Grupos

Um cheirinho de alecrim

08:43 @ 17/01/2008

Um cheirinho de alecrim



Há dias em que tem-se a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro.
Tudo parece monótono e difícil e o coração FICA triste.
É a noite escura da alma.
Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando uma voz interior me disse:

- 'Você precisa tomar chá de alecrim!'

Fui ao jardim e lá estava nosso viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim.
Confesso que nunca liguei muito para ele.
Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e o servi em uma Linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando.
Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti enorme felicidade no coração.
Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria.
Aliás, o Nome alecrim já lembra alegria.
Resolvi pesquisar a respeito e - veja só que maravilha!

O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciado na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a 'Água da Rainha da Hungria', famosa solução rejuvenescedora.

Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota.
Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria.
O rei da Polônia chegou a pedi-la em casamento!
Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria.
Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo.
Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo.
Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado.
E uma melhor irrigação dos órgãos estimula o metabolismo.
Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão de Jesus que o tornou capaz de livrar-se do vício. Jesus lhe sugeria que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris.
O alecrim é digestivo e sudorífero.
Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intellectual
É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço mental e estafa; ainda para perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.
Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim:
Quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas.
O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice.
O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino.
Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas.
Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-Las.

'O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.
Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã.
Obrigada, gentil alecrim! - disse Maria.
Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando.
E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos.
Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria.'

 

Bom chá de alecrim pra você!!!


texto postado na rede aquarina por Maristela em 15/01/2008

MOMENTO DA TERAPIA FLORAL NO BRASIL

Queridos Amigos,
Queremos compartilhar com vocês os desafios que a terapia floral enfrenta
atualmente no Brasil.
Acreditamos de maneira muito positiva que atravessarmos todos juntos o momento
que se apresenta nos levará a alcançar novos patamares da nossa singular
abordagem de cura profunda, através desses maravilhosos elixires que guardam as
forças vivas da natureza.
Sentimos que esta crise é um chamado para nos unirmos mais uma vez e através do
esclarecimento e da atitude, gerarmos ancoramento e construirmos uma estrutura
que garanta a liberdade e expressão plena da terapia floral, para todos os que
desejarem se beneficiar desta modalidade de cura e de manutenção da saúde.
Estamos verdadeiramente criando e fortalecendo o lugar da terapia floral em
nosso país.

Desafios que partem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
As farmácias que são, em vários lugares do Brasil, os pontos de maior acesso da
população às essências florais, receberam, nesse segundo semestre de 2007, a
notícia de uma nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (ANVISA).
É chamada RDC 67 (antiga 214) e estabelece que todo produto preparado em
farmácias magistrais (ou seja, farmácias de manipulação - homeopáticas ou não)
só poderá ser aviado mediante prescrição de profissional habilitado.

Profissionais habilitados a prescrever em nosso país são apenas médicos,
veterinários e odontologistas.

Isso então, exclui a indicação de florais pelos terapeutas florais e impede
também a auto-indicação das pessoas que já estão acostumadas a escolher florais
para si e familiares e mandar preparar nas farmácias.
Importante lembrar que atualmente médicos são proibidos pelo Conselho Federal de
Medicina de prescreverem florais.

Com a implementação dessa nova RDC 67 os agentes de saúde, terapeutas florais,
naturólogos, enfermeiros e outros profissionais assim como a população em geral
serão impedidos de exercer seu direito de indicar e solicitar o preparo de
qualquer floral composto ou não, em uma farmácia.

Na seqüência, as farmácias foram notificadas de nova Consulta Pública (CP) da
ANVISA de número 69 que proíbe a comercialização ou a exposição de substâncias
não sujeitas às normas da Vigilância Sanitária, o que se aplica aos florais.
Isso retiraria completa e definitivamente o acesso às essências florais de
enorme parte da população brasileira.Essa CP 69 se transformará em nova RDC (com
força de lei) em breve, se permitirmos.

Desafios que partem do Conselho Federal de Farmácia
Como reação às medidas da ANVISA, o Conselho Federal de Farmácia (CFF)
mobilizou-se para criar uma resolução que defina o âmbito profissional de
atuação do farmacêutico magistral (ou seja farmacêutico que faz manipulação).
Neste documento os farmacêuticos reivindicam para si a exclusividade do preparo
dos florais.
Isso excluiria mais uma vez os terapeutas florais e muitos que estão acostumados
a ter em casa os vidros de estoque de seus florais favoritos para preparar os
vidros de uso para si mesmos e para seus familiares.
Esta proposta do CFF será colocada em consulta pública no website do CFF
(www.cff.org.br), do dia 14 ao dia 19 de novembro (bem durante o feriado) e em
seguida, no dia 21 será votada pela plenária dos Conselheiros Federais do CFF.

Na tentativa de garantir esta exclusividade para o farmacêutico, a proposta
apresentada ao CFF pela Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas
(ABFH), além de incluir o preparo (manipulação) de florais como âmbito privativo
(exclusivo) do farmacêutico, sugere uma definição de fitofármacos que abrange os
florais.
Dessa maneira florais serão tidos como medicamento, o que impediria qualquer
contestação judicial, uma vez que manipulação de medicamentos é mesmo privativa
de farmacêuticos e, sendo assim, de prescrição exclusiva apenas de médicos,
odontologistas e veterinários.


A preparação de florais deve ser mantida livre, acessível a todos
l Florais não podem ser considerados medicamentos. As essências florais
são elixires sutis que despertam, fortalecem em nós qualidades, dons, virtudes
(bondade, alegria, coragem, desapego, capacidade de perdoar, amor incondicional,
etc...), que vivem na dimensão da alma de cada um, trazendo-as à consciência e
para expressão através da personalidade, à medida que as situações da vida nos
desafiam. Uma essência floral é a impressão ou o registro, guardado na água, da
força anímica singular de uma determinada planta, que é coletada geralmente
através de infusão solar de suas flores em água mineral. Em outras palavras, a
água retém a informação das propriedades sutis de cura da planta%


             Respirar bem é fator fundamental para promover e manter a saúde. Dentre as várias patologias que afetam o sistema respiratório está a Rinite Alérgica.
             A Rinite Alérgica constitui uma das mais comuns afecções que atingem as vias aéreas superiores do aparato respiratório. Caracteriza-se por reações alérgicas decorrentes da hipersensibilidade que algumas pessoas têm à determinadas substâncias (alérgenos), que vão provocar inflamação na mucosa nasal. Alérgenos são substâncias que sensibilizam o organismo, causando reações alérgicas. Geralmente são substâncias vivas ou derivados delas. É a fração protéica do alérgeno que provoca a sensibilização e estimula a produção de anticorpos alérgicos (reaginas) culminando nos sintomas.Os mais comuns são: pó domiciliar, ácaros, fungos, barata, animais domésticos, pólens e sementes oleagenosas. As principais manifestações clínicas da Rinite Alérgica são: prurido, espirros, secreção nasal aquosa e congestão nasal. Em 20% dos casos, há ainda a presença da asma.
Os poucos estudos realizados nos Estados Unidos da América, na Inglaterra e País de Gales, na Dinamarca e no Brasil, dão conta de que a sua incidência fica em torno de 10 a 20%, e que a primeira manifestação da doença ocorre normalmente na segunda e terceira década de vida.
             Os sintomas da Rinite Alérgica não são "exclusivos" dela, podendo se apresentar em outros tipos de rinites e distúrbios do sistema respiratório como a gripe e o resfriado. Esse fato pode levar a um diagnóstico errôneo, daí a necessidade de conhecê-la melhor.
Raramente aparece em lista de mortalidade, mas pode, em decorrência da repetição dos sintomas e/ou de maior gravidade dos mesmos, possibilitar afecções mais severas no sistema respiratório como um todo, abrindo espaço para outras patologias mais graves e limitantes.
            As Rinites Alérgicas são classificadas em sazonal e perene.
A primeira caracteriza-se pela apresentação e repetição dos sintomas na estação ou estações onde gramíneas, árvores e arbustos liberam grande quantidade de pólen. Os sintomas principais são espirros, prurido, rinorréia aquosa, congestão e coceira nasal, lacrimejamento e encarniçamento dos olhos, comichão da orelha, do palato e da garganta, tosse e, algumas vezes, abafamento da audição e perda do olfato e do paladar.
             A Rinite perene não tem época especifica para se manifestar. É desencadeada por substâncias alérgenas tais como pó doméstico, ácaros, pelos de animais domésticos, baratas e fungos. Os sintomas - crônicos e persistentes - são os mesmos da forma sazonal, embora geralmente de menor gravidade. Este fato, não raro, leva as pessoas que deles sofrem, a confundí-los com os sintomas da sinusite e dos resfriados recidivantes.
           A congestão nasal normalmente é mais pronunciada e o prurido ocular menos freqüente. O espirro é mais acentuado quando a pessoa se levanta e/ou à noite.
Nas complicações mais graves freqüentemente pode surgir a sinusite aguda e/ou os pólipos nasais. Pode vir acompanhada de respiração bucal, olheiras, ronco, abaulamento de pirâmide nasal, linha transversal na região dorsal do nariz (provocada pelo ato de coçar) e outros "tiques".

             O tratamento da Rinite Alérgica pela medicina tradicional (alopática) é efetuado através de orientações ao paciente para evitar o contato com os alérgenos e de prescrição de drogas medicamentosas. As drogas utilizadas são os anti-histamínicos, os simpaticomiméticos (descongestionantes), cromoglicato dissódico, os corticosteróides, brometo de ipratrópio, antibióticos e extratos alérgicos purificados (imunoterapia específica).
            É um tratamento que atua apenas no controle dos sintomas, podendo provocar efeitos colaterais sérios. Além do mais, o paciente corre riscos de adquirir e/ou agravar doenças graves.
           Um caminho para se obter eficiência e eficácia no tratamento das Rinites Alérgicas passa necessariamente pela compreensão das causas que levam a pessoa a desenvolver hipersensibilidade a determinadas substâncias (alérgenos).
          À luz da Psicologia e da Psicossomática, a causa básica da Rinite Alérgica está na repressão de conteúdos psicoemocionais mal resolvidos. A maioria dos autores consultados crêem que o que desencadeia a crise alérgica é o conteúdo simbólico que o alérgeno carrega em si. Estas substâncias atuam apenas como "meras representantes" de áreas conflituosas da psique.
              O pólen, assim como as sementes, simbolizam a fecundidade e a reprodução; pelos de animais, o amor (a despeito de sua característica animalesca, são macios e gostosos de sentir e pegar) e possuem conotação sexual; o pó domiciliar e a barata vão lembrar sujeira, falta de limpeza. Então, enquanto fatores alérgenos, estas substâncias representam simbolicamente os temas: AMOR, SEXUALIDADE, FERTILIDADE e a DIFICULDADE EM LIDAR COM OS "DEFEITOS INTERNOS".
Para os alérgicos, esses temas estão carregados de ansiedade. Infundem-lhes tanto temor e medo que são identificados como perigosos e, por isso, resistem psiquicamente contra o acesso destes à mente consciente. Da mesma maneira, a resistência física reage de forma agressiva contra seus representantes simbólicos externos: os alérgenos.
            A agressividade é apontada, na quase totalidade da bibliografia que versa sobre a relação reações alérgicas/ emoções reprimidas, como o componente psíquico reprimido básico e comum a todos que desenvolvem processos alérgicos.
             Pelo exposto, parece claro que o caminho para a cura da rinite alérgica passa necessariamente pela conscientização do conteúdo emocional que o rinítico resiste em contatar. Se os que sofrem com a rinite alérgica entrarem em contato com seus conteúdos emocionais reprimidos, trazerem-nos à consciência, assimilá-los e integrá-los, não necessitarão mais reagir excessivamente contra as substâncias que os representam.
           É certo que um dos grandes benefícios da medicina alopática é o alívio rápido para os sintomas agudos e condições críticas, porém ela é quase ineficiente e ineficaz no tratamento de condições crônicas. Além do mais ela não se presta a tratar o reino dos pensamentos e das emoções.
             Ao contrário, a Terapia com Essências florais enfatiza a mudança a longo prazo dentro do complexo corpo/mente. As essências florais, enquanto catalizadoras, tem a função de estimular o processo de transformação interior, fortalecendo a jornada consciente de cura.
            Nos casos dos riníticos, o uso das essências florais vão ajudá-los no confronto com os componentes emocionais reprimidos, desencadeadores da reação alérgica, trazendo-os à consciência e criando assim, condições para poder elaborá-los e integrá-los de maneira equilibrada.
           Por fim, cito algumas essências florais que podem ser indicadas às pessoas que sofrem desta doença para ajudá-las a entrarem em contato com as causas que as tornam hipersensíveis às substâncias, a priori, tão inocentes. Lembrando da necessidade de se analisar a história pessoal para concluir quais essências são pertinentes ao caso.
Para se trabalhar o tema agressividade: Scarlet Monkeyflower (cal.); Poison Oak (calif.).
Para hipersensibilidade: Yarrow (cal.); Yarrow Special Fórmula (cal.); Corn (cal.); Agrimony (Bach); Walnut (Bach); Millefolium (Minas).
Essências que ajudam no alívio dos sintomas: Thyme (cal.); Jasmine (cal.) Star Jasmine (cal.) Manzanita (cal.) Eucalyptus (cal. e Minas); Wild Potato Bush (austr.); Macrocarpa (austr.); Artemísia (Minas); Crab Apple (Bach); Fuchsia (Minas); Bougainvilla (des.).

 

Qualidade de Vida

10:36 @ 17/10/2007

Trecho, sobre Qualidade de Vida, extraído do Programa de Rádio Momento Floral de 10/06/02.

...As essências florais promovem sim uma melhora em nossa qualidade de vida.

E Qualidade de Vida, é um estilo de vida.

Onde incluímos amor, o belo, a felicidade, o bom humor, o equilíbrio, a harmonia em nossas ações, em nossos relacionamentos, em nossos pensamentos, em nossos sentimentos.

Quando colocamos o melhor de nós naquilo que fazemos, ao mesmo tempo em que reconhecemos que existem múltiplas coisas que podemos fazer e que nos fazem felizes, e além de tudo fazemos alguma coisa dentre essas que amamos , estamos com certeza no caminho da qualidade de vida.

Existem aspectos, externos e internos a respeito da qualidade de vida.

Os externos são todos aqueles que nos põem em contato com o mundo, nossos relacionamentos, nossa profissão, o lugar onde moramos, como nos transportamos de um lugar para o outro. Também está correlacionado ao TER.

Sê temos dinheiro, um plano de saúde, uma casa, se temos as roupas que gostamos, como é nossa aparência.

Os aspectos internos são aqueles ligados ao SER.

E isto tem a ver com senso de quem sou, senso de propósito de vida, e também com nossos pensamentos, e sentimentos sobre nós mesmos, e sobre a vida. Quando em nós predominam sentimentos tais como amor, auto estima, otimismo, serenidade, paciência, tolerância, alegria, vivemos um bem estar emocional, quando vivenciamos predominantemente sentimentos de dor, dúvida, vazio existencial, tédio, egoísmo, orgulho, inveja, raiva, mágoa ou ressentimento, surgem os conflitos internos, o mal estar emocional.

A qualidade de vida depende do relacionamento que nós temos conosco mesmo, em primeiro lugar. E neste ponto ela nos fala mais sobre a importância do SER do que do TER.

Como agimos e reagimos diante do mundo é uma decorrência direta do nosso mundo interno e de nosso relacionamento conosco mesmo.

Quando desejamos não apenas melhora na qualidade de vida, mas que a vida passe realmente a ser significativa, e se transforme definitivamente numa vida de qualidade elevada, precisamos reconhecer e mudar nosso mundo interno para melhor.

Aqui as essências florais exercem papel importante, por auxiliarem ao homem a se abrir para uma escuta interna, e se auto descobrir, ajudando-o a lidar com o stress e com a ansiedade, com os medos e inseguranças comuns às fases de mudança e transformação. Além de haverem muitas diferentes essências florais que estimulam a determinação, que ajudam a encontrar um estado de espírito onde se possa relaxar, onde se possa encarar a situação sem tanta rigidez ou inflexibilidade, dando uma sensação de leveza, e adaptabilidade, por exemplo.

Para termos uma qualidade de vida real, algumas coisas são essenciais:

1. DESCOBRIR QUEM SOMOS.

2. ASSUMIRMOS RESPONSABILIDADE PELAS NOSSAS VIDAS.

3. ACEITARMOS O MOMENTO PRESENTE E AS MUDANÇAS DA VIDA.

4. DESCOBRIRMOS NOSSO PROPÓSITO DE VIDA.

5. CRIARMOS METAS - TRABALHANDO E APRENDENDO A NOS ENTREGARMOS, A NOS RENDERMOS AOS DESÍGNIOS DE NOSSAS ALMAS E DE DEUS.

6. E POR FIM APRENDERMOS A RECEBER, A DOAR E A SERVIR.

Algumas pessoas tentam criar metas novas de vida, para viverem melhor, sem, todavia, saberem direito quem são, quais suas reais capacidades e limitações. Claro que estas metas tendem a não serem alcançadas, porque na maioria das vezes são inadequadas. Isto gera grande frustração, decepção para conosco mesmo, sentimentos de menor valia e de incapacitação.

Portanto, o princípio de tudo deve ser descobrir quem somos.

E é preciso olhar para dentro para descobrir. Refletir, meditar, analisar, perguntar curiosamente. Num exercício diário, e constante.

Sair do automático, das reações automáticas frentes às situações.

Temos pelo menos dois diferentes níveis internos para conhecer e analisar, quando nos propomos nos auto descobrir.

Um nível é o da personalidade O outro é o nível da alma, nossa essência.

Apesar de eu diferi-los em 2 níveis distintos, eles estão intrinsecamente interligados, conectados.

Tendo sempre em mente que:

Todos, todos somos, seres criados por Deus. Somos espíritos imortais, uma centelha do Divino, e que neste nível temos potenciais ilimitados, qualidades, dons, talentos, ilimitados, e que precisam ser descobertos, desenvolvidos, para serem expressos pela personalidade.

Temos uma alma imortal, expressando-se através de uma personalidade, que às vezes se torna muito distante daquilo que realmente somos.

Vou explicar melhor:

Digamos que nossa alma seja uma onda do mar com todas as suas gotas de água marinha, com o movimento de ir e vir, e que a personalidade apareça no momento em que a onda está em contato com a areia da praia. Neste momento em que a onda do mar toca os grãos de areia, imaginemos que ela sentisse-os e se identificasse tanto com eles que desejasse ser como eles, e passasse a tentar ser rígida ao invés de ser fluída, tentasse ficar estática ao invés de em movimento, e porque havia esquecido de que é onda do mar, desejasse ser areia.

Este é um caminho de frustração, de dor, de raiva e de doença.

Ou seja, em contato com o mundo social, primeiro com nossos pais, ou com quem nos criou, depois com irmãos, com a família, com os professores, colegas de escola, de turma, de trabalho, com a mídia, permitimo-nos sofrer pressões e interferências diversas, e passamos a agir para nos sentimos aceitos. Fazemos concessões contrárias a quem somos, em favor do que achamos que o mundo, que nossos pais, professores, amores, filhos, esperam de nós, perdemos assim contato com quem somos, com o que gostamos. Por outro lado, a sociedade ocidental é extremamente alienante, usa de subterfúgios para fugir de si, do encontro consigo mesmo.

Seria bom que todos pudessem marcar um encontro, eu diria o maior encontro de suas vidas, com seu maior e eterno amor. Consigo mesmo.

E que se possa ir até o seu próprio Eu, preparado para se apaixonar, para se encantar, para descobrir o seu melhor, e o seu pior, devemos ir sem medo, para nos entregarmos ao amor.

Entregue-se sem medo para você mesmo.

Torne-se seu melhor amigo, seu maior confidente. Sua mãe e seu pai.

Existem ferramentas que podem lhe ajudar a fazer isso.

Você pode querer usar algumas essências florais.

Pode lançar mão do uso da meditação, muito valiosa para descobrir quem somos de verdade.

Os tratamentos psicológicos são outra das ferramentas.

A reflexão, a auto análise, sem críticas, também.

Conversar com um bom amigo, sobre si, também.

Ao olharmos para dentro de nós percebendo, sentindo quem somos, verdadeiramente, podemos fazer uma faxina interna, jogando fora aquilo que não nos serve mais.

Inicia-se aqui um tempo de Libertação e Perdão.

Este não precisa ser um processo doloroso, mas ele implica em desapego. Quando mais nos identificamos com nossas mágoas, quanto mais achamos que nossa mágoa e raiva são parte intrínseca de quem somos, mais difícil é esse processo. E mais doloroso também.

Coloco o perdão dentro do processo de auto descobrimento, porque ao nos auto conhecermos verdadeiramente, vemos que a raiva, a mágoa, o ódio, são reações até naturais, quando nos identificamos demais com as atitudes dos outros, ou com as atitudes nossas. Mas elas não são o que somos, são reações nossas. E podemos nos desapegar delas, como nos desapegamos de um sapato velho, que machuca nosso pé e que não nos serve mais.

Este é um tempo necessariamente de auto perdão.

Quando temos um relacionamento mais amoroso conosco mesmo, fazemos escolhas melhores, mais felizes, mais saudáveis para nossas vidas, e a qualidade de vida, pode surgir.

O inverso é verdadeiro, quanto menos nos queremos bem, mais auto destrutivos nos tornamos, e pior se torna nosso viver.

Os florais são sempre úteis nos processos de perdão.

Você pode querer preparar uma fórmula de florais para lhe dar suporte para esta jornada de auto conhecimento e perdão, ou ainda querer usar uma única essência de cada vez.

Normalmente as fórmulas de floral são usadas por 30 dias, e depois se verifica a necessidade de se modificar ou não as essências escolhidas.


Um breve entendimento sobre a raiva.

A raiva é uma das várias reações do ser humano a uma situação de estresse, mas também pode ser a ponte para futuras preocupações, como crescentes problemas de saúde. Esse e outros desdobramentos de uma importante pesquisa foram apresentados pelo psiquiatra Redford Williams durante o congresso da Isma (International Stress Management Association) ocorrido em Porto Alegre. Autor de "Anger Kills and Lifeskills" (algo como "a raiva mata as habilidades da vida"), o pesquisador --formado pela Universidade Yale, atualmente professor de psiquiatria e de ciências do comportamento e diretor do centro de pesquisa nessa área da Universidade Duke, na Carolina do Norte-- detalha suas investigações sobre o papel de fatores de ordem psicossocial para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e outras enfermidades relacionadas à raiva.

O pesquisador vem se concentrando especialmente em averiguar que variáveis genéticas tornam determinadas pessoas mais propensas a adoecer em decorrência da exposição a um excesso de estresse. "O uso de critérios genéticos deve melhorar a sensibilidade e a especificidade com que os clínicos podem identificar os indivíduos com o risco mais elevado e, portanto, com maior probabilidade de se beneficiar de intervenções comportamentais", justifica, no material do congresso.

Também na pauta de Williams estão estudos sobre mecanismos que levam a hostilidade a evoluir para a adoção de comportamentos de risco (fumo, alto consumo de álcool, descontroles emocionais etc.) e a ocasionar mudanças no corpo humano (como em relação à pressão arterial, ao sistema imunológico e ao metabolismo).

Precisamos aumentar nossa consciência em relação ao que pensamos e  sentimos ao vivenciarmos situações desgastantes no cotidiano, e por conseguinte, avaliarmos essas reações acerca destas situações e então termos comportamentos mais construtivos. Não deixe a RAIVA lhe controlar, controle-a.


Por Rogério Pires
Terapeuta e Psicoterapeuta Holístico.

A terapia floral como aliada no processo de harmonização nos distúrbios da chamada terceira idade

 O médico inglês Dr. Edward Bach criou o método de cura através das flores, cujo efeito terapêutico foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1976. Baseado em seus estudos pioneiros, muitos outros pesquisadores ampliaram a terapêutica floral desenvolvendo novos Sistemas Florais que vieram somar-se ao Sistema de Bach, dentre eles vou destacar aqui apenas o Sistema Floral de Minas, desenvolvido pelos pesquisadores Breno e Ednamara Marques, em Itaúna (MG).

 Segundo o Dr. Bach os remédios florais não seguem a lei da similitude – “semelhante cura semelhante” - princípio básico da Homeopatia. O princípio primordial da terapia com florais enfatiza o conceito alquímico da “união dos opostos”. Os florais estimulam uma determinada condição emocional por meio da experiência psicológica da polaridade. As essências florais atuam  na alma humana, nos pensamentos e emoções, tratam do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas. Ele relacionou  estados da alma com determinadas flores que, de forma segura e eficaz, são capazes de servir de elo entre a saúde emocional e a saúde física. Dessa forma “as essências florais são designadas para estimular um processo de consciência, geralmente iniciado por uma pronunciada conscientização de determinadas tendências da alma... Por exemplo, um indivíduo usando um remédio de flores contra o medo se tornará consciente de seu medo e também de uma qualidade análoga de coragem;  a coragem alquimicamente se defronta com o medo até que uma transformação ocorra na alma.” Com a transmutação do medo em coragem, novas escolhas e mudanças surgem beneficiando a alma e a personalidade do indivíduo, e conseqüentemente sua saúde. A essência floral trabalha uma qualidade inerente à alma agindo como catalisador da consciência.

A Terapia floral é um sistema terapêutico destinado a equilibrar os estados desarmônicos do ser por meio de essências extraídas das flores. Na dimensão em que vivemos as flores são consideradas as partes mais evoluídas das plantas, nelas está contido o mais alto potencial de energia vital. Suas vibrações possuem a capacidade de restabelecer o equilíbrio dos nossos campos energéticos. Os florais atuam de forma profunda, sutil e gradativa, curando de “dentro para fora”, transmutando emoções e crenças negativas como o medo, a culpa, a insegurança, a apatia, a raiva, que acarretam e agravam as doenças.

Sabemos que os estados emocionais acima citados são muito comuns nos indivíduos da terceira idade, tanto em conseqüência de suas vivências cotidianas ao longo da existência, como em resultado de uma questão cultural onde o processo de envelhecimento é percebido como algo degradante que geram medo, inseguranças, perda de auto-estima, depressão, etc. Tais desequilíbrios emocionais vão desencadear quadros de doenças e processos degenerativos que se refletem fisicamente como falhas de memória, dores pelo corpo, fadiga, irritação, distúrbios de sono, entre outras coisas; as essências florais na medida em que promovem a harmonização de nossas emoções, ajudam a restabelecer o nosso fluxo de energia vital e conseqüentemente a saúde em nível físico.

Logo, o efeito dos florais não é o de suprimir os estados negativos, mas o de transformá-los nos seus opostos positivos. Ao agir dessa maneira faz com que o indivíduo crie o seu próprio potencial de cura. As doenças e o estado de infelicidade são decorrentes do modo como o indivíduo vê, sente e aceita o mundo que o rodeia. Enxergar o mundo de maneira positiva, feliz e construtiva é o caminho para evitar e combater as doenças.

(1)     Kaminski, Patrícia. Flores que curam. TRIOM

(2)     Bach, Edward. Cura-te a ti mesmo. Ed. Pensamento

Florais de Minas e os Meridianos da MTC

Modulo I



Data: 25 e 26 de agosto de 2007             

Horário:  das 9:00 hs às 18:00 hs  (no sábado e no domingo).

Local: Instituto Acus Natus de Terapias Complementares

Informações e inscrições: Tatiana  3214008 /32725418/ 87474652

Objetivo: Trabalhar os 14 Meridianos propostos pela MTC através das essências florais e produtos dos Florais de Minas.

Ministrado por:
Rodhrigo Campos (terapeuta em abordagens complementares e professor dos Florais de Minas- Itaúna - MG)
Programa:

1.      Funcionamento dos 14 meridianos e seus princípios básicos fundamentais;

2.      Relações dos meridianos com saúde holística;

3.      Aplicação atípica das essências florais na medicina tradicional chinesa;

4.      Floral de uso (manipulação, indicações, contra-indicações, tempo de tratamento, posologia e conservação);

5.      Repertorização das essências florais e produtos dos Florais de Minas de acordo com os fundamentos de cada meridiano.

Investimento:

 até dia 15/07 R0,00  ou 3 x R,00

 até dia 15/08  R0,00 ou 2 x R,00

 até dia 25/08 R0,00 a vista

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS, DEVIDO A PREPARAÇÃO DOS CERTIFICADOS!

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Astrologia e Florais

14:33 @ 28/06/2007

Astrologia e Florais
Aliados Poderosos nos Processos de Harmonização do Ser

A Terapia com florais é um sistema terapêutico destinado a equilibrar os estados desarmônicos do ser por meio de essências extraídas das flores. Na dimensão em que vivemos as flores são consideradas as partes mais evoluídas das plantas, nelas está contido o mais alto potencial de energia vital. Suas vibrações possuem a capacidade de restabelecer o equilíbrio dos nossos campos energéticos. Os florais atuam de forma profunda, sutil e gradativa, curando de “dentro para fora”, transmutando emoções e crenças negativas como o medo, a culpa, a insegurança, a apatia, a raiva, que acarretam e agravam as doenças.

Nas últimas décadas o modelo determinista-materialista sofreu grandes transformações. O desenvolvimento da Física no século XX permitiu o surgimento da medicina  “vibracional” ou “sutil”, e seus remédios.  Assim tanto os florais como os medicamentos homeopáticos, já que considerados como pertencentes ao mesmo tipo de terapia, fazem parte dessa ampla classificação de remédios “vibracionais”ou “sutis”. Seus poderes provêm basicamente das forças e energias sutis que contém (obtidas por métodos únicos de preparo) e não das propriedades físico-bioquímicas dos seus componentes. Segundo o Dr. Richard Gerber (1) “é fundamentalmente nos níveis sutis que se originam a saúde e a doença. Esses sistemas singulares de energia são fortemente afetados por nossas emoções e nosso nível de equilíbrio espiritual, assim como por fatores ambientais e de nutrição”.

O médico inglês Dr. Edward Bach criou o método de cura através das flores, cujo efeito terapêutico foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1976. Segundo o Dr. Bach os remédios florais não seguem a lei da similitude – “semelhante cura semelhante” - princípio básico da Homeopatia. O princípio primordial da terapia com florais enfatiza o conceito alquímico da “união dos opostos”. Os florais estimulam uma determinada condição emocional por meio da experiência psicológica da polaridade. As essências florais atuam  na alma humana, nos pensamentos e emoções, tratam do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas. O Dr. Bach relacionou  estados da alma com determinadas flores que, de forma segura e eficaz, são capazes de servir de elo entre a saúde emocional e a saúde física. Dessa forma “as essências florais são designadas para estimular um processo de consciência, geralmente iniciado por uma pronunciada conscientização de determinadas tendências da alma ... Por exemplo, um indivíduo usando um remédio de flores contra o medo se tornará consciente de seu medo e também de uma qualidade análoga de coragem;  a coragem alquimicamente se defronta com o medo até que uma transformação ocorra na alma.”(2) Com a transmutação do medo em coragem, novas escolhas e mudanças surgem beneficiando a alma e a personalidade do indivíduo, e consequentemente sua saúde. A essência floral trabalha uma qualidade inerente à alma agindo como catalisador da consciência.

Logo, o efeito dos florais não é o de suprimir os estados negativos, mas o de transformá-los nos seus opostos positivos. Ao agir dessa maneira faz com que o indivíduo crie o seu próprio potencial de cura. As doenças e o estado de infelicidade são decorrentes do modo como o indivíduo vê, sente e aceita o mundo que o rodeia. Enxergar o mundo de maneira positiva, feliz e construtiva é o caminho para evitar e combater as doenças.  Citando Dr. Bach, “Certos males são causados por meios físicos diretos, tais como os associados à ingestão de substâncias tóxicas, acidentes, ferimentos e excessos cometidos, mas certamente a doença se deve a algum erro básico em nosso temperamento, a um estado desarmônico do ser ...  a cura total vem de dentro de nós, da própria alma, pelo esforço espiritual e mental ... A saúde é uma herança nossa, nosso direito. É a completa e total união entre alma, mente e corpo...“. (3)

A astrologia e o sistema terapêutico descoberto pelo Dr. Bach baseiam-se num mesmo princípio: “assim com está em cima está embaixo”, o que significa que “o microcosmo da psiquê humana reflete o macrocosmo.” (4) Conforme Paracelso, médico e alquimista suíço, ”a fim de alcançar o verdadeiro significado da alquimia e da astrologia, é necessário ter uma clara concepção da íntima relação e identidade microcosmo com o macrocosmo, e sua interação. Todas as forças do Universo estão potencialmente presentes no homem e no seu corpo; todos os órgãos humanos nada mais são do que produtos e representantes dos poderes da Natureza”. Assim, astrologia e florais cuidam do ser humano de forma plena, vêem o homem sob uma ótica absolutamente semelhante.  Dessa união surge, portanto, um instrumento terapêutico importantíssimo baseado no pressuposto de que saúde é a harmônica relação entre o microcosmo (o homem) e o macrocosmo (o Universo). O rompimento dessa relação seria a causa primordial da doença ou do seu agravamento.

A astrologia por meio do mapa natal apresenta as características do temperamento do indivíduo, as áreas de vulnerabilidade que causam dor e  sofrimento, o que pode permitir que a doença, tanto emocional quanto física, piore ou se  instale, daí a importância do uso dos florais. Os trânsitos e ciclos planetários detectam períodos de crise com antecedência. Deve-se ressaltar que esses chamados períodos de crise na verdade, se bem trabalhados, tornam-se períodos de crescimento, pois são as inevitáveis mudanças da vida. Considera-se crise “uma tentativa da natureza de efetuar mudanças através das leis cósmicas do universo... a crise procura romper velhas estruturas construídas sobre a negatividade... sem ela a transformação é impensável.” (5) Se o indivíduo viver no medo e nos estados negativos da  alma  termina por criar para si mais dor acabando por adoecer. A terapia com florais vai auxiliar na transmutação dessas emoções negativas trazendo as mudanças necessárias para que o ser se torne mais livre e saudável. Os relacionamentos podem ser mais bem compreendidos por meio da sinastria, e ao se conhecer os pontos vulneráveis ou de discórdia o uso das essências florais acaba por propiciar o devido equilíbrio à relação, seja entre casais, pais e filhos, etc.

Assim a astrologia e a os florais são ferramentas que colaboram eficientemente para a saúde do ser humano como um todo. Os estados negativos do ser “tão prontamente diagnosticados pela astrologia podem ser harmonizados com o uso dos remédios florais”. (6)

 

Fonte: Maria Júlia Guerra, terapeuta transpessoal, astróloga e numeróloga - Salvador Ba - Tel.: (71) 264-9852 / 247-6588 / 9126-9898

 

Notas:

(1)  (1)  Gerber, Richard. Medicina Vibracional - Uma Medicina para o Futuro. Ed. Cultrix

(2)  (2)  Kaminski, Patrícia. Flores que curam. TRIOM

(3)  (3)  Bach, Edward. Cura-te a ti mesmo. Ed. Pensamento

(4)  (4)  Grof, Stanislav. Psicologia do Futuro. Heresis

(5)  (5)  Pierrakos, Eva. O Caminho da Autotransformação. Ed. Cultrix

(6)  (6)  Cunningham, Donna. Plutão no seu Mapa Astrológico. Ed. Pensamento

 

                                                                                            

 

 

Hypericum

22:49 @ 24/06/2007

Hypericum perforatum)
Chamada também de Erva de São João. Originária de praticamente toda a Europa e Ásia. Espécie do tipo arbusto. Utilizado na fabricação de defumadores de ambientes.

Uso: flores e folhas em infusão, tintura ou óleo.

Características medicinais: seus componentes químicos estimulam os órgãos digestivos, funcionando como remédio para feridas e úlceras. Possui também ação adstringente e estimulante da circulação sangüínea, além de poder ser usado como calmante auxiliar em casos de depressão. O chá contém propriedades a serem empregadas nos casos de insuficiência do fígado, má digestão, gota, reumatismo, doenças pulmonares, vermes intestinais, diarréias crônicas, insônia e nervosismo.

Ação interna: calmante, antidepressiva, antiirritante, contra diarréias e inflamações, sedativo, diurético suave, vermífugo e colagogo.

Ação externa: anti-séptico, adstringente, antiinflamatório e antiirritante.

Indicado: o uso interno é indicado para os casos de doenças pulmonares e das vias urinárias, insuficiência hepática, má digestão, gota, reumatismo, hemorróidas, diarréia crônica, insônia, nervosismo, depressão, acidez excessiva no estômago e vermes intestinais.

O uso externo é indicado para tratamento de feridas, úlceras e queimaduras.

Fitocosmético: banhos relaxantes e calmantes, no tratamento de peles e cabelos oleosos.

Contra indicação: pessoas diabéticas não devem utilizar-se do hipérico, e mulheres grávidas ou em fase de amamentação são aconselhadas a procurarem um médico antes de iniciar um tratamento com ela.

Mais Detalhes

Tratamento natural da depressão sem causar dependência química. Útil nos casos de insônia, apatia e cefaléia. Recomendado nos distúrbios emocionais leves, principalmente os da menopausa.

Fonte: PlantaseErvas