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De: Helder Silva Pereira <hel...@hotmail.com>
Assunto: Evite beber e usar medicamento
Data: Tue, 8 Jan 2008 14:10:15 +0000



From: hel...@hotmail.com
To: adi...@hotmail.com; aln...@hotmail.com; ami...@hotmail.com; and...@hotmail.com; ari...@hotmail.com; atc...@hotmail.com; bar...@hotmail.com; boc...@hotmail.com; cac...@hotmail.com; cac...@yahoogrupos.com.br; con...@grupos.com.br; dan...@hotmail.com; dan...@hotmail.com; dea...@hotmail.com; dig...@hotmail.com; t00...@grupos.com.br; xen...@hotmail.com; xin...@uol.com.br; yor...@hotmail.com; tom...@hotmail.com; rqc...@hotmail.com; pep...@hotmail.com; nel...@hotmail.com; nat...@hotmail.com; may...@hotmail.com; may...@hotmail.com; mai...@hotmail.com; lui...@hotmail.com; lol...@hotmail.com; laz...@hotmail.com; iur...@hotmail.com
Subject: FW: Helder, Luisa lhe enviou uma materia do A Tarde.
Date: Tue, 8 Jan 2008 14:07:02 +0000


Evite beber e usar medicamento

VÍTOR ROCHA
vro...@grupoatarde.com.br
 

Aquela velha máxima de que a ingestão de bebida alcoólica corta o efeito de remédios não passa de sandice popular. Mas nem adianta os apreciadores de cervejas, cachaças, uísques ou outras bebidas se animarem muito: o uso simultâneo de álcool com antibióticos e antiinflamatórios, por exemplo, pode causar reações adversas, apesar de não interferir no tratamento.

As festas populares, shows e grandes eventos comuns ao verão geram aumento de consumo de bebidas alcoólicas, o que exige cuidados. O álcool causa a depressão do sistema nervoso e podem afetar órgãos como fígado e pâncreas. O exagero é expressamente proibido, mas aquele champanhe em comemorações ou aquela cervejinha em casa com amigos fazem parte da socialização e podem estar presentes na vida de um indivíduo saudável.

Atenção especial deve ser dada aos remédios com efeito no sistema nervoso central. Interação de tranqüilizantes e anticonvulsivantes com bebida alcoólica é expressamente proibida. “O álcool deprime o sistema nervoso, assim como os tranqüilizantes, e a mistura pode até levar a óbito”, informa a psiquiatra Milena Pondé. Ela lista Gardenal, Diazepan e Lexotan como exemplos de remédios que têm efeitos potencializados pelo álcool.

A médica indica ainda que a interação de bebida alcoólica com remédios de combate às verminoses, como Flagil, pode gerar hipertensão e vômito, por isso deve ser evitada. No caso de vacinas mais comuns, como antitetânica, nenhuma contra-indicação, a não ser que apontada no rótulo da vacina.

ANTIBIÓTICOS – No caso dos antibióticos e antiinflamatórios, o álcool não corta o efeito das medicações, mas aumenta a agressão à mucosa do estômago, causando maior irritação ao órgão, informa o professor de farmacologia da Escola Baiana de Medicina, Túlio César Alves.

No entanto, ele aponta um tipo de antibiótico, composto por metronidazol, como mais agressivo ao organismo. Explica que a substância bloqueia a segunda oxidação do álcool, indispensável para sua eliminação pelos rins, e gera acúmulo de aldeído acético, podendo causar hipertensão, náuseas, dores estomacais e até a morte, em casos extremos.

Sobre a interação entre álcool e antiinflamatório, o professor especifica a possibilidade de ocorrência de gastrite e ulceração, além de alertar para um retardo ao tratamento. "O organismo se torna mais susceptível às inflamações", alerta o professor.

Este foi o risco que o líder de produção, Alessandro Brito Romeo, correu.

Ele tomou umas quando quebrou o dedo e estava em tratamento de antiinflamatório.

“Foi perto do Réveillon e não resisti, mas não tive reação nenhuma”, conta. Porém, ele deixou de tomar o remédio por alguns dias, prática apontada pelo professor Túlio César como uma das principais interferências do álcool nos tratamentos.

Já o bancário Josemar Martins prefere não correr risco de sofrer reações adversas e evita misturar álcool com remédio. “Paro de beber e só volto depois de terminar o tratamento”, garante, enquanto tomava uma cerveja num posto de combustível.

DOENÇAS – O consumo do álcool pode ter interferência indireta aos diabéticos.

"O maior risco é o esquecimento de tomar os medicamentos. No caso do tipo 1, quando há administração de insulina, isso fica mais perigoso”, aponta o professor Túlio César.

Ele informa que outro dano pode vir com a queda de apetite causada pelo álcool e a possível diminuição de ingestão de alimentos, gerando risco de hipoglicemia.

Ele informa ainda que o uso continuado e excessivo de bebidas agride o pâncreas, órgão responsável pela produção de insulina, e pode até gerar um tipo de diabetes. Os hipertensos também devem evitar o álcool, por seu efeito lesivo ao coração e aos vasos sangüíneos.

Apesar das restrições, o professor Túlio Alves lembra que um champanhe aqui, uma cervejinha ali não faz nenhum mal a maioria das pessoas. "A bebida, com moderação, pode ser bom para a socialização", comenta.


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