia com florais é um sistema terapêutico destinado a equilibrar os estados desarmônicos do ser por meio de essências extraídas das flores. Na dimensão em que vivemos as flores são consideradas as partes mais evoluídas das plantas, nelas está contido o mais alto potencial de energia vital. Suas vibrações possuem a capacidade de restabelecer o equilíbrio dos nossos campos energéticos. Os florais atuam de forma profunda, sutil e gradativa, curando de “dentro para fora”, transmutando emoções e crenças negativas como o medo, a culpa, a insegurança, a apatia, a raiva, que acarretam e agravam as doenças.
Nas últimas décadas o modelo determinista-materialista sofreu grandes transformações. O desenvolvimento da Física no século XX permitiu o surgimento da medicina “vibracional” ou “sutil”, e seus remédios. Assim tanto os florais como os medicamentos homeopáticos, já que considerados como pertencentes ao mesmo tipo de terapia, fazem parte dessa ampla classificação de remédios “vibracionais”ou “sutis”. Seus poderes provêm basicamente das forças e energias sutis que contém (obtidas por métodos únicos de preparo) e não das propriedades físico-bioquímicas dos seus componentes. Segundo o Dr. Richard Gerber (1) “é fundamentalmente nos níveis sutis que se originam a saúde e a doença. Esses sistemas singulares de energia são fortemente afetados por nossas emoções e nosso nível de equilíbrio espiritual, assim como por fatores ambientais e de nutrição”.
O médico inglês Dr. Edward Bach criou o método de cura através das flores, cujo efeito terapêutico foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1976. Segundo o Dr. Bach os remédios florais não seguem a lei da similitude – “semelhante cura semelhante” - princípio básico da Homeopatia. O princípio primordial da terapia com florais enfatiza o conceito alquímico da “união dos opostos”. Os florais estimulam uma determinada condição emocional por meio da experiência psicológica da polaridade. As essências florais atuam na alma humana, nos pensamentos e emoções, tratam do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas. O Dr. Bach relacionou estados da alma com determinadas flores que, de forma segura e eficaz, são capazes de servir de elo entre a saúde emocional e a saúde física. Dessa forma “as essências florais são designadas para estimular um processo de consciência, geralmente iniciado por uma pronunciada conscientização de determinadas tendências da alma ... Por exemplo, um indivíduo usando um remédio de flores contra o medo se tornará consciente de seu medo e também de uma qualidade análoga de coragem; a coragem alquimicamente se defronta com o medo até que uma transformação ocorra na alma.”(2) Com a transmutação do medo em coragem, novas escolhas e mudanças surgem beneficiando a alma e a personalidade do indivíduo, e consequentemente sua saúde. A essência floral trabalha uma qualidade inerente à alma agindo como catalisador da consciência.
Logo, o efeito dos florais não é o de suprimir os estados negativos, mas o de transformá-los nos seus opostos positivos. Ao agir dessa maneira faz com que o indivíduo crie o seu próprio potencial de cura. As doenças e o estado de infelicidade são decorrentes do modo como o indivíduo vê, sente e aceita o mundo que o rodeia. Enxergar o mundo de maneira positiva, feliz e construtiva é o caminho para evitar e combater as doenças. Citando Dr. Bach, “Certos males são causados por meios físicos diretos, tais como os associados à ingestão de substâncias tóxicas, acidentes, ferimentos e excessos cometidos, mas certamente a doença se deve a algum erro básico em nosso temperamento, a um estado desarmônico do ser ... a cura total vem de dentro de nós, da própria alma, pelo esforço espiritual e mental ... A saúde é uma herança nossa, nosso direito. É a completa e total união entre alma, mente e corpo...“. (3)
A astrologia e o sistema terapêutico descoberto pelo Dr. Bach baseiam-se num mesmo princípio: “assim com está em cima está embaixo”, o que significa que “o microcosmo da psiquê humana reflete o macrocosmo.” (4) Conforme Paracelso, médico e alquimista suíço, ”a fim de alcançar o verdadeiro significado da alquimia e da astrologia, é necessário ter uma clara concepção da íntima relação e identidade microcosmo com o macrocosmo, e sua interação. Todas as forças do Universo estão potencialmente presentes no homem e no seu corpo; todos os órgãos humanos nada mais são do que produtos e representantes dos poderes da Natureza”. Assim, astrologia e florais cuidam do ser humano de forma plena, vêem o homem sob uma ótica absolutamente semelhante. Dessa união surge, portanto, um instrumento terapêutico importantíssimo baseado no pressuposto de que saúde é a harmônica relação entre o microcosmo (o homem) e o macrocosmo (o Universo). O rompimento dessa relação seria a causa primordial da doença ou do seu agravamento.
A astrologia por meio do mapa natal apresenta as características do temperamento do indivíduo, as áreas de vulnerabilidade que causam dor e sofrimento, o que pode permitir que a doença, tanto emocional quanto física, piore ou se instale, daí a importância do uso dos florais. Os trânsitos e ciclos planetários detectam períodos de crise com antecedência. Deve-se ressaltar que esses chamados períodos de crise na verdade, se bem trabalhados, tornam-se períodos de crescimento, pois são as inevitáveis mudanças da vida. Considera-se crise “uma tentativa da natureza de efetuar mudanças através das leis cósmicas do universo... a crise procura romper velhas estruturas construídas sobre a negatividade... sem ela a transformação é impensável.” (5) Se o indivíduo viver no medo e nos estados negativos da alma termina por criar para si mais dor acabando por adoecer. A terapia com florais vai auxiliar na transmutação dessas emoções negativas trazendo as mudanças necessárias para que o ser se torne mais livre e saudável. Os relacionamentos podem ser mais bem compreendidos por meio da sinastria, e ao se conhecer os pontos vulneráveis ou de discórdia o uso das essências florais acaba por propiciar o devido equilíbrio à relação, seja entre casais, pais e filhos, etc.
Assim a astrologia e a os florais são ferramentas que colaboram eficientemente para a saúde do ser humano como um todo. Os estados negativos do ser “tão prontamente diagnosticados pela astrologia podem ser harmonizados com o uso dos remédios florais”. (6)
Fonte: Maria Júlia Guerra, terapeuta transpessoal, astróloga e numeróloga - Salvador Ba - Tel.: (71) 264-9852 / 247-6588 / 9126-9898
Notas:
(1) (1) Gerber, Richard. Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro. Ed. Cultrix
(2) (2) Kaminski, Patrícia. Flores que curam. TRIOM
(3) (3) Bach, Edward. Cura-te a ti mesmo. Ed. Pensamento
(4) (4) Grof, Stanislav. Psicologia do Futuro. Heresis
(5) (5) Pierrakos, Eva. O Caminho da Autotransformação. Ed. Cultrix
(6) (6) Cunningham, Donna. Plutão no seu Mapa Astrológico. Ed. Pensamento
Hypericum perforatum)
Chamada também de Erva de São João. Originária de praticamente toda a Europa e Ásia. Espécie do tipo arbusto. Utilizado na fabricação de defumadores de ambientes.
Uso: flores e folhas em infusão, tintura ou óleo.
Características medicinais: seus componentes químicos estimulam os órgãos digestivos, funcionando como remédio para feridas e úlceras. Possui também ação adstringente e estimulante da circulação sangüínea, além de poder ser usado como calmante auxiliar em casos de depressão. O chá contém propriedades a serem empregadas nos casos de insuficiência do fígado, má digestão, gota, reumatismo, doenças pulmonares, vermes intestinais, diarréias crônicas, insônia e nervosismo.
Ação interna: calmante, antidepressiva, antiirritante, contra diarréias e inflamações, sedativo, diurético suave, vermífugo e colagogo.
Ação externa: anti-séptico, adstringente, antiinflamatório e antiirritante.
Indicado: o uso interno é indicado para os casos de doenças pulmonares e das vias urinárias, insuficiência hepática, má digestão, gota, reumatismo, hemorróidas, diarréia crônica, insônia, nervosismo, depressão, acidez excessiva no estômago e vermes intestinais.
O uso externo é indicado para tratamento de feridas, úlceras e queimaduras.
Fitocosmético: banhos relaxantes e calmantes, no tratamento de peles e cabelos oleosos.
Contra indicação: pessoas diabéticas não devem utilizar-se do hipérico, e mulheres grávidas ou em fase de amamentação são aconselhadas a procurarem um médico antes de iniciar um tratamento com ela.
Mais Detalhes
Tratamento natural da depressão sem causar dependência química. Útil nos casos de insônia, apatia e cefaléia. Recomendado nos distúrbios emocionais leves, principalmente os da menopausa.
Fonte: PlantaseErvas