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Qualidade de Vida

10:36 @ 17/10/2007

Trecho, sobre Qualidade de Vida, extraído do Programa de Rádio Momento Floral de 10/06/02.

...As essências florais promovem sim uma melhora em nossa qualidade de vida.

E Qualidade de Vida, é um estilo de vida.

Onde incluímos amor, o belo, a felicidade, o bom humor, o equilíbrio, a harmonia em nossas ações, em nossos relacionamentos, em nossos pensamentos, em nossos sentimentos.

Quando colocamos o melhor de nós naquilo que fazemos, ao mesmo tempo em que reconhecemos que existem múltiplas coisas que podemos fazer e que nos fazem felizes, e além de tudo fazemos alguma coisa dentre essas que amamos , estamos com certeza no caminho da qualidade de vida.

Existem aspectos, externos e internos a respeito da qualidade de vida.

Os externos são todos aqueles que nos põem em contato com o mundo, nossos relacionamentos, nossa profissão, o lugar onde moramos, como nos transportamos de um lugar para o outro. Também está correlacionado ao TER.

Sê temos dinheiro, um plano de saúde, uma casa, se temos as roupas que gostamos, como é nossa aparência.

Os aspectos internos são aqueles ligados ao SER.

E isto tem a ver com senso de quem sou, senso de propósito de vida, e também com nossos pensamentos, e sentimentos sobre nós mesmos, e sobre a vida. Quando em nós predominam sentimentos tais como amor, auto estima, otimismo, serenidade, paciência, tolerância, alegria, vivemos um bem estar emocional, quando vivenciamos predominantemente sentimentos de dor, dúvida, vazio existencial, tédio, egoísmo, orgulho, inveja, raiva, mágoa ou ressentimento, surgem os conflitos internos, o mal estar emocional.

A qualidade de vida depende do relacionamento que nós temos conosco mesmo, em primeiro lugar. E neste ponto ela nos fala mais sobre a importância do SER do que do TER.

Como agimos e reagimos diante do mundo é uma decorrência direta do nosso mundo interno e de nosso relacionamento conosco mesmo.

Quando desejamos não apenas melhora na qualidade de vida, mas que a vida passe realmente a ser significativa, e se transforme definitivamente numa vida de qualidade elevada, precisamos reconhecer e mudar nosso mundo interno para melhor.

Aqui as essências florais exercem papel importante, por auxiliarem ao homem a se abrir para uma escuta interna, e se auto descobrir, ajudando-o a lidar com o stress e com a ansiedade, com os medos e inseguranças comuns às fases de mudança e transformação. Além de haverem muitas diferentes essências florais que estimulam a determinação, que ajudam a encontrar um estado de espírito onde se possa relaxar, onde se possa encarar a situação sem tanta rigidez ou inflexibilidade, dando uma sensação de leveza, e adaptabilidade, por exemplo.

Para termos uma qualidade de vida real, algumas coisas são essenciais:

1. DESCOBRIR QUEM SOMOS.

2. ASSUMIRMOS RESPONSABILIDADE PELAS NOSSAS VIDAS.

3. ACEITARMOS O MOMENTO PRESENTE E AS MUDANÇAS DA VIDA.

4. DESCOBRIRMOS NOSSO PROPÓSITO DE VIDA.

5. CRIARMOS METAS - TRABALHANDO E APRENDENDO A NOS ENTREGARMOS, A NOS RENDERMOS AOS DESÍGNIOS DE NOSSAS ALMAS E DE DEUS.

6. E POR FIM APRENDERMOS A RECEBER, A DOAR E A SERVIR.

Algumas pessoas tentam criar metas novas de vida, para viverem melhor, sem, todavia, saberem direito quem são, quais suas reais capacidades e limitações. Claro que estas metas tendem a não serem alcançadas, porque na maioria das vezes são inadequadas. Isto gera grande frustração, decepção para conosco mesmo, sentimentos de menor valia e de incapacitação.

Portanto, o princípio de tudo deve ser descobrir quem somos.

E é preciso olhar para dentro para descobrir. Refletir, meditar, analisar, perguntar curiosamente. Num exercício diário, e constante.

Sair do automático, das reações automáticas frentes às situações.

Temos pelo menos dois diferentes níveis internos para conhecer e analisar, quando nos propomos nos auto descobrir.

Um nível é o da personalidade O outro é o nível da alma, nossa essência.

Apesar de eu diferi-los em 2 níveis distintos, eles estão intrinsecamente interligados, conectados.

Tendo sempre em mente que:

Todos, todos somos, seres criados por Deus. Somos espíritos imortais, uma centelha do Divino, e que neste nível temos potenciais ilimitados, qualidades, dons, talentos, ilimitados, e que precisam ser descobertos, desenvolvidos, para serem expressos pela personalidade.

Temos uma alma imortal, expressando-se através de uma personalidade, que às vezes se torna muito distante daquilo que realmente somos.

Vou explicar melhor:

Digamos que nossa alma seja uma onda do mar com todas as suas gotas de água marinha, com o movimento de ir e vir, e que a personalidade apareça no momento em que a onda está em contato com a areia da praia. Neste momento em que a onda do mar toca os grãos de areia, imaginemos que ela sentisse-os e se identificasse tanto com eles que desejasse ser como eles, e passasse a tentar ser rígida ao invés de ser fluída, tentasse ficar estática ao invés de em movimento, e porque havia esquecido de que é onda do mar, desejasse ser areia.

Este é um caminho de frustração, de dor, de raiva e de doença.

Ou seja, em contato com o mundo social, primeiro com nossos pais, ou com quem nos criou, depois com irmãos, com a família, com os professores, colegas de escola, de turma, de trabalho, com a mídia, permitimo-nos sofrer pressões e interferências diversas, e passamos a agir para nos sentimos aceitos. Fazemos concessões contrárias a quem somos, em favor do que achamos que o mundo, que nossos pais, professores, amores, filhos, esperam de nós, perdemos assim contato com quem somos, com o que gostamos. Por outro lado, a sociedade ocidental é extremamente alienante, usa de subterfúgios para fugir de si, do encontro consigo mesmo.

Seria bom que todos pudessem marcar um encontro, eu diria o maior encontro de suas vidas, com seu maior e eterno amor. Consigo mesmo.

E que se possa ir até o seu próprio Eu, preparado para se apaixonar, para se encantar, para descobrir o seu melhor, e o seu pior, devemos ir sem medo, para nos entregarmos ao amor.

Entregue-se sem medo para você mesmo.

Torne-se seu melhor amigo, seu maior confidente. Sua mãe e seu pai.

Existem ferramentas que podem lhe ajudar a fazer isso.

Você pode querer usar algumas essências florais.

Pode lançar mão do uso da meditação, muito valiosa para descobrir quem somos de verdade.

Os tratamentos psicológicos são outra das ferramentas.

A reflexão, a auto análise, sem críticas, também.

Conversar com um bom amigo, sobre si, também.

Ao olharmos para dentro de nós percebendo, sentindo quem somos, verdadeiramente, podemos fazer uma faxina interna, jogando fora aquilo que não nos serve mais.

Inicia-se aqui um tempo de Libertação e Perdão.

Este não precisa ser um processo doloroso, mas ele implica em desapego. Quando mais nos identificamos com nossas mágoas, quanto mais achamos que nossa mágoa e raiva são parte intrínseca de quem somos, mais difícil é esse processo. E mais doloroso também.

Coloco o perdão dentro do processo de auto descobrimento, porque ao nos auto conhecermos verdadeiramente, vemos que a raiva, a mágoa, o ódio, são reações até naturais, quando nos identificamos demais com as atitudes dos outros, ou com as atitudes nossas. Mas elas não são o que somos, são reações nossas. E podemos nos desapegar delas, como nos desapegamos de um sapato velho, que machuca nosso pé e que não nos serve mais.

Este é um tempo necessariamente de auto perdão.

Quando temos um relacionamento mais amoroso conosco mesmo, fazemos escolhas melhores, mais felizes, mais saudáveis para nossas vidas, e a qualidade de vida, pode surgir.

O inverso é verdadeiro, quanto menos nos queremos bem, mais auto destrutivos nos tornamos, e pior se torna nosso viver.

Os florais são sempre úteis nos processos de perdão.

Você pode querer preparar uma fórmula de florais para lhe dar suporte para esta jornada de auto conhecimento e perdão, ou ainda querer usar uma única essência de cada vez.

Normalmente as fórmulas de floral são usadas por 30 dias, e depois se verifica a necessidade de se modificar ou não as essências escolhidas.



             Respirar bem é fator fundamental para promover e manter a saúde. Dentre as várias patologias que afetam o sistema respiratório está a Rinite Alérgica.
             A Rinite Alérgica constitui uma das mais comuns afecções que atingem as vias aéreas superiores do aparato respiratório. Caracteriza-se por reações alérgicas decorrentes da hipersensibilidade que algumas pessoas têm à determinadas substâncias (alérgenos), que vão provocar inflamação na mucosa nasal. Alérgenos são substâncias que sensibilizam o organismo, causando reações alérgicas. Geralmente são substâncias vivas ou derivados delas. É a fração protéica do alérgeno que provoca a sensibilização e estimula a produção de anticorpos alérgicos (reaginas) culminando nos sintomas.Os mais comuns são: pó domiciliar, ácaros, fungos, barata, animais domésticos, pólens e sementes oleagenosas. As principais manifestações clínicas da Rinite Alérgica são: prurido, espirros, secreção nasal aquosa e congestão nasal. Em 20% dos casos, há ainda a presença da asma.
Os poucos estudos realizados nos Estados Unidos da América, na Inglaterra e País de Gales, na Dinamarca e no Brasil, dão conta de que a sua incidência fica em torno de 10 a 20%, e que a primeira manifestação da doença ocorre normalmente na segunda e terceira década de vida.
             Os sintomas da Rinite Alérgica não são "exclusivos" dela, podendo se apresentar em outros tipos de rinites e distúrbios do sistema respiratório como a gripe e o resfriado. Esse fato pode levar a um diagnóstico errôneo, daí a necessidade de conhecê-la melhor.
Raramente aparece em lista de mortalidade, mas pode, em decorrência da repetição dos sintomas e/ou de maior gravidade dos mesmos, possibilitar afecções mais severas no sistema respiratório como um todo, abrindo espaço para outras patologias mais graves e limitantes.
            As Rinites Alérgicas são classificadas em sazonal e perene.
A primeira caracteriza-se pela apresentação e repetição dos sintomas na estação ou estações onde gramíneas, árvores e arbustos liberam grande quantidade de pólen. Os sintomas principais são espirros, prurido, rinorréia aquosa, congestão e coceira nasal, lacrimejamento e encarniçamento dos olhos, comichão da orelha, do palato e da garganta, tosse e, algumas vezes, abafamento da audição e perda do olfato e do paladar.
             A Rinite perene não tem época especifica para se manifestar. É desencadeada por substâncias alérgenas tais como pó doméstico, ácaros, pelos de animais domésticos, baratas e fungos. Os sintomas - crônicos e persistentes - são os mesmos da forma sazonal, embora geralmente de menor gravidade. Este fato, não raro, leva as pessoas que deles sofrem, a confundí-los com os sintomas da sinusite e dos resfriados recidivantes.
           A congestão nasal normalmente é mais pronunciada e o prurido ocular menos freqüente. O espirro é mais acentuado quando a pessoa se levanta e/ou à noite.
Nas complicações mais graves freqüentemente pode surgir a sinusite aguda e/ou os pólipos nasais. Pode vir acompanhada de respiração bucal, olheiras, ronco, abaulamento de pirâmide nasal, linha transversal na região dorsal do nariz (provocada pelo ato de coçar) e outros "tiques".

             O tratamento da Rinite Alérgica pela medicina tradicional (alopática) é efetuado através de orientações ao paciente para evitar o contato com os alérgenos e de prescrição de drogas medicamentosas. As drogas utilizadas são os anti-histamínicos, os simpaticomiméticos (descongestionantes), cromoglicato dissódico, os corticosteróides, brometo de ipratrópio, antibióticos e extratos alérgicos purificados (imunoterapia específica).
            É um tratamento que atua apenas no controle dos sintomas, podendo provocar efeitos colaterais sérios. Além do mais, o paciente corre riscos de adquirir e/ou agravar doenças graves.
           Um caminho para se obter eficiência e eficácia no tratamento das Rinites Alérgicas passa necessariamente pela compreensão das causas que levam a pessoa a desenvolver hipersensibilidade a determinadas substâncias (alérgenos).
          À luz da Psicologia e da Psicossomática, a causa básica da Rinite Alérgica está na repressão de conteúdos psicoemocionais mal resolvidos. A maioria dos autores consultados crêem que o que desencadeia a crise alérgica é o conteúdo simbólico que o alérgeno carrega em si. Estas substâncias atuam apenas como "meras representantes" de áreas conflituosas da psique.
              O pólen, assim como as sementes, simbolizam a fecundidade e a reprodução; pelos de animais, o amor (a despeito de sua característica animalesca, são macios e gostosos de sentir e pegar) e possuem conotação sexual; o pó domiciliar e a barata vão lembrar sujeira, falta de limpeza. Então, enquanto fatores alérgenos, estas substâncias representam simbolicamente os temas: AMOR, SEXUALIDADE, FERTILIDADE e a DIFICULDADE EM LIDAR COM OS "DEFEITOS INTERNOS".
Para os alérgicos, esses temas estão carregados de ansiedade. Infundem-lhes tanto temor e medo que são identificados como perigosos e, por isso, resistem psiquicamente contra o acesso destes à mente consciente. Da mesma maneira, a resistência física reage de forma agressiva contra seus representantes simbólicos externos: os alérgenos.
            A agressividade é apontada, na quase totalidade da bibliografia que versa sobre a relação reações alérgicas/ emoções reprimidas, como o componente psíquico reprimido básico e comum a todos que desenvolvem processos alérgicos.
             Pelo exposto, parece claro que o caminho para a cura da rinite alérgica passa necessariamente pela conscientização do conteúdo emocional que o rinítico resiste em contatar. Se os que sofrem com a rinite alérgica entrarem em contato com seus conteúdos emocionais reprimidos, trazerem-nos à consciência, assimilá-los e integrá-los, não necessitarão mais reagir excessivamente contra as substâncias que os representam.
           É certo que um dos grandes benefícios da medicina alopática é o alívio rápido para os sintomas agudos e condições críticas, porém ela é quase ineficiente e ineficaz no tratamento de condições crônicas. Além do mais ela não se presta a tratar o reino dos pensamentos e das emoções.
             Ao contrário, a Terapia com Essências florais enfatiza a mudança a longo prazo dentro do complexo corpo/mente. As essências florais, enquanto catalizadoras, tem a função de estimular o processo de transformação interior, fortalecendo a jornada consciente de cura.
            Nos casos dos riníticos, o uso das essências florais vão ajudá-los no confronto com os componentes emocionais reprimidos, desencadeadores da reação alérgica, trazendo-os à consciência e criando assim, condições para poder elaborá-los e integrá-los de maneira equilibrada.
           Por fim, cito algumas essências florais que podem ser indicadas às pessoas que sofrem desta doença para ajudá-las a entrarem em contato com as causas que as tornam hipersensíveis às substâncias, a priori, tão inocentes. Lembrando da necessidade de se analisar a história pessoal para concluir quais essências são pertinentes ao caso.
Para se trabalhar o tema agressividade: Scarlet Monkeyflower (cal.); Poison Oak (calif.).
Para hipersensibilidade: Yarrow (cal.); Yarrow Special Fórmula (cal.); Corn (cal.); Agrimony (Bach); Walnut (Bach); Millefolium (Minas).
Essências que ajudam no alívio dos sintomas: Thyme (cal.); Jasmine (cal.) Star Jasmine (cal.) Manzanita (cal.) Eucalyptus (cal. e Minas); Wild Potato Bush (austr.); Macrocarpa (austr.); Artemísia (Minas); Crab Apple (Bach); Fuchsia (Minas); Bougainvilla (des.).